O último grito de suspiro, por que os brasileiros continuam a acreditar que ‘educação’ faz um nação e não o potencial cognitivo do seu povo*

A juventude brasileira é doutrinada a acreditar na teoria pseudocientífica do ”ser humano como uma folha em branco” .  ”É a cultura, estúpido! ;)”

 

Quando você começa a falar sobre testes de qi, genética, diferenças individuais e (principalmente) coletivas de intelecto, é esperado que grande parte dos brasileiros lhes responderão de acordo com as seguintes alternativas:

– A diferença é cultural.

– Falta educação de qualidade.

– A culpa é da colonização portuguesa.

– Faltam oportunidades para as classes baixas.

-O Brasil é um país novo.

 

O fator genético raramente é mencionado e na maioria das vezes quando é, não será para dar-lhe alguma serventia no papel de influência no comportamento humano. É claro que eu estou me referindo à ”classe educada” deste país e não das classes mais pobres, porque o buraco é muito mais embaixo por aí.

As manifestações massivas que se espalharam pelo país no ano passado e no primeiro semestre deste ano, foram caracterizadas principalmente por protestos em prol do investimento estatal na educação e na saúde. A educação teve um destaque fundamental como a necessidade mais importante para a melhoria do país. A maioria dos brasileiros acreditam que, quando a educação ”de qualidade” for imposta em todas as escolas do país, a população se tornará educada, tal como eles acreditam que aconteceu na Coreia do Sul.

Mas a realidade é que isso não é possível de acontecer somente por meio de ação e reação, da mesma maneira quando o médico toca no joelho do paciente com um machadinho e ele responde com um reflexo, jogue um professor ”de qualidade” e bem remunerado e ele transformará um cavalo pangaré em um andaluz. Não meus queridos, isso não é possível de acontecer.

 

Personalidade e inteligência são predominantemente genéticos e o papel do antropocentrismo na pseudociência do ”blank slate” (lousa ou papel em branco)

 

Uma pedra, especialmente se for de tamanho pequeno, está a mercê das intempéries ambientais. Se chover ou ventar muito, ela pode ser levada, por exemplo, do alto de um morro até a planície. Animais podem pisar em cima dela e quebrá-la dependendo do seu nível de dureza. Enfim, a pedra é um ser inanimado e é TOTALMENTE influenciado por fatores ambientais. Não há vida dentro da pedra, mas há vida fora.

A ideia de que o homem é um produto do seu meio é a mesma ideia de ser inanimado, que depende das ações do outro para se mover. Portanto, aqueles que empurram que o homem se faz pelas interações ambientais, especialmente em termos estruturais, também estão sugerindo que somos seres inanimados, totalmente dependentes das forças exteriores. Não temos vontade, a nossa vontade não nasce dentro de nós, mas é construída pelas interações ambientais, ou seja, de fora de nós. É o que os ”blank slatistas” devem pensar.

É evidente que isso não é verdade e é muito fácil de comprovar. Para que qualquer estudo sobre ”fatores ambientais” e comportamento tivesse de ser plenamente validado, seria necessário que, em uma população aleatoriamente selecionada, o mesmo ambiente artificialmente construído, resultasse na padronização total do comportamento. Não temos isso em lugar nenhum, porque em todos os lugares existem exceções. Uma exceção basta para provar que que os fatores ambientais não são os principais responsáveis por nosso comportamento, UFA!! Não somos pedras.

 

Personalidade

Os países asiáticos e nórdicos tem uma coisa em comum, eles são predominantemente introvertidos. Existe uma certa arbitrariedade na definição de introversão ou extroversão porque as interpretações podem variar muito de acordo com cada contexto local. No entanto, não parece ser necessário mostrar a você, meu leitor, que os nórdicos não são iguais aos brasileiros em comportamento e muito menos os asiáticos do leste, especialmente os japoneses.

Os introvertidos são mais preocupados com o tratamento para com os outros, bem diferente da ideia popular de que a simpatia é o sinal mais importante de educação. A educação, na maneira de lidar com as outras pessoas, é uma predisposição genética e não o resultado da ”educação dada pelos pais”. Existem casos abundantes de pessoas que nascem de pais ruins e se tornam pessoas de boa índole, assim como também temos casos de pessoas que nascem de pais bons, receberam uma boa educação, mas se tornaram seres humanos ruins. Da mesma maneira que também temos a confirmação do ditado popular: ”filho de peixe, peixinho é”. Todos estes exemplos, provam a predominância do fator genético no comportamento humano, de um jeito ou de outro.

 

Bullies e bulinados

 

Crianças e adolescentes extrovertidos tem grande chance de bulinarem ou perseguirem por sadismo as outras crianças. As crianças bulinadas por sua vez, tem grandes chances de serem de introvertidas. A importância fundamental da genética em nosso comportamento se mostra forte desde os nossos primeiros anos de interação social.

 

Cometer um erro uma vez é normal, cometer o mesmo erro duas vezes é burrice

 

Quem nunca ouviu falar desta frase antes*  De fato, o melhor resumo do conceito de inteligência é justamente este ditado popular, visto que está comprovando por A+ B como a burrice pode se manifestar na vida prática.

Os professores continuam, em sua grande maioria, a insistir sobre a importância da educação para o indivíduo, assim como também todo o pacote esquerdista atrelado a ela, como a ideia de que o ser humano é um produto do seu meio. Grande parte dos professores são estúpidos visto que eles passam as suas vidas acreditando nos mesmos pressupostos e cometendo os mesmos erros.

 

Inteligência

 

A interpretação do que é a inteligência no mundo escolar é outro grave erro que está sendo sistematicamente cometido desde quando deu-se início à universalização do ensino. Não, não somos todos iguais. Somos iguais enquanto seres humanos, mas isso não significa nada na vida prática. Existem diferenças qualitativas e quantitativas de inteligência, a nível individual, subgrupal e coletivo. A inteligência não é adquirida por meio da educação. A educação analisa e seleciona os tipos técnicos de capacidade, ou seja, aqueles que serão capazes de sustentar as sociedades, mas não de inová-las ou de entendê-las de uma maneira profunda. Eu poderia postar vários links mostrando os estudos sobre gêmeos para comprovar que a inteligência é predominantemente hereditária, biológica e ou genética. No entanto, eu avaliei como desnecessário, visto que parece tão óbvio que os genes são importantes em nosso comportamento que replicar o conhecimento estabelecido por parte do meio acadêmico, especialmente a psicologia, seria como tentar desvendar qual é a cor do cavalo branco de Napoleão.

Basta que eu cite o exemplo dos cachorros. É popularmente conhecido que as raças caninas apresentam diferentes habilidades, algumas são mais rápidas no adestramento enquanto que outras são mais vagarosas. Algumas raças são mais agressivas e outras são mais dóceis. São médias estatísticas de coletividades. Por que cargas d’água nós seres humanos seríamos tão diferentes assim dos animais** Porque somos filhos de Deus***

 

Antropocentrismo como a pedra filosofal da religião humana

 

Eu tenho ouvido de muitos seres humanos, especialmente os religiosos, de que ”os animais foram feitos por Deus para servir os seres humanos”.  O seu parente religioso, devoto a Deus, frequentador assíduo de igrejas se assemelha a este cidadão aqui de baixo:

”Nossa raça é a Raça Mestre. Somos deuses divinos neste planeta. Nós somos tão diferentes das raças inferiores como elas são dos insetos. De fato, comparado com nossa raça, outras raças são bestas e animais. No máximo são gado. Outras raças são consideradas como excremento humano. Nosso destino é reinar sobre as raças inferiores. Nosso reino terrestre será reinado por nosso líder com uma barra de ferro. As massas lamberão nossos pés e nos servirão como nossos escravos.”

Menachem Begin, ganhador do prêmio ”nobel da paz” de 1978.

 

O antropocentrismo é uma ideologia supremacista que sustenta a origem ”divina” da espécie humana. ”Nossa” excepcionalidade intelectual nos faz acreditar que sejamos radicalmente diferentes dos outros animais. Isso não é verdade. Somos excepcionais, mas isto não é uma evidência de que sejamos tão diferentes assim das outras formas de vida. Só somos o extremo de evolução mental. Mas não fomos feitos por ”deuses” ou por ”Deus”, somos parte ”dele”, parte do TODO, que se consiste em Deus.

Portanto, os pressupostos esquerdistas sobre educação e fatores ambientais são um desdobramento da religião evolutiva da espécie humana, que busca manter a matrix-ego que sustenta as sociedades complexas. Estes buscam a extrema humanização do ser humano, destituindo-o superficialmente das leis da natureza. A natureza é racista, desigual, eugênica e injusta.

 

O último suspiro da matrix brasileira, a educação

 

No Brasil, todos os eventos que se desenrolam perigosamente pela nação, como o aumento da criminalidade e a diminuição da civilidade e bons modos da ”raça brasileira”, são evidências cabais de que  mudanças dramáticas no nível de intelecto e de decência da população estão acontecendo.

Para boa parte dos acadêmicos nacionais, qualquer correlação ambiental não-organicamente causativa, será estudada e até mesmo pintada como uma evidência conclusiva, para explicar o porquê destas mudanças bem como também as suas naturezas. No entanto, se está cada vez mais claro que a genética é muito mais importante em nosso comportamento do que os ”fatores ambientais”, então por que continuar com esta farsa**

Os brasileiros, em média, podem ser ruins em muitas coisas, no entanto, eles são excepcionalmente bons em inventar desculpas para explicar porquê o país é esta porcaria. Não faltam culpados, é o colonizador português…. que nos legou um território gigante e rico em recursos naturais (ao contrário da ideia de que os colonizadores lusitanos rapinaram os recursos do país, um exagero histórico perfeito para explicar a disfuncionalidade brasileira);

…é porque é ”cultural”, ou seja, quando você se muda pra Finlândia, você se torna um finlandês, se for viver em um país muçulmano você se tornará em um islâmico… o que vem antes, o ovo ou a galinha… o que vem antes, a genética ou a cultura** A cultura é um bioproduto complexo de nossas mentes. Nós temos nossas próprias culturas pessoais, que geralmente são encapsuladas por culturais coletivas, artificiais ou orgânicas. Portanto, se você é uma pessoa agressiva, então esta tendência virá do seu tipo de mente, mais propensa a este tipo de comportamento. Se temos muitas pessoas iguais a você e portanto que são agressivas, então teremos uma cultura coletiva agressiva.

Nossos amigos  são mais geneticamente parecidos a nós  do que as pessoas das quais não mantemos relacionamento e especialmente, daquelas que não gostamos. As subculturas urbanas são o resultado de uma aglomeração relativamente limitada de pessoas que são geneticamente parecidas, especialmente no que diz respeito ao ‘tipo de mente”.

Faltam oportunidades para as pessoas das classes baixas… como se em cada canto de cada favela, existissem gênios adormecidos, esperando para que a ”educação de qualidade” os despertasse para elevar a nação a um nível de primeiro mundo. Eu não acho que o Brasil não seja injusto, é sim e muito, mas a injustiça é cometida contra 96% da população e isto inclui muitos milhares ou milhões de pessoas que estão fora do perfil de favelado. A ideia de que a desigualdade é a responsável pelos problemas graves que assolam a nação brasileira parte da mesma ideia de correlação e causalidade da cultura e da genética que o brasileiro médio é analfabeto para compreender. A desigualdade extrema encontrada no Brasil não é resultado de nenhum fator ambiental totalmente livre de carga genética. Pelo contrário, é a combinação de diferenças reais e mensuráveis de capacidade cognitiva, especialmente a técnica, dentro da própria população, com a presença de uma elite psicopática, que só se preocupa com o seu rendimento em detrimento dos demais.

Recentemente eu me deparei com uma nova desculpa, quer dizer, explicação, para a disfuncionalidade descomunal da população brasileira. Agora, a moda é dizer que ”somos um país muito novo, que não teve tempo de se desenvolver”. Para estes iludidos ou estúpidos (ou os dois) que teimam em se desviarem das verdadeiras razões para o nosso fracasso enquanto nação, eu peço que deem uma olhada nas datas de ”descobrimento” e colonização de países como Canadá, Austrália, EUA. Eu também poderia citar nações de outros continentes como Singapura, que até os anos 50, era um porto empobrecido.

A mais sólida de todas as desculpas inventadas por brasileiros para explicar o fracasso do seu país, é a ideia de que a educação é o fator chave na promoção do desenvolvimento de qualquer nação. Mais uma vez, quem veio primeiro, o povo ou a educação*

Não adianta dar uma melhor remuneração aos professores, não adianta melhorar a qualidade das escolas, enchê-las de livros, novas técnicas de pedagogia como por exemplo no uso da tecnologia como método educativo, não adianta fazer absolutamente NADA em termos de intervenções ambientais superficiais sem antes entender COMO FUNCIONA O SER HUMANO.

 

O elefante branco 

 

A desculpa da educação é um dos últimos suspiros da matrix brasileira, que teima em negar que a disfuncionalidade do país, não se encontra em seu território, em sua história ou em qualquer outro fator ambiental ou não-genético, mas na própria população.

Se Deus é brasileiro, então ele terá grandes chances de ter um qi 87-90, porque esta é a nossa média de qi. Os testes de qi, como eu tenho mostrado, são subaproveitados quanto à sua capacidade de medir a inteligência em diferentes nuances. Não é apenas como uma curva de sino, popularizada por Murray e Hernstein, onde temos os ”mais inteligentes” como aqueles no extremo da parte direita da curva, ou seja, aqueles com as pontuações de qi mais altas. Não é somente isso, mas também é isso. Por isso eu advogo para que comecemos a analisar qualquer partícula conceitual tal quando como observamos um diamante, ou seja, olhando para todas as suas nuanças e perspectivas. Eu também advogo para a introdução de métodos mais abrangentes de psicometria, que busquem analisar todo o indivíduo e não apenas a sua inteligência técnica, a sua capacidade para aprender e replicar o conhecimento, que os testes de qi medem superficialmente bem.

No mais, qualquer teste de inteligência irá comprovar que o intelecto do brasileiro médio e portanto majoritário, é bem mais baixo e de menor qualidade do que os respectivos intelectos médios das nações ricas.

O elefante branco é aquela peça que fica no meio da sala e que a maioria das pessoas ignoram.

O elefante branco do Brasil é o seu povo e não a educação que é dada a ele. O povo brasileiro não é como uma pedra, ele pode reagir ao ambiente, mas ele também atua, e geralmente não é um bom ator.

O Brasil já teve dias paradoxalmente melhores, em épocas em que uma parte importante da população era analfabeta e vivia na pobreza. Mas a criminalidade era muito mais baixa e a civilidade era maior do que hoje em dia. O povo era pobre mas era limpinho.

As pessoas mais inteligentes geralmente tem menos filhos que as pessoas estúpidas. Em qualquer categoria de inteligente, seja por qi ou qualquer outro critério, veremos esta realidade. Este efeito disgênico é recente visto que nos séculos passados, as taxas de mortalidade e mortalidade infantil eram muito mais altas. Como resultado, mais pessoas morriam. A fecundidade, que nos tempos de nossos avós, era muito mais alta, era neutralizada pelo grande número de mortes, muitas vezes o resultado de doenças infecciosas e falta de médicos ou de métodos modernos de medicina. As pessoas com melhores condições financeiras, mesmo se tivessem menos filhos, teriam maiores chances de mantê-los vivos até a idade de procriação do que as pessoas com piores condições. Portanto, por exemplo, uma família pobre com 12 filhos, poderia ter uma média de 6 mortes, enquanto que uma família rica com 8 filhos poderia ter uma média de 2 mortes.

No Brasil moderno, a ”fração inteligente”, ou seja, de pessoas com média de qi 105 ou acima, segundo a teoria da Griffe du Lion, é muito pequena, em torno de 10% da população, enquanto na Coreia do Sul por exemplo, estima-se que 40% da população esteja neste este nível. Nossa fração inteligente, de criativos, inovadores e mantenedores de alto perfil não é só pequena, mas está encolhendo. As mulheres com mais anos de educação, que são irrevogavelmente mais inteligentes que as mulheres com menos anos de educação, por capacidade técnica e não por oportunidade ou acesso ao ensino apenas, tem taxas de fecundidade de perfil europeu ou asiático, ou seja, que é muito baixo. Em compensação, as mulheres com menos anos de educação, tem taxas de fecundidade muito mais altas. Esta diferença, mesmo a curto prazo, já pode ser notada. Aqueles que são responsáveis pelo progresso da nação não tem filhos suficientes para se substituírem, enquanto que aqueles que mantém a nível baixo a mesma, tem muito mais filhos.

Os pedreiros são muito bons para construir casas, DESDE que tenham orientações de pessoas mais inteligentes como os engenheiros. O Haiti tem um grande potencial para pedreiros, mas não para engenheiros. Se pedreiro soubesse, em média, construir casas perfeitas e seguras, eles não morariam em barracos ou em casas mal feitas, na beira do morro.

 

O elefante do elefante branco

 

A inteligência e suas diferenças é um assunto difícil de ser debatido com brasileiros, mas nada é tão espinhoso quanto o fator racial. A população é rotineiramente manipulada para acreditar que,

as raças humanas não existem (mas existem raças em todas as outras espécies, como somos superiores 😉 );

somos todos iguais em capacidade, mas somos desiguais em oportunidade e portanto

não existem diferenças cognitivas, intelectuais ou comportamentais entre as raças humanas, ops, entre as construções culturais humanas.

Bem, para um país que desde a sua fundação, a miscigenação tem sido constantemente praticada e portanto a grande maioria da população é composta por mestiços, nada mais prazeroso e reconfortante quanto à ideologia esquerdista da igualdade e da inexistência de raças. Para um mestiço, não só por causa de sua tendência para menor capacidade intelectual, especialmente se a mistura se fizer entre duas raças menos inteligentes ou com um dos pares menos inteligente, mas também por causa de sua própria natureza racial, será verossímil crer de coração  que as raças humanas são uma invenção abstrata do ser humano.

Ainda que, em certas perspectivas, isso possa ser considerado como verdade, em termos PRÁTICOS não é, é escandalosamente contraprodutivo. Em termos abstratos, tudo é possível, porque tudo é passível de manipulação. Mas no mundo real, para podermos manipular qualquer coisa, precisamos entender a sua natureza e prever como se darão as possíveis combinações.

A população brasileira é composta principalmente pela miscigenação de negros subsaarianos com brancos europeus. Os brancos europeus evoluíram ao ponto de serem coletivamente capazes de produzir civilização e de altíssimo nível. Uma civilização altamente desenvolvida necessita de uma gorda fração inteligente, os mantenedores de alto nível, como também de subgrupos criativos (e altamente criativos, inovadores ou gênios) e de uma parcela predominante de mantenedores de nível médio, que estão no limite da ”fração inteligente”, ou seja, aqueles de qi 105 ou mais (100-115).

Os negros subsaarianos tem demonstrado baixa capacidade para produzir e principalmente, para sustentar civilizações de qualquer nível. Isso não é uma particularidade dos negros e nem de nenhuma outra raça. Dependendo da perspectiva nós podemos encontrar grandes fossos de realização, por exemplo, entre as populações de cepa asiática da Sibéria, os lapões na Escandinávia quando comparados aos seus respectivos primos genéticos que conseguiram produzir grandes civilizações ou ao menos conseguiram replicar com sucesso a fórmula para a sociedade complexa.

A mistura de duas populações díspares tenderá a produzir uma nova população onde as características desta se encontrarão no meio dentre as raças fundadoras. Em termos de qi nós temos a redução da inteligência média da população brasileira para 85-90, resultado da miscigenação de brancos, com médias de qi 95-105 e negros com médias de qi 70-80.

O limite de capacidade de sustentação de uma sociedade tecnológica é justamente onde se encontra a média de inteligência do brasileiro.

Até nos anos 60, o Brasil havia avançado, de uma nação atrasada para um país relativamente melhor. A marca do progresso deste país é flagrantemente ”racista”, a política proto-eugênica de embranquecimento da população. Esta política, trouxe ao país, até 5 milhões de imigrantes europeus e uma minoria de asiáticos, do oriente médio e da ásia oriental.

As regiões onde há maiores concentrações destes imigrantes,ou seja, Sudeste e Sul, é justamente onde a qualidade de vida é melhor e os níveis de industrialização atingiram aos níveis mais altos em território nacional.

São Paulo no período de maior ”brancura” do Brasil.

 

Portanto, além da inteligência, a raça também é um fator que deve ser levado em conta, visto que diferentes níveis e tipos de inteligência estão estatisticamente distribuídas entre elas. Como eu sempre digo e sempre vou repetir, isso não significa que, não existam pessoas inteligentes entre as raças de menor capacidade coletiva de inteligência, visto que quando analisamos as coletividades, desprezamos as diferenças individuais.

No entanto, existirá uma maior quantidade de indivíduos inteligentes em raças ou populações com maiores médias de qi.

Ainda pode ser mais complexo, visto que as médias de qi, podem esconder diferenças internas de distribuição de capacidade. Por exemplo, os asiáticos do leste são popularmente conhecidos por deterem uma maior média de inteligência do que os europeus, ainda que os estudos de qi ainda necessitem de melhoramentos técnicos e com amostras muito maiores para comparação. No entanto, os europeus tem produzido um número significativamente maior de indivíduos geniais do que os asiáticos. Partindo-se da ideia, seca e direta de que, ”qi mede inteligência”, acredita-se que os europeus tenham uma curva de sino mais ampla e portanto com mais extremos de pontuação do que os asiáticos. Mas, como eu acho que não é apenas isso, e que pode ser possível que os asiáticos tenham quantidade semelhante de pessoas com qi muito alto, outros fatores podem ser mais relevantes do que apenas este tipo de análise psicométrica.

Por exemplo, os asiáticos do leste são menos psicopáticos em sua personalidade, como pode ser observado por meio das baixas taxas de criminalidade e o próprio estereótipo do asiático como alguém calmo, inteligente e pacífico. Os europeus e os caucasianos no geral, são mais psicopáticos do que os asiáticos mas são menos do que os africanos subsaarianos. Os europeus, por se localizarem no meio do espectro de personalidade psicopática e não-psicopática, produziram mais gênios, que precisam da exata combinação de alta inteligência, criatividade com elevado psicoticismo ou tendência psicótica. No entanto, também se sabe que a genialidade caminha lado-a-lado com a predisposição para psicopatologias, como eu tenho mostrado continuamente no blog. Nem todo psicótico é um gênio, mas todo gênio precisa ser psicótico. A personalidade das pessoas criativas se caracteriza pela combinação de traços discrepantes tais como empatia e psicoticismo.

Justamente por estarem no centro, os caucasianos e especialmente os europeus, tem sido capazes de produzir civilizações complexas tais como as asiáticas, mas também inovadoras.

O Brasil teve um grande potencial humano quo desperdiçou e que agora o está eliminando por meio das medidas destrutivas das autoridades esquerdistas, que como eu mostrei anteriormente, visam exatamente na destruição da humanidade como a conhecemos.

Vivenciamos a fábula real nietzchiana do Super homem, que vive e se degenera.

A matrix brasileira precisa sustentar as crenças ”nurturistas” ou ”ambientais” quanto à natureza humana, para que os desígnios projetados de antemão para o Brasil continuem a serem executados, passo-a-passo mas também porque o capitalismo precisa de consumidores e a inclusão é a melhor maneira de aumentar a quantidade deles, para que possam continuar a engordar as fortunas pessoais superlativas de um pequeno grupo de indivíduos. A riqueza natural do Brasil também está sendo visada e manter o povo cada vez mais fraco, viciado e biologicamente estúpido é a regra de ouro de nossas elites ”tolerantes” de mattoides.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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8 responses to “O último grito de suspiro, por que os brasileiros continuam a acreditar que ‘educação’ faz um nação e não o potencial cognitivo do seu povo*”

  1. voza0db says :

    Boas! Cruzes credo! Que escreves letras para caraças 😆 😆

    A prova existe de que de facto a “educação não faz uma nação”, e basta aos brasileiros olharem para Portróical!

    Melhor exemplo é capaz de não existir 😎

    • santoculto says :

      Eu acho que Portugal é subestimado quanto a sua capacidade de produzir, especialmente no que diz em termos de cultura. Vocês já produziram muita coisa boa e a música popular brasileira e o que ainda resta dela, é somente a manifestação de nossa veia lusitana, melancólica e romântica.

      O povo português é muito parecido com o brasileiro** (medo da resposta, kkkk)

      • voza0db says :

        Bem, mas assim deixamos de falar de “educação”!

        Se é para fazermos uma sandes mista então tens de avisar primeiro 😉

        • santoculto says :

          Não entendi. A educação tem outra função, menos mágica e milagrosa e mais prática, para o desenvolvimento de uma nação. Mas sem potencial, não há como.

          • voza0db says :

            Deduzo que esta mensagem tem como principal foco o sistema educacional em vigor e a sua manifesta incapacidade de desenvolver SERES HUMANOS! Se isto não é facto, então eu é que entendi mal!
            A questão da “sandes mista” é pelo facto de quando te falei sobre a “educação” (o tal sistema educativo) me teres alertado para a questão da “cultura popular”! Ora misturar estas duas realidades distintas e tentar fazer passar a ideia de que a “cultura popular” resulta do sistema de ensino, não me parece correcto!

            Se calhar andamos os dois a escrever duma forma que ainda nenhum de nós consegue alcançar o que o outro escreve!

            😆

            P.T.: E assim os comentários ficam mais organizados!!! 😉

            • santoculto says :

              Em partes. Eu falo da metáfora do ”elefante branco na sala”. É uma peça popularmente reconhecida como vulgar, de mal gosto. Metaforicamente falando, os ”bem educados” fingem não ver o mal gosto da família que estão a visitar estampado no meio da sala.

              O elefante branco dos problemas do Brasil não é a ”educação” ou o ”sistema de ensino”, da mesma maneira que a savana ”não faz” os leões ferozes, dominadores e perigosos.

              A educação é o último suspiro da ”matrix brasileira” sobre si mesma, a miscigenação racial como um suposto legado de ”tolerância” e brasilidade, mas que na realidade, se consiste em uma de suas principais disfuncionalidades, visto que os animais raramente se misturam. Só o fazem quando não há outro meio de continuar a espécie, por exemplo, quando tem poucos membros restantes e existem ”quase-espécies” que ainda são reprodutivamente compatíveis.

              Os brasileiros negam que o problema é biológico e não apenas estrutural e portanto ambiental, porque seria como aceitar que a disfunção se encontra ”neles” ou ”em nós”, mas não em qualquer outra suposta causa fundamental. O resto é a replicação dos eventos fundadores.

              Talvez o problema nem seja a miscigenação, contanto que haja grande controlo quanto aos padrões reprodutivos e de acasalamento. O navio pode superar a tempestade em alto-mar, mas necessita de um controlo muito maior de si, para que possa sair intacto ou sem danos permanentes.

              O antropocentrismo é a religião fundamental da espécie humana, é sua bíblia primordial, a mentira de que somos um projeto de um ser extremamente poderoso que nos fez em sua imagem e semelhança. É uma forma de supremacia.

              As teorias de ”a humanidade como uma folha em branco” (produto do seu meio) ou ”a negação da existência de diferenças entre as raças ou variedades humanas” é um desdobramento da matrix essencial que tem mantido as sociedades complexas de nossa espécie possível, especialmente a longo prazo.

              A cultura popular é somente a expressão do discurso público oficial e aceitável. Um grande número de pessoas acreditam realmente em todos os pressupostos esquerdistas.

              Não estão totalmente errados, porque nada está, mas não são funcionais e neste momento estão a patrocinar a extinção de uma variedade inteira de seres humanos.

  2. Xis says :

    Só li agora. Bacana, mas falamos de coisas diferentes. Eu concordo com esse aspecto da educação não solucionando, mas ao mesmo tempo acho que a escola massiva está superada, no futuro vai ser cada vez mais segregado por QI, já é na verdade.

    • santoculto says :

      Bem, eu acho que o problema não é bem a escola, não é preciso radicalizar. Mas está claro que existem problemas estruturais gigantescos, desde a raiz. Segregar é bom e para aqueles que vão melhorar o país é maravilhoso.

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