Os brancos são sempre culpados***

Sempre me disseram (isto é, o grande irmão, a mídia) que ”eu sou culpado” por boa parte das mazelas da humanidade, porque ”eu sou branco”. Na realidade, eu estou mais para um caucasóide ”alterado”, do que para um branco legítimo. Eu sou como um georgiano, um turco ou um tunisiano. Meu fenótipo é predominantemente branco, mediterraneo. Mas eu tenho descendencia mestiça, especialmente por via materna. Eu não sou mestiço como boa parte dos mestiços são, mas também não sou como um branco ”decantado” de algum terreno baldio das highlands escocesas. Ok, no final desta estoria, eu ainda continuo olhando predominantemente branco para a imensa maioria das pessoas ( e eu constatei isso quando pedi que me analisassem em um site estrangeiro de antropologia). Olhando branco e culpado. Dizem que ”minha raça” foi ”a responsável” por vários crimes no passado, contra outros povos, outras raças. As cruzadas* A escravidão africana* O quase-genocídio ameríndio*** (nem tanto assim, percebam que se os ameríndios tivessem mesmo sido exterminados, hoje em dia, não haveriam grandes populações de mestiços, que olham predominantemente maia ou asteca). Holocausto** (se…).

No entanto, como eu já disse antes, eu sou apenas mais um indivíduo, nascido no final dos anos 80 que passou boa parte de sua até agora nada-mole vida pacata em um recanto latino americano, em highlands de coqueiros e bananeiras. O máximo de crime que posso ter cometido, poderia ter sido algum tipo de assassinato de uma ou 4 formigas, algumas baratas***

Eu sou um branco alterado ou um caucasoide (sem maior explanação) mas mesmo se fosse ruivo, sardento e tivesse algum Mc em meu sobrenome, eu continuaria sendo mais um indivíduo na grande cena da vida neste planeta. Mesmo se tivesse matado alguém, mesmo se tivesse matado um negro e tivesse neste exato momento usando a internet sem fio da prisão (e pegando sabonetes escorregadios) para redigir este texto, eu ainda não teria tido culpa de absolutamente nada que aconteceu no passado. Eu sou apenas eu, eu não sou representante de povo, raça, porcaria nenhuma, ainda que biologicamente falando, eu seja. Este assunto, de fato, não é comigo.

Altruísmo patológico****

O grande problema do determinismo genético (que é identico ao determinismo ambiental, o famoso ”somos todos um papel em branco”) é que as pessoas, quando são absortas por este conjunto racional e lógico de ideias, passam a desprezar mecanicamente o papel de interações, eventos, a geopolítica, pela primordialidade dos genes. Mas o ser humano, dotado de seus genes, de sua informação genética, de sua história iniciada, modifica os ambientes que construíram e modificam com toda a certeza e a todo momento, a dinamica, a fluidez de interações humanas dentro destes ambientes.

A ideia do altruísmo patológico ”dos”’ ”europeus” é um caso interessante.

Esta hipótese foi desenvolvida dentro da comunidade hbd, e agora se tornou amplamente aceita dentro da mesma e dentre outros círculos anti-sistema. Parte-se da ideia de que devido a eventos únicos que se sucederam especialmente no norte e noroeste da Europa, o individualismo se tornou uma predisposição quase universal entre os povos que habitam essas regiões e que com este senso mais desenvolvido de individualidade (lembrete que, individualidade e individualismo não são a mesma coisa, mas são parecidos quanto as suas essencialidades conceituais) oaltruísmo patológico apareceu como mais uma evolução mal adaptativa deste caminho cultural-evolutivo.

Como o próprio nome diz, o altruísmo patológico se consistiria em uma tendencia ao comportamento altruísta sem autopreservação, isto é, ajudar sem olhar a quem e em quais circunstancias de risco. Supostamente, os europeus modernos e especialmente os norte europeus, teriam evoluído ”em conjunto” para este tipo de comportamento. Os ditos ”socialistas” ou liberais, seriam justamente um dos principais grupos de altruístas patológicos. No entanto, algo cheira mal nesta teoria.

Pode-se resumir a ideia de altruísmo patológico como ”uma continuação do fardo do homem branco” ou ” a culpa branca”.

O fenomeno cultural (e geopolítico) da ”culpa branca” se consiste na criminalização generalizada, artificial e coletiva de todos males que a ”raça branca” cometeu contra populações ”não-brancas”, transformando cada indivíduo branco em culpado. Como eu falei no inicio deste texto, eu sou apenas mais um indivíduo, eu não sou ”a raça branca”, não sou ”a raça portuguesa ou italiana”, nunca fiz nada na vida que possa ser considerado como crime e não sou culpado por crimes que foram cometidos por grupos de pessoas, psicopáticas em sua grande maioria, desbravadoras, que subjugaram a vida de milhões, muitas e muitas vezes, em conivencia com as elites locais de ”não-brancos”, vide as elites dos antigos reinos africanos e em épocas em que sequer era um projeto de átomo. No entanto, um exército de zumbis idiotas não parecem estar preocupados com fatos, mas com fanatismo e criminalização contra indivíduos frágeis e inocentes bem como pela desapropriação destes de seus habitats naturais. Se pensou em genocídio, acertou.

O altruísmo patológico, continua a culpar os brancos. A diferença é que na culpa branca, os brancos são acusados de ”terem sido (e de serem) extremamente maldosos”, a reencarnação do mal e qualquer forma de ”racismo”, especialmente o racismo imaginário, crime de pensamento ou luta contra a própria desapropriação, é entendido como uma espécie de ”pecado capital”.  No altruísmo patológico, ”somos” culpados por sermos bonzinhos demais.

Se ficar o bicho pega, se correr o bicho come. Quando é que ”não seremos culpados”**** Quando deixarmos de existir**

Aí surge uma questão. Ainda que muitos brancos de fato sejam de altruístas patológicos, que na verdade, é uma simplificação de uma diversidade de tipos, desde os realmente altruístas até os esquerdistas, boa parte deles que são patologicamente altruístas no gogó, mas na prática, são quase tão neoliberais capitalistas e elitistas quanto os próprios conservadores de classe média e classe média alta, nem todos os brancos, dentre eles os norte europeus, apresentam estas tendencias. E na verdade, pelo que parece, a maioria dos brancos não são como os esquerdistas. A ideia de que ”toda a raça branca evoluiu para este tipo de comportamento” não parece condizer com a realidade, especialmente quando desde há um bom tempo, a maioria dos europeus não tem concordado com a política de portas abertas ou imigração alógena em massa.

A partir disso, aparecem os tais fatores que não são diretamente genéticos, mas principalmente interativos e que nos ajudam a entender melhor, algumas intenções obscuras dentro da comunidade hbd bem como também o cenário epigenético mais condizente para com esta psicose coletiva da culpa branca. Enquanto que alguns blogues ( como de Kevin McDonald)  mostram a realidade da participação latente da judiaria organizada como orquestradora-mor de todos os eventos que estão se sucedendo nas nações ocidentais, tal como a normatização do comportamento sexual não-reprodutivo (e não apenas a normatização mas a tentativa progressiva de substituição da heterossexualidade pela homossexualidade como ”o absoluto normal” ou majoritário), a imigração em massa de populações não-brancas, deslocando as populações eurodescendentes nativas, a tentativa de relativização da moralidade objetiva (o bandido é a vítima)…, outros blogues, mais ”hbd core’‘, simplesmente renegam e minimizam ao máximo divisor comum, qualquer participação mais latejante desta população, isto é, ”os judeus”, uma boa parte deles, como responsáveis por esta lavagem cerebral, justamente em prol do tal ”altruísmo patológico”.

Eh simples, o ”homem branco” é mais uma vez o culpado, só que agora, ele é culpado porque é bondoso demais. Nunca que ”outros povos” poderiam ter qualquer participação nisso, apenas o branco idiota.

A estrutura hierárquica de qualquer sociedade complexa, parece convergir para o modelo piramidal, ou seja, as ordens são lançadas do topo, estreito e inalcançável para escravos modernos, o resto as executa sem reclamação. Eh o que tem acontecido nas sociedades ocidentais. Ninguém em sã consciencia gostaria de ver a cidade onde nasceu e se habituou, transformada em um grande ‘melting pot”, de povos estranhos, com costumes, de estranhos a completamente inconcebíveis, especialmente mediante a sua ótica cultural particular, subjetiva. E segundo muitas pesquisas, a maior parte da população europeia, que tem dons naturais para detectar anomalias em seus respectivos ambientes, o farejo do detetive, não compactua com os ditames de ”suas” ‘elites”. No entanto, com a imensa sofisticação dos meios de comunicação, a capacidade de organização contra a vontade lunática das ”elites”, se viu completamente prejudicada. Além disso, a política de divisão das populações nativas ocidentais em tribos culturais e suas posteriores lutas, contribui consideravelmente para a paralisia das massas de cara pálidas que estão sendo inundadas por milhões de estrangeiros, cada vez mais hostis. Eles brigam entre si e por picuinhas, enquanto que suas portas estão escancaradas e mais e mais ”imigrantes” (uma boa parte deles que não são realmente de imigrantes, mas de invasores oportunistas) entram em suas nações.

A seleção de idiotas úteis por estas ”zelites” para ocuparem os postos de comando, literalmente, colocar a carroça na frente dos bois, aumenta a falsa percepção de que os europeus evoluíram aberrantemente para o próprio abate. São as circunstancias ambientais que estão forçando as populações brancas nativas a este estado de inércia. E estas circunstancias ambientais foram arquitetadas pelo pessoal da escolinha de Frankfurt, todos eles de judeus ashkenazim.

A incapacidade do branco médio para entender abstrações complexas bem como também a sua tendencia evolutiva para ser altamente confiante em relação as suas instituições, são outros dois fatores importantes para explicar este ”moderno” (fim do império romano, por exemplo, muy moderno) estado de coisas.

Portanto, a incapacidade da pessoa média de tez pálida para compilar uma grande quantidade de informações variadas, colocar todas as peças no quebra cabeças e acordar pra vida, mais, a seleção pelos idiotas úteis, justamente os responsáveis pela desinformação, consciente (sociopatas de alto funcionamento) ou inconsciente (idiotas úteis, nem todos são de esquerda, na verdade, qualquer um com ideologia e estupidez na mão seria um idiota útil), em conluio com a des-seleção dos solucionadores de problemas para os cargos administrativos e intelectuais mais importantes, mais algumas predisposições caucasianas como a capacidade de adaptação a mudanças de ambiente (do tipo, eu sei  o que está acontecendo, mas o meu bairro branco é minha fortaleza, alienação induzida por inércia, incapacidade individual de organizar uma rebelião), mais a célula primordial oportunista que orquestrou tudo isso, todos estes que são fatores ambientais reais, ou seja, interativos, genes alógenos de intelecto médio superior e nenhuma inibição moral, orquestram o assalto e posterior e gradual tomada de poder em cada sociedade, genes locais cooperativos com os genes alógenos (zumbificação), divisão e subdivisão das células brancas, colocando-as para competir umas com as outras, ao invés de se unirem para identificar e atacar o invasor, enfim, todos estes fatores ambientais, nos ajudam a explicar muito melhor o que está acontecendo no ocidente do que a culpabilização generalizada das massas brancas. Como eu disse em um comentário, rejeitado, em algum recanto hbd.

Voce não pode culpar um animal domesticado por ser domesticado. Voce não pode culpar os subgrupos de idiotas úteis, altruístas patológicos, ativos e aparentes, por seus instintos e intuições deprimidos por suas condições de animal manso.

E não pode generalizar para toda uma raça, um suposto defeito, quando na verdade, a organização social e estrutural das sociedades ocidentais foram viradas pelo avesso. A carroça na frente dos bois.

Se os brancos são sempre os culpados, talvez sejam especialmente aqueles de suas supostas ”elites”.

Sobre a idade mental dos ashkenazim. De acordo com uma perspectiva hbd mais próxima de voce, os judeus europeus (orientais e ocidentais) teriam idade mental de asiáticos e norte europeus. No entanto, talvez seja menos. O que explicaria a excepcionalidade ashkenazim. Uma idade mental mais baixa que dos seus pares de igual intelecto técnico, mas uma grande variação neste quesito.

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