Archive | agosto 2014

Preconceito Por que as pessoas não estudam os conceitos das palavras que proferem cotidianamente??

😉 , me engana tolinho, rsrsrsrsrsrs

AS PESSOAS ACREDITAM EM PALAVRAS DAS QUAIS NÃO SABEM O QUE REALMENTE SIGNIFICAM.

O  verdadeiro conceito amoral da palavra preconceito

”Hoje eu vi o Ricardo na rua e pensei: ” – Ele parece ser um rapaz inteligente!”

Isto se constitui em um PRECONCEITO. Eu estou pré julgando Ricardo como uma pessoa inteligente apenas por sua aparência. Isso é totalmente ruim??

Não.

A palavra preconceito não tem uma carga emocional. Em seu verdadeiro conceito, só quer indicar ”pré julgamento”, que poderá ser positivo ou negativo.

Portanto, preconceito não é sinal de ”julgamento tendencioso de estirpe negativa”.

Mas aí, temos outro achado. O adjetivo tendencioso. Este, se refere apenas à tendências que por sua vez podem ser positivas, neutras ou negativas.

Difícil entender isso??

Somos taxados de loucos, mas vivemos em um mundo de loucos.

Somos os únicos sãos e  estamos presos em um manicômio chamado ”humanidade”.

Anúncios

Pesadelo ”Termaniano”, o caso haitiano Por que as elites ”cognitivas” podem fazer coisas estúpidas e destruir nações??

O Haiti tinha uma fração inteligente que levantou a colônia caribenha, transformando-a em um das  mais ricas das Américas.

A elite cognitiva francesa construiu cidades comparativamente suntuosas com as obras de artes arquitetônicas de sua terra natal,

…trouxe o que havia de mais moderno em tecnologia,

…é muito provável que tivessem muitos pensadores, filhos de ricos comerciantes, visto que os ideais da revolução francesa se espalharam eloquentemente pelos bon-pensants da ilha.

MAS

…não haviam percebido, mesmo em convívio quase íntimo com toda a massa de negros, que existem diferenças pronunciáveis entre eles e os seus ‘cativos’.

…não haviam percebido que se libertassem todos os escravos de uma só vez, seriam trucidados, não apenas por causa de suas condições de escravos e pela inveja lancinante, mas também porque este é o método mais comum que pessoas estúpidas tem para direcionar suas raivas, por meio da reação violenta.

… não haviam notado que muitos mulatos inteligentes não estavam preocupados em compartilhar o poder com eles.

Resultado

A elite cognitiva branca foi exterminada pelos selvagens incapazes de construir e manter casas de alvenaria sem instrução (leia-se, chicote, ração e educação sobre o básico) e traída pela elite mulata.

Os ”termanianos” podem ser excelentes para decorar livros de histórias, para pintar belos quadros, produzir linda música, construir casas, para sustentar sociedades complexas… mas muitos deles, não são bons para entender como funciona o mundo, como é a realidade. É pela percepção de minúcias que se constrói toda imagem maior. Na verdade, o conceito por si só, é um emaranhado de minúcias, detalhes sub-entendidos.

Não adianta termos pessoas tecnicamente inteligentes que pensam e fazem coisas estúpidas.

Fim. 🙂

Domesticação, super-especialização europeia, variação de especializações, alienação, declínio das civilizações e genialidade

Por que os europeus pensam em tudo??

As sociedades compostas por europeus e seus descendentes se destacam pela variedade de nichos laborais. É uma espécie de super-especialização de funções ao estilo fordista.

Mas, como sabemos agora, é a genética mais o tipo de mente que vem antes da cultura e isto também engloba a estrutura de funções ocupacionais. O tipo de mente, produz o tipo de cultura que melhor lhe servir.

Pessoas introvertidas e tecnicamente inteligentes, com a ajuda de castas criativas, farão sociedades estruturalmente bem construídas, mas com pouca inovação e com uma cultura menos relacionada ao ego, porque os introvertidos não precisam e não desejam estar sempre interagindo com os outros.

Além de fatores ambientais, ou neste caso, de macro fatores ambientais (interações genéticas indiretas), o tipo de mente mais a quase inexistência de uma casta criativa, mantém a Mongólia, anos-luz dos seus vizinhos de olhos puxados, em latitudes menores, mesmo portando uma boa média de qi.

Em que sociedade encontraríamos massageadores de cachorros se não em sociedades ocidentais??? Que tipo de pessoa pensaria nisso??

Europeus = super-especialistas e gênio

As civilizações construídas por caucasianos, geralmente tem se destacada pela complexidade de funções e de realizações. Todas as outras civilizações conhecidas também tem produzido complexidade de funções e de realizações, se não não seriam consideradas como complexas.

O que importa aqui é o NÍVEL tanto de quantidade e qualidade de funções e de realizações, que entre os europeus tem sido significativamente desproporcional em comparação ao resto do mundo.

Mas por que isto tem acontecido,  QI?  Maior incidência de personalidade psicótica do que em relação aos asiáticos?  Maior incidência de super-altos Qis?

É simplista e incompleto demais concluir que uma maior incidência de ”super-altos qis” apenas, tenha influído decisivamente na maior criatividade europeia, visto que já demonstrei que os perfis de excepcionalidade cognitiva variam muito em pontuação de qi e outros fatores são tão ou mais importantes  como o estilo de personalidade. Ainda dentro da possibilidade de usar o qi como auto-explicativo para a maior criatividade e inovação europeias, eu penso em maior incidência de fenótipos de super-especialistas entre europeus do que entre asiáticos.

Não sei se você tem tido a mesma impressão que eu, mas os leste asiáticos, parecem mais parecidos entre si, em perfis de personalidade e inteligência. Não é apenas uma impressão, visto que estudos recentes tem de fato encontrado maiores semelhanças entre eles. Isso explica suas  fortes tendências culturais coletivistas.

Combinando, MAIOR INCIDÊNCIA DE PERSONALIDADE PSICÓTICA, MAIOR INCIDÊNCIA DE SUPER ALTOS QIS e a ”cereja do bolo”, MAIOR VARIAÇÃO DE PERFIS PSICOLÓGICO-COGNITIVOS,  temos um aumento da variedade de nichos ocupacionais, porque aumenta  a variedade de tipos de mentes.

O gênio PODE ter super alto qi, mas na verdade, eu acredito veementemente, que teremos uma grande variação de pontuações de qi para diversos tipos de gênios. O gênio tende e geralmente será um super especialista.

genius_with_circles_light_rev2_2

Especialização remete à assimetria de pontuações de qi.

Não estamos falando apenas de ”curvas de sino” coletiva ou de populações mas também de curvas de sino individuais.

Os asiáticos, alguns dizem, tem uma curva de sino de distribuição de qi mais estreita e mais concentrada no meio do que a curva europeia.

Se isto for comprovado, então parte deste paradoxo será finalizado. No entanto, ainda não será suficiente.

A grande variedade de tipos de personalidade e inteligência em europeus reverbera em suas sociedades que serão mais complexas, com maior variedade de ocupações laborais e maior especificação.

Isto também reverbera na maior incidência de gênios, se a maioria deles são de super-especialistas cognitivos e se, uma maior variedade de especializações mentais, irá indubitavelmente resultar em maior variação de tipos extremos.

Todas as sociedades tem os seus especialistas, mas nas sociedades europeias, produz-se uma maior quantidade de especializações e  também com maior qualidade, leia-se, maiores níveis, assim como também existirá os menores níveis.

Alienação

Toda esta complexidade produzirá  gênios, os extremos de super-especialização que irão inovar a níveis significativamente grandiosos, mas que não será acompanhado pela inteligência da população. Portanto, o avanço da civilização trabalha contra o intelecto coletivo, porque a civilização ao aumentar a quantidade de mantenedores, necessita reduzir a capacidade desta massa a um nível em que a maioria possa ser distraída com entretenimento pouco exigente e que possa trabalhar sem se revoltar.

Aumentam a quantidade de engrenagens, diminui a capacidade holística individual, como por exemplo, de entender a realidade. Como eu sugeri em um texto anterior, a civilização ”precisa” da domesticação e esta se baseará no processo de especialização de funções. Mentes desfragmentadas são auto-induzidas para a alienação, porque não conseguem ver a ”imagem maior”. Isso não é verdade para os gênios, que apesar de serem super especializados, justamente por se localizarem em extremos, é que caminharão para desenvolver grande autoconsciência, mediante uma variedade de fatores ambientais e genéticos. A solidão do gênio, é um resultado de sua condição como um outlier, alguém que é tão mentalmente raro que dificilmente encontrará uma multidão de amigos para que possa compartilhar interesses e ideias.

O gênio também é uma mistura de domesticado com selvagem, assim como geralmente os criativos são.

Portanto, o gênio é um produto incompleto da domesticação, onde temos uma pessoa excepcionalmente talentosa mas que geralmente não será violenta ao nível de um criminoso, ainda que possamos ter os mattoides, que são gênios degenerados.

A alienação é um produto da introdução de sistema de crenças dogmático que substitui a realidade e atende aos interesses da elite.

O auge da civilização europeia que ocorreu mais ou menos no ano 2000, foi marcado pela continuidade da supressão de elementos não-domesticados, violentos ou não, dentro do tecido social. O resultado final da domesticação é a eliminação é a super especialização, onde cada um se especializará em funções muito estreitas, sendo que um grupo substitui a função que seria de um gênio. Por isso a propaganda bonitinha de ”trabalho em equipe”, o trabalho que apenas uma pessoa poderia pensar e elaborar, passa a ser feito por 5 ou 10 pessoas.

O gênio é como um artesão que produz o seu próprio trabalho enquanto que os mecanicistas super especializados são como os trabalhadores ”fordistas”, que estão especializados em funções muito estreitas, muito restristas.

A mente estreita, induz ao trabalho estreito que induz à capacidade igualmente estreita de ver o mundo. A alienação europeia ou branca, é o resultado deste processo de desfragmentação ”fordista” de funções dentro dos nichos ocupacionais.

O declínio das civilizações europeias ou caucasianas, é o resultado deste processo contínuo de coletivização de funções, onde uma pessoa exerce um trabalho muito específico, que deriva de sua mente, específica e desfragmentada.

A domesticação destrói a autoconsciência. O gênio tem um cérebro balanceado de civilização e selvageria. Talvez, a evolução humana se concentre justamente no epicentro de onde o gênio se localiza, ao invés da continuação da domesticação.

Inconsciência , inteligência e domesticação . . . super-especificação de funções, alienação e desfragmentação individual da consciência

Minha mente é prática e simples, e a tua?? 😉

 

Inconsciência e inteligência

 

Dentro da psicologia moderna, pouco se fala sobre consciência e inconsciência enquanto propriedades intelectuais, relevantes (que são de natureza filosófica). Despreza-se categoricamente o poder que a filosofia prática, utilitária e real pode ter na vida das nações. Isso é especial em nações mecanicistas como os EUA.

A inconsciência como um atributo cognitivo, baseia-se na incapacidade de autoconhecimento pleno assim como também de enxergar a realidade, tal como ela é.

Pessoas de todas as faixas de qi podem e geralmente apresentam este déficit grave de consciência.

A autoconsciência elevada e por conseguinte a capacidade de ver a realidade, é uma característica VISCERAL da genialidade e provavelmente o ”maior divisor de águas” dos gênios em relação aos criativos não-geniais e aos demais tipos não-geniais. E se relaciona com as personalidades extremas, que provocam conflitos internos.

As pessoas ”inteligentes”, isto quer dizer, aquelas com qi alto e que executam melhor as funções mecânico-utilitárias-contextuais, que fazem e acreditam em coisas estúpidas são um exemplo, primeiro, da maior complexidade da inteligência e segundo, da distribuição desigual de consciência e autoconsciência dentro das faixas de qi.

A inconsciência se relaciona claramente com estupidez. A autoconsciência é autonomia mental individual onde pode-se melhorar por conta própria. Em um exemplo hipotético e provavelmente incomum, raro ou quase improvável de acontecer, uma pessoa com qi na faixa dos 80, se tivesse extrema autoconsciência,  poderia adaptar-se da melhor maneira possível ao ambiente. Neste caso, vemos que os fatores ambientais, que nada mais são do que interações genéticas indiretas, podem  ter consequências POSITIVAS ou NEGATIVAS.

No entanto, existem diferenças visto que apesar do excelente padrão de vida que leste-asiáticos e ashkenazim conseguiram atingir nos EUA, isto não é um indicador de que as duas populações, em média, tenham maior autoconsciência. A nível comparativo, talvez isso possa ser possível, em relação às outras populações. No entanto, pode-se dizer que ambos são bons para atender às demandas contextuais da sociedade americana, melhor que as outras populações e com agravantes para os judeus, como nepotismo étnico e portanto agravante de déficit de consciência.

É fácil ter sucesso quando todo o sistema está conspirando para te selecionar. A educação, que é o acúmulo desapaixonado de determinado conjunto de conhecimento intelectual ou técnico, visando à execução de tarefas repetitivas, mecânicas, simples ou complexas. Se sua mente está bem adaptada a estas demandas, então não haverá problemas para que possa construir uma vida econômica sem atropelos.

No entanto, isso é contextualidade. Em uma sociedade de sábios e pensadores, onde valoriza-se mais o intelecto e autonomia mental do que a inteligência mecânica, estas pessoas se encontrariam em desvantagem. É simples assim.

 

Inconsciência, domesticação e super-especialização de funções

As raças de cachorros tem diferentes habilidades e diferentes mentes. Suas especializações são muito específicas e isto reverbera em todo o resto. Se você é muito especializado em física, pode perder todo o resto. Tudo é como um pêndulo.

Engana-se quem pensa que todo super-especialista é um gênio. PODE SER, mas na maioria das vezes, ele só será alguém com grande acúmulo de conhecimento específico, que saberá citá-lo em qualquer conversa mas que não saberá manipulá-lo. A grande capacidade de memorização, pode ter um efeito contrário para a capacidade de manipulação de ideias, conceitos… em outras palavras, de criatividade.

Eu também já comentei que as mentes criativas costumam ter memórias pouco usuais, em que apreende-se uma grande quantidade de pedaços relevantes de informações distintas, mas sem este apreço ao detalhismo, que convenhamos, pode ser inútil para construir novas ideias. Quase sempre, toda ideia nova estará cheia de erros.

A domesticação, acontece em partes, quando processos seletivos produzem mentes desfragmentadas, que são super-especializadas em algumas funções. Este é o caminho para fragmentar a consciência e para produzir dogmatismo.

Entende-se dentro da neurociência que a maioria dos seres humanos tem cérebros assimétricos E QUE isto é o normal. No entanto, parece claro que quando a sua mente é muito voltada para um lado, ela fará o impossível para favorecer o seu lado como a verdade. Vejam esquerdistas e conservadores.

A assimetria cerebral me parece ser o resultado da domesticação, que quando selecionamos pessoas com mentes desfragmentadas, estamos retirando o seu instinto.

O aparecimento destas mutações e o seu favorecimento para a reprodução, é um fator importante para produzir civilização.

Mas como eu tenho sugerido algumas vezes, o indivíduo paga um preço alto para suportar e construir civilização.

A civilização substitui nossa vontade individual pela vontade coletiva, produzindo um super-organismo consciente, consciente de nossas vontades, que são fragmentadas e multiplicadas aos milhões.

Nos tornamos fracos quando passamos a depender uns dos outros. E nossas mentes vão se tornando pequenas, a cada avanço da civilização. O equilíbrio, dependência humanidade versus civilização é quebrado quando a primeira torna-se tão fraca que passa a depender completamente da civilização e a partir disso, o super-organismo passa a escravizar e a engolir a todos.

O dogmatismo que é praticamente um substantivo para alienação, produz ”realidades alternativas”, que são a representação de mentes incompletas, que são a maioria em populações domesticadas.

A maioria das pessoas não são capazes de ver a ”imagem maior”, porque suas mentes são hereditariamente capazes de ver apenas metade da imagem.

A autoconsciência pode se dar tanto a nível de extremo reconhecimento do seu eu, quanto pelo conflito interno em relação ao mesmo, mas que muitas vezes, será um resultado do próprio conflito exterior, entre o seu ego forte e o ego coletivo, que é um acúmulo de egos fracos.

O ser humano atávico, provavelmente anterior ao ser humano ”civilizado”, é especial porque combina o que há de essencial na identidade humana, o erro, o conflito, que ascende a luz da consciência e o instinto animal, que é inconscientemente autoconsciente, aka, instintivo.

 

PARADOXO,  mentes geniais são simples e veem o mundo de maneira simples, hipótese

 

As melhores e mais fantásticas ideias são simples, porque geralmente são produzidas por observações simples, que a maioria das pessoas não são capazes de fazer. Basta ver a realidade para encontrar padrões sistêmicos de harmonia ou desarmonia. Mas as mentes dogmáticas não são capazes de fazer isso, porque exige autonomia.

Acostumamos a ver estudos que mostram as mentes geniais como muito complexas, mas será que são mesmo??

Se são capazes de ver a essencialidade de tudo, que é reconhecido como um ”insight” de gênio, então será que o que acreditamos ser complexidade, na verdade, é simplicidade??

O que eu vejo. A maioria das pessoas capturam, socializam e passam a suportar uma ideia. Mas quando alguém tem uma ideia INVERTIDA ou oposta, dependendo de que maneira ela foi construída, algumas pessoas, mais inteligentes, poderão entender esta ideia como ”de gênio”. Mas percebam a simplicidade. A ideia ”de gênio” é apenas a inversão da ideia anterior.

Quando vemos mais convoluções em cérebros dos mais inteligentes, imaginamos que isso representa fisiologicamente suas personalidades e intelectos complexos. Mas acreditar em dogmas que mascaram a realidade é que é complexo. Ver a realidade é simples. Mais convoluções podem indicar, ao invés de complexidade, simplicidade.

Se o gênio é atávico, como anunciou Lombroso e se o humano domesticado é o homem moderno,

Se o homem civilizado comum e dogmático tem menos convoluções e se o gênio tem mais.

Do caos se faz a organização, a quantidade é anterior à ”qualidade”, que neste caso, se relaciona com a construção de civilização ou sociedades complexas. A qualidade para atender às demandas civilizacionais, a super-especificação e a super-diversificação de funções por meio da construção de nichos ocupacionais que vão ser ocupados por mentes distintas.

Mais convoluções podem provocar a erupção de desordens emocionais, psíquicas e cognitivas.

A ideia de que o homem pré-histórico era muito mais inteligente que o homem moderno começa a fazer cada vez mais sentido pra mim.

Mais convoluções, chances de mais erros = + transtornos de personalidade. Apenas uma característica fisiológica do cérebro, pode nos mostrar que talvez, sejam as mentes simples, que não veem curvas em retas, onde os insights tem mais chances de serem produzidos.

 

 

 

Por que o capitalismo ”funciona”??

Por que a maior parte das sociedades de caçadores coletores não evolui??

Porque essas sociedades estão organizadas em divisões de trabalho igualitárias, onde todos tem uma função de magnitudes parecidas mas especialmente, porque a hierarquia é quase inexistente ou não é tão significativa quanto em uma sociedade tipicamente capitalista.

Para que haja inovação, devem haver problemas.

A inovação aparece para solucionar problemas. Uma sociedade perfeita não tem problemas. Logo, não há a necessidade de inovar. O capitalismo é imperfeito. Provoca desigualdade e quanto mais puro for o regime capitalista, mais desigual será.

Ainda continuamos sob efeito da seleção natural e sob o efeito da dualidade, onde deve haver ”lógica” para que o mundo flua mediante determinados parâmetros paradoxais. Sociedades pacíficas e perfeitas se tornam obsoletas e estáticas enquanto que sociedades relativamente problemáticas e imperfeitas são mais competitivas.

Supostamente, ao nos depararmos com esta correlação causal, acreditamos que DEVE ser assim e que isto, que é a realidade, se constitui na lógica.

No entanto, faz MUITO mais sentido que, em sociedades pacíficas e perfeitas, a inovação aumente consideravelmente enquanto que em sociedades problemáticas e imperfeitas, o contrário aconteça.

Dualidade, sombra e claridade

A luz é mais evidente quando está rodeado por escuridão, enquanto que o escuro é mais forte quando está rodeado por claridade.

A inovação é mais comum e constante quando está rodeada de problemas, ao passo que é decrescente quando está rodeada de paz.

A lógica daquilo que é, que eu já disse muitas vezes aqui.

No entanto, nem sempre a realidade será perfeita e mais, na maioria das vezes, não será.

Como eu tenho pontuado sistematicamente, o grande, o problema essencial da humanidade se chama Dualidade.

Pessoas inventivas poderiam criar dentro de sociedades perfeitas, mas parece que seus cérebros funcionam mais e melhor quando estão motivados a solucionar problemas.

Quando uma sociedade atinge a um nível de perfeição, as motivações para inovar vão lentamente diminuindo. Quando uma sociedade é muito pobre e tem uma casta criativa altamente inteligente, as maiores invenções poderão aparecer aí.

O capitalismo ”oferece” os problemas como motivação para a  inovação.

Na perfeição, não há competição e por isso não existem indivíduos lutando para fazer melhor que os demais adversários.

Na imperfeição, abrem-se brechas para inovadores e isso aumenta a competição. Todos vão vender o seu produto e melhorá-lo para que possam vencer a competição e ganhar status.

Melhorar o quê, cara amarela??

Eu já sugeri que os asiáticos do leste são mais ”perfeitos” que os caucasianos europeus, especialmente mediante uma perspectiva mais biológica, mais natural. Eles tendem a ser mais biologicamente saudáveis, vivem mais tempo e melhor, são em média, mais tecnicamente inteligentes e sua civilização milenar é prova desta estabilidade e melhor equilíbrio.

No entanto, essas vantagens são acompanhadas por desvantagens. A China com ”a faca e o queijo na mão”, para mostrar ao mundo sua capacidade inventiva e portanto criativa, apenas emula com um certo mau gosto, toda a trajetória de industrialização que o Ocidente vivenciou um século atrás.

Um documentário que mostra a chegada de um maestro judeu-americano à China nos anos 70, como uma espécie de nascimento da abertura cultural do país, me impactou consideravelmente.

Especialmente quando o documentário mostra que os chineses instrumentistas haviam aprendido perfeitamente como tocar algumas músicas clássicas, manejando violinos, violoncelos, pianos… No entanto, eles não demonstraram qualquer capacidade de inovar dentro da música.

Além de pragmáticos, os asiáticos tendem a ser também extremamente preocupados com segurança, um efeito colateral do tipo de seleção que foram submetidos por séculos. Como resultado, eles raramente inovam, porque toda a inovação está suscetível ao julgamento dos outros, ao escrutínio assim como também à glória.

Não é apenas que, a cultura asiática reforça este medo de errar, mas também que os asiáticos selecionaram estes perfis de personalidade e inteligência, ou funcionalidade integrada, em que quase sempre prefere-se pela segurança do que pelo risco.

As sociedades asiáticas são coletivistas, ou eram… onde há maior igualdade, escasseia inovação porque a mesma se relaciona com a resolução de problemas.

Os brancos fazem sociedades mais complexas e com maior hierarquia porque são mais cognitivamente e psicologicamente diversos, tanto em qualidade quanto em quantidade. Esta maior diversidade, aumenta a especialização, aumentando a sensação de individualidade mas também aumenta o conflito, por causa da maior diversidade genética = problemas.

Aumentam as diferenças cognitivas e seus resultados ambientais = problemas.

Problemas necessitam de solução e uma variedade de mentes funcionam melhor para solucionar problemas do que uma predominância de um tipo.

Os asiáticos tendem a ter mentes pragmáticas e tudo isso reverberou em tudo aquilo que são, que praticam e que creem.

Eles são bons pra solucionar problemas, mas não são práticos porque não visam a solução mais sábia.

A sabedoria asiática é ”apenas” a emulação da sabedoria no reino animal.

Eles buscam a melhor solução, mas nem sempre, a melhor resposta será a mais sábia.

Os asiáticos tendem a ter excelente qualidade técnica e podem ser capazes de aprender muitas coisas, como tocar violino. No entanto, não basta aprender uma função, deve se pensar sobre o porquê de aprendê-la. Muitas vezes, eu acho que isso é muito comum nos países asiáticos, aprende-se por aprender. Da mesma maneira que querem reavivar o casamento arranjado, casam por casar, os europeus inventaram o amor romântico. No reino animal, as fêmeas procriam com os machos que demonstram os melhores atributos, uma maneira pragmática de se pensar. Também é pragmático casar por casar.

É sábio casar com quem se ama, o amor romântico é sábio, mas a sabedoria, neste caso, pode ter um preço mais alto a se pagar. A melhor escolha, a verdadeiramente sábia, seria uma combinação da segurança do casamento arranjado, com o risco do casamento por romantismo, o melhor talvez seria se casar com amigos que temos grande admiração, nem lá, nem cá.

Conclusão breve, o capitalismo ”funciona” como estímulo para a inovação a curto prazo, porque provoca problemas, é naturalmente imperfeito, e portanto necessita da atuação de inovadores, solucionadores de problemas, para resolvê-los.

A longo prazo, o capitalismo produz uma população mais especializada. Um homem sem trabalho, é um homem sem motivação. Muitos pensam. Isso cria nichos laborais derivados deste processo de especialização de funções e abre espaço para diversificação fenotípica.

O capitalismo induz na seleção de inovadores e especialistas, ao passo que o confucionismo e os exames para cargos públicos produziu a multidão de tecnicamente inteligentes, mantenedores do sistema e não-inovadores, na Ásia Oriental.

A posição insular do Japão, única nesta região do mundo, pode ter tido uma influência na preservação de maior capacidade criativa que é claramente mais significativa neles do que nos asiáticos continentais. Regiões à beira do mar, também podem selecionar para tipos mais criativos, porque o comércio marítimo tenderá a apresentar demandas para tipos de alto risco.

Espectro do aprendizado

”Duas patas ruim, quatro patas bom”

 

Estou lendo o curto texto de George Orwell, a ”Revolução dos Bichos”. Como sempre, uma bela e bem construída narrativa deste autor. No entanto, algo me chamou a atenção neste clássico da literatura ‘existencialista’ (que vai fundo na psiquê humana). A enorme semelhança da sociedade (comunista) construída pelos bichos da fazenda ”Solar” em comparação à própria sociedade humana. Mas é claro que Orwell não fez esta comparação a toa. De fato, ele desejou fazer uma ácida crítica ao trivial bolor de acontecimentos que se sucedem a partir do momento em que ”o povo” (que de fato, muitas vezes é de oprimidos) toma o poder. Primeiro, acontece o regozijo coletivo pela vitória. Segundo, inicia-se a tentativa de igualdade e camaradagem entre os vitoriosos. Terceiro, começam a ocorrer divergências e os mattoides mais inteligentes começam a deixar suas máscaras caírem para que por fim, o gênio ou os gênios que tentam manter o projeto inicial utópico, são expulsos, assassinados ou ostracizados politicamente, pelos mattoides, os falsos companheiros de intelecto superior.

Uma causa justa, com métodos brutais e portanto generalistas, com um fim bem conhecido, a vitória do mais esperto, e não do mais inteligente, transformando o paraíso prometido em limbo existencial, em preto e branco, como nos acostumamos a ver em qualquer sociedade pretensamente socialista.

No livro, Orwell descreve maravilhosamente bem a hierarquia de intelectos e capacidades entre os animais, onde os porcos são os mais inteligentes e se ocupam com atividades intelectuais, relacionadas à organização da sociedade, sua política, cultura etc, enquanto que a plebe, composta pela maioria dos animais, são a massa trabalhadora, incapaz de acompanhar a inteligência de sua nova elite.

QUATRO PATOS É BOM, DUAS PATAS É RUIM

Este é o lema que é entoado pelas massas acríticas, uma abreviação grosseira  mas necessária, realizada pela elite de porcos inteligentes, para propagar a essência idealista da revolução e da proposta de sociedade.

RAÇA É APENAS A COR DA PELE

Quantos antropólogos, biólogos, geneticistas que você conhece??? Dá a impressão de que existem milhões deles ”dando sopa” por aí. Enquanto que a massa anencefálica repete este mantra, sem saber como explicar o porquê de acreditarem nele, alguns tipos, diga-se, mais inteligentes, são mais capazes de formular explicações um pouco mais convincentes, ainda que não saibam explicar conceito por conceito, raça, é, apenas, cor de pele, de maneira mais aprofundada.

Os mais ”tecnicamente inteligentes”, podem decorar todos os mandamentos ” da revolução”, mas  não podem encontrar por conta própria, os conceitos fundamentais das ideias e mais, mesmo quando são ajudados, só se convencerão de que a pedra é uma pedra, por exemplo, se os seus companheiros também confirmarem.

Os verdadeiramente inteligentes, não apenas compreendem conceitos e ideias complexas, visto que eles as fazem também. São os inventores de ideias, palavras, conceitos, linhas filosóficas, pense no enorme impacto de Confúcio para a China…

 

Espectro de aprendizado

 

Por meio de testes de qi, tempos de reação e provas de múltipla escolha, acredita-se que já tenhamos chegado ao núcleo da inteligência humana. Pode até ser verdade, mas todas as partes do conceito e das características da inteligência são de igual importância, sendo que, estando à superfície ou no núcleo e apenas nessas regiões, pode-se perder pontos muito importantes. Se o quebra cabeças não está completo, então não podemos concluir que, o quebra-cabeças está completo.

O espectro de aprendizado que estou propondo, se baseia em parte justamente em minha atual leitura do clássico de Orwell. Como eu já havia mostrado várias vezes (esta frase é uma constante neste blog, rsrsrs, ignorem), a inteligência verdadeira ou sabedoria, não se baseia APENAS em capacidade TÉCNICA, mas também na maneira como entendemos o mundo ao nosso redor. Não é nem apenas uma questão de sermos animais para que possamos ter intuição instintiva para pescar a desarmonia na paisagem, mas porque qualquer entidade inteligente assim o fará, é apenas um princípio universal de inteligência, de como funciona.

Como no clássico orwelliano, eu pretendo agora inferir uma hierarquia, baseada na capacidade de aprendizado e desprezando qi, visto que encontraremos muita variação de qi, sendo que alguém com qi 120, necessariamente não será assim tão inteligente, quanto alguém com qi 105, depende muito, primeiro, de qual atributo que estamos comparando, da funcionalidade real do indivíduo, em sua capacidade de entender a realidade, dentre outros atributos POSITIVOS.

Hierarquia de intelectos

 

1- Não tem capacidade para aprender, quase sempre terminará em trabalhos braçais. Incapaz de pensamento abstrato.

2- Aprende o básico em tarefas mecanicamente repetitivas e simples, que quando são decoradas, se faz por osmose. Aprende conceitos simples, mas tem dificuldade em aprender ideias simples, que são um aumento de complexidade de conceitos. Incapaz de pensamento abstrato.

3- Aprende tarefas mecanicamente repetitivas e complexas, conceitos e ideias simples. Capaz de produzir ligeiro pensamento abstrato, mas é incapaz de compreendê-lo significativamente ou predominantemente bem. São os mantenedores técnicos médios que entoam os famosos mantras, a maioria da população.

4- Aprende ou pode aprender tarefas mecanicamente repetitivas e complexas. Grifei ”pode” porque a partir deste ponto, o perfil mentalista de inteligência começa a predominar sobre o que perfil mecanicista de inteligência. Muitas vezes, os melhores pensadores serão trabalhadores técnicos estúpidos.

5- Aprende ou pode aprender tarefas mecanicamente repetitivas e complexas. Tem boa capacidade de pensamento abstrato, pode reconhecer conceitos e trabalhar ideias.

6- Aprende ou pode aprender tarefas mecanicamente repetitivas e MUITO complexas. Tem excelente capacidade de pensamento abstrato.

7- Aprende ou pode aprender tarefas mecanicamente repetitivas e MUITO complexas. Tem excepcional capacidade de pensamento abstrato.

8- É provável que seja incapaz de aprender tarefas mecanicamente repetitivas muito complexas. Tem capacidade de pensamento abstrato ao nível de gênio. Perfil mentalista de inteligência predominante.

 

Exemplo, RAÇAS HUMANAS NÃO EXISTEM

 

1- Não sabe escrever a palavra raça (rassa é a maneira incorreta mais comum de escrever esta palavra no idioma português) e não entende conceitos.

2- Pode ou não saber escrever a palavra raça, mas não entende conceitos.

3- É muito provável que tenha um vocabulário razoável, mas tem dificuldade para entender conceitos, só se forem muito bem explicados, didaticamente. Só crê naquilo que os outros creem, comportamento derivado dos mamíferos. Exemplo de explicação para o mantra: inexistente.

4-  Entende conceitos simples ou na superfície, entende ideias. Enquanto que os outros repetem ideias simples derivado do comportamento de mamífero, buscando a socialização e aceitação do grupo ou para tirar vantagens imediatistas, retidas de instinto animal mais intacto, este grupo encontra-se em uma encruzilhada desvantajosa, em que a ”esperteza” dos menos inteligentes e a sabedoria dos mais inteligentes, se anulam mutuamente. É por isso que a classe média geralmente é uma massa predominantemente inconsciente. Exemplo de explicação para o mantra: inexistente a simplório.

5- Entende conceitos complexos, mas não completamente. Exemplo de explicação para o mantra: raças não existem porque as diferenças genéticas são pequenas e porque podemos procriar com pessoas de outras raças.

6- Entende conceitos complexos, predominantemente. Exemplo de explicação esperada para o mantra: raças não existem porque um norueguês pode ser mais geneticamente parecido com um nigeriano do que com outro norueguês. Demonstra constante atualização argumentativa. Neste grupo começa a dissidência entre aqueles que creem no mantra e aqueles que não creem e que estão portanto mais perto da verdade.

7- Muito provavelmente acredita ou é partidário da existência de raças humanas, mas como é excepcionalmente eficiente em sua capacidade de adaptação, isso pode não ter grande significado, se podem selecionar os melhores tipos de cada raça para o convívio.

8- Não acredita na existência ou não não-existência, acredita em como isso pode reverberar no mundo real. Atualmente, estes tipos creem que o dogma parcialmente correto do igualitarismo, encontra-se em conflito beligerante com a realidade e com  o acúmulo histórico de evidências quanto aos graves problemas que tem brotado desta mentalidade, se tornaram conscientemente racialistas. Manipulam com extrema facilidade qualquer conceito abstrato. Quando a inteligência mentalista predomina, mescla-se a criatividade e a inteligência ou ao menos, alguma capacidade executiva extremamente eficiente em capturar a essência de conceitos e modificá-las ainda na raiz.

 

Fator cultura neurológica

 

A maioria dos conservadores são racialistas, em algum ponto. Como resultado, como pode ser possível que possam rejeitar o mantra exemplificado, se não tem capacidade para entender, em média, conceitos complexos?

Simples, porque eles tendem a ter uma cultura neurológica que propicia para esta rejeição. Mas não se dá por reflexão, mas por ação e reação, instinto puro e simples.

Aí que encontramos a chave desta situação, REJEITAR o mantra SOMOS TODOS IGUAIS, não é o fim da resposta mais sábia e mesmo, em algumas perspectivas, este mantra fácil e tolo, em inconscientes, ainda terá pontos de concordância com a razão.

Veja um exemplo

SOMOS TODOS SERES VIVOS = SOMOS TODOS IGUAIS

Ainda que seja capaz de reconhecer erros neste mantra e rejeitá-lo, a maioria dos conservadores só o farão mediante poucas perspectivas e portanto, não estará visualizando a ”imagem maior” da frase e dos conceitos envolvidos.

A diferença dentro desta hierarquia se encontra na quantidade de ideias, conceitos que podem ser manipulados simultaneamente, na quantidade de nuances encontradas dentro de ideias e conceitos, na qualidade de todos eles e na capacidade de autonomia mental intelectual.

 

APRENDIZADO, não tão simples assim…

 

As pessoas com maiores pontuações de qi capturam com maior facilidade o significado e/ou a resolução de conceitos, ideias, problemas matemáticos etc…

Mas quem aqui já ouviu este famoso ditado

A PRESSA É INIMIGA DA PERFEIÇÃO

Quem sempre aprende com facilidade, comete erros com facilidade, porque despreza todas as camadas de informação que poderão capturar.

Aqueles que enxergam primeiro a ”imagem maior”, o conceito, tem uma tarefa mais árdua do que aquele que começa o desenvolvimento do seu pensamento por meio da captura de detalhes. É fácil construir um castelo, difícil é construir um castelo completamente diferente, que revolucione a arquitetura medieval.

Eu, por exemplo, tenho dificuldade para aprender de início. Mas depois, se o assunto me interessa, ninguém me segura, e vou devorá-lo até não sobrar mais ou até me cansar.

Portanto, é complexo demais afirmarmos que ”aquele que aprende mais rápido é mais inteligente”. É como repetir o mantra ”somos todos iguais”.

O termo mais inteligente é complexo porque vivemos em sociedades complexas, existem muitos tipos de inteligentes e capacidades específicas de aprendizado que se continuarmos na superfície do conhecimento sobre inteligência, jamais iremos conseguir completar o quebra-cabeças e poder dizer.

Está completo.

 

Gagueira, linguagem e construção da personalidade Teoria da gagueira como bioproduto da personalidade desfragmentada

Eu sou gago. Eu posso imitar vozes diferentes e alguns sons. Eu posso falar francês como um francês, alemão como um alemão e posso imitar Hitler em um de seus discursos orgasmáticos, rsrsrsrsrsrs…

Eu sou uma pessoa estranha que combina o que há de dual no mundo, como por exemplo, o fato de poder esboçar emoções como um grande ator, mas estar quase que desprovido das mesmas. Talvez, uma coisa ligue a outra, afinal, um grande ator, deve ter o controlo de suas emoções durante as cenas principais, que exigem maior talento dramático ou de interpretação.

Eu também tenho um bom timbre de voz e sou afinado. Muitos cantores líricos não são gagos, eu sei. Muitos atores, na verdade, a maioria dos atores não são gagos, eu também sei. Mas o meu foco aqui, não é achar gagueira fora da população de gagos, o que seria uma coisa estúpida a se fazer, mas que a maioria das pessoas estão rotineiramente fazendo. O meu objetivo é encontrar correlações causais ”exteriores” dentro desta população específica.

Como quando falamos sobre as diferenças intelectuais e cognitivas entre as raças humanas, surge um ”espertinho” e diz:

”Mas eu conheço um negro que é muito inteligente”.

Mas é claro, se queremos encontrar inteligência, devemos procurá-la em pessoas inteligentes e não fora desta população. É claro que existem indivíduos e até subgrupos inteiros de negros, que são tão ou mais inteligentes que a maioria dos brancos. No entanto, a maioria dos negros, quando comparados com outros grupos, não são mais ou igualitariamente inteligentes. Portanto, comparar a inteligência de duas populações por meio de suas origens raciais, neste caso, nesta perspectiva, encontra-se predominantemente contraproducente, visto que desejamos encontrar relações causais de inteligência entre indivíduos e não de raças. Resumindo, o foco neste caso, é a inteligência.

Eu já sussurrei que a inteligência é um conjunto variável de traços que não tem monopólio ”divino” de nenhum grupo e que todos estão sujeitos a aumentar ou a diminuir suas respectivas capacidades coletivas por meio de processos seletivos de médio a longo prazo.

Tal como a altura, onde temos pessoas altas e baixas em quase todas as raças ou variedades humanas com breve exceção de outliers como os pigmeus, a inteligência não é propriedade privada ou patenteada de nenhum grupo.

Voltando ao assunto deste texto. Eu estou propondo uma teoria em que a gagueira seja vista como um bioproduto atávico ou neotênico (eu já mostrei que parece existir uma certa arbitrariedade em tentar definir temporalmente os estágios evolutivos de algumas características humanas) anterior aos processos de seleção sexual e cultural que produziram seres humanos capazes de aprender e manipular com precisão mecanicamente inconsciente a linguagem oral, oratória constante ou a fala.

Eu também estou propondo dentro desta teoria, que os gagos seriam um extremo de manifestação (em média) de elasticidade linguística e oral, onde mediante a incapacidade de aprender por osmose, ou seja, nascer com forte predisposição, para a aquisição eficiente e mecânica da linguagem oral ou da fala, um importante meio de comunicação e portanto de socialização, estes veriam na possibilidade de estarem sempre aprendendo a falar e por meio desta constante experiência é que algumas possíveis vantagens incomuns apareceriam, tal como ter a capacidade de imitar outras vozes, sotaques e de intepretar.

É interessante notar que as crianças são muito mais precisas para aprender novos idiomas do que os adultos. Está claro que esta capacidade momentânea (para a maioria) é uma característica neotênica. Sabemos que existem os poliglotas e muitos deles não são gagos, apesar de não ter procurado, por preguiça mesmo, nenhuma pesquisa que relacione os dois fenótipos.

 

Construção da personalidade visando a socialização, via aquisição de linguagem

 

Com o início da vida sexualmente fértil, um marcador para o fim da infância, nossa capacidade para aprender novos idiomas vê-se consideravelmente reduzida, menos em poliglotas e provavelmente em gagos, mais uma vez, se os dois não estão demograficamente sobrepostos.

A construção da personalidade se dá primeiro por nossas predisposições genéticas e tal como quando o pergaminho é aberto, nossa história vai sendo parcialmente contada, ao menos em relação às nossas respectivas etapas de desenvolvimento, nossas predisposições temporais como o fenômeno do estirão, quando o corpo estica muitos centímetros e muitas mudanças sexuais e hormonais acontecem no nosso corpo a partir dos 11,12 anos de vida.

Perceba nossos respectivos desenvolvimentos vitais tal como uma peça de teatro em que as cenas já estão devidamente montadas e preparadas e que no entanto, serão preenchidas pelo improviso do acaso. Somos potencialmente previsíveis, mas os fatores ambientais, que são interações genéticas indiretas, não são.

O gago seria aquele que se vê ”preso” ao processo inicial de construção da personalidade, onde basicamente não existe uma identidade formada e portanto se consiste em uma identidade  fragmentada.

Estou também sugerindo que os gagos, ou, parte deles, possam ter co-manifestação com níveis de dupla personalidade OU personalidade maleável, onde o reconhecimento do indivíduo em relação a sua identidade, será menos forte e significativa do que o habitual. Isso poderia explicar, no meu caso por exemplo, porque eu sou capaz de imitar vozes de animais (alguns, ainda não testei o zoológico inteiro =), de outras ”pessoas” bem como de emular sotaques com quase perfeição. Como eu não tenho uma profunda certeza sobre minha identidade, me encontro constantemente debatendo sobre quem eu sou e não apenas, qual é o meu papel no mundo, isso PODERIA reverberar tanto na minha gagueira quanto em minha capacidade maleável de descentralização de minha identidade fundamental, que deveria funcionar como um meio eficaz para a socialização.

As etapas de desenvolvimento da personalidade, podem ser interrompidas, se podemos dizer assim desta maneira, em gagos por causa da disfluência na fala que funcionaria como uma barreira na capacidade de conexão com a identidade auto-reconhecível e reconhecível para a população circundante que interagem com eles.

A incapacidade de se conectar é constante, sempre quando se gagueja, titubeia-se tanto em relação à posição social e posteriores correlações  construídas pelos indívudos que estão interagindo, quanto em relação à certeza da veracidade verbal do indivíduo gago. Bem dizem que a palavra gago deriva do termo ”bárbaro”.

 

Capacidade de emular sotaques estrangeiros, espectro da maleabilidade da fluência linguística cultural e geral

 

Eu sempre fui curioso em relação ao fato de que algumas pessoas jamais conseguem perder os seus sotaques ”de infância”, enquanto que na outra extremidade deste espectro,  nós temos verdadeiros camaleões que conseguem emular qualquer sotaque, muitas vezes, só de escutar uma única vez.

Como poderia explicar essas diferenças de capacidade??

Se a linguagem é um meio significativamente importante para a ”construção” da personalidade, visto que é por meio dela que nos situamos na sociedade, nos comunicamos e interagimos com os outros e que nos reconhecemos, especialmente, a partir de considerações das outras pessoas e isso é especial para tipos extremamente sociáveis , então a sua disfluência, poderá vir acompanhada por algumas vantagens, anteriores ao processo de adaptação cultural por seleção.

Nós temos o produto montado e o produto desmontado.

Se uma criança nigeriana for adotada por um casal francês, ela muito provavelmente aprenderá a falar de acordo com o sotaque de sua família adotiva.

Mas será que é sempre assim ou existem diferenças individuais de capacidade de maleabilidade linguística??

Eu continuo a pensar, por que algumas pessoas jamais perdem o seu sotaque ”de infância” mesmo quando passam mais tempo de suas vidas em outra região, onde o sotaque é muito diferente??

E por que outras pessoas são tão boas em imitar sons de línguas estrangeiras??

 

Personalidade interrompida

A socialização é como um jogo constante de boomerang em que isto é jogado de indivíduo a indivíduo. É fácil quebrar a harmonia deste jogo. Por exemplo, apenas uma palavra pode fazer com que o boomerang volte em direção ao seu pescoço. Por exemplo, esta aqui

RACIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIISSSSSSSSSSSSSSSSSSSSMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Além de estarmos bem treinados para não ferir os sentimentos mais puros da plebe, também precisamos nos comunicar eloquentemente para que sejamos bem entendidos, quanto aquilo que estamos falando, bem como também para que possamos estabelecer vínculos de curto a longa distância, tempo-espacial, com as outras pessoas.

Precisamos mostrar quem somos, nossa maneira de falar, nossa maneira de andar, nossos gostos culturais, nossos pressupostos políticos, nossas qualidades bem mais do que nossos defeitos etc

O gago, de imediato, mostra o seu maior defeito, ou ao menos, que grande parte dos gagos entendem como. Portanto, o estabelecimento de vínculos bem alicerçados, encontra-se precocemente perturbado pela disfluência do discurso oral.

Voz grossa remete à masculinidade, voz fina remete à feminilidade, homem com voz fina remete à fraqueza ou à feminilidade, cruzamento de gênero e sexualidade opostos ou misturados, mulher com voz grossa remete aos atributos da masculinidade como a força, especialmente a força bruta.

E a gagueira, como fica??

Além do tom de voz, também observamos a fluência do discurso. Aquele que fala com mais ênfase passa confiança, aquele que titubeia com frequência passa desconfiança, tanto para si mesmo, quanto PARA o ouvinte.

Se nossa linguagem é uma evolução dos grunhidos de primatas, então em que estágio evolutivo de nossa espécie, a gagueira poderia se situar?

A gagueira, menos do que um defeito, visto que parece vir embutida com muitas vantagens incomuns (vi dois estudos que encontraram correlação entre alto qi e gagueira e segundo Lombroso e cia ilimitada antes do período TERMANIANO,  muitos gênios historicamente conhecidos, eram gagos), parece ser um fenótipo de PERSONALIDADE, se a linguagem se relaciona consideravelmente com este quesito multifacetado. Eu poderia pensar na gagueira e na não-gagueira como dois fenótipos de personalidade linguística, onde a linguagem adquire papel mais importante do que as características do temperamento.

A grande maioria dos gagos são aparentemente ou biologicamente  de introvertidos. No entanto, muitos gagos podem ser extrovertidos, mas a sua disfluência pode mascarar o seu real estado de ser e de viver.

Mas como eu não acredito muito que o ambiente possa influenciar até mesmo na essência individual, OU SEJA, a genética ou as predisposições genéticas, internamente variáveis e hereditariamente limitadas, então eu penso que as características fisiológicas e gerais dos cérebros das pessoas gagas e do meu cérebro, são o atrito no ambiente, a ação, onde esperaremos a reação, obviamente.

A personalidade interrompida não se dá em um único evento, mas a todo momento em que ocorre tentativa de interação interpessoal, visto que não existe ninguém mais preocupado em se encaixar na sociedade do que um gago. Muitos estão tão desesperados, que acabam adoecendo. Isso também deve se relacionar com a hiper-sensibilidade desta população, assim como também pelo perfil psicológico-cognitivo marcado por fraquezas e forças de grandezas consideráveis e auto-influenciáveis.

Aquele que dificilmente perde o seu sotaque ”de infância” é que provavelmente apresenta uma personalidade tão bem estabelecida, que não vê graça em imitar outras pessoas. Esta força se relaciona. não-tão-paradoxalmente, com uma espécie de inconsciência do seu EU, que como eu tenho sugerido algumas vezes aqui, geralmente é alargada pelo conflito interno.

É onde genialidade e loucura se conectam, a AUTOCONSCIÊNCIA, que é derivada do conflito entre a personalidade estabelecida e algum descompasso estrutural de identidade, provocado por alguma doença ou nível de patologia, que pode ser alto (e perigoso) ou fraco e vantajoso, especialmente para a criatividade.

 

Conclui-se marginalmente então, que pode ser possível que a gagueira se relaciona com a incapacidade de construção da personalidade, se esta é fortemente modulada pela linguagem, que por sua vez, funciona como um constante método de auto-afirmação integrada assim como também para a identificação individual por outras  pessoas.

Eu sugeri que além de mim, outros gagos, quer dizer, muitos outros gagos, podem ter habilidades linguísticas e ”linguístico-emotivas” incomuns, derivadas deste fenótipo de personalidade desfragmentada, onde a auto-percepção de identidade é fraca e abre espaço para constantes experimentações. Estas experimentações se relacionam tanto com a capacidade de emular sons e vozes, de falar com diferentes sotaques ( e especialmente, falar sem gaguejar, que é muito interessante, eu falo sem gaguejar, completamente, em outro sotaque, é como falar com ritmo pautado pela respiração, demarcado) como para a interpretação teatral.

Uma sugestão teorética retida de minha auto-observação, que tem grandes chances de ser mais um achismo desvairado deste ser insano que finaliza este texto.

 

 

 

Como

Desconstruindo mitos… autismo ”Interesses restritos e obsessivos” ou ”interesses não-sociais”?

 
É bem conhecido que um dos supostos ”sintomas” daqueles que são autistas ou que estão em algum nível maior dentro do espectro, seriam os ” interesses restritos e obsessivos”.

É interessante quando estamos metaforicamente confortáveis em nossas cadeiras de praia e analisamos a paisagem de maneira desapaixonada e baseada em considerações pessoais morais de ”o que é certo e o que não é”.

É assim que eu vejo a quadrilha de ”cientistas” que tem se debruçado para ”estudar” o autismo. Eu já disse pra vocês que quem entra no site de Baron-Cohen e cia, não vê um local de ciência que busque analisar TODAS AS PERSPECTIVAS de seu objeto de discussão, ou seja, o autismo e seus ”portadores”, se podemos denominá-los assim, visto que o autismo tende a ser parte integral das identidades daqueles que são mental-fisiologicamente moldados por ”ele”.

O que vemos é um espetáculo triste de clara patologização e estigmatização das pessoas autistas, onde os traços negativos, que todos nós temos diga-se, são quase sempre exaltados e onde os traços positivos, são completamente desprezados. Algo cheira mal na turminha pra variar de um judeu estúpido, que já teve muitos bons insights sobre o autismo, mas que resolveu destruir parte de sua credibilidade por meio deste site asqueroso, que há todo momento busca por defeitos, reais e muitos que são extremamente exagerados para estigmatizar o autismo como uma doença. ”Quando se é ou se pensa que é Deus, tudo pode não acham*”.

Os autistas são ”diagnosticados” como obsessivos com interesses restritos. Partindo-se desta afirmação, devemos compará-los com os ditos neurotípicos para que possamos ter uma visualização real, ampla e correta sobre esta suposta realidade.

Se ao comparar autistas e não-autistas, encontrarmos no segundo grupo uma profusão de interesses diversos tanto a nível individual quanto coletivo, aí sim, poderemos por fim, ”definir” que os autistas tem um problema mental que os torna obcecados por interesses restritos. No entanto, eu não vejo esta super diversidade de interesses em qualquer população de controlo. Todos nós temos interesses restritos e geralmente, somos obcecados por eles.

Os autistas, que geralmente apresentam interesses de natureza intelectual ou científica, são digamos assim, retardados mentais com ilhas de inteligência, ao passo que, a torcida organizada do corinthians, que é composta por obcecados por interesses restritos, é normal.

Estas pessoas são normais, autistas não. Os interesses dos neurotípicos é muito variado.
 
Que mundo é esse em que vivemos???

Se estigmatiza toda uma ”condição”, que claramente exibe muitos traços positivos, diga-se, muito positivos, em prol da suposta normalidade??

O que eu vejo,

os supostos ”interesses obsessivos e restritos”, segundo o psiquiatra mais próximo de você, se refere eloquentemente a INTERESSES NÃO-SOCIAIS. Se não estamos interagindo socialmente então somos obcecados e com interesses ”restritos”. Mas quem por acaso que tem múltiplos interesses, quem não, que multidão de milhões de neurotípicos que apresentam interesses alargados ao ponto de serem retratados como irrevogavelmente distintos dos autistas neste quesito??

Não ser sociável é o mais novo pecado do dogmatismo.

 
 
Interesses restritos??

Apenas um assunto já pode nos presentear com muitas descobertas extremamente interessantes. Podemos encontrar grande quantidade de assuntos em um único interesse e poucos assuntos em vários interesses.
É relativo e complexo e não há nada que possa justificar a padronização da psicologia em relação a esta minúcia deste assunto específico.

Parece que, necessitam inventar traços ou mostrá-los como extremamente negativos, para dar suporte à teoria predominantemente patogênica do Autismo.

Autistas não existem…

O autismo abarca uma enorme variedade de tipos, como não deveria de ser diferente, afinal, qualquer população apresenta uma variedade interna de tipos. Aquela que não é internamente variável, ou encontrou a solução perfeita de sobrevivência coletiva ou é utópica ou já foi extinta.O mecanismo da seleção natural precisa desta diversidade, se não, vai selecionar o quê?? Para selecionar, deve selecionar algo de alguma coisa.
Eu uso o termo ”autistas” apenas como uma maneira de resumir uma denominação conceitual mais enjoada de ser lida como por exemplo, conjunto demográfico, variável de indivíduos geograficamente distribuídos e neurologicamente unidos por algumas semelhanças fundamentais de funcionalidade e fisiologia cerebral, capacitados por características cognitivas marcadas por grande variação de qualidades e deficiências, onde determinadas combinações entre extremos de funcionamento geral, cognitivo, intelectual, motora etc… podem resultar tanto na construção de fenótipos que se assemelham a graus de retardamento mental (muitas vezes, pseudo-retardamento) assim como também de excepcionalidade.
Portanto, quando eu, você ou qualquer outro interessado no assunto, falar sobre autistas ou sobre qualquer grupos, abstrações numérico-demográficas, lembre-se, não estamos nos referindo a uma população homogênea, aliás, uma população homogênea é artigo bem raro no mercado, talvez um grupo de clones nos possa representar bem o que isto deseja indicar.
 
Portanto, como conclusão, não há suporte racional que sustente um dos traços mais característicos do Autismo como um sintoma, se ao compará-lo com outros grupos de ”normais”, não temos a nível individual uma grande quantidade de interesses diversos como contraste. Não só não há sustentação de parte da teoria predominantemente patogênica do Autismo por meio deste pseudo-sintoma, assim como também não é improvável que seja uma inverdade, partindo de muitos relatos dos próprios autistas, sobre os seus interesses, quase sempre de tom intelectual e científica, filosofia, geometria, geografia, história, política, engenharia, matemática, física, etc… que boa parte da população se interessa muito mais por causa de possíveis vantagens financeiras e sociais que a escolaridade pode trazer.
 
Mesmo que fosse verdade em relação aos supostos ”interesses obsessivos e restritos”, como eu disse acima, apenas um assunto pode ter muitas vertentes distintas e portanto julgar que a quantidade de assuntos é mais importante que a qualidade, é muito estúpido e no entanto, MUITOS de nossos técnicos de alto qi acreditam nesta idiotice sem aprofundamento, como a que estou fazendo agora.

Fatores ambientais como interações genéticas indiretas em segunda, terceira… pessoa

 

Em uma escala de tempo de micro a macro-acontecimentos para ou que influencie ”coisas vivas”, temos a predisposição genética, seguida da adaptação, quase sempre forçada, às intempéries, mediante a variação interna de probabilidades de combinação fenotípica com o ambiente E seguido por fatores AMBIENTAIS, que, se são ambientais então não podem se relacionar a ”fatores internos”. Vivemos em ambientes socializados, especialmente porque somos uma espécie sexuada, que precisa desta estrutura demográfica para funcionar.

 

Interações genéticas diretas

As interações genéticas diretas são basicamente a autoconsciência, que está mais ou menos bem desenvolvida em praticamente todos os seres humanos, visto que é  o ponto fundamental de nossa identidade mental, que nos faz SENTIR distintos de outras espécies, da mesma maneira que as outras formas de vida também apresentam seus respectivos modelos integrados de consciência.

A interação com nosso EU, mostra que a verdadeira inteligência, com seus muitos fenotípicos especializados em funções utilitárias, depende inexoravelmente da autoconsciência para que possa funcionar plenamente. A autoconsciência é uma espécie de mecanismo mental que produz a melhoria por osmose, da capacidade de adaptação ou encaixe na sociedade. É aquele que expia os próprios defeitos e qualidades, visando melhor se integrar à sociedade e/ou ao ambiente em que se localiza assim como também visando o próprio bem-estar.

Interações genéticas indiretas ou ”fatores ambientais”

As interações genéticas indiretas são a interação de diferentes entidades genéticas, aka, indivíduos, em primeira pessoa ou mais, com o indivíduo exemplificado e centralizado.

Por exemplo, quando uma elite sabota o desenvolvimento da nação que domina, isto é um macro fator ambiental, mediante a sua amplitude de influência.

Quando um professor persegue um aluno por causas injustas ou para vingar o próprio ego, isso se consiste em um fator ambiental. Isto é um micro fator ambiental.

Forma e conteúdo

Nossos sentidos funcionam como atravessadores primordiais de informações ambientais não-verbais. Se uma pessoa não enxerga, ela pode por meio de outras percepções, integralizar a sua situação individual em relação às pessoas ao seu redor, a curto ou a longo prazo. Por exemplo, o timbre de voz pode nos dar muitas informações em relação à capacidade de impor dominação imediata durante uma interação em segunda pessoa.

O mais alto e forte impõe maior respeito do que alguém que é magro e baixo e isso é especial para os homens. A forma ou as características fisiológicas externas, são importantes para fazermos pré-julgamentos sobre as outras pessoas e inferir quanto a isso nossa ”melhor” ou mais pragmática resposta.

A maneira de andar, por exemplo, é uma mescla de forma e conteúdo, onde o cérebro e o sistema nervoso periférico atuam conjuntamente para externalizar ou sinalizar parte da cultura instintiva do indivíduo. Se anda com convicção e malemolência (e é comum vermos este este ”ritmo” em determinados grupos raciais) então quer indicar que age como o homem alfa, o dominador. Se anda com certo descompasso, quer indicar que tende a respeitar o micro-espaço de interação. Pode-se correlacionar a maneira de andar com conscienciosidade. Eu não duvidaria que, o mais consciente será o menos confiante em seus passos cotidianos pelas ruas.

O conteúdo também é importante e aparece como um segundo fator ambiental, que se situa entre a interação em primeira pessoa imediatista e de curtíssimo prazo, quando inferimos nossos pré-conceitos e as interações mais profundas, onde um ou mais indivíduos estabelecem um vínculo mais forte e mais íntimo, de interação, de dominação, neutralidade ou submissão.

Em sociedades civilizadas, de praxe, as pessoas tentam estabelecer interações interpessoais neutras, baseadas na metade das intenções, por meio de atributos culturais-contextuais.

As pessoas mais verdadeiramente inteligentes, são mais bem sucedidas no estabelecimento de interações sociais neutras enquanto que as pessoas mais estúpidas (qualquer pontuação de qi) tendem a estabelecer interações de dominação ou de submissão. Quando há uma interação entre duas pessoas inteligentes, o espectro da neutralidade tende a predominar, enquanto que entre as pessoas estúpidas, criam-se laços de dominação ou de submissão.

As etapas para interação genética e adaptação individual, coletiva fenotípica

Tal como acontece com as etapas da seleção natural, sexual, cultural ou antropomórfica, as interações genéticas indiretas ou fatores ambientais também emulam etapas de desenvolvimento muito semelhantes, onde primeiro, temos a diversidade interna, de subgrupo ou coletiva de probabilidades de adaptação (nosso limitado livre-arbítrio derivado de nossas predisposições genéticas), depois temos a seleção de fenótipo mais apropriado para o encaixe com o ambiente e portanto, que é baseado na redução da diversidade, para que finalmente, tenhamos a tentativa de adaptação ao ambiente. Literalmente, se temos limões, fazemos uma limonada.

Pense metaforicamente em uma receita, quando em meio a todos os produtos e alimentos que temos em nossa cozinha, selecionamos os ingredientes requeridos para fazer, por exemplo, um bolo. Os mais inteligentes, saberão encontrar com melhor exatidão o melhor fenótipo para se encaixar na sociedade, enquanto que os excepcionalmente inteligentes, antes de tentarem se adaptar às circunstâncias, refletirão se é cabível fazê-lo. É por isso que muitos gênios são socialmente desajustados.

Fator, causa ou consequência

Os ”fatores” ambientais, na verdade, não seriam fatores conceitualmente falando, visto que  mais se parecem como consequências, ou como eventos fragmentados em etapas de desenvolvimento que apresentam posteriores consequências. Apesar desta minha tentativa pretensiosa de fundamentar etapas para a ocorrência de fatores ambientais, pode-se também dizer que, mediante uma perspectiva afastada de observação, nota-se que, especialmente, quando a interação genética se dá internamente, ou seja, quando o indivíduo se encontra na necessidade de utilizar a sua composição cognitiva para funcionar na sociedade, os fatores ambientais, em condições sociais perfeitas, funcionarão como reação a esta tentativa de fricção e posterior adaptação, tal como quando buscamos a peça certa do quebra-cabeças para completar uma parte específica.

Conclusão

Os fatores para uma ação, derivam do objeto em discussão, que irá afetar o seu ambiente e terá uma posterior resposta a sua ação. O indivíduo, dotado de seu universo interior de múltiplas predisposições complexas ou de diversos fenótipos especializados, por exemplo a capacidade de manter-se magro ou com corpo relativamente saudável (um fenótipo) e a capacidade para raciocínio (outro fenótipo), primeiro, interage consigo mesmo, sempre buscando as melhores respostas para funcionar adequadamente em seu ambiente. Ele tem sua diversidade interna, que é limitada e que define nossa amplitude para o livre arbítrio, este que também se divide em etapas e níveis. Esta diversidade é forçada para a redução momentânea mediante as demandas ambientais. Indivíduos excepcionalmente inteligentes tendem a modelar o ambiente ao seu gosto, ao contrário do que geralmente acontece, mas dependendo de sua situação, muitos deles podem terminar por serem forçados a se adaptarem.

Os fatores ambientais, que na verdade não seriam conceitualmente falando, fatores por si mesmos, ou talvez poderiam ser entendidos como fatores secundários, se baseiam na interação genética indireta, em que o ”ambiente”, é manipulado por eventos mutáveis como o clima e por ”criaturas vivas” como os seres humanos,  portanto ” o ambiente é manipulado pela genética circundante” e onde a incapacidade de adaptar o ambiente às suas demandas, sujeitando-se a ”ele”, demonstra dependência de fatores exteriores e encontra-se sujeito à ações de terceiros, que poderão ser positivas ou negativas.

Nigger e negros

Mãos de fada

 

Agora pouco no meu facebook, apareceu uma notícia lamentável, nojenta, que é inacreditável como isto possa acontecer ainda neste mundo e que em boa parte, é nossa culpa, o estupro de cachorros por sul africanos.

Eu sublinhei sul africanos porque as chances de que um sul africano branco tenha cometido ou cometa este tipo de barbárie de débil mental é EXTREMAMENTE RARA. Não são todos os brancos, como não haveria de ser, que tem um amor nobre por animais, mas pode-se dizer que os subtipos mais amorosos serão de caucasianos europeus ou de descendentes. 

Talvez a neotenia ou o tipo de neotenia mais pronunciada que produziu a raça branca, especialmente os norte europeus, tenha como primazia comportamental a nobreza de atitudes.

Eu sou extremamente favorável aos reais direitos dos animais, se podemos denominá-los desta maneira em contraste com nossa pseudo-condição ”divina” de ”filhos de deus” e quando acontece este tipo de situação deprimente, um vulcão de ódio preenche as minhas veias. Imediatamente eu pensei ”estes NEGROS MALDITOS DO INFERNO”, ”exterminar a raça negra é o mais sublime de todas as ações que visam mitigar os conflitos evitáveis da humanidade”. 

No entanto, ao mesmo tempo em que me encontro extremamente raivoso e com minha atual incapacidade de fazer justiça, em tempo real, eu também pondero sobre todas as pessoas, negras e mulatas de valor, que já conheci, que conheço e percebo o quão primitivo foi o meu pensamento instintivo de proteger seres indefesos por meio de genocídio indiscriminado, ainda que, a reflexão sábia não anule o meu sentimento completamente normal de ódio e posterior justiça, quebrando hipoteticamente a inércia que abarca o meu ânimo.

As abstrações atemporais biológicas da espécie humana, que neste caso são as raças, podem nos dizer muito sobre o ”homem médio”, o ”homem da rua”, que vamos encontrar em Tegucigalpa, Havana, Copenhague ou Joanesburgo. No entanto, as MINORIAS DE COMPORTAMENTO PREDOMINANTEMENTE NOBRE dentro das raças são extremamente importantes para que a justiça, irmã gêmea da sabedoria, possa ser praticada em tempo real, acaso se torne necessário desprezar o ”indivíduo médio” da coletividade em discussão.

É evidente que nem todos os negros são niggers, o termo pseudo-depreciativo cunhado por americanos para se referir aos negros de baixa classe social e posteriores tendências anti-sociais combinadas com baixa inteligência geral (qi, intelecto e sabedoria). Um tipo que 9 em cada 7 pessoas decentes e inteligentes menosprezam até a última raiz de cabelo.

Os diretores judeus deste famoso seriado venderam ao público que ”ser um nigger chato e convencido é cool”, negros com comportamento ”branco” ou normal, foram constantemente retratados como anomalias da raça. Se eu fosse membro da comunidade mais rica e bem sucedida de um país qualquer, eu tentaria usar a SABEDORIA para lidar com todo este poder, mas parece que os cérebros ultra potentes da elite ashkenazim vieram com defeito de fábrica.

 

Tal como as notícias ruins chamam muito mais atenção do que as notícias boas, tendemos também a aplicar este resquício pronunciável de instinto, de alerta, em relação a nossa capacidade de julgamento de grupos. Como resultado, nossos cérebros dão maior importância para o negativo, visto que com isso, aprendemos mais a nos defender, do que quando somos solapados por notícias positivas, quando não há a necessidade de defesa.

O termo nigger é especial para tipos extremamente primitivos como aqueles que vemos em grande proporção na África e especialmente em homens. É engraçado que parece que as mulheres negras tendem a ser mais inteligentes do que os homens. No geral, as mulheres tem mais traços de personalidade que são favoráveis para sustentar um estilo de vida adaptável. Também existem estudos sobre uma maior proporção de mulheres negras com alto qi do que homens.

Eu também vejo que esta tendência se aplica aos homossexuais negros, onde parece que eles são mais inteligentes, intelectualizados ou mais engajados em ”coisas de branco inteligente” do que os negro heterossexuais.

Quanto de qi que você daria para este personagem** Devem existir muitos ”Geoffrey’s” por aí não acham*

As pessoas de maior inteligência tem uma grande tendência para se adaptarem melhor a qualquer sociedade do que as pessoas de menor inteligência. No caso deste personagem e do arquétipo do ”negro culto”, muitos esquerdistas tem postulado que ”os seres humanos são capazes de se adaptar às outras culturas e isso explicaria a inexistência de diferenças cognitivas e intelectuais entre as raças”. Claro, apenas um indivíduo, na cabeça oca desta gente, pode explicar todo o resto… NÃO.

Ainda que o ”homem da rua” africano não se pareça com o arquétipo do Geoffrey, devemos compreender que as médias estatísticas podem servir para a maioria, mas serão radicalmente contraprodutivas para minorias comportamentais díspares, como modelo de julgamento de grupos. Julgamento da regra pode conviver tranquilamente com o julgamento da exceção e ambos devem ser autoexplicativos. 

Não é racista dizer que a maioria das pessoas negras são disfuncionais em sociedades modernas por causa de seus perfis de inteligência menores ou adaptados a outras convenções sócio-culturais, se as minorias comportamentais forem elevadas aos seus lugares especiais e justos de exceções assim como também porque a inteligência não é propriedade biologicamente patenteada por nenhuma raça ou grupo humano e todos estão suscetíveis de aumentá-la ou diminuí-la. 

A raça negra assim como também todas as outras variedades humanas, são resultados da seleção natural, que é basicamente a seleção INCONSCIENTE de traços comportamentais que estão contextualmente adaptados às circunstâncias geográficas.

A inteligência é como uma emoção constante em comparação à emoções fugazes, da mesma maneira que um clima de uma região está para uma chuva torrencial específica, de tempo e espaço específicos.

Portanto, os negros que eu denomino como ”normais” ou de comportamento dentro de um espectro de normalidade, atrelado a fatores positivos como empatia, educação, inteligência, criatividade, etc… não pertencem a mesma espécie que os niggers, que são basicamente uma degeneração ou um excesso de comportamento primitivo e que graças às políticas estúpidas liberais, tem aumentando exponencialmente, com o estado de ”bem-estar social” e a negação da importância biológica em tudo aquilo que nos é socialmente sustentável.

 

 

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

renanbarreto88

Just another WordPress.com site

Castro456's Blog

O medo do nada

Delusions of Adequacy

And You Thought You Might Have Had Delusions of Grandeur

PARTO DE IDÉIAS

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância." Sócrates.

Pshelinha

Um pouco de mim..

Pensar Novo

"Saber que você precisa mudar não é suficiente. Você precisa ter a coragem de fazer esta mudança." Robert Kyosaki

Mind Hacks

Neuroscience and psychology news and views.

Inside Perspectives

of Asperger Syndrome and the Neurodiversity Spectrum

Agoraphobia Subliminal Hypnosis

Come out of the woods, the dark, come into the light. As a recovered agoraphobic, I've designed these audios over many years in order to help you. Charles K. Bunch, Ph.D.

Antimidia

Textos sem sentido, para leituras sem atenção, direcionados às pessoas sem nada para fazer.