Arquivo | outubro 2014

Ginástica e HBD parte 1

Foi durante as olimpíadas de Sydney 2000, na Austrália, que eu passei a me interessar por ginástica artística. Desde então, me tornei fã do esporte e atualmente acompanho com certa assiduidade os seus eventos esportivos.

Quase uma década depois do longínquo e saudoso ano 2000, eu comecei a adentrar no mundo HBD, por meio da demografia, política, psicologia e antropologia. Até muito recentemente, eu pensei na pouco usual possibilidade de estudar como o conhecimento HBD, em diferenças coletivas de inteligência, comportamento, personalidade e fisiologia entre as raças humanas, pode ser observado na ginástica artística.

Depois de um tempo ”cozinhando” a ideia, resolvi por agora iniciar este micro-projeto que não tem pretensões científicas mais sérias.

Escolas nacionais de ginástica artística, dicotomia genética e/ou ambiente?

As mais famosas e prestigiosas escolas nacionais de ginástica artística do mundo, ou seja, as escolas da Romênia, Rússia, EUA e China, apresentam diferenças marcantes em suas respectivas performances. E tudo leva a crer que pouco mudou desde quando os jogos olímpicos tinham a URSS como país participante. Eu tenho notado com certa clareza que cada escola nacional de ginástica artística (antigamente chamada de olímpica) apresentam pontos fortes e pontos fracos muito bem demarcados. Estas discrepâncias, também são notadas em todos os países que investem no esporte. De início eu vou me concentrar nas principais escolas.

As principais escolas europeias de ginástica artística feminina, ou seja, Rússia e Romênia, apresentam diferenças significativas entre si. As russas dão grande prioridade à combinação (esperada) entre expressividade artística em seus movimentos coreográficos e técnica apurada, com dificuldades relativamente balanceadas.

As romenas se destacam pela precisão e pela rapidez com que realizam as suas performances, especialmente na trave.

E é interessante pensar nas regras de pontuação deste esporte, visto que as romenas parecem compreender que quanto mais rápido for a performance na trave, maior será a nota. Será que poderíamos fazer uma breve analogia com testes cronometrados de qi?? 😉

É interessante observar que toda escola ocidental de ginástica artística, tenderá a apresentar uma grande variação de níveis de capacidade, onde muitas vezes, as melhores ginastas da competição, competirão junto com outras atletas ”muito menos capazes”, especialmente se esta comparação for realizada dentro da própria equipe.

A escola americana apresenta um perfil muito claro de padrão de funcionalidade, onde há grande capacidade técnica, combinada com grande déficit na expressividade artística (e emocional). Alguns especialistas do esporte até discutem se a ginástica americana, deveria ser considerada como ”artística”, se o que terminam por fazer durante as competições, seriam ”apenas” performances com altíssimo nível de acrobacias e exercícios.

A escola chinesa exibe semelhança com a americana, pelo fato de também apresentar déficit no componente artístico combinado com grande capacidade técnica. O que chama atenção nas chinesas é a precisão dos movimentos em suas performances e isto é especial durante o aparelho da trave. A escola chinesa também é perfeita para ser analisada quanto às suas características biológicas visto que é etnicamente homogênea.

No entanto, mesmo em equipes multiculturais como a americana, ainda é totalmente possível observar as características gerais da ginastas, mesmo a nível individual.

Trave e a perfeição chinesa

As chinesas tendem a ser perfeitas neste aparelho. O que é interessante também observar entre as asiáticas e mais especificamente entre as próprias chinesas, é que os níveis de capacidade entre elas estão quase sempre muito próximos e sugere uma analogia com o perfil psicológico e cognitivo asiático, muito mais homogêneo em sua variação do que se comparado ao ocidental.

Qi espacial mais alto pode nos ajudar a explicar porque cada performance de uma ginasta chinesa, beira à completa perfeição e cumpre com o mais primordial dos requisitos deste aparelho que é o mínimo de desequilíbrio possível. O fato de tenderem a ser de menor estatura e peso que as demais ginastas, também pode balançar favoravelmente para que façam excelentes exibições em cima da trave. Outro ponto favorável às orientais é pelo fato de tenderem a amadurecer mais lentamente, preservando com maior naturalidade biológica as características corporais infantis, condição perfeita para este esporte. Portanto, é totalmente explicável o suposto escândalo que ameaçou a integridade dos jogos olímpicos de Pequim em 2008, em que a equipe chinesa foi acusada de falsificar as carteiras de identidade de suas atletas.

Em termos de criatividade, que é um preço alto para se pagar neste esporte, nós vemos níveis relativamente parecidos entre as escolas asiáticas e ocidentais.

Médias de qi mais altos mas também, maior capacidade de memorização pragmática ou artificial, podem explicar o porquê da maioria das atletas chinesas estarem sempre exibindo performances de alto nível de complexidade. Também é notório observar que elas tendem a fazer séries mais parecidas.

Vários fatores ambientais podem nos ajudar a entender a excelência chinesa tal como a homogeneidade étnica da equipe e a grande pressão seletiva das autoridades esportivas chinesas para selecionar as melhores do país. No entanto, não bastam para explicar a excepcional capacidade chinesa para se equilibrar em cima de uma trave de 10 centímetros de largura.

Eu li por alto que a capacidade de ficar de cócoras é muito menos comum em europeus e seus descendentes do que em relação a outros povos. Em um aparelho como a trave de equilíbrio, esta habilidade aparentemente irrelevante pode fazer muita diferença. E se além disso, ainda tiver alto qi espacial, corpo pequeno, magro e bem equilibrado…

As chinesas também costumam ser excepcionais nas barras assimétricas e as razões fisiológicas e cognitivas citadas para explicar o talento delas na trave, também são perfeitamente cabíveis neste caso. Ginastas com corpos pequenos e magros são melhores para realizar exercícios da barra baixa para a barra alta e vice-versa.

No aparelho mais artístico da ginástica, ou seja, o solo, as chinesas fazem a sua menos badalada exibição, com pouca expressividade artística/emotiva e continuação habitual da ênfase na perfeição técnica, mas surpreendentemente que não é muito impressionante como nos dois aparelhos anteriormente comentados.

Eu acredito que as equipes de ginástica artística vão durante as suas respectivas evoluções, dando maior ênfase para os seus pontos fortes e desenvolvendo certo desleixo aos aparelhos que não se encaixam bem com as características fisiológicas de suas atletas.

É evidente que altura, qi espacial dentre outras características biológicas, apresentam graus de hereditariedade genética. A maioria da população chinesa apresenta baixa estatura se comparada com a média de altura dos povos ocidentais. Os chineses são em média mais inteligentes, independente de qualquer comparação. São inteligentes para si mesmos na promoção de uma sociedade com baixa violência inter-humana, capacidade para construir cidades modernas, seguir leis, etc…

A personalidade em esportes individuais também apresenta uma grande influência nas performances onde aqueles que são mais emocionalmente reativos, tenderão a cometer mais erros em momentos decisivos do que aqueles que são mais emocionalmente frios.

A ginasta americana Alicia Sacramone, de descendência italiana, foi a grande responsável pela derrota de sua equipe na competição por equipes durante as Olimpíadas de Pequim em 2008. O sangue quente italiano pode ter pesado negativamente nestas horas.

No próximo texto da série, eu vou comentar justamente sobre a equipe americana…

Mattoide, o lunático

Às de morte, louco consorte

É ao mattoide, o lunático

De mente brilhante, vívida e esvoaçante

não vê fronteira entre o ser e você

Que brinca de normal, enlouquece o gado

que vive de rapto, sua alma em tuas mãos quentes

À massa de modelar, faz um novo mundo

à tua altura de moribundo, mexe pés e abre céus profundos

só para te ganhar

Alimenta de alma, de animais sem consciência, da peste, da degeneração

Engana a todos, eis seu estômago, o que lhe é o mais forte

A besta de terno, a puta de vestido branco e pueril

o intelectual de mentiras, o breve criativo, o que te cozinha

te ferve, sem perceber

Teu oposto é teu irmão, ao mal vem o bom

Teu gêmeo, teu adorno e tua consolação
O amor ao gênio, e o odeia então

Destrói o que foi construído, vive de aguerrido,

vive de truque, é o vampiro que detesta a luz da sabedoria

Mattoide, o lunático,
a persistência do quadrado psicopático,

a criança de birra  e de loucura

até quando, meu Deus
estes atrasos continuarão com seus sacrilégios,
destruir-nos porque vivem de tédio,
aos egos contorcidos, eis eles então…

Por que o solucionador de problemas ou ”savant” social é tão importante para a harmonia das sociedades??

O soldado sentinela é aquele que pode captar perigos mais rapidamente do que as outras pessoas.

A harmonia da sociedade humana só poderá se fazer plena a partir do momento em que for rejeitado o modelo habitual de sociedade ”civilizada”, baseada na estrutura hierárquica piramidal. O problema não é a existência de uma hierarquia, mas a maneira e os critérios que são usados para construí-la e para mantê-la. Hierarquias sempre vão existir.

Em uma sociedade onde houver a rejeição do modelo educacional tradicional, baseado na supressão da neurodiversidade, da negação da super especialização cognitiva dos seres humanos e consequente ”uni-versi-dade” hierárquica, com a eliminação de variedade de mentes no topo da hierarquia, caminhará possivelmente para compreender os pontos mais fundamentais de discórdia e de desigualdade objetiva e injusta que acomete grande parte das coletividades humanas.

Em uma sociedade com castas cognitivas demarcadas, semelhante à indiana, mas sem os seus  excessos de desigualdade, as pessoas desde à infância, serão observadas e selecionadas mediante as suas características mentais, para exercer determinada profissão.

E uma sociedade consciente, precisa de seres extremamente autoconscientes para que possa evoluir com firmeza e clareza.

Dentre as castas cognitivas mais importantes, nós temos a dos solucionadores de problemas.

O próprio nome da casta dispensaria mais explicações conceituais, mas sempre necessitarei mostrar-lhes resumidamente a importância deste grupo, por meio de sua conceituação mais simples e didática possível.

Os solucionadores de problemas são aqueles que estão dotados de grande à imensa perspicácia, derivada de suas mentes holísticas e são capazes de capturar a essência de conceitos, ideias e obviamente de problemas.

Seus pontos fortes se encaixam exatamente com a ideia do soldado sentinela ou do guarda do castelo, tal como aqueles que vigiavam inimigos à espreita, durante o período medieval.

Em uma sociedade onde este grupo estiver satisfatoriamente selecionado e posicionado em suas funções especializadas (acreditando-se que se constituirá em uma sociedade de castas cognitivas), eu não tenho dúvidas que, será marcada por constantes e cirúrgicas intervenções quanto à sua dinâmica coletiva-evolutiva. Basicamente, se uma sociedade escolher inconscientemente o caminho errado que a levará para auto-aniquilação, os solucionadores de problemas arrumarão os trilhos e lhe tirarão deste caminho.

Podemos tomar decisões erradas de grande impacto em nossas vidas, mas minúsculas intervenções podem nos fazer voltar ao caminho certo.

O guarda do castelo ou o soldado-sentinela podem capturar com maior rapidez, acontecimentos, situações, padrões negativos, de impacto relevante para a sustentabilidade social harmônica. É claro que eu estou usando uma metáfora sem nenhum contexto histórico, porque sei que os sentinelas medievais não eram conhecidos pelo grande intelecto.

A intuição do solucionador de problemas é justamente o fator cognitivo que aumenta exponencialmente a sua capacidade de prever situações positivas ou não. A intuição funcionaria justamente como o sentinela, mas sem a necessidade física de localização adequada para visualizar possíveis embustes ou ameaças.

A visão holística ou visão aguçada deste grupo pode ter grande impacto nas decisões das sociedades visto que para mentes sábias e práticas, não há razão para gastar energia com possibilidades de natureza subjetiva ou que não estão objetivamente esclarecidas enquanto diplomaticamente vantajosas.

Quando o embuste da educação for finalmente reavaliado por pessoas verdadeiramente inteligentes como uma supressora da diversificação necessária de tipos de mentes em posições de macro influência social, econômica, cultural e administrativa e a sociedade baseada em castas cognitivas, principiando pelo modelo conceitual de felicidade descrito por Aristóteles, então nós poderemos deixar de cometer sandices sem cabimento como as que estamos cometendo agora com a auto-destruição planeada do Ocidente. Não há a necessidade de todo este panaceia de situações onde direcionamos nossas energias para sustentar a desarmonia.

Alto e baixo testosterona para perfis cognitivos de elevada inteligência técnica

Toda população apresenta diversidade interna. Toda e qualquer população foi abstratamente construída a partir de critérios parciais a predominantemente ”arbitrários”. É o mundo da hiperrealidade que as pessoas praticam inconscientemente.

Os estudos sobre a correlação entre testosterona, o hormônio sexual predominantemente masculino, e a inteligência (qi), tem encontrado resultados conflitivos entre si. Por um lado, o testosterona é acusado de ser um inibidor da capacidade cognitiva. Por outro lado, tem sido retratado como um fator importante para a superdotação humana.

É necessário entender como este hormônio se distribui ao longo de nossas vidas, especialmente dos homens.

O estudo que relaciona o hormônio testosterona com elevada inteligência técnica ou qi, que eu postei logo acima, não quis indicar que,” os mais ”inteligentes” tem maiores níveis de testosterona’‘. Se chegou a esta conclusão é porque está vendo isso errado. O estudo mostrou que uma exposição maior ao hormônio durante a gravidez, pode ter como resultado a superdotação. É interessante observar que em alguns estudos, aqueles com médias de qi acima de 130, apresentaram menores níveis de testosterona do que aqueles com qi mediano (assim como também os de muito baixo qi).

Não são os níveis do hormônio que aumentam a inteligência, é a exposição a ele durante o período uterino ou seja, de gestação, que provoca alterações na morfologia cerebral. Estas alterações são reconhecidas como marcadores biológicos para a superdotação, onde o hormônio masculino tem o papel de inibir o desenvolvimento ”normal” do hemisfério esquerdo do cérebro, produzindo simetria entre os dois, assim como outras configurações incomuns e potencialmente vantajosas em termos cognitivos.

Entendendo o básico de médias estatísticas para a breve introdução da diversidade interna das populações e a hipótese das ”cordilheiras de sino”

Se é verdade que a casta cognitiva quantitativa de qi > 130 especialmente em relação aos homens, tende a apresentar baixas taxas de testosterona, isso não significa que todos aqueles do sexo masculino ”com” qi maior que 130 (linha termaniana) terá baixo testosterona. É uma média. É evidente que existem vários tipos de médias. Nós temos aquelas que são amplas, aquelas que são de pequena variação e temos um espectro de médias que se localizarão entre os extremos.

Um dos efeitos mais comuns do testosterona é o aumento da capacidade muscular. O estereótipo mais comum dos homens mais inteligentes é justamente a de que possuem corpos não muito atléticos. Uma provável explicação para este fenômeno se dá justamente porque o cérebro, sendo ele também um músculo sedento por energia, equilibra desfavoravelmente contra o potencial de aumento muscular em outras partes do corpo.

No entanto, o hormônio parece influenciar, assim como também os andrógenos, no aparecimento de características sexuais secundárias como pelos pelo corpo, que também se correlaciona com alto qi.

Voltando à minha hipótese da ”cordilheira de sino” (uma nova reconceituação sarcástica da famosa ‘curva de sino’), em uma população onde o critério central de similaridade será as pontuações acima da linha termaniana de qi, ou seja, de 130 +, nós teremos indubitavelmente uma variação de características e variação deseja indicar diversidade. É claro que apesar da diversidade, existirão correlações mais comuns do que outras dentro desta população.

Portanto, apesar da plausibilidade lógica da relação entre baixo testosterona e alta inteligência, não existe apenas um tipo de ”inteligente” e percebam que eu estou desprezando a real diversidade das castas cognitivas humanas pela arbitrariedade do determinismo do qi. No entanto, não houve esta necessidade visto que serviu como complemento para explicar o básico das médias estatísticas.

Em conclusão, o  papel do testosterona na maior inteligência é mais provável que se dê principalmente por meio da supressão do crescimento habitual do lado esquerdo do cérebro, produzindo nova morfologia com maior acesso aos tesouros bem como também aos demônios do lado direito.

Fator g integrado à personalidade e ao caráter buscando pela perfeição comportamental humana

O fator g é a partícula geral que (supostamente) será encontrada em todos os aspectos cognitivos ou seja, da inteligência. Acredita-se que certos testes de inteligência sejam mais capazes de ”encontrar o fator g” tais como as Matrizes de Raven. (Não é aquela moça de um seriado afro-descendente mais perto de você, 😉 )

Geralmente, atribui-se a estes testes mais carregados de fator g, como aqueles que são mais preditivos de capturar a essência da inteligência humana. No entanto, mais uma vez, nós não somos robôs.

Robôs humanoides do futuro estão sendo prometidos pela robótica para serem extremamente ”inteligentes”. No entanto, sem uma personalidade, não serão mais integralmente inteligentes do que um ser humano médio. Existem algumas pessoas que sugerem que a possível substituição da humanidade orgânica (tradicional) por robôs será um marco da evolução humana, transformando a própria humanidade em um artigo obsoleto.

No entanto, o fato de ”estarmos” bem longe de sermos perfeitos, não significa que não poderemos encontrar seres humanos que se aproximarão da perfeição e que portanto, poderão competir em pé de igualdade com a inteligência mecânica, de computador, dos futuros humanoides.

A personalidade também funciona como intermediadora e moduladora de nossas respostas (limitadas por nossas predisposições ou limites adaptativos) às constantes interações e portanto, existe a real necessidade da união entre a mesma e a inteligência.

O fator g:

não pode ser limitado apenas à ”inteligência”, visto que a capacidade cognitiva humana se relaciona visceralmente com as demais capacidades mentais (psicológicas, comportamentais);

não pode ser medido apenas por testes de inteligência mais apropriados.

Respostas certas para situações certas

A perfeição comportamental humana não é exatamente aquela que rotineiramente reconhecemos pela mídia vulgar, como o funcionário do mês, ainda que não possa negar que mediante algumas perspectivas isto também se constitua em perfeição. Mas a perfeição deste tipo, esconde algo menos belo e digno de admiração, é a conformidade à autoridade, que o ”funcionário do mês” de uma empresa hipotética será o melhor a fazer.

Portanto, o inteligente integralizado, será aquele que é ”portador” de um equilibrado e conjuntamente elevado fator g, tanto para personalidade quanto para inteligência.

O caráter é a combinação harmoniosa entre inteligência e personalidade.

Alguém que é capaz de interagir corretamente com as outras pessoas, em partes, será alguém que poderá ser dotado de grande caráter.

No entanto, muitas das pessoas mais inteligentes, tenderão a ser inconformistas e antes de buscarem à interação social plena, tentarão alertar aos demais quanto às forças opressoras a que sempre estiveram sujeitos.

Autoconhecimento e fator g cognitivo

O fator g ou a partícula cognitiva geral que está presente em todas as nuances da inteligência humana, ao menos na minha opinião, parece reverberar na capacidade de autoconhecimento, que eu tenho falado muito aqui no blogue.

A partir do momento em que nos reconhecemos, também reconhecemos nossas forças e nossas fraquezas e a partir desta auto-análise, podemos fazer as melhores escolhas com relação a tudo aquilo que influencia nossa capacidade de obter sucesso assim como também para interagirmos o melhor possível com os outros.

Aquele que insiste no erro, mesmo quando já foi provado muitas vezes a incapacidade de evolução de tal afirmativa hipotética, muito provavelmente será dotado de uma menor capacidade de autoconhecimento, especificamente quando este erro se relacionar com o próprio indivíduo.

O autoconhecimento, ao menos nos seus níveis mais primitivos e portanto mais instintos, nos ajudou a fazer as melhores escolhas em diferentes regiões climáticas para a adaptação. Ainda que muitos genocídios perpetrados pelas circunstâncias tenham ceifado a vida de milhões de humanos, aprendemos com nossos erros e se tivéssemos aprendido antes, poderíamos ter evitado a habitual carnificina que se consiste o hábito de viver.

Portanto, a inteligência integralizada à personalidade, pode produzir todos os tipos objetivamente virtuosos da espécie humana, visto que condensará todos os atributos que constituem a mente humana e não apenas a sua capacidade cognitiva técnico-utilitária.

Ao mudarmos nosso enfoque seguindo esta linha de raciocínio, estaremos de fato buscando pelo primor da humanidade, àquele que é por si mesmo o próprio ápice da evolução humana.

A melhoria da qualidade de vida sob todas as suas perspectivas se fará quando estas pessoas forem reconhecidas como fenótipos comportamentais reais e sua posterior seleção. E mais do que nunca, ao buscarmos por empáticos, honestos, não-conformistas e criativos, não cometeremos os mesmos erros que ceifaram com a alma criativa em muitas civilizações antigas como a chinesa.

A máscara do animal

Descasca-te, até encontrar a si mesmo

De gente a replicante,

De prédios que varam o céu de penumbra, da brancura de sua pele cinza

Da fumaça de seu cigarro inodoro

De sua vã filosofia,

por confundir reta com curva,

por ser estrábico e acreditar na superfície

por negar a essência, aquele que em nós existe

E resiste sem fim,

esperando que as máscaras da sanidade caiam

que todo o concreto anti-natural vire pó,

que todo macaco bípede fique só,
sem suas alucinações megalomaníacas,

deixaste de lado sua arrogância,

buscaste a verdadeira simplicidade

Da roupa aos sapatos da moda,

dos livros à tecnologia moderna,

de tudo aquilo que o faz se sentir superior

Enquanto a loira esquelética vê gordura em seu corpo,
você vê em si um filho de Deus que tudo pode

Sacode a tua própria percepção e acordaste para a realidade,

é menos de 10% daquilo que se vangloria

Tire sua máscara estúpido
e mostre a si mesmo, o animal que tu és

O ”gênio são” de Lombroso (e o meu modelo hipotético do ”gênio alto qi”), capturado em um estudo relativamente recente sobre superdotação

Crianças excepcionalmente talentosas

Dr. Karen Rogers 


Professora Associada de Estudos de talentosos


University of St. Thomas em St. Paul, Minnesota 

Dr. Karen Rogers, um pesquisador de renome internacional, analisaram dados do Centro de Desenvolvimento Gifted em 1994-1995, durante uma bolsa de pós-doutorado. A análise consistiu de dados sobre 241 crianças entre 2 ½ e 12 anos e meio de idade, com QI variando 160-237 + na Escala de Inteligência Stanford-Binet (LM Form). Aqui estão algumas das conclusões desse estudo: 


Razões para a Avaliação

A principal razão pais pediram o teste (82%) foi a obtenção de ajuda com decisões de colocação de ensino.

Diferenças de Gênero

    Não houve diferença na média de QI para meninos e meninas. 

Questões Parto

    As mães tendem a ser mais velhos do que a norma. A média de idade no momento do nascimento da criança foi de 30,8. 

 44% das mães relatam problemas durante o parto.

Padrões de sono

50% dos pais relatam que a criança precisava de menos sono do que outros.

60% são ” pessoas do dia” (mais meninos do que meninas), 17,5% são ”pessoas da noite” (mais meninas do que meninos) e 22,5% dos pais escreveu em “ambos” em resposta à pergunta!

Desenvolvimento na Infância e primeira infância

94% eram muito alerta quando crianças.

94% tiveram um tempo de atenção desde que um bebê ou criança.

91% apresentaram desenvolvimento precoce da linguagem.

60% apresentaram desenvolvimento de habilidades motoras cedo.

  48,9% eram ambidestros em algum período de seu desenvolvimento. 

37% tinham amigos imaginários.

Desenvolvimento da Linguagem

A idade média em que estas crianças falou sua primeira palavra foi de 9 meses.

A média de idade em que a visão crianças a ler um leitor de fácil era antes quatro.

Questões médicas

85% das crianças tiveram infecções de ouvido.

 52% têm alta tolerância a dor.

44% tem alergias e 9,6% têm asma. 

A alergia mais significativa foi mencionado ao leite (35% das crianças alérgicas). 

O mais elevado seguinte alergia mencionado foi árvores (8,2%).

A maioria das características predominantes de Superdotação

99,4% aprender rapidamente

99,4% têm vocabulário extenso

99,3% têm excelente memória

99,3% motivo bem

97,9% são curiosos

96,1% estão maduros para sua idade, por vezes

95,9% têm um excelente senso de humor

93,8% têm um grande senso de observação

93,5% têm compaixão pelos outros

93,4% têm uma imaginação vívida

93,4% têm uma atenção muito tempo

92,9% têm habilidade com números

90,3% estão preocupados com justiça e equidade

89,4% têm a facilidade com puzzles e legos

88,4% têm um alto nível de energia

88,3% são perfeccionistas

85,9% são perseverantes em suas áreas de interesse

84,1% autoridade pergunta

80,3% são leitores ávidos

Descrições

90% foram descritas pelos pais como “sensíveis”.

83% gostam de se concentrar em uma atividade de cada vez.

Relatório de 79% de alta energia ou níveis de atividade.

44% são sensíveis a marcas de roupas e outras sensações táteis.

Auto conceito

Em testes de auto conceito, essas crianças são significativamente mais confiantes em suas habilidades acadêmicas que em sua aceitação social.

Fonte: http://www.gifteddevelopment.com/highly-and-profoundly-gifted/profoundly-gifted

A hipótese dos fatores ambientais (de novo) como interação gene-gene, gene-ambiente

A imagem acima mostra o resultado de um estudo que foi realizado na República Tcheca e onde foi encontrado diferenças marcantes entre o ”rosto médio dos mais inteligentes” (mediante baterias de testes de qi) e o ”rosto médio dos menos inteligentes”.

É evidente que estamos a falar de médias estatísticas e portanto, nem todo inteligente apresentará o tipo de rosto mais comum em seu grupo que foi encontrado na pesquisa tcheca.

No entanto, existem explicações para esta tendência humana universal de avaliar pela aparência.

A primeira delas é a saúde.

Por que a pessoas adoram as celebridades???

Primeiro, porque geralmente elas tendem a ser mais atraentes (ou aparentemente mais atraentes) que as ”pessoas comuns”. A beleza física enfeitiça boa parte dos pares de olhos humanos. Isto é um fato muito fácil de ser constatado. Adoramos ver a beleza porque nutrimos muitos sentimentos inconscientes em relação a este fenótipo como

harmonia

Deus (percebam a hipótese do design inteligente)

saúde

bom caráter

status (as pessoas comuns tendem a ver valor naqueles que estão em maiores níveis de status social, mesmo que tudo leve a crer que injustiças objetivamente não-meritocráticas estejam sendo cometidas)

A mente de boa parte da humanidade pensa (ainda que de maneira primitiva) na beleza como o ideal a ser incorporado, a ser sempre buscado, porque traz grandes recompensas de satisfação para a nossa química cerebral.

É  muito provável que tenhamos percepções parecidas em relação à inteligência que o estudo tcheco parece ter comprovado.

Rosto mais longos, olhos grandes e queixo fraco nos passam uma ideia diferente em relação ao seu exato oposto.

Quando olhamos e comparamos as faces acima, chegamos à conclusão de que o ”rosto inteligente” nos dá uma ideia de serenidade ao passo que o ”rosto menos inteligente” nos dá uma ideia masculina, previamente primitiva, de alguém que é facilmente irritável.

Se somos espécies sociais, então as pessoas consideram que aquele que sabe lidar melhor com os outros, será mais inteligente do que aquele que é menos eficaz na mesma tarefa. E alguém que tem um rosto naturalmente masculino, transbordando testosterona e que olha desafiador, será imediatamente reconhecido como menos inteligente.

A maneira  como vemos e julgamos as pessoas com base em aparência, que muitos denominam como pré-conceito, determinará boa parte de nossas interações.

Quanto mais interações tivermos, mais rápida serão as nossas avaliações. Enxugamos nosso esforço em conhecer mais profundamente as pessoas, quando aumenta a quantidade de interações interpessoais que estamos participando.

Os fatores ambientais tem sido erroneamente determinados como substitutos das predisposições genéticas. Para o resultado de um comportamento qualquer, os ”deterministas ambientais”  tem renegado qualquer influência genética.

Mas isso é negar a própria independência limitada do ser humano como um agente autoconsciente e apto para responder às suas interações com o ambiente por meio de suas predisposições genéticas ou ”armas”.

Hipótese de fatores ambientais como interação gene-gene

Quando você está andando na rua e vê um ”jovem” seguindo em sua direção e ele é

mais alto que você

mais forte que você

mais malemolente no andar do que você

olha quase sempre para frente

… a sua tendência natural será de ficar mais estressado, mais temeroso, porque o seu cérebro irá reconhecê-lo como uma possível ameaça, um risco de vida. Sim, isso é preconceito, sim, isso é necessário. É o mesmo que se encontrássemos um urso no meio da floresta. Predadores também existem dentro das variações espectrais humanas e é muito importante reconhecê-los, especialmente se você for uma pessoa pacífica.

O fator ambiental é a interação do homem com o seu meio, natural ou antropomorfizado. E esta interação  também se dá (especialmente) entre humanos. O fator ambiental é o elemento de interação, a combinação entre as características gerais de indivíduos e suas posteriores sobreposições durante a ação e a reação de um em relação ao outro. O fator ambiental também pode ter outros elementos, não-humanos, como agentes influentes.

O exemplo acima que eu citei, é uma maneira para mostrar como funcionaria a minha hipótese conceitual dos fatores ambientais. E neste caso, a interação foi indireta e sem impacto.

No entanto, ainda somos animais e nossas percepções continuam a estarem sujeitas a tipos de avaliação que se relacionam com

competição

risco de morte

procriação

Portanto, as características físicas das pessoas podem ter um impacto nestes tipos de interações, indiretamente direta (houve a interação direta de aproximação, mas sem o aprofundamento da interação, no caso do exemplo que utilizei e portanto se consiste de abordagem indireta) e sem impacto, assim como também em tipos de interações de longo prazo e diretas.

Os fatores ambientais não se limitariam apenas a este tipo de percepção, visto que se estendem para todas as particularidades biológicas das espécies. Portanto, fatores ambientais não são um bioproduto social inerentemente presente apenas nas sociedades humanas. A diferença entre o impacto ambiental natural entre os humanos e o impacto ambiental natural em outras espécies, é a de que entre os humanos, desde que o ambiente começou a ser antropocenicamente modificado, o impacto do meio natural sobre a biologia humana, foi consistentemente reduzido.

No mais, como breve conclusão deste texto, ao contrário daquilo que ”deterministas genéticos” e ”ambientais” pensam, os fatores ambientais são a interação entre genes e ”ambientes” e quando nos referimos a ambientes antropomorfizados, a interação será principalmente entre genes e genes, ou seja, mediante a perspectiva do indivíduo, as suas predisposições genéticas e probabilidades posteriormente limitadas de respostas a estas interações, se relacionarão com as predisposições de outras pessoas, de maneira direta ou indireta, de impacto e sem impacto, de longo prazo a de curto prazo.

Desde a nossa aparência facial, nossa estrutura corpórea, até nossa inteligência (nossos perfis cognitivos) e nossas culturas neurológicas, todos estes agentes funcionarão como ”exércitos de interação”.

E uma muito provável explicação para a manutenção da desigualdade social nas sociedades humanas se dá justamente por causa de fatores ambientais de longo prazo e hierarquicamente influentes, baseados nas falsas premissas teóricas de inteligência que são secularmente entoadas pelas ”entidades estatais e particulares de educação”.

A causa mais fundamental da desigualdade humana e tudo aquilo que se relaciona  como inveja, aumento da criminalidade (extrapolação de predisposições genéticas a grupos de condicionamento reativo de curto prazo, o criminoso que prefere roubar aquele que produto que está desejando de imediato ao invés de trabalhar para ter dinheiro para comprá-lo) e competição desigual, é justamente a negação do conceito aristoteliano de felicidade, a ideia de ser e viver a natureza biológica e quando somos prensados para obedecer a critérios técnico-utilitários unilaterais, desprezando nossas reais predisposições cognitivas e psicológicas, é inevitável que não ocorra o desequilíbrio de realizações existenciais  bem como da formação de uma sociedade piramidal, desigual por natureza e por morfologia sócio-abstrata.

Pessoas realmente inteligentes não fazem e não pensam em coisas objetivamente estúpidas

Vivemos no mundo das aparências e não da essência.

Hoje em dia, mais do que nunca, afinal, temos a tecnologia ”a nosso favor”, utilizamos de métodos indiretos publicamente visíveis para tentar capturar a inteligência. É aí onde a essência é completamente solapada pela aparência.

Testes de qi não medem o conceito da inteligência, até porque talvez seja pouco provável que possa ser possível fazê-lo, matematicamente falando (de maneira extremamente perfeita).

Qualquer teste de múltipla escolha que avalie capacidade cognitiva, não estará avaliando a inteligência em toda a sua forma e conteúdo.

O que estes testes medem é a superficialidade, ou seja, a aparência da inteligência mediante uma perspectiva confuciana e burocrática.

A inteligência não é apenas a apreensão do conhecimento e sua replicação. Isto é apenas capacidade de memorização, um dos atributos técnicos-utilitários da inteligência.

Eu já disse várias aqui que nós precisamos dos mantenedores técnicos para sustentar a sociedade, não em sua base, mas em suas vertentes mais altas.

Mas isso não significa que eles serão bem sucedidos em todas as funções que são requeridas para manter a sociedade e especialmente, para inová-la.

Gestão e a necessidade de savant sociais holísticos

Se eliminarmos a ideia de ”igualdade de condições”, começando pela negação parcial, cirúrgica e objetiva da ênfase nos métodos tradicionais e velhos de ”meritocracia” como educação, testes indiretos de capacidade cognitiva e qi e principiarmos pela ideia muito lógica de castas cognitivas, então poderemos de fato acabar com todos os mecanismos que provocam conflitos e injustiças nas sociedades humanas. Transformando o conceito aristoteliano de felicidade em realidade prática e objetiva.

Aqueles que são bons em memorizar uma quantidade importante ou funcional de informações, sem ser provido de imensa paixão por aquilo que estão intelectualmente manuseando, muito provavelmente e nós temos constatado esta realidade de maneira visceral, não serão capazes de pensar holisticamente, isto é, pensar na imagem maior, capturando todas as vertentes de situações, assuntos ou paradigmas. Aquele que é capaz de cumprir com todos estes requisitos dinâmico-cognitivos será o verdadeiro Sherlock Holmes ou eu poderia ser atrevido ( eu sempre sou) e sugerir uma SÍNDROME DE SHERLOCK HOLMES, já que a moda ”agora” é patologizar qualquer diferença.

Portanto, os memorizadores superficiais, dos quais se consiste em uma boa parte dos mantenedores técnicos, não serão realmente bons enquanto gestores da sociedade, isto é, aquele que funciona como um árbitro quanto a toda dinâmica que pulsa dentro do ventre da socialização humana.

Os solucionadores de problemas que quase sempre serão de pensadores holísticos, são perfeitos para este cargo, super importante para o bom e sadio funcionamento da sociedade.

Pessoas inteligentes não fazem e não pensam em coisas objetivamente estúpidas e o paradoxo HBD

Eu tenho a impressão de que a comunidade Hbd não parece muito confortável para relatar a elevada inteligência (qi) da metade da população esquerdista, ou seja, dos seus maiores algozes.

Como pode ser possível que pessoas inteligentes façam e pensem em coisas estúpidas?????

O conceito mais universal da inteligência é aquele que se baseia na capacidade de solucionar problemas. Vocês devem estar inconscientes desta realidade que eu vou lhes contar, mas a todo momento ( e neste exato momento), nós estamos solucionando problemas.

Morrer é muito fácil, basta estar vivo. Como resultado, necessitamos solucionar nano, micro e macro problemas para sobreviver, a toda hora, a todo minuto. Engana-se o darwinista conservador hbd dos dias modernos que diz que o maior imperativo da existência é a reprodução. O maior imperativo da existência é a sobrevivência.

Organismos unicelulares replicam a si mesmos a ponto que podemos dizer que a reprodução sexuada não é uma realidade universal e muito menos a principal razão de existir.

Voltando ao paradoxo Hbd. Aqueles com as maiores pontuações de qi tenderão a ser consideravelmente mais propensos a votar em partidos da esquerda política bem como se engajarem em agendas da mesma ideologia. Como resultado, nós temos aqueles que muitos da comunidade Hbd denominam como estúpidos, pontuando muito alto em seus queridos testes de ”inteligência”. Os replicadores ou memorizadores superficiais podem ter cabeças extremamente dogmáticas e isto está bem longe de ser sábio.

Muitos Hbd’s chamam aqueles que negam a realidade das diferenças cognitivas entre as raças humanas como tolos, mas mediante as suas próprias suposições do que é a inteligência, os mais altos qis que tendem a negar esta realidade seriam então de estúpidos também. Portanto, de acordo com as perspectivas amplamente aceitas da comunidade Hbd, os mais inteligentes são mais estúpidos. São mais inteligentes, única e especialmente, porque pontuam muito alto em testes de qi, mas são estúpidos porque fazem coisas estúpidas como negar a realidade. Engraçado não acham?? O mais difícil (pescar a intenção dos criadores de testes de qi em suas questões subjetivas de qual é a resposta mais inteligente) eles fazem. Agora, entender a realidade a que estão a toda hora interagindo, eles não fazem. Muito esperto!!!!

Como eu tenho sugerido aqui, o conceito mais puro da inteligência humana é a sabedoria. Sabedoria se relaciona consideravelmente com a categoria cognitiva de solucionadores de problemas ou pensadores holísticos, ainda que possamos encontrar fenótipos individuais não agrupados, como os sábios que não são solucionadores de problemas (talvez seriam os falsos sábios).

E volto a dizer que, não adianta ”ter” um qi 200 e não entender como funciona cada pedaço da realidade local (e global) a que está submetido e a que está interagindo.

Por isso, ser dotado de grande capacidade holística de apreensão do conhecimento ou ”conhecimentos gerais”, pode ser um bom indicador daquele que é realmente (universalmente) inteligente e não apenas um robô eficiente e estúpido.

O que vemos a cada ano eleitoral, seja no Brasil, na Suécia (mesmo no inferno feminista chamado Suécia), nos EUA ou em qualquer outro lugar, são a tribo de ”inteligentes”, completamente estúpida na hora de votar (com sabedoria) no melhor candidato. Existem muitas variáveis que podem nos ajudar a explicar o porquê desta situação embaraçosa. Mas, uma certeza que eu posso afirmar é a de que estes ”inteligentes” a partir do momento que colocam suas vidas em risco, estão negando a mais primordial de todas as capacidades cognitivas da espécie humana e da própria existência, a capacidade de sobrevivência.

Eu até pensei na ideia de que eles sejam menos psicopáticos do que a média e isto possa influir em suas incapacidades para denotar falsas intenções dos seus candidatos ”socialistas”, mas ter ”traços psicopáticos” (que todos os seres humanos tem aliás, inclusive eles) não significa ”ser um psicopata”, só significa ter um pouco de instinto e pelo que eu acredito que seja também uma característica daqueles que podem entender a realidade, a busca pela harmonia, pela beleza.(neste caso, sob todos os seus aspectos contextuais).

As pessoas verdadeiramente inteligentes neste momento, sabem o que está acontecendo ao redor do mundo e em suas respectivas realidades localizadas, mas aí, nós caímos na areia movediça do conservadorismo.

Os conservadores não são mais inteligentes que os esquerdistas a partir do momento em que também são uma ramificação dogmática e (portanto) tribal da espécie humana. De fato, eles estão muito bem adaptados e isto pode soar inteligente, ainda mais no mundo em que vivemos. No entanto, eu não tenho dúvidas que aquele que pode enxergar a realidade, não o fará apenas por uma perspectiva do lado direito, se me entendem.

Aí adentramos na alegoria do ”terceiro olho” ou ”o olho que tudo vê”.

Os Hbds (muitos deles, talvez a grande maioria), continuam a acreditar que a inteligência possa ser resplandecida por meio da aparência, enquanto que a essência é o seu principal fundamento, basicamente porque toda a profundidade é a essência, é essencial. Portanto, eles confundem altas pontuações de qi, altas pontuações em testes para entrar em universidades, sub-realizações artísticas (como boa parte das celebridades psicopáticas) com inteligência, quando na realidade, objetivamente falando, não é, especialmente mediante uma perspectiva extremamente determinista dos Hbds sobre o assunto.

A essência da inteligência se mede de maneira causal, obedecendo a princípios universais ou neutros que se relacionem com o todo da inteligência e não apenas com os seus atributos utilitários. O mais inteligente não é aquele que trabalha em uma empresa, não é aquele que mexe com as mãos, ele é essencialmente um trabalhador cerebral, mental. A hierarquia das capacidades pode ser observada por meio de qual parte do corpo que é mais requisitada.

Se tem músculos e os usa fundamentalmente para a realização de funções técnico-utilitárias na sociedade, então haverá uma grande tendência para ser menos inteligente.

Se manuseia as mãos para realizar as funções técnico-utilitárias na sociedade,  tenderá a ser mais inteligente que o trabalhador braçal.

Aquele que é enfaticamente, o trabalhador cerebral, mental e usará especialmente o cérebro para executar suas funções dentro das sociedades humanas, será o mais ”inteligente”.

Mas nós definitivamente, não somos robôs e precisamos interagir com tudo e com todos. Este é um dos pontos cegos mais importantes dos pesquisadores de inteligência, psicometristas e boa parte deles que desprezam sumariamente a importância dos conceitos e de análises não-matemáticas para a mensuração da inteligência.

Além de advogar pela ponderação no caso do fetichismo sobre o qi, também sugiro que busquemos por perfis integralizados da inteligência, onde todos os atributos de vital importância para o bom funcionamento da sociedade, sejam não apenas objetivamente analisados assim como também mensurados e caracterizados.

Criatividade, capacidade para realizar analogias ou encontrar padrões de harmonia e desarmonia e autoconsciência (ou autoconhecimento)

Em um dos meus primeiros textos sobre inteligência, eu sugeri 3 atributos psico-cognitivos como os mais importantes para a captura da real inteligência humana.

A criatividade, como capacidade humana característica, marcada pela capacidade de buscar respostas (ideias) novas,

A capacidade para encontrar padrões de harmonia e desarmonia, buscando pela lógica universal, que eu tenho determinado neste blogue como a ”ponderação, neutralidade ou sabedoria”, assim como também em todo o ambiente, em cada naco de informação.

A autoconsciência ou autoconhecimento, a capacidade de se consertar apenas por observação empirista.

Um exemplo moderno bastante elucidativo.

”O racismo mata milhares de jovens negros anualmente no Brasil”.

A maioria das pessoas e muitas delas de altos qis, interpretarão esta informação EXATAMENTE pela maneira como foi enunciada.

Aquele que demonstra curiosidade e não se contenta com frases de efeito propagandeadas pela mídia, irá pesquisar mais profundamente sobre o assunto, mas especialmente porque não encontrará lógica na frase afirmativa acima. Alguém que convive, interage com muitas pessoas diariamente e é capaz de capturar padrões de comportamento (alguns chamariam de ”preconceito”), tem autoconhecimento e se compara aos seus pares por observação natural e constante e é capaz de unir ideias distintas, ou seja, se é capaz de ser criativo na produção de novas ideias então presume-se logicamente que também será apto para manipular a realidade em busca da verdade dos fatos, visto que, a realidade abstrata humana não virá organizada para você, esta pessoa estará alguns degraus acima em termos de inteligência.

Comportamento como o tempo e a personalidade como o clima

Maldita americanização da cultura mundial. A praga das cheerleaders invadiu as tribos sul-ameríndias. 😦

Tempo e clima não são sinônimos, mas pertencem ao mesmo fenômeno natural sendo que o clima encapsula o tempo. O clima é a variação predominante dos fenômenos da natureza tais como a temperatura, a corrente do ar, o índice pluviométrico. O clima, sem a interferência humana, tende a mudar em escala temporal geológica, isto é, de milhões em milhões de anos. Já o tempo, é a micro-variação climática, onde nós temos a dinâmica dos fenômenos naturais da atmosfera ao longo de um curto período, que não estará em escala geológica, ou seja, geralmente de um dia. Eu pensei na possibilidade de criar uma analogia entre os conceitos de clima\tempo para com os conceitos personalidade\comportamento, visto que se parecem muito em relação às suas naturezas conceitual-hierárquicas. Assim como acontece com o clima e o tempo, a personalidade encapsula o comportamento. A hierarquia da personalidade sobre o comportamento, comprova a sua natureza predominantemente genética, eu vou exemplificar o porquê.

O tempo apresenta uma maior variação fenomenológica do que o clima, mas na grande maioria das vezes, estará sujeito à dominância do clima a que pertence. Portanto, o clima determina a qualidade da variação do tempo. Muitas pessoas tem dificuldade para aceitar que a personalidade possa ser de natureza predominantemente genética, basicamente porque confundem comportamento com personalidade. Mas tal como no caso do clima e do tempo, o comportamento é hierarquicamente influenciado pela personalidade e portanto, podemos ”mudá-lo” ( adaptá-lo) apenas de acordo com o tipo de personalidade a que estamos dotados. Nas Ilhas Fidji, o clima é tropical, com variações de temperatura e de incidência de chuvas bem demarcadas. O comportamento do tempo em Fidji, é a dinâmica do clima, isto é, como ‘agirá’ ao longo do dia mediante uma pré determinada limitação. É quase impossível que neve em Fidji nos próximos 1000 anos. Podemos pensar a mesma coisa sobre a personalidade e o comportamento.

O mapa múndi acima mostra a variação do clima na atmosfera e suas influências diretas sobre o solo de nosso planeta. Se partindo da ideia de que somos igualmente esta condensação de abstrato e concreto, solo e atmosfera e especialmente, somos os processos e resultados das interações entre os dois, então eu acredito que poderá ficar mais fácil para as pessoas entenderem sobre a predominância genética sobre a personalidade, tal qual em uma escala hierárquica maior, nós temos a predominância da atmosfera terrestre sobre o clima. O comportamento é mutável porque é dinâmico, mas toda a dinâmica, ao menos em nossa dimensão, está sob influência de forças superiores, que reduzem a aleatoriedade probabilística. Como resultado, nós temos uma potencialidade limitada de variação. A personalidade não é externamente variável, da mesma forma que o clima também não é, ainda que não exista 100% de chances de jamais ocorrerem rupturas do sistema de comportamentos dos indivíduos. No entanto, ainda é possível dizer que as chances de mudanças bruscas: serão raras e poderão estar sobre predisposições genéticas anteriores. Portanto, metamorfoses ambulantes NUNCA serão inteiramente baseadas em aleatoriedade infinita, visto que estamos subordinados à forças hierarquicamente superiores. O comportamento é adaptável e geralmente externalizado, a personalidade não é. Nós não sabemos como é o clima tropical, porque não podemos congelá-lo em escala geológica para vê-lo em seu todo. Mas sabemos como é o seu o comportamento habitual, o seu estilo de tempo.

Personalidades extremas como condições climáticas extremas, personalidades ‘bipolares” ou hiper sensíveis, como climas temperados

Climas temperados apresentam grande variação do tempo, geralmente em uma escala anual, onde as estações do ano estarão muito bem definidas. No entanto, não é incomum termos mudanças repentinas do tempo (mas não do clima) e vermos neve quando era esperado que houvesse calor. Se partindo do princípio da universalidade essencial da existência nossa biologia se conecta umbilicalmente com toda a fenomenologia daquilo que existe, tal como o clima e o tempo, então não parece ser muito arriscado sugerir que nossa variação de tipos de personalidade, possam ser vistas da mesma maneira em comparação a toda  variação que existe em nossa atmosfera, quiçá, no universo. Portanto, se temos climas mais amenos a mais extremos, então é de esperar que tenhamos igual realidade para as personalidades humanas. É interessante pensar que os elementos que integram a paisagem climática, variam de lugar a lugar, assim como também tendem a se relacionar entre as fronteiras, o que chamamos de zona de transição. A vegetação, a morfologia do solo, os eventos internos tal como vulcanismo, enfim, podemos transferir a geografia física para dentro da psicologia, a partir do momento em que podemos encontrar pontos essenciais de similaridade e concordância. E desta maneira, a interpretação para o comportamento humano, poderá ser melhor coisificada, objetificada e consequentemente, mais didática. Sabemos que as zonas climáticas extremas como o deserto e as zonas polares, são áreas de difícil acesso e adaptação aos seres humanos bem como a maioria das outras formas de vida. As personalidades extremas, que são denominadas como psicopatologias, podem ser analogicamente comparadas a essas regiões. As regiões de clima temperado seriam analogicamente correspondentes ao espectro de personalidades hiper sensíveis, onde as psicoses também estariam localizadas. Eu até poderia pensar se o tipo de clima pode ter influenciado na seleção do tipo de personalidade mas por enquanto finalizo aqui este texto.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

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