O que a reprodução artificial, escravidão moderna e formigas podem ter em comum?

A castradora parasita.

Pesquisadores encontraram uma nova cepa de formiga parasita no interior do estado de São Paulo. Descobriu-se que esta nova variedade, apareceu dentro de uma espécie já existente, mostrando que não existe a extrema necessidade do isolamento geográfico para provocar especiação. O parasitismo desenvolvido por esta formiga se baseia na castração das outras formigas, fazendo com que elas produzam apenas crias estéreis. A formiga parasita coloca todas as outras formigas ao seu dispor, não se arrisca do lado de fora do formigueiro, não contribui na coleta de alimentos, apenas come e se reproduz.

O futuro, dizem os especialistas, será marcado pela reprodução artificial humana, onde o método tradicional (muito amor e suor, 😉 ) será substituído pela procriação sexuada, onde os médicos coletarão o material genético desejado (que nem sempre será do pai e da mãe) e o fecundarão em um útero mecânico, que emula com perfeição o útero orgânico.

Na atualidade, as taxas de fecundidade estão despencando em quase todo mundo, menos na África negra e em comunidades ultra religiosas como os Hassidim ortodoxos e os Amish, cristãos fundamentalistas e culturalmente isolacionistas, de cepa germânica. Mas é uma questão de tempo até que todas as populações humanas vejam suas fecundidades coletivas despencarem aos níveis alarmantes que estão a pintar de cinza a paisagem capilar das multidões dos países mais avançados do mundo.

Ainda assim, a sub-reprodução é uma tendência global. Onde há progresso e ”educação”, ocorre a redução da fecundidade.

Nossa existência pode ser medida pelo grau de liberdade e independência que temos e que desenvolvemos ao longo de nossas vidas. É o velho espectro predador-presa ou parasita-hospedeiro.

O parasita é mais inteligente que o hospedeiro, mais esperto, astuto, melhor dizendo, e se aproveitará de sua genialidade natural para entender como funciona os mecanismos comportamentais do hospedeiro para tirar vantagens especialmente ao visar à escravidão mental destes.

O predador é um latifundiário e obviamente um grande território para si  enquanto que a presa tem apenas pequenas porções de terra, tal como em uma sociedade sem reforma agrária decente e depende completamente da posição espacial do predador para escolher o seu hábitat, relativamente temporário.

A reprodução artificial é desesperadoramente, um avanço da dependência das massas em relação ao ”estado”, que sabemos bem, não pode existir por si próprio, mas depende de grupos de pessoas hierarquicamente distribuídas, onde as super mentes do alto da pirâmide laboral, desenvolvem os métodos mais eficientes e sutis para impor obediência.

Aquele que tiver em mãos a capacidade de modificar o DNA humano a bel prazer, poderá fomentar qualquer nova variedade de nossa espécie. É praticamente o Deus, encarnado em funcionários burocráticos, zumbis e tecnicamente inteligentes, como os que temos na famosa ”Fração inteligente” do Griffe du Lion.

Assim como  também poderá modificar a mente humana desde a sua concepção, produzindo mentes de escravos.

O filme Matrix, nunca pareceu tão real, mas como uma diferença significativamente marcante, visto que não serão as máquinas que tentarão aniquilar a humanidade e depois escravizarão a mesma, jogando-as em fazendas gigantescas, buscando a captura de suas energias mentais.

O próprio ser humano, que em sua grande maioria, já carrega dentro de si a sua matrix neurológica, o seu Deus quebrado forjado por seleção natural, incapaz de ver a totalidade das perspectivas, agora verá a sua alter-escravidão, moldada por seres humanos mais inteligentes, transformando-a em uma máquina extremamente eficiente, destruindo sua luta contra a  alter-escravidão da matrix neurológica, tornando sua visão de mundo, completamente manipulável.

Em resumo, a humanidade será a sua própria matrix computadorizada e mecanicizada. A transformação do humano médio em uma coisa, sua robotização completa, enquanto que as super elites buscarão as suas próprias melhorias orgânicas, por super seleção e manipulação do Dna.

E quem são estas super mentes que estão planejando tudo isso??

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Sobre santoculto

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11 Respostas para “O que a reprodução artificial, escravidão moderna e formigas podem ter em comum?”

  1. Davi diz :

    A maioria( to sendo modesto) tem sua própria matrix, e vivem dentro de outra matrix, cegando sua visão real do mundo, imersos em um mundo medíocre, tão mecânico e sem desvios.

    “E quem são as super mentes que estão planejando tudo isso??”

    huuuumm garotinho 😉

    • santoculto diz :

      Deixe o ”paradigma” no aaarr…

      A matrix é o Deus quebrado, se fôssemos completos, sequer necessitaríamos de seleção. Somos metade zumbis e metade conscientes. Nossa biologia foi feita para obedecermos a desígnios maiores, atrelados à natureza primordial da existência, a dualidade. É por isso que quando debatemos uns com os outros e vemos que nossa matrix neurológica encontra-se ameaçado, nos tornamos reativos, impulsivamente reativos. Mesmo que nossa oponente no debate esteja dizendo a verdade e vc consiga ver, algo te puxa para longe da luz, do esclarecimento, do verdadeiro motivo do debate, esclarecer, aumentar horizontes, mesclar pontos de comunhão de pressupostos dissidentes, buscar a harmonia.

      • Davi diz :

        Verdade. Tudo é dual. Quando discutimos, ficamos ariscos na nossa toca neurologica, causando impulsividade, evitando a harmonia, o pensamento “do meio”.

        • santoculto diz :

          Sim, porque ninguém quer a neutralidade, neutralidade é desapego do ego, de fato.

          No mais, desapegar totalmente do ego é quase que uma espécie de suicídio, para a maioria especialmente e abre o caminho para que os psicopatas tomem a dianteira das sociedades e façam com elas aquilo que quiser, isto é muito ruim, ainda vou escrever um texto falando exatamente desta triste tendência, onde os mais bondosos praticamente entregam o mundo de bandeja para os mais maldosos.

          • Davi diz :

            Nos precisamos desprender do ego, mais a sua eliminação total é um mau, precisamos dele. Outra dualidade, possível de harmonia? Acho que poucos conseguem a harmonia no ego. Os poucos são insignificantes em termos numéricos. Mas quantidade não é qualidade…. Mas parece que a psicopatia do domínio sobre outras mentes é mais irresistível só que cooperar, infelizmente.

            • santoculto diz :

              Sim, infelizmente os mais sábios tem esta tendência de isolamento. É até entendível, mas estamos chegando a ponto em que não haverão montanhas para nos refugiarmos ou para expiarmos a humanidade à distância.

  2. Davi diz :

    Montanhas… Acho que a montanha é a própria sociedade. E os sábios ficam em cima dela… Quando os ventos fortes, depressões(os psicopatas, os individualista egoistas, os conflitos patéticos) abalam a montanha(sociedade) e com o tempo deteriora sua estrutura está destruindo a montanha do sábio. O que resta pro sábio?

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