Stress, testosterona, extremos, o fenótipo judeu ashkenazim e hipótese sobre os processos mutacionais que produziram o fenótipo da maior inteligência

Ainda me lembro da declaração do presidente da AIPAC no filme ”Defamation” (muito bom inclusive), quando disse que ”os judeus não são tão superiores assim em relação aos gentios quanto eles pensam”. Se ele, um mestre da manipulação, como a grande população de mattoides que existem dentro das comunidades judaicas, estava sendo realmente sincero, eu realmente não sei. Mas como o repórter que produziu o filme é israelense, então eu não duvidaria que ele estivesse sendo bem mais sincero do que de costume.

Ele não estava errado ao dizer isso, afinal de contas, pelo que tudo está indicando, os judeus ashkenazim, especialmente, são este primor de inteligência tática e estratégica, apenas porque existe alguma forma de genética dominante que propicia ao aumento dos níveis de testosterona durante o período pré-natal em suas crianças. Como eu já mostrei várias vezes aqui no blog, o aumento do testosterona, seja por qualquer causa ou gatilho, tende a produzir uma série variada de fenótipos cognitivos, psicológicos, comportamentais e até mesmo físicos. Os judeus são assim tão weird, apenas porque existe alguma predominância deste fenômeno, raro em outras populações, onde a progenia de cada família judaica, encontra-se exposta à loteria natural que se consiste esta predisposição genética para que estes processos aconteçam e que tende a resultar, desde o criminoso até o gênio. No entanto, é interessante notar que o alcoolismo é praticamente inexistente entre os judeus se comparado aos gentios e sabemos que este problema também se manifesta em famílias biologicamente suscetíveis entre os caucasianos europeus, assim como também em outras populações. Basicamente por uma questão de seleção ou um traço oriundo do efeito fundador que produziu a população judia, que poderão explicar esta ausência.

A origem do gênio judeu

Mães estressadas aumentam a carga de testosterona no útero, afetando obviamente a criança. Por exemplo, quando ficamos gripados, geralmente ficamos estressados, por causa desta situação, afinal de contas, ninguém acha divertido ficar doente. Se as mulheres grávidas já são mais sensíveis do que as outras, vamos imaginar como uma mulher grávida E judia poderia ficar??

Séculos de perseguição, justificada e não-justificada, além do constante medo de serem descobertos, pode ter tido um papel no aumento da inteligência judaica, de maneira indireta, isso sem falar nos processos eugênicos relatados, como os casamentos arranjados entre filhas de rabinos e banqueiros com jovens judeus inteligentes, de qualquer classe social.

No entanto, eu acredito que os traços elementares que constituem cada raça, etnia ou população, podem ter um papel muito importante, especialmente no comportamento coletivo e menos no individual. Se temos um grupo de casais que fundam uma comunidade hipotética, então os descendentes subsequentes herdarão características parecidas com as destes casais pioneiros, mesmo que haja uma tendência para a mescla de características, algo me diz que, os traços mais elementares se manterão, justamente por serem dominantes e por terem se espalhado pela progenia.

O contexto histórico dos judeus antigos, de antes-de-cristo, me faz pensar sobre a possibilidade de que esta predisposição genética especial e incomum já estivesse presente, desde o efeito fundador primordial dos judeus.

De acordo com Cesare Lombroso, em seu livro ”O homem de gênio”, a presença de ”lunáticos” entre os judeus remonta desde a época de Jesus.

Algumas teorias recentes que buscam explicar a inteligência judaica, dizem que especialmente durante a Idade Média, se iniciou o período de seleção eugênica dentro das comunidades judaicas, mas se já existia um grande número de ”lunáticos” entre eles no ano 0 e que onde existem lunáticos, existirão tipos extremamente inteligentes e criativos, então me parece que muito antes deste período relatado que os judeus, ou tem praticado incisivamente a eugenia dentro de suas comunidades, ou já apresentavam o perfil cognitivo e psicológico incomum que resulta em extrema capacidade cognitiva ou os dois, ou seja, eles já apresentavam este perfil incomum desde sua gênesis biológica e praticaram eugenia por séculos a fio.

Extremos

O mais incrível deste homem doente é que ele ainda se casou com uma mulher negra e tem uma bela família mestiça feliz. Mas o seu fanatismo contra as pessoas brancas é tão grande que me faz questionar se ele realmente se casou com a mulher negra ou se na verdade, tudo não passa de uma farsa para incentivar os tolos gentios brancos liberais para se miscigenarem. Quando estamos falando de extremos, tudo é possível.

Nem todos os judeus, mesmo os ashkenazim, são do tipo sociopata. Os extremos são geralmente encontrados entre eles. Se Jesus realmente existiu, então temos mais um tipo de extremo judeu, de inteligência, carisma, algumas tendências psicóticas como megalomania e até alguns sugerem que ele era homossexual. Enfim, mal sabemos se de fato o tal Jesus existiu ou não, o que eu tenho quase certeza é a de que é praticamente impossível que o ”Messiah” tivesse voltado à Terra naquela época, assim como em qualquer outra… (grandes chances de não ter acontecido mas eu não descarto em 100% a possibilidade, ainda que ínfima).

Alguns dos textos mais fantásticos sobre diferenças raciais que eu já li, foram escritos por Lawrence Auster, um dos poucos judeus que na segunda metade do século XX, lutaram contra a bobagem esquerdista da igualdade humana e inexistência de raças.

Se ele realmente foi sincero para com os seus pressupostos eu não posso dizer, não o conheci pessoalmente para que pudesse fazer consideração mais profunda sobre sua personalidade e suas motivações. Mas não há dúvidas que ele deu grandes contribuições às ciências humanas VERDADEIRAS bem como também a todos os dissidentes desta loucura de mundo em que vivemos.

Se temos uma grande quantidade de tipos ingênuos ou proto-ingênuos entre os liberais ou ”socialistas” brancos, então porquê não pensar que muitos judeus também possam se encaixar nesta categoria, apesar das muito prováveis diferenças entre os dois fenótipos?

Muitos idiotas úteis, podem ser de judeus.

Hipótese geral para a inteligência

O clima mais frio também aumenta a nossa predisposição para a gripe dentre outros problemas pulmonares, de baixo grau de mortalidade até os mais graves. Lombroso relatou que muitos gênios nasceram de pais tuberculosos. Aliás, além da Sífilis, a Tuberculose também foi popularmente identificada como uma doença comum em pessoas excepcionalmente inteligentes e criativas.

O efeito negativo da maior exposição do testosterona na glândula timo, responsável pela defesa do corpo, pode nos ajudar a explicar esta correlação indiretamente causal. Quer dizer, a maior inteligência vem com custos fisiológicos, que como eu sugeri algumas vezes neste blog, são oriundos da desarmonia ou da configuração incomum do cérebro que por sua vez, irá afetar todo o corpo.

Lombroso também relatou que a genialidade se relacionava com longevidade, apesar da controvérsia sobre o assunto, porque abundam casos de gênios eminentes que morreram em idade jovem. Provavelmente, como eu mostrei na série de textos sobre o livro de Lombroso, os gênios apareçam nos extremos da capacidade geral humana, com exceção dos atributos cognitivos e intelectuais onde eles sempre estarão em um dos extremos, como nascer infértil ou com grande capacidade reprodutiva. Da mesma maneira, a loteria fenotípica causada pelo excesso de testosterona, tanto poderia prejudicar consideravelmente a glândula timo ou qualquer outro compartimento orgânico responsável pelo monitoramento de nossa saúde, quanto ter o efeito inverso. Não será sempre que este processo irá reduzir a saúde do seu portador.

Talvez o testosterona, nos torne mais sensíveis ao ambiente e portanto mais livres e mais autoconscientes para direcionar nossos caminhos. Talvez a autoconsciência aumente nossa liberdade para escolher nossos caminhos e os gênios mais astutos sejam capazes de identificar e eliminar os problemas antes que eles se tornem crônicos e consequentemente aumentar a sua expectativa de vida, mais do que a maioria das outras pessoas poderiam ser capazes de fazer por conta própria.

A hipótese mais aceita em relação ao aumento da inteligência e o clima é a de que processos seletivos selecionaram os mais inteligentes. Isso pode ter acontecido mesmo, mas talvez o papel do clima em aumentar as nossas suscetibilidades para doenças pulmonares assim como também para o stress, pode ter aumentado a exposição intrauterina do testosterona, aumentando nossas inteligências, da mesma maneira que ocorre atualmente. Este fenômeno pode ter acontecido em diferentes ambientes por razões semelhantes, o aumento do stress. O stress para sobreviver de nossa espécie muito provavelmente foi muito maior quando não havíamos transformado nossos ambientes em nossos ”ninhos adaptativos”.

Se durante milhares de anos, o medo iminente da morte foi nossa emoção mais comum, então, tanto por seleção quanto por mutações subsequentes, antes desvantajosas e aos poucos se tornando vantajosas, poderia explicar em partes como a inteligência humana aumentou significativamente durante o período glacial e especialmente em regiões de clima frio.

A vontade de sobreviver aumenta a inteligência de qualquer espécie. É a vontade que é a palavra-chave da inteligência.

Diz-se que a explosão criativa na Europa, há 30 mil anos atrás, jamais vista ou encontrada antes em nenhum outro lugar, tenha se dado em um período ainda durante a última glaciação.

Uma das possíveis explicações para a relativamente baixa inteligência dos esquimós dentre outras populações mongolóides adaptadas ao frio do hemisfério norte, não seria apenas ou especialmente porque eles tendem a se concentrar em pequenas populações, afinal de contas, judeus e parsis por exemplo, são duas pequenas populações, que tem se concentrado em pequenas comunidades e casado dentro das mesmas. Não faz sentido que, apenas a pequena população possa explicar que o qi médio dos esquimós seja em torno de 90… apesar de suas cabeças mongolóides, serem tipicamente maiores.

O fator testosterona pode ter algum efeito aí. O pragmatismo asiático, a essência da psicologia comportamental oriental, pode ter se originado da maior saúde ancestral destas populações, a biologia produzindo a cultura. A maior ou a menor exposição ao testosterona geralmente resulta, coletivamente falando, em uma redução do fitness reprodutivo.

Talvez os asiáticos tenham uma menor exposição ao hormônio do que os europeus e especialmente os judeus ashkenazim, mesmo que aconteça por estressores ambientais ou predisposição. Não é apenas a carga média de testosterona dos pais, mas também os mecanismos de exposição ao hormônio durante o período intrauterino, que podem explicar a baixa capacidade criativa destas populações, especialmente para as populações mongolóides adaptadas ao frio, como os inuits ou esquimós e as comunidades siberianas.

Vale ressaltar que a exposição ao testosterona, necessariamente não irá influir no aumento da carga deste hormônio no indivíduo, visto que existem dois períodos de exposição ao testosterona, durante a fase pré-natal e durante o início da adolescência. Aí o papel da neotenia pode aparecer como relevante, visto que os mais inteligentes tendem a amadurecer mais lentamente, provavelmente porque a exposição ao hormônio masculino se dá justamente de maneira mais lenta ou se dá em menor proporção (ou os dois, enfim, muito provavelmente variará de caso para caso) do que em outros casos.

Conclusão

A ”minha” hipótese sobre o aumento da inteligência humana, ao menos, na tentativa de explicar o processo de mutação que a tornou possível, se baseia justamente na observação simples dos fenômenos que produzem os superdotados ”nos dias de hoje”. Os mesmos processos que produzem as crianças precoces dentre todos os outros tipos de excepcionalmente inteligentes, criativos ou habilidosos, ou seja, a maior exposição ao testosterona, que retarda o crescimento do hemisfério esquerdo do cérebro, tornando-o mais simétrico e com maior corpo caloso, aumentando a conectividade inter-hemisférica e ao acesso ao hemisfério direito, são o resultado de processos aleatórios e provavelmente, com uma suscetibilidade genética anterior mais estressores ambientais. Partindo-se da ideia de que a vida humana era muito mais perigosa no passado anterior à era do ”antropoceno”, especialmente nas regiões de clima frio, mais estressores ambientais ou de diferentes naturezas, afetaram continuamente as populações humanas, especialmente nas regiões de alta latitude, propiciando ao nascimento do gênio.

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