Classicismo e por que a elite psicótica te empurra o racismo como o ”pecado original”?

Como eu mostrei, os conceitos verdadeiros das palavras mais perigosas de nossa era, são amorais em sua raiz, mas que no entanto, são moralizados pelos meios de ”comunicação”, quer dizer, de manipulação, como uma maneira de domesticar nosso comportamento por meio da indução do medo em nossas mentes.

A elite, supostamente, almeja um ”mundo melhor”, vejam o casal do ano de hollywood visitando refugiados em Darfur, vejam as celebridades criticando seus colegas mais linguarudos, que soltam impropérios politicamente incorretos. São tão boas essas celebridades não acham?

Eles querem igualdade, mas vivem em mansões aberrantes.

Eles querem acabar com as injustiças, mas não fazem quase nada de útil para manter uma nação, vampirizam a riqueza dos menos afortunados, que não ganharão nem 5% daquilo que recebem de salário mensal por todas as suas vidas.

Racismo é a enfatização mental em questões raciais, como quando você cria uma revista com o nome do assunto que irá desenvolver como tema central de repetição, ao estilo mantra budista. Raçaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauuuuuuummmmmmmmmmm…

Preconceito é, como o próprio nome diz,  é o pré conceito. Nada de apartheid, nada de Ku kux klan. Apenas um pré conceito, que é amoral em sua raiz, da mesma maneira que a palavra racismo também é.

Mas, se as elites psicóticas do Ocidente estão empurrando estas palavras-chave, de-conceituando seus verdadeiros significados, para suas manipulações políticas de longo-prazo, que visam atender a uma coletividade intrusa específica que co-evoluiu com as populações nativas, então qual seria o verdadeiro pecado original, que torna nossas existências frágeis e breves, piores do que já são??

Classicismo

Assim como as outras palavras, classicismo remete a toda enfatização em questões de classe, que podem se relacionar tanto com taxionomia biológica quanto com a sociologia.

Mas como estes conceitos costumam apresentar grande amplitude potencial de contextualização, eu vou centralizar o significado de classicismo, justamente naquilo que tange à enfatização de questões sociais.

Mesmo a palavra nepotismo, não serviria brilhantemente como um meio de substituir conceitos amorais em sua raiz, que são moralizados pela elite psicótica moderna do Ocidente.

A enfatização em questões familiares,  não tem um julgo moral em sua raiz, mas que dependendo do contexto poderá ter, é uma palavra mutante, camaleoa, que nós  a adaptamos para dar-lhe significado. Ao invés de criarmos uma frase que explique o nepotismo, nós apenas, a usamos em determinado contexto e a maioria consegue ‘entender’. Ainda que, este resumo do pensamento, costume provocar problemas de interpretação e que as pessoas tenham uma forte tendência para se agarrarem nas palavras, tal como se fossem a elas mesmas.

Em um contexto social, o classicismo, nesta perspectiva, se refere ao favorecimento de familiares em determinadas situações.

A elite favorece os seus parentes mais próximos, para agregar riqueza dentro das famílias.

Nem é muito uma questão de altruísmo, mas de egoísmo alargado.

No entanto, você não verá uma campanha mundial para combater o classicismo.

Por que não???

Por que, se ao criminalizássemos o classicismo como crime inafiançável, estaríamos estragando o jogo milenar das elites, dividir e conquistar a plebe, agregar riqueza.

O classicismo divide as pessoas em categorias arbitrárias de classe. Isso não seria ruim se a partir do momento em que nos categorizamos, damos início à criação de sentimentos de superioridade, das classes superiores em relação às demais classes.

Não é apenas isso. O classicismo chega ser até pior do que o ”racismo” porque os critérios de aceitação do grupo são ainda mais obtusos. Raça é como a fronteira natural, um rio ou um oceano por exemplo. Classe social é como um fronteira artificial, como a dos estados americanos do meio oeste. Ao menos, as pessoas estão biologicamente programadas para favorecer aqueles que lhes são geneticamente parecidos.

O problema não é a hierarquia, é o resultado dela, como a extrema desigualdade que vemos na Índia, por exemplo.

O problema não é a religião, é a estupidez das pessoas.

O problema não é a desigualdade, é o grau de desigualdade e o tipo de meritocracia que está sendo favorecida.

O mundo é amoral mas também é moral. Sem moralidade, deixamos de ser seres autocontrolados e trabalhadores, que produzem produtos que são resultado de moralidade objetiva.

Classicismo, moralidade subjetiva e primitivismo comportamental humano

A moralidade subjetiva se refere a qualquer tipo de julgamento próprio ou de outra pessoa, cerceado em atribuições subjetivas ou que dependem do contexto.

A moralidade objetiva se refere a qualquer tipo de julgamento baseado em atribuições objetivas, que são universais e não dependem do contexto. Matar pessoas por exemplo, é um tipo de moralidade objetiva. Fumar maconha é um tipo de moralidade subjetiva.

No entanto, como meio de mitigar os conflitos evitáveis da humanidade, seria bom que a moralidade subjetiva fosse consistentemente substituída pela moralidade objetiva. Falta clareza de pensamento, objetividade combinada como visão holística, para a humanidade.

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