Teoria politicamente dissidente… por que os testes de qi foram criados para judeus e por que eles o usam como ”explicação meritocrática”

Existem tantas pessoas talentosas neste mundo que é improvável que 20 milhões de pessoas, minto, 8% desta população, possa ter a capacidade de desenvolver novas ideias, produtos em comparação aos bilhões restantes.

Imaginemos o caso americano. Os EUA contam com 170 milhões de brancos europeus. Como pode ser possível que mediante este mundaréu de pessoas, não exista uma fração inteligente capaz de superar em talento os judeus ashkenazim, que atualmente dominam de cabo a rabo todos os nichos de poder deste país?? Talvez a resposta se encontre justamente na pergunta que elaborei.

Eu boto a minha mão no fogo que tem muita gente inteligente sendo desfavorecida nos quatro cantos do mundo e também que não existe nenhuma outra explicação mais favorável para o completo domínio ashkenazim na sociedade americana a não ser o flagrante nepotismo étnico nas universidades e nos nichos de poder.

Eu já mostrei várias vezes aqui que as estruturas ”meritocráticas” de nossa sociedade são falsas, visto que estão sustentadas por falsos pressupostos como por exemplo a ideia de que a ”educação” é importante para produzir o gênio. Mesmo que já tenhamos lido mais de uma declaração de alguém excepcionalmente talentoso sobre a inutilidade do sistema escolar na capacidade de desenvolver o talento dos gênios, nossa sociedade está completamente planejada para favorecer os tecnicamente inteligentes, que são bons em manter a superestrutura, mas são completamente estúpidos em sabedoria.

Eu já mostrei que a sabedoria é uma espécie de conceito puro de inteligência e no texto anterior eu exemplifiquei dentro da minha própria família sobre a incapacidade com que os tecnicamente inteligentes, triviais alto qis, tem para entender o mundo em que vivem e trabalhar CONTRA as injustiças que são cotidianamente cometidas, eles participam destas até mesmo de maneira ativa, muitas vezes. Para que nasçam intelectualmente dotados no entanto, é necessário que tenhamos uma base demográfica, um repositório demográfico de tecnicamente inteligentes. Talvez a evolução da espécie se dê justamente desta maneira.

Daqueles que tem como ferramenta o corpo, para aqueles que tem como ferramenta as mãos e a mente e para aqueles que tem como ferramenta a mente.

Há algum tempo atrás eu li sobre a suposta sabedoria milenar judia, baseada na ideia de que o mundo se dinamiza por meio de ciclos de desenvolvimento, auge e decadência. Ok, isso só deve valer para as civilizações que eles já estragaram porque vejamos a civilização oriental, que é milenarmente contínua. Dica, eles não tinham mattoides espertos vampirizando suas sociedades, sugando suas energias como as civilizações ocidentais.

QI e judeus

Uma teoria interessante desenvolvida por um blogueiro não sei de onde, mas que é claramente um liberal ou esquerdista, pode nos dar uma pista sobre o porquê dos judeus se saírem tão bem nos alegados ”testes de inteligência”.

Se eles são excepcionalmente bons em decorar respostas a curto prazo, então em parte, poderia se explicar o porquê de se saírem bem nos testes que não requerem nenhum grande esforço intelectual. Seja por ”fair play” e pasmém, sim, pode ser possível também que combinem decorar as respostas, eu não duvidaria disso.

No mais, eu não desmereço esta possibilidade mas centralizo em outra mais provável de ser. Vejamos, como eu tenho mostrado aqui, cansado porém combativo de mostrar, os testes de inteligência estão cheios de falhas, nas mais diversas nuanças. Apesar disso, ele é bom para medir alguns atributos que estão relacionados com inteligência, eu disse ESTÃO, eu não disse, são…

Eu penso, por que a maioria das pessoas, mesmo muitas delas de inteligentes, tem dificuldade para reconhecer que os testes de qi medem qualquer coisa próxima de inteligência??

Será que as pessoas são estúpidas para reconhecer isso ou será que na verdade, toda a sabedoria popular tem um quê de razão??

A inteligência é aquilo que PODEMOS VER, ENTENDER, CAPTURAR mas não sabemos explicar o que é. Claro, é fácil reconhecer uma pessoa inteligente, especialmente se ela demonstrar por a + b que é inteligente. No entanto, é difícil de conceituá-la porque é complexa em seu interior, sendo simples em sua epiderme.

Muitas pessoas tem me denominado como muito inteligente, provavelmente porque eu sou um bom ator,rsrsrs, no mais, ao dizermos que ”as pessoas comuns não são capazes de reconhecer a inteligência”, estamos categoricamente desprezando as suas perspicácias, mesmo que menos desenvolvidas.

Não só reconhecemos o inteligente por sua oratória ou sua demonstração grátis, mas também por causa de suas características faciais por exemplo, o brilho do olhar pode recitar o todo que um livro com 500 páginas não é capaz de resumir em palavras didáticas.

Muitos HBDers dentre outros tem nos empurrado que os judeus tem médias de qi 115, quando na verdade o maior estudo sobre o intelecto ashkenazim, sim, falamos apenas desta população, se localizaria na verdade em torno de 107. Eu não entendo que, desde que os judeus se apossaram dos EUA que o país decái ano após ano. Não parece adiantar muito ter um ”alto qi” não acham??

… especialmente se além de hostil à população QUE O ACOLHEU, o povo X também apresentar pretensões megalomaníacas, típicas de psicopatas então não parece ter nenhuma vantagem em sustentar este estorvo.

O qi substituiu o conceito de inteligência. No entanto, a vida é dinâmica e a inteligência também é.
Enquanto continuarmos a aceitar esta maneira de mensuração do intelecto humano, continuaremos a selecionar os mantenedores de alto nível e a colocá-los em posições de poder, ou seja, nos lugares onde não cabem estar.

Por que os judeus que jamais produziram qualquer civilização de nota, são justamente aqueles com as maiores pontuações?? Por que o povo que é perseguido desde a milênios e até hoje não aprendeu a lição deve ser o mais inteligente?

Por que estão superrepresentados nas universidades de prestígio americanas??
As universidades que mais produzem status que qualquer outra coisa??

O caso americano

Como eu sempre digo, sempre existirão judeus bons e diga-se, muito inteligentes, talvez mais inteligentes que boa parte dos dementes que tomaram o poder. Gente de boa índole e grande intelecto que persegue a verdade e não a uma psicose coletiva.

Um deles é o Ron Unz. Este homem foi responsável por uma investigação minuciosa sobre a estranha super representação de estudantes judeus nas principais universidades americanas. Os judeus são apenas 2% da população americana, ao menos os nominalmente judeus. Ainda que o percentual fosse maior, não há mais do que 4% de judeus nos EUA. No entanto, 25% dos estudantes de Harvard são de judeus, nominais diga-se. Como pode ser possível que os eurodescendentes que levantaram o colosso americano não serem capazes de preencher as cadeiras das principais universidades que eles mesmos construíram????

Será que o efeito disgênico foi tão grave assim para acabar com a fração inteligente dos euroamericanos em poucas gerações?? Não há absolutamente nenhuma evidência que possa dar suporte a isso, visto que ao contrário, os americanos da década de 50 até os dias de hoje, nunca foram tão bem alimentados e viveram tão bem, isso sem falar dos processos de seleção para maior inteligência. Não dá pra comparar uma população de milhões de pessoas pobres e aventureiras do outro lado do oceano e que séculos depois, viam-se com seus carros grandes e suas casas com cercas de madeira branca.

Nos EUA, o processo seletivo para passar na universidade não acontece da mesma maneira que acontece por aqui. Aqui, as pessoas, até alguns anos atrás, estudavam para fazer a prova do vestibular. Não que fosse completamente meritocrático porque despreza a variedade de tipos de intelectos da humanidade. No entanto, independente de quais demandas que estão sendo exigidas, o processos ao menos eram e ainda são diretos. Você faz a prova e se tirar a nota mais alta, passa para a faculdade.

Nos EUA, a maior potência de nossa era, o processo é indireto e vulgarmente elitista, onde os estudantes de famílias abastadas invariavelmente passam para as faculdades de prestígio. É vergonhoso, mas é real e palatável.

Por meritocracia, poderíamos esperar que até 15%, chutando bem alto e imaginando que os judeus são realmente mais inteligentes em um sentido puro e não apenas excepcionalmente ”espertos” que são, dos estudantes das principais faculdades americanas fossem de judeus. No entanto, além de sabermos que esta hipotética situação não se configura em realidade, também temos que mesmo em testes de qi, os ashkenazim não são este super talento assim como eles pintam.

A mais incrível de todas as descobertas de Unz merece destaque especial.

Até hoje, a imagem deste homem faz com que bilhões ao redor do planeta imediatamente sussurrem mentalmente a palavra ” gênio”. Claro, tudo não passa de uma estratégia psicológica altamente eficiente para fazer com que a tua mente ligue a ideia de gênio ao de um homem judeu. Bem, em termos de artimanhas e sobrevivência coletiva eles podem sim serem considerados como algum tipo mattoide, de gênios degenerados, claro que não me refiro a 100% da população, que seria estúpido, Unz não pertence a esta maioria.

No entanto, sabemos que existem MUITAS CONTROVÉRSIAS sobre a real genialidade deste homem. Alguns dizem que Einstein simplesmente reuniu ideias de cientistas anteriores para forjar a sua ”teoria da relatividade”, tal como se faz numa monografia, mas com a gravidade de não citá-los. Se a mídia é completamente dominada por judeus, poderíamos esperar que o trabalho coletivo de outros indivíduos para endeusar um em detrimento de outros, desse tão certo quanto a do mártir Jesus Cristo. Aquele velho e fantástico ditado ”onde há fumaça, há fogo”.

Mesmo que as controvérsias estivessem erradas e ele pudesse ser considerado como um gênio, o maior de todos? será?

O mapa está mostrando o percentual de vencedores de prestigiosas competições de inteligência, para matemática e física. Reparem que a enorme proporção de judeus que venceram as olimpíadas de matemática simplesmente despencou de uma década para outra, sendo integralmente substituídos por asiáticos.

Percebam que os brancos, apesar de toda a guerra cultural contra eles, continuam tendo boa representação em duas das principais competições. Algo de MUITO ESTRANHO aconteceu para que de uma hora pra outra, o enorme predomínio de judeus entre os ganhadores fosse quase que pulverizado.

Existem algumas tentativas demográficas para explicar esta situação. Por exemplo, o percentual de asiáticos e de imigrantes no geral na população americana, reduziu o percentual a população judaica que antes da grande onda de ”imigrantes” recentes era de 5% e que hoje está abaixo de 2%. Mas não é convincente visto que mesmo antes, os judeus estavam super representados. O normal seria que ao longo das décadas, o percentual fosse reduzido e não pulverizado como foi. Muitas ideias.

Tal como Einstein foi pintado como o homem mais inteligente da história deste planeta,rsrs, talvez os judeus também tenham arquitetado para que os seus pupilos vencessem muitas das competições de maneira desonesta, quem poderia saber?? Nós já sabemos que eles praticam nepotismo de maneira descarada em várias situações.

Hipótese biológica, os judeus apresentam uma incrível capacidade para decorar determinadas habilidades, mesmo que por tempo limitado. Quando foi estrategicamente necessário preparar o terreno para convencer os americanos brancos de que os judeus são mais inteligentes, desenvolveu-se métodos em indivíduos específicos para que pudessem vencer as competições, por meio de métodos cognitivos puros. Em décadas de competição, no entanto, eu não duvido que muita injustiça foi cometida por de baixo dos panos, infelizmente, esta é a regra e não a exceção.

Judeus e nobel

Os métodos para premiação do Nobel são muito discutíveis. Os cientistas que são premiados são muito poucos em milhares de possíveis candidatos, há pouquíssimo espaço para cultura e intelectualismo, por exemplo, não existe Nobel de Filosofia.

Quase sempre são as universidades de prestígio que levam os prêmios. Os judeus tem ganhado uma proporção descomunal de prêmios Nobel, mas… temos de pensar até onde esta premiação tem alguma relevância. Como eu já mostrei em um exemplo, muitos candidatos extremamente suspeitos já ganharam o hilariante ”Nobel da Paz”.

Se todas ou grande parte das principais instituições foram tomadas por judeus, então poderíamos pensar o quão judaizado se tornou o prêmio Nobel.

Faz algum tempo que li um livro de Ernest Hemingway, que ganhou o Nobel de Literatura e sinceramente, eu não vi nada de espetacular. A história é comum e o final também.

Dizem as más línguas que, por exemplo, o descobridor da dupla hélice do Dna humano, um ganhador de Nobel, desprezou o trabalho e a importância de uma colega de pesquisa, de uma mulher, recebendo os louros de sua descoberta, mas sem dividir a conquista publicamente com ela.

Recentemente, um dos leitores deste blog, que não sei se continua a acompanhá-lo, o famoso Direita, me disse que existe uma predileção especial da academia para trabalhos de cientistas judeus.

Muito se falou no movimento HBD sobre a injustiça sobre o já falecido Phillipe Rushton, de não ter recebido o Nobel por seu trabalho espetacular na área de psicologia. Não há dúvidas que as mesmas motivações políticas (tribalistas) que negaram o louro da fama de grande mente científica à Rushton, distribuem Nobels a cientistas da mesma tribo que dominou esta instituição, tal como a preço de banana.

Em um mundo cada vez mais desigual e onde a meritocracia se baseia em quão descarado e sem vergonha é o indivíduo, é totalmente imperativo questionar a validade destas premiações.

Conclusão

Existem muitas coisas a se pensar, mas não há dúvidas quanto ao excepcional trabalho coletivo de um determinado povo para celebrar e galgar para posições de destaque e poder, os seus irmãos de sangue bem como a servidão da ciência cognitiva moderna em acatar estas manobras de psicologia afiada, que buscam manipular a cabeça das pessoas para aceitar a suposta meritocracia dos supostos ”mais inteligentes”.

Vale ressalvar algo que não comentei acima, mas que merece destaque. Os asiáticos, mediante sua crescente proporção nas universidades americanas, também não passam livres de um pano fino de honestidade, visto que muitas de suas recomendações escolares tem sido falsificadas. Até onde estes casos podem influenciar na crescente presença amarela nas Ivy League eu não sei, mas é importante pesquisar.

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