Archive | março 2015

Genialidade e autoconhecimento

Como ”fazer ciencia”, por meio da auto observação e comparação com toda fenomenologia que o cerca*

Eu já lhes mostrei sobre como  poderíamos ensinar o método criativo para que possa ser aplicado no cotidiano, seja para recreação seja para a real solução de problemas.

Agora, vou lhes contar mais um segredo… baseado em petulancia** Talvez, mas que poderá (ou não) ser útil para aquele que conseguir (e desejar) compreende-lo.

A filosofia cognitiva prática de uma mente criativa se baseia no autoconhecimento, se um dos resultados mais esperados da criatividade seja justamente a autoexpressão.

A partir do momento em que o autoconhecimento for desenvolvido (se isso for possível de faze-lo, com ”educação” ou ”treinamento), poder-se-á usá-lo como parametro ou comparação em relação a toda a fenomenologia circundante.

E é justamente aquilo que o genio, especialmente o criativo e o científico, costumam fazer.

O autoconhecimento é o primeiro complemento para o trabalho criativo.

O genio tende a ler a realidade por meio de si mesmo, o chamado preconceito cognitivo fundamental, nosso atrito com a realidade. Todos nós fazemos isso, ao usarmos as respostas de reação (das mais diversas naturezas) mais comuns que nossas mentes são capazes de produzir (cultura neurológica), mas é evidente que existirão diferenças entre os excepcionalmente inteligentes ou criativos em relação ‘aos demais’. E essas diferenças serão mediadas pelo nível de autoconhecimento e concomitantemente com a capacidade de percepção (e a correlação entre ambos será potencial e logicamente positiva).

 

A técnica para a observação de detalhes lógicos, harmoniosos e hierarquicamente superiores, encontra-se justamente no momento de interação entre a sua persona predominante (seu perfil cognitivo, projetando a sua cultura neurológica) e o ambiente. O ambiente é mutável, a sua percepção não é. No entanto,  o acúmulo de percepções pode ser gerenciável para o sábio enquanto que será apenas acumulativo para os demais.

De acordo com o modelo triárquico-dualista de personalidade que eu desenvolvi superficialmente, nós teríamos 3 personalidades,

a persona boa,

a persona ruim (personas dualistas)

e a persona completa, a unção das duas personas anteriores, o próprio Deus que vive dentro de nós, a manifestação organica da sabedoria, quando o cérebro além de holístico em sua funcionalidade (inclusive em suas áreas menos desenvolvidas) também está acompanhado por grande vivacidade interior, que geralmente resulta em problemas mentais para uma importante porcentagem da população humana.

As duas personas que estão a competir entre si, seriam justamente as mais primitivas, porque a competição e entropia, são características inferiores para qualquer modelo integrado e complexo de interações entre diferentes formas de existencias. Isso explica o Sistema Solar e o Planeta Terra.

 

Metaforicamente falando, os genios acessariam muito mais a persona principal do que as personas primitivas, aumentando a percepção do todo (leste e oeste, esquerda e direita)  e que justamente por ”preferirem” esta persona-principal ou alegoricamente falando, a persona-Deus, que os problemas poderão ser percebidos com maior intensidade, tendo como resultados desde a melancolia profunda (prelúdio para o suicídio) até a certos tipos de comportamentos muito degenerados, como quando a percepção de certas verdades absolutas existenciais tal como a finitude e a fragilidade da vida, os tornam compulsivos por consumi-la de muitas maneiras por causa da literalização destas verdades para o cotidiano. Viver ”como” se não houvesse o amanhã. Literalizar as verdades absolutas para o cotidiano.

Ainda que a genialidade não se possa ser ensinada por completo, talvez nós poderíamos mostrar ao menos como seriam os processos de construção do pensamento criativo, de maneira didática. Se a inteligencia pode ser ensinada, talvez a criatividade também possa, ainda que realisticamente falando, isto não se desdobrará em uma explosão de genialidade entre a população que não a tem ao natural, a superfície de sua personalidade.

Mas, como as diferenças entre os cérebros humanos não se dão mediante distancias muito grandes, então talvez algumas pessoas possam ter potencial mas lhes falte as ferramentas corretas para expressá-lo e não duvido que mediante a complexidade da diversidade cognitiva humana, estes tipos de fato existirão.

 

Pelo autoconhecimento, voce pode expressar a verdade do mundo por meio de sua percepção e pode categorizar a fenomenologia que está a interagir por meio de suas próprias convenções mentais naturais.

 

Os 13 mandamentos

 

1- Nunca generalize. Clones podem ser generalizados porque são identicos. Generalizações só servem para matérias identicas acopladas em aglomerações e não para grupos semelhantes.

2- Nunca excepcionalize em excesso. Estereótipos não são pseudo-cultura. Exceções e regras são complementáveis e não auto-excludentes.

3- Se conheça o suficientemente bem para poder interagir sabiamente com o seu ambiente e desta maneira, começar a conhece-lo também.

4- Neutralidade é importante, mas quando voce consegue reunir a dualidade que existe dentro de ti, neutro e pessoal serão completamente intercambiáveis e complementáveis.

5- Comparações são importantes. Se compare em relação aos outros. Construa categorias apenas por observação e leve em consideração, sempre, as exceções e as regras.

6- Múltiplas perspectivas. Cada fenomeno apresenta uma forma e toda forma apresenta diferentes lados de visualização, as chamadas perspectivas. Não se esqueça disso. O abstrato é exatamente como a matéria, só que sem forma ”real”.

7- Conhecimento em psicologia e estatística são fundamentais, especialmente nas (verdadeiras) ciencias humanas. Compreender e aceitar que não somos totalmente separados de nossos patrimonios genéticos, na verdade, estamos até muito entrelaçados com eles, porque são a parte essencial de nossas existencias mas também aceitar que os ambientes que construímos ou que foram construídos pela natureza, apresentam forte influencia na maneira em como nos adaptamos.

8- Especule o futuro desenrolar dos fenomenos, por meio da lógica intuitiva. Quando for especular, nunca o faça sem a segurança do passado e do presente de cada fenomeno.

9- Sempre busque pelo caminho do meio, onde que as melhores respostas, estarão predominantemente localizados no meio de uma panaceia espectral de respostas em relação a um determinado conhecimento. Ao usar a neutralidade do meio, além de evitar o julgamento preconceituoso negativo, também poderá ter uma imagem holística muito mais completa e correta, isto é, que de fato represente a realidade, a verdade objetiva.

10-Construa um sistema axiomico coerente e o use para detectar suas próprias ”contradições impossíveis” (que são diferentes das contradições possíveis ou pseudo-contradições) assim como também para detectar as contradições nas narrativas das pessoas que são do seu convívio, inclusive como maneira ajudá-las.

11- Excesso de complexidade é ruim. Busque pela simplicidade sintetizada (não confundir com simplismo) de eventos, fenomenos e condições, hierarquizando-os, de maneira que, as ideias-mães (as primeiras peças que desencadeiam o efeito dominó) possam estar em maior evidencia, ainda que as causas subsequentes também mereçam consideração adequada.

12- De o peso acerto as coisas para não criar ”tempestades em copo d’água.

13- Use a empatia como uma maneira de entender a fenomenologia humana (das mais diversas naturezas) até a fenomenologia ”natural” ou não-antropocentrica.

 

Que os anjos me perdoem por minha petulancia, mas é isso. Estes 13 mandamentos são justamente aqueles que estou usando para produzir os textos, bem como as minhas (ou ”minhas”) teorias.

 

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Primo ”rico” ou abertura para experiencias. Primo ”pobre” ou impulsividade

Qual a diferença entre uma pessoa que é impulsiva e outra pessoa que, segundo a psicologia, está mais predisposta para a ”abertura para experiencias”***

Provavelmente a classe sócio-cognitiva  que as duas pessoas pertencem. O pobre tem dor de cabeça e diarreia. O rico tem enxaqueca e indisposição gastrointestinal. Só que não.

Eu acho que devemos dar ”os nomes certos aos bois”. Abertura para experiencia é uma coisa e impulsividade é outra e muitas pessoas que são denominadas como ”mais predispostas para a primeira”, na verdade, se encaixariam mais na segunda.

Que ou aquele que está fortemente engajado em se aventurar, especialmente, se estas aventuras forem baseadas na rejeição quase total de suas rotinas corriqueiras, então, este se constituirá em alguém com predisposições (inatas) para abertura para experiencias. Claro que a variação desta tendencia comportamental variará significativamente em toda a população, mas também parece evidente concluir que uma parte minoritária será muito mais predisposta a se engajar nestes tipos de comportamentos de alto risco e que fujam de suas zonas de confortos habituais.

Eu por exemplo, sou impulsivo mas não sou do tipo que está mais predisposto para novas experiencias visto que sou sistemático, monomaníaco. Eh até deveras complexo definir isso, mas enfim. Parece mais simples dizer quem não está solidamente apto para fugir de sua rotina do que o contrário. Esta pseudo-semelhança não é a toa visto que tanto as pessoas impulsivas quanto aquelas que são mais aventureiras, tenderão a apresentar as mesmas tendencias para o comportamento de alto risco, mas no final das contas, o que diferenciará impulsividade em relação a este famoso traço do ”big five”, será justamente a combinação epistática de personalidade, onde que a impulsividade será direcionada de maneira distinta para diferentes fenótipos, a impulsividade sexual, a impulsividade em relação a vícios como bebidas alcoólicas ou drogas ou a pular de asa delta.

Os mortos não tem casa

A rua está pelada, nenhuma pessoa, nenhuma alma,

Viva ou nua em pelos, porque o gelo esfria todos os poros e congela a água da insanidade,

Ao branco da neve, a cor de paraíso no céu, destas casinhas simples e humildes,
Do braço de montanhas, tal como as entranhas de Deus,
Nuvens alaranjadas enfeitam a escuridão da madrugada que dá seu até logo,
Mortos vagueiam por outra dimensão, o silencio os acompanha como o bom amigo que é,
quando a solidão é silenciosa e vez ou outra, se harmoniza com a imaginação,
Não preciso de companhia, se tenho o tempo todo a minha espera,
A amanhã de um domingo moroso, a fumaça daquelas velhas chaminés,
Onde mentes confusas não estão a maquinar um jeito de destruir as paisagens de Deus,
Onde as ideologias fajutas não estão tentando pintar abstrações feias em cima da naturalidade divina,
Deixem os mortos em paz, deixe-os vagar, sem casa, suas lágrimas já não caem,
Agora, é a inércia de não mais existir que os abraça e os acalenta,
A calefação nos protege desta outra dimensão,
Deus é o grandioso mundo além,
Que nossas mãos mal podem imaginar como seria o seu sentir,
Tão grande,
Tão silencioso, tão branco a neve, tão laranja ao céu,
Ventos uivam ecos de vidas que já se foram,
Mas que continuam a vagar junto com suas estrelas mortas,
O brilho nunca deixa de brilhar e a vida, mesmo que morta, nunca deixa de viver,
Porque o eco do som se propaga pra sempre,
E o grandioso universo, se torna a sua própria mente,
Quando morres, tua existencia volta a ser água do lago doce,
Mas não te preocupes, porque continuarás a viver, porque és único, porque tudo é…
A um bom dia, de café e esperanças,
De um jornal da semana passada, já empoeirado e com cheiro de usado,
De onde toco apenas aquilo que meus braços alcançam e dou-lhe o nome de humildade,
Mas ainda posso sonhar que minhas asas me levarão para a eternidade do além,
Porque se não há finitude, então não há morte, apenas uma mudança de corpo,
Tal como a cobra muda de modelito,
Tua pele muda de traçado,
Nosso caminho também muda,
O além pode e deve conviver com o concreto,
O literal é irmão do abstrato,
Apenas de o valor certo as coisas,
E não mais precisará sofrer por sua (ou por nossa) estupidez….

Tdah e qi

Eu não sei quanto a voces, mas eu penso que parece muito óbvio que muitas ”pessoas tdah” tenham problemas na hora de fazerem testes de qi ou provas escolares. Parece muito óbvio porque para que se possa fazer uma boa execução em provas de teor cognitivo, é necessário que se tenha concentração e foco (na maior parte das vezes, que será extrínseco) e vejam só o que parece ”estar mais em falta” entre os tdah***

Testes cognitivos idealistas versus testes cognitivos realistas

A diversidade cognitiva humana é a característica coletiva mais importante da espécie assim como também de qualquer outra espécie complexa. Nossas sociedades reverberam, expressam essa diversidade por meio de uma enorme gama de profissões ou funções que exigem diferentes habilidades cognitivas.

A inteligencia é aquilo que podemos ver, mas que não podemos mensurar, matematicamente falando, com uma grande margem de segurança. Os testes cognitivos são idealistas, porque partem de um cenário irrealista, inerte, para a mensuração das multiformidades intelectuais de nossa espécie.

Voce pode medir o seu peso em uma balança, mas o peso que está sendo mostrado, quantificado, não expressará toda a complexidade que o seu corpo apresenta. Algumas vezes, a correlação entre o resultado quantitativo generalista de seu peso em uma balança convencional e a complexidade biológica interna, que estes números não podem mostrar, poderá ser muito alta. Portanto, cenários similares podem ser estabelecidos para a correlação entre os resultados em uma bateria de testes cognitivos e sua inteligencia.

Mas muitas vezes (e eu não sei precisar quanto), a correlação entre peso e complexidade biológica interior, assim como também entre qi e inteligencia genotípica, não será elevada e na verdade, pode até mesmo, expressar-se negativamente, isto é, quando a correlação é negativa e auto excludente.

A partir disso, começamos a dar passos mais largos, ambiciosos e menos comodistas, para tentar entender exatamente o que os testes de qi  medem e o que não medem.

Testes cognitivos realistas seriam como provas práticas individualmente especificadas, se todos nós temos um conjunto inato de habilidades específicas. Mesmo o superdotado com a mais simétrica das inteligencias, ainda apresentará uma forte tendencia para gostar mais de algumas funções (cultura neurológica) do que de outras.

Testes cognitivos são totalmente cegos quanto a mensuração do caráter de indivíduos e coletividades e é parcialmente cego quanto a mensuração do intelecto dos mesmos.

Portanto, nós temos por obrigação, dar o peso certo as coisas. Uma galinha não pesa uma tonelada, testes cognitivos não medem 100% da inteligencia humana, até porque, pelo fato de ser muito diversificada e individualmente complexa, é pouco provável que consigamos estabelecer uma linha espectral gaussiana de habilidades e de capacidade geral, apenas pelos resultados dos testes, que sejam totalmente completas em sua abrangencia avaliativa, ainda que de fato, eles já tenham demonstrado ser úteis para mensurar a inteligencia humana, ou a superfície dela, da mesma maneira que a balança convencional também é capaz de fazer em relação ao nosso peso.

Testes cognitivos tradicionais são idealistas e pasmem, se baseiam justamente na ideologia de igualdade universal, que muitos psicometristas hbd  estão a lutar neste exato momento.

Baseia-se na ideia de que as diferenças se deem apenas mediante uma desigualdade de níveis. Pouco se fala sobre a diversidade de qualidades e parte-se da conclusão precoce de que ”os testes mesmo que imperfeitos, medem a inteligencia” ou que a abrangencia dos testes é suficiente.

Medir a superfície não é suficiente. E como de fato, pelo que tudo indica, os seres humanos estejam divididos em castas cognitivas, que são a divisão de trabalho naturalmente esperada para uma diversidade de tipos, então, a mensuração dos intelectos, partindo de um prisma intelectual universal, ainda que esteja correto, não será holístico em sua capacidade de captar esta riqueza de complexidade.

O caso tdah

Pontuações baixas em testes de qi costumam ter muitas explicações

Falta de atenção ou de concentração

– Mensuração das fraquezas intelectuais (por exemplo, aplicar testes verbais a alguém com inteligencia verbal baixa)

– Alguma implicação genética ou neurológica contextualmente desfavorável

Ansiedade que pode ou não resultar em falta de concentração. O gago não se concentra na hora de falar** Não.

– Perfil cognitivo incomum ou muito especializado.

Como eu já mostrei em um texto bem longínquo, os cérebros dos tdahs tendem a amadurecer mais lentamente do que os cérebros neurocomuns. Como resultado, quando um professor ou uma professora aplica uma prova para duas crianças, uma que é tdah e outra que não é, a primeira tenderá a ser mais mentalmente jovem ou atrasada do que a segunda. Basicamente, duas crianças com 7 anos de idade, mesmo se a comparação fosse entre ”neurocomuns”, podem apresentar idades mentais discrepantes.

A idade mental não acompanha a idade cronológica e esta tendencia é muito forte em crianças superdotadas assim como também em crianças tdahs.

Crianças superdotadas tendem a ser, mediante certa dimensão comportamental comparativa, mais amadurecidas do que as crianças neurocomuns de mesma idade cronológica. Da mesma maneira que crianças negras também tendem a ser, mediante certa dimensão comportamental comparativa (geralmente que não será a mesma que das crianças superdotadas)  mais maduras, em média, do que as crianças de outras raças de mesma idade cronológica.

A distração que é característica fundadora da tdah, pode se relacionar com outros talentos, que não estão sendo acessados pelas estruturas burocráticas que perfazem boa parte dos sistemas de ensino em todo mundo.

Faz sentido que para muitos casos,  que a ”distração”, na verdade, não se baseie em uma real distração per si, mas em um foco que não está relacionado com o mesmo interesse do professor ou do psicólogo. Portanto, se um professor pede ao seu aluno que preste atenção em sua aula mas ele está mais preocupado em escrever histórias, isso se consistiria em uma forma de distração** Ou seria uma maneira de exercer a opressão por parte do professor ou da escola, ao desprezarem os desejos intrínsecos desta criança** Especialmente se estes desejos forem intensos e encapsularem todo o seu foco**

Ainda que a ”população tdah” apresente uma diversidade interna de tipos cognitivos (assim como toda população),  me parece ser muito cedo para chegar a qualquer conclusão sobre como se daria a distribuição de intelectos, talentos e idiossincrasias dentro deste grupo, se para os neurocomuns, os métodos tradicionais de avaliação cognitiva já sejam falhos em muitos aspectos importantes.

A relação negativa encontrada entre tdah e qi merece uma série de observações pertinentes, tais como

Testes de qi medem o quão bem lateralizado o cérebro humano está ou o quão bem harmoniosamente lateralizado está,

– Por razões muito óbvias, aqueles com menor capacidade de concentração ”extrínseca” (isto é, dar atenção aquilo que não é de seu interesse primário), tenderão a pontuar baixo em testes cognitivos,

– Testes de qi performance podem mascarar grandes diferenças de pontuações em outros subtestes (dislexia e discalculia). Portanto, sem uma análise holística-comparativa, tanto dos resultados para qi performance, quanto de qi verbal, qi não-verbal, dentre outros substestes, a correlação negativa entre qi e tdah, estará potencialmente incompleta e que poderá ter consequencias sérias no futuro, acaso forem tomadas como verdade absoluta,

– A correlação entre qi e imagem perfeita da inteligencia (quando, hipoteticamente falando, ”o seu” qi verbal 106 e seu qi performance 103, expressam exatamente o tamanho e a qualidade do seu intelecto) PODE ser positiva, mas também pode ser negativa e para MUITOS casos dentre as condições sindromicas (assim como os casos borderline para elas), este será o mais provável de ser.

Portanto, cérebros fracamente lateralizados e que amadurecem mais lentamente, não podem ser comparados da maneira como está sendo feito, com outros cérebros, que estão normativamente lateralizados. E eu não estou falando grego ou mandarim!

E voltando sobre as diferenças de testes cognitivos em relação a avaliações psicológicas especializadas, retido de uma abordagem sábia (semelhante aquelas que são feitas por pessoas que trabalham na área de recursos humanos de qualquer empresa), para saber se alguém é bom em memorização, avalie a sua memória,

para saber se é bom em algum componente criativo, o avalie exatamente a partir desta particularidade…. e assim por diante.

Forças e fraquezas são muito importantes e podem ter um impacto maior não apenas na avaliação mas também na realização pessoal, do que uma avaliação mais superficial e generalista, que é oferecida pelos testes de qi.

O superexcitável

Voce não precisa ser ”superdotado” para ser ”especial”

Pessoas que são amigas de verdade, que amam e odeiam de verdade, que são genuínas, sinceras, culturalmente independentes, que amam os animais e que tem um sentido moral bem desenvolvido. Gente que nasceu com um radar, uma bússola para a harmonia, para a bondade, para o bem viver, sem qualquer resquício de ”educação”.

Se voce adentrar em uma universidade, em qualquer lugar do mundo, as chances de se deparar com gente esnobe e superficial, serão bem altas.

Eu ”aprendi” nos meus cinco, seis anos anos de ”estadia” dentro da comunidade hbd, sobre a suposta superioridade daqueles que denominam como ”a elite cognitiva”. Além dos graves problemas que a ideologia determinista do qi tem causado dentro da psicologia cognitiva, também temos sido doutrinados a acreditar que as pessoas inteligentes (mediante critérios baseados em uma perspectiva unilateral de ”alto empreendedores”)  são totalmente superiores a todas as outras. Por exemplo, o percentual de pessoas ”inteligentes” que estão ou já estiveram presas, não passaria dos 2% (que ou aqueles ”com” pontuações de qi acima de 120), enquanto que ”o resto” da população apresentaria muito mais problemas de funcionalidade dentro da sociedade. Parece elementar pensar que aquele que é praticamente catapultado para um emprego estável e com bons ganhos monetários ao longo de toda a sua vida, tenderá a apresentar menor stress emocional do que aquele que vive na corda bamba. Menos por fatores puramente biológicos e mais por fatores ambientais significativos, muitas pessoas apresentam problemas emocionais por causa de suas dificuldades para se adaptarem as sociedades em que vivem. Da mesma maneira que os esquimós desenvolveram problemas de miopia quando começaram a se adaptar as sociedades ocidentais, da mesma maneira que também começaram a desenvolver problemas comportamentais como o alcoolismo, em proporção muito mais significativa do que quando viviam em suas comunidades isoladas de caçadores coletores, mudanças ambientais ou mesmo, uma incapacidade de adaptação sem a necessidade de mudança, podem causar muitos problemas emocionais, especialmente em pessoas muito sensíveis.

Assim como a assincronia de desenvolvimento mental não é uma particularidade da superdotação, o mesmo vale para a superexcitabilidade, que encontrar-se-á distribuída mesmo em pessoas que não apresentam qualquer capacidade cognitiva mais avantajada (capacidade cognitiva ”pura”.)

E é aí que reside a pedra filosofal deste texto. O superexcitável que não é superdotado, aparece como um elemento tão importante para a harmonização da sociedade quanto os próprios grupos de altamente inteligentes (superdotados genuínos e criativos empáticos), justamente por tenderem a compartilhar as mesmas características neuro-culturais.

Um senso moral mais desenvolvido ou mais alerta,

Uma maior capacidade de sentir empatia genuína,

Uma maior sensibilidade a desarmonia, ao conflito e aos problemas cotidianos tolos (características sócio-cognitivas da sabedoria),

Uma maior sinceridade e honestidade no trato social,

Uma maior vulnerabilidade emocional que os tornam mais propensos a depressão bem como a ideações suicidas.

O superexcitável não-superdotado seria basicamente como uma pessoa que compartilha todas as características neuro-culturais morais dos superdotados (genuínos), com ”exceção” da excepcionalidade cognitiva.

A cultura neurológica do superdotado genuinamente empático e do superexcitável não-superdotado é a cultura da sabedoria interacional

De acordo com Kazimierz Dabrowski, os superdotados tenderiam a apresentar elevado desenvolvimento sensorial (superexcitabilidades), que teria como resultado a sua maior capacidade cognitiva, em outras palavras, uma maior capacidade de sentir, perceber o ambiente ao redor, em outras palavras, uma maior capacidade de percepção. Até onde que esta correlação será positiva, pouco se sabe, visto que a população de superdotados também apresenta uma grande variedade de combinações psicológicas, comportamentais e intelectuais e portanto, nem todo aquele que está provido de uma excepcionalidade cognitiva, será um superexcitável completo.

O desenvolvimento assíncrono de superdotados (que eu também já mostrei que não é uma particularidade apenas deste grupo) não se consiste num desenvolvimento irregular, onde que no final da maturação, todos se encontrarão mais ou menos iguais, ou seja, com idades mentais iguais ou semelhantes. Ainda que isto seja verdade para a maioria da população, não significa que o mesmo acontecerá em superdotados, nem nos superexcitáveis de ”inteligencia normal”. E é muito provável que de fato, não seja o caso.

Eu não estou munido de pesquisas científicas para confirmar ou apoiar aquilo que estou dizendo, visto que estou usando unicamente a minha capacidade perceptiva e de encontrar sistemas que se assemelham e que pareçam lógicos a primeira e a segunda vista. Mas mediante a lógica intuitiva, faz muito sentido pensar que

os superdotados tendam a ser mais sensorialmente excitados e portanto, mais superexcitáveis

que existam superexcitáveis que não sejam superdotados

que existam superdotados que não sejam superexcitáveis (talvez uma boa parte daqueles que melhor se encaixem ao perfil dos ”alto empreendedores”)

e que exista uma variação espectral de superexcitabilidade empática (e não-empática, o espectro da sociopatia).

Relatos pessoais de observação…

…como quando voce tem a sorte de conviver e reconhecer anjos na Terra.

Conheço duas pessoas das quais parecem se encaixar perfeitamente a este modelo de personalidade.

A primeira pessoa é uma senhora, negra, que já é idosa e apresenta uma espécie de majestade no trato social visto que é excepcionalmente empática, simpática e sábia. A sua beleza de bem viver se baseia em sua doçura de tratamento, sabedoria completamente inata, não ao nível de genio, mas suficiente para faze-la ver o mundo com olhos ancestrais de águia. Daquelas pessoas que tem o mínimo de ”capacitação educacional”, mas que são dotadas de um enorme arcabouço de sabedoria prática, interativa. Introvertida, cuidadosa, daquelas que espalham a beleza de suas almas a todos, sem a necessidade de esperar que a recíproca seja verdadeira.

A segunda pessoa é um homem, de meia idade, que apresenta um vocabulário muito ruim e presume-se, um ”qi verbal” baixo, mas que é muito bom em certas habilidades práticas, tipicamente masculinas. Ele é homossexual e extrovertido ‘mas’ com tendencias para depressão existencial. Também é do tipo que está provido de uma grande sabedoria, mas com certas irregularidades, que já foram mais comuns em sua juventude. No entanto, assim como acontece com a senhora negra, este homem também se caracteriza por uma grande bondade e simplicidade de alma.

Então nós temos os estudantes entojados e estúpidos da faculdade que se deixam encantar por ideologias abstratas que ao invés de promoverem a compreensão e a harmonia, fazem exatamente o contrário, jovens de inteligencia predominantemente técnica ou burocrática, que são providos de bons vocabulários, especialmente se forem comparados aos dois exemplos acima, mas que no entanto, tendem a serem completamente estúpidos nos componentes cognitivos mais importantes, primárias, que se correlacionam com o princípio da auto conservação ou sobrevivencia e concomitantemente com a sabedoria.

Hippies, o superexcitável de baixo funcionamento, abertura para experiencia ou superexcitabilidades**

Os típicos hippies, que ou aqueles que compartilham uma predisposição inata para todo o tipo de experimentação sensorial e que são dotados de grande empatia, que muitas vezes, estará patologicamente desenvolvida e portanto, cega, em relação ao mundo em que vivemos.

O hippie, na minha opinião, seria basicamente o tipo de superexcitável de baixo funcionamento, isto é, que apresenta as mesmas predisposições hiper-sensoriais que uma parte importante dos superdotados bem como dos superexcitáveis de inteligencia ”normal”, mas que tenderia a estar combinada com uma baixa capacidade perceptiva (um dos componentes cognitivos mais importantes da sabedoria). Isso explicaria boa parte de suas vulnerabilidades contextuais, em um mundo onde existem MUITAS pessoas que não são confiáveis, para dizer o mínimo.

As superexcitabilidades de Dabrowski parecem ser um forte preditor para o famoso ”traço” comportamental, ”abertura para experiencia”.

Em outras palavras, o que denominamos hoje de ”abertura para experiencia”, nada mais seria do que as famosas superexcitabilidades que Dabrowski descreveu em seus trabalhos algumas décadas atrás.

Ou, a abertura da experiencias seriam a ação (e reação) e não apenas um potencial, enquanto que as superexcitabilidades seriam justamente a predisposição que tende a produzir a abertura sensorial ou experimentacional.

Portanto, em nossas sociedades não basta termos uma população de superdotados empáticos e sábios, mas também uma população onde o tipo superexcitável empático possa predominar.

Não adianta termos prédios, obras de arte, toda a manifestação exterior do ego humano, que é constantemente impulsionado pelo antropocentrismo, a ideologia supremacista motriz de todas as pseudo-religiões ou culturas dogmáticas, alegóricas, se não tivermos seres humanos de qualidade.

E a ideologia que valoriza apenas a inteligencia, deriva de um modo de pensar potencialmente judeu, em outras palavras, materialistas, egoísta e vazio de conexão real com Deus.

Autismo, possíveis causas para a suposta (possível) epidemia da condição mediante uma perspectiva amish

A população de amish,  que são os descendentes de alemães e suíços que professam uma religião ultra-conservadora, isolacionista e que vivem em regiões rurais, afastados dos grandes centros ”ingleses”, isto é, americanos, parece ter uma baixa proporção de pessoas autistas. (e tipos de esquizofrenicos bipolares hein****).

Acredita-se que fatores ambientais, isto é, toxicinas soltas pela poluição do ar nos grandes centros urbanos, por exemplo, possam ter um papel fundamental para a suposta epidemia de autismo em diversos países do mundo. Este fator pode ter sido causal para alguns casos, mas isso não significa que será para todos os outros. Eu tenho o palpite de que fatores epigenéticos negativos, isto é, que são resultado de exposição de toxinas e que não são diretamente genéticos (como uma família sem histórico de pessoas dentro do espectro) possam contribuir para a maior parte dos casos de autismo com algum tipo de retardamento mental mais severo.

Os amish apresentam características de personalidade e inteligencia discrepantes em relação aos ”moderninhos ingleses”, isto é, os americanos de origem britanica. A famosa personalidade autoritária de Adorno, parece fazer muito sentido aqui.

Todo amish que vive dentro destas comunidades isoladas precisam respeitar cada idiossincrasia de sua cultura dogmática (bíblia literalizada) dominante. Caso contrário, a porta da rua será a serventia da casa. Como resultado, a imensa maioria daqueles que permanecem, tendem a compartilhar grande semelhanças em comportamento (tempo) e personalidade (clima). E é provável que seus perfis cognitivos também sejam muito mais homogeneos do que nos grandes centros ”ingleses” (se a minha ideia de que os perfis cognitivos influenciem consideravelmente as nossas personalidades, a extensão dinamica e interativa da inteligencia).

A relação entre autismo e ateísmo é significativa, porque segundo alguns estudos (e mesmo, algumas percepções que podemos por conta própria, desde que estejamos dotados de bons instrumentos de avaliação) ateus e autistas tenderiam a compartilhar diversas semelhanças cognitivo-comportamentais como a tendencia para o pensamento sistemático e racional. E a ‘cultura neurológica’ nada mais é do que uma reverberação daquilo que está acontecendo por dentro, tal como o núcleo da Terra está para a sua superfície.

Se a personalidade é hereditária (tudo aquilo que temos é ao menos em parte hereditário ou de procedencia genética), então presume-se que tanto a personalidade autoritária religiosa que se relaciona com o fenótipo bio-cultural amish quanto a personalidade ateísta (nesta dimensão ou perspectiva de sistema de crenças), também serão hereditárias. E quanto mais comum e isolada for a paisagem genética, mais homogeneo e fixo (dominante) serão estes traços. Vide os olhos azuis na Escandinávia, em comparação a um país como o Brasil.

Portanto, se voce pegar um grupo de ateus, de preferencia, de cientistas ateus de ambos os sexos, obviamente, e deixá-los procriarem entre si, em um local rural isolado, eu não duvidaria que dentro de 100 anos (ou menos) nós teríamos uma população predominantemente ateia e com uma elevada proporção de pessoas dentro do espectro autista de personalidade (isso sem falar em uma maior inteligencia).

Portanto, a hereditariedade da personalidade parece ter um papel muito importante para a presença das chamadas ”personalidades extremas”, como o autismo. A menor porcentagem de autistas entre os amish pode ser explicado pelo fato de que os mesmos tem selecionado pessoas que são o oposto do autista médio. Em outras palavras, o amish médio que é fortemente religioso, se difere consideravelmente do autista médio, que é fortemente predisposto para ser ateu, por causa de seu perfil cognitivo-comportamental (cultura neurológica) hiper-racional e sistemático.

Séculos de isolamento e de decantação (expulsão dos dissidentes) produziram uma população diametralmente oposta aquela em que os homens da ciencia estão mais predispostos para pertencer, especialmente mediante uma perspectiva religiosa ou de sistema de crenças.

Mediante a perspectiva, honestidade-”esperteza”, os asquenazes judeus parecem que tem selecionado o perfil cognitivo-comportamental diametralmente oposta a dos autistas, que tendem a serem honestos e sinceros.

E o padrão endogamico de acasalamento tende a reduzir a plasticidade comportamental por causa da maior homogeneidade bio-cognitiva, especialmente se houver uma grande enfatização para uniformidade cultural.

O excesso de diagnósticos seria umas das prováveis causas para a suposta epidemia de autismo, mas deve-se ter em mente que na fronteira entre o espectro da condição sindromica, a subjetividade de critérios será substancial. Portanto, o ”diagnóstico”, especialmente nesta parte do espectro (autismo atípico ou autismo ”não-especificado”), onde a condição começa a se transformar em introversão melancólica, será relativo.

O aumento da obesidade poderia ser uma causa para o aumento de casos (para  uma parte deles), visto que mulheres obesas tendem a ter mais testosterona circulante do que as mulheres mais magras (e neste estudo, encontraram que pais acima do peso também podem ser um fator). Mais mulheres obesas, que combinado com estilos específicos de personalidades, mais casos de autismo**

O aumento da idade dos pais para ter filhos também tem um importante papel, visto que aumenta as suas cargas mutacionais (especialmente das mães, se a maioria das mulheres são férteis até os 50 anos de idade).

A redução da população, especialmente das camadas mais jovens como resultado das baixas taxas de fecundidade, também pode ter algum papel para o aumento de vários tipos de minorias neuro-comportamentais, visto que se antes, as famílias tinham uma média de 5 filhos, agora elas só estão tendo 2, isso nos EUA, porque em outros países, a redução da fecundidade foi ainda maior. Portanto, ao invés do filho tímido, assexuado ou homossexual, que tinha poucos amigos e praticamente não chegava a consumar casamento em meio a quatro filhos discrepantes e contextualmente adaptados, agora, um casal poderá ter 2 crianças, com o risco relativamente baixo e dependendo de muitas circunstancias, que uma destas crianças possam nascer autistas.

Portanto, as causas são variáveis e com pouca hierarquia de importancia.

Crianças do meio rural podem ter baixa incidencia de autismo, mas também podem ser menos inteligentes que as crianças dos grandes centros urbanos. Os amish, que não se vacinam e vivem em ambientes com baixa a nula exposição de toxinas, podem ter muito baixa incidencia de autismo, mas isso não significa que estejam ”livres” de outras condições como o transtorno bipolar, isso sem levar em conta, que enquanto que um autista pode ser muito inteligente, intelectualmente curioso a aberto para diferentes opiniões e perspectivas, o amish médio tenderá a ser extremamente intolerante em relação aos ”outliers” de sua comunidade, ainda que esta intolerancia não chegue a se transformar em violencia aberta, na maior parte das vezes. Eh por isso que tendem a viver isolados, até mesmo para evitar que este tipo de conflito aconteça.

Uma alimentação industrializada também pode estar tendo algum efeito no aumento de casos, se voce é o que come. A possível diminuição de casos de esquizofrenia e o aumento dos casos de autismo, ocasionado por mudanças na alimentação, que agora é variada e excessiva e que antes era escassa, também pode estar tendo um papel. Eh complexo estabelecer, por exemplo, quais seriam as causas para o aumento da inteligencia, porque ainda que seja fundamental, o processo seletivo precisa estar sob o controle de muitas variáveis. E o mesmo pode ser aplicado ao autismo.

E por fim, a não-existencia oficial do autismo antes desde os anos 40 e especialmente desde as últimas décadas, nos mostra o porque do aumento de casos desta condição. E combinado com uma sociedade dominada pela televisão, pelo brilho da fama (todo mundo tem direito a 15 minutos de fama) e portanto por uma cultura extrovertida, o extremo oposto da extroversão, onde a maioria dos autistas pertencerão, tenderá a patologizar aqueles que estão muito discrepantes da cena cultural coletiva.

Atualização

Interessante pensar que as toxinas lançadas pela poluição nos grandes centros, possam funcionar como gatilho ambiental que emula condições climáticas onde, segundo Lombroso, seriam ideais para o aparecimento de genios, tal como áreas montanhosas (mas não muito montanhosas), com a redução artificial da circulação de oxigenio que é uma realidade natural para zonas mais montanhosas. E claro, combinado com vulnerabilidades inatas.

Diferenças qualitativas de inteligencia entre as ”frações inteligentes” das raças humanas (europeus e leste asiáticos) e o porque dos HBD’s acreditarem que os leste asiáticos sejam um dos grupos raciais mais inteligentes

Apesar (ou, ”apesar”) ‘do’ qi maior ”dos” leste asiáticos, mediante algumas poucas e tendenciosas comparações, suas nações parecem estar aquém do esperado (especialmente para os fetichistas de qi) em relação as suas supostas maiores capacidades cognitivas coletivas. Se são tão inteligentes assim, então, mediante a ideia de multidimensionalidade do intelecto humano, deveríamos estar experimentando uma espécie de renascença oriental, em tecnologia, cultura, ciencia e filosofia. Ainda que o Japão, sempre tenha de estar em destaque quanto a sua excepcionalidade, contextual, cognitiva e ambiental (uma sociedade menos autoritária que a de seus vizinhos e portanto mais ambientalmente apta para inovação) e portanto, demonstre apenas uma parcial negabilidade quanto a esta realidade, as demais nações da Asia Oriental, não parecem estar correspondendo naturalmente as expectativas da maior parte dos hbds, até mesmo como comprovação da linearidade recíproca ou causal entre ”qi” e ”inteligencia”, isto é, que corresponderia a todo guarda chuva espectral de definições e de tipos.

Em um mundo em que o ”homem branco”, mostra-se extremamente combalido por causa de uma grande quantidade de graves problemas que o assola, tal como a demografia suicida a que boa parte de sua população cognitivamente produtiva está inserida (desde a um bom tempo), qualquer tipo de comparação entre leste asiáticos e caucasóides europeus, ainda será injusta, especialmente, mediante as diferenças de contexto social, onde que enquanto que no Japão, a cultura prevalente é a nacional e não existem lutas internas, nem qualquer grande stress com populações de repartições étnicas distintas, ou conflitos que são provocados por agitadores profissionais, em países como a França ou a Grã Bretanha, o cenário de relativa paz interna que os japoneses experimentam ainda nos dias de hoje, já não é a realidade cotidiana desde os anos 90.

Ainda assim, parece ser possível especular o porque do relativo fracasso asiático em inovação, sem a necessidade de copiar modelos inteiros de inovação do Ocidente, por exemplo, ao ocidentalizarem a própria cultura, derrubarem seus tesouros históricos em prol de prédios modernos, envidraçados, cinzas e sem graça ou de copiarem cada passo da revolução industrial, que polui o ar, destrói o meio ambiente e provoca graves problemas estruturais tal como o deslocamento maciço de pessoas do meio rural para a zona urbana (mas quem ficará no meio rural para produzir o alimento que será consumido pela população das cidades**)

Este texto que postei, sobre as diferenças entre os tipos de ”superdotados”, pode servir muito bem para explicar o porque deste paradoxo. Apesar (supõe-se) da maior inteligencia técnico-quantitativa dos leste asiáticos, suas realizações cognitivas em geral, ou seja, que abarcam cada parametro cognitivo, que necessite usar o intelecto para a construção e externalização destes feitos, tem sido comparativamente menores em comparação aos caucasóides europeus. Por exemplo, apesar da maior fração inteligente (proporção estatística de pessoas ”com” qi acima de 105), os leste asiáticos não estão conseguindo produzir nações mais desenvolvidas que aquelas que os caucasóides já conseguiram fazer. Na verdade, em palavras mais diretas, os leste asiáticos ”apenas” produziram cópias das sociedades ocidentais, que ainda não conseguiram superar o modelo original em qualidade e esta superação só se daria por meio da inovação.

O diferencial do ”homem branco” quanto a capacidade de inovação e portanto de criatividade, se daria justamente pelo fato de ter uma maior proporção de superdotados (genuínos) e de criativos entre as populações europeias do que em comparação as populações leste asiáticas. Nestas populações aliás, predominaria em suas respectivas frações inteligentes, o tipo de ”alto empreendedor” de ”superdotados”.

Parece fazer muito sentido que a maior parte dos leste asiáticos mais inteligentes, pertençam a categoria de ”alto empreendedor”, o tipo socialmente perfeito, que se esforça para aprender o máximo possível (escolasticamente possível) de um determinado ou de um conjunto de informações, que se interessa por suas notas na escola e avaliações positivas em suas áreas de atuação, o tipo ”burocrático”, só que é cognitivamente ”superior” ao tipo comum da mesma ”espécie”.

Isso explicaria o porque de serem bons a excelentes copiadores ou replicadores convergentes, mas de terem graves problemas de inovação independente e localmente condizente com as suas necessidades culturais específicas. O leste asiático superdotado mais comum, seria justamente como os seus homólogos ocidentais, o tipo mais comum de ”altamente inteligente” que podemos encontrar, com um déficit em qualidade e em quantidade dos outros dois tipos. Ao lerem o texto que deixei disponível, sobre as diferenças entre os 3 tipos de ”superdotados”, voces entenderão perfeitamente o que estou querendo dizer.

O superdotado mais popularmente conhecido, é o nerd bonzinho, conformista e que tira notas altas na escola, mas o superdotado original ou genuíno, é justamente aquele que tende a questionar todos os alicerces que as sociedades humanas estão repousadas. E os tipos criativos, também fariam parte da ala mais ”radical” de superdotados. O excesso de inconformistas, poderá produzir desde os genios criativos, até os acéfalos neodogmáticos de mattoides em seu estado mais puro de putrefação degenerativa. Isso explica o sucesso ocidental assim como também a sua atual psicose coletiva por meio da ”polícia orwelliana de pensamento”.

Por que os professores só reconhecem o ”alto empreendedor” como ”o mais inteligente”*** 

Engenheiros definem a inteligencia de acordo com os seus próprios parametros neurologicamente culturais. Médicos tendem a definir a inteligencia, também de acordo com a sua perspectiva bio-perceptiva. Em outras palavras, mais diretas, médicos, engenheiros, professores… voce e eu, tendemos a definir o conceito de inteligencia, de acordo com nossas respectivas perspectivas neuro-culturais. Mas isso não significa que todas as perspectivas estejam hierarquicamente iguais em suas descrições conceituais e em importancia. Além de não negar a diversidade cognitiva (ao contrário, eu a defendo) eu também estabeleci uma hierarquia conceitual baseado em uma perspectiva neutra, de lógica intuitiva, que faça sentido, independente do contexto ocupacional. Portanto, para o médico,  para o professor ou para o engenheiro, desprezando as suas particularidades cognitivas, todos estarão sob as mesmas regras gerais, para o conceito e a prática da inteligencia, como quando toda a multidimensionalidade da mesma for acionada adequadamente em qualquer contexto.

Tal como o professor que tem uma grande tendencia para buscar em seus alunos, tipos cognitivamente iguais a si, me parece que situação parecida acontece dentro da comunidade hbd.

Se para os hbds, a inteligencia pode ser perfeitamente expressada por meio dos resultados em testes cognitivos ou de qi, assim como também de realizações escolares, então eles tenderão a buscar ”os seus” tipos de ”mais inteligentes” que estejam condizentes para com as suas próprias perspectivas neuro-culturais, ou seja, que expressem o que são em termos cognitivos. Portanto, se eu fosse um alto empreendedor, socialmente ajustado ”e de alto qi”, eu buscaria ”genios” que se assemelhassem com a minha própria condição cognitiva, da mesma maneira que o professor, o engenheiro ou o artista fazem. Impor suas próprias condições cognitivas como parametro de inteligencia.

Esta auto projeção, além de não ser genuinamente empática e eu já expliquei o porque (auto projeção não é empatia), também desprezará a diversidade cognitiva, onde todas as perspectivas neuro-culturais específicas estão corretas, se forem avaliadas mediante as suas próprias perspectivas (como não haveria de ser), mas que necessita de uma hierarquia geral, que abarque todas elas. E eu também já mostrei que a sabedoria (a verdadeira sabedoria e não apenas aquela palavra tão entoada mas pouco conceitualizada) parece ser perfeita como a englobadora-mor de todos os aspectos cognitivos mais especificados, por se basear em um tipo mais ”atávico” e global de capacidade cognitiva, o princípio da auto conservação ou da sobrevivencia. Inteligencia, tal como a conhecemos e valorizamos, se relaciona com adaptação contextual enquanto que a sabedoria se relaciona com a capacidade de sobrevivencia, e portanto, de adaptação não-contextual.

Portanto, a insistencia hbd em relação ao determinismo do qi, talvez possa ser explicada por meio desta tendencia de enfatização neuro-cultural que todos nós apresentamos, inclusive, para conceituar a inteligencia. E as diferenças entre os 3 tipos básicos de ”superdotados” ou de ”intelecto superior”, parecem ser perfeitas para desvendar parte do paradoxo (ou pseudo paradoxo) sobre a realização ”abaixo do esperado” para as populações leste asiáticas, que seriam supostamente, providas de maior inteligencia quantitativa, coletiva. Um excesso de ”alto empreendedores”, convergentemente brilhantes mas de pouca capacidade criativa e marcados por características da personalidade conformista, o oposto daquelas que tendem a predominar entre os genios criativos.

O excesso de alto empreendedores os fazem aptos para o conhecimento convergente, mas o possível (muito possível) déficit em superdotados (”genuínos”) e de criativos, apareça como explicação ideal para completar o quebra cabeças deste (provável) paradoxo.

Déficit de percepção e exemplificação por meio de observações pessoais

Quando voce convive com uma pessoa, mesmo se não for todo o tempo, presume-se, por lógica, que começará a conhece-la melhor, sabendo quais são os seus gostos culturais, musicais, seu perfil qualitativo e quantitativo de inteligencia, se é uma pessoa excentrica ou se é neurocomum… No entanto, esta idealização não parece ser verdadeira para muitos casos, talvez, para a maior parte deles.

A experiencia não te fará um especialista em absolutamente nada. As pessoas confundem experiencia com compreensão aguda de determinada tarefa ou objetivo de estudo intelectual. Se algumas pessoas (autistas e tipos afins por exemplo) podem se tornar especialistas em determinada matéria, com pouquíssimo tempo de ”experiencia”, então a ideia muito popular de esforço enfático ou experimentação de longo prazo, seguido de ”colheita intelectual ou manual dos seus esforços ou experiencias”, não se configurará em realidade factual, na maior parte das vezes (se não em todas).

E este é um exemplo extremamente comum de déficit de percepção. Pode-se resumir este déficit como a incapacidade de distinguir aquilo que é causal daquilo que é correlativo.

No entanto, outras formas de confusão ou de ignorancia, também lhes serão característicos. Dois relatos pessoais que vou mostrar agora, de maneira resumida, mais um acontecimento nacionalmente conhecido.

Mesmo depois de anos, talvez muitos anos, convivendo com meu tio, meu pai demonstra que não o conhece o suficiente para inferir com certa probabilidade de acerto, quais seriam os seus gostos musicais, um daqueles que herdaram os ”genes saltitantes” de minha família materna, que nos fazem ser mais elétricos, excentricos e hiper mentalistas do que aqueles que ”não os tem”, ou que os tem em quantidade pequena, que não é suficiente para dotar-lhes de loucura e criatividade.

Ou o meu pai estava descuidado, quando me perguntou se o meu tio era o que estava chegando em casa, ou de fato, meu pai não sabe que meu tio não é do tipo que escuta Chico Buarque no seu celular. O gosto musical do meu tio beira a infantilidade, por gostar de ouvir pop americano, mesmo sendo um homem de meia idade. Mas o meu pai não sabia e não sabe disso. Mas talvez seja a parte mais importante, ele não deve achar que seja necessário conhecer um pouco sobre a personalidade do meu tio.

Meu pai apresenta um perfil cognitivo tipicamente masculino e talvez (que parece ser muito provável) isso reflita copiosamente em sua personalidade e na extensão dela em interação com o seu meio, ou seja, a cultura neurológica.

Portanto, o talento do meu pai para áreas cognitivamente masculinas, sacrifica a sua capacidade e motivação intrínseca para conhecer mais profundamente a personalidade das pessoas que o cercam. Isto também ajuda a explicar o porque do meu pai ter sido incapaz de desvendar precocemente, as mentiras que o meu tio já inventou. Meu tio precisou tropeçar nas próprias pernas para que o meu pai começasse a desconfiar de sua tendencia latente para mentir.

Ontem fui a padaria para comprar 3 reais de quilo de queijo ralado parmesão. Então, a moça que trabalha na padaria, colocou uma quantidade de queijo ralado no saquinho e mediu a quantidade. Deu dois reais e sessenta centavos. Então, pedi para colocar mais queijo porque pretendia pagar pelos tres reais de quilo. A moça o fez novamente e voltou com tres reais e dezesseis centavos. Então disse que não tinha mais de tres reais e pedi para que retirasse o excesso (dezesseis centavos). Pela lógica, voce retiraria só um pouquinho de queijo, não é meu caro leitor** Mas a moça achou que dezesseis centavos de quilo fosse quase que metade do saco plástico de queijo ralado e retirou bem mais que esta pequena porção. A rotina do seu trabalho a fez cometer este erro tolo de aproximação quantitativa ou ela realmente tem alguma espécie de déficit de percepção***

Talvez a segunda opção seja a mais provável de estar correta.

Casos de déficit de percepção, a inteligencia real, que se baseia na busca e na posterior harmonização de padrões, parecem abundar, mesmo em um mundo onde os discursos mágicos de educação predominam.

O lamentável caso do rapaz que, de boa vontade, tentou desobstruir o bueiro de uma rua em Natal, no nordeste brasileiro, mas que acabou sendo engolido pelo bueiro encharcado de água, nos mostra mais um caso de déficit de percepção, a capacidade de observar, reunir uma quantidade de informações úteis (sabedoria aplicada) e inferir a partir delas quais serão as ações a serem tomadas.

Acaso fosse dotado de uma maior capacidade perceptiva, o rapaz teria calculado mentalmente que a pressão da água sendo puxada pelo bueiro, poderia ser perigoso pra qualquer indivíduo que estivesse muito perto dali, durante a enchente. Ele não precisaria saber matemática, geometria ou física, para entender isso, bastaria, com seus olhos, prever por lógica intuitiva, as possíveis situações que poderiam se suceder em um cenário previamente imaginado.

Meu pai não reuniu um quantidade de informação qualitativa ou útil do meu tio, tanto para se antever aos caprichos cognitivos (mentiras) dele como também para conhecer sobre a sua personalidade bem como a sua cultura neurológica.

A moça da padaria, não soube inferir por lógica intuitiva, que dezesseis centavos de quilo de queijo ralado não ”deve” ser uma quantidade muito grande de material a ser retirado do saco usado para armazenar o alimento triturado.

O rapaz que perdeu a vida ao tentar desobstruir o bueiro de uma rua em Natal, não soube mensurar adequadamente os riscos lógicos que estaria correndo ao ficar muito perto de um buraco sob forte pressão hídrica descendente.

Todos estes casos se baseiam em déficits de percepção. Não pensem que são casos isolados, visto que o ser humano moderno e domesticado, está fortemente deprimido neste quesito fundamental de inteligencia.

A esquerda macabra

O ”pobre” e trabalhador pertence a classe mais ”reacionária” em termos políticos e sociais, dentro todas as categorias sociais, ao menos, no ”país” onde vivo.

A maior parte dos ”esquerdistas de coração” (ou nem tanto), pertencem a classes médias e altas. Não é um achismo. A maior parte dos votos ”nortistas” (norte e nordeste)  que foram direcionados para o partido ”socialista” mais conhecido da perspectiva política tupiniquim, nas últimas eleições, foram de pessoas pobres a muito pobres, mas que não são ”esquerdistas de coração”. A maior parte das pessoas que pertencem a classes mais baixas, são

”racistas”,

”homofóbicos”,

”classicistas”,

”preconceituosos” em relação a qualquer tipo de comportamento discrepante…

Enfim, toda a sorte de ”xingamentos modernos”, propositadamente simplistas, generalistas (preconceituosos ou reducionistas), que os retardados neodogmáticos te acusam de usar, são utilizados com grande frequencia entre aqueles que pertencem a classes mais pobres e quanto mais pobre (e geralmente, menos inteligente), mais comum e brutal serão essas formas de insultos grátis.

Muitos dos meus ”colegas” de faculdade são esquerdistas. E vejam algumas semelhanças que compartilham. Uma maior inteligencia técnico-quantitativa (inteligencia secundária, a inteligencia primária é a sabedoria) e uma tendencia para pertencer a classes sociais mais abastadas.

Eh fácil idealizar ”o pobre” (isto é, a maioria deles, salve as exceções virtuosas) quando não se tem de lidar com eles em uma base diária. Os europeus da idade média idealizavam o oceano a frente de suas terras, o atlantico, imaginando que por de baixo de suas águas escuras, vivessem monstros terríveis. Voce pode idealizar de maneira positiva ou de maneira negativa. Ambas estão erradas, porque a idealização parte de uma enfatização perfeita da fenomenologia, oceanos, pessoas ou grupo de pessoas enquanto que o mundo real é marcado pela complexidade e consequentemente pela inexistencia de cenários pseudo-perfeitos.

Meus coleguinhas esquerdistas, enquanto descansam em suas redes de sorte existencial, levantadas por dois fatores principais que tendem a se correlacionar, a transferencia intergeracional positiva de renda ( pai rico= filho rico), em conluio com capacidades intelectuais superiores de seus pais (combinado a uma série de fatores ambientais ou circunstanciais complexos, especialmente na devassidão corrupta que esta nação sempre respirou), atacam qualquer tipo de lógica inserida dentro do debate político, social e cultural. Por que fazem isto**

A maior parte deles parecem ser  de boas pessoas, mas a ideia de bondade não se sustenta apenas enquanto um agente passivo, contemplativo. A bondade só será bondade completa quando reverberar em algo positivo dentro da ”sociedade”, independente da escala de impacto ( se for produzido por um intelecto poderoso, a capacidade de abrangencia da bondade ativa será potencialmente maior). Portanto, portar-se como bonzinho não significará ser bom de fato e de todo. Mas como quase todos os nossos parametros de moralidade são ”superficiais” em sua raiz primitiva, instintiva e ”natural” (contextual)-( a moralidade objetiva é a harmonia, a manifestação do verdadeiro Deus), então podemos constatar que se não construirmos, modelarmos o ser humano, este se fará individualmente complexo demais para que possa atender aos nossos ”caprichos” de sábio. Isso também seria uma forma de idealização. Mas, o problema da idealização é quando ela é usada como substituta da realidade e não como uma maneira abrangente e realista sobre uma possibilidade futura.

O ”pobre” e trabalhador precisa lidar todos os dias com as disfuncionalidades dos seus outros ”irmãos” de classe, que ao invés de tentarem produzir um ambiente aprazível, não apenas para si mesmos mas também para as pessoas ao redor, simplesmente reduzem suas áreas de atuação em microcosmos de conflitos evitáveis, isto porque são providos de uma inteligencia empática (a inteligencia que realmente importa!) extremamente deprimida ou como acontece muitas vezes, além deste fator, também apresentam comorbidade com sociopatia de baixo funcionamento.

Agora, se voce está no meio da lama, qual será a reação mais óbvia de se ter** Idealizar o predador que mora ao lado como um anjo incompreendido**
Me enraivece até o último fio de cabelo castanho escuro de minha cabeça, quando vejo ”meus coleguinhas” e suas ideologias infantis e perversas, que podem ter o luxo de ter em suas poltronas felpudas, na segurança de suas casas de alto padrão, a famosa e repugnante ”esquerda caviar”. Que ou aquele que se diz ser a favor de ”igualdade social”, mas espera que os outros sirvam de exemplo. Eh fácil para o esquerdista com desvios mentais, em sua vizinhança rica, clamar por ”justiça social” (superficial e fabricada), ser contra o ”racismo”, sem entender e mais, sem ter qualquer curiosidade (que deveria ser o natural a se fazer) de entender o porque de certos comportamentos.

As classes ”intelectuais” que deveriam estar tentando harmonizar a sociedade, estão a fazer o exato oposto. Por pura estupidez ou por maldade, do tipo mais perverso que se possa praticar**

Pergunte a um autista o que é o autismo, pergunte a um cego o que é a cegueira, pergunte a um pobre o que é a pobreza, o que é ESTAR pobre e o que é SER pobre (de intelecto, de responsabilidade). O ”pobre” trabalhador, não trabalha dia e noite porque gosta, mas porque sabe que sua condição não é ESSENCIAL, mas SUPERFICIAL. Bem diferente de boa parte daqueles que votaram no tal partido ”socialista”… (ainda que não se possa julgá-los tal como o urso mostrando os dentinhos, porque não se pode culpar totalmente aqueles que não tem plena consciencia de seus atos)

Como detectar um seguidor de cultura dogmática (pseudo-religião)

Se tu fazes muita força para convencer os outros e a si mesmo de que tuas crenças são a representação literal e fidedigna da realidade, então, goste ou não, tu serás um dogmático cultural, visto que para entender e explicar o mundo real, basta-lhe o indicador, que apontará para aquilo que nossos olhos podem ver, tocar, contar e sentir…

Quanto a verdade indireta ou abstrata, basta-lhe mostrar que quase todos os eventos, se sucedem mediante uma base coerente e tal como uma ópera sequencialmente lógica, tal como o desenrolar de pergaminhos descritivos quanto a atividades temporalmente longínquas de impérios que hoje estão a ser fotografados por máquinas japonesas, existe uma certa segurança de previsibilidade.

A enfase fanática de muitos ateístas para provar sua descrença, estás a funcionar como um tiro que sai pela culatra. Tão sensíveis para provarem suas crenças, terminam caindo no mesmo fosso a qual todos os outros tipos compartilham morada.

E entender a realidade não é negar a Deus, muito pelo contrário, pois isto é justamente o início da real e sincera busca por ”ele” …

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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