Volume da voz como marcador para o conflito e sua disparidade espectral entre as raças humanas

Vocês já notaram que quanto mais pobre é o sujeito, mais alto é o volume de sua voz?? 😉

Aqui no Brasil é assim. Mas não apenas aqui, em todo lugar, parece haver uma relação entre estupidez e falar alto. Nem sempre, claro, meu pai por exemplo, é um homem que fala bem alto, mas não é totalmente estúpido (intelectualmente sim, tecnicamente não, pelo contrário, é muito inteligente em atributos cognitivos técnico-utilitários, eu já disse que ele tem um qi alto).

Quanto mais sábio é o indivíduo mais pacífico ele será e mais baixo e serenamente ele falará. Mais rapidamente encontrará a raiz de todos os conflitos e os eliminará antes que se transformem em ”bolas de neve”. Quanto mais estúpido, mais nervoso o indivíduo será, sempre fazendo ”tempestades em copo d’água”. Claro, nem todo pacífico será um sábio e nem todo nervosinho será estúpido. Regras e exceções se anulam mutuamente, mas, vivenciaremos muito mais a regra, por lógica estatística apenas e nada mais…

Diferenças raciais coletivas de volume habitual da voz em conversações cotidianas

No Brasil, sinônimo de pobre é negro. A maioria da população pobre em nosso país, mas também no Suriname e em outras nações, é composta por negros. As explicações vão desde fatores ambientais, popularmente conhecidos, como o lamarckista escravidão, até aos fatores genéticos que realmente podem nos ajudar a explicar este estado de coisas.

Qualquer partícula comportamental será relevante para que possamos construir a paisagem completa desta situação.

Além de mais pobres, os negros, em média, tendem a cometer mais crimes do que os outros grupos populacionais. ”Eles” não só cometem mais crimes contra as outras ”raças”, mas principalmente contra os de sua própria espécie. O negro decente e pacífico é a primeira vítima das hordas de psicopatas que os processos seletivos na África subsaariana produziram.  Como eu tenho falado aqui, exaustivamente, aceitar a realidade que a comunidade HBD tem nos mostrado ou comprovado, por meio de estudos científicos altamente relevantes, não é uma razão para alarmismo, especialmente se entendermos que,

toda população apresenta variações comportamentais internas,

nenhum traço ou fenótipo é patente de qualquer raça, tudo é contextual e pode ser modificado,

a psicopatia é a encarnação arquetípica da biologia do mal, que existe em todas as raças fisiológicas do mundo,

existem negros e niggers,

”raças” não são indivíduos. Semelhanças individuais podem produzir movimentos orquestrados das massas humanas, mas ainda assim, em realidade, apenas o indivíduo existe. Os quase-clones, produzidos por endogamia e traços negativos de personalidade, são zumbis biologicamente adestrados.

Falar em voz alta, na maioria das culturas euroasiáticas, é considerado como falta de educação. Quanto mais cortês for uma sociedade, mais baixo será o volume médio da voz de seus cidadãos.

Os africanos produzem mais criminalidade, da mesma maneira que os homens não-leste asiáticos também o fazem, no geral, especialmente porque falam mais alto.

Quando o seu pai ou a sua mãe lhe manda um sermão numa noite de domingo, o volume da voz será um divisor-marcador de sermão em relação a uma conversação normal.

Existem 3 maneiras de impor domínio durante uma conversação

ser enfático, repetindo com consistência e fazendo afirmações,

falar alto,

manipular o discurso, fazendo com que o oponente concorde com seus pressupostos.

Ninguém gosta de sermões. Muito menos quando é feito em voz alta. As diferenças de reação podem ser consideráveis. Eu posso dizer exatamente a mesma coisa, mas em tons de voz diferentes, em que este detalhe poderá fazer toda a diferença em como o meu ouvinte irá reagir.

”Homens” são mais socialmente dominantes do que as mulheres. ”Negros” são o extremo de capacidade de dominação social, ainda que seja estrategicamente arcaica.

Falar alto já é um sinal de intimidação natural, derivado dos primatas.

Falar alto e ser mal compreendido é um prelúdio ao conflito direto.

Pessoas que tem dificuldade para expressar aquilo que estão pensando (geralmente é sinal de baixa inteligência, excluindo gagueira e outras condições semelhantes, não é apenas ou exatamente a fluência do discurso, é a construção do conteúdo, do pensamento) estão mais em risco de serem mal compreendidas, evidentemente. Junte esta dificuldade de expressão do pensamento com tendências para falar mais alto. O que este coquetel poderá provocar??

Por que algumas pessoas falam alto e outras pessoas falam baixo???

O jeito como andamos, a maneira como falamos, estes e muitos outros, são sinais não-verbais de hierarquia social. Os homens estão mais biologicamente inclinados para falar mais alto. Eu penso, o testosterona é o ingrediente a mais que faz o homem, que é uma mulher mutante e bioestéril, que não pode replicar a si mesmo. Pênis, pêlos pelo corpo, voz mais alta, maior altura, mais músculos…

É o homem que veio da costela da mulher.

Falar em voz alta faz parte do comportamento do homem ”alfa”.

Homens alfas, quase sempre, estão competindo uns com os outros. Por isso uma boa parte dos conflitos evitáveis da humanidade são provocados por esta população.

Mas aí aparece outra questão que deve ser salientada. Não é o homem que é um problema, mas a combinação de características fisiológicas e comportamentais que produz o ”alfa”.

Asiáticos se destacam por serem consideravelmente mais calmos do que os caucasianos, mestiços, negros e outros.

”Eles” tendem a cometer menos crimes do que as mulheres brancas europeias, proporcionalmente falando.

Os brancos caucasianos, como não deveria de ser diferente, apresentam grande variação também nesta micro-característica comportamental e com extremos comportamentais mais comuns, de santos a ”bad boys”.

Sociedades com culturas orais, como a dos ciganos e das populações subsaarianas, enfatizam a socialização direta, que se baseia na conversação com um maior número de pessoas possível. Isso também explica porque eles geralmente são mais extrovertidos. Algo parecido acontece com os judeus, mas suas culturas regionais se adaptaram às culturas verbais hospedeiras. Ainda assim, os judeus são excepcionalmente talentosos em manipular o discurso, não apenas por causa de seus qis verbais mais altos, mas especialmente pela combinação desta traço com as características de personalidade derivadas das sociedades com culturais orais, que geralmente são destituídas de vocabulários próprios.

Ciganos e negros subsaarianos, em média, apresentam maiores proporções demográficas de personalidade psicopática. A psicopatia pode ter sido abundante no nosso passado evolutivo, partindo da ideia que as sociedades sem tradição cultural escrita, são mais psicopáticas em sua raiz.

No passado, literalmente, dominava quem falasse mais alto. (Ainda hoje é assim, pfff, bela porcaria esta ”humanidade”)

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4 responses to “Volume da voz como marcador para o conflito e sua disparidade espectral entre as raças humanas”

  1. voza0db says :

    De uma voz a ZERO BEL… Falar alto para quê? 😉

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