Anti-racismo, anti-homofobia, sentimento de pena e posterior tratamento infantil das minorias

Sabem qual é o sentimento mais nojento que podemos ter em relação a uma pessoa ou a grupos???

O sentimento de pena.

Geralmente, sentimos pena de pessoas que padecem de doenças muito graves como a progeria, o transtorno do relógio biológico que provoca o rápido envelhecimento dos seus portadores, todos eles de crianças. A expectativa de vida dos portadores da progeria geralmente será de apenas 15 anos.

Apesar de suas duras condições, ter pena não irá ajudar em absolutamente nada, para a promoção do bem estar e da melhor qualidade de vida que essas pessoas merecem ter, indiscutivelmente. Ter 15 anos de vida, cheia de amor e alegrias podem valer muito mais do que 80 anos de amargura.

Ter pena, não é necessariamente se sentir superior, mas sentir que o indivíduo observado seja digno de pena, é o mesmo que você atribuir-lhe à ideia de inferioridade irredutível. Portanto, não é sua ”superioridade”, mas a ”inferioridade” do indivíduo observado que está sendo enfatizada.

No mundo de hoje, a maioria das pessoas, que são dotadas de racionamento hereditário para autoconsciência e empatia plena e verdadeira, estão a sentir pena, isso mesmo, pena, das minorias ‘protegidas’ pela ditadura ideológica e política do ”politicamente correto”.

Ter pena, desenvolve uma série de potenciais comportamentos e ideações altamente negativos como a ideia de inferioridade, que eu já mostrei, e também a ideia de incapacidade, que basicamente, é a manifestação da inferioridade.

Homossexuais e negros são retratados como incapazes pela mídia porque isso induz ao telespectador o sentimento de pena. As pessoas não aceitam como fulano é, apenas por aquilo que é, especialmente, baseado em uma moralidade objetiva. Eles o ”aceitam” baseado na ideia da pena, porque se são ”inferiores”, então merecerão tudo aquilo que quiserem.

Isto cria dependência e quando você é consideravelmente dependente de outras pessoas, se torna presa fácil, se torna um escravo, sem a necessidade de senzalas e grilhões nos tornozelos.

Quando se tem direitos demais, estes direitos podem servir como cavalos de Troia que poderão cortar as asas da sua liberdade vigiada.

As crianças são dependentes dos adultos porque ainda não tem a capacidade de navegar com segurança pelos ambientes antropomorfizados, isto é, modificados pelo homem e para o homem.

Aquele que é dependente, está em uma situação desfavorável, visto que está sob o domínio de outras pessoas.

É por isso que nossos pais ficam extremamente ansiosos para nos ver bem longe de casa, livres e seguros para construir nossas próprias vidas. E eles tem razão. A relação de poder não se limita apenas à macro-esfera social mas também dentro de nossos próprios lares. E por meio do uso da força e da capacidade de domínio tradicional, o homem alfa, geralmente, dominará os ambientes em que está a interagir. Eu já disse a vocês que forças muito primitivas nos mantém presos neste mundo de atropelos estúpidos.

A infantilização das minorias tem como princípio suas posteriores domesticações culturais, onde os produtos feitos pela classe criativa, serão consumidos pelos proles, cada vez mais desumanizados.

Nada, a não ser o primitivismo humano, justifica o tratamento desonroso em relação aos ”negros” e aos ”homossexuais”. Generalizar é o mesmo que desumanizar. É negar o princípio da individualidade humana, mais desenvolvida do que nas outras espécies.

A transformação da cultura, provoca mudanças nas pressões seletivas. Os negros americanos por exemplo, estão passando por grave redução de suas inteligências puras coletivas, onde os grupos menos inteligentes e mais psicopáticos estão procriando como coelhos, sustentado pelo estado de ”bem-estar social”, que retira parte do dinheiro da classe média trabalhadora e o redistribui para a subclasse. O atual bolsa família, parte do mesmo princípio, produzir uma população altamente dependente e consumidora dos produtos das classes criativas, que estão mancomunadas com o sistema. E quanto mais baixo o nível dos consumidores, mais fácil de enganá-los e menos exigentes serão os produtos que serão ofertados. Enxugamento de custos, nada mais pragmático do que o capitalismo selvagem.

Além de uma série de possíveis fatores, os modernos ”socialistas” negam as diferenças coletivas de comportamento e inteligência entre as populações humanas, também porque são ”racistas” genuínos embutidos, que modificaram o sentimento trivial de ÓDIO pelo neo-sentimento de PENA, que flagrantemente, se tornou um indicador de status quo.

Neste momento, esta classe psicótica está genocidando as populações europeias por meio do vírus do ”multiculturalismo”, em que não há nada de multicultural nisso, visto que existe uma forte pressão de padronização da cultura mundial, em ambientes urbanos, pela ”cultura robótica americana”.

Seja por ingenuidade, seja por pura maldade ou ódio por uma abstração coletiva, demográfica, temporal (objetificando grupos populacionais como bandeiras ideológicas, enfatizações culturais a serem seguidas, aplicadas e conquistadas), estamos assistindo ao desaparecimento lento da maior parte das variações biológicas do tronco caucasiano mais decantado. Isso é puro genocídio, visto que a partir do momento em que uma população está desaparecendo, isto se consiste em um evento de extinção.

E eu não sei se você sabe quem, brilhantemente, armou tudo isso… 😉

Enquanto estes seres de coração sangrando de amor sentem pena pelas populações que inconscientemente atribuem ao sentimento generalizado de inferioridade, estes mesmos estão ”comendo o pão que o diabo amassou”, como eu já mostrei com o fim do ”colonialismo” europeu, que bem longe de ter sido perfeito, ainda anunciava na metade do século passado, um futuro promissor para as minorias inteligentes e capazes do continente negro.

Os sofisticados esquerdistas, como foi bem representado no filme ”Jogos Vorazes”, simplesmente desprezam os efeitos de suas ignorâncias analíticas em relação à transição extremamente conturbada do colonialismo para o auto-governo nas nações africanas bem como por todos as políticas nocivas a todas as minorias que dizem proteger.

Ou a ”liberdade sexual”, ou seria melhor, a irresponsabilidade sexual, que ceifou a vida de milhões de jovens homossexuais e espalhou a Aids pelo mundo… aaah, especialmente pela África. Estes esquerdistas são bem anti-racistas não achas???

Quem não gosta de rir das aberrações não é?? 🙂

A transformação daquilo que ”se faz em quatro paredes” em discussão pública, como a que recentemente aconteceu no debate dos ”presidenciáveis” (um mais estúpido e mal caráter que o outro, infelizmente, este país parece estar caminhando para o próprio abate), nos mostra que, especialmente em relação aos homossexuais, o tal movimento que busca defender os direitos do ”grupo”, na verdade, parece estar criando uma ”cultura de aberração”, tal como acontecia nos velhos circos com as pessoas dotadas de má formações físicas ou  extremos de fenótipo como anões, gigantes e mulheres barbadas.

Bem vindo ao circo, mas o palhaço é você….

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6 responses to “Anti-racismo, anti-homofobia, sentimento de pena e posterior tratamento infantil das minorias”

  1. Davi says :

    Essa “inferiorizaçao” da elite espertinha para com os Homossexuais e os negros é patética. É puro aproveitamento, uma piada. Discussões ridículas sobre casamento gay, curas, cotas raciais, prevenção da AIDS para os casais homo… Que mer….

    “neste momento a elite psicótica está genocidando a cultura europeia, por meio do falso multiculturalismo, impondo a cultura robotica americana”

    Isso me fez lembra da música “Amerika” da banda alemã de metal, Rammstein.
    O refrão da música é em inglês;

    “We are living in America”

    • santoculto says :

      Lembre-se do show de bizarrices dos velhos circos que faziam turnê em cidadezinhas do interior. É isso que estão a fazer e com uma audiência muito maior.

      Não sou fã do Hammstein, apesar de ter duas músicas da banda, não gosto muito deste estilo de rock, mas algumas músicas deles, como estas que peguei para ouvir, são boas para dar asas à imaginação.

  2. Lais says :

    E o pior, essas “minorias” que na verdade nem são minorias, pois negros e homossexuais são uma massa gigantesca, pode ser que homossexuais assumidos sejam minoria, mas a maioria deles está casado, com filhos e enrustidos estão adorando esse tratamento infantil, eles mesmos não enxergam o sentimento de pena por trás de tudo isso, estão achando que estão sendo tratados finalmente como pessoas normais, mas muito pelo contrário, realmente estão sendo o “show de bizarrice” como você disse e nem se tocam disso, mas era esse o propósito, passar a mão na cabeça para poder manipular como quiser…
    Posso parecer extremista em dizer isto, mas se eu fosse negra ou homossexual preferia ser odiada a ser tratada como uma criatura digna de pena.

    • santoculto says :

      Kkkkkkkkk, é normal este tipo de revolta e perceba que tendemos a detestar irracionalmente mais os ”grupos” dos quais temos menos afinidade em termos de inteligencia e personalidade. No mais, é complicado dizer que ”estão adorando”, principalmente mediante a perspectiva de um observador, o arquétipo do ser humano que expia os defeitos alheios. Muitos deles estão gostando porque nossa sociedade de fato é muito preconceituosa, muito mesmo. O tal ”calor humano” brasileiro é em partes, culpado por isso. O problema é sempre, sempre a dualidade, se antes ”éramos” extremamente preconceituosos, agora vamos desprezar COMPLETAMENTE os defeitos que são mais comuns nestes dois grupos**** Não, um sábio diria, mas as nossas amáveis zelites não estão preocupadas em serem sábias, se sabem o que isso significa.

      Eu tenho convívio com alguns homossexuais. Acredito e ainda vou escrever um texto sobre isso, que a maior parte das iniciativas esquerdistas ou são bem intencionadas ou de fato, são muito boas no sentido de primar pela moralidade objetiva. O problema não é a intencionalidade, afinal de contas, é melhor acreditar na bíblia ou aceitar que pessoas são diferentes** O problema é a maneira com que eles manipulam as informações, isso sem falar que toda esta boa vontade, tem motivações sinistras. Em outras palavras, ”negros” e ”homossexuais” são usados como bode expiatório, como massa de manobra.
      Elementar que existam diferenças pronunciáveis entre o ”negro médio”, o arquétipo da ”raça” e o ”homossexual médio”, o arquétipo do ”grupo”. Aqui eu sempre ensino que não devemos jamais generalizar pois é uma maneira de nos preparar para as exceções que sempre existem e que sempre irão ao nosso encontro. Eu posso aceitar por uma perspectiva que em média, as coletividades negras tenham uma tendencia muito forte, genética, para disfuncionalidade dos mais diversos tipos e níveis (principalmente em termos contextuais), mas existem exceções e algumas delas são surpreendentemente positivas. Levar em conta o contexto também ajuda bastante. A áfrica está cheia de etnias que se destoam completamente ou quase que completamente uma da outra. Algumas são mais violentas, outras são pacíficas. O negro inteligente, trabalhador, que quer vencer na vida, é o que mais sofre com tudo isso.
      Analogia semelhante há de ser feita em relação aos homossexuais.
      No passado, ”o negro” era generalizado como um ser indubitavelmente inferior, que não é verdade. Eram tratados de maneira muito vergonhosa. Hoje em dia, houve uma completa mudança, extrema e não-sábia, no sentido oposto, ainda que se faça como eu disse, com segundas e terceiras intenções e que seja muito mais na lábia do que na prática. Nossa natureza dualista nos faz escolher pelos caminhos dos extremismos, que como resultado, causarão mais conflitos e problemas do que soluções.
      Homossexuais e negros são quase que auto excludentes visto que o primeiro tende a ser mais afeminado do que a média (desprezando a ampla variedade de tipos como os hiper sexuados), mais intelectualmente orientado e estão fortemente representados entre os mais inteligentes. Claro, o termo ”homossexual” é uma generalização. Entenda, sempre quando falarem de grupos, ”os brancos são”, ”os negros são” ou ”os homossexuais tendem a estar”…. tudo isso são generalizações que a maioria das pessoas literalizam erroneamente como se fosse ”os brancos são” e não, ”os brancos tendem a ser”. Faz muita diferença.

    • santoculto says :

      Sim, quando um ”midiático” fala em ”igualdade”, ou ele é um ser com fortes tendencias para acreditar em fantasias, o que é quase igual a uma pessoa estúpida, ou ele estará mentindo descaradamente na cara das pessoas que estão do outro lado da telinha.

  3. Lais says :

    Ai dizem “tudo bem, mas os negros e homossexuais são minoria pois eles não tem voz ativa nesse mundo” hahaha hoje em dia eles são maioria nisso também, aliás, não sei como ainda não vieram te chamar de homofóbico e racista ainda…

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