Archive | janeiro 2015

Caminhos do pensamento como explicação teórica para os “insights” criativos e a obsessão espontânea que os gera

 

Vamos imaginar metaforicamente que os cérebros normais sejam como um circuito de fórmula 1 e que os pensamentos sejam como os pilotos e seus carros. O caminho que percorrerão será conhecido, lógico e repetitivo. Agora vamos imaginar que os cérebros incomuns sejam como labirintos com muitos pontos de entradas e muitos pontos de saída. Imaginaram???

No cérebro normal ou circuito de fórmula 1, a construção e desenvolvimento do pensamento  será previsível e as respostas idem.

No cérebro incomum ou labirinto, a complexidade e a riqueza de respostas serão muito maiores do que do cérebro normal. Nos Labirintos, não existem caminhos lineares, portanto você pode estar no início do caminho e pegar um atalho e chegar quase no final do circuito. Metaforicamente falando, estes serão os famosos insights criativos. Outra maneira de visualizar a diferença da dinâmica do pensamento habitual em comparação ao pensamento criativo pode se dar por meio da velocidade média com que o pensamento percorrerá o circuito ou será construído. A velocidade média do pensamento normal será constante e progressiva, de 0 até 100 por hora, obedecendo a etapas, de 0 a 10, de 10 a 20, de 20 a 30… Em compensação o pensamento criativo será instável e potencialmente abrupto. Como quando o carro DeLorean viaja a anos-luz que o momento eureka! Aparecerá. De 100 km/h para 800 km/h em alguns segundos, sem obedecer a etapas construtivas.

Circuitos normais mais complexos  poderão produzir mais respostas, mas partirão dos mesmos princípios previsíveis e terão menor densidade para produzir insights. Ou seja, aqueles com maior inteligência técnica, mas que não serão nem criativos nem gênios, não serão como um DeLorean. Outra coisa interessante, labirintos apresentam entradas e saídas. E as saídas não terão limites de quantidade. Enquanto isso, circuitos fechados de fórmula 1 não terão entradas ou saídas, mas apenas chegadas, exatamente no mesmo ponto. Os circuitos previsíveis mais complexos terão uma maior quantidade de previsibilidade, mas ainda manterão o pensamento circular. A sofisticação contextual será a “cultura da inteligência”, ou seja a socialização dos tipos mais inteligentes dentre as massas em que o pensamento circular mais complexo e racional será replicado. Como eu já sugeri antes, estes são os consumidores culturais dos produtos de gênios, uma predisposição inata causada pela maior complexidade dos seus cérebros, que no entanto, não será suficientemente complexo a ponto de criar os próprios produtos ou inovações.

Portanto, nós podemos entender os níveis de capacidade humana por meio do espectro ”complexidade-simplicidade”, onde os cérebros mais potentes e criativos tenderão a ser mais complexos, tal como labirintos, enquanto que os cérebros menos potentes tenderão a ser mais simples, como os circuitos de fórmula 1, produzindo o pensamento circular.

 

 

As pessoas que são predominantemente não-criativas tenderão a cair na pseudo-armadilha do ”pensamento circular”, isto é, do processo de aquisição de uma ideia e de mentalização não-criativa desta ideia. O pensamento seria circular porque ele começaria por meio do conceito, amplificado para os detalhes e voltando ao conceito, até porque os ”não-criativos” serão predominantemente incapazes de inovar…. O pensamento circular produz o dogmatismo dentre outras formas de estagnação e repetição de ideias e pensamentos. No entanto, elas são importantes para cultura, religião e pela estrutura social.

O excesso de complexidade, geralmente, terminará por produzir as personalidades extremas. Isso explicaria a relação entre superdotação e a panaceia de transtornos mentais.

A velocidade inconstante e potencialmente intensa do pensamento criativo, explicaria os insights, os momentos de descoberta intuitiva, quando o carro sai de um momento de repouso, a 0 km por hora e atinge os 150, em uma questão de poucos segundos. Em compensação, o pensamento ”habitual” se caracterizaria pela aceleração constante e progressiva, tal como acontece com a aquisição linear e progressiva, etapa-por-etapa, das pessoas que são menos criativas. O não-criativo, constrói tijolo por tijolo, enquanto que o criativo pode, com apenas dois tijolos, construir metade da casa, em um curtíssimo espaço de tempo. (Um combo de metáforas, um recorde mundial!!!)

 

Obsessão do pensamento criativo

 

Vamos voltar a metáfora do labirinto e do cérebro complexo. Vamos imaginar que voce está dentro do seu labirinto mental, pensando consciente e inconscientemente em um conjunto limitado de ideias. Então vamos pensar que, metaforicamente falando, voce chegou a um beco sem saída. No cérebro ”normal”, o pensamento é fluido, constante e circular, do conceito para os detalhes, dos detalhes para o conceito. O conceito como a união primordial, o big bang da ideia, os detalhes como a sua expansão, sua fragmentação. O beco sem saída te fará gastar muita energia em uma mesma ideia e tal como que por telecinese, voce poderá chegar a resposta (a saída, uma das saídas, do labirinto) que tanto procura.

Isso se assemelha a maior capacidade perceptiva do mais criativo, que eu disse uma certa vez, onde uma bolha de sabão, não será apenas uma bolha de sabão. Portanto, para o criativo, a resolução de problemas, nem sempre será o mais importante. Saídas e becos sem saídas serão igualmente importantes, até porque alguns becos poderão ter passagens secretas. Isso explicaria a persistencia de muitos genios em relação a ideias que são consideradas como remotas e improváveis de darem certo ou de serem coerentes, pelos ditos ”normais”. Ninguém ”em sã consciencia”, dentro de um labirinto, preferiria um beco sem saída do que a própria saída. O beco ”sem saída” mental poderia ser identificado como a obsessão criativa. Encontrar a saída pelos caminhos mais improváveis.

 

(Obs, perdoem-me pela quase inexistencia de acentuação neste texto, por motivos técnicos que os próximos textos aparecerão assim, se alguém encontrar o acento circunflexo, mande um abraço do Santoculto=)

 

Superdotação como autismo (superdotação precoce ou prodígio) e esquizofrenia (superdotação atrasada) adaptados

Existem basicamente dois tipos de pessoas altamente inteligentes (incluindo também o tipo que é mais predominantemente criativo do que inteligente), os prodígios e os superdotados ”tardios”.

Os prodígios são todos aqueles que apresentam algum tipo de talento incomum que começa a se manifestar desde a mais tenra idade. Muitas vezes confunde-se o termo ”prodígio” com  ”genialidade”. Nem todo prodígio será um gênio e nem todo gênio será um prodígio. Na verdade, é até ligeiramente complexo dizer que os superdotados ”tardios”, começarão a manifestar seus dons apenas mais tarde da vida, mas pode ser possível que os cérebros destes tipos só se tornem ”maduros” a partir dos 20, 30 anos. Em outras palavras, eles já tendem a demonstrar elevada capacidade mas que só estará plenamente desenvolvida a partir do final da adolescência.

Quando me deparei com a teoria do ”cérebro imprimido” (obs técnica= não sei corretamente se a tradução da palavra ”imprinted” em inglês para o português, será algo como ”imprimido”, mas enfim), percebi uma possibilidade para desenvolver esta hipótese para explicar a existência de dois tipos bem diferentes de superdotados.

 

Prodígios e autistas = inteligência e espectro maior da Síndrome de Savant

 

Crianças autistas tendem a ter cérebros maiores, que com o avanço da idade, costumam regredir para a média dos seus pares não-autistas. Crianças autistas tendem a ser mais intelectualmente maduras do que seus pares. Autismo e prodígio apresentam muitas similaridades. Outra semelhança entre os dois é o caráter cognitivo super especializado.

Seja para a música, a pintura ou para a ciência, autistas e prodígios costumam ter um talento altamente desenvolvido desde cedo. Um tipo de talento que se relaciona mais com ”criatividade savant-style”, isto é, que não se consiste puramente em criatividade, mas que emula aspectos fundamentais que a definem. Como eu já expliquei em um texto anterior, pinturas super realistas não são puramente criativas, a partir do momento que não está se buscando construir algo novo, algo que define criatividade per se. O talento para tocar violino ou piano e superar tecnicamente os mais talentosos nestes dois instrumentos de uma ou duas gerações anteriores, também não é completamente a criatividade, mas a replicação de ”velha criatividade”, o que não deixa de ser um grande feito e não deve ser considerado como menos interessante do que a criatividade puramente cognitiva. Da mesma maneira que portadores da síndrome de savant apresentam talento precoce, inato e especializado para a execução de determinada tarefa, os superdotados precoces ou prodígios e os autistas funcionais apresentarão os mesmos talentos naturais.

Ainda que seja evidente que muitos prodígios sejam altamente criativos, eles tenderão a ter como principal força, uma maior inteligencia e não uma maior criatividade. O estilo cognitivo dos prodígios tende a emular consideravelmente o mesmo estilo que define a mente autista, a capacidade para encontrar detalhes.

Muitos gênios foram e são prodígios e você os verá principalmente em profissões de caráter técnico, onde a capacidade para encontrar padrões harmonicos e detalhes técnicos ou mecânicos, será mais requisitada. Isto é, voce verá este tipo de superdotado, o tipo precoce e que geralmente, apresentará maiores habilidades savant do que habilidades puramente criativas.

Prodígios e autistas tendem a ser mais altos que os seus pares durante a infância. Tudo nos leva a crer que exista uma simbiose significativa entre os dois. Se  o autismo é uma manifestação mais moderada da síndrome de savant, então ”a superdotação precoce” parece ser uma adaptação tanto da síndrome de savant quanto do autismo. Como quando os ”genes” que produzem o autismo assim como também a síndrome de savant, ”entram” em harmonia, ou combinam-se de maneira harmoniosa com o restante dos ”genes” que estão presentes e ativos no corpo, oferecendo mais benefícios do que custos.

 

Superdotação, esquizofrenicos e tdahs= criatividade

 

A esquizofrenia, geralmente, começa a se manifestar completamente a partir dos 20-25 anos de idade. Provavelmente, quando o cérebro termina a sua maturação, algum tipo de erro (que neste caso, é objetivamente ruim) inato acontece durante este processo produzindo a manifestação desta desordem mental. Os cérebros dos tdah também se assemelham aos cérebros de esquizofrênicos por que tendem a amadurecer mais tardiamente do que os cérebros dos seus pares sem a expressão desta condição. Tdah e esquizofrenia não são condições sindromicas identicas, mas compartilham a mesma janela ”de oportunidade cognitiva positiva”, isto é, espremer os limões mais azedos, mas fazer deles, umas limonadas com gostos mais bebíveis e até mesmo surpreendentemente gostosos.  Se a esquizofrenia só começa a se manifestar na vida adulta, para a maior parte dos casos, então parte-se do pressuposto de que os cérebros deste grupo também amadureçam tardiamente, porque a desordem final que é a esquizofrenia, se dará quando ”os fios forem todos encapados”.

Tdah e esquizofrenia partilham uma característica altamente relevante para a criatividade, a imaginação. Ambos parecem estar acima da média nesta categoria. Os esquizofrenicos são, infelizmente, aqueles que estão fora do controle de suas capacidades imaginativas, capacidade abstrata para encontrar e produzir novos padrões. O excesso de padrões perceptivos, tende a produzir confusão cognitiva e deprimir a capacidade de harmonização destas percepções.

Superdotados tardios poderão pertencer ao tipo dos  altamente criativos, mediante às suas possivelmente elevadas capacidades imaginativas e podem compartilhar similaridades etiológicas, tanto com a esquizofrenia quanto com a Tdah. Podem não, compartilham similaridades. O altamente criativo, poderá ser um superdotado tardio, porque os mais altos níveis de criatividade, tenderão a se manifestar justamente durante os 20-30 anos. E é justamente nesta faixa etária da vida que a esquizofrenia começa a se manifestar entre os portadores da condição, enquanto que por lógica, ela se manifestará parcialmente entre aqueles que são  portadores heterozigotos destas mesmas expressões fenotípicas.

Portanto, o estilo cognitivo prevalente entre os superdotados tardios, isto é, aqueles que não forem prodígios, será a criatividade imaginativa, que é resultante da maturação mais demorada dos cérebros, assim como também da herança parcial da esquizofrenia ou da tdah, que produzirá um maior controle cognitivo perceptivo, que tenderá a se manifestar totalmente a partir dos 20 anos, tal como acontece entre os portadores homozigotos desta condição sindromica.

A inibição latente baixa é um padrão comum tanto para a esquizofrenia quanto para Tdah, mas que será produzida por diferentes processos, onde a inibição  baixa da Tdah será causada pela incapacidade de filtração de estímulos exteriores, enquanto que na esquizofrenia, a incapacidade de filtração será interna e justamente por isso, se relacionará mais com emoções e pensamentos do que com interações com o mundo exterior. Ambas são terreno fértil para a criatividade.

Os superdotados altamente criativos, segundo esta extensão hipotética para a ”teoria do cérebro imprimido”, tenderão a ser caracterizados por baixo nascimento ao nascer, cérebros pequenos durante a infancia quando comparados com os seus pares ”normais”, amadurecimento mais lento do cérebro e relação simbiótica com esquizofrenia e com tdah.

Seus dons caminharão para serem mais diversificados, assim como eu sugeri em um texto anterior sobre o espectro autismo-esquizofrenia, principalmente em associação com maior capacidade criativa, isto é, imaginativa e ou de manipulação mental. Quando o cérebro do superdotado tardio chega ao completo amadurecimento, especialmente no caso da esquizofrenia parcial, acredita-se que terá chegado a ”janela de oportunidade cognitiva positiva”, semelhante em essencia conceitual com a janela demográfica (transição demográfica), ou seja, o momento em que a combinação de metade ou menos genes da esquizofrenia com o restante do cérebro, produzirá o ápice da capacidade criativa ou o começo do ápice, que poderá durar por muitos anos, dependendo de cada indivíduo.

Esta hipótese é uma extensão tanto da teoria do cérebro imprimido, quanto das minhas teorias sobre criatividade e autismo.

 

Diferenças raciais em estupidez

Somos todos burros#

Brancos ”são” idiotas, negros ”são” burros,  judeus ”são” mentirosos, infantis e sádicos, leste asiáticos ”são” zumbis conformistas, quer mais??

Aborígenes, bem, ”são” aborígenes, ameríndios ”são” ”sem sorte”…

Quando você se aprofunda na ”ciência galtoniana”, se acostuma com os ”elogios” assim como também com os ”insultos” em relação às raças humanas. Portanto, por que não destilarmos nosso veneno (isto é, a verdade) sob todas estas abstrações similarmente fisiológicas ao invés de principiarmos pela desigualdade (que é real) de conceituações positivas ou negativas??? Partindo da minha lógica sobre o humor. Ou devemos rir de tudo e de todos ou então não devemos rir de nada nem de ninguém. Soa dualista, mas é porque me parece ser a única solução plausível para o problema da ”liberdade de expressão”. Quem está na chuva é pra se molhar.

O que mais caracteriza a ”espécie humana”, não é a sua maior inteligência, esta que só se manifesta completamente em alguns poucos grupos de indivíduos, mas justamente na sua capacidade de fazer ”trapalhadas” em escala global, cada um com o seu ”estilo cognitivo” para cometer burrices…

”Brancos” ”são” ”idiotas”

O tipo de estupidez que mais acomete aqueles que denominamos como brancos, isto e, os caucasianos europeus, é a idiotice. O caso sueco é interessante. O povo sueco conseguiu transformar o seu país em um dos melhores do mundo para se viver desde o final da ”segunda guerra”. No entanto, uma parte nada desprezível deles está neste momento, convidando o mundo inteiro para viver a ”dolce vita” perto do círculo polar ártico. A ingenuidade dos suecos tem atingido um nível tão alto, assim como dos outros povos nórdicos, que já poderia ser qualificada como idiotice. A pergunta que não quer calar é, por que será que as pessoas não estudam**

Não é difícil dedicar ao menos meia hora por dia para aprender um pouquinho mais sobre, imigração, estatísticas (taxa de fecundidade nativa baixa está para suicídio coletivo), geopolítica, mas o mais importante, a sabedoria.

A sabedoria é o processo mental de prevenção, e não de remediação.  Será que a maioria dos suecos não são capazes de entender que não podem suportar o mundo inteiro em suas fronteiras* Será que eles não sabem que não tem de aguentar sozinhos este dever moral superlativo* Será que não conseguem comparar o comportamento, muitas vezes, violento, destes ”imigrantes”, consigo próprios** Será que não sabem que nunca tiveram qualquer colonia na Àfrica, na Asia ou nas Américas*** E este comportamento não está restrito aos ”loiros escandinavos”, ainda que lá se localize o epicentro do ”esquerdismo branco”, mas em quase todas as nações de extrato racial ”caucasiano europeu”, padrões semelhantes podem ser observados. Meu caro leitor, sejamos francos, se todos os seres humanos fossem como voces ou eu, não haveria a necessidade destas indagações… E fato comprovável.

‘Negros” ”são” ”burros”

Em quase todos os ambientes com uma população, negra, não-selecionada por critérios tais como comportamento ou inteligencia, haverá uma grande tendencia para a criminalidade, desemprego, um aumento considerável de conflitos interpessoais de todas as naturezas… Só  o (pseudo)intelectual que ”gosta” de ”pobre”. Se os brancos são idiotas porque, uma boa parte deles, acreditam em fantasias abstratas ( velho cristianismo como o catolicismo ou o novo cristianismo, o esquerdismo) e apresentam limitada curiosidade intelectual para entender o mundo (ambiente) em que vivem, os negros serão provavelmente o oposto, enquanto que, podem ser bons, por causa do instinto mais aflorado, para entender o ambiente em que vivem, ainda assim, serão em média, é claro, incapazes de compreende-lo com clareza, ao ponto de poderem se antecipar em relação aos problemas que naturalmente aparecerão em suas comunidades. Problemas são tão prolíficos quanto germes. Se o branco tivesse o instinto mais aflorado do negro ou o negro tivesse a maior inteligencia cooperativa dos brancos, a sabedoria poderia aflorar em ambos. Não estou obviamente sugestionando que apenas a miscigenação que poderá sanar este problema.  E fato que ”Deus não deu asa a cobra, mas lhe deu astúcia”.

A burrice afro, em média é claro, pode ser facilmente observada por meio da enorme cadeia de semelhanças ou padrões lógicos, em que, com raras exceções, a pobreza, a criminalidade, a promiscuidade sexual assim como também a baixa cultura, serão constantes. Eu já sugeri que por causa de uma série de eventos predominantemente inconscientes, isto é, que não foram provocados ou direcionados, a hierarquia racial humana foi até agora produzida. Por exemplo, a menor inteligencia dos negros, em média, se deve em parte ou principalmente, porque tiveram menos desafios dramáticos, potencialmente mortíferos, em seus ambientes intertropicais de especialização. Uma maior quantidade de problemas graves, podem ter provocado sucessivos extermínios naturais das populações que deram origem as modernas raças eurasiáticas. Quanto maior a seleção, maior será a enfase para um determinado conjunto de características, sejam elas, mentais ou fisiológicas. Em ambientes com grande fartura de alimentos e menores riscos de vida, como as regiões intertropicais africanas, menos pessoas morreram e não houve a necessidade imperativa de cooperar. O ócio é a oficina do diabo.

Em sociedades que passaram por uma menor quantidade de ”provas de fogo”, a cooperação de grupo se fez menos necessária. Isto praticamente explica a menor inteligencia coletiva e média dos descendentes das populações africanas negras.

”Leste asiáticos” ”são” ”zumbis”

Enquanto que os negros poderiam ser comparados ao comportamento da ”cigarra”, os leste asiáticos (os mais racialmente decantados), poderiam ser comparados as ”formigas”, que são cooperativas, ”hard working” e, praticamente não tem vontade independente.  Existe um excesso de personalidade africana e uma ”falta de personalidade” do típico leste asiático. Se as formigas operárias poderiam ser comparadas a zumbis, então a mesma analogia pode ser feita em relação aos leste asiáticos. Isso pode nos ajudar a explicar o porque dos negros (especialmente os negros americanos) terem uma maior predisposição para a criatividade, especialmente aquela que se relaciona com a personalidade e o talento musical, enquanto que o padrão oposto pode ser verificado entre os leste asiáticos, com exceção dos japoneses, que tem se destacado pela criatividade técnica.

Enquanto que a cigarra, vive pouco, passa a vida cantando e procria sem responsabilidade, as formigas são o exato oposto. =) O clima ancestral dos leste asiáticos, é provável que tenha sido muito mais rigoroso do que aquele em que os negros subsaarianos evoluíram. Não há comparação entre o ambiente onde ainda vivem os inuits, no norte da América setentrional e o ambiente onde vivem os pigmeus, nas florestas equatoriais africanas, por exemplo. Há de se ressaltar que as duas populações passaram por padrões seletivos e que a baixa estatura dos pigmeus e os cranios volumosos dos inuit são os respectivos resultados destes eventos. Em ambientes menos desafiadores, é possível que se selecione mais características fisiológicas adaptativas do que cognitivas.

A extrema cooperação asiática é o resultado direto da supressão da individualidade, o conformismo social e a menor variabilidade comportamental dos leste asiáticos. Não é que não será possível encontrarmos todos os tipos humanos (comportamentais) que temos nas nações ”ocidentais” nas populações asiáticas. Toda população, que não for composta por clones, apresentará sua própria diversidade interna, seja ela, uma construção taxionomicamente proto-arbitrária ou uma construção biológica. As populações asiáticas apresentam uma menor proporção de tipos mais extremos ou exóticos de personalidade, assim como também de manifestações individuais. Pode-se dizer que o ”esquizofrenico oriental” tenderá a ser menos esquizofrenico do que o ”esquizofrenico ocidental”. Mas isso não muda o fato de que, entre todas as populações humanas, eles ”se pareçam” mais com ”zumbis”. A estupidez asiática é a ”falta de vontade própria”. Pensem em uma grande proporção de burocratas. Pensou* Os leste asiáticos tendem a ser basicamente deste jeito. Culpe os concursos públicos chineses, os mais antigos da história humana.

”Judeus” ”são” ”mentirosos”, ”sádicos” e ”infantis”

A coletividade humana mais inteligente do mundo (e não aquela com a maior quantidade e possivelmente, proporção, dos indivíduos mais inteligentes da humanidade), ou seja, os judeus, especialmente os judeus europeus orientais e ocidentais, ou ashkenazim, também são secretamente conhecidos por serem, em média, mentirosos, sádicos e infantis. O politicamente ”correto” é a manifestação cultural de um traço bio-comportamental muito comum entre os judeus, a histeria. Crianças ”mimadas” também costumam ser muito histéricas.

Como  pode ser possível que a população humana mais inteligente ainda seja capaz de produzir guerras para alcançar os seus objetivos** Simples, porque a inteligencia humana é super estimada. E completamente possível que a coletividade humana mais inteligente também possa ser uma das mais sádicas. O ser humano se tornou mais inteligente ao se tornar mais pacífico ou a inteligencia humana se assemelharia mais a perspicácia do parasita***

Contar mentiras (e vantagens) também é uma característica comum em muitos judeus e especialmente dos ”judeus de elite”, que atualmente dominam boa parte dos centros de poder do mundo ocidental. Há de se ressaltar que mentir, pode ser mais criativo do que dizer a verdade, ainda que para se buscar a ”imagem maior” da verdade, ou seja, a verdade per si, também possa ser  considerada como uma tarefa mental homérica. Ainda que vivamos em sociedades que priorizem a aparencia ou a mentira parcial, mesmo que todos estejam fazendo o errado, o moralmente inteligente, deverá sempre fazer o certo.

A naturalidade ou aquilo que é natural, não é o comportamento ou a maioria, mas sim, o comportamento correto, objetivo, que perpetue a harmonia e não a desarmonia.

Uma ”cavalgadura coletiva” faz uma burrice contra outra ”cavalgadura coletiva”, e assim ”caminha a humanidade…

Conclusão

A conclusão deste texto que pode ser considerado ofensivo para alguns e divertido para outros, é a de que, todas as ”populações humanas” apresentam defeitos consideráveis, independente se podem levar o homem a lua ou não, visto que, são poucos os seres humanos que podem compreender perfeitamente esta realidade, e ”não cair em tentação”, isto é, histeria e chantagem assim como também, foram poucos aqueles que conseguiram projetar um foguete espacial e são poucos os que poderão faze-lo novamente no futuro.

Vale sempre ressaltar que, para as pessoas inteligentes, o que mais importa é a inteligencia, independente de quaisquer outros critérios, tal como, para um fofoqueiro, o que mais importa serão as fofocas. Em todas as raças humanas, existem indivíduos inteligentes o suficiente para aceitarem esta realidade, sem chiliques infanto-juvenis, e a inteligencia não é patente de nenhum grupo. Basta selecionar. Finalmente, chegamos a pergunta que não quer calar

Quando é que as pessoas boas irão perceber que elas não são o meio (”educação”) mas o fim (”seleção eugenica”) ***

Ps. ” “, este sinal quer indicar que ”para toda a regra, existem exceções, mas a exceção prova a regra”, ou seja, sim e não, estão certos. Múltiplas perspectivas.

Memória ineficaz e pensamento dogmático

2 patas ruim, 4 patas bom.

A leitura do livro ”A revolução dos bichos” de George Orwell, é provavelmente uma excelente maneira de entender como funciona a mente humana, por meio de seus níveis de capacidade.

Segundo esta fábula muito realista, os ditames fundamentais da revolução dos bichos, foram simplificados para os proles, termo que eu vou usar bastante nos próximos textos. Isto é, para as pessoas de menor capacidade cognitiva e ( que são, principalmente) desprovidas de transcendência existencial e/ou intelectual profunda. Portanto, ao invés de frases portentosas, cheias de palavras sofisticadas, semelhante a uma poesia, para aqueles com menor capacidade,  são produzidas frases extremamente simplificadas que deverão ser repetidas à exaustão como programa de lavagem cerebral. Mas para que haja lavagem cerebral deve haver também uma predisposição para a estupidez.

”Racismo” é ruim, não-racismo é bom.

Imigração é bom, nativismo é ruim.

Deus é bom, diabo é ruim.

MIM SER BOM, TU SER RUIM.

Duas patas ruim, quatro patas bom.

Catolicismo é bom, ateísmo é ruim. (ou, ateísmo é bom, catolicismo é ruim)

…………….

Alguma semelhança hoje em dia????????????????????????? 😉

Pessoas inteligentes debatem sobre fatos, pessoas estúpidas discutem sobre dogmas (factóides)

As pessoas mais inteligentes tendem a ter memórias  mais objetivas ou efetivas, do que em comparação às pessoas estúpidas. Quando me refiro à memória, não estou querendo dizer apenas ou fundamentalmente, aquilo que popularmente identificamos como tal. Não basta lembrar de tudo e não saber aplicar o seu arcabouço de lembranças de maneira objetiva, racionalmente global. Portanto, a eficiência de como nossas lembranças podem nos ajudar a fazer melhores escolhas ou a produzir algo de valor, também será fundamentalmente importante.

Os dogmas funcionam ”perfeitamente” para as mentes menos capazes, porque são uma simplificação substancial de ideias anteriores. O moderno e clássico caso dicotômico, dualístico e dogmático da frase ”racismo é ruim, não-racismo é bom”. Cada palavra necessita de um significado, no entanto, as próprias palavras, como eu já sugeri antes, são resumos do pensamento, que funcionam de maneira eficiente na propagação de ideias a um número grande de pessoas, coisa que o nosso pensamento não seria capaz de fazer por conta própria. Tal como é mais rápido usar a internet para se comunicar com alguém do que ir à casa desta pessoa, também será mais rápido usar palavras do que expressar nossos pensamentos de maneira literalizada e sem filtros. A verdade é instintiva e intuitiva. Cada palavra é um resumo de um pensamento, que seria muito maior e questionador, mas que foi sintetizado para expressar, em vários contextos, um conjunto limítrofe de ideias e significados. No entanto, a eficiência da propagação de ideias por meio de simplificações linguísticas, tem um potencial elevado de ser usada para a manipulação de tipos astutos, que desejam se apoderar do poder ou de perpetuá-lo.

Para aqueles que são menos eficientes para capturar e armazenar um grande e diversificado conjunto de  informações úteis ou lembranças, as ideias destroem as suas (e as nossas) capacidades para o pensamento crítico, porque para a memorização e manipulação de cada palavra, torna-se necessário justamente ter uma melhor eficiência para ambas as funções. Os dogmas são o ”estirão” do pensamento complexo, resultando em uma incapacidade para o entendimento literal de cada palavra. Portanto, quando uma pessoa afirma com veemência que ”o racismo é ruim e o não-racismo é bom”, ela está literalizando e transformando algo abstrato, ou seja, as palavras, em algo real e palatável. Semelhante à tendência das pessoas menos inteligentes de se sentirem ligadas com as aqueles que estão do “outro lado da tv”, uma tendência para o pensamento fantasioso, a confusão entre mundo literal e mundo abstrato. Acreditar em fenômenos que são improváveis de terem acontecido tal como todas as fábulas bíblicas.

”Jesus ressuscitou e racismo é ruim”, derivam de um mesmo denominador comum, a incapacidade de entender o pensamento abstrato, mas não de exercitá-lo, do qual, boa parte da humanidade se encontra apta. No entanto, boa parte dos seres humanos só estão aptos para exercitarem o pensamento abstrato, por meio de fantasias infantis bem como por dogmas.

Alguém realmente inteligente, irá associar uma grande quantidade de informações pertinentes para entender apenas uma frase, isto é, dissecando-a na tentativa de não cometer nenhum tipo de injustiça, enquanto que o realmente estúpido, irá associá-la como uma grande revelação e a usará no seu dia-a-dia, leia-se, o resumo de pensamento complexo.

A minha observação diária em relação ao meu irmão que é um desses ”auto declarados justiceiros sociais esquerdistas”, me fez produzir este texto, visto que ele tem ”problemas” substanciais de memória, ao menos mediante a minha perspectiva, e talvez, a incapacidade de ser eficiente e moderadamente abrangente (isto é, incorporar os cernes fundamentais de cada ideia e não comprá-la totalmente, apenas se for totalmente perfeita) ao recorrer a sua memória , possa reverberar em uma menor capacidade de praticar a justiça, isto é, separar as maçãs realmente podres das maçãs realmente saudáveis, de se fazer o julgamento correto . O mais inteligente tem uma visão mais límpida do mundo e de seus padrões, enquanto que o menos capaz tenderá a ter uma visão mais embaçada, que pode ser traduzida por meio dos dogmas, que foram criados justamente para simplificar a complexidade do pensamento.

O mecanismo do pensamento parece ter una finalidade universal: a resolução de problemas e a busca pela harmonia. O pensamento estúpido seria como uma falha para o pensamento inteligente.

O mais inteligente tem uma visão mais abrangente, internamente coesa e detalhista justamente porque tem uma memória mais eficiente e objetiva, que está diretamente relacionada com a sua capacidade de aprendizagem. A própria sabedoria. O mais inteligente é mais eficiente na detecção de contradições justamente porque isto se consiste no conceito exemplificado  do pensamento convergente. Enquanto que a maior parte das pessoas estão inclinadas para solucionar problemas especializados e que estão em conluio com as necessidades de superiores,  os verdadeiros inteligentes serão menos aptos para a subordinação justamente porque suas motivações para melhorar o seu ambiente e portanto a sua própria sobrevivência, serão intrínsecas enquanto que como eu sempre falo aqui, a maioria das pessoas são compelidas a colaborar por causa de vantagens mundanas. O alcance de um intelecto privilegiado é muito maior do que de formigas operárias. A maior amplitude sensorial dos mais inteligentes, a sensação de não apenas pertencer mas de ser o todo, pode estar diretamente relacionado a uma maior acuidade moral. No entanto, nem sempre esta maior interação irá resultar em inteligência emocional expandida, mas somente aqueles com esta combinação de fatores biológicos que poderão julgar de maneira mais correta os fenômenos e eventos que se sucederao ao longo de suas vidas.

É mais fácil decorar um conjunto de frases e informações sintéticas que pareçam moralmente corretas do que tentar entende-las. Todos os sistemas dogmáticos do homem foram feitos com base na ignorância da maioria e de suas memórias curtas e pouco objetivas.

Uma memória ineficiente, isto é, que não é objetiva, e curta, produzirá indivíduos que serão menos capazes de fazerem julgamento moral correto porque tenderão a recorrer pela simplificação do pensamento complexo, o filtro de realidade que se consistem os dogmas.

Hipótese ”somos todos savant”. Psicopatas e afins não são ”maus”, eles só estão ”super especializados” em atividades cognitivas bélicas

A moralidade é um código de regras comportamentais, que veio para auxiliar na gerência de sociedades cada vez mais complexas. Existe a necessidade de que haja certa harmonia nas sociedades humanas e nada mais plausível do que fomentar um conjunto de regras que possam ser fixadas como ”metas-de-trabalho” a serem cumpridas. As ”religiões” (todas as religiões oficiais humanas com alguma exceção para o budismo), que eu já comentei em um texto anterior, não se consistem em religiões literais, mas em culturas disfarçadas de pompas metafísicas (qual a diferença entre as crenças cristãs ou muçulmanas e as ”culturas” indígenas??? Nenhuma, todas são culturas com tentativas pela busca de um significado ulterior para a existência, que estão salpicadas de boas e más intenções), tem apresentado um papel fundamental para este tipo de organização complexa.

Moralidade versus biologia

Psicopatas bem como todas as variações deste espectro de personalidades extremas similares, não são maus, em um sentido biológico, porque mediante esta perspectiva, não existe maldade ou bondade. Eles apenas, só sabem fazer aquilo que sabem fazer, manipulação, reconhecimento magnânimo de padrões comportamentais (a psicologia do predador) e sim, o ataque a ”grupos outliers”, o famoso bullying, o ataque aos ”mais mutantes”. Algumas de suas variações, mais adaptadas, funcionariam como ”glóbulos brancos” que atacam ”aqueles que são de fora”, assim como também podem funcionar como ”hiper-vigilantes de comportamentos potencialmente discrepantes”, o famoso Nelson, do seriado Os Simpsons:

É o ”gerenciador social primitivo” (que tenta manter a coesão de grupo), que não tem um vocabulário muito sofisticado (para persuadir as pessoas com base em palavras mais apropriadas, digamos assim) assim como também não tem uma maior inteligência social. E claro, como toda população arbitrariamente rotulada, muitos psicopatas podem usar os seus dons para atividades construtivas, isso realmente pode ser possível de acontecer. Não ter empatia, seja lá o que o termo realmente significa no mundo real e portanto literal (que eu defini como sendo essencialmente a honestidade, algo menos ”no ar”, menos fantasioso que o termo empatia quase sempre carrega), necessariamente não irá implicar em incapacidade no trato social. A pessoa perfeita, poderia ser uma combinação de empático com psicopata, visto que o segundo é mestre em descobrir como as pessoas são E do que elas mais gostam…

#SOMOS TODOS SAVANT#

Nossas sociedades foram construídas para bloquear as atividades dos tipos de personalidade anti-social, supostamente. Parece evidente no entanto, que nos mais altos nichos, especialmente nos de gerência social, econômica e política, há uma super representação de psicopatas. Na alvorada da humanidade, a sofisticação e complexidade de nosso comportamento ainda estava em sua primeira infância. O famoso estereótipo dos ”homens das cavernas” pode ser muito verdadeiro. Ao invés da complexidade das emoções humanas, nós tínhamos uma pobreza contextual de variabilidade no trato social. Em momentos de grande perigo para pequenos grupos ou comunidades, provavelmente, uma maior cooperação foi necessária, do contrário, a segurança de todo grupo se encontraria gravemente ameaçada. Esta evolução social e emocional foi mais intensa onde o clima foi muito mais intenso e instável e é provável de ter produzido a grande variedade de personalidades que encontramos entre os europeus. Entre os leste asiáticos, outros tipos de prováveis circunstâncias ambientais similares, podem ter favorecido pelo modelo de comportamento que predomina nesta população, tal como uma maior capacidade de cooperação. Outra possibilidade é a de que o clima mais instável da Eurásia ocidental, pode ter favorecido pela competição masculina. Na verdade, este parece ser um padrão universal, que pode ser encontrado na maior parte das populações humanas, onde o homem é mais mutante que a mulher, exibindo uma maior variedade de tipos bem como de extremos. No entanto, esta, encontra-se mais diversificada justamente entre os ”eurasiáticos ocidentais”, isto é, todas as variações de ”caucasóides”.

No entanto, toda a atual diversidade de comportamentos derivados de predisposições genéticas anteriores, derivam de desdobramentos e de enriquecimentos individuais em relação a fenótipos ultra e super especializados. Se, a constituição única, incomum e altamente desequilibrada dos cérebros dos savants produz super especialização, tal como uma excepcional, pitoresca memória visual, no caso da pintura, ou pela capacidade de reproduzir padrões sonoros altamente complexos, como músicas clássicas, apenas de se ouvir uma única vez, então, nós poderíamos nos perguntar se ao contrário do que dita o preconceito ignorante de certas pessoas, o savantismo não se consista em um erro aleatório da programação cerebral, mas em um padrão consistente e que pode ser encontrado no mundo inteiro, e que se relaciona consideravelmente com TODOS os nossos tipos de comportamentos especializados, praticamente toda a panaceia comportamental humana.

Talvez poderíamos usar o padrão cognitivo savant como parâmetro para todo o resto.

Sabemos que os savants, os raros indivíduos providos de talentos excepcionais, que são produtos diretos de seus cérebros altamente desequilibrados (”nenhuma educação”), se caracterizam por grande a moderadamente elevada deficiência mental global (para bom entendedor, eles não podem fazer as coisas mundanas que a maioria de nós é capaz de fazer, a maioria uma vírgula, eu não sou capaz, rsrs), acompanhada por ultra especialização, geralmente algum tipo do ”hemisfério direito” do cérebro.

Autistas, como eu já sugeri em textos anteriores, seriam níveis mais moderados do savantismo, com moderadamente elevada a leve deficiência mental global, acompanhada por super especialização cognitiva, que será mais variável.

Todos os tipos de superdotados (cognitivos, ok?? 😉 ) se caracterizariam por níveis moderados a inexistentes de deficiência mental global (muitos serão como o famoso nerd desengonçado, eternizado pelo cinema), acompanhada por super especialização cognitiva, ainda mais variável, se comparada com a do autismo, e também mais manipulável, visto que o autista médio tenderá a apresentar uma grande memória super especializada mas com ”limitada” capacidade de manipulação (criatividade) do conhecimento que memoriza. Eu também sugeri que o autismo seria uma espécie de tipo variável de superdotação, onde a balança de custo e benefício começaria a se desequilibrar para os custos.

Portanto, um músico excepcional, assim como todos aqueles que nutrem interesse intrínseco por música, seriam um pouco savants também. O savantismo é a derrota magistral do débil determinismo ambiental, isto é, a hipótese de que o comportamento humano seja o resultado do ambiente, desprezando completamente o papel da genética e nos transformando em pedras sem força interior, sem vontade.

Se existem vários tipos de especializações cognitivas humanas, que não são o resultado único, nem predominante de circunstâncias ambientais, mas especialmente de predisposições epigenéticas (algumas mais, algumas menos) então, o mesmo poderia ser aplicado à psicopatia, bem como a todos os tipos de comportamentos que a ”ela” estão vinculados. Alguns savants são pintores exímios, outros serão violinistas virtuosos, outros serão matemáticos fantásticos, outros serão especialistas em geografia, em história, em encontrar padrões de causalidade e correlação, em encontrar padrões de comportamentos gerais em pessoas, tais como os psicopatas.

Eu não estou defendendo inteiramente a psicopatia, na verdade, só estou tentando entendê-la, imaginando-a como parte do comportamento biológico, onde os seus extremos, se constituirão em quase-doenças mentais, enquanto que as suas variações menos intensas, poderão vir acompanhadas por um maior controle individual e portanto com potenciais vantagens incomuns.

Se colocando no lugar de um psicopata manipulador nato, que tem algum controle de si e  que portanto será menos apto para matar pessoas por esporte, assim como o savant pintor, só sabe pintar e o faz maravilhosamente bem, este tipo de psycho só saberá encontrar padrões comportamentais e manipulá-los.

Instabilidade intrínseca motivacional, a chama da criatividade

Durante alguns debates no blog do Pumpkin Person, eu sugeri que uma das principais razões para a maior criatividade observável dos caucasianos europeus (e judeus) em comparação aos leste asiáticos (um pouco menos em relação aos japoneses), seria que os primeiros estariam mais providos de ”motivação intrínseca”. No entanto, me disseram que os leste asiáticos também tendem a ter as suas obsessões intrínsecas. É evidente que a vontade interior de fazer algo, encontra-se bem distribuída pela população humana. Uma maior motivação intrínseca poderia ser uma explicação plausível para a maior criatividade europeia.

Eu acredito que, para que possamos entender a criatividade e especificamente, a criatividade europeia, bem como por sua superioridade moderna, em relação à criatividade coletiva das populações leste asiáticas, nós precisamos encontrar quais são os traços comportamentais que estão predominantemente ausentes nestas populações, isto é, os leste asiáticos.

A proporção de pessoas que apresentam ”transtornos” de personalidade entre os europeus é muito provável que seja maior do que entre os asiáticos. Por sua vez, os africanos subsaarianos, apresentam uma proporção muito maior destas condições do que os europeus. O ”transtorno” de personalidade seria um nível a mais de exuberância do comportamento, onde, metaforicamente falando, ao invés de termos um clima ameno de montanha, nós temos um clima que se assemelha ao sul dos EUA, com uma temporada anual de tornados. A instabilidade emocional ou uma maior sensibilidade às interações interpessoais cotidianas, pode ter um importante papel, causal e direcional, para a criatividade, visto que, uma maior sensibilidade significará uma maior acuidade perceptiva e que caminhará para resultar em maior instabilidade emocional. Perceber, é encontrar ”mais” erros ou acertos no ambiente. Como a sobrevivência é instintivamente mais importante do que o relaxamento, até porque encontramos mais erros do que acertos nos nossos respectivos ambientes, então indubitavelmente, uma maior percepção, predisporá ao seu dono, uma maior angústia, assim como também, uma maior melancolia.

Uma pessoa que seja ao mesmo tempo (predominantemente) intrinsecamente motivada e que tenha grande acuidade perceptiva, é muito provável que também terá uma elevada capacidade criativa. Se a criatividade é a auto-expressão e a capacidade de manipulação dos elementos das mais diversas naturezas, que estão presentes no ambiente, então, a motivação intrínseca funcionará como um motor auto-direcional para a busca de realizações, que precisam, logicamente,  de serem expostas a outras pessoas, ou seja, o desdobramento da auto-expressão.

A instabilidade emocional, se assemelha a minha proposta de um texto anterior, em que as pessoas menos tolerantes com erros, tenderão a se tornarem extremamente críticas e consequentemente, anti-sociais, mediante a perspectiva das outras pessoas, menos perceptivas.

Se a criatividade nasce de uma vontade quase que incontrolável e portanto, intrínseca, de se fazer algo novo, então, esta chama precisa ser acesa por uma predisposição para a instabilidade, igualmente intrínseca (e portanto, interior, que independe do ambiente em que se está), e este componente encontra-se ausente ou em minoria entre as populações leste asiáticas. A instabilidade emocional é um definidor marcante para qualquer tipo de ”transtorno” de personalidade, que não são quase-doenças mentais como a esquizofrenia ou o autismo. A combinação da vontade intrínseca, da predisposição para instabilidade emocional (que muitas vezes será mais acesa por fatores ambientais, ainda que, a predisposição para hiper sensibilidade, seja o principal fator desencadeante, isto significa que para alguns casos de pessoas criativas, a instabilidade exterior ou do ambiente, poderá ter um papel importante para a sua motivação enquanto que para outras e creio eu que, para os gênios criativos, principalmente, a aguda capacidade perceptiva inevitavelmente o fará naturalmente motivado do que qualquer intempérie ambiental instável), acuidade perceptiva (um tipo de inteligência) e grande inteligência, caminharão para produzir o gênio criativo.

A chama da criatividade é quase tão instável quanto a chama do fogo de uma tocha. A instabilidade emocional, que corretamente podemos determinar como um defeito contextual, funcionará perfeitamente como um motor de dúvidas, questionamentos e críticas à ordem estabelecida. E é da crítica, que nascem as novas soluções. Também é interessante pensar se as pessoas com mais problemas emocionais e mesmo, que podem combinar com aflições cotidianas sobre o próprio corpo assim como também a identidade, e isso é comum de acontecer, não possam se espelhar primeiramente em si mesmas, como auto-críticas, para que posteriormente, possam refletir seus auto-questionamentos na sociedade, na arte, na política, na filosofia ou na ciência, se todas as nossas opiniões não nascem de nós mesmos e portanto representam as nossas próprias naturezas comportamentais interiores??

Epopeia da alma, a energia

Da imensidão do nada,

brotou o conflito da incerteza,

quando o caos se instalou,

dois opostos se casaram,

do estupro concedido ao amor envaidecido,

da tempestade à calmaria,

do nada à energia,

da eterna paz da inexistência ao equilíbrio do conflito co-vivente,

do bem e do mal,

do encontro de duas almas díspares,

da cosmo-criação,

fez-se do nada o tudo,

ao tudo estamos todos,

a epopeia da vida, da alma,

é a incerta história da energia,

do mesmo fogo que produziu imensos espaços de luz e som,

agora produz bolhas de universos dançantes, cá nós, seus filhos errantes,

suas aberrações que completam o ciclo,

da curiosidade inconsciente,

do erro quando a perfeita inércia encontrou-se ausente,

da primeira de todas as poesias,

da primeira paixão, da primeira impulsividade inconsciente,

produziu-se a energia,

o ato de existir,

o ato de viver,

à curiosidade cada vez mais ciente,

ao humano, o universo autoexistente,

eis todo o  ciclo da busca,

por Deus e de suas amarguras,

a epopeia do aprender, quando a alma e a mente se unem pelo amor,

a energia que produz o atrito,

a inflamação que inflama nossos ritos e nossos estômagos,

cada tocha de vivência,

quando o nada era soberano,

apenas o mais profundo eco de uma mega-era,

ao longe,  sons em uníssono e separados por suas particulares cores que inebriam,

o grito dos desesperados,

que não é do descaso,

mas do desbravador cansado,

que nasceu como uma concentração de energia,

que nunca dissipa,

seu sistema orgânico preconiza,

que tua dor será maior que a todos nós,

sua tristeza será profunda,

seu grito será em busca, enquanto que os espelhos do ego ofuscam,

as paixões mundanas das massas febris

sua voz muda em pensamento, será ouvida,

em todos os cantos onde os mesmos padrões ocorreram e ocorrerão, o próprio ato de movimento,

o ato de vida, é a energia aprisionada

morte, ela, o fogo dissipado,

quando não há universos concentrados, existirá a inércia do profundo nada,

sem estar conectado, energias em busca de seus pares perfeitos.

Nasceu a explosão divina,

dentro de outros universos mortos, genes lixo,

um imenso organismo, este é o verdadeiro Deus,

deixe-o feliz, busque pela maior de todas as transcendencias,

que é o perpétuo equilíbrio complexo das forças.

morte é o sonho real,

tu’alma vagueia aos milhões de energias,

seus pedaços sem chão, voam para o mesmo encontro, distante e certeiro,

tal como a voz do homem e sua tecnologia, a morte é o eco do passado,

a morte se vê pelo som e nunca morre porque sempre voltará a se concentrar,

a energia é a perpétua existencia, sempre e sempre será assim, em busca do tal equilíbrio.

Inteligente ou criativo demais para produzir algo valioso ou para ser selecionado pela ”’elite”….

Todos os extremos virão com grandes benefícios, grandes custos e muitas vezes, com os dois. Os extremos da capacidade cognitiva humana geralmente se caracterizam por uma combinação de extremos em excelência e deficiência intelectuais.

Nas sociedades ”modernas, requisitos pré-determinados como úteis, justos e abrangentes, são usados como filtro para selecionar as pessoas que irão ocupar cargos, que são em sua maioria de natureza burocrática, isto é, que são técnicos e trabalham pela manutenção do aparato civilizacional em que se está inserido.

A maior parte das pessoas que conhecemos, inclusive muito de vocês que leem este blogue, se encaixam neste perfil. É claro que como somos uma espécie com tendências para especialização individualizada, então nós precisamos ter uma plasticidade comportamental ou adaptativa para que possamos nos inserir dentro do contexto social que apresentará suas respectivas demandas cognitivas de cooperação, tanto para especificidades como para mobilidade comportamental.

A natureza valoriza o equilíbrio, não os extremos. As sociedades modernas também valorizam o equilíbrio de elementos, tanto para o funcionário burocrata de classe média, que poderá ter uma vida sem atropelos financeiros, assim como também para aqueles com sede de poder, que ocuparão o posto de ”elite” (ainda que a maior parte destes, serão menos equilibrados do que as classes médias). Se você é um ser em equilíbrio, então é pouco provável que será alguém muito criativo.

Partindo da lógica, ”extremos são quase sempre ruins” então, pode-se afirmar que aqueles que são OS MAIS, qualquer coisa, poderão pagar um preço mais alto por isso… E e este preço pode vir com juros que são as ”circunstâncias ambientais desfavoráveis”.

Ser muito alto ou muito baixo é no geral, pior do que ter uma estatura média. Claro que, quando uma pessoa nasce com uma determinada condição potencialmente desfavorável, ela caminhará para lutar por sua sobrevivência e adaptação. Mas isso não significa que sua luta não será mais difícil que daqueles que estão em melhor conformidade com  a norma, seja para qualquer característica.

Se o excesso é ruim, então, mesmo as características mais ”valorizadas” pela humanidade, também serão contextualmente ruins, se forem manifestadas de maneira extrema.

Portanto, os MAIS INTELIGENTES, os MAIS CRIATIVOS, dentre outros tipos extremos com excesso de ”dons”, podem estar em maior desvantagem para externalizar e produzir através de suas habilidades, do que aqueles que são menos excepcionais.

O mais inteligente, segundo a teoria das super excitabilidades de Kazimiersz Dabrowski, será potencialmente, uma pessoa, que vivenciará a sua transcendência pessoal de maneira intensa, introduzindo em tudo aquilo que interage, o seu dom excepcional, ou seja, a sua inteligência. Agora imaginemos este tipo, morando em uma cidade como São Paulo, grande, caótica, desigual, violenta, poluída… As pessoas em maior equilíbrio de ”elementos” cognitivos (psicológicos e mentais ou intelectuais), apresentarão ”uma maior tolerância para o mal” do que alguém que seja ”inteiramente inteligente”. Uma falta de excesso de dons, poderá significar, uma maior capacidade adaptativa. Mesmo vivendo em um ambiente deprimido e complicado tal como a cidade de São Paulo, aquele que é mais equilibrado em inteligência, poderá tirar algum proveito desta situação, desprezando a enorme quantidade de eventos injustos que acometem esta mancha urbana diariamente, enquanto que o mais inteligente, poderá caminhar para uma paralisia moral, se se sente impotente por não ser capaz de solucionar de imediato os problemas sociais com os quais está a interagir, se observa que as pessoas não se tornam racionais por educação, mas porque são cognitivamente impossibilitadas e como consequência, será incapaz de convencê-las quanto aos seus pensamentos, uma grande dificuldade de comunicação por causa da diferença de níveis. Se a moralidade aguçada e justa é um dos principais traços comportamentais dos mais inteligentes, então, realmente pode ser possível que muitos deles se tornem completamente incapazes de interagir dentro dos ambientes sociais em que estão, e de ”vencer”, por meio de um bom emprego e a construção de uma bela família ou mesmo, na construção de uma carreira imponente nas artes, nas ciências ou na política.

O CRIATIVO DEMAIS…

A criatividade cognitiva  bem como as suas manifestações mais elevadas, se caracterizam por grande densidade diária de novas ideias ou associações remotas, grande sensibilidade ambiental ou ”inibição latente reduzida”, grande vontade de experimentação ou abertura para sensações e igual tendência para a construção de um excelente código moral, incompatível com o mundo em que vivemos.

Aquele que é criativo demais, também poderá ser muito inteligente (ainda que possa não ser O MAIS inteligente), e poderá se ver em uma situação bastante desfavorável, especialmente no mundo moderno. Em um mundo com enorme quantidade de estímulos ambientais, que são o resultado do avanço tecnológico, os mais criativos poderão se ver na encruzilhada de escolher pela consolidação de uma carreira ou pela busca desenfreada de sensações e de percepções. Ainda há espaço para o talento do gênio criativo, nas artes de todos os tipos, mesmo que as vagas sejam muito poucas e que certos favorecimentos tenham o potencial de prejudicar a externalização do talento genuíno. No entanto, para o gênio criativo que está mais inclinado para a ciência ou ”observação analítica” do mundo e de seus fenômenos, haverão ainda menos vagas disponíveis que poderão ser preenchidas. Alguns grupos de excepcionais, se tornaram párias cognitivos dentro de ”nossas” sociedades técnico-burocráticas, porque seus respectivos talentos são muito raros e porque quase não existem nichos ocupacionais especializados para eles.

Algo de interessante tem acontecido no mundo. Na época de Galton e Cesare Lombroso, dois nomes dos quais  eu tenho falado muito aqui, especialmente o segundo, sabia-se que existia uma relação muito profunda entre a genialidade criativa e as predisposições psicopatológicas. Não era apenas um movimento romântico, na tentativa de romantizar a ”doença mental”, visto que, os mesmos padrões de excentricidade e talento, já haviam sido notados muitos anos antes.  Foi uma constatação retida de observação analítica e de lógica racional. Os excepcionais são extremos e os extremos são desequilíbrios.

Em sociedades menos burocraticamente reguladas, havia uma maior meritocracia para o gênio criativo, ser notado e de suas inovações serem usadas em prol da sociedade. Como sempre, os gênios filosóficos que eram contrários à ordem estabelecida daquelas épocas anteriores à nossa, poderiam sofrer com ostracismo, mas nada se comparava com o que está acontecendo hoje em dia. Possivelmente, o aparecimento do ”socialismo” no século XIX, pode ter contribuído para dar o prego no caixão dos gênios. Eu já sugeri em um texto anterior (uma frase muito comum aqui no blogue, rsrsrs) que a genética da genialidade se assemelharia à desigualdade social, muitos com pouco e poucos com muito, dinheiro (está para a ) inteligência, analogicamente falando. Em sociedades mais igualitárias, a genética dos extremos, pode ser menos comum, se todos ou a maioria, são mais ou menos iguais em comportamento e inteligência, vide o exemplo da Finlândia que eu coloquei na fotografia que estampou o texto citado. O ”trabalho em equipe”, que muitas vezes, se torna inútil para a resolução real dos problemas ou para a construção de novas ideias, é basicamente a negação do gênio. Muitas cabeças funcionam melhor do que uma??? Muito relativo, nem sempre será assim.

No mundo dos ”gênios de Nobel”, a inexistência ou sub representação de gênios criativos completos dentre os mais altos níveis da realização humana moderna, está em contraste flagrante com o passado, em que o oposto era o mais possível de ser.

Graças ao avanço tecnológico e estrutural (universidades de alto nível), hoje em dia, é mais fácil fazer descobertas ou realizar inovações do que há 100, 200, 2000 anos atrás. Os gênios ”insanos” de Lombroso, que hoje são rotulados de ”duas vezes excepcional” ou ‘twice excepcional” (deficiência combinada com superdotação cognitiva) e que segundo o próprio, foram aqueles que deram as principais contribuições, foram quase que integralmente substituídos pelos gênios ” sãos” assim como também por um exército de termites, que popularmente são reconhecidos como ”altos qis”.

É de se esperar que em um mundo de aparências, a grande inteligência também necessitará aparentar, aquilo que não é. A utilização de critérios cognitivos ”puros”, que na verdade, se relacionam mais com a ”educação”, do que com inteligência pura, onde grande percepção emotiva e portanto moral, também estará acoplada ao fenótipo, mostra-se ideal para uma sociedade corrupta. Não que os gênios criativos sejam todos de super empáticos, na verdade, é esperado uma grande diversidade de tipos, mas justamente estes tipos, poderiam fazer algo de muito útil em todas as sociedades humanas, mas parece até agora, que por inúmeras circunstâncias desfavoráveis, se encontram ostracizados pelos verdadeiros doentes mentais de qualquer tipo de sistema dogmático, potencialmente cruel, praticamente, todas as pseudo-religiões, mais uma vez, com alguma exceção para o budismo.

O excesso de acuidade moral do mais inteligente ou o excesso de percepções e sensações diárias do mais criativo, que são na verdade, dons excepcionais, podem funcionar como desvantagens naturais em um mundo cada vez mais sem chão e sem ”coração”.

Os impérios caem a partir do momento em que a qualidade (genialidade) é substituída pela quantidade (burocracia).

Alienação seletiva ou ‘ênfase seletiva sem competição intergrupal’ como hipótese para pseudo-mal adaptações

Nunca despreze veementemente o seu vizinho, ele pode ser um voraz psicopata competidor.

Semelhanças de condições bio-culturais podem ser ideais para promover co-adaptação com base em competição intergrupal.

Ninguém quer ficar em desvantagem. Isso é um fato. O predomínio de personalidade passiva entre os leste asiáticos (graças!!!) ou a pequena estatura dos pigmeus não foram ”escolhas” conscientes dos dois grupos mas caminhos inconscientes, não-estratégicos e nestes dois casos, baseado em isolacionismo territorial (pigmeus) ou geográfico (leste asiáticos), que produziu adaptações incomuns, vantajosas para o grupo mas que tem se mostrado desvantajosas para a competição intergrupal, ou seja, do grupo em relação a outros possíveis concorrentes. A desvantagem se dá porque como essas adaptações foram sendo enfatizadas sem qualquer grande ou constante concorrência. O altruísmo ‘alargado, abstrato e descompensado’ dos norte europeus também pode ser entendido como uma adaptação isolacionista, que é altamente adaptativa mediante uma perspectiva intragrupal, mas é desvantajosa mediante uma perspectiva intergrupal.

O que é ênfase seletiva??

Se você selecionar um grupo de ‘pessoas’ ou de ”animais” com base em elevada estatura e fazê-los procriar entre si, em um futuro próximo, nós teremos um grupo de pessoas altas, porque a altura é ( também é plasticamente) hereditária. Quanto maior a ênfase em um determinado ”traço”, mais hereditário ele se tornará. É a metáfora pseudo-satanista do barro que pode se tornar uma jarra.

Na espécie humana, existe uma diversidade de ênfase seletivas, quase sempre ocasionadas por eventos marcantes que produziram efeitos fundadores e que com o  crescente aprimoramento das ”técnicas bio-culturais”  vão se tornando mais e mais especializadas. E quando você não tem nenhum concorrente à espreita, essas especializações poderão não ser vantajosas para a concorrência com outros grupos.

A partir disso, adentramos ao termo ”alienação seletiva”, mas o que isso significa??

Alienação seletiva

Vamos imaginar que você tenha um restaurante. Suas preocupações se relacionarão com a melhoria do restaurante. Então, depois de um tempo de relativo sucesso, o rendimento do seu empreendimento começa a despencar. Apesar das melhorias que você promoveu como maneira de aumentar a freguesia, os resultados são o completo oposto daquilo que havia estipulado. Então você resolve dar uma volta pela vizinhança e descobre que tem outro restaurante, lotado de clientes e que, vejam só, ele é mais sofisticado e variado quanto à oferta alimentícia (comida japonesa e turca num mesmo restaurante, imaginem!!!) em comparação ao seu.

Este é um exemplo metafórico para ”alienação seletiva”, onde nós temos uma população geograficamente isolada (ou territorialmente isolada) que está promovendo a sua própria melhoria, se especializando em ser o melhor que pode ser, de geração em geração, mas que, despreza consciente ou inconscientemente os grupos vizinhos, candidatos à concorrência.

Existem outros cenários. Por exemplo, no caso dos pigmeus, a (pseudo) alienação seletiva foi territorial, onde apesar da curta distância, os pigmeus evoluíram com base em adaptações específicas, que se mostraram vantajosas para o grupo. No entanto, estas adaptações mostram-se desvantajosas em relação à concorrência intergrupal.

A alienação seletiva pode co-evoluir com super-adaptação (predação, parasitismo). O ponto mais importante que deve ser levado em conta aqui, ou seja, a hipótese fundamental, é a de que a adaptação evolutiva sem concorrência, poderá produzir a ”alienação seletiva”, em que a especialização adaptativa será uma vantagem intergrupral e uma possível desvantagem intragrupal.

A co-adaptação se assemelha ao exemplo metafórico do restaurante que eu usei. No entanto, ao invés do restaurante desprezar inconscientemente a concorrência ( ou o que seria melhor, prever possíveis cenários de concorrência intergrupal), ele vai se adaptando, tanto às suas próprias exigências quanto às exigências da concorrência, uma espécie de adaptação compartilhada.

O melhor exemplo deste cenário na espécie humana pode ser observada pelos judeus europeus (orientais e ocidentais) e sua incrível capacidade mimetismo, que é uma forma de adaptação compartilhada.

No entanto, mesmo os mentalmente enfatizados judeus, também podem e é muito comum na verdade, que se envolvam em comportamentos completamente irracionais como o moderno genocídio sistemático, lento e sofisticado que estão a promover contra os seus hospedeiros co-evolutivos e portanto, co-adaptativos.

A irracionalidade é uma paisagem comum na vida terrestre e isso explica por que comportamentos irracionais tem ceifado inúmeras vezes a evolução cultural, mental, biológica e adaptativa dos seres humanos.

Múltiplas inteligências e diferenças raciais (modelo cognitivo coletivo) parte 2

No segundo texto desta série, eu vou estimar o perfil cognitivo coletivo dos leste asiáticos, ou seja, de chineses, coreanos e japoneses, justamente por serem aqueles que tem exibido as maiores pontuações de qi dentro do seu ramo racial principal, bem como algumas importantes realizações tais como a rápida transição de nações pobres para países de primeiro mundo, especialmente Japão e Coreia do Sul, a emergência da superpotência chinesa, a grandiosa e milenar civilização que tem produzido etc… No texto anterior, eu determinei, com base em lógica intuitiva, retida de uma diversidade de conhecimentos sobre biologia, cultura, realizações, psicologia e inteligência das populações subsaarianas e sua diáspora, que é predominantemente híbrida com caucasóides, dentre outras raças, que o perfil cognitivo negróide subsaariana poderia ser resumido à seguinte demonstração em ordem decrescente (das forças para as fraquezas) abaixo: Inteligência interpessoal (inteligência social ou simpatia), inteligência corporal-sinestésica, inteligência naturalista, inteligência musical, inteligência linguística, inteligência lógico-matemática, inteligência visual-espacial, inteligência intrapessoal e inteligência existencialista. Nota-se que enquanto que os negros subsaarianos podem ser excepcionalmente bons na capacidade de percepção em relação ao comportamento das outras pessoas e inferir simpatia como resposta mais apropriada, eles tendem a ser fracos no quesito ”autoconhecimento” ou ”inteligência intrapessoal”. A inteligência existencialista, que está fortemente relacionada com a melancolia e consequentemente com os mais altos níveis de capacidade verbal-abstrata da humanidade ou genialidade filosófica, eu determinei como sendo a principal fraqueza subsaariana. Subsaarianos assim como em outras populações contextualmente arcaicas, apresentam forças em alguns estilos de inteligência que se relacionam com a alvorada humana, como a ”inteligência corporal-sinestésica”, que se relaciona com maior saúde e agilidade corporal, que foram fundamentais no nosso passado evolutivo e continuam fundamentais em muitas ”sociedades antigas”.

Perfil cognitivo coletivo dos leste asiáticos mediante a teoria das múltiplas inteligências

Um dos traços universais que se encontram presentes em praticamente todo o tronco racial mongolóide é justamente a maior inteligência visual-espacial. Desde os inuits até as tribos ameríndias da América do Sul (surgiu uma dúvida agora, será que os ameríndios do México e América Central, os descendentes de maias, astecas e hipotecas, também pontuam alto em testes de qi visual-espacial???), nota-se uma forte semelhança de paisagem cognitiva, em que geralmente este tipo de inteligência quantitativa, encontra-se mais alta, especialmente em comparação ao componente verbal. As capacidades técnicas verbais dos ‘asiáticos’ também são bem desenvolvidas, ainda que sejam mais deprimidas (em média) do que suas capacidades visuo-espacial. Pode-se dizer que em termos de ”inteligência técnica quantitativa”, relativamente bem medida por testes cognitivos, os leste asiáticos encontram-se coletivamente superiores aos brancos. Mas a diversidade cognitiva qualitativa dos caucasianos europeus faz toda a diferença. Em termos quantitativos técnicos, os leste asiáticos são coletivamente mais inteligentes do que as outras variedades humanas. Mas em termos de qualidade e de criatividade, nota-se que o talento asiático tende a se esvair consideravelmente, isto é, a inteligência dinâmica, a capacidade de manipular o talento inato para produzir algo novo ou para sofisticar uma área já pré-existente, é uma fraqueza coletiva destas populações, provavelmente por causa da domesticação precoce, causada por isolamento geográfico e portanto, com menos contatos com populações concorrentes, que produz conflitos e necessita de inovações e constantes adaptações. Comportamento de alto risco (sensação) se baseia na resposta em tempo real, ação e reação, enquanto que o comportamento de baixo risco (previsão, reflexão e experiência) se relaciona com previsão de probabilidades e posterior ação. A resposta inteligente ao comportamento de alto risco É a criatividade ou adaptação enquanto que a resposta inteligente ao comportamento de baixo risco É a inteligência ou segurança efetiva, de longo prazo. Memória de longo prazo= forte componente da inteligência. Percepção ou memória de curto prazo= forte componente da criatividade (assim como os ”conhecimentos gerais” ou ”intelecto”). Os leste asiáticos, em média, apresentam grande predisposição a comportamentos de baixo risco, como eu já falei aqui algumas vezes, e este fator, é um forte argumento para explicar a relativamente baixa capacidade criativa, especificamente dos leste asiáticos modernos, que são o resultado de grandes processos seletivos para cargos burocráticos, de acordo com a filosofia confuciana. Sabemos que as pessoas que estão mais adaptadas a cargos ”burocráticos”, ou mantenedores técnicos por excelência, são consideravelmente menos propensos a serem criativos. Portanto, na segunda parte desta série, a baixa capacidade criativa, será um tópico importante, porque esta situação influencia em todos os componentes cognitivos. Ainda é complicado definir como se manifestaria plenamente a ”inteligência visual-espacial”, mas pode-se dizer que qualquer tipo de especialização seja uma combinação entre diferentes atributos ”cognitivos” e que portanto, em algumas combinações, certos atributos serão mais expressados do que outros. Portanto, diferentes tipos de capacidade visual elevada existirão, desde aquela que nos fazem mais perceptivos à interações físicas imediatas, ou resposta de curtíssimo prazo, que outros poderiam resumir a ”agilidade motora” bem como pela capacidade de produzir desenhos ou pinturas realistas. Se assemelham pelo ”talento visual” ou de percepção sensorial integrada, onde a capacidade de visualização perceptiva será o elemento mais importante, mas como vocês já perceberam, podem se manifestar de maneiras completamente diferentes umas das outras. A inteligência lógico-matemática, é outro componente cognitivo bem desenvolvido (individualmente decantado) entre os leste asiáticos, que também se encontra dentro da categoria da ”inteligência técnica quantitativa”. Em comparação às distribuições dos componentes psicológicos ou de personalidade (que ‘ainda” são atributos cognitivos) em outras populações, os leste asiáticos tendem a exibir um subdesenvolvimento de boa parte destes componentes, confirmando a hipótese rushtoniana de que esta população encontra-se no exato oposto da população africana subsaariana. Um excesso de talento técnico, utilitário, porém sem uma combinação harmoniosa com a criatividade e também com outros atributos ”arcaicos” que se relacionam mais com a personalidade do que com a ”inteligência técnica”. A ”inteligência naturalista” aparece nesta (des)ordem pretensamente decrescente de fatores cognitivos que englobam, produzem a hierarquia e o funcionamento de boa parte das populações de leste asiáticos. Esta capacidade encontra-se bem desenvolvida entre eles e se relaciona com uma combinação de atributos técnico-cognitivos com atributos psicológicos. A capacidade de percepção de padrões e produção de categorias lógicas (fossilização lógica da percepção de padrões), não apenas para o bom entendimento do assunto que está sendo estudado, mas também como meio de organizar a sociedade, exatamente nos mesmos padrões, observados na natureza, pode ser constatada mediante a organização das sociedades asiáticas, que é claro, juntamente com a presença de elevada inteligência técnica quantitativa, favorece para uma maior harmonia social e organizacional. Ao contrário do caso subsaariano, não parece haver uma clara hierarquia entre os tipos de inteligência, a partir da teoria de Gardner, que se encontram entre as ”fraquezas” dos leste asiáticos e portanto, todas elas serão resumidamente analisadas, sem ter qualquer grande base hierárquica intuitivamente lógica. A última inteligência que aparece como um componente visivelmente separado da panaceia de ”inteligências psicológicas”, as fraquezas dos orientais, é a corporal-cinestésica, e parece ser um resultado da maior saúde e harmonia corporal dos asiáticos, em média, é claro, do que alguma especialização que foi produzida por ”ênfase seletiva” tal como a baixa estatura dos pigmeus ou os olhos azuis dos escandinavos. A ênfase seletiva é um ponto muito importante neste caso, porque dependendo de qual ênfase, intencional ou não, que for perseguida, o resultado principal será exatamente ou predominantemente aquele que foi requerido uma cultura, um evento extremamente importante ou qualquer outro mecanismo seletivo. Portanto, a ênfase na seleção de inteligência técnica quantitativa, que está relacionada a uma maior saúde, produziu este perfil bio-cognitivo que é predominante em leste asiáticos.

O ”calcanhar de Aquiles” dos leste asiáticos

A inteligência interpessoal e intrapessoal (inteligência social) são ao mesmo tempo, pontos fortes dos leste asiáticos, mas ao mesmo tempo, uns dos seus pontos fracos. É deveras complexo demais determinar qualquer hierarquia linear neste caso e como resultado, devemos reconsiderar a possibilidade de uso das múltiplas perspectivas em que a aceitação das contradições é o mais provável de ser feito, ou seja, uma hierarquia de forças e fraquezas para certos componentes ou perspectivas bem como uma inexistência de hierarquia ou ”hierarquia fluida” para outros componentes que compõe exatamente o quebra cabeça  daqueles que são passíveis de uma hierarquização mais rígida. A inteligência interpessoal asiática se baseia na empatia e menos na simpatia, mas provavelmente, a personalidade taciturna, que encontra-se presente na maior parte das subraças mongolóides asiáticas e americanas, bem como os processos posteriores de domesticação, via seleção para talento técnico, podem ter reduzido consideravelmente os atributos psicológicos que são importantes para a expressão potencialmente marcante de simpatia ou inteligência social. A personalidade mais passiva e (pseudo- introvertida, como no caso chinês) introvertida dos orientais contribui para fazê-los ”jogadores ruins” no campo da inteligência social, que não se relaciona com ”quem é mais caridoso ou empático”, se relaciona com capacidade de conhecimento, muitas vezes intuitiva ou natural, da complexidade social ou ao menos das pessoas ao redor, e resposta apropriada, carismática ou charmosa. Os subsaarianos parecem ser bons ”conversadores” de curto prazo, enquanto que os judeus, especialmente os ashkenazim orientais, parecem ser bons ”conversadores” de longo prazo. Os asiáticos, geralmente de personalidade passiva, estão pouco representados nos campos ”laborais”  (muitas vezes, campos pseudo-laborais como a indústria das ”celebridades”) onde uma das principais exigências de seleção é o perfil de personalidade dominante ou carismática. A seleção sexual se relaciona com maior inteligência social, porque, especialmente os homens, precisam ser bons conversadores para que possam vencer no mercado do acasalamento. Acredita-se que os leste asiáticos não tenham passado por qualquer competição sexual interna que se assemelhe àquela que provavelmente aconteceu no norte da Europa e produziu a população branca, de olhos azuis, cabelos claros e rostos esculpidos, ou mesmo para outras variedades europeias como os mediterrâneos.  Este possível fator pode ser uma das explicações para a contextualmente baixa inteligência social asiática. Em termos coletivos, no entanto, o baixo perfil psicológico dos leste asiáticos, parece funcionar muito bem em uma escala coletiva. Uma maior proporção de pessoas de personalidade dócil ou passiva, que não vão tentar lutar pelo poder, uma característica de personalidades dominantes (ainda que seja um pouco mais complexo do que a dualidade, dominante e passiva), pode funcionar muito bem para a harmonia coletiva. A maioria dos ”não-competidores”, tenderão a cooperar com a minoria dominante. A inteligência intrapessoal asiática, também é um motivo de discussão, visto que tanto a filosofia oriental tem legado a sabedoria ou um conjunto de diretrizes comportamentais que se assemelham a mesma, quanto a personalidade mais taciturna, podem ter funcionado para produzir esta impressão, que pode ser real ou não, afinal de contas, nem todo aquele com autoconsciência, será introvertido ou apresentará algum tipo de serenidade comportamental tal como nos habituamos a ver, especialmente entre as mulheres asiáticas com mais idade. Tal como quase todos os outros componentes de personalidade, este tipo de inteligência, parece ser mais um efeito colateral da ênfase seletiva principal (que no caso asiático, foi para maior inteligência técnica quantitativa ou ”burocrática”). A inteligência existencial, talvez, uma das mais raras, poderosas, mais intimamente relacionadas com os perfis de personalidade que são comuns em gênios, também parece estar subdesenvolvida entre os leste asiáticos. A maior concentração deste tipo raro de inteligência se dá entre os caucasoides, especialmente os europeus. A inteligência existencial necessita do ”contraste psicológico”, entre a segurança da ”sabedoria biológico-intuitiva”, que é predominante em asiáticos, e a insegurança, a personalidade cigarra, cantante, envolvente, social, perigosa a charmosa, que predomina em negros subsaarianos, ainda que para a maior parte deles, na África, se faça de modo ”arcaico”. Esta mesma combinação, também tenderá a produzir todos os tipos de perfis cognitivos que se relacionam à criatividade.

Conclusão

A conclusão deste texto é a de que a ênfase seletiva para a inteligência técnica quantitativa entre os leste asiáticos, que é ideal para sociedades burocráticas e manutenção das estruturas técnicas das sociedades, combinado com uma predisposição anterior (a famosa ”personalidade taciturna”), produziu um perfil cognitivo integrado, que mediante à teoria das ”múltiplas inteligências”, se hierarquiza pela seguinte ordem: inteligência visual-espacial, inteligência lógico-matemática, inteligência linguística ( inteligência técnica quantitativa), inteligência naturalista, inteligência corporal-cinestésica, inteligência intrapessoal, inteligência interpessoal e inteligência existencial.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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