Múltiplas inteligências e diferenças raciais (modelo cognitivo coletivo) parte 1

… mas sem bobagem politicamente correta.

A teoria das múltiplas inteligências, foi desenvolvida pelo psicólogo judeu-americano Howard Gardner, nos anos 80, como contraponto à ”teoria do qi” como representante objetivo e conciso de inteligência. Os defensores dos testes de qi acreditam que os aspectos cognitivos mais importantes possam ser encontrados e avaliados em provas de raciocínio puro e ”culturalmente” neutro. No entanto, é interessante notar que não existe um único teste de qi e portanto, a própria teoria que enfatiza os testes cognitivos, não se baseia em uma única perspectiva.

A teoria das múltiplas inteligências por sua vez se baseia fundamentalmente na ênfase dos estilos cognitivos e de personalidade do que com base em uma tentativa de avaliação neutra e ”às cegas”, tal como foram construídos os testes de qi. Portanto, pode-se dizer que a inteligência humana mediante a perspectiva desta teoria, passaria a ser analisada com base em avaliações psicológicas de rotina como método para construir o perfil cognitivo dos ”pacientes”. A teoria de Gardner apresenta grande potencial como complemento importante para as avaliações psicométricas, mas o seu autor, pensou em uma antítese contra o qi ao invés de uma complementaridade para o mesmo. A atmosfera política dentro da ciência, funcionou como um coquetel molotov para aumentar os ânimos de ambos os lados do ”debate” e não como um melhoramento do entendimento humano sobre a inteligência humana.

Gardner e seus amigos de Harvard ( antro ”liberal” ou esquerdista e esnobe) usaram sua nova teoria, naquele contexto histórico recente, como uma maneira de comprovar a ideia liberal e rasa de que ”todos nós temos um gênio dentro de nós” e de que ”as diferenças raciais em inteligência são principalmente mediante uma perspectiva qualitativa (e não quantitativa”). Ainda que não se possa dizer que esta frase se encontre completamente errada, deve-se entender muito bem o significado de cada fragmento de cada frase de efeito (e politicamente carregada) tal como a palavra ”gênio”.

Gênios são muito raros e não estão igualmente distribuídos entre as raças humanas (principalmente no que se refere à inteligência quantitativa, porque em termos de qualidade, cada região terá potencial para produzir diferentes tipos de excepcionalidade cognitiva ou intelectual humana). As diferenças de inteligência sob os mais diversos aspectos da mente humana, são observáveis a olho nu em todos os grupos populacionais. Os testes de qi são melhores para medir certos aspectos cognitivos, ainda que de maneira superficial, e são mais sinceros quanto aos resultados discrepantes encontrados dentro e entre as populações humanas, em qualquer categoria. Mas a ideia das múltiplas inteligências aparece como um complemento enriquecedor, algo a mais, do que como uma ”teoria rival”. Ciência não é competição, é enriquecimento para o entendimento da realidade.

Integração entre qi e múltiplas inteligências

Portanto, partindo-se desta premissa óbvia e estupidamente coesa, iniciarei uma tentativa de integração entre as duas ”teorias” como maneira de enriquecer as avaliações psicológicas e cognitivas. Primeiro vamos reconhecer rapidamente o que seriam as ”múltiplas” inteligências (ou seria melhor, a combinação entre esses tipos de inteligências) que foram descritas por Gardner.

Lógico-matemática,

Linguística,

Musical,

Espacial,

Corporal-sinestésica,

Intrapessoal,

Interpessoal,

Naturalista e

Existencial.

Eu não vou explicar o que cada um destes tipos de inteligências significariam, porque eu já deixei disponível o link da wikipedia, que resume bem esta teoria e além do mais, a maioria delas falam por si só. Primeiro eu vou agrupá-las não-concretamente, isto é, deixando mais de uma ideia pseudo-conflitante bailando pela integração conceitualmente móvel de todos os atributos cognitivos, aka, múltiplas perspectivas.

Inteligência intrapessoal e interpessoal se relacionam consideravelmente entre si (isso parece bem óbvio) e poderiam ser agrupadas dentro dos conceitos de ”inteligência emocional” e ”inteligência social”.

Inteligência existencial poderia ser conceituada também como ” extrema autoconsciência”, porque a autoconsciência humana em níveis moderados é excelente para a adaptação, enquanto que nos mais altos níveis (filósofos, sábios e gênios), tenderá a se transformar em uma espécie de capacidade cognitiva (hierarquicamente superior) reflexiva, contemplativa, do que ativa. Este tipo de inteligência que foi proposto por Gardner, parece se relacionar não completamente com inteligência emocional e social visto que para ambas as 3, torna-se necessário algum tipo de percepção super desenvolvida, seja para as exigências adaptativas sociais, emocionais ou sobre auto-percepção.

Inteligência naturalista parece se relacionar com inteligência linguística, porque ambas partem da premissa inicial do raciocínio analítico. A inteligência linguística baseia-se na apreensão de padrões lógicos (ou de detecção de erros em padrões) principalmente nos aspectos verbais, mas isso se estende a todos os ramos onde o uso de palavras é necessário, inclusive naqueles que se localizam fora das ”ciências humanas” como a biologia ou mesmo a física teórica.

Vocês estão percebendo que apesar da ideia de categorização da inteligência humana em várias tipos seja bastante interessante e correta em muitos aspectos, torna-se improvável de ser completamente coesa, porque todos nós temos todos estes tipos de inteligência. O que nos diferencia a nível individual é como se manifesta o fenótipo cognitivo de cada um assim como também a nível coletivo, com quando nós somos transformados em estatísticas.

Inteligência corporal-sinestésica parece se relacionar remotamente com inteligência espacial. Isso pode explicar o porquê de atletas não terem em média um vocabulário extenso e sofisticado.

Assim como acontece com todas as inteligências que foram sugeridas pelo psicólogo americano, a inteligência musical também se baseia na busca por padrões dentro das atividades específicas das quais se relaciona.

Os dois tipos de inteligência que são parcialmente medidos por testes de inteligência são justamente a inteligência lógico-matemática e a inteligência linguística. Os testes cognitivos estão praticamente represados nos dois tipos de inteligência que são diretamente utilitárias, porque a nossa sociedade se baseia em números e palavras. Os números são usados na construção das cidades ou ambientes antropomorfizados assim como também para as translações financeiras enquanto que as palavras são usadas tanto para a comunicação quanto para a organização total da sociedade. Testes de qi verbal medem o tamanho e a sofisticação do vocabulário, que será usado no meio social assim como também como gestor do sistema. A inteligência linguística encapsula a inteligência matemática, esta por sua vez, é dependente do qi verbal, porque as palavras são mais importantes do que os números para gerir e organizar todas as sociedades humanas. Pode-se afirmar que a comunicação é a principal ferramenta de controle e organização de coletividades.

 Breve auto análise como exemplificação

É interessante pensar que matemática e lógica se correlacionem, mas que, como acontece com toda a correlação, existe uma série de possibilidades de combinações entre elas e com outros tipos de capacidade especializada. Isso acontece comigo. Em termos de capacidade matemática, eu constatei deste tenra idade que a tenho em níveis bem modestos. Posso dizer que eu tenho conhecimento cristalizado de matemática até a quinta ou sexta série. A partir disso, eu me perco. Mas por quê???

Porque assim como eu vejo que em relação às palavras, a relação entre linearidade lógica e aplicabilidade, se tornam cada vez menores nos mais altos níveis, isto é, a maioria das pessoas entendem que as palavras que capturam são ”coisas” ou ”objetivos reais” e tal como uma pedra, não podem ser modificadas em suas essências. No entanto, aos mais altos níveis de inteligência ”linguística” e que neste caso, se relaciona com uma combinação de outros atributos cognitivos em harmonia, os significados das palavras não apenas podem ser modificados, mas eles existem para serem modificados. Em outras palavras, as palavras são ”naturalmente” maleáveis.

Algo parecido deve acontecer para os números e como resultado, eu que não sou um super entusiasta da matemática, constato que os números são ”coisas” ou ”objetos” que por falta de vontade e falta de capacidade, não podem ser modificados. Aos baixos níveis de entendimento, a simplicidade sem complexidade, será traduzida para o ”determinismo”. As coisas são como são, porque eu as vejo assim, porque elas não se modificam enquanto eu vivo e porque eu não tenho a capacidade de imaginá-las sob outros ângulos ou perspectivas.

No entanto, em termos de ”inteligência lógica”, eu vejo que sou muito bom (obrigado! 😉 ) e não me sinto naturalmente privado de praticá-la quando eu quero e nem de melhorar o meu conhecimento que está sob o seu domínio abstrato.

Em uma escala de 0 a 100, eu me daria 30 em matemática e 70-80, em lógica, sendo parcimonioso comigo mesmo neste segundo quesito, algo raro de acontecer, especialmente quando estou eu mesmo no meu íntimo.

A minha inteligência ”linguística” também encontra-se bem desenvolvida (naturalmente predisposta para amplitude de conhecimento especializado), mas com alguma heterogeneidade de talentos e fraquezas. Vocês já devem ter notado que eu tenho o costume de ”derrapar” na concordância verbal bem como em muitas regras gramaticais obscuras de nosso idioma, tão difícil para estrangeiros quanto o romeno é para nós.

É difícil determinar minha capacidade musical, porque enquanto eu percebo em mim que tenho talento para o canto e na composição, nunca tive a curiosidade ou o ímpeto de aprender a tocar qualquer instrumento. Inclusive, eu já disse no blog hbd ”Audacious Epigone” que os seres humanos foram inteligentemente estúpidos ao inventarem os instrumentos musicais, porque eles já tinha cordas vocais que poderiam ser usadas como bio-instrumentos naturais, como ”produtores” de sons.

Em termos individuais, é sempre difícil determinar com extrema precisão o tamanho e a qualidade de nossos talentos e fraquezas, especialmente quando são comparados com outros. Pode-se e deve-se medir a capacidade humana não como um resultado inerte e simbólico, mas tal como se fossem vibrações sonoras.

Não vou me estender ao restante da avaliação porque parece óbvio que tenho altos níveis de desenvolvimento cognitivo para capacidade existencial, intrapessoal e surpreendentemente para interpessoal, mas é ainda mais complexo tentar explicar esta parte. Basicamente, tudo aquilo que tenho falado sobre empatia, honestidade e simpatia, corresponde ao grande erro analítico que é miseravelmente cometido com frequência pela psicologia (eu já disse que a psicologia é sofrível??) Também me sinto acima da média (e isto pode significar qualquer coisa, não se esqueçam do preciosismo literal para qualquer tipo de interpretação) em relação à ”inteligência naturalista”, mas deve ser porque esta também se relaciona com ”inteligência lógica”.

A proposta inovadora deste texto (que poderia ser) não é uma exemplificação de autoanálise por intermédio de uma condensação de avaliações psicométricas corriqueiras, estatísticas e matematicamente deterministas (simbologia do número de 2 ou 3 dígitos) com uma avaliação psicológica, retida da teoria de Howard Gardner, mas a introdução da mesma em relação às diferenças cognitivas das raças humanas e mais especificamente dos 3 troncos raciais mais importantes de nossa espécie com breve porém necessária ”pincelada” de algumas etnias (subraças). Portanto vamos iniciar a proposta que foi sugerida.

”Triarquia do qi”

Diferenças raciais através da teoria das múltiplas inteligências (perfil cognitivo coletivo)

A trivial apresentação das diferenças raciais em capacidade cognitiva permeia-se por meio de atribuições utilitárias como quantidade de prêmios Nobel (assim como proporção) por nacionalidade, etnia ou raça, renda per capita, qualidade de vida ou estilos de comportamento. As médias de pontuações em testes de qi também são corriqueiramente usadas como parâmetro comparativo.

Portanto, vamos dar início à tentativa de construção de um perfil cognitivo coletivo das ”raças” humanas.

Negróides africanos subsaarianos

Depois de um século de medição, isto sem falar de nossas percepções pessoais, que alguns chamam de ”preconceito” ”ou” ”generalização” (e na verdade é, mas apenas porque evoluímos para generalizar quando estamos lidando com um grande número de pessoas ou informações, ainda assim, NADA ESTÁ 100% ERRADO e portanto, é parcialmente válido sermos levados por nossos preconceitos desde que não provoquem injustiças), constatou-se que as médias de inteligência técnica ou contextualmente utilitária, medidas por testes cognitivos, encontram-se mais baixas para a população nativa subsaariana do que em comparação a outros povos como os nordeste asiáticos e os europeus.

*generalização = preconceito ruim ou injustiça.

Portanto, em termos de inteligência matemática, linguística e visual-espacial, os negros subsaarianos mostram EM MÉDIA serem menos capazes do que em comparação a outras populações.

A capacidade musical é provavelmente um dos maiores talentos da ”raça negra”, provavelmente como resultado de uma série de combinações fenotípicas complexas como padrões hormonais. Percebam que a música se relaciona consideravelmente com algumas culturas humanas baseadas em tradição oral ou seja, que não apresentam vocabulários próprios.

Deve-se fazer um parênteses em relação à população subsaariana assim como também a qualquer população de caçadores coletores. No caso ”africano”, uma boa parte dos talentos incomuns para música e para o esporte, são mais comuns entre os híbridos de negros e brancos (ou com qualquer outra raça) do que entre a própria população subsaariana original.

Não basta ser talentoso, é necessário que exista uma estrutura social hierárquica que possa externalizar o talento.

A miséria galopante das nações africanas assim como também a inexistência de uma organização estrutural que possa promover o entretenimento cultural (música e esporte por exemplo) podem estar mascarando algum talento natural africano mais estatisticamente generalizado para ambos.

As capacidades cognitivas especializadas nas populações humanas que são contextualmente e bioestatisticamente menos evoluídas, parecem ser mais simplórias do que aquelas que podemos encontrar em populações altamente complexas como a europeia. Uma explicação simples. As populações humanas menos evoluídas nunca necessitaram de um grande e diversificado número de poetas, atores ou de apresentadores de televisão (mobilizadores culturais)  por exemplo para que pudessem sobreviver. Por isso há menos diversidade e ‘qualidade” cognitiva.

Isso  também se aplica à população negra mas com algumas diferenças. Primeiro, os negros subsaarianos apresentam grande diáspora ao redor do mundo, especialmente nas Américas. Segundo, a grande miscigenação que ocorreu na ”diáspora americana”, aumentaram os genes ”cognitivamente complexos” na população híbrida, reduzindo a percepção geral de intensa desigualdade ”cultural” entre brancos e negros. Isso aconteceu principalmente na América Latina. Terceiro e último, os negros foram completamente ocidentalizados, ”perdendo” suas culturas e tradições (na verdade, parece que jamais fizeram grande esforço para mantê-las), diferente de muitas populações ameríndias, que continuam a viver separadas dos ”caras pálidas” e são identificadas como essencialmente diferentes dos ”ocidentais”.

A inteligência corporal-sinestésica é uma das mais desenvolvidas entre os negros. E novamente como uma explicação simples, as populações menos evoluídas da espécie humana, tendem a ser naturalmente adaptadas aos ambientes em que vivem enquanto que as mais evoluídas tenderão a ser mais ”cognitivamente adaptadas”, que quer indicar adaptação dentro dos ambientes antropomorfizados (cidades, sociedades, civilizações) que construíram. Os negros são mais fisicamente robustos do que as outras populações humanas (ainda que isso não reverbere em resistência física).

Em resumo, os negros são como os ameríndios, só que vivem em grande quantidade nos grandes centros urbanos do Ocidente e foram culturalmente ocidentalizados. As pessoas comuns os tratam como iguais porque partilham a mesma cultura.

Isso não significa que não existam negros, ameríndios ou aborígenes tão cognitivamente complexos ou inteligentes quanto a maioria de europeus ou de leste asiáticos. As exceções provam as regras e não há absolutamente nada de errado com isso.

A ”inteligência social” ou interpessoal negra parece outro ser outro atributo muito bem desenvolvido entre os subsaarianos e seus descendentes, principalmente porque eles são conhecidos por serem um dos grupos mais extrovertidos e simpáticos do mundo. Esta elevada capacidade no entanto pode vir com muitos custos como uma maior proporção de tipos psicopáticos. E é justamente isso que acontece com a população negra, especialmente os mais pacíficos e cooperadores, são os primeiros a sofrerem nas mãos dos psicopatas mais carismáticos, impulsivos e egocêntricos que dominam a maior parte das nações africanas ou de maioria negra. Eu já sugeri que os altos índices de violência que encontram-se presentes ”na população negra” (na maior parte destas populações), é resultado direto da maior proporção de psicopatia dentro do grupo. Em um longínquo texto, eu sugeri que os traços psicológicos não estão totalmente acoplados ao fenótipo de ”aparência” física, ainda que com o tempo, esta correlação se torne mais perfeita por causa da seleção.

Capacidades cognitivas mais evoluídas (inteligência intrapessoal ou autoconsciência, inteligência existencial e inteligência naturalista)

Melancolia é um traço fundamental para a genialidade filosófica

Carismáticos, simpáticos, musicais, fisicamente robustos,  menos dotados (em média) dos atributos cognitivos complexos de natureza utilitária que são importantes para criar e sustentar estruturas sociais hierárquicas igualmente complexas, os negros subsaarianos também são propensos a ”padecerem” de  ”grave deficiência” no que diz respeito aos mais altos níveis de complexidade cognitiva humana, os tipos de inteligências mais intimistas e decisivas, ou seja, o panteão de onde brota o gênio humano, como a inteligência existencial, a inteligência intrapessoal e a inteligência naturalista. É divertido pensar que, a complexidade do intelecto humano possa na verdade ter o seu pico justamente dentro das ”inteligências utilitárias” (visual-espacial, verbal e matemática) do que entre as ”inteligências perceptivas”, justamente daquelas que estou falando agora. A ”inteligência utilitária” sustenta as civilizações que são construídas pela ”inteligência perceptiva ou genialidade” e para que isto possa ser possível, as mentes dos ”fazendeiros” (os criadores de sociedades) devem se assemelhar à mente ”primitiva” e ser mais lógica e simples do que a ”utilitária”. Pertencem à grandezas distintas e se o negro médio é sofrível para se adaptar às demandas técnico-utilitárias, então imaginemos o quão difícil será pra eles (isto é, os negros médios ou comuns) para adquirir, entender e manipular a flama da loucura que faz a humanidade dar passos largos para o seu próprio entendimento (se já é difícil para o branco ou leste asiático médio..) Mesmo a maioria dos negros mais inteligentes, ainda serão incapazes de tocar a superfície da sabedoria.

Novamente, não tenho como pretensão aqui sugerir a inferioridade ou superioridade de nenhum povo, população, etnia ou raça. Isso é ciência e não um dramalhão mexicano. O taoísmo é a antítese perfeita para o mundo mentalmente mono-cromático  em que sempre vivemos. E partindo-se dele, eu criei a teoria das múltiplas perspectivas, onde deixamos de lado as emoções instintivas mais baratas e as substituímos por considerações parcimoniosas, holísticas e corretas de abstrações, que se consistem por exemplo qualquer aglomeração numérica de indivíduos, como as raças humanas.

Voltando à análise das capacidades cognitivas gerais (isto é, que também incluem as capacidades ”psicológicas”) da ”raça negra”. Em relação às ”inteligências perceptivas”, existe a real necessidade de se ter uma capacidade de abstração altamente desenvolvida. É notoriamente reconhecido a incapacidade da população negra, em média, para visualizar abstrações das mais diversas naturezas e manipulá-las a bel prazer. Esta capacidade encontra-se acoplada às de caráter utilitário e nos ajuda a entender o porquê da infraestrutura extremamente precária das sociedades negras assim como também o oposto em nações de maioria caucasiana europeia ou nordeste asiática.

A evolução cognitiva humana se dá dos pés à cabeça. As raças menos evoluídas estão fisicamente adaptadas ao ambiente e suas necessidades cotidianas requerem uma mente mais pragmática, prática e menos complexa. A raça negra subsaariana evoluiu em um ambiente tropical, com grande disponibilidade de comida e poucos desafios reais de sobrevivência coletiva. Por um lado, este fator me parece que foi fundamental para a procriação diferenciada de tipos psicopáticos, porque em ambientes com mais perigos, os cooperadores são muito mais importantes e a hierarquia social é mais apaziguada (todos cooperam). Por outro lado, isso produziu o perfil médio de personalidade subsaariana que é carismática, simpática e/ou extrovertida. A evolução da ”mente subsaariana” foi principalmente através do ou para o meio social. Isso explica as suas maiores habilidades sociais, de carisma e extroversão, do que em comparação à maior parte da população eurasiática.

Portanto, podemos resumir o perfil africano em ordem decrescente da seguinte maneira: inteligência interpessoal, inteligência corporal-sinestésica (que eu determinei como a mais primitiva forma de inteligência humana, justamente por se assemelhar com a adaptação predominantemente corporal dos animais ao ambiente), naturalista (principalmente em uma forma mais instintiva do que reflexiva e baseada na captura de padrões sociais, a ideia da ”inteligência de predador” que eu já especulei e se relaciona com a inteligência social, que aqui adquiriu a alcunha de ”inteligência interpessoal”), inteligência musical, inteligência linguística, inteligência lógico-matemática, inteligência visual-espacial, inteligência intrapessoal e inteligência existencial.

No próximo texto eu vou especular sobre o perfil cognitivo coletivo dos leste asiáticos.

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