Arquivo | setembro 2014

Teoria absurda e conspiracionista 2: por que tanta ênfase em qi?? Para termos um exército de altos qis, termites sem instinto

O ”socialismo” das elites, é um projeto internacional que visa na destruição da humanidade, retirando-lhe tudo aquilo que de mais virtuoso tem, mantendo virtudes e talentos apenas para a um grupo muito limitado de pessoas.

A pirâmide, uma representação fidedigna de todas as sociedades visceralmente desiguais, visa à qualidade, apesar de induzir na quantidade.

Um pequeno grupo de administradores ”super-homens”, bem ao estilo nietzchiano, como foi profetizado no texto de Revilo Oliver, que já postei aqui no blogue, representará a super elite internacional.

Abaixo dela, trabalhadores altamente qualificados sem nenhuma capacidade de crítica ou de pensamento livre, ou escravos de luxo, representarão exatamente o que os mantenedores técnicos são hoje em dia.

Pessoas tecnicamente inteligentes, treinadas para fazer bem suas funções de manutenção e gerência da aparelhagem do sistema, mas sem autoconsciência desenvolvida, sem criatividade, sem capacidade perceptiva que possa confrontar com o sistema, que possa desenvolver ou organizar resistência.

Os testes de qi parecem medir excepcionalmente este tipo cognitivo de pessoas.

Se Lombroso e todos os estudiosos de genialidade antes de Terman estiverem certos, então a extrema inteligência criativa será visceralmente o resultado de uma combinação de saúde mental com doença mental e portanto em um desequilíbrio (contextual extremo) das funções orgânicas, especialmente quanto à perspectiva ”mente-corpo”.

O que chama a atenção em relação aos aspectos fisiológicos, comportamentais e psicológicos dos gênios criativos é a grande semelhança com as características de autistas e pasmém, de judeus ashkenazim.

Bela assimetria facial ashkenazim, 😉

A teoria conspiracionista absurda aqui é,

A elite mundial (judeus, elite anglo e o resto dos Power Rangers) almeja selecionar um pequeno grupo de alto qis, ou seja, de pessoas com capacidades técnicas avantajadas mas sem o toque de loucura que faz o ser humano alerta e autoconsciente.

Em outras palavras, planeja criar uma população de tecnicamente inteligentes sem instinto de sobrevivência ou de baixo ego.

Lewis Terman era judeu (só pelo sobrenome, já dá pra saber).

Os ashkenazim devem a todo o seu sucesso como um grupo intelectualmente superior, graças aos genes de doença mental e neurológica que carregam em maior proporção do que os gentios.

Se graus de doença mental são tão ruins então por que será que os judeus ashkenazim que são a população mais estrategicamente prodigiosa do mundo, continua mantendo estes genes saltadores dentro de suas comunidades??

Por que a maioria deles tem características faciais que indicam desequilíbrio do sistema corpo e mente?? Por que, mais judeus são canhotos??  Por que existem mais judeus que tem dificuldades de aprendizagem, gagueira, psoríase??

A estratégia judaica é bem conhecida. Eles vendem o peixe estragado ou o caviar de preço módico, como se fossem muito melhores do que realmente são…

Os tolos gentios, que não tem capacidade para entender mentes brilhantes e psicopáticas, acreditam nestas ilusões  e passam a partir disso selecionar os seus descendentes sem alma ou sem as características irrefutavelmente relevantes para a INDEPENDÊNCIA, de pensamento, de vida…

Fim!

O mundo da ”degeneração” é o mundo da criança e do gênio, a curiosidade

Lombroso deixou uma dúvida no ar, em relação ao seu trabalho ”O Homem de Gênio”, ao afirmar que uma grande quantidade de gênios historicamente reconhecidos que investigou, foram de ”matoides”.

Desde que eu li o livro ”O homem de gênio”, de Cesare Lombroso, disponibilizado online em inglês, fiquei impressionado com todas as características fisiológicas, comportamentais e psicológicas dos gênios. Primeiro, eu fiquei impressionado com a grande quantidade de características semelhantes entre gênios e autistas. Segundo, fiquei impressionado com a semelhança entre as minhas próprias características gerais e as dos grandes gênios ocidentais historicamente reconhecidos, que Lombroso estudou, por meio de relatos biográficos e autobiográficos. Terceiro, eu comecei a observar que praticamente todos os modernos movimentos coletivos desenvolvidos pela esquerda política se assemelhavam consideravelmente com as tendências comportamentais dos gênios.

Feminismo

Parece evidente que as mulheres mais inteligentes costumam ser mais masculinizadas do que as demais. Provavelmente por causa da maior exposição ao testosterona durante o período uterino ou mesmo, porque apresentam maior carga de testosterona, as mulheres mais inteligentes não costumam estar entre as mais bonitas, em média, é claro. (Ainda que a iraniana acima seja muito bela). Se a beleza é o principal trunfo feminino, então aquelas que não são dotadas de grande beleza estarão em desvantagem na competição pelos melhores homens.

Além deste fator, as mulheres mais masculinizadas tendem a apresentar características comportamentais masculinas como a competição e o inconformismo social.

No entanto o nível de masculinidade das mais inteligentes pode não ser tão intenso assim quanto das lésbicas masculinas por exemplo.

O movimento feminista é um movimento cultural das mulheres mais inteligentes contra o domínio masculino nas sociedades humanas, que de fato, tem sido constante, especialmente na sociedade ocidental, onde o maior dimorfismo sexual, criou um modelo perfeito de homem viril e provedor, e da mulher obediente e recatada, que tem aulas de costura. Até a década de 50, grande parte da sociedade ocidental estava estabelecida desta maneira.

De fato, é injusto para a mulher ser considerada como o ”sexo frágil” e ser tratada de maneira inferior a partir desta constatação unilateral. Como SEMPRE, desde que o primeiro bípede cabeçudo começou a desfilar pelas selvas, PONDERAÇÃO e DIÁLOGO, nunca foram o forte para 90% da humanidade, no mínimo.

Os homens mais inteligentes também (parece) apresentam tendências para a cooperação com o sexo oposto ao invés da dominação. E aí, nós adentramos a uma nova faceta dos muitos inteligentes, desta vez na ala masculina, pois se as mulheres mais inteligentes são mais masculinizadas então por esta lógica, iremos encontrar que os homens mais inteligentes tenderão a ser mais afeminados.

Homossexualidade

O moderno movimento político e cultural da normatização da homossexualidade (mas pelo que parece, as elites ocidentais estão tentando mudar integralmente a paisagem sexual normativa e não apenas, normatizar comportamentos sexuais recreativos) é mais um ponto de semelhança para com o comportamento dos gênios humanos, muitos deles. A incidência de comportamentos sexualmente desviantes da norma heterossexual, abundam entre os excepcionalmente inteligentes, tal como a assexualidade e a homossexualidade. As baixas taxas de matrimônio,a falta de relatos históricos sobre envolvimentos sexuais ”normais” bem como de fecundidade entre mentes excepcionais nos mostram que esta população tende a rejeitar os valores tradicionais de gênero e as causas são predominantemente biológicas.

Se a genialidade é um extremo desviante da inteligência e criatividade humanas e portanto, se constitui em proto-patologia, porque está fortemente não adaptada, então pode ser possível que esta disfunção seja notada, especialmente por mulheres, que são experts em farejar homens com desequilíbrios mente-corpo, como muito provavelmente, a maioria dos gênios são.

Homens tendem a ter fecundidade mais baixa que as mulheres. Homens esquizofrênicos e autistas tendem a apresentar taxas de fecundidade muito baixas. A genialidade é uma combinação de extrema inteligência, que implica em um cérebro grande e poderoso, com extrema criatividade, que implica em elasticidade neurológica e graus de doença mental (personalidades extremas e patologias neurológicas crescentemente danosas). É a combinação dualista, taoísta, entre saúde e doença mental ou variações dela.

De uma maneira ou de outra, comportamentos sexuais recreativos destoam dos comportamentos sexuais amplamente incentivados por religiões monoteístas.

A criatividade da experimentação, explica a flexibilidade sexual que é uma reverberação da própria flexibilidade mental.

As pessoas mais criativas tendem a ser mais andróginas, não apenas por razões biológicas, como lateralização anômala, mas também porque o pensamento criativo exige flexibilidade cultural e comportamental e rejeição categórica das normas ou de boa parte das normas tradicionais de comportamento.

Ambientalismo e Direitos dos ‘Animais’

Não é estúpido pensar que um mundo menos poluído será um mundo melhor para vivermos. Deve ser por isso que aqueles que se preocupam mais com estas questões tenham uma tendência para serem mais inteligentes que a média.

Estender nossa empatia para com os animais também é um belo gesto que denota evolução mental, a partir do momento em que entendemos que nos diferimos das outras espécies apenas por graus de diferença e não por grandeza. Não somos radicalmente assim tão distintos dos animais como imaginávamos e mesmo que fôssemos, isso não é motivo para tratamento cruel.

Eu tenho a impressão que os vegans tendem a ser mais inteligentes que a média. Os vegetarianos também parecem seguir a mesma tendência.

Lombroso comentou sobre ”excessiva” empatia dos gênios em relação aos animais.

Existem três explicações centrais sobre esta predisposição dos mais inteligentes,

Primeiro, os mais inteligentes e criativos tendem a desenvolver códigos morais mais objetivos do que as pessoas comuns, que estão biologicamente predispostas para aderir a códigos morais subjetivos, ou seja, de grupos. Não é certo matar animais a partir do momento em que temos cérebros suficientemente desenvolvidos que podem inventar comida sintética ou ao menos, que possa aderir a comer alimentos que não tem carne de animais abatidos. A amoralidade da morte cruel e banal é um dos principais motivos para a adesão dos mais inteligentes a estes movimentos.

Segundo, por alguma razão proto-patológica, os mais inteligentes tendem a ter os seus instintos reprodutivos totalmente ou predominantemente desligados, resultando em uma série de eventos comportamentais tais como a maior autoconsciência, renegando a transcendência coletiva em prol da transcendência individual, a partir disso, a extensão da empatia para não-parentes geneticamente relacionados (isso explicará em partes, o ”anti-racismo”) e maior criatividade e inteligência perceptiva. Como eu mostrei em alguns textos anteriores neste blogue, os cérebros não-filtradores, fazem os seus portadores enxergarem a realidade. Não há uma regulação biológica daquilo que deve ou não ser enfatizado. Portanto, aquele que não filtra aquilo que sente, toca e vê, entende a realidade, porque vive dentro dela ou fora da matrix neurológica que a maioria está biologicamente predisposta.

Anti-racismo

A extensão da empatia (objetiva) a parentes não-relacionados é uma característica comum de mentes excepcionais, assim como também de uma de suas manifestações coletivas proto-patológicas, os autistas (é esperado que para todas as personalidades extremas que não apresentarem comorbidade com personalidade anti-social, tenderão a exibir estes ”exageros”).

Em um mundo hiperracional, o racismo é uma grande estupidez, visto que não existem coletividades abstratas, apenas indivíduos e suas circunstâncias.

Mais uma vez, o desligamento do instinto reprodutivo, pode fazer a empatia correr solta, ao invés de ser predestinada a ser compartilhada entre parentes geneticamente próximos.

Objetividade racional humana é anti-biologia, pura e simplesmente.

Lombroso descobriu que os gênios tendem a se diferenciarem em aparência antropológica em relação aos seus pais e ao arquétipo racial nacional, de suas respectivas nações. Eu já mostrei isso no texto sobre genialidade, mestiçagem e atavismo.

Famílias com grandes diferenças genéticas internas tendem a produzir menos empatia entre os seus parentes do que em famílias com grande similaridade genética.

A maior carga mutacional que produz o gênio pode resultar nestas diferenças entre eles e os seus parentes próximos e desligar seus instintos reprodutivos, visto que a partir do momento em que não veem uma continuidade de si mesmos espelhados em seus pais e irmãos, seja para aparência ou comportamento, não há um compromisso de passar este legado genético para as próximas gerações.

Isso não significa que todo gênio será um ”anti-racista”, até porque sabemos que o anti-racista clássico não parece ser o mais esperto de todos. O mais importante é que os mais inteligentes, que apresentarão capacidade perceptiva aguçada, entenderá a complexidade do paradigma coletividade versus individualidade. Isso explica porque os mais inteligentes tendem a se declararem como anti-racistas mas, na realidade, levarem vidas distantes das regiões cheias de imigrantes não-brancos. Claro que, como eu costumo sempre enfatizar aqui no blogue que, os ”mais inteligentes”, apenas mediante perspectivas específicas. Também sempre enfatizarei que não sou contrário ao uso de testes de qi como parâmetros, mas eu acredito solenemente que NÃO É APENAS ISSO e que mais técnicas de medição de inteligência devem ser agregadas aos famosos testes tradicionais.

A miscigenação racial voluntária, que eu defini como um traço evolutivamente novo, pode resultar em genialidade, dependendo do nível de inteligência do casal, visto que este fenômeno tende a provocar a emergência de características atávicas, das duas raças, que ao contrário do que pensamos, podem ser muito vantajosas, como extrema inteligência. Os mais inteligentes tendem a enfatizar por valores não-reprodutivos ou não-endogâmicos (geneticamente relacionados) quando decidem buscar por parceiros sexuais.

Crianças autistas tendem a fazer amizades com pessoas desconhecidas, enquanto que podem ser difíceis de lidar em relação aos seus próprios pais.

Pacifismo

A maioria dos gênios de primeira grandeza apresentarão por primazia lógica, tendências pacifistas, visto que não há nada mais estúpido do que as guerras humanas. Quem é extremamente perceptivo, nota logo a completa bobagem que os macroconflitos masculinos representam.

Também por razões de saúde e atributos fisiológicos, os mais inteligentes tenderão a rejeitar qualquer tipo de agressão física em larga ou pequena escala. Parece que a correlação entre músculos e cérebros é negativa.

Ateísmo

A maioria dos autistas são ateus, a maioria dos ganhadores de prêmio nobel e de cientistas. Se não são ateus, serão agnósticos, espirituais empiricistas, ou seja, buscando respostas lógicas a questões metafísicas ou religiosos ‘tradicionais’ mas com ”metade do corpo” no darwinismo.

O ateísmo equivale à soma de todas as cores de um arco íris, que resulta no vazio branco.

Neurodiversidade

A genialidade é um conjunto de fenótipos extremos e variados da capacidade cognitiva, intelectual ou criativa da espécie humana.

O gênio é quintessencialmente um neurodiverso e não um neurotípico, por razões muito óbvias em que não há a necessidade para explicação.

A desnormatização da sociedade é muito bom para todos os neurodiversos, visto que com o fim da transcendência coletiva habitual, baseada em diversificação PARA a seleção e redução da diversidade, todos poderão ter o seu lugal ao sol.

Junto com a neurodiversidade, aparece a ideia de igualitarismo que principia pelos mesmos pressupostos baseados em  igualdade de oportunidades. Mas infelizmente, praticamente todos estes nobres movimentos modernos da humanidade caucasiana, parecem ter sido impostos pelas elites psicopáticas visando eliminar justamente a humanidade que está a impor todos eles.

Tal como li sorrateiramente de um judeu, ” a miscigenação racial é a própria evolução do homem branco”. Se a essência racial europeia é a individualidade, então a miscigenação irá aumentar ainda mais a percepção de diferença entre indivíduos. No entanto, em uma sociedade COM psicopatas no poder e com atomização individual, não será uma sociedade funcional.

Degeneração, genialidade e neotenia

As crianças são ”degeneradas” por excelência, visto que são maldosas, inconsequentes, emocionalmente reativas, sexualmente curiosas etc… Elas são ”sub-humanas” porque ainda não chegaram ao estágio de humano completo, que é o adulto.

A ”degeneração” comportamental infantil é o resultado direto do processo de desenvolvimento cerebral, que resultará por sua vez em maior elasticidade. Justamente por isso que as crianças são mais criativas do que os adultos. A maior elasticidade cerebral resultará em maior flexibilidade mental, fazendo com que muitas ideias possam nascer em um curto espaço de tempo.

O famoso ”sub-humano”, uber generalizado por Hitler e co., especialmente o tipo genial e ”desequilibrado”, são justamente onde boa parte dos gênios humanos se encontrarão. Os gênios e os mais inteligentes são versões mais infantilizadas da humanidade, onde a maior elasticidade cerebral produz maior flexibilidade comportamental, ou seja, a ”busca por sensações”, que é uma característica muito comum nos mais inteligentes.

O desligamento do instinto reprodutivo abre espaço para a curiosidade porque se não existe um mundo dividido em virtudes e pecados, bem e mal, então haverá a possibilidade de produzi-los. A maioria da população humana é composta por seguidores enquanto que a minoria mais inteligente e criativa será de construtores da própria realidade, especialmente porque eles são muito mais perspicazes em notar o que é real e objetivo e aquilo que não é.

Teoria absurda 1: Por que temos a percepção de que existem poucos ”gênios”??

As pessoas muito inteligentes tendem a racionalizar a subjetividade da socialização humana. Resultado: grandes tendências para o isolamento social.

As pessoas muito inteligentes não são apenas aquelas: com qi alto (especialmente o ”qi geral”, à la termite way), socialmente ajustadas ou que estão em evidência quanto às suas capacidades. E geralmente é a escola que deveria identificar todos os tipos de superdotados, mas sabemos que os casos de acertos na identificação precoce de crianças superdotadas são ao menos, a metade do percentual total, sendo medianamente otimista.

Abundam os casos de gênios historicamente reconhecidos do passado que não foram precocemente identificados como tal em suas escolas e na verdade, foram até considerados como estúpidos. Também parece comum os casos de gênios que não conseguiram ter um ”excelente” desempenho na universidade.

Minha teoria sobre a  triarquia da genialidade diz que ao contrário da crença concretamente estabelecida dentro da comunidade Hbd e psicologia em geral, não basta ”ter” um qi alto para ser considerado um gênio ou um superdotado, ainda que o percentual de superdotados e gênios de qi alto, será bem maior do que em comparação às pessoas normais. Estou falando de sobreposições de curvas de sino, centralizando todos os traços relacionados à maior inteligência e deixando o qi como apenas mais um traço relevante para a construção do perfil psicológico-cognitivo completo. O mundo não é esta continuidade linear se principiarmos que vivemos em uma realidade polidimensional, então nossa biologia segue o mesmo rumo.

O sistema educacional como eu tenho mostrado aqui, provoca a desigualdade de resultados, ESPECIALMENTE para as populações que são neurologicamente divergentes das exigências contextuais de longo prazo desenvolvidas pelo aparelho estatal das civilizações modernas.

O aperfeiçoamento das engrenagens do sistema educacional, que se intitula como ”meritocrático”, mais a culturalização da psiquiatria, ambos, especialmente a partir da segunda metade do século XX, foram os dois macro-eventos que transformaram para pior as vidas de muitos gênios e derivados similares.

O primeiro, é um filtro que vai contra a excepcionalidade cognitiva humana, ou ao menos, boa parte dela. O subaproveitamento da população superdotada é muito maior do que imaginamos. Também é substancialmente alto o subaproveitamento cognitivo em todas as camadas humanas de intelecto.

Então temos a seguinte situação, nos dias atuais. A maioria das pessoas que não são capazes de reconhecer verdadeira inteligência surpreendentemente serão aquelas que deveriam ser especialistas no assunto, os ”educadores”, desde a pré-escola até à faculdade.

O segundo é uma poderosa ferramenta social de longo alcance que patologiza, eu estimo que, ao menos metade dos superdotados e os gênios, que estão embutidos dentro do primeiro grupo.

A extrema inteligência do gênio deriva de sua super sensibilidade sensorial e emocional. Sem a identificação precoce, continuaremos a perder ao menos metade das mentes mais poderosas da humanidade, por pura burrice!!

A baixa inibição latente te faz um produtor prolífico de ideias, eu sou assim, mas também te faz desatento para corresponder às exigências técnicas do mercado de trabalho, como no ensino superior.

Mais uma vez, damos enorme importância à aparência e desprezamos a essência.

Quem tem ideias novas e boas, todo santo dia, não é igual a alguém que se dedica a algumas teorias durante toda a vida…

Por isso que Temple Grandin, dentre outros, precisam de tutores.

Eu preciso de um,kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Alguém?? 😉

”Temos” a percepção de que, na era moderna, existem poucos gênios vivos. Muitos tem buscado respostas darwinistas para este fenômeno.

Mas, ao desprezarmos as mudanças estruturais que se sucederam na sociedade ocidental neste último século, é provável que estejamos negligenciando a causa mais hierarquicamente importante da redução de gênios que conseguem desenvolver e expor os seus projetos, teorias, trabalhos, enfim…

Portanto, a educação, com a sua bobagem de igualdade humana, não consegue encontrar o maior número possível de gênios e direcioná-los para suas carreiras hereditárias, a produção de um grande número de ideias úteis pra sociedade.

E ao contrário dos pressupostos de Bruce Charlton, nem todo gênio terá motivação suficiente para superar todos os modernos obstáculos burocráticos que o impossibilitará de prosseguir com o seu desenvolvimento profissional e na verdade, mesmo aqueles com grande motivação, ainda encontrarão enorme dificuldade de promover suas ideias, ainda mais em um mundo completamente academicamente automatizado como a que vivemos atualmente no ocidente.

Ótimo texto que discute o ”fracasso” profissional de muitos superdotados

As crianças sobredotadas podem falhar pelo sistema



Deborah Orr – Em todo o furor em torno comentários de Boris Johnson sobre o QI , um dos muitos aspectos em que ele estava totalmente errado foi raramente mencionada . Para ser justo, isso não é inteiramente culpa de Johnson. É um equívoco endêmica , a suposição de que as pessoas com QI mais de 130 são susceptíveis de navegar através da vida , sem esforço alcançar o “sucesso” .

Tem sido bom ver neurociência recebendo uma exibição popular, esta semana. Pode-se certamente queixar-se que um estudo da Universidade da Pensilvânia, em doença mental em crianças e adultos jovens , amplamente noticiado como tendo demonstrado diferenças cerebrais entre homens e mulheres , foi ” reduzida a psicologia pop ” . Mas, na verdade , a neurociência não penetra nossa cultura geral suficiente.

Mesmo os psicólogos experientes , muito menos os “pop” , muitas vezes não conseguem entender como alta inteligência pode isolar as pessoas , especialmente crianças. No entanto , a neurociência nos diz que a diferença entre “normal” e “talentoso ” cérebros é significativo. Um estudo de 2006 do Instituto Nacional de Saúde Mental e do Instituto Neurológico de Montreal da McGill University , descobriu que as crianças mais inteligentes ” demonstrar um córtex especialmente plástico , com uma fase acelerada e prolongada inicial de aumento cortical , que produz aumento cortical para igualmente vigorosa por início da adolescência ” . O estudo também demonstrou que a espessura máxima cortical veio por volta de cinco e meia para o seu grupo “médio” , de oito e meia para o seu grupo “alto” e logo depois 11 para seu grupo “superior” . A criança mais inteligente é , quanto mais tarde o seu córtex começará desbaste e mais tarde torna-se totalmente ” esculpido “ , como pesquisador Jay Giedd coloca. Isso tudo se encaixa com teorias psicológicas anteriores. As crianças sobredotadas , aceita-se , exposição ” desenvolvimento assíncrono “ , como descrito pelo Grupo Colombo em 1991. Isto faz com todos os tipos de problemas , até porque uma criança de 11 anos pode agradar por um minuto os adultos com os seus pensamentos sobre a crise bancária , e no próximo fazer uma birra , porque todo mundo na classe pode amarrar seus cadarços , enquanto eles não podem.

Essa teoria incorpora uma teoria mais antiga, a Teoria da Desintegração Positiva , postulou pelo psiquiatra e psicólogo polonês , Kazimierz Dabrowski , que sugeriu que as crianças sobredotadas são propensas a um ou mais dos cinco ” super-excitabilidades ” : psicomotor , sensual, emocional , intelectual e imaginational .

 As crianças sobredotadas são propensas a dificuldades de aprendizagem – dislexia, dispraxia , discalculia , todas as condições que os cínicos são propensas a insistir são manifestações da incapacidade dos pais do pequeno Tarquin a aceitar que ele não é tão inteligente quanto eles querem que ele seja. Mas grande parte do tempo os pais do pequeno Tarquin não estão iludidos , não em todos.

As crianças sobredotadas tendem a ter problemas particulares com o processamento sensorial , modulação sensorial e dispraxia .  Eles também são mais propensos a ser oprimido por seus sentidos mais e , por vezes, subdesenvolvidas , com o seu cérebro não precisa de “ler” o que seus corpos estão dizendo a eles sobre o seu ambiente . Isto não é surpreendente , uma vez que eles têm tantos caminhos neurais para escolher, em suas grandes, córtices desarrumado, e muito escultura para fazer.

Às vezes, estes sintomas são apenas uma consequência da assincronia , e classificar-se para fora. A dislexia , por exemplo, às vezes, simplesmente desaparece . Mas às vezes uma criança superdotada com esses déficits se tornará um adulto dotado com esses déficits . Os clichês – distraído professor , computador gênio que não pode dirigir um carro , gigante artística com temperamento explosivo – Gritei com o que a neurociência nos diz .

Desenvolvimento Assíncrono também pode significar o intelecto de uma criança é muito à frente de suas funções executivas, as partes do cérebro que controlam os processos cognitivos . Isso fará com que ele desorganizada, incapazes de compreender instruções de voz ou desafiado por aritmética mental. Mesmo que o seu cérebro está gerando ideias grosso e rápido , ele pode lutar para colocá-los no papel.

Em os EUA , é mais comum para uma criança para ser reconhecido como sendo dotado e também de aprendizagem desativado. Eles chamam isso de ser ” duas vezes excepcional “ ou ” 2e ” . Na Grã-Bretanha , no entanto, praticamente a única organização que é realmente se sobre o que eles chamam de ” excepcionalidade dupla ou múltipla ” é a caridade Potencial Além do Reino Unido.

O que tudo isso significa , ao contrário do banal não- observações de Johnson , é que as crianças com QI de mais de 130 pode ser muito vulnerável. O sistema seletivo setor privado de educação que nos abençoou com Johnson e seus colegas , e também o sistema de ensino da gramática que ele elogia , não são as máquinas infalíveis para atrair as melhores mentes que ele acha que eles são. Pelo contrário, eles testam as crianças antes do mais inteligente sequer parou de crescer , e muito menos começou a esculpir seus caminhos neurais , e quando suas habilidades mentais podem ainda ser altamente assíncrono. Alguém que é bom em matemática e Inglês vai passar seu 11 -plus, enquanto alguém que é altamente capaz em um mas – como ainda – terrível no outro , talvez devido a uma passagem dificuldade de aprendizagem causadas por assincronicidade , irá falhar.

Educação seletiva identifica as crianças que são bons em tudo já , e não as crianças com o maior potencial de aprendizagem.

No sistema estadual , essas crianças nem sempre prosperar também. Elas são muitas vezes entediado na sala de aula , especialmente se eles têm uma dificuldade de aprendizagem não reconhecido. Mesmo que seja reconhecido , uma criança pode não se qualificar para uma ajuda extra se que a deficiência não está dirigindo seu desempenho acadêmico abaixo de um ponto fixo burocraticamente . Que é como dizer que uma criança não precisa de uma prótese de perna , porque ele pula muito rápido. Se uma criança tem problemas de processamento sensorial , também, em seguida, apenas a estimulação de grandes salas de aula vai levá-los a distração , ou ” sobrecarga sensorial ” , provocando um ” colapso emocional ” .

Mesmo para uma criança inteligente , sem essas dificuldades , a escola foi essencialmente concebido para incentivá-los a se tornarem aprendizes independentes. A criança superdotada é um aprendiz independente já, mas ainda é esperado para se sentar na sala de aula por 15 anos sendo estimulados a pensar por si mesma. O escritor , Jenn Ashworth , descreveu o que tortura tudo isso foi, sem perceber bem o que ela estava descrevendo. Mas Ashworth foi um dos sortudos. Ela encontrou seu próprio caminho, praticamente evitando escola completamente de 11 a 15 , em seguida, rangendo os dentes para obter os exames que a levaria para Cambridge.

Muitas crianças superdotadas estão em risco de insucesso ou mesmo de deixar a educação, completamente inconsciente de que seu problema não é que eles são estúpidos, mas que eles são espertos . Potencial Além disso Reino Unido adverte que os grupos vulneráveis ​​de estudantes incluem, entre outros , os de baixos grupos sócio- econômicos, grupos negros e das minorias, e aqueles com o Inglês como língua adicional .

No entanto , até mesmo os Tarquínios deste mundo são difíceis de defender . O psicólogo EUA James T Webb adverte que as crianças sobredotadas são muitas vezes diagnosticada como tendo distúrbios comportamentais , emocionais ou mentais. Mesmo quando eles têm esses transtornos , as chances são de que a doença vai ser atendido , mas não o ultra- brilho subjacente. Eles serão patologizados, ao invés compreendida e apoiada .

Há de fato uma diferença cérebro masculino-feminino relevantes para este assunto. Cérebros fêmeas têm maior gânglios basais , o que ajuda o lobo frontal com funcionamento executivo . Como Giedd diz: ” Quase tudo o que é mais comum nos meninos – o autismo , dislexia, dificuldades de aprendizagem , TDAH , síndrome de Tourette … meninas, por ter maior gânglios da base , pode ser conferida alguma proteção contra essas doenças . “

Assim, como os políticos da Grã-Bretanha refletir sobre as razões pelas quais o Reino Unido é até agora a lista de matemática do PISA , eles podem querer considerar o financiamento de alguma pesquisa de alguns neuropsicólogos pediátricos. Seus argumentos intermináveis ​​sobre se é tudo culpa da esquerda ou da direita são improdutivos . As respostas estão nos cérebros das crianças , e não dos políticos.

Fonte http://www.educationviews.org/gifted-children-failed-system/

A ilusão da supremacia racial, raça como uma forma de religião e a única força que rege a continuação, a vontade

Exceções e regras se anulam mutuamente. No mundo das múltiplas perspectivas, qualquer teoria científica que tenha pretensões grandiloquentes, será sumariamente refratada ao seu lugar de periferia conceitual humilde, como apenas parte de todo o conceito, tal como nós somos parte do todo, de Deus.

As ideias sobre a imutabilidade genética, precocemente validadas por muitos especialistas no assunto, inclusive muitos hbds, não se sustenta, especialmente porque esta tenderá a anular a ideia de seleção natural além de invalidar o próprio conceito primordial de Biodiversidade humana.

Se fôssemos imutáveis, então qualquer seleção resultaria nos mesmos resultados. E no entanto, as maiores mudanças genéticas começam de maneira simples, incompreendida e em um pequeno grupo de indivíduos.

Se a população ashkenazim é muito mais neurótica do que a população europeia, então o neuroticismo, um dos traços mais importantes da personalidade humana, pode ser selecionado ou não-selecionado. Um dos eventos mais raro da genética é a extinção de um fenótipo dentro de uma população, tal como a humana, onde praticamente todos os traços fenotípicos estão consideravelmente bem distribuídos pelas populações e também a nível individual.

Qualquer traço comportamental, psicológico, cognitivo ou fisiológico pode ser selecionado. Podemos ter raças de gigantes assim como de anões.

A ilusão da supremacia racial

Os gregos antigos devem ter sido muito orgulhos de sua ”raça” (ou subraça). Mas hoje em dia, ao vermos o nível de produção intelectual grega, notamos que ”já não se fazem gregos como antigamente”.

Todo orgulho exagerado cega, mas toda a humildade exagerada também terá o mesmo efeito. É muito importante gostar de si para que possa ter vontade de viver, de melhorar e de superar desafios.

A supremacia racial baseia-se na ideia de imutabilidade genética, onde uma determinada população será sempre de uma certa maneira e que os valorosos traços do grupo não estarão sob nenhuma pressão seletiva.

No entanto, quanto mais intensa for a seleção, mais rápido serão os resultados.

Tal como o fenômeno político-cultural da ”culpa branca” se baseia na atemporalidade da coletividade racial europeia, a supremacia racial também se baseia na atemporalidade da raça.

A ilusão da supremacia, também é a ilusão da atemporalidade da dinâmica e de coisas dinâmicas, como a vida. Apesar das múltiplas possibilidades de entendimento quanto aos processos físicos e metafísicos que se sucedem, pode-se dizer que, podemos perder algo precioso a partir do momento que nos tornamos muito confiantes da existência e da perfeição deste algo.

Tal como a alegria constante, a confiança constante também tem um efeito inebriador que se mantido com constância por um longo período, pode nos fazer perder o chão, abaixar nossas defesas e deixar-nos  vulneráveis ao ataque externo.

A dúvida é um sinal de desconfiança e é uma realidade para grande maioria das pessoas mais inteligentes.

NORMALIDADE NÃO É A REALIDADE

A normalidade é a realidade contextual e temporal, completamente passível de ser modificada.

A única maneira de sustentar um projeto coletivo de similaridade genética e por conseguinte mental, psicológica e cultural, de longo prazo, é por meio do entendimento da atemporalidade, como o próprio tempo em si, como a Deus, a tudo aquilo que abarca e não como a si mesmo.

O orgulho racial é o próprio ego.

A manutenção da raça por longo prazo é o desprendimento deste ego individual, visando um projeto coletivo.

O racismo, que é a ênfase em questões raciais, não é muito diferente da religião. Na verdade, pode-se dizer que a raça é a primeira crença coletiva do homem.

Como eu mostrei por meio da teoria dos ”dois rios”, o termo ”raça” se refere a uma aglomeração de indivíduos geneticamente semelhantes, onde se enfatizam os traços fisiológicos. Isso explica porque cada raça apresenta uma variação de características como a inteligência. No entanto, qualquer aglomeração de indivíduos semelhantes pode se configurar em raças.

O ponto principal desta discussão é a força  que as palavras tem sobre a percepção humana da realidade.

A vontade é o princípio da existência

Se tudo pode ser modificado, se nenhuma raça é atemporal, se a atemporalidade e a temporalidade coexistem continuamente, então o que restaria aos enfatizadores de assuntos raciais ou racistas bem como para os estudiosos de assuntos raciais ou raciologistas??

Simples, a vontade para que a raça possa existir.

Se tudo é relativo e mutável então a única razão para manter uma coletividade abstrato-numérico temporal viva pela atemporalidade, é certificando-se de que é uma estrutura demográfica temporal. É pela percepção da passagem do tempo que se constroem culturas e se legitimam a existência das nações e dos povos.

Planeta dos Macacos

Pelota preciosa

Redonda como uma Terra, que passeia por pés descalços à marcas de vitória,

que na velha Constantinopla já se sabia ser uma ótima distração,

viaje por primitivo a primitivo, passe girando como se tivesse órbita

deite na rede vertical e faça uma nação feliz,

gritar de histeria a um simples jogo tolo

gritar ao mundo dos sábios o quão desprezíveis são

estes macacos de farda, de roupa cara a maltrapilha,

que regozijam de sua ignorância,

que são o chumbo de baixa qualidade que fere o coração de uma rosa,

que de suas superfícies cinzas de alma, vivem como o porco no chiqueiro

sendo alimentados, em alma e corpo,

por bijuterias comestíveis,
que como o ópio,

fez o tronco da nação de um só, cair de joelhos para o estupro de rapinas

o bilhão de taciturnos ao único burro,

que de burros individuais e individualistas, faz-se o jogo do pão e do circo

que chama o animal de gênio,
que clama por respeito,
quando não o tens nem por ti mesmo

porque não entende que a sabedoria é a maior de todas as auto estimas
mas como vai entendê-la, se não existe a escolha para estes cérebros desviados

do caminho do Deus, foram para o caminho do Gado
No Planeta dos Macacos, eu preso nesta fazenda de loucos pirados,

me chamam de insano, mas eu sou o único que consigo ver o meu próprio nariz
são todos cegos rodando em círculos, que de bêbados, correm a esmurrar uns aos outros

eis aqui a tua humanidade
este blefe fascinante e decepcionante

Homossexualidade e o princípio da universalidade essencial da existência

Somos um belo bolor de bactérias domesticadas. Somos uma fazenda de nós mesmos.

O movimento (conservador) Hbd tem tentado inutilmente entender quais são as causas para comportamentos contextualmente mal adaptados, se podemos principiar por qualquer modelo de normatividade a priori.

Basicamente, segundo eles, ”tudo” deve partir da seleção natural. Se algo não está sendo selecionado, então é provável que outros mecanismos estejam contribuindo para manter determinado comportamento, traço fisiológico ou mental, dentro de uma população.

No entanto, sempre desconfie se algo lhe parecer muito simples, É PORQUE SERÁ SIMPLES, mas de uma maneira complexa.

Eu já demonstrei por A + B, que mesmo a linha de raciocínio HBD sobre comportamentos contextualmente mal adaptados, pode explicar a manutenção da homossexualidade na espécie humana. Também já mostrei que a homossexualidade é apenas parte da variação natural do comportamento sexual, não apenas de seres humanos. Mantendo este princípio muito lógico e simples de entender, agora adentro mais a fundo para encontrar a origem da homossexualidade, que na verdade, reverberará também na origem de toda a variabilidade das formas de vida.

Podemos pegar o exemplo da doença de Tay Sachs que afeta especialmente a população ashkenazim, os judeus europeus. A comparação aqui não se baseia na etiologia desta doença e da homossexualidade, que não é uma doença, mas dos mesmos princípios de seleção indireta. Os portadores homozigotos de Tay Sachs são ”as andrômedas” hiper-mutantes, deletérias que ”são sacrificadas” em prol de maior inteligência de seus parentes mais próximos. A combinação genética do casal, onde o fenótipo para alta inteligência assim como também para Tay Sachs, sugere, ao menos segundo a minha visão, que TODOS os parentes próximos dos portadores da doença, apresentam em menor quantidade o transtorno, que ele está adaptado ao seus organismos, ou, que é o mais provável, as duas situações estejam presentes e se relacionem simbioticamente. Então temos uma família, onde os ”genes” metamórficos de Tay Sachs estão perfeitamente ou quase-perfeitamente acoplados aos organismos dos parentes heterozigotos dando-lhes vantagens incomuns, enquanto que para o portador homozigoto, ocorre um desequilíbrio, em que o encaixe do quebra-cabeças, em sua estrutura orgânica, não acontece, resultando na manifestação de quadro patológico.

A homossexualidade per si, tende a ter um efeito neutro em relação aos seus portadores. Se existe um único indivíduo sobre a Terra que é homossexual e não tem nenhum problema de saúde, então a ideia de que a homossexualidade reduz o fitness não se sustenta, aliás, nada na Ciência parece se sustentar completamente. A explicação para a constante sobreposição de teorias dentro do meio acadêmico é a de que quase todas obedecem a princípios unilaterais e estarão em grande risco de serem refutadas. O problema não se baseia apenas na parte teórica, porque estes cientistas tendem a tentar impor suas teorias unilaterais em nossas sociedades, aumentando dramaticamente os riscos de causarem graves avarias às pessoas.

Cochran, o responsável pela teoria patogênica (apenas) da homossexualidade (masculina e exclusiva), surpreendentemente (ou não), consegue aceitar a sua contradição, onde temos doenças autoimunes graves que podem ser indiretamente selecionadas entre o seu povo, mas que o mesmo não acontece para a homossexualidade, que nem doença é.

E ainda temos que prestar reverência a este ”gênio”. (eu não duvido que ainda possa ganhar um nobel, parece que esta organização se transformou numa espécie de fábrica de ”dinheiro falso”).

Ainda mais divertido. Tay Sachs é muito menos universalmente distribuída entre as populações humanas do que a homossexualidade e não existem evidências de que os parentes dos seus portadores tenham maiores taxas de fecundidade do que os que não tem histórico familiar.

O princípio da universalidade essencial da existência

A existência, todas as formas de existir, todas as formas de vida aderem aos mesmos princípios e são apenas desdobramentos das primeiras formas de vida na Terra, ou seja os primeiros organismos unicelulares.

O princípio da variabilidade, da divisão, é o princípio da existência e da adaptação.

A divisão celular explica todas as outras  divisões, inclusive o espectro da sexualidade ou da reprodução sexuada.

A homossexualidade faz parte da continuação de um processo temporalmente linear, especialmente mediante uma escala geológica de tempo, de divisão celular. A multiplicação da vida dá-se por sua divisão. Isto é tão taoista!!!!!!!!!!!!!!!!

Temos microrganismos com replicação (reprodução) assexuada. A partir deles, temos as outras micro formas de vida que aderem a princípios replicativos idênticos. Até chegarmos à reprodução sexuada, em que a auto-replicação é substituída por replicação indireta, onde geralmente um dos indivíduos será o único capaz de replicar o seu material genético, com o material de outro indivíduo, de castas replicativas diferentes porém pertencentes à mesma divisão de trabalho OU  mesma espécie.

Quando vemos um belo arco íris no céu, depois de uma chuva torrencial de verão ou quando vemos a bandeira GLBT nas ruas de uma grande cidade ocidental, nada mais, nada menos, que estaremos vendo uma simbologia realista criada por humanos que representa o princípio da universalidade essencial da existência, onde temos uma hierarquia de importância, em que a variabilidade de características emula com perfeição o fenômeno atmosférico que usei como explicação simples.

É apenas a dualidade, que na verdade, não é dual, mas representa o começo e o fim de uma reta, os meios são o espectro.

Para entender a homossexualidade e sua razão de existir, basta ver a bandeira GLBT.

Rosas raras

De toda a beleza das rosas que cá, pintam o chão de cores vibrantes e doces

A mais bela de todas, é a mais rara e a mais cara

O estupendo encanto da rosa de uma única cor, que rara

aparece frágil como um vegetal no deserto

Tua força externa, que paralisam nossas ações e faz o nosso ar parar de circular por alguns segundos
De Contraste com sua extrema sensibilidade

Para que toda esta maravilha de cores, pudesse inebriar nossa razão

Em que somente uma, se destacaria de todas as outras

e se fizeste a rainha das atenções

Ao excesso, tornaste sensível ao primeiro vento,

que jás a mudança, transtornaste a harmonia deste jardim

Quando ao vento, chega a doença,

a primeira a murchar é a primeira que deslumbra o teu olhar

A raridade necessita que o céu em seu firmamento, desça neste pântano de outrora

Que quando a primeira besta da destruição, corrói o preciosismo deste acontecimento

A mais bela de todas, sejas a primeira a chorar o cair de suas pétalas brancas, cor de serenidade

Quando a harmonia de tempos antigos é alterada pelo sofrimento da descomunhão dos elementos,

é ela, a impávida rosa alva,

que grita para todos, que algo de destemperante, acontece agora

Tal como entre as criaturas da beleza celestial, que destila cores ao velho matagal
Entre as criaturas que espreitam a suspeita de terem o universo dentro de si,
a raridade das rosas alvas, ei de existir
Portanto, não te esqueças de ouvir a sua beleza de alma,
e a de atender ao primeiro grito de horror,
desta eterna crisálida criança, de sabedoria anciã

Conservadorismo x neurodiversidade

Que bom que Carol Greider é inteligente, ”APESAR” de seu problema cerebral chamado Dislexia. 😉

Agora pouco de manhã, visitei o blogue ”Pyschological Comments” e fiquei espantado com o que li. O blogger, que é um psiquiatra britânico, divagava por escrito uma micro-compilação de eventos que se sucederam em sua terra natal durante esta semana. A patética escolha da população escocesa (se realmente foi um plebiscito sem manipulação de resultados) para continuar a ser um protetorado da velha caquética (formiga-mãe) e a relevância que uma revista deu em relação ao projeto de um rapaz, de aproximadamente 30 anos, para contratar disléxicos e dispráxicos. ”James” fez algo que não deveria ter feito, criou uma analogia incomum e de alto risco, ou seja, foi inovador. Por isso, ”deu com a face no muro”. Ele, basicamente, culpabilizou a matéria da neurodiversidade pelos problemas crônicos de seu país. É como se, o rapaz que está preocupado em contratar disléxicos e dispráxicos fosse culpado pela manutenção da Escócia dentro do ”Reino Unido”, por votação popular. Simples assim.

É como se eu culpasse o canto dos pássaros pela minha hiperatividade. 😦

”James” resolveu ainda invalidar, ainda que de maneira muito remota e pouco compreendida, que a advocacia pela adaptação laboral da população neurodiversa é um assunto muito irrelevante e no mínimo, controverso, afinal, o pobre rapaz afirmou que o gênio homossexual, inventor da internet, Allan Turing, era disléxico, quando na verdade, é possível que não tivesse sido.

”James” deve ter ‘raciocinado’. Como pode o G-Ê-N-I-O Turing (apesar de ter sido um ”degenerado”, ele deve pensar) ter dificuldade para ler??

Então eu resolvi desabafar em seu blogue, pelo inglês neanderthálico será fácil me reconhecer, mesmo que já tenha me identificado.

E agora, mostrarei porquê eu estou certo quanto a natureza conservadora da comunidade HBD, e porquê isto é muito ruim.

Conservadorismo x neurodiversidade

Costumamos enfatizar o velho embate, direita e esquerda mediante uma perspectiva política, ideológica e cultural. Conservadorismo versus esquerdismo, socialismo ou liberalismo (este último, é o termo usado para se referir ao estilo de vida contrário ao conservadorismo, especialmente na Anglosfera).

No entanto, existem várias outras possibilidades de conflitos ”silenciosos” dentro de nossas sociedades complexas.

Um deles é a neurodiversidade, o moderno movimento político das minorias cognitivas (mais) mutantes, e o conservadorismo, a velha apicação do estilo de vida ”natural”, hierárquico, sequencial e rígido, mediante as (supostas) normas universais humanas.

Basicamente, o mundo da educação, é o mundo dos neurotípicos e muito especialmente dos conservadores de alto qi.

Darwinistas sociais clássicos que são, os conservadores de alto qi, são consideravelmente normativos em seus pensamentos. Enquanto que o conservador médio é religioso, o conservador mais inteligente geralmente não será, mas substituirá crenças religiosas em crenças científicas.

A ciência não é lá muito diferente da religião, visto que ambas se caracterizam pela transcendência coletiva unilateral, em outras palavras, seleção. A religião é a seleção cultural. A ciência também poderia ser entendida desta maneira. Ambas, mantém intactos os mesmos atributos que tornaram as girafas pescoçudas, de geração em geração. A eliminação da diversidade pela unicidade cognitiva, comportamental e cultural.

Os liberais, socialistas ou beligerantes desviantes, fazem exatamente a mesma coisa. É a praga dos ISMOS que continua a ensanguentar o solo terráqueo com sua intolerância.

A grande diferença é o início da tomada de consciência de grupo. Todas as matérias dinâmicas, ou vidas, são conscientes. As diferenças são a que grau de consciência cada espécie está. O ser humano moderno está a um grau maior de consciência, que no entanto, não é substancialmente a nível individual, mas principalmente a nível coletivo.

No passado, o ambiente ”nos selecionava”. Se fazia muito frio, os mais inteligentes desenvolviam ideias para dissipar as chances de morrermos neste ambiente. Ou, aqueles que eram mais resistentes ao frio, sobreviviam mais.

A tomada de consciência começa quando, ao invés de nos adaptarmos ao ambiente, nós o adaptamos às nossas particularidades. E é justamente isso que fizemos e que continuamos a fazer…

A educação é a criação de um ambiente adaptado para certos tipos de pessoas, mas não para todas. A seleção, natural, cultural, sexual ou mesmo, a antropomórfica, sempre caminharão para causar desigualdade, porque sempre teremos grupos que ficarão em desvantagem.

O filtro do sistema educacional, especialmente na educação superior, privilegiarão mentes parecidas das dos professores, eliminando uma possível diversificação de tipos cognitivos por uma unicidade. E isso é péssimo.

Isto explica porquê olhamos para o status de uma pessoa antes de a escutarmos para saber o que ela tem a dizer. É muito comum e adoramos fazer isso, confundir aparência com essência.

Porque a maioria dos professores universitários tendem a pensar parecido???

Simples, muito simples. Porque existe uma promoção extremamente desigual na educação superior, onde a diversidade cognitiva é substituída por uma unicidade, a transcendência coletiva.

O conservadorismo comunga com os mesmos princípios essenciais do seu algoz ideológico, a manutenção dos mecanismos de seleção natural, visando o projeto transcendental coletivo, onde OS TEUS são promovidos contra aqueles dos teus inimigos biológicos milenares.

Aí cabe a pergunta, que diabos eu e provavelmente você meu caro leitor, tem a ver com isso???

A neurodiversidade é completamente desprezada por psiquiatras, psicólogos, a GRANDE MAIORIA deles.

MAS…

Se eles sabem que a maioria dos autistas são muito especificamente inteligentes…

muitos esquizofrênicos, Tdah, bipolar, disléxicos, dispráxicos, discalcúlicos (discalculianos é melhor,rsrsrs) são muito criativos e podem ter habilidades muito incomuns e úteis à sociedade, então por que eles desprezam estes grupos???

Por duas razões,

EGO (sim meus caros leitores, por ego, o mais sórdido e infantil de todos)

e porque CONVENIÊNCIA.

O ego alimenta suas apatias em relação à neurodiversidade, visto que, se todos os autistas fossem empregados, teríamos o início da promoção de tipos que são neurologicamente diferentes dos professores universitários modernos. É interessante pensar que as pessoas mais inteligentes tendem a ter mais genes mutantes da neurodiversidade, mas por alguma razão mecânico-instintiva, elas tendem a patologizar unilateralmente os portadores destas condições, ostracizá-los do convívio social, diminuindo as suas chances de acasalamento e posterior reprodução.

”Por que eu, que tenho sido aclamado como muito inteligente, durante toda a minha vida, vou aceitar que alguém que tem dificuldades para ler possa ser mais inteligente que eu, muito mais inteligente???”

”Eu tenho uma imagem a zelar”.

Os conservadores de alto qi tenderão a ser os maiores algozes dos neurodiversos e por conseguinte, de muitos gênios criativos, basicamente porque os conservadores inteligentes de ego inflado se sentirão ameaçados pela possibilidade de verem super-especialistas tomando os seus empregos e roubando os ses status quo intelectual e porque suas mentes binárias não são capazes de aceitar organicamente que toda a estrutura tem sua complexidade interna e que portanto se divide em partes. Meu velho mantra, tudo é um espectro. Eles não podem aceitar que ”disfuncionalidade” pode ser contextual porque estão tão bem adaptados às suas realidades que aquilo que é ”natural” aos teus olhos, impossivelmente poderiam ser entendidos apenas como uma contextualidade. Vários Deuses quebrados em suas perspectivas binárias. Podem ver os extremos, mas não podem conceber o ”corpo caloso” que liga um extremo ao outro.

E o movimento HBD tem vários sintomas primordiais desta incapacidade. Eu espero que melhorem, mas a ciência é filha da filosofia e neta da religião. Dificilmente mudarão de opinião.

Fim!

Volume da voz como marcador para o conflito e sua disparidade espectral entre as raças humanas

Vocês já notaram que quanto mais pobre é o sujeito, mais alto é o volume de sua voz?? 😉

Aqui no Brasil é assim. Mas não apenas aqui, em todo lugar, parece haver uma relação entre estupidez e falar alto. Nem sempre, claro, meu pai por exemplo, é um homem que fala bem alto, mas não é totalmente estúpido (intelectualmente sim, tecnicamente não, pelo contrário, é muito inteligente em atributos cognitivos técnico-utilitários, eu já disse que ele tem um qi alto).

Quanto mais sábio é o indivíduo mais pacífico ele será e mais baixo e serenamente ele falará. Mais rapidamente encontrará a raiz de todos os conflitos e os eliminará antes que se transformem em ”bolas de neve”. Quanto mais estúpido, mais nervoso o indivíduo será, sempre fazendo ”tempestades em copo d’água”. Claro, nem todo pacífico será um sábio e nem todo nervosinho será estúpido. Regras e exceções se anulam mutuamente, mas, vivenciaremos muito mais a regra, por lógica estatística apenas e nada mais…

Diferenças raciais coletivas de volume habitual da voz em conversações cotidianas

No Brasil, sinônimo de pobre é negro. A maioria da população pobre em nosso país, mas também no Suriname e em outras nações, é composta por negros. As explicações vão desde fatores ambientais, popularmente conhecidos, como o lamarckista escravidão, até aos fatores genéticos que realmente podem nos ajudar a explicar este estado de coisas.

Qualquer partícula comportamental será relevante para que possamos construir a paisagem completa desta situação.

Além de mais pobres, os negros, em média, tendem a cometer mais crimes do que os outros grupos populacionais. ”Eles” não só cometem mais crimes contra as outras ”raças”, mas principalmente contra os de sua própria espécie. O negro decente e pacífico é a primeira vítima das hordas de psicopatas que os processos seletivos na África subsaariana produziram.  Como eu tenho falado aqui, exaustivamente, aceitar a realidade que a comunidade HBD tem nos mostrado ou comprovado, por meio de estudos científicos altamente relevantes, não é uma razão para alarmismo, especialmente se entendermos que,

toda população apresenta variações comportamentais internas,

nenhum traço ou fenótipo é patente de qualquer raça, tudo é contextual e pode ser modificado,

a psicopatia é a encarnação arquetípica da biologia do mal, que existe em todas as raças fisiológicas do mundo,

existem negros e niggers,

”raças” não são indivíduos. Semelhanças individuais podem produzir movimentos orquestrados das massas humanas, mas ainda assim, em realidade, apenas o indivíduo existe. Os quase-clones, produzidos por endogamia e traços negativos de personalidade, são zumbis biologicamente adestrados.

Falar em voz alta, na maioria das culturas euroasiáticas, é considerado como falta de educação. Quanto mais cortês for uma sociedade, mais baixo será o volume médio da voz de seus cidadãos.

Os africanos produzem mais criminalidade, da mesma maneira que os homens não-leste asiáticos também o fazem, no geral, especialmente porque falam mais alto.

Quando o seu pai ou a sua mãe lhe manda um sermão numa noite de domingo, o volume da voz será um divisor-marcador de sermão em relação a uma conversação normal.

Existem 3 maneiras de impor domínio durante uma conversação

ser enfático, repetindo com consistência e fazendo afirmações,

falar alto,

manipular o discurso, fazendo com que o oponente concorde com seus pressupostos.

Ninguém gosta de sermões. Muito menos quando é feito em voz alta. As diferenças de reação podem ser consideráveis. Eu posso dizer exatamente a mesma coisa, mas em tons de voz diferentes, em que este detalhe poderá fazer toda a diferença em como o meu ouvinte irá reagir.

”Homens” são mais socialmente dominantes do que as mulheres. ”Negros” são o extremo de capacidade de dominação social, ainda que seja estrategicamente arcaica.

Falar alto já é um sinal de intimidação natural, derivado dos primatas.

Falar alto e ser mal compreendido é um prelúdio ao conflito direto.

Pessoas que tem dificuldade para expressar aquilo que estão pensando (geralmente é sinal de baixa inteligência, excluindo gagueira e outras condições semelhantes, não é apenas ou exatamente a fluência do discurso, é a construção do conteúdo, do pensamento) estão mais em risco de serem mal compreendidas, evidentemente. Junte esta dificuldade de expressão do pensamento com tendências para falar mais alto. O que este coquetel poderá provocar??

Por que algumas pessoas falam alto e outras pessoas falam baixo???

O jeito como andamos, a maneira como falamos, estes e muitos outros, são sinais não-verbais de hierarquia social. Os homens estão mais biologicamente inclinados para falar mais alto. Eu penso, o testosterona é o ingrediente a mais que faz o homem, que é uma mulher mutante e bioestéril, que não pode replicar a si mesmo. Pênis, pêlos pelo corpo, voz mais alta, maior altura, mais músculos…

É o homem que veio da costela da mulher.

Falar em voz alta faz parte do comportamento do homem ”alfa”.

Homens alfas, quase sempre, estão competindo uns com os outros. Por isso uma boa parte dos conflitos evitáveis da humanidade são provocados por esta população.

Mas aí aparece outra questão que deve ser salientada. Não é o homem que é um problema, mas a combinação de características fisiológicas e comportamentais que produz o ”alfa”.

Asiáticos se destacam por serem consideravelmente mais calmos do que os caucasianos, mestiços, negros e outros.

”Eles” tendem a cometer menos crimes do que as mulheres brancas europeias, proporcionalmente falando.

Os brancos caucasianos, como não deveria de ser diferente, apresentam grande variação também nesta micro-característica comportamental e com extremos comportamentais mais comuns, de santos a ”bad boys”.

Sociedades com culturas orais, como a dos ciganos e das populações subsaarianas, enfatizam a socialização direta, que se baseia na conversação com um maior número de pessoas possível. Isso também explica porque eles geralmente são mais extrovertidos. Algo parecido acontece com os judeus, mas suas culturas regionais se adaptaram às culturas verbais hospedeiras. Ainda assim, os judeus são excepcionalmente talentosos em manipular o discurso, não apenas por causa de seus qis verbais mais altos, mas especialmente pela combinação desta traço com as características de personalidade derivadas das sociedades com culturais orais, que geralmente são destituídas de vocabulários próprios.

Ciganos e negros subsaarianos, em média, apresentam maiores proporções demográficas de personalidade psicopática. A psicopatia pode ter sido abundante no nosso passado evolutivo, partindo da ideia que as sociedades sem tradição cultural escrita, são mais psicopáticas em sua raiz.

No passado, literalmente, dominava quem falasse mais alto. (Ainda hoje é assim, pfff, bela porcaria esta ”humanidade”)

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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