Alienação entre outliers de alto qi e a classe média. Por que eles se odeiam?

Se tudo tem uma base primordial (mas que não é predominante ao longo do processo) biológica, então muitas das desavenças entre categorias numérico-abstratas discrepantes de pessoas também terão a sua parcela de influência genética.

Outliers tendem a detestar a classe média. Por alguma razão obscura, visto que em um mundo perfeito, não existiriam razões que pudessem sustentar esta situação, afinal de contas, a grande maioria deles são oriundos da própria classe média que odeiam.

Fatores ambientais ou interações genéticas indiretas

Quase todo outlier é um tipo weird, uma gíria em inglês que quer indicar ”uma pessoa estranha”. A ideia de estranheza parte principalmente de uma perspectiva das ”pessoas de classe média tradicional”. O nerd simpático e atencioso que é desprezado por sua vizinhança, a menina sensitiva que é tratada com desdém nos tempos de escola… Em muitos filmes americanos, vemos as famílias liberais tentando manter uma boa relação com os seus vizinhos, também de classe média, mas que muitas vezes terminará em algum tipo de conflito. O liberal ou esquerdista pleno (ao contrário dos tipos sociopatas) além de ser mais inteligente que a média conservadora, também é menos competitivo.

Quando desde criança você é tratado com desprezo e sadismo por outros tipos, a sua memória instintiva irá concluir em pouco tempo quem é amigo e quem não é. Eu concordo em partes com a Mari Chauí, a famosa filósofa da esquerda-caviar brasileira, que declarou publicamente o seu ódio contra a ”classe média”. Claro, ela generalizou e estereotipou consideravelmente, como é o costume para muitos tipos como ela, mas é fato que as médias não costumam ser muito brilhantes em criatividade e inteligência. Também pudera, visto que são o repositório demográfico das sociedades humanas. Seus papéis evolutivos são outros.

O blogger do ”Château Heartiste” especulou sobre a possibilidade de que as elites europeias estejam tentando produzir uma nova raça branca, por meio da eliminação da classe trabalhadora europeia, como foi notado no episódio lamentável e execrável de exploração sexual de meninas brancas em Roterdã na Holanda e o acobertamento da mídia, com medo de serem apontados como ”racistas”.

Esquerdistas tendem a tratar melhor a classe cognitiva e psicótica de baixa inteligência do que a classe média, que sustenta a nação que a classe criativa inventa.

Hoje de manhã eu vi uma mulher de classe baixa, pobre, mestiça, baixo qi (especulações neste caso, mas é muito provável) porém que é canhota. Geralmente, eu nutro um certo desprezo por gente de classe muito baixa, especialmente quando sinto e observo que não apresentam pureza em suas expressões faciais, mas a malemolência semi-simiesca, habitual em seu grupo. Sabem que apesar de todos os sinais não-verbais claros de diferenças significativas entre nós, eu não consegui vê-la com maus olhos!? Talvez, o fato de ser mentalmente mais parecido com ela, se nós dois somos canhotos, possa ter feito com que a visse com menos antipatia (sacrossanta) do que habitualmente faço com pessoas de sua estirpe.

Fatores genéticos diretos

Se for comprovado um dia que os ateus mais inteligentes tendem a nutrir uma maior simpatia para com pessoas pobres e geralmente de baixo qi do que para com as pessoas de classe média, então caminharemos para encontrar um padrão com provável natureza universal, onde as similaridades biológicas tenderão a produzir os conflitos entre as diferentes classes sócio-psicológicas dentro das sociedades humanas e especialmente, dentro das sociedades europeias ou de extração.

O padrão ateu de distribuição de inteligência técnica é uma potencial evidência psicométrica de que outliers e as pessoas ”das médias”, tendem a apresentar diferenças em diversos aspectos e isto reverbera em todo o resto, política, cultura, etc…

Eu tenho a impressão de que, da mesma maneira que veremos mais ateus nos extremos da capacidade técnica humana, também veremos os canhotos apresentando o mesmo padrão masculino. Se é verdade que o percentual de canhotos em autistas é de quase um terço da população e se os autistas são predominantemente ateus e agnósticos.

Se é verdade que os homens tendem a se localizarem mais em extremos, se é verdade que existem mais homens autistas, outliers e canhotos do que mulheres.

Como o canhotismo se relaciona com lateralização anômala e produção de diferentes perfis gerais psicológicos, comportamentais e cognitivos, então talvez nossas elites possam ser mais distintas da classe média do que da subclasse, dos proles.

Duas estratégias de sociedade, igualdade e desigualdade

A classe média é favorável pela igualdade muito mais do que a própria elite, afinal de contas, se a elite realmente quisesse igualdade, não seria A elite e não manteriam suas fortunas pessoais intactas e crescentes não acham? 😉

A elite ”adora” os proles por duas razões, similaridade psicótica e perfeita integração da subclasse na estratégia dos outliers (predominantemente de mattoides) que é justamente a desigualdade.

A elite  quer  fabricar uma multidão de proles hereditariamente estúpidos  para que possam ser servos sem capacidade de rebelião organizada, que exige intelecto.

Apenas a classe média seria capaz de organizar um golpe para tirar estes vampiros do poder, mas neste momento, ela está muito ocupada lutando internamente e discutindo frivolidades abstratas, especialmente a sua classe cognitiva mais inteligente, vejam as universidades brasileiras, americanas, europeias. Os filhos da classe média, muitos deles, adornam roupas com foto de Che Guevara, aderem a comportamentos mêmes e lutam contra o próprio bem-estar.

Da mesma maneira que eu olhei com certa simpatia para a senhora de baixo qi, ”apenas” porque era canhota, este tipo de interação genética indireta, não-verbal e instintiva, pode estar acontecendo aos milhões e pior, em pessoas com menos consciência do que eu.

Isso explicaria a existência de muitas ”Marilenas Chauís”, altamente inteligentes porém estúpidas em sabedoria e rancorosas de vingança contra os seus perseguidores do passado. A classe média tende a abominar comportamentos que mediante uma perspectiva lombrosiana, poderiam ser definidos como ”degenerados” porque destoam substancialmente de seus papéis reprodutivos. O ”racismo” e os diversos tipos de ”preconceitos” que são inculcados pela  elite psicótica, se basearia na supressão da estratégia da classe média em excluir comportamentos ”egoístas”, que abunda em ”degenerados” de alto qi e negros.

Uniformizando a classe média tradicional com a subclasse, a primeira seria demograficamente extinta e substituída por uma classe servil, de pseudo-classe média, apta para consumir trabalhar muito ganhando pouco, servindo à elite psicótica e sem a mesma capacidade de organização que a velha classe média tem, com sua população predominantemente média em qi mas com outliers, ou classe criativa, numericamente significativa, capaz de competir com a outra elite.

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3 responses to “Alienação entre outliers de alto qi e a classe média. Por que eles se odeiam?”

  1. Misty says :

    Eu até imagino o que significa “malemolência semi-simiesca”, mas você pode esclarecer o significado? (risos)

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