”Racismo” ou reação instintiva ao predador???

Pessoas educadas, boas, gentis e prestativas ‘tenderão a ser’ bem tratadas em qualquer lugar do mundo.

Vamos imaginar que você está em uma floresta acampando e depois de alguns dias de descanso e ar puro, um urso gigante e com fome aparece bem na sua frente. Em condições normais, o seu instinto afloraria e seu cérebro mandaria para você, sinais fisiológicos como aumento do suor corporal e da vigília perceptiva, como medidas para te alertar sobre perigo iminente.

Você não conhece o urso, mas ele é maior, mais pesado, mais dominante que você, que é um bípede fracote e esquisito. Você está sendo preconceituoso com o pobre urso, que pode ser um cara.. um animal legal, daqueles que nós levamos pra casa pra cuidar. Mas o preconceito é necessário porque você não conhece o urso pessoalmente e no mais, ele já demonstrou que é um predador.

A espécie humana também apresenta as mesmas divisões que encontramos ”na” natureza com relação à existência de predadores, presas e intermediários.

Mas o que isso tem a ver com ”racismo”???

Devem estar se perguntando…

Simples, tal como o urso é um predador, é muito comum que uma proporção de indivíduos de certas variedades raciais humanas também sejam de predadores e/ou variações intimamente derivadas.

 

O problema é a psicopatia não-decantada e não a raça

 

Quando estamos em uma sociedade com fartura de alimentos, a necessidade intensiva de cooperação diminui e aumenta a circulação de predadores. Enquanto que nas regiões de clima muito frio ou muito severo, a seleção natural tende a favorecer o mais inteligente porque a inteligência, até determinados limites, se relaciona positivamente com maior atratividade física que por sua vez se relaciona com maior saúde. Portanto, logo de início, quando os primeiros seres humanos foram expostos ao clima mais frio ou mais rigoroso, os mais saudáveis, mais atraentes ou com rostos mais gracilizados, sobreviveram mais do que aqueles com características faciais mais robustas ou especialmente, com maior incidência de defeitos fisiológicos. A segunda onda de seleção natural, decantou os tipos mais saudáveis pelos que cooperaram mais.

Nas regiões intertropicais, não há a intensa necessidade de cooperação. O espaço para povoamento e circulação é maior, a fartura de alimentos é maior e sua disponibilidade é constante. Este fator reduz a cooperação, porque não é tão necessária quanto em ambientes de muito clima muito rigoroso.

Este fator pode ajudar a explicar a maior incidência de psicopatas dentro da população negra.

EM MÉDIA, as raças negróides subsaarianas tendem a apresentar uma maior proporção de comportamentos de natureza psicopática, tal como a menor cooperação, a violência, a impulsividade sexual, etc…

É EVIDENTE que não estou afirmando que, ”todo negro africano é assim”, mas é muito mais comum do que nas sociedades euroasiáticas.

Os índices de criminalidade entre as raças humanas se distribui da seguinte forma, os asiáticos do leste (japoneses, chineses, sul coreanos, especialmente) são os menos violentos, especialmente as mulheres asiáticas; os caucasianos europeus são intermediários (norte europeus, especialmente os escandinavos, são os mais pacíficos enquanto que os ”eslavos são” os mais violentos) e os negros subsaarianos e sua diáspora out-of-africa são os mais violentos, claro, mediante uma comparação entre os 3 principais troncos raciais taxionômicos.

O blogueiro americano Robert Lindsay, fez uma observação muito interessante sobre as comparações raciais de comportamento. Percebam que, os homens leste asiáticos, tendem a ser tão pacíficos quanto as mulheres brancas caucasianas. Isto significa que, se uma população não-selecionada de brancos europeus migrar para o Japão, eles poderão engrossar as estatísticas de crimes no país e ganhar o status de ”subclasse”. Comparativamente falando, isso faz muito sentido!!!

A perspectiva comparativa também tem um papel importante.

 

Racismo na Índia e no Suriname???

 

O zumbi esquerdopata mais perto de você, aprendeu e replicou que a principal causa do racismo (branco) é o preconceito. Portanto, mesmo que você já tivesse se situado sobre o comportamento médio negro e mesmo que tivesse chegado à conclusão que, ”não gosta de pessoas negras, em média, sem haver a necessidade de ter uma justificativa racional ou lógica”, o zumbi ainda te acusaria de ser preconceituoso. Mas será que o acusador também não estará sendo preconceituoso contigo???? 😉 (como diriam alguns, ”eu se divirto”)

As explicações populares e totalitárias para o comportamento médio, especialmente de jovens negros, são

Opressão da ”sociedade branca”;

Preconceito;

Falta de oportunidades provocada pelo ”legado da escravidão”;

Falta de ”educação de qualidade”.

 

Os negros não vivem ou convivem somente com as pessoas brancas em suas sociedades brancas, mas também estão espalhados por várias outras regiões, como o Oriente Médio, a Índia e a China. Em todos esses lugares, ”as pessoas nativas tendem a ser preconceituosas” com eles, primeiro, porque os euroasiáticos tendem a ser mais geneticamente parecidos uns com os outros, seja em relação a comportamento ou aparência. Uma das possíveis grandes divergências raciais da espécie humana se dá justamente entre a população negra subsaariana e o ”resto”. Segundo que, os negros não são nativos, portanto o tratamento desconfiado não é apenas uma regalia oferecida aos negros, mas a qualquer um que não seja um local. É a regra em todo mundo, inclusive na África negra, aliás, lá, costuma ser até pior.

Terceiro que, muito provavelmente, o aumento de uma população negra não-decantada nestas regiões, propiciará inevitavelmente ao aumento da criminalidade. Percebam que eu estou usando o adjetivo ”não-decantada”.

As pessoas comuns (mas também vocês e eu) tendem a generalizar bilateralmente sobre  eventos, fenômenos e padrões que se sucedem. Portanto, é muito comum relacionar raça negra com criminalidade. Mediante o velho sistema científico de correlação e causalidade, de fato, mediante uma perspectiva correlativa e causal, isto é verdadeiro, visto que existe uma macro cadeia de similaridades eventos que se sucedem em todos os lugares onde existe uma população negra subsaariana não-decantada.

No entanto, mediante as múltiplas perspectivas, nenhum determinismo unilateral deve prevalecer. É correto afirmar que duas pseudo-contradições possam não apenas ”conviver”, mas também se afirmarem mutuamente.

A violência se correlaciona com a proporção de negros de uma determinada região e é inclusive geneticamente causal. No entanto, esta é apenas uma perspectiva, do objeto abstrato que estamos analisando, visto que, se existem negros pacíficos, e é claro e evidente que existem, então a causalidade será predominantemente correlativa, especialmente porque estamos lidando com uma abstração demográfica.

A predisposição inata para a violência indubitavelmente se relaciona com o espectro da psicopatia.

O problema não é a raça fisiológica, mas a raça mental da psicopatia. A ideia de que o termo ”raça”, só possa ser aplicado para explicar variabilidade fisiológica, não se sustenta, porque raça não está contida no mundo dos reais, parafraseando um professor de matemática mais próximo de você. No entanto, pelo fato de ser uma abstração, não significa que não exista.

Portanto, as razões para que as pessoas em todos os lugares do mundo em que existe uma diáspora subsaariana nativa, desenvolvam mecanismos de defesa (mediante suas mentalidades dualistas e binárias) se dá da mesma maneira quando nos deparamos com uma ameaça natural, isto é, um predador, na natureza, ou seja, o instinto de sobrevivência.

Mas nem todo urso é um predador. 😉

Alguns ursos são menos violentos do que outros.

A pobreza de explicações e a histeria psicótica e megalomaníaca de um esquerdopata ao acusar qualquer pessoa de ”preconceito” sem analisar com requinte de detalhes as motivações do seu algoz do momento, bem como, de principiar pelo DIÁLOGO (palavra mágica na cabeça de grande parte da humanidade, tal como Deus), funciona perfeitamente para os ditames da elite que ”agora” domina as sociedades ocidentais, ou seja, a imposição de pensamentos totalitários pela própria população visando na redução de sua própria liberdade.

Além de ser irracional, também será anti-científico gritar como uma judia histérica de um sanatório vienense do início do século XX, impropérios analfabetos sobre a moral de uma pessoa,

sem conhecê-la

sem conhecer suas motivações

sem buscar por diálogos que busquem o acordo ou a ponderação.

A violência ou a predisposição para cometer crimes:

é predominantemente genético (quer mais?? NÓS somos predominantemente genéticos, nós somos nossos genes. Ainda que outros fatores bio-ambientais também possam ter influência variável na criação de um fenótipo psicopático violento, dependerá de caso para caso),

está indubitavelmente relacionado com o espectro da psicopatia (ainda que existam psicopatas não-violentos ou que, não estão em uma situação ou pressão que o torne violento),

não é patente de nenhuma raça, de nenhuma população aglomerada mediante critérios biológicos, como os canhotos, por exemplo,

pode ser ambientalmente controlada, mas quanto mais forte for o ímpeto inato para transgredir regras de comportamento civilizado (especialmente a moralidade objetiva ou honestidade), maior será a impulso para cometer crimes, portanto, muitos psicopatas com estas predisposições passam incólumes durante anos sem ser identificados, até o primeiro crime.

Todos nós queremos viver em uma sociedade funcional, pacífica, cooperadora e ainda mais agora, também queremos uma sociedade onde as pessoas sejam respeitadas pelo que fazem de bom e não pela roupa que vestem ou por preferências comportamentais anormativas subjetivas ou neutras, isto é, que tenderão a não ter um impacto negativo sobre a harmonia daquela sociedade.

MUITAS pessoas negras também desejam o mesmo. E até poderia dizer que muitos psicopatas inconscientes, do qual, muitos negros poderiam ser caracterizados, também gostariam de viver em sociedades tranquilas, seguras e fartas em qualidades e virtudes. No entanto, por causa de eventos muito antigos, uma boa parte das tribos africanas remanescentes, ”selecionaram” a psicopatia, justamente por causa da necessidade menos intensa de cooperação em ambientes intertropicais. Ou melhor dizendo, os psicopatas se aproveitaram da vida menos conturbada na zona intertropical e procriaram mais, aumentando os conflitos tipicamente masculinos de competição e pulverizando a cooperação de grupo. Isto ainda não quer dizer que não existam tribos pacíficas na África Subaariana e nos mostra que micro-adaptações divergentes da norma local, também aconteceram paralelamente.

De fato, ”ter um amigo negro”, não é sinal de hipocrisia, somente na mentalidade UGAUGA, das cavernas, destas pessoas fanático-dogmáticas. 😉

Será por meio das variações dos espectros que poderemos fazer evoluir a ciência, a filosofia e a religião, e não por meio desta mentalidade ”us and them”, ridiculamente primitiva. E no caso deste texto, eu estou me referindo especialmente aos ”esquerdopatas”.

 

 

 

 

 

 

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