Archive | novembro 2014

Genialidade é uma degeneração hereditária? Mito ou verdade?

Um dos prováveis mitos sobre a genialidade é a de que se consista em uma forma de degeneração fisio-psicológica hereditária e progressiva, isto é, que o ”desequilíbrio mental” dos gênios, seja herdado de seus pais e por conseguinte, eles também passarão a ”degeneração fenotípica” para os seus filhos. Seria progressiva porque a cada geração, os defeitos do corpo e da mente que configuram o fenotípico do gênio humano, se agravariam, sobrepondo consideravelmente as suas qualidades.

No entanto, nós devemos direcionar nossas atenções para os pares de acasalamento que costumam ser atraídos por homens ou mulheres geniais. Se um casal de esquizotípicos se casarem, as chances para que a esquizofrenia se manifeste totalmente em um ou mais de seus descendentes será bem maior do que se apenas um dos pares for o portador dos ‘genes’. As pessoas são atraídas por similaridades fenotípicas, seja para o acasalamento seja para o convívio social cotidiano.

O vale do silício é um caso interessante. Pelo que parece, todo centro tecnológico, tende a atrair uma população de nerds. O acasalamento entre pares de ”geeks” ou ”nerds”, reduz a diversidade genética e aumentam as chances para o aparecimento do autismo em seus filhos. Alguns sugerem que a correlação positiva entre alto nível educacional dos pais e autismo entre os filhos, seja causado pela maior média de idade de gravidez das mulheres ”mais educadas”. Pode ser verdade, especialmente para casais que não apresentam traços de personalidade extremamente introvertida ou outras características comportamentais e psicológicas autistas. No entanto, para os casais que apresentam estas características, mediante a lógica intuitiva, tenderão a apresentar maiores chances para produzir uma criança autista. Tal como no caso da esquizofrenia, os casais com características autistas (isto é, que apresentam maior quantidade de genes que podem produzir o autismo) são muito mais propensos a terem filhos autistas do que aqueles sem essas características.

Por que as melhores pessoas do mundo raramente procriam??

Pessoas de personalidade forte costumam ser intolerantes com aqueles que lhes são ”culturalmente” diferentes.

Aqueles que são constituídos por aquilo que eu denomino como ”personalidades extremas”, tenderão a ser intensamente transcendentais. E isso reverberará substancialmente em suas predileções para o ”acasalamento”. A personalidade extrema requer:

ambientes e circunstâncias extremamente específicos para que possa florescer

e

pares de acasalamento extremamente parecidos.

Eu sou ‘portador’ de alguma forma obtusa e ainda mal compreendida de ”personalidade extrema”. E sou extremamente intolerante com as pessoas que não pensam parecido comigo. Em outras palavras, são poucos aqueles que eu posso manter algum tipo de convívio mais íntimo, ainda que me esforce de maneira sobre-humana para buscar a diplomacia entre todos aqueles que conheço superficialmente. Eu sou um típico ”buscador da verdade” enquanto que a maioria das pessoas não são. Como resultado, as minhas opções de acasalamento são muito mais estreitas do que se forem comparadas com as opções das ”pessoas normais”. O comportamento predominantemente adaptável do ser humano, se relaciona com capacidade para o ”ajustamento social”. O ”normal” ou neurocomum pode fazer muitas associações interpessoais visando o convívio social ou acasalamento.

O neurodiverso ou aquele com personalidade extrema (forte) pode fazer poucas associações interpessoais visando o convívio social ou acasalamento.

O ”normal” ou neurocomum é ”tolerante”. O ”neurodiverso” não é.

Claro que o termo ‘tolerância’ aqui, se relaciona com divergências neuro-culturais. O ”neurocomum” pode se adaptar às necessidades do seu cônjuge. Alguém com personalidade forte ou extrema, o contrário sempre será necessário.

Isto se assemelha analogicamente com os termos ”emigrante” e ”imigrante”. O neurocomum pode ser considerado como uma espécie de emigrante, isto é, ele pode ”migrar” para a maior parte das diversidades de mentes da espécie humana, especialmente, se ”estiverem” dentro do espectro de ”mentes predominantemente adaptáveis”. Em compensação, o neurodiverso  pode ser comparado ao ”imigrante”, ou seja, ele recebe as mentes que tentam se adaptar às suas necessidade ”culturais” internas.

”Neurodiversidade” = França.  ”Normalidade” = México??

As ”melhores pessoas” do mundo costumam  acasalar pouco, porque o mercado de casamento e procriação ”compatíveis”, é muito limitado pra eles. Uma pessoa extremamente complexa, tenderá a ter poucos pretendentes que possam conviver com ela. Pior. Uma das razões para a degeneração  genética geracional destes pares se dá justamente porque eles tenderão a ser muito parecidos em características fenotípicas como inteligência e personalidade. Esta forma de ”pseudo-endogamia” acarreta o acúmulo de genes dos dois lados da família, que são mais suscetíveis para expressar o fenótipo inteiro de certas condições sindrômicas como esquizofrenia e autismo.

Se condições extremas exigem ações extremas, então as pessoas de igual natureza, precisariam de um modelo intergeracional de acasalamento, para que os genes que as tornam mais inteligentes e criativas, pudessem ser mantidas na família, sem ocasionar a manifestação das condições sindrômicas em grande proporção e posteriormente provocar a degeneração progressiva. Do gênio ao deficiente mental severo.

O ideal poderia ser, o primeiro casal, um gênio e uma mulher moderadamente inteligente ou sem nenhum histórico recente de personalidades extremas.  Um terço dos seus filhos, poderiam se casar com tipos mais psicologicamente parecidos, enquanto que o restante manteria o mesmo padrão de dar preferência para cônjuges sem personalidades extremas. Este equilíbrio constante, partindo-se da lógica intuitiva, manteriam os ‘genes’ que produzem elevado perfil cognitivo e intelectual, mas também afastaria as chances de degeneração progressiva, mais ou menos parecida com os efeitos adversos que a endogamia costuma provocar.

Respondendo à pergunta do título. A genialidade pode se tornar uma degeneração hereditária progressiva se não forem tomadas atitudes no que diz respeito ao padrão de acasalamento, visando evitar que ocorra um acúmulo de ”genes”, que são benéficos apenas quando são parcialmente herdados. Os efeitos da degeneração hereditária progressiva nas famílias de gênios, se assemelham aos mesmos efeitos provocados por ”depressão endogâmica”.

Até poderíamos especular se o gênio seria um dos efeitos da depressão endogâmica e exogâmica….

Alegrias de minha eternidade particular

Hoje o meu amigo se foi,

aquele que eu nunca conheci, mas que me fez rir desde a minha primeira infância,

Às alegrias e aos sorrisos espontâneos e alargados,

À dores de barriga que mais parecem cócegas,

Aos momentos de deleite e de firmeza em relação à pureza do mundo,

À doce ilusão do sabor da carne, voluntária e querida,

Ao chapéu característico e arteiro,

Ao saber brincando de ser uma eterna criança,

À nostalgia e à modas de tempos que nunca vivi,

Ao sorriso ensolarado mesmo em dias nublados,

Às mesmas risadas, às mesmas roupas, as mesmas piadas
Ao mesmo cenário, à música de sempre

Ao desafio de viver o mundo, como se não houvesse mais espaço ou tempo,
É lá na terra dos cactos, mas é aqui no país da preguiça, que levantei meus braços, acalentados pela febril alegria de sentir,

Que sempre há uma razão para existir,

E levarei ele e sua genialidade,

para todo sempre,

no mais cândido e escondido dos poros de minha alma enferrujada,

Nem morte, nem dor, nem sofrimento poderão tirar isso de mim,

porque é este é meu ser indissociável,

Àquele que desafia Deus do alto de sua insegurança,
que gagueja bafos de raiva e desespero e que assopra aos ouvidos que tudo é positivo,

Nada nem ninguém poderão mais separar-me deste perfume de ópio das mais altas montanhas, daquelas mães de curva dançante, daqueles vulcões impronunciáveis,

Que tudo que nunca vi, que nunca estive, que nunca conheci, tornas-te assim tão familiar

É porque não importa absolutamente nada, mas apenas a conexão mais pura de amor e reconhecimento,

Reconhecer o Deus que vive em ti,

E é isso que o pequeno gênio mexicano conseguiu produzir,

Mais puro e poderoso que qualquer lixo de maldade,

Para sempre, em minha eternidade particular, de alegrias sem limites, sem espaço, tempo ou motivo…

Obrigado!

Um segundo de sabedoria, uma eternidade de Deus

Enquanto a minha carne se espalhava pelo chão e a minha visão se tornava mais embaçada, a minha mão segurou-se em minha força decrescente e sua cor vermelha de sangue me sugeriu que fechasse os olhos e guardasse as lágrimas de meu futuro velório.

Nada vi, nada senti, nenhuma dor intensa, nenhum sentimento de descrença, nenhum ódio tardio contra a humanidade…

Mil memórias pularam sobre minha alma, tal como crianças e suas pernas fracas em banhos no veraneio europeu,

Fragmentos de alegrias que desprezei, voltaram solenes e velozes, condensando-se para formar uma única massa de eventos de outrora,

O sol cegou meus olhos, desde quando eu teimara em fitá-lo com ousadia, o meu primeiro amor apareceu tal como um príncipe em seu cavalo negro andaluz, tal como o próprio Deus que nos salva em momentos de sorte repentina, sua masculinidade e poder.

Eu, menina pobre e loura que corria descalça pelas estepes sem fim da pequena Rússia, lembrei de tantas sensações que vivi, que mais pareceu que minha vida tivesse corrido uma eternidade,

Eu que pensei comigo mesma certo dia, certa noite, certa hora, como o tempo passa rápido e como Deus é injusto com suas criaturas,

Agora havia pensado que meu pequeno mundo de certezas e conveniências de gente sem dote, se despedaçara por completo,

Os cacos se fizeram sentir novamente quando recobrei aos olhos da realidade bizarra e vi todas as formas de morte e assassinato que a criatividade macabra e inconsciente jamais poderia pensar em produzir….

Então, meu irmão gêmeo que nunca nascera, apareceu pra mim, apenas por meio da penumbra de minha visão obscurecida. Seu rosto que nunca existira, formou-se forte e coeso diante de mim. Beijou-me como jamais fizera e saiu em meio à fumaça que se formara depois da destruição de um belo prédio neoclássico, que já me prestou tantas lembranças doces.

Tal como quando em uma noite de lua cheia, pus-me nua a fumar e a escrever minhas poesias, enquanto que meu amante se dispusera em pelo na beirada da cama de casal,

Eu que sonhara por dias melhores, pelo próprio nirvana, pela perfeição…

E cá estou agora, assada pelas próprias chagas de sangue, banhando de sangue, a praça onde tomei sorvetes com meus amigos de infância,

Colorindo o último dia cinzento de minha vida, com minha própria carne.

Desprezando à força, todos os pequenos egos e preciosismos tal como a vaidade de artista, agora, só queria que meu joelho parasse de doer, que a hemorragia parasse de banhar o chão sujo e destruído…

Quando o desespero aparece na esquina, pronto para dominar e me transformar em um animal agonizante, tímidos raios de sol teimam em rasgar o manto cinza de nuvens carregadas e uma tal sabedoria, desce sobre os meus olhos, tirando minha visão, que já não era mais necessário, matando a minha dor bem como o peso morto de meu corpo decomposto e me fez ver a luz da eternidade.

A evolução já estava concebida…

 

”Política do amor perfeito”

O mundo da política não é apenas regido pelos ditames de Niccolò Macchiavelli, mas também seleciona aqueles que são dotados de ”mente maquiavélica” para nos ”governar”.  Manipulação, o uso do entretenimento para distrair as massas de sua própria exploração… Maquiavel de fato, sofisticou consideravelmente o manuseio da política para o controle social.

No entanto, a sua genialidade parece não ter sido tocada pela sabedoria (por Deus) e portanto, o seu portentoso intelecto se esqueceu que as pessoas não são peças de um jogo de xadrez, mas criaturas vivas, seres existenciais. Será que faltou empatia para o nosso idolatrado amigo italiano??

A genialidade está intimamente relacionada com personalidade psicopática. Podemos dizer que, em uma sociedade (sem modificações genéticas artificiais, ou seja, ”ao natural”) sem uma minoria psicopática significativa, tenderá a se caracterizar por baixa presença de pessoas criativas.

O psicopata mediano já poderia ser considerado como uma espécie de gênio da manipulação e da mentira. A personalidade psicopática e seu espectro, se relaciona a uma série de traços comportamentais que já foram muito importantes para a evolução de nossas sociedades. Por exemplo, o traço ”abertura para experiência”, está intimamente relacionado com ”impulsividade”. As pessoas mais impulsivas tendem a se arriscar mais. Se não fosse por este impulso, esta vontade de explorar o desconhecido, de arriscar, os ”europeus” não teriam se lançado ao mar para explorar outras terras e nós, ”os americanos”, não existiríamos.

Uma das prováveis explicações biológicas para a falta de vontade dos asiáticos do leste para explorar terras desconhecidas ou distantes, especialmente durante o auge do ”Império do Meio” chinês no final da ”idade média europeia”, poderia ter sido pela ausência demográfica de indivíduos com a combinação certa de características comportamentais (biologicamente predispostas) para o comportamento de alto risco (promiscuidade, criminalidade… criatividade), como vontade (ego forte), paixão, positivismo, alienação em relação às críticas dos outros, etc…

Portanto, por mais incrível que possa parecer para muitos, a psicopatia não apenas apresenta vantagens incomuns, como também é muito importante para a evolução das sociedades humanas e da própria humanidade. No entanto, os psicopatas de alto funcionamento, que estão nos governos, nas empresas, enfim, em todos os nichos de controle social, tem demonstrado grande incompetência para produzir uma sociedade perfeita, até porque, aqueles que buscam pelo poder, geralmente, não estão muito preocupados com as outras pessoas.

Verdade seja dita, poucos são aqueles que nascem com vontade de mandar, de ter o controle. A maior parte da população humana é muito conveniente e prefere o conforto de não serem importantes, de estarem seguras bem no meio da manada. Ser um mediano, tem muitas vantagens. Em compensação, quanto mais eminente, ou seria melhor, quanto mais biologicamente extremo for o ser, maior será a sua responsabilidade intrínseca. Isto é, aquele que é grandioso por natureza, terá uma responsabilidade natural, porque sua grandiosidade não pode tolerar a mediocridade. É como ser um vulcão que precisa explodir. A genialidade poderia ser entendida como uma forma extrema de impulsividade.

A realidade que temos é a de que boa parte daqueles que querem governar, mandar, ter o poder, serão de psicopatas. Os psicopatas dos nichos de controle social seguem a risca as dicas de Maquiavel, que não foram produzidas para ensinar a governar, mas especialmente, para conquistar e sustentar o poder.

Poder-se-ia dizer que o que Maquiavel escreveu, nada mais foi do que uma descrição da mente psicopática em interação com a política.

Se não podemos expulsar os psicopatas de suas posições de poder, porque apesar das muitas bobagens que fazem, eles também produzem algo de valor, diga-se, de grande valor, então temos com certa urgência de encontrar um jeito para adaptar as necessidade biológicas dos psicopatas de alto funcionamento em conluio com o bem estar geral, ou seja, das outras pessoas.

 

Jesus é a solução

 

Fins NÃO justificam os meios, meu chapa!

 

A ideia de um ser maravilhoso, especial, divino, que é só amor e é o único capaz de realizar todos os nossos sonhos, ronda a mente humana desde quando o fogo da loucura se ascendeu pela primeira vez em seu interior.

Em quase todas as religiões, que são extremamente eficientes como domesticadoras da humanidade, existe a representação metafísica do ”criador” como um ”não-ser” dotado de extrema perfeição e carinho por suas criações.

A psicologia mais barata e tola que encontrar que é nada mais nada menos do que a mais pura das sabedorias, a sabedoria ‘popular’, aquilo que todos sabem que deve ser feito, mas poucos fazem, lhe dirá que ”apenas o amor pode curar”.

Ao invés de manipular a verdade para torná-la uma mentira, manipule a verdade dura para que se torne uma verdade açucarada, modificando as palavras.

Nós podemos dizer qualquer absurdo, que se for dito de maneira doce e polida, não terá o mesmo impacto, que se fosse dito sem nenhum apaziguamento verbal.

Pessoas de ego forte (derivado da personalidade psicopática) querem governar, pessoas de ego fraco querem ser governadas.

 

Substituição da psicopatia pela sabedoria como diretriz central de controle social

 

Aquele que nunca nasceu, vos amou

Tua bondade era tão grande, que com apenas um abraço, tomou cada alma para si em um diminuto instante,

Não há a necessidade de plantar discórdia para conquistar,

Somar é melhor que dividir,

Amor é a supremacia do domínio humano,

Amor é Deus, só que materializado,

O perpétuo domínio de tudo que é demasiado, como a sua imagem e semelhança

Dê-lhe amor, conforto e alegrias,

E não mais precisará manipular-lhe a realidade,

Ajoelhará diante de ti, que carrega a beleza da verdade,

E reinará pra sempre, em seus corações fiéis,

Porque na escuridão, os olhos só podem seguir a luz.

 

Sim, os psicopatas querem sempre ter o poder. Portanto, mesmo que eliminássemos todos os psicopatas ”puros”, os mais psicopáticos que restassem (quando comparados com o resto da população), ocupariam o poder. Parece não haver um jeito de eliminar a psicopatia e preservar a criatividade, porque estão intrinsecamente relacionados (obs.: eu não estou afirmando que todo psicopata é criativo e nem que todo criativo é psicopata, existe a real necessidade de aprendermos que não existem apenas os extremos, mas também as gradações entre eles. Portanto, eu posso dizer que a maioria das criativos podem ser de psicopáticos, o que não é a mesma coisa que ser ”psicopata”).

A melhor maneira de se obter e sustentar o poder é por meio do amor.

Fazer o bem é muito mais eficiente para controlar as pessoas, do que bancar o malvado favorito. Amar a todos, proporcionar-lhes vidas maravilhosas, solucionar todos os seus problemas é como abrir a mente humana e colocar um chip. Mas muito melhor do que artificializar o amor devoto que as pessoas poderão desenvolver em relação aos seus mestres, pode-se conseguir isso sem a necessidade de apelar para tecnologia moderna draconiana.

Os parasitas são estúpidos porque acabam matando os seus hospedeiros de tanta exploração. É aí que reside o problema mais profundo da política nas sociedades humanas. É necessário haver ponderação.

Quando os controladores sociais ou fazendeiros realmente começarem a praticar a diplomacia, não necessitarão  mais de usar a força, o conflito ou o medo para impor os seus ditames.

 

A despersonalização da política

 

Os herdeiros de Deus,

o espelho intacto,

a união que faz a força,

a divisão que requer ela toda,

A persona despersonalizada,

O vento da sua vontade,

é a vontade de todos,

quando a deusa Sabedoria acalentar-nos em seu seio quente,

Criar-se-á a rede perfeita, de onde todas as vontades cabíveis haverão de se tornarem a realidade,

O poder inquebrantável,

em sua alma, doce e afável.

É pela alegria da vida, que seu desejo de parasita,

se tornará a mais pura e bela de todas as realidades,

Sem dor nem medo,

O único e verdadeiro, ao seguir a luz da ilusão,

Sem nada de ti, tudo de todos,

É o Deus, que unido, tornará possível o amor profundo por meio da vontade obscura.

 

A estratégia perfeita para se obter o domínio completo sobre a população, se dará por meio da combinação entre taoismo e cristianismo, especialmente no que diz respeito ao significado que o amor tem sobre a vida das pessoas.

O amor é o próprio universo, é a infinitude.

A política portanto, precisa ser despersonalizada. Sem grupos, sem conchavos, sem favorecimentos. Algumas pessoas nasceram para governar. Quando você nasce para algo, quer indicar que será muito bom nisso.

Se dificilmente conseguiremos substituir os alfas pelos ômegas, que não fosse por meio de uma guerra total, então temos de modificar, não as pessoas que estão no poder, mas as diretrizes organizacionais e executivas a que são subservientes. E não me refiro apenas ao sistema de justiça ou qualquer outro que já fora construído. Eu me refiro à própria mente psicopática.

A vaidade extrema destes tipos pode ser muito bem alimentada pelo amor incondicional que as pessoas desenvolverão por seus ”bondosos” tutores.

Aqueles que almejam o poder continuarão a tê-lo, mas para que continuem a se perpetuar, deverão seguir as novas diretrizes que estou propondo, onde a manipulação e a exploração serão substituídas por técnicas muito mais eficientes, que ao invés de provocar inveja, discórdia e riscos, funcionarão de maneira perfeita para a sustentabilidade e portanto, regularidade da fluidez temporal das sociedades transcendentais humanas.

A sabedoria ( genuína diplomacia) encapsulará a todos com seu manto da verdade e da perfeição e a manutenção de hierarquias se dará por critérios objetivos e sem sofrimento desnecessário, resultante dos conflitos evitáveis da humanidade.

Faça o bem, para todos, todas as raças, religiões e todos te considerarão como a um Deus encarnado, como o verdadeiro mensageiro da esperança, materializada em ação e reação perpetuamente perfeitas.

 

 

 

 

 

 

Gosto musical e qi (”inteligência”) mediante uma perspectiva tupiniquim parte 2

Do pós rock ao samba

Eu devo ser um dos poucos (se não for o único!!) na minha cidade que apreciam as belas músicas da banda americana de ”post rock”, Balmorhea. Conheço alguns poucos potenciais admiradores deste estilo de música e eles tendem a se parecer com os homens (pseudo-afeminados e afeminados) deste grupo, da foto acima.

Post Rock pode ser visto como um estilo de música comum entre Hipsters dentre outros tipos de altamente inteligentes (e também de altamente criativos). Uma das minhas bandas favoritas de post rock, o Sigur Ros, é outro famoso nome do gênero e não preciso me estender muito em relação à tendência para alta inteligência daqueles que apreciam esta banda.

Post Rock pertence ao gênero maior do ”rock alternativo”, que também será apreciado por pessoas ”de” alto qi.

Como eu sugeri no texto anterior desta série, os superdotados tendem a ser mais sensorialmente reativos do que as pessoas comuns. Como resultado, eles tenderão a preferir por músicas instrumentais do que por músicas vocalizadas. Outra correlação interessante que eu pensei agora é que os mais inteligentes tendem a ser mais eficientes para encontrar padrões harmoniosos. Isso também se aplica à música. Os mais inteligentes são melhores para solucionar problemas, ou seja, encontrar a raiz dos problemas, o ponto inicial de onde a harmonia foi desarmonizada. Isso se relaciona com uma mente mais lógica, mais racional e que está sempre em busca da produção de analogias de igual natureza visando mitigar conflitos e perigos. Em outras palavras, os mais inteligentes são melhores no aproveitamento de sua memória de trabalho de longo prazo para produzir analogias que sejam cabíveis na resolução de paradoxos do cotidiano (ou de outras naturezas). A maioria das pessoas não fazem isso e acabam se tornando agentes predominantemente passivos em relação à dinâmica social e ambiental (não no sentido de meio ambiente, mas de território e suas circunstâncias).

Outra possível explicação (em conluio com as outras acima, como complemento) para a preferência de superdotados por música instrumental, pode se relacionar ao fato de que este estilo de música, não se relacione com socialização mas com apreciação. Mais uma possível similaridade psicológica entre os superdotados e os autistas.

Voltando ao tema central do texto, como o gênero de post rock é provavelmente pouco conhecido entre o público brasileiro, nós poderíamos imaginar então que a média de qi para os apreciadores deste ”novo” estilo musical tenderá a ser bem mais alta do que a média nacional e acima das médias que estipulei para os apreciadores de música clássica e rock. Portanto, não seria pouco comedido pensar em uma média de qi 110 para os apreciadores de post rock.

Mas talvez, mesmo que ocorra o aumento da visualização das bandas de post rock pelo público brasileiro, ainda assim, eu não duvidaria que a qualidade cognitiva dos apreciadores se mantenha alta mesmo depois deste hipotético evento.

Rock nacional, bossa nova, chorinho, MPB, músicas populares e samba

O velho chorinho, que o pintor brasileiro Cândido Portinari, retratou em seu quadro, hoje em dia, mais parece um artigo cultural de elite do que das massas.

O rock nacional (e isto inclui uma panaceia de tipos, muitas vezes, que serão completamente diferentes uns dos outros ou que terão a alcunha de ”Rock”, apenas como parte da agenda relativista dos psicopáticos que estão no poder, para dissolver a comunidade de roqueiros, percebam que eles ”a-d-o-r-a-m” funk =) parece estar provido de grande variedade cognitiva e psicológica, até mesmo por ter um valor comercial mais apelativo e condizente com a realidade intelectual das classes médias urbanas brasileiras. Portanto, nós vamos encontrar os fãs ou apreciadores de bandas como Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, dentre outros de mesma estirpe, onde a média de qi flutuará no mesmo nível dos apreciadores de rock internacional, post rock (rock alternativo em geral) e música clássica, enquanto que outros tipos como Capital Inicial (ainda que seja muito bom), Kid Abelha e Rita Lee, por exemplo, poderão ser apreciados por ampla variedade de níveis de intelecto quantitativo bem como em relação à faixas etárias e classes sociais. Isto reverberará em uma maior diversidade cognitiva e possivelmente, médias de qi mais baixas, se comparadas aos grupos anteriores. As pessoas mais inteligentes costumam desprezar músicas populares (que são muitas vezes de baixa qualidade), ou seja, que as massas mais apreciam porque quase sempre, as músicas mais populares, são temporárias e serão descartadas da memória do populacho quando outro ritmo (uma música do tipo ”chiclete”, letra fácil e ritmo morbidamente contagiante) se tornar ”a música do momento”.

Ainda que muitas baladas de Rita Lee, Kid Abelha e Capital Inicial, tenham se tornado populares (principalmente, quando se tornaram trilhas sonoras de novelas) em algum momento, os verdadeiros fãs destas bandas, que eu defini como mais populares dentro do gênero ”rock nacional”, tenderão a ser mais inteligentes do que a média nacional, mas talvez não tanto ao mesmo nível que o rock internacional bem como de grupos como Os Paralamas do Sucesso. Mas as diferenças serão quase que insignificantes. Parece que quando chegamos a um determinado nível de qi (especialmente, se baseado em uma distribuição gaussiana de pontuação e em uma população neurologicamente comum), a quantidade se torna menos importante do que a qualidade e o gosto se torna realmente mais relativo. Esta é a diferença entre relativizar quantidade e qualidade. Músicas ou estilos musicais ruins, são quantitativamente e qualitativamente pobres em beleza ou criatividade, que são dois dos componentes mais importantes da música. O gosto é relativo somente quando se compara dois estilos musicais que são ricos em beleza ou criatividade, ou seja, quando comparamos grandezas iguais.

Bossa nova e chorinho, o samba da ”z’elite branca”

No passado, chorinho era música de malandro carioca. Hoje em dia, é um gosto rebuscado do intelectual(lóide, muitas vezes, serão de pseudo-intelectuais, verdade seja dita) bem educado e de classe média alta. Não preciso me estender quanto ao nível de intelecto quantitativo deste grupo, ainda que possa estar sendo relativamente apressado em fazer esta afirmação, porque é provável que exista uma maior diversidade cognitiva entre os apreciadores, mas com uma forte presença de pessoas ”de” alto qi entre eles.

Outro artigo musical de luxo, literalmente falando, é a bossa nova, ritmo que nunca conseguiu se tornar popular entre o populacho, mas que mantém público cativo em altas rodas intelectuais. Os herdeiros da bossa nova, atualmente podem apreciar as belas canções que são produzidas por Marcelo Camelo e sua esposa, Mallu Magalhães, filhos da elite carioca e paulistana, respectivamente, ainda que este gosto musical tenha uma tendência para aflorar os ânimos de outros roqueiros, como o ”gênio brasileiro”, Roger Moreira, aquele ”do qi estratosférico” que já citei algumas vezes…

Tal como o chorinho, os apreciadores modernos da bossa nova assim como de estilos musicais que tenham como principal inspiração, justamente a bossa nova, tenderão a ter elevadas médias de qi (inteligência quantitativa).

Entre os ritmos afrobrasileiros (eu já falei do ”funk carioca” né?? 😉 ), o samba é o mais popular. Na verdade, o samba é definido como o ritmo e estilo musical mais popular do país. Como é o costume dizer:

”Quem não gosta de samba, bom sujeito não é, é ruim da cabeça e doente do pé”.

Eu sou os dois, =)

Eu estimo a média de qi para os apreciadores deste ritmo, bem próximo da média nacional de inteligência quantitativa, ou seja, entre 87-93

MPB e ”música do populacho”

A talentosa cantora de alto qi, Adriana Calcanhotto. MPB (música popular brasileira, do luxo ao lixo).

Durante o período de popularidade do rádio e mais tarde da televisão, a música popular brasileira foi um dos estilos musicais (internamente multifacetado) mais populares do país. Atualmente, a MPB parece ter se tornado um gênero musical com ”ar mais exclusivo”, enquanto que a moderna ”música popular” brasileira, é apelativa, vulgar ou muito simples, comercial e descartável.

Existe a possibilidade de que a massiva redução da inteligência média do brasileiro (eu imaginei, média de qi do brasileiro em torno de 93-94 no final dos anos 50, para em torno de 87-89 atualmente…. e um futuro ainda mais estúpido), ocorrida concomitantemente com o aumento da urbanização, possa nos ajudar a explicar essas mudanças abruptas de gosto musical. Há de se ressaltar que houve uma diversificação dos estilos em comparação ao passado. No entanto, em termos de ”média nacional”, o ”qi musical” do brasileiro despencou e aderiu à máxima do capitalismo, pragmatismo e valorização da quantidade, com o dinheiro como representante-mor desta filosofia superficial e organizacional da vida macro-comunitária ou nacional.

Para os apreciadores da ”música do populacho”, eu posso imaginar uma média de qi, semelhante à média nacional, tal como no caso do samba. Sem ter a intenção de colocar samba de boa qualidade e essas porcarias de momento, na mesma categoria de qualificação. No caso do samba, a sua popularidade se dá justamente porque encarna o caráter cultural nacional.

Vale ressaltar no entanto que nem toda ”música de momento” será uma ”música de populacho”.

O cavernoso ”sertanejo universitário”

Quando eu falo que universidade no Brasil é uma piada é porque é verdade (se bem que hoje em dia, a piada de universitário se internacionalizou, tal como a piada do papagaio). Não parece ser coincidência que um novo gênero musical tenha sido alcunhado com este adjetivo. O perfil cognitivo e psicológico dos apreciadores do sertanejo universitário parece caminhar para um modelo homogêneo, o jovem de classe média, classe média alta, de nível universitário, do interior do país, consumista, existencial ou espiritualmente superficial e conservador.

Alguns aspectos cultural-comportamentais dos apreciadores de ”sertanejo universitário”, se assemelham aos que são encontrados entre os apreciadores de estilos musicais baianos como o ”axé”. Tanto para o axé quanto para o sertanejo universitário, eu estimo uma média de qi entre 89-98. As diferenças são grandes principalmente porque enquanto que os apreciadores baianos de axé tenderão a ter mais baixo qi, os apreciadores ”sudestinos”’ e sulistas, tenderão a ter mais alto qi. Aqui, o fator personalidade é importante. Isso mostra que a inteligência humana não funciona separada da personalidade.

É bastante triste e revoltante imaginar que a ”elite cognitiva” do ”nosso” pais possa desenvolver alguns gostos tão medíocres para a música. No entanto, abaixo da superfície, parece ser mais complexo, visto que os jovens ”sudestinos” que ”apreciam” axé, o fazem somente para poder se ambientarem ao clima do carnaval (ou inferno) de Salvador (ou inverno), ainda que existam poucos apreciadores genuínos de axé que tenham  cara pálida, sotaque da ”terra da garoa” e que estude na USP.

Os ”irracionais” do rap

No caso do rap, a variação de inteligência quantitativa será significativa, ainda que a média tenderá a se situar abaixo de 90. Os ”altos qis” que contribuirão para esta variação mais significativa, serão compostos principalmente por esquerdoides de faculdade pública. Não se pode negar que o rap seja provido de muita criatividade. No entanto, sua influência é perniciosa ao incentivar não apenas a anarquia (que não seria tão ruim) mas também à violência interracial.

Forró e ritmos modernos nortistas

Acompanhando as baixas médias de qi das populações nas regiões Norte e Nordeste do país, os ritmos regionais bem como os neo-estilos urbanos, como o gênero ”brega” dos estados amazônicos, também apresentarão baixas médias de qi. E esta é uma tendência para todos os ritmos regionais ou folclóricos como o ”sertanejo de raiz”, ou seja, acompanhar as médias de qi ou inteligência quantitativa de suas respectivas regiões.

Composição racial como fator de importância nas diferenças de médias de qi entre os apreciadores brasileiros de diferentes gêneros musicais

Como eu já comentei em alguns textos neste blogue sobre as médias de qi no Brasil, assim como em todos os países em que este tipo de estudo comparativo foi realizado, a mesma tendência mundial também foi encontrada aqui. Isto é, quando é aplicado um teste de qi em qualquer país do mundo, as probabilidades indicam que as maiores médias nas pontuações, serão encontradas na Ásia Oriental, na Europa e nas regiões da ”diáspora europeia”. Não há como discutir com fatos. Só podemos tentar entender o porquê desta ”coincidência” de resultados ter uma consistência internacional tão significativa.

Em palavras secas, em qualquer área deste planeta que estiver povoado por uma população negra, cigana ou latino-americana, que NÃO FOI PREVIAMENTE SELECIONADA por inteligência ou seria melhor, por atributos ”culturalmente” positivos de comportamento, será potencialmente disfuncional e isto significa:

maiores índices de criminalidade;

maiores taxas de famílias disfuncionais (necessariamente, não estou tentando fazer a analogia comparativa entre monogamia e promiscuidade, até porque ser promíscuo ou não ser monogâmico, não irá indicar sempre, alguma disfuncionalidade, visto que o comportamento disfuncional mais influente de todos é a irresponsabilidade);

maior quantidade de conflitos entre vizinhos (falta de empatia, que alguns chamam de ”falta de educação”);

maior poluição do meio ambiente, dentre outros.

Qi se relaciona com inteligência e eu o classifiquei como ”inteligência quantitativa”, ainda que também possa acrescentar o adjetivo ”contextual”, porque funciona (quase que) perfeitamente para a vida moderna, mas pode não ser útil em outros estilos de vida. Se fosse, já teria sido selecionado ou as tribos de baixo qi já teriam desaparecido.

O estilo musical (genuinamente nacional) com a menor estimativa para média de qi foi o funk. O perfil racial, social,cognitivo e psicológico dos funkeiros é bem conhecido. Há uma super-representação de negros, jovens, que moram na periferia e portanto pertencem às baixas classes sociais. Tendem a ser sexualmente promíscuos, que quer indicar elevada impulsividade e são os que estão mais representados no ”mundo do crime”.

O estilo musical que eu defini como aquele que mais atrai jovens (pessoas em geral, de todas as faixas etárias, mas com uma tendência para os jovens, por se consistir em um gênero relativamente novo) inteligentes, foi o post rock, que é um tipo de rock alternativo. A maior parte dos apreciadores deste estilo musical tenderão a ser constituídos por brancos (e asiáticos), de classe média, média alta e urbanos. No entanto, eu acredito que além do fator raça, a inteligência parece ser mais preponderante como chamariz principal do ”rock alternativo”, porque combina alguns dos elementos mais importantes, não apenas para inteligência mas também para criatividade, como beleza acústica, senso de profundidade (aquela música que parece uma sinfonia do vento cortante de um dia nublado de primavera, em tempos de ”mudanças climáticas”…) e novidade. A novidade neste caso, é uma espécie de sinônimo para criatividade, porque ao menos desde que comecei a apreciar as bandas de post rock, eu tenho notado que eles gostam de experimentar novas combinações de sons, com instrumentos inusitados, tal como uma velha máquina de escrever.

Conclusão

A conclusão deste texto é a de que o Brasil, sendo um país continental de extrema diversidade cultural e étnica, apresenta um universo particular de variações tanto para gostos quanto para níveis de intelecto, onde podemos encontrar em quantidades (ainda) apreciáveis, um bom público da ”boa música”, assim como também, de coelhos marrons e pretos, amantes da música ”lixo tóxico”, que nada de belo tem a nos dizer.

Vale ressaltar que apesar da conclusão claramente realista quanto às evidentes diferenças de inteligência quantitativa entre as diferentes raças que habitam este país, a jovem negra da banda Balmorhea, nos mostra que, em termos individuais, a realidade, especialmente a micro-realidade interativa, isto é, a realidade que nós vivemos em nossos cotidianos, tenderemos a conviver muito mais com pessoas com mesmo nível de intelecto que o nosso. Em termos individuais, haverá maior complexidade de situações circunstanciais, de naturezas biológicas assim como também, de maior humanidade.

Inteligência é a capacidade de adaptação??

Vamos imaginar que o nosso planeta está se destruindo. O que você faria?? Bem, se você soubesse que o planeta estivesse se destruindo e vivesse em uma sociedade de altíssimo nível tecnológico, você entraria em sua nave com sua família e sairia do planeta para um lugar mais seguro não é??

Algumas pessoas imaginam que a adaptação se relaciona com ação e reação. Ou seja, se algo acontece em seu ambiente, onde vive, basta reagir de maneira ”inteligente” para mitigar os problemas que esta interação poderá lhe causar.

Responde-se aos problemas em uma micro-escala. Mas e na macro-escala, como as pessoas inteligentes (ou realmente inteligentes) poderiam responder?

Pumpkinperson, um blogger HBD que eu tenho acompanhado, tem tentado provar que os testes de qi são praticamente como um sinônimo de inteligência. Ele define a inteligência como ”capacidade de adaptação” e com isso, utiliza dados correlativos entre alto qi e ”adaptação funcional” como maior riqueza material e maior formação acadêmica, para comprovar que como a inteligência é a capacidade de adaptação, então, os testes de qi que estão positivamente relacionados com capacidade de (micro) adaptação, seriam praticamente uma expressão ambiental da própria inteligência.

No entanto,  ”nós REALMENTE vivemos” metaforicamente falando, é claro, em ”um planeta” que está se auto destruindo”. Como pode ser possível que as pessoas mais inteligentes possam estar indiferentes à decadência da civilização ocidental, se a inteligência se relaciona com capacidade de adaptação? O que é realmente a capacidade de adaptação se não a Macro-adaptação??

Espécies exóticas estão em maior risco de desaparecer porque são micro-adaptadas. Na natureza, não existe burrice ou inteligência. Todos os animais estão dotados de grande inteligência adaptativa. Mas algumas espécies são mais primitivas que outras. Por exemplo, as plantas são mais primitivas que os animais que podem se locomover. Inclusive, em escala geológica, as plantas são mais velhas do que os animais dinâmicos, como os seres humanos. A desvantagem da planta é que ela depende totalmente do ambiente para sobreviver, ao passo que os animais podem se locomover pelo e entre os ambientes. Se a floresta onde existia uma espécie de planta exótica, começar a ser destruída por mãos humanas para a construção de um condomínio residencial, a  planta terá poucas chances de sobreviver. Nesta mesma floresta, os ”animais dinâmicos” poderão se locomover para outros ambientes.
O famoso fenômeno etno-sociológico da ”fuga branca”, emula com perfeição a capacidade ”primitiva” humana para encontrar padrões de desarmonia, potencialmente conflituosos e expansivos, nas áreas de ocupação, e migrar para regiões mais seguras.
Portanto, voltamos ao exemplo metafórico anterior que usei. Se as pessoas de alto qi, em média, não são capazes de perceber mudanças no ambiente que podem ser desvantajosas para suas sobrevivências, então elas estão desprovidas de ”fator g” ou da mais primordial forma de inteligência humana, a capacidade de ”prever” padrões desarmônicos no ambiente, que são potencialmente perigosos, em outras palavras, ”de sobreviver e se adaptar” em uma macro-escala.
Ganhar dinheiro ou ”ser” um PHD em ciência da religião, são manifestações de micro-adaptações. Agora, prever a inutilidade de se ganhar muito dinheiro ou status social em um ambiente que está em deterioração é a capacidade para potencial macro-adaptação.
É o que tem acontecido com as famílias de euroamericanos (e de britânicos também) dentre outros grupos de alta perspicácia, que ao perceberem mudanças potencialmente desarmônicas em seus respectivos ambientes, resolveram se mudar para locais onde a probabilidade para o acontecimento de eventos conflituosos ou redução do fitness para sobrevivência familiar ou individual, serão consideravelmente menores. E a densidade demográfica destes agentes mais estatisticamente relevantes para a produção de conflitos ou desarmonia é um marcador interessante e importante para decidir onde será o próximo destino para viver com a família ou individualmente.
A bíblia mostra nesta passagem da estória de Noé e sua família, quando o ambiente em que viviam, se tornou extremamente corrupto e perverso, ainda que, mediante um contexto autoritário e determinista (como definir homossexualidade como um pecado ou desarmonia e o casamento monogâmico como harmonia, ainda que, olhando pela superfície, faça algum sentido, não é bem assim), eles foram aconselhados ”por Deus” a deixar aquele local em direção a uma área mais segura.

O gênio termaniano versus o gênio lombrosiano e a depressão existencial de Dabrowski

Perfeição versus Desequilíbrio

O ”gênio termaniano”

A maior parte da comunidade científica, especificamente dentro da psicologia, tem validado a teoria de Lewis Terman sobre a genialidade humana. Os resultados do estudo longitudinal (o mais longo da história) realizado por Terman e sua equipe, se assemelham a muitas das correlações consistentes entre funcionalidade social e alta inteligência, parcialmente medida por testes de qi, que também foram validadas em estudos mais recentes.

Mas Lewis Terman teve como pretensão estudar a genialidade humana… Segundo a minha teoria (e talvez, não-tão-minha teoria, mas enfim…), criatividade e inteligência são dois estilos cognitivos opostos. Percebam que eu não estou sugerindo que inteligência e criatividade sejam conceitualmente opostas. O antônimo de inteligência é a estupidez. A criatividade é uma forma de inteligência, que tende a destoar significativamente daquilo que entendemos como inteligência por si mesma. O popular conceito mecânico-utilitário de inteligência é aquele em que a mesma é caracterizada como a capacidade para ”entender” determinado conhecimento ou regras e replicá-los. O problema deste conceito parece se localizar dentro da ideia de ”aprendizagem”. Provavelmente, nós temos uma tendência para confundir memorização e replicação com aprendizagem. Se ”quanto mais eu aprendo, mas eu sei que nada sei”, então não pode ser possível que apenas a memorização e a replicação possam expressar profundamente o que é a inteligência, mesmo mediante este prisma de enfatização.

Terman quis comprovar que os gênios ou prodígios (apesar de sabermos que nem todo prodígio será um gênio e nem todo gênio será prodígio)tendiam a ser mais socialmente funcionais e mentalmente ”saudáveis” do que o restante da população, o oposto da visão popular dominante de sua infância, baseada nos estudos  anteriores de Lombroso et all, .

Os critérios adotados por ele, foram (e são) particularmente cavernosos. Limitar a potencial genialidade por meio de testes de qi, produzindo uma espécie de ”linha do equador” (que é igualmente abstrata e arbitrária ), onde somente aqueles que pontuam acima de 130 em ”testes de qi” (quais testes de qi, ”cara pálida’??) são considerados como ”superdotados”. Enfim, são tantos os atropelos metodológicos e conceituais que se eu continuar a expô-los aqui, acabarei produzindo outro texto.

O conceito que Terman usou para medir inteligência pode ser resumido a esta abstração geográfica, a linha do Equador.

O achado mais importante deste estudo foi que quase um século de observação dos jovens prodígios selecionados (porque pontuaram acima de 130 em ”testes de qi”, provavelmente ”qi performance”) não teve como resultado (obviamente esperado) uma explosão criativa de inovações científicas, tecnológicas, culturais, artísticas ou filosóficas. Em outras palavras, os jovens termites ou prodígio, levaram vidas muito mais funcionais do que se comparado com o restante da população, mas as suas realizações foram modestas e não comprovaram que basta ”ter” um qi alto  para ser um gênio.

Terman deve ter esquecido que o componente mais importante do gênio, é a criatividade, mais do que a própria inteligência. 😉

Eu especulei ainda segundo a minha teoria, sobre a existência de 3 tipos de gênios, aqueles que são dotados de muito alta inteligência, aqueles que são muito criativos e ao mesmo tempo, tecnicamente inteligentes, e aqueles que apresentam muito alta criatividade.

Em resumo, Lewis Terman não analisou gênios, até porque sequer procurou pela combinação certa que tende a produzir tipos similares ou potenciais. Ao desprezar completamente a criatividade como critério relevante para a seleção dos seus objetos de estudo, Terman condenou o seu trabalho desde o início, quando teve a ideia de provar que a noção romântica (e que está sendo comprovada novamente na atualidade) de genialidade e psicopatologias, não se consistia em realidade factual. Em outras palavras, mesmo antes de começar a trabalhar a sua teoria, Terman já havia baseado o seu conceito em premissas equivocadas.

O ”gênio lombrosiano”

Quase que completamente oposto daquilo que Terman concluiu algumas décadas depois, o famoso criminologista Cesare Lombroso, de que tanto tenho falado aqui, validou o folclore popular sobre a correlação positiva e causal entre a genialidade e a ”loucura”. O seu livro, ”O Homem de Gênio”, que está disponível para leitura (em inglês) na internet, mostrou por intermédio de consultas biográficas, todas as tendências ”psicopatológicas” entre os gênios historicamente reconhecidos, até o século XIX. Lombroso não apenas relatou a presença consistente entre grande intelecto e personalidades extremas, visto que ele também mostrou alguns casos de pessoas intelectualmente medíocres que depois de rompantes de febre muito alta e/ou alucinações, se tornaram prodígios em alguma área. Lombroso também comentou sobre os casos de gênios que possivelmente só adquiriram a sua genialidade depois de alguma injúria cerebral, causada por acidente.

Enquanto que Terman selecionou os seus termites em famílias de  boa situação social na Califórnia (90% branca) da década de 20, Lombroso analisou muitos dos nomes de grande eminência do passado. Terman tentou encontrar gênios antes que se tornassem eminentes (partindo da falsa ideia de que todo gênio se torna eminente) enquanto que Lombroso fez o caminho oposto.

Os termites de Terman foram mais ”mentalmente saudáveis” (seja lá o que isso possa significar), mais altos e mais saudáveis do que a população com pontuações mais baixas de qi.

Os ”homens de gênios” de Lombroso foram quase o exato oposto, com altura e aparência variáveis, mas com uma tendência para anomalias físicas, faciais e consequentemente cranianas. Isso sem falar sobre as personalidades extremas.

Rechonchudo, baixinho e possivelmente um portador de úlcera.

Terman quis mostrar ao mundo que a maioria dos gênios (prodígios) não eram mentalmente ”insanos”. No entanto, ele enfatizou sua busca por meio da ”inteligência” ou de sua ”expressão”, por intermédio de testes de qi e desprezou totalmente a criatividade como parâmetro de investigação. Terman foi o primeiro a cometer o erro que se tornou corrente dentro da ”educação especial para superdotados”, o de resumir inteligência a qi, transformando o mesmo em seu conceito. Se o gênio não tende apenas a ser muito inteligente, mas também muito criativo, autoconsciente e sábio, então Terman não conseguiu acessar nem mesmo a inteligência em toda a sua abrangência. E isso explica o fracasso do seu trabalho para encontrar a genialidade.

Em compensação, Lombroso conseguiu fazer uma investigação analítica muito mais proveitosa e que na modernidade, está sendo comprovada através de vários trabalhos com grandes amostras representativas. Lombroso assim como Galton, chegaram muito mais profundamente dentro da etiologia da genialidade humana do que Terman, ainda que seu trabalho possa ser aproveitado de outras maneiras.

A relação entre genialidade e predisposições psicopatológicas é correlativa e causal, mas isso não significa que ”todo gênio será um louco e nem que todo louco será um gênio”.  Significa que a genialidade tem a mesma origem que as personalidades extremas, mas não são a mesma coisa, portanto, ainda que para uma ”minoria” dos casos, a relação será causal, na maioria das vezes, excessos mentais funcionarão mais como um problema para o desenvolvimento da capacidade criativa, do que como um aliado. (observação estatística, existem mais ”doentes mentais” do que ”gênios. Logo, a maioria dos ”doentes mentais” não são gênios, mas uma parte significativa de gênios serão parcial a predominantemente de ”doentes mentais” ou portadores de personalidades extremas, possivelmente com comorbidades).

Depressão existencial e Dabrowski

Assim como tantos ”matemáticos”, que tentam transformar uma curva em uma reta, quando o sábio deveria manter a curva em seu formato original e procurar investigar sua natureza, Terman tentou endireitar a distribuição hierárquica do intelecto humano. Lombroso foi consideravelmente mais comedido em relação a este aspecto, mas cometeu vários outros erros, seja em relação à moralidade ou ao determinismo quanto à sua afirmação central de que ”a genialidade seja uma espécie de neurose”.

Aquele que, na minha opinião, conseguiu chegar mais perto de uma proposta sábia para lidar com este fenômeno, foi o quase desconhecido psicólogo polonês Kazimierz Dabrowski.

Terman analisou a expressão estática de componentes cognitivos puros que se relacionam com inteligência.

Lombroso analisou a manifestação posterior da genialidade por meio da eminência e das realizações de algumas das grandes mentes da humanidade.

Terman propôs uma inovação quanto a este tipo de investigação científica. Encontrar os gênios, antes que eles desenvolvam suas habilidades e se tornem eminentes (desprezando o fato de que muitos gênios não conseguiram chegar à eminência). No entanto, os seus métodos se mostraram inúteis para mediante tarefa.

Dabrowski conseguiu produzir teorias que unificaram os dois métodos preponderantes para analisar o intelecto humano e foi aquele que conseguiu encontrar toda a natureza do mesmo. Dabrowski não negou a importância das predisposições genéticas na manifestação do gênio. Provavelmente, foi influenciado pelo determinismo do qi, mas isso não foi suficiente para se transformar em um ”termaníaco”.

A teoria da ”desintegração positiva da personalidade” dá uma dinâmica às pesquisas sobre superdotação, talento e genialidade. Como o ser humano, que obviamente, não é estático, é de extrema importância que  analisemos ”suas” capacidades cognitivas quando estiver interagindo com o seu meio e ao longo da vida.

Nem todo prodígio será um gênio.

A ideia de que as ”pessoas mais inteligentes” (estou englobando todos os tipos de manifestação de genialidade e semi-genialidade) desenvolvam perspectivas consideravelmente mais profundas sobre si mesmas e sobre o mundo em que vivem (isto é, que podem adentrar à hiperrealidade, o conceito que eu desenvolvi), funciona perfeitamente como um marcador psicológico para separar a maior parte dos tipos e níveis de superdotação, mas especialmente a genialidade.

A desintegração positiva da personalidade, nos mostra que enquanto que para a maioria das pessoas, as interações existenciais (isto é, com o ambiente, com as pessoas, consigo mesmo) tenderão a produzir transformações imperceptíveis de consciência, para o gênio, cada experiência funcionará como um gatilho para expandir sem limites a sua percepção holística.

A própria ideia de criatividade parece vir justamente desta perspectiva, onde as pessoas que são capazes de entender a realidade, mais do que as outras, também serão mais aptas para manipular esta realidade, por meio de ideias inovadoras. Em outras palavras, a maioria das pessoas desenvolvem naturalmente a percepção (de matrix) determinista de naturalidade do mundo, enquanto que os mais sapientes compreendem que o mundo, na verdade, é muito mais maleável. Esta percepção de maleabilidade do abstrato e do físico, abre asas para a imaginação. O que para a maioria, é considerado como ”absurdo” e portanto, ”anti-natural”, para os criativos e especialmente para os gênios, é considerado como uma oportunidade para o trabalho criativo.

A depressão existencial, uma das ideias de Dabrowski, se manifestaria na população ”comum”, apenas por intermédio de algum acontecimento abrupto (morte de parente, acidente, etc), forçando a consciência a trabalhar acima de sua capacidade. No entanto, estes saltos de consciência se dariam naturalmente entre os superdotados e especialmente entre os gênios. Isso explicaria o porquê  da correlação entre genialidade e ”loucura” ou excesso de realidade. A maioria dos ”loucos” não são gênios, mas uma boa parte dos gênios, se tornam parcial a completamente ”loucos”, especialmente porque tendem a se desligar da realidade cotidiana ou compartilhada (isto é, compartilhada com os outros, a ”psicose coletiva” do experimento existencial humano) e a seguir uma realidade alternativa, radicalmente diferente daquela que é vivenciada pela maioria.

Dabrowski deu a dinâmica que os estudos sobre superdotação e genialidade necessitavam. Sem as avaliações pedantes e estáticas dos testes cognitivos e sem a análise habitual post-mortem sobre iminência mas especialmente sobre realizações.

E por agora, eu estou começando a ficar convencido de que a ”depressão existencial”, intrínseca ou natural, possa ser o melhor critério de identificação para elevado intelecto humano.

Professores (Doutrinadores), Psiquiatras (e psicólogos) e Jornalistas O que estas 3 classes tem em comum??

O ”liberalismo”, que no mundo não-anglo, nós denominamos como ”esquerdismo” ou ”socialismo”, é uma das mais ”novas” armas de opressão mental e coletiva, made in psychomind. O trabalho de ‘gênio”, para induzir a própria população para depredar a sua liberdade pessoal em prol de um estilo de mentalidade dominado pela histeria coletiva e por fanatismo ideológico, está se desenrolando diante de nossos olhos. Os brinquedos tecnológicos contribuem consideravelmente para afagar qualquer tentativa de rebelião organizada. A ”transcendência coletiva humana predominante”, que antes, baseava-se na velha opressão de natureza darwiniana sobre a população contextualmente não adaptativa, agora é usada pelas elites globalistas ocidentais, que usam a moeda da ”vingança”, para manipular as suas massas de servidores contra os velhos opressores. Mas claro que, ao invés de pressionarem as elites, ”povo” ataca ”povo”.

Algumas palavras são apenas pretensões utópicas da espécie humana,

diálogo,

sabedoria,

neutralidade,

Deus,

Hobbits

Eu não defendo o ”conservadorismo”, nem o ”capitalismo”. Só me interesso pelo verdadeiro ajuste das sociedades humanas e sei que nenhum extremismo está correto. E no caso do ”socialismo”, a situação é ainda pior visto que sociopatas altamente inteligentes, usam de promessas agridoces  para impor a opressão sobre a população.

Para isso, eles precisam de uma tropa de choque de idiotas úteis, para convencer e impor sobre o restante da população as suas diretrizes, os seus planos quinquenais. Se antes, os governos totalitários, travestidos verbalmente de ”socialistas”, apresentavam as suas diretrizes nas tvs estatais por de baixo da ”cortina de ferro”, agora, é por meio de propaganda massificada, que as ”elites” impõe a ferro e fogo as suas vontades.

O idiota útil genuíno é aquele que realmente acredita no caráter do sistema que defende. Dentro desta população, os mais espertos são de sociopatas de menor ambição, que manipulam os seus colegas por cargos e posições de maior prestígio.

As 3 classes cognitivas e laborais que mais contribuem para a lenta imposição de regime totalitários de esquerda no Ocidente são: professores, psicólogos ou profissionais da ”saúde mental” e jornalistas.

Professores ou doutrinadores

”Livre” pensamento??

Uma frase recorrente entre os professores: ”Sem o professor, não haveria o bibliotecário, o engenheiro, o físico…”

Você nunca verá um professor completando esta frase com… ”o gari, o pedreiro…”.

Professores tendem a ser megalomaníacos em relação à sua profissão. Como eles realmente acreditam em lamarckismo e mutação por esforço repetitivo, então acreditam que o sucesso ou o fracasso de um aluno, está sob o seu domínio. Isto é, se não for o professor para ”ensinar” e ”incentivar” a sua classe de maneira eficiente, os alunos ”fracassarão” ou ”vencerão” na vida. Despreza-se COMPLETAMENTE o papel das predisposições genéticas. Não é apenas um extremismo, é o extremo do extremismo.

Como eu disse no texto anterior, se as pessoas precisam ser ”incentivadas” a gostar de estudar, de adquirir conhecimento, entender como o mundo funciona, refletir sobre a vida, então realmente há algo de errado com a humanidade em relação a esta perspectiva.

As pessoas são forçadas a frequentar a escola por quase duas décadas, por meio de chantagens. ”Se você estudar, poderá ter um emprego melhor e GANHAR DINHEIRO”. A palavrinha mágica ($)-($) que faz os olhinhos humanos brilharem de alegria.

Eu acredito que não é nada incomum que os autodidatas tenham uma tendência para repelirem o sistema escolar, monótono e pedante. E que a recíproca também seja verdadeira. Afinal de contas, aquele que nutre amor natural pelo conhecimento,  o fará desde criança e geralmente, terá vontade própria. O autodidata define a sua agenda de estudos, o que estudar. Na verdade, não existe uma planilha organizada para os estudos porque a descoberta tende a se dar de maneira natural e espontânea. Agora, coloque esta criança ou este adolescente dentro de uma sala onde será obrigado a estudar aquilo que não quer???

Os professores são doutrinadores de sistemas opressores, desde antes da tomada definitiva do poder por ”socialistas fabianos”. Por exemplo, no passado, os professores batiam nas mãos dos alunos que escreviam com a mão esquerda. O professor do passado, legitimava a opressão conservadora. Agora, é a opressão liberal que eles legitimam.

A imagem caricatural do professor como uma pessoa maravilhosa, inteligente, de bom caráter de hoje em dia, nada se assemelha com o passado onde o estereótipo era bem mais negativo. Ao invés de sorridentes e cheios de boas intenções, os professores eram temidos.

Boa parte dos professores são de idiotas úteis. E uma das maneiras para se medir a que grau de ”idiotice” um grupo ou um indivíduo está submergido, será por meio da credulidade em relação à crença ”nurturista” ou ”lamarckiana”.

Quem não consegue capturar padrões consistentes de comportamento, mesmo que esteja interagindo diariamente com estas circunstâncias, não é capaz de capturar a harmonia, não tem intuição lógica para captar os tópicos fundamentais do ambiente em que está inserido. E os professores, por alguma obscura razão, tendem a desprezar todas as evidências que estão a pular em cima de suas faces descrentes sobre comportamento humano e predisposições genéticas.

É evidente que nem todo professor será assim. Eu mesmo, tenho vocação para lecionar, mas a paisagem comum da profissão é a de extremo conformismo e dissonância cognitiva para entender a realidade.

A série de filmes ”Jogos Vorazes”, mostra de maneira realista como seria a classe de idiotas úteis. Fúteis, ingênuos, artificiais, perversos (não exatamente no sentido sexual), conformistas e tecnicamente inteligentes.

Psiquiatras ou psicólogos

Quando tinha mais ou menos 13 anos de idade, eu tive uma crise de fobia social e simplesmente parei de sair de casa. Só ia na escola. Me lembro que cheguei a perder a capacidade de andar ”normalmente” nas ruas (aliás eu acho que nunca tive, especialmente se precisa pensar sobre isso, rsrsrsrsrs). Então os meus pais resolveram me levar para uma psicóloga de cidade pequena, daquelas que vem de uma família de classe média, é bonita, bem sucedida e se sente a ”pessoa perfeita” para expiar os supostos defeitos dos outros. A maior parte dos psicólogos são doutrinados a acreditar (e na verdade, já apresentam predisposições anteriores para acatar este tipo de pensamento) que o problema sempre se encontrará fundamentalmente no seu paciente. O problema é o paciente. Eles devem pensar que o mundo é perfeito e que os seus pacientes são problemáticos de nascença. Eu acredito que quando você é compreendido e amado, dependendo de suas predisposições, existe uma grande chance para melhorar o seu comportamento e não falo sobre a conduta com os outros, mas consigo mesmo.

Em condições ”normais”, os genes não impõe determinado comportamento, mas predispõe, isto é, determinados gatilhos ambientais podem exacerbar a expressão de determinado fenótipo em comparação a outro, dentro de um limite de suscetibilidades. Portanto, é muito difícil que uma pessoa muito extrovertida se torne depressiva. Mas as chances existem. Gatilhos ambientais podem aflorar comportamentos psicopáticos em alguns subtipos, enquanto que não terá o mesmo efeito em outros.

Os psicólogos fazem parte da Santa Trindade do Liberalismo ou do Esquerdismo, porque eles contribuem para forçar a população para o conformismo moderno, que está sob a hegemonia dos ”esquerdopatas”. Eles tem em mãos, a arma da manipulação da percepção contextual coletiva, onde determinados comportamentos podem ser socialmente ostracizados, como por exemplo o abstrato ”racismo”.

Pois bem, logo nas primeiras sessões de ”terapia” ou ”análise” a que fui submetido, a psicóloga (um dos muitos produtos das fábricas de diplomas que as universidades se transformaram) me diagnosticou como bipolar e receitou anti-depressivos. Receitar anti-depressivos para um adolescente, não deve ser muito diferente do que presentear os 15 anos de aniversário de sua filha com um par de silicone para aumentar os seios.

Se eu não fosse um jovem altamente perceptivo, desde aquela época, eu teria acatado as ordens da psicóloga e tomado o remédio. Reparem que ela demorou pouco tempo para concluir que deveria ser medicado. Eu fico pensando na quantidade de pessoas que esta pateta desgraçou a vida, com seu pedantismo e irresponsabilidade inconsciente, baseada em sua arrogância natural.

Eu me lembro de ter visto na televisão naquela época, o caso de uma celebridade com transtorno bipolar (ou personalidade bipolar) e pelo fato de que ela sempre precisou tomar os remédios para não ter crises de desequilíbrio emocional. Eu não consegui me ver na mesma situação porque nunca precisei tomar remédios para regular meu humor. Não que tenha um enorme autocontrolo de minhas emoções, mas realmente nunca precisei de intervenções intrusivas como esta para levar uma vida normal ou simetricamente emotiva. Resultado, não tomei os remédios, aguentei alguns meses fazendo ”análise” com ela. De uma certa forma, isso me ajudou. Me ajudou a dar o primeiro passo para o autoconhecimento…

Assim como no caso dos professores, há uma grande presença de idiotas úteis dentro da psicologia. São aquelas pessoas que estão quase que totalmente destituídas de sabedoria e que acreditam que o mundo em que vivemos é espontâneo e justo ou que ao menos, agora com a hegemonia ”socialista”, se tornará justo.

Os idiotas úteis são as tropas de choque de qualquer ideologia, porque eles defenderão fanaticamente qualquer regime que

os sustentem financeiramente e que estejam em conluio com suas visões de mundo.

Portanto, a diferença entre um neonazista, um esquerdopata, um religioso fanático e um fã de celebridades, é praticamente inexistente quanto às suas essências existenciais.

É muito comum vermos este tipo de mente fanática dentro da espécie humana.

E eu ainda acredito que essas pessoas possam ser mais facilmente hipnotizadas. Enquanto alguns poucos, criam mundos imaginários, outros, os vivenciam literalmente. Negar o rosário de mantras ideológicos que são cotidianamente pensados e propagados pelos esquerdopatas, para eles, seria como negar que o céu se situe acima de nossas cabeças.

Os psicólogos contribuem ostensivamente com a patologização oficial de determinados comportamentos, tal como no caso de experimentos com ratos de laboratório, onde o apetitoso queijo provoca choques elétricos e faz o rato refugar o ato de pegar e comer o alimento.

A quantidade de ”transtornos de personalidade” parece dobrar a cada 4 anos. Agora inclusive, eles resolveram criar um novo tipo de ”doença mental” que cai como uma luva para as mãos de ferro dos psicopatas que estão a nos governar. Se você não demonstrar ”respeito à autoridade”, deve se preocupar porque está acometido por um ”transtorno desafiador de oposição”.

Muitos dos ”sintomas” das ”doenças mentais”, na verdade, mais parecem com traços comportamentais ”indesejáveis” do que com mal funcionamento crescente e potencialmente mortífero do sistema nervoso. Ninguém morre de autismo ou de tdah. Muito menos pela enorme quantidade de ”transtornos de personalidade” que já foram inventadas.

A obsessão autista, que está diretamente relacionada com o talento savant desta população, ”é um sintoma”, porque segundo as cabeças pedantes de boa parte dos ”profissionais” de ”saúde mental”, alguém que não gosta de socializar (ou não sabe como fazê-lo), só pode ter algum tipo de defeito. Desprezam o talento natural autista por seus déficits na capacidade contextual de socialização, isto é

mentir descaradamente,

acreditar em factoides,

compartilhar interesses fugazes

e usar o conhecimento como meio para ganhar dinheiro ou obter status social.

Parece evidente que os psicólogos estejam sempre trabalhando dentro de uma ”linha de normalidade”, onde aqueles que saem destes parâmetros convencionalmente adotados, mesmo que não desenvolvam comportamento objetivamente negativos para a sociedade, como a expressão da personalidade sociopática, serão duramente categorizados como patológicos, que precisam de ”tratamento” para tentar aderir às roupas de normalidade. É como tentar forçar uma mulher gorda a entrar em um manequim 37.

Jornalistas

– ”A previsão do tempo hoje é de calor de 43 graus à sombra”.

– Que ótimo!!!! Hoje vai dar pra eu curtir uns momentos de descanso na praia!!! (grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr)

Se você odeia calor, então deve odiar aquelas repórteres-âncoras que festejam de sorriso largo mais um dia de sol forte e calor em uma metrópole terceiro-mundista. Eu que já detesto calor (praticamente) no meio rural, fico imaginando como reagiria ao sorriso da demente de roupa elegante, dentro de um estúdio gelado, se alegrando com o calor de sempre em um país tropical e disfuncional. Ao menos se fosse nas Bahamas… (e longe dos ”nativos”)….

Das 3 classes (com dissonâncias) cognitivas da Santa Trindade do ”Esquerdopatismo”, os jornalistas são os mais influentes e perversos. Enquanto que o mundo está caindo lá fora (do estúdio) e a maioria das pessoas sabem quais são as causas ou inconscientemente sabem quais são as causas, os jornalistas afirmam exatamente o contrário, manipulando a opinião pública e a incapacidade do populacho para fundamentar analogias entre os seus pensamentos e a lógica. Sim meus caros leitores, as pessoas estúpidas, muitas vezes, conseguem pensar intuitivamente e chegar às conclusões que nós também chegamos. Mas, o problema está na construção e portanto, solidificação deste prédio de ideias e pensamentos. Neste processo fundamental, a maior parte das pessoas ”morrem na praia”. Isto é, todos podem ver padrões, mas poucos podem construir conclusões retidas desta visualização, porque para isso é necessário o pensamento abstrato, que é raro entre os comuns.

Os repórteres, inconscientemente (idiotas úteis) ou conscientemente (sociopatas ixxxpertieeenhos), manipulam a opinião pública para não chegar ao consenso popular mais lógico, racional e potencialmente mais sábio, sobre tudo aquilo que nos afeta, por razões obscuras.

O mundo está sendo implodido porque as ”elites globais” tem novas pretensões para a ”humanidade”. Enquanto que, sábios, pensadores livres, inteligentes, muitos gênios e pessoas comuns dotadas de instinto, tentam conter esta implosão, os idiotas úteis e os sociopatas (muitos gênios também), continuam mantendo a destruição, especialmente porque eles

tem poder e influência (leia-se, mídia e demais centros de comandos sociais, como escolas e governos).

A maior parte das pessoas acreditam ingenuamente que aqueles que estão na televisão, são ricos…(etc,etc,etc) ou são jornalistas, apresentaram predicados especiais para ”merecer” as suas posições de destaque. E como a mentalidade média dos seres humanos pouco evoluiu desde que deixamos as cavernas, realizam-se uma enorme quantidade de generalizações extremamente amplas sobre ”mérito” e ”aparência”. Aí ouvimos com frequência que ”os salários astronômicos de jogadores de futebol é totalmente justificável”. Eu esqueci que se não fosse pelo futebol, não haveria civilização. Quer dizer, no mundo idiocrático em que vivemos, as pessoas chamam jogadores semi-analfabetos de futebol de ”gênios”, enquanto que desconhecem quem inventou o telefone ou quem escreveu A República. Eu acho que tenho razão para estar um pouquinho irritado…

As pessoas pensam:

”- Este pessoal da televisão… estes jornalistas são especiais, eles nunca mentem”.

O hábito agora é dizer:

”Por que eles mentiriam??”

Uma única pergunta já pode resumir boa parte da mentalidade de gado.

O mais importante de toda esta panaceia de eventos que estão se desenrolar em nossas existências é a de que, se não fosse a estupidez generalizada das massas (leia-se, a maior parte da população humana), não estaríamos chafurdando na lama por causa destes problemas de mamífero bípede… A mentalidade UGAUGA prevalece em quase todos os ambientes.

Autodidatismo, qi e educação

A vontade é a força motora que rege a ação humana, mas também a de qualquer outra forma de vida ou existência dinâmica. A vontade também é o princípio que determina as construções adaptativas ou reflexivas da mente humana, visto que é a técnica da dinâmica existencial não-inerte.

A vontade intrínseca para adquirir conhecimento ou seria ainda melhor, para aprender, é a manifestação mais pura e decisiva  da inteligência humana e de seus atributos cognitivos de natureza igualmente pura.

Autodidatas tenderão a ser mais inteligentes que aqueles que dependem de fatores extrínsecos para buscar o conhecimento.

Logo, a melhor maneira para medir a inteligência humana será por meio do grau de autodidatismo individual e coletivo. Tudo indica que em todas as coletividades humanas, as populações de autodidatas sejam minoritárias.

Autodidatismo e qi

Existe uma possível correlação entre qi e autodidatismo. Mas, correlação não é totalidade. Testes de qi se relacionam e expressam parte da inteligência humana. Os testes de qi são o enxugamento das características culturalmente enviesadas das provas escolares por atributos cognitivos puros, mas que ainda são derivados da educação. A correlação entre educação e qi é particularmente elevada porque os testes são a purificação dos mesmos atributos que são enfatizados pela educação, como memória de trabalho, capacidade de replicação de tarefas pré-compreendidas, capacidade de associação lógica, etc..  E este perfil cognitivo é fortemente selecionado pelo sistema meritocrático. É também por isso que educação e qi, tenham uma tendência para  se relacionarem com renda.

Aqueles que fazem bem na escola, de maneira uniforme ou predominantemente uniforme, tenderão a fazer bem em testes de qi. A correlação, como não poderia ser diferente, não é de 100%, mas é significativa.

Qi não mede autodidatismo, mas é possível que possam se correlacionar positivamente, ainda que isso não signifique absolutamente nada.

Autodidatismo e educação (inimigos vorazes)

Por que a maioria das pessoas precisam ser convencidas de que estudar é uma coisa boa???

A escola é uma ”obrigação” que deve ser oferecida pelo estado. Mas será que deve ser?? A maioria das pessoas precisam ser convencidas por meio de lavagem cerebral, que ”ir para a escola para adquirir conhecimento, é extremamente importante”….

As motivações de boa parte da humanidade quanto à  aquisição individual de conhecimento, são predominantemente extrínsecas. Isto é, o conhecimento não é a finalidade, mas aquilo que pode oferecer como vantajoso para a vida social e econômica. Em outras palavras, para a maior parte da humanidade, aprender é meramente um meio para finalidades conceitualmente não-relacionadas com intelecto, como status social e riqueza material. Em nossas sociedades, ter dinheiro está relacionado com ”ser inteligente”. No entanto, isso não significa que exista qualquer causalidade orgânica entre os dois. Somos visualmente solapados pela aparência e desprezamos a essência.

Uma minoria de seres humanos, estuda pelo prazer de se adquirir conhecimento. Eles não buscam conseguir vantagens. A principal motivação do autodidata é aprender. A sua capacidade inata poderá lhe oferecer alguma grande vantagem. O que mais importa aqui é a motivação fundamental, que está ausente entre os zumbis primitivos UGAUGA, que compõe grande parte da humanidade.

Se você precisa ser motivado para aprender (independente de qual tipo de aprendizado, mas especialmente dentro da esfera intelectual), então reduza um pouco o seu ”orgulho cognitivo”.

Naquilo que somos melhores, tendemos a nos tornar melhores e muitas vezes, isso se dará porque gostamos de fazer.

Esta máxima vale para qualquer atividade humana.

Além da curiosidade, da criatividade, da grande percepção, uma outra característica universalmente presente em gênios, é justamente o autodidatismo. E neste caso, o termo se aplica especialmente à vontade intrínseca e natural para estudar, aprender, para usar os músculos do cérebro.

Tudo aquilo que fazemos com prazer, será feito com todo o nosso potencial.

Mesmo a existência de tutores, professores particulares ou qualquer outra presença de estimuladores,  não poderá ajudar a direcionar desde o início, o potencial dos seus pupilos, naquilo que são melhores. Mas nada implica que pupilos brilhantes possam ser extremamente influenciados por seus mestres.  O mais importante aqui é que a vontade para aprender seja interior, intrínseca e natural.

O sistema escolar parte de uma panaceia de princípios equivocados sobre a psicologia humana. A raiz filosófica do sistema educacional pode ser lido na bandeira tricolor da França revolucionária. Um dos erros grotescos baseados em generalização superficial da diversidade humana, comumente aplicada dentro das escolas, mundo afora, principiam por uma igualdade coletiva ou universal no subdesenvolvimento da criança, onde  a mesma deve ser estimulada para estudar, buscar conhecimento por conta própria.

Além da ideia lamarckista de mutação por esforço repetitivo (estudar para ”se tornar inteligente”), a escola também acredita que toda criança é um ser que está desprovido do ”vírus que provoca a busca espontânea por conhecimento”. É extremamente comum que os prodígios sejam ostracizados e criticados pelos professores, afinal de contas, a criança é um ser em formação e os professores, são os pais da coletividade infanto-juvenil e devem manejar, direcionar o seu público para as diretrizes do sistema. Os professores não podem aceitar que existam crianças com vontade intrínseca para buscar o conhecimento porque esta realidade nega completamente um dos dogmas da ideologia que é predominante nas escolas.

O autodidatismo não é apenas o resultado ou o produto, mas é também ou especialmente, a vontade intrínseca pelo auto melhoramento. É a vontade suprema que move almas em busca da luz da sabedoria, ou ao menos da inteligência.

O sistema escolar odeia autodidatas, porque precisa continuar a fingir que é útil para alguma coisa. Não é uma questão de arrogância afirmar isso. Os professores funcionariam melhor como ”amigos do conhecimento” para os verdadeiramente inteligentes, do que como ”autoridades ou atravessadores do saber”. Sem professor, sem comida. Sem professor, há fome. É o que a maioria parece pensar.

O conhecimento é um hobby para os verdadeiramente inteligentes, um mal necessário para a maioria dos tecnicamente inteligentes, um fardo para os estúpidos, é (também) como o ar que respiramos para sábios e gênios, uma arma de opressão para os idiotas úteis e inúteis….

O sistema escolar, assim como os testes psicométricos, desprezam o papel da personalidade na capacidade cognitiva. E mais do que apenas uma personalidade construída sobre ”interesses não-sociais”, o autodidatismo me parece ser o conceito mais essencial para a definição da verdadeira inteligência humana.

Eu vejo uma enorme quantidade de cadernos, livros didáticos, tempo, dedicação e emoção em cima de uma panaceia de mentiras ou equívocos, porque para a mente UGAUGA primitiva, de boa parte da humanidade (que carregam o homem das cavernas dentro de si, tal como o favelado carrega a favela, mesmo fora dela), o mais importante é aparentar.

Criatividade é a vontade (o conceito mais puro de criatividade), e a relação fundamental entre criatividade e personalidades extremas

A raiz etiológica mais profunda da criatividade é a vontade.

O conceito científico para criatividade parece muito difuso. Como resultado, existe a necessidade de simplificá-lo e centralizá-lo em sua raiz. Existem muitos tipos de criatividades, que podem se manifestar das mais diversas maneiras, nos mais diversos níveis. Não há como medir a criatividade da mesma maneira que se faz com a inteligência, ainda que correlações possam ser encontradas entre altas pontuações em testes especializados e capacidade criativa. Tal como no caso da inteligência, estas correlações dificilmente conseguirão mensurar com perfeição e abrangência aquilo que pretende fazer. No caso da criatividade humana, esta não-associação entre ”testes de criatividade” e criatividade será ainda mais significativa.

É arbitrário definir o que é novo e o que é velho, o que é criativo e o que não é criativo. A criatividade não se manifesta completamente separada das demais propriedades cognitivas humanas como a inteligência, a memória ou as emoções. E portanto não pode ser plenamente analisada desta maneira.

Existem 3 componentes fundamentais que definem a criatividade. São eles:

Vontade,

Novidade,

Manipulação.

A vontade é o componente-chave que define, não apenas a criatividade, mas qualquer traço cognitivo, visto que existe a real necessidade de externalização ou exibição exterior de habilidades para que possa ser contemplada, analisada, classificada e possivelmente utilizada pelo público.

”Uma pessoa inteligente que não demonstra a sua inteligência, é o mesmo que uma pessoa estúpida que demonstra a sua estupidez”.

No entanto, no caso da criatividade, a importância da vontade para se fazer algo, será consideravelmente maior do que para a inteligência, visto que enquanto que boa parte das sociedades humanas expressam a inteligência, por meio de atividades mecânico-repetitivas (memória de trabalho, tempo de reação…), a criatividade não pode ser expressada desta maneira e portanto, a vontade para ”produção criativa” tenderá a ser muito maior do que para a ”produção inteligente”.

A novidade é o segundo componente-chave que contribui ostensivamente para definir a criatividade. Portanto, é necessário que exista primeiramente a vontade para poder expressar a novidade. E a vontade precisa ser maior do que para a expressão exterior da inteligência, visto que a novidade apresenta riscos muito maiores de erro e rejeição do que a replicação do conhecimento anteriormente desenvolvido.

Pode-se dizer que a inteligência é o passado da criatividade, especialmente no que diz respeito à criatividade funcional (ao contrário da criatividade recreativa). Todo insight é contextualmente criativo, porque parte de pressupostos que não ainda foram pensados.

A manipulação é a técnica da criatividade. É a modificação da paisagem artística, intelectual, social ou científica, anterior ou pré estabelecida, visando em nova funcionalidade ou recreação reflexiva, como no caso das artes e do tipo de filosofia que não for diretamente aplicável à dinâmica social. É a manipulação das ”peças anteriores”, visando construir um novo quebra-cabeças.

Quase sempre, a produção, se relacionará com algo novo. Produzir algo, é quase que sinônimo para inovação. A replicação é o termo que melhor condiz em relação à sustentação mecânica da ”velha criatividade” ou ”inteligência”.

Conclusão

A criatividade é a vontade intrínseca (criatividade natural) ou extrínseca ( criatividade adaptativa) para produzir algo novo, por meio da manipulação do conhecimento ou das ”peças” que foram produzidas por ”criatividade fossilizada” ou ”inteligência”. (manifestação ambiental do conhecimento convergente humano)

A interação entre a criatividade e as personalidades extremas

As experiências e percepções das pessoas com ‘doenças mentais”, podem ser potencialmente mais ricas do que as experiências e percepções das pessoas sem as condições.

Nossas percepções derivam das interações entre nossas biologias e os ambientes em que vivemos. As pessoas que não estão em conflito consigo mesmas, tenderão a interagir de maneira menos intensa com o mundo e tenderão a questionar menos os eventos que sucedem.

A maioria das pessoas com personalidades extremas ou o espectro de predisposições psicopatológicas, tenderão a interagir de maneira negativa com o meio em que vivem, visto que suas percepções, desde a raiz do pensamento, se farão de maneira desorganizada. No entanto, quando esta perturbação é hereditariamente transmitida em frações ou quando está geneticamente combinada com elevada inteligência, é muito provável que sejam produzidos fenótipos de pessoas altamente criativas e de gênios.

A riqueza das interações entre o homem e o meio em que vive, será potencialmente maior para os portadores das personalidades extremas, tanto para a análise existencial (e científica) quanto para a criatividade.

Os excessos e aberrações delirantes que a mente extrema geralmente produz, serão potencialmente produtivos para o trabalho criativo. Estar próximo do inconsciente, é duvidar da realidade que lhe for apresentada.

Portanto, a correlação causal entre criatividade e psicopatologias, derivam não apenas ou especialmente da etiologia biológica potencialmente semelhante mas também de sua interação com o ambiente. No entanto, parece que eu estou afirmando que A INTERAÇÃO TEM UM PAPEL PREPONDERANTE PARA A CRIATIVIDADE. Isto não é verdade, visto que a interação é um produto de dois elementos que estão em atrito. Portanto, aquilo que é um produto, não pode ser a causa.

A causa da gripe não é a gripe, a gripe é um produto, o vírus da gripe é a causa.

Dar um sentido às interações e posterior riqueza de experiências

A maioria das pessoas gostam de falar que ”para entender alguma coisa, é necessário vivenciá-la”. Está parcialmente correto porque a maioria destas mesmas pessoas que regurgitam esta sabedoria popular, raramente aprendem com a experiência.

Também é muito comum que, a grande maioria não consiga dar um sentido rico para suas experiências ou interações.

E talvez, este seja um componente dinâmico fundamental que distingue o criativo (ou o profundo) do superficial (ou comum).

As interações das pessoas criativas e dos gênios (e potencialmente para as pessoas com predisposições psicopatológicas) tenderão a ser muito mais ricas, especialmente por causa da criatividade altamente desenvolvida e natural que encontra-se presente nestes tipos e portanto, a riqueza de interações não é o mesmo que riqueza de percepções.

A maioria das pessoas tem uma grande riqueza de interações, mas não conseguem produzir nenhum material que possa imortalizar ou petrificar estas interações (vida). Escritores, bailarinos, pintores, pensadores livres, cientistas, dentre outros, podem fazê-lo.

A matéria prima da criatividade são as percepções cotidianas. A maioria das pessoas estão hereditariamente anestesiadas em relação às suas interações com o meio em que vivem, enquanto que as pessoas criativas tenderão a vivenciar quase que organicamente as suas interações e como consequência, produzirão percepções potencialmente criativas, mediante a profundidade e verdade com que respondem e refletem sobre suas interações.

Se a criatividade é a vontade de expressar a novidade que foi capturada (novo pensamento ou proposta) ou que foi manipulada (ou seja, que foi anteriormente retido do conhecimento convergente, dominante e acumulado), então quanto maior for a riqueza de percepções, maiores serão a qualidade e a quantidade de ideias potencialmente criativas.

E esta riqueza de percepções pode ter sido retida de uma pobreza de interações. Isso explicaria o mundo altamente imaginativo de pessoas altamente criativas, que muitas vezes serão rejeitadas pelo meio social por causa de suas idiossincrasias comportamentais.

Você não precisa estar no meio de um furacão para desenvolver percepções ricas da realidade interativa.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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