Pode a eugenia eliminar o gênio criativo das populações europeias?? Universalidade, regionalidade ou ambas como realidades da ”evolução” humana??

Welcome to ”Eastern New York”. Grande qualidade técnica, baixa originalidade.

Japoneses, chineses e sul-coreanos reconstruíram as suas cidades seguindo o modelo ocidental. Suas principais cidades se transformaram em réplicas melhoradas das capitais ocidentais modernas. Os leste-asiáticos tem demonstrado suas altas habilidades cognitivas por meio destes feitos fantásticos. Todo ano, relatórios oficiais de educação e desempenho mostram com consistência a qualidade do ”intelecto amarelo”. Não há dúvidas, eles são inteligentes e mais, são em média mais inteligentes que 3/4 de Europa.

No entanto, eu não sei quanto a você, mas eu tenho a impressão de que tem algo ”faltando” em toda esta dinâmica existencial das populações leste-asiáticas, que me faz concluir que, não podemos concluir que eles são OS mais inteligentes.

Criatividade

Dos tempos de Confúcio até o início das grandes navegações, na metade do século XV, a Ásia Oriental demonstrou grande capacidade criativa mediante uma extensa lista de invenções como também por sua fantástica cultura.

A partir do final deste período, esta parte do mundo entrou em um misterioso declínio, até a sua subordinação para as potências ocidentais imperialistas, especialmente a partir do século XIX.

Como eu já mostrei em um texto anterior, existem alguns fortes indícios genéticos que podem nos ajudar a explicar o porquê desta inércia criativa (ou anti-criativa) ter se instalado na Ásia, especialmente na China Continental, nos últimos 500 anos. Pesquisas genéticas encontraram que os genes que predispõe à TDAH, condição sindrômica que se relaciona com a capacidade criativa (assim como todas as condições mentais sindrômicas parecem se relacionar também), estão quase que virtualmente ausentes nas nações leste-asiáticas e especialmente na China.

É interessante observar que estes genes predominam nas populações ameríndias ou amerasiáticas, de tronco racial derivado das raças ”amarelas”. Isto me faz pensar qual é o real alcance que os genes ”dopaminérgicos” exibem em relação à predisposição genética para a criatividade, se as populações nativas das Américas não parecem ser muito criativas e se a raça humana mais criativa do mundo não exibe uma grande incidência destes genes. Talvez, o que parece ser o mais provável, estes genes possam oferecer grande vantagem, somente se estiverem como uma minoria, para que a maioria de ”estabilizadores” possam suportar, selecionar e promover os talentos dos ”inovadores”. Uma população totalmente composta por criativos, não se sustentaria.
Também é notório observar que as pessoas criativas tendem a apresentar uma personalidade com traços díspares, opostos, que se complementam. Os ameríndios podem ter potencial para criatividade, mas se não existem outros traços de personalidade que suportam este talento, então não haverá desenvolvimento.

No entanto, se os povos nativos tem a mesma origem que os leste- asiáticos e se a criatividade não está plenamente desenvolvida entre eles, mesmo durante a época do ”Império do Meio”, ainda que tenha sido substancialmente maior do que depois, na era negra de inventividade oriental, então isto me faz pensar sobre a possibilidade de que a tendência para a falta de criatividade combinada com alta inteligência técnica, seja uma espécie de traço fundamental do tronco racial mongolóide, tal como o pragmatismo.

A vontade de mudança, o traço essencial que diferencia os caucasianos das outras raças

Os caucasianos se diferenciam radicalmente porque até 50% deles (e de seus descendentes espalhados ao redor do mundo) tem genes que estão relacionados ao pensamento negativo ou pessimista, enquanto que esta predisposição é encontrada em proporções muito baixas em outras populações.

Uma das características mais fundamentais dos gênios criativos, é a VONTADE INTRÍNSECA DE MUDANÇA. Para que se queira mudar algo, é necessário acreditar que haja algo de errado com o mundo, ser pessimista ou ter um pensamento negativo.

A única maneira para termos certeza quanto ao papel dos genes ”dopaminérgicos” na promoção das habilidades criativas seria por meio de uma análise psicométrica e prática quanto ao potencial criativo das populações com o maior percentual destes genes.

A promoção cultural da criatividade não depende somente da predisposição genética ou de potencial genético das populações ou coletividades, mas também das circunstâncias sistêmicas. Uma elite aberta para a produção criativa, inovação, mudança e ou competição, aumenta a possibilidade da descoberta e valorização de talentos do que uma elite sem esta motivação.

Mediante o atual projeto das elites ocidentais de mattoides, a valorização de talentos criativos genuínos, que no passado estavam sujeitos às demandas contextuais da classe dominante e resultava na promoção de um número limitado de talentos e gênios para a eminência, a vulgarização cultural por meio da seleção do subtalento e do pseudotalento de tipos de psicopatas de jardim, ameaça perigosamente a continuação da existência da criatividade humana, mesmo na percepção cada vez mais sofrível das massas anencefálicas.

Eugenia

”Termites”. O típico nerd orgulhoso de pertencer ao MENSA. Tecnicamente inteligente, e me parece que, na maioria das vezes, são 0% inovadores.

Desde os tempos de Confúcio que a administração imperial chinesa organizou a sociedade nos moldes em que a promoção e gratificação se deu por meio da educação e capacidade técnica, de longo prazo, sustentável e repetitiva. O resultado desta ênfase milenar nós podemos ver agora. Se os chineses tinham mais genes ”dopaminérgicos” ou qualquer outra predisposição para genes polimórficos e complexos, derivados das personalidades extremas ou transtornos mentais, pode ser possível que este reservatório tenha tido uma grande importância para a explosão criativa de antes do período de inércia, se já sabemos que existe uma relação simbiótica entre elas e a criatividade.

Ryuichi Sakamoto, um dos grandes nomes da música instrumental e clássica da Ásia é canhoto. A lateralização anômala foi quase expurgada desta região por causa da seleção eugênica para a inteligência.

A eugenia praticada na Ásia Oriental priorizou a inteligência, resultando na quase eliminação do talento criativo e na idade das trevas da originalidade nesta parte do mundo. Há um percentual desproporcional de ”estabilizadores” ou ”mantenedores” nestas nações e uma falta de ”inovadores”, o que ajuda a explicar o porquê de serem bons em copiar e replicar técnicas anteriormente aprendidas, mas sem a originalidade que se espera de uma obra de gênio. Shanghai, a maior metrópole da China, é um exemplo desta realidade. Vê-se que os orientais tem uma grande qualidade técnica. No entanto, o nível de inovação na arquitetura desta cidade é muito baixo perto de um horizonte de possibilidades. O pragmatismo que se relaciona essencialmente com a busca pela melhor e mais eficiente resposta, explica a quase réplica de Nova Iorque no mar da China.

Se existe um lugar onde os ”termites” predominam em diferentes níveis, este será a Ásia Oriental. Alguns amigos meus gostam de denominá-la como ” a terra dos nerds”.

Zhao Bowen quer identificar os genes que determinam a genialidade. Mas eu tenho a impressão de que ele está seguindo o mesmo caminho que Lewis Terman percorreu para chegar à conclusões estranhas e precipitadas e para convencer 70% dos cursos de psicologia de que toda a milenar relação entre gênio e loucura era uma ”anedota popular”.

Ele deveria analisar os genes do Roger, o que acham??? 😉 (…eu tinha, uma galinha, que se chamava Marilu..)

(Obs.: Este blog não tem como intuito denegrir a imagem deste artista, mas é fato, ele não é um gênio somente porque tem um qi muito alto, ainda que isso possa parecer impossível para muitos entusiastas da ciência cognitiva)

Os judeus ashkenazim são outro caso interessante. Ainda não está claro, não existem provas, se realmente eles eugenizaram a sua população, especialmente a partir da idade média. Alguns detritos relatados, dizem que rabinos e judeus ricos selecionavam os rapazes mais inteligentes ou astutos para procriar com as suas filhas, independente da classe social. Até onde isso se consiste na verdade, eu não sei.

O que parece claro é que eles já eram conhecidos por seus comportamentos extremos bem como por uma maior incidência de transtornos mentais desde os tempos bíblicos. Os judeus ashkenazim tem produzido uma grande quantidade de tipos de alta capacidade como talentosos, termites, mattoides, gênios… No entanto, eles jamais conseguiram botar no mundo gênios de extrema grandeza como Da Vinci ou Darwin. Os judeus também parecem ter problemas quanto às habilidades artísticas, principalmente as visuais. Parece estar gritando que eles se especializaram em uma quantidade relativamente limitada de habilidades e consequentemente de funções. Os judeus tem muito bem desenvolvido uma forma de criatividade, a astúcia, a capacidade para responder rapidamente de maneira original e criativa. Mas da mesma maneira que não foram capazes até hoje em produzir sua própria civilização, mostra que existe algo faltando neles, assim como tambem falta aos asiáticos, mas que não falta aos caucasianos europeus e não faltou aos velhos caucasianos do oriente médio e norte da áfrica.

A criatividade e o gênio podem ser encontrados em todas as camadas sociais, mas eles tem sido mais comuns nas classes mais altas, ainda que, não haja uma segurança para concluírmos que a alta habilidade só possa ser encontrada ou especialmente neste grupo, visto que vivemos em sociedades desiguais, onde algumas pessoas estão mais livres para desenvolver os seus talentos enquanto que outras não tem a mesma oportunidade. Ainda que, isso não explique totalmente esta situação, é notório que muitos talentos, nas mais diversas áreas, foram e estão sendo desperdiçados. E eu acredito que uma das maiores causas deste paradigma é justamente a ênfase na educação e em todos os atributos psicológicos, psicométricos e comportamentais que são valorizados por este sistema. Ao organizarmos nossas sociedades seguindo a filosofia de Confúcio, estaremos dando margem ao desenvolvimento de um ambiente social e cultural contrária aos atributos mais elementares da criatividade, que geralmente, são radicalmente contrários aos da educação.

Para complicar ainda mais as coisas, o fetiche dos testes de qi continuam a enfeitiçar boa parte dos psicólogos e cientistas das áreas atreladas além da hegemonia dos mattoides nas elites ocidentais, expurgando o talento genuíno, de alta qualidade, ao ostracismo e avançando a sua agenda que visa desumanizar a humanidade.

A eugenia de altos qis, pode ou não selecionar contra a criatividade. Parece que as condições sócio-econômicas entre as famílias onde a criatividade está geneticamente presente, são heterogêneas, onde teremos desde os mais bem sucedidos até os tipos em situações completamente opostas.

A atitude mais importante que deve ser feita neste momento, é a de retirarmos nossas atenções enfáticas, somente à pontuações de testes de qi ou de desempenho acadêmico,
se quisermos entender realmente a etiologia e os mecanismos biológicos que produzem a criatividade e a genialidade humana.

Se a universalidade dos traços humanos é mais preponderante que a regionalidade dos mesmos, então a introdução de processos seletivos que priorizem a inteligência nos países ocidentais, irá selecionar contra a criatividade, como aconteceu com as nações orientais.

Os asiáticos podem retomar a sua criatividade, mas depois de milênios, tudo indica que este não é o seu forte. Os caucasianos europeus podem selecionar mais a inteligência, mas o aumento de tipos inteligentes, pode reduzir a população criativa. A seleção específica pode resultar no que a população judia ashkenazim é hoje e provavelmente, sempre foi, desde os tempos romanos.

Os criativos se caracterizam pelo balanceamento das características que são muito predominantes em sociedades com as da Ásia Oriental com as de sociedades de natureza oposta como os africanos subsaarianos e os judeus ashkenazim, como a ousadia, melhores habilidades sociais e busca por sensações.

Para entender o gênio, é de vital importância entender a ”loucura” e suas múltiplas vantagens polimórficas. Se o rapaz chinês deseja detectar os genes que produzem a genialidade, ele terá de mudar de direção e não priorizar o estudo em ”genes que promovem o alto qi”, mas a combinação de genes que promovem não somente a alta inteligência mas também a criatividade. Famílias com histórico de personalidades extremas são uma boa pedida para começar a estudar realmente a genialidade.

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2 responses to “Pode a eugenia eliminar o gênio criativo das populações europeias?? Universalidade, regionalidade ou ambas como realidades da ”evolução” humana??”

  1. henrike says :

    tbm não dá pra esquecer que segundo charles darwin, os asiáticos são bons em tecnologias, mas no requisito biológicas não são os melhores.

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