Estimativa de distribuição de inteligência (qi) entre as regiões brasileiras

Riqueza dos estados, 😉

Richard Lynn é uma das principais autoridades neste ramo da psicologia evolutiva. Foi ele quem produziu o monumental trabalho QI e Riqueza das Nações.

Lynn, compilou uma grande quantidade de estudos válidos sobre as médias de qi de diferentes populações ao redor do mundo e estipulou a média para nações que estão desprovidas de qualquer avaliação psicométrica por aproximação com os países vizinhos que estão providos destes estudos.

As estimativas de seu grande estudo, nos mostram que existe uma correlação considerável entre médias de qi e padrão de vida entre as nações. Apesar de não desprezar os fatores ambientais que transformaram por exemplo, Cingapura em uma micro potência do bem estar social e econômico no sudeste asiático, é evidente que o potencial cognitivo de sua população teve e tem um efeito considerável neste estado de coisas visto que uma população mais inteligente tende a

obedecer melhor as regras e as leis

ser mais educada no trato social

produzir mais riquezas e realizações culturais para o país

cometer menor quantidade de crimes

QI e inteligência

Antes de começar a adentrar mais profundamente no assunto principal deste texto, existe a necessidade de explicar rapidamente as diferenças entre qi e inteligência.

Testes de qi medem superficialmente os principais atributos técnicos que se relacionam com a inteligência humana. Qi mede capacidade de processamento mental, memória, capacidade de realizar analogias, etc…

Todos estas medições se baseiam em um contexto neutro. Mas é aí que se encontra um dos maiores defeitos dos testes. Surpreendentemente, a medição do todo da inteligência humana precisa de um contexto cultural, visto que não há dinâmica sem cenário.

Portanto, em resumo, os testes de qi não medem a inteligência, mas parte dela. E a parte que é medida, se relaciona com os atributos técnico-utilitários que são requisitados para projetos de civilização moderna. Memória, capacidade de replicação do conhecimento e concentração são alguns deles.

A correlação entre inteligência e qi é alta, mas não é total. As pessoas com qi mais alto, tendem a ser mais inteligentes que as pessoas de qi mais baixo. TENDEM. Vou repetir que a correlação é alta, mas isso não significa que todo aquele com qi maior será mais inteligente que alguém com qi menor.

Qi é muito mais eficaz como método avaliativo de inteligência de grupos do que de indivíduos.

A inteligência humana é uma complexa rede de características cognitivas, psicológicas (que são concretamente representadas pelas características do cérebro, número de neurônios, lateralização etc) que interage com o ambiente nos mais diversos níveis e sob as mais diversas facetas.

Método de avaliação

Assim como Richard Lynn estimou o qi de países sem estudos psicométricos com base em aproximação com as médias de qi de países próximos e também por meio do uso da genética, da antropologia e da psicologia, eu também utilizarei de ferramentas semelhantes para estimar as médias de qi das regiões brasileiras.

Norte e Nordeste

A região nordeste é aquela que apresenta os piores indicadores sócio-econômicos do Brasil. Existem muitas explicações históricas e ambientais para esta situação:

É o clima semi-árido do interior (mas não do litoral, onde se concentra boa parte da população nordestina);

É o passado de prolongada decadência econômica da região, desde que a capital do país, foi transferida de Salvador, na Bahia, para o Rio de Janeiro;

É o legado da escravidão que explica a pobreza de uma população que é predominantemente descendente de escravos africanos;

É a elite política local que ceifa qualquer possibilidade de desenvolvimento econômico e social da região.

Todas estas variáveis ambientais e históricas contribuem em partes para explicar os maiores problemas sociais desta região do país, mas não são os únicos e na verdade, é muito provável que não sejam os mais importantes.

Os seres humanos tratam todas as espécies animais não-humanas  de maneira correta quando buscam criar novas raças por exemplo de cachorros, onde os genes são hierarquicamente mais importantes do que as influências ambientais, mas surpreendentemente, se tratam como filhos de deuses, com ‘livre arbítrio’ e portanto completamente plásticos em comportamento e em capacidades (inatas), o que com certeza se consiste em um grande equívoco.

Regiões de clima árido apresentam mais desvantagens para a construção de uma sociedade rica e igualitária. No entanto, aprendemos que uma das maiores habilidades da espécie humana é justamente a da adaptação.

A decadência histórica da região, depois de perder o posto de região mais rica para o Sudeste, não se sustenta, visto que existem inúmeros exemplos de países e regiões, outrora pobres, que enriqueceram em um curto espaço de tempo. No mais, podemos primar  pelo pensamento lógico de que, uma maior proporção de pessoas inteligentes muito provavelmente não deixaria que esta decadência econômica se arrastasse por séculos.

O legado da escravidão também não se sustenta, porque existem milhões de casos de pessoas que vieram da pobreza e venceram. Além das circunstâncias favoráveis, como quando ”tudo dá certo na vida”, a capacidade cognitiva de aproveitar a janela de oportunidades, também contribui consideravelmente.

Existem duas situações sócio-dinâmicas que podem estar presentes em nações ou estados:

quando, por alguma razão, a população se torna a responsável pela manutenção do país ou região,

quando, por alguma razão, o governo toma as rédeas da administração social, política e econômica, mantendo a população em uma posição passiva, de beneficiada e cumpridora silenciosa das diretrizes.

O Brasil é um país onde não existe a presença de um estado altamente intrusivo. Barbados e Singapura são dois exemplos de países onde o estado tem um papel mais ativo do que a população. Estas nações estão sob as mãos de ferro de seus governantes que no entanto, se demonstram mais competentes e (relativamente) justos do que na maioria dos outros países. Como resultado, os dois países tem os seus respectivos potenciais biológicos quase que totalmente explorados. Barbados tem muito bons indicadores sócio-econômicos e especialmente se for comparado a qualquer país de maioria negra. Singapura, que é 70% chinesa, é um dos países com um dos mais altos padrões de vida em todo mundo.

A média de qi dos singapurianos é de 107, segundo Richard Lynn, enquanto que o de Barbados é de 78.

No caso barbadiano, se houve alguma seleção por uma população pequena de negros, mais pacífica ou se eles são mais ou menos parecidos em comportamento e inteligência com qualquer outra população caribenha, não é possível saber por agora. Mas partindo-se da ideia de que muitos dos seus vizinhos, apresentam baixos indicadores sócio-econômicos, medidos pelo IDH (índice de desenvolvimento humano), talvez estes fatores ambientais citados acima, possam nos ajudar a entender o porquê do bom padrão de vida desta minúscula ilha.

Eu vou começar esta investigação não-oficial por meio da utilização de 4 estudos como parâmetros de aproximação, tal como Richard Lynn fez em seu trabalho. São eles: Considerações sobre QI e Capital Humano no Brasil , Pigmentocracia , QI e Riquezas das Nações e Diferenças Raciais em Inteligência, 3 trabalhos de Richard Lynn, justamente o cientista  que tenho citado tantas vezes neste início de texto.

No trabalho Considerações sobre QI e Capital Humano no Brasil, foi estimado que a média de qi dos estudantes das universidades públicas brasileiras é semelhante aos estudantes de universidades de países ricos. Esta comparação não servirá como parâmetro visto que ainda existem critérios fortes para selecionar o corpo discente das principais instituições estatais de ensino superior do país.

No entanto, os mesmos resultados encontrados no trabalho de Lynn sobre a média de qi da população brasileira, foi também encontrado neste estudo. Se a média de qi mais provável do povo brasileiro estaria entre 84-89, então isto servirá para que possamos estimar as médias das regiões brasileiras. O valor 89 será utilizado como parâmetro.

A região nordeste é a mais pobre da federação e não restam dúvidas  de que apresentará valores mais baixos.

A média de qi estimada para a população nordestina será em torno de 80-84 com uma tendência para ampla variação de inteligência, visto que é historicamente muito comum os casos de endogamia na região e isso contribui para explicar a existência de famílias de políticos altamente inteligentes que dominam a região, bem como de rincões de excelência cognitiva.

É interessante comparar o Nordeste com o Oriente Médio, uma região árida, com longo histórico de miscigenação racial, onde a maioria da população tende a ter médias de qi mais baixas, mas com grupos endogâmicos altamente inteligentes.

O grande peso demográfico desta região (53 milhões de habitantes) é compensado em relação à média nacional de qi pelas maiores pontuações nas demais regiões do centro-sul do país.

A composição étnica da região contribuiu para este resultado visto que é uma das mais mestiça (com a maior proporção de mulatos) de todas e com uma das menores proporções de descendentes de europeus (”puros”) e de asiáticos do leste.

Lynn em seu ”Diferenças raciais em inteligência”, compilou um estudo realizado em São Paulo onde foram encontradas as médias de qi de crianças asiáticas, brancas, mestiças e negras. Os resultados foram respectivamente 99, 94, 81, 71.

735 crianças brancas, 718 crianças mestiças, 223 crianças negras e 186 crianças asiáticas foram avaliadas.

A média de qi nordestina foi baseada em lógica intuitiva primeiramente, visto que uma média de qi muito baixa é improvável de ser, porque para que isto fosse possível, o Nordeste deveria apresentar um padrão de vida extremamente baixo tal como das nações africanas.

Segundo que, partindo da média nacional de qi estipulada por Richard Lynn como parâmetro comparativo, o Nordeste deve apresentar uma média de qi mais baixa, se não existe nenhum macro fator ambiental como conflitos armados ou desnutrição generalizada  (tal como acontece na África) que possam explicar o padrão de vida da população nordestina bem como outros indicadores relacionados à capacidade cognitiva.

Se a seca fosse uma explicação para a redução da inteligência técnica nordestina, então deveríamos pensar se os migrantes nordestinos que foram para regiões de clima úmido, se ”tornaram” mais inteligentes depois que deixaram o sertão, mas os especialistas desta ciência sabem que é muito improvável que este seja o caso. Além do mais, como eu disse acima, a maioria da população nordestina vive no litoral, onde o clima é quente e úmido e portanto, não há razão para sustentar este viés ambiental como uma explicação importante para a maior pobreza da região.

Os fatores ambientais negativos podem inibir a totalidade do potencial fenotípico, tal como quando uma criança inteligente vai mal na escola. No entanto, a criança continua inteligente mesmo não demonstrando o seu potencial mediante critérios oficiais (porém, que não são abrangentes) de capacidade cognitiva.

A criação de um ambiente ruim, é um sinal de baixa inteligência que é retroalimentada pelas condições ambientais, um dos ciclos da pobreza, é deixarmos os ”pobres” se auto-gerirem. Não há dúvidas que dificilmente conseguirão obter sucesso neste tipo de experiência.

Norte

A região Norte, que tem uma população de 16 milhões de pessoas, é aquela com a maior proporção de descendentes de ameríndios, mesclados com outras populações. Portanto, diferente do caso nordestino onde a descendência africana se faz mais forte, no Norte, é a descendência ameríndia que é predominante e mais influente na biologia e comportamento dos seus habitantes.

A média de inteligência dos ameríndios, segundo o livro ”Diferenças Raciais em Inteligência”, tem variado entre 85-95. Ameríndios tendem a ter qi visual-espacial maior do que o qi verbal. Este padrão também é encontrado entre os seus primos mongolóides do outro lado do estreito de Bering e sugere uma origem comum para todo o tronco racial principal.

O importante para nós neste caso é nos concentrarmos no qi performance, que é a média de todas as pontuações dos diferentes subtestes.

Caucasianos europeus tendem a pontuar em torno de 100 (apesar de existir uma ampla variação entre as subraças europeias). O estudo brasileiro que deu uma média de qi  de 94 para crianças brancas de São Paulo, parece parcialmente verossímil com a minha percepção pessoal quanto ao cenário intelectual dos caucasóides brasileiros ainda que, especialmente no caso deste estado brasileiro, eu possa imaginar uma média de qi mais alta para este grupo racial. Levando-se em conta que apenas 11% dos brancos brasileiros sejam  racialmente ”puros” e que estes tenham médias de qi semelhantes aos das populações dos quais são  diretamente descendentes, pressupõe-se que, sem critérios seletivos significativos que mantivessem o fenótipo de alta inteligência, a genética mestiça da maior parte dos brasileiros fenotipicamente brancos, contribui para reduzir as médias de qi se os brancos tendem a pontuar mais alto em testes de qi do que ameríndios e negros africanos. A mistura, mediante uma ”perspectiva branca”’ tenderá a reduzir as médias.

Mediante a minha lógica intuitiva, eu estimo a média de qi dos brasileiros nortistas entre 84-87, partindo da premissa de que os ameríndios tendem a pontuar consistentemente mais alto nos testes de qi do que os negros subsaarianos. Também parto da comparação entre os indicadores sócio-econômicos nacionais com os indicadores regionais.

IDH 2010 dos estados brasileiros. Os estados pintado de verde, apresentam IDH alto e os de amarelo, apresentam IDH baixo.

Centro-sul

Sudeste

A região mais populosa (80 milhões) e rica do país, também é a mais heterogênea em nível de padrão (e qualidade) de vida, clima, cultura e composição racial. É de se esperar que também seja heterogênea na distribuição da inteligência (técnica) ou qi de sua população.

”Apenas” o estado de Minas Gerais, parece sintetizar muito bem todas as regiões brasileiras, onde o sul é mais frio, tem melhor qualidade de vida e uma maior proporção de descendentes de europeus enquanto que o norte é semi-árido, predominantemente mestiço e apresenta um padrão de vida muito mais baixo.

A média de qi para a região, segundo a minha intuição lógica,  é de 90-93, ou seja, que está ligeiramente acima da média nacional.

São Paulo, o estado mais populoso e rico da federação, também apresenta um universo particular de diversidade cognitiva quantitativa. Eu estimo a média de qi do estado, entre 94-96.  São Paulo reúne a mais numerosa e talentosa elite cognitiva do país, mas apresenta grande disparidade porque juntamente a ela, vivem mais de 10 milhões de descendentes de nordestinos e parece óbvio que os nordestinos tendem a ter qi mais baixo do que os paulistas sem qualquer descendência desta região. (Reparem que eu uso bastante a palavra tende, por que será??)

Minas Gerais parece estar ligeiramente abaixo da média nacional em qi. Eu estimo para este estado uma média de iq 87-89.

O Rio de Janeiro, outro estado internamente diversificado em inteligência técnica quantitativa, parece se localizar entre São Paulo e Minas Gerais neste quesito.  Talvez, 90-93, idêntico à média regional. O estado do Espírito Santo parece seguir a média mineira, mas com provável disparidade entre as áreas de colonização europeia e aquelas com predomínio de mestiços e negros.

Centro-oeste

A região mais central e a segunda menos populosa do país não é apenas difusa em termos geográficos, mas também muito provavelmente em termos cognitivos. Eu estimo a média desta região em 90-92, com rincões de excelência cognitiva e com falta da mesma.

O Distrito Federal pode reunir a maior média de inteligência do país por causa de sua condição especial como o pequeno estado que tem a capital nacional, Brasília. Tal como Canberra, concentra uma grande quantidade de pessoas com ”alta inteligência”. Brasília, no entanto, parece ser mais emblemático caso metropolitano brasileiro, com diferenças descomunais de potencial cognitivo, onde os mais inteligentes convivem lado a lado com os menos ”espertos”.

Sul

O Sudeste, especialmente São Paulo, reúne a maior quantidade de pessoas que pertencem à elite cognitiva brasileira, independente de sua classe social, mas de sua capacidade (técnica) cognitiva. No entanto, o Sul parece ser provido da maior média de qi.

A média de qi para o Sul, segundo a minha humilde opinião seria em torno de 95-98, semelhante aos países vizinhos do Cone Sul, como Argentina e Uruguai.

Capitais brasileiras e estimativas de médias de qi

A  estimativa para as médias de qi das 10 capitais brasileiras mais populosas (2013) é uma tarefa mais árdua visto que praticamente todas são muito mais internamente complexas e não existe nenhum estudo do tipo que possa ser usado como parâmetro.

No entanto, eu vou mais uma vez partir da minha lógica intuitiva, para estimá-las.

Partindo-se do princípio que o limite mínimo de qi para uma população conseguir sustentar uma sociedade tecnológica moderna seja de 86-87, ( sem a presença de um governo intrusivo como nos exemplos citados) eu concluí que todas as capitais brasileiras deverão ter médias de qi neste valor ou acima dele.

São Paulo, média de qi de 100-103, se assemelha à capital russa, Moscou. Ambas são grandes, caóticas e com grandes disparidades sociais. No entanto, a média estimada para Moscou foi de 106 (média da qi da ”velha” classe média paulista em torno de 105-107). Minha explicação para esta valor se dá pelo fato de que São Paulo tem uma grande variação de inteligência, com a maior concentração numérica da elite cognitiva bem como também por uma grande população de baixa inteligência técnica. Também, partindo do padrão de vida não muito alto da maior cidade brasileira, se comparado com capitais de países ricos, eu achei este valor o mais condizente com a realidade paulistana.

(Parâmetro usado foi a média de qi britânica, de 100 e da classe média do país, que foi estimada em torno de 107)

Rio de Janeiro, média de qi de 97-99, mas com grande variação cognitiva. Do asfalto ao morro.

Salvador, média de qi de 90.

Brasília, média de qi de 100, semelhante a São Paulo e com igualmente grande disparidade cognitiva.

Fortaleza, média de qi de 89, importante pólo turístico da região.

Belo Horizonte, média de qi de 94.

Manaus, média de qi de 92, capital que tem um importante polo industrial, a Zona Franca de Manaus.

Curitiba, média de qi de 102-104, capital com um das melhores qualidades de vida dentre as 27 da federação.

Recife, média de qi de 92, como o pólo industrial mais importante da região Nordeste.

Porto Alegre, média de qi de 100-102, mas com menor variação em comparação à cidade de São Paulo.

Anúncios

Tags:, , , ,

About santoculto

Email ataudecinzento@gmail.com

5 responses to “Estimativa de distribuição de inteligência (qi) entre as regiões brasileiras”

  1. Cyberus says :

    Um “estudo” qualitativo baseado em “Lógica Intuitiva”? Que babaquice pseudo científica é essa?
    Grande monte de… perda de tempo! Quem sabe faça sentido pra quem tem QI baixo (o real… e não o estimado em “achismo”).

    • santoculto says :

      Que bonitinho!!!

      Mas ad histerian não é argumento ok*

      Em breve explicarei o que é pseudo ciencia e lógica intuitiva pro irritadinho ”’cyberus” (faz-me rir).

      • Kikivim Fazeraki says :

        Vi muitos números e poucas fontes. Estou com o Cyberus nessa

        • santoculto says :

          As poucas fontes do texto já falam por si mesmas. No mais, eu estimei as médias por região no Brasil com base em lógica intuitiva, isto é, continuar com base naquilo que tem sido encontrado, que já expliquei em um texto. A lógica intuitiva se consiste em extrapolar uma continuação de padrões lógicos com base naquilo que já foi encontrado, tal como terminar a tela de uma pintura incompleta, que não seja ”abstrata”.

  2. Santoculto says :

    Sérgio,

    Eu não sou asno socialista, não estou mais recebendo comentário no santoculto, tenho outro blogue….

    … todo estado é intrusivo, mas alguns são muito mais que outros, não tem comparação o brasil com por exemplo cingapura. engraçado que deve ter comentado desta maneira pensando na burocracia. cingapura tem muito pouca né* mas mesmo assim o estado lá é muito intrusivo, em outros aspectos. o brasil é uma mistura de estado inchado PARA surrupiar o seu dinheiro via impostos, no resto, é pouco positivamente intrusivo, é cada um por si e não como países de bem estar social inchado como a Suécia… que já foi assim. desculpe se não agradei pelo texto, e de fato posso ter pecado em nao ter explicado o que acabei de lhe falar.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

renanbarreto88

Just another WordPress.com site

Castro456's Blog

O medo do nada

Delusions of Adequacy

And You Thought You Might Have Had Delusions of Grandeur

PARTO DE IDÉIAS

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância." Sócrates.

Pshelinha

Um pouco de mim..

Pensar Novo

"Saber que você precisa mudar não é suficiente. Você precisa ter a coragem de fazer esta mudança." Robert Kyosaki

Mind Hacks

Neuroscience and psychology news and views.

Inside Perspectives

of Asperger Syndrome and the Neurodiversity Spectrum

Agoraphobia Subliminal Hypnosis

Come out of the woods, the dark, come into the light. As a recovered agoraphobic, I've designed these audios over many years in order to help you. Charles K. Bunch, Ph.D.

Antimidia

Textos sem sentido, para leituras sem atenção, direcionados às pessoas sem nada para fazer.

%d blogueiros gostam disto: