Mundos opostos, direita e esquerda. Por que a configuração de nossos cérebros reverbera em nossas culturas pessoais e reverberará nas culturas coletivas humanas?

Não é a toa que o espectro político está dividido em esquerda e direita. De fato, existem diferenças substancialmente significativas entre as duas, por razões de extrema simplicidade, afinal de contas, esquerda e direita são extremos de um espectro. A cultura conservadora é marcada pelo patriarcado, onde o homem é superior, mais alto, mais forte e mais inteligente que a mulher. A mulher é mais baixa, fisicamente mais fraca, mais sensível e menos inteligente que o homem. É a cultura da fertilidade. A taxa de reprodução dos conservadores é significativa, visto que grande parte de homens e mulheres desta categoria neurocultural irão se reproduzir ao longo da vida. A cultura conservadora é linear, sequencial, temporal. As pessoas vivem sequências, etapas, que são criadas para o bom funcionamento da sociedade.

A sociedade conservadora é marcada por uma hierarquia e por grande dimorfismo sexual, onde os homens serão os provedores e protetores de suas mulheres. O cérebro neurologicamente comum é organizado, harmônico, com tendências religiosas normativas e com tendências coletivas. As mulheres conservadoras tendem a ser mais femininas do que as mulheres liberais. A diversidade genética dos conservadores é relativamente pequena e esta é uma das explicações para a manutenção da seleção de cérebros parecidos e posterior conformismo bem como também pelo pouco engajamento dos conservadores para a miscigenação racial.

A perseguição contra a esquerda

Ao longo dos séculos, a esquerda tem sido associada a toda a sorte de malefícios e recentemente, tem-se comprovado que esta realidade está parcialmente correta. A lateralidade anômala, que terá como um dos seus bioprodutos, o canhotismo, se relaciona com uma grande heterogeneidade de subtipos, desde os mais saudáveis aos mais doentes, dos mais mentalmente sãos aos mais mentalmente doentes, dos mais empáticos aos psicopáticos, dos mais férteis aos inférteis. Não há dúvidas, o grau de intensidade e de diferença é muito mais abrupta dentro da ”esquerda” do que na ”direita”. Esta diversidade explica em partes, porque os esquerdistas são socialmente individualistas (mas politicamente coletivistas). A perseguição milenar aos esquerdistas tem se dado por causa do eterno e universal atrito entre os extremos, entre os pólos. Em todos os espectros, existe uma competição entre os extremos.O que os esquerdistas estão fazendo hoje em dia, nada mais é do que a vingança  de séculos de perseguição por parte dos direitistas.

A esquerda é o exato oposto da direita, visto que todo o extremo é o antônimo do seu oposto. Portanto, em termos de dimorfismo sexual, na esquerda, o homem será mais feminino e a mulher mais masculina. Repare no grande percentual de homossexuais entre os liberais ou socialistas em comparação aos conservadores, tanto do lado masculino quanto do feminino. O mundo da ”mão esquerda” é o mundo das sensações, do agora, é o mundo da racionalização rente à idealização da transcendência coletiva. É o mundo realista (mas não hiperreal, o mundo onde as dualidades são superadas). Não há tempo, não há organização, tudo é o caos, é por acaso. Einstein profetizou o mundo da relatividade. O conservadorismo é a cultura neurológica que sustenta a reprodução humana e organiza a sociedade de maneira hierárquica. O liberalismo é o exato oposto, é a cultura neurológica que é infértil por natureza, porque não se baseia no planejamento ao longo prazo para reprodução, mas na vivência do hoje. Ela tem tido a sua importância por meio da produção cultural, intelectual e tecnológica.

A perseguição aos judeus como eu tenho demonstrado, os judeus e especialmente os judeus ashkenazim, apresentam um maior percentual de canhotos dentro de sua população em comparação às outras populações humanas. A endogamia, que aliás, não tem sido tão intensa entre os judeus, partindo da ideia de que eles tendem a acasalar com as populações hospedeiras (os próprios ortodoxos, parecem ser fruto de casamentos com eslavos), não pode explicar sozinha a enorme incidência de doenças auto-imunes, muitas delas fatais como também os seus comportamentos de extremos, desde a extrema empatia até a extrema antipatia. Existe uma série de evidências significativas que nos mostram que os judeus tem selecionado, objetivamente ou não, a ”genética do canhotismo”, com todos os seus preciosismos cognitivos raros como também toda a sorte de degeneração, subjetiva, objetiva e inimaginável. Um grande percentual de judeus americanos, que são em sua maioria de ashkenazim, são de liberais ou socialistas. Aliás, o socialismo bem como todas as revoluções e agitações buscando a sua hegemonia nas nações gentias, tem sido obra de judeus europeus. No meu texto anterior sobre a natureza dos ”mattoids” e sua relação com os judeus, eu mostrei que, por causa deste tipo de eugenia, em nenhuma outra etnia existe uma presença tão significativa de gênios ”degenerados” quanto entre os ashkenazim. Os judeus ashkenazim exibem uma série de características que se relacionam visceravelmente com a diversidade de subtipos que encontram-se presentes na ”genética do canhotismo”. A perseguição ao canhotismo parece ter a mesma motivação quanto à perseguição ao judaísmo com também aos ruivos. A raridade e a quebra do contrato social conservador, além dos extremos de comportamento.

Hierarquia coletivista do esquerdismo, autistas dentre outros tipos neurologicamente incomuns e mattoids ou sociopatas de alto funcionamento

A ideia de que os esquerdistas almejam a igualdade social plena pode ser verdade para a multidão liberal de leitores do New York Times e do Carta Capital, mas não será a finalidade para a sua elite. A organização da sociedade socialista também se dará por meio da hierarquia, onde os sociopatas de alto funcionamento, que eu estou gostando de denominar como ”mattoides”, serão a elite intelectual, cultural econômica e política enquanto que os demais tipos neurologicamente incomuns, especialmente os tipos autistas, pertencerão às multidões de liberais ou socialistas, os chamados ”idiotas úteis”, que na verdade não são idiotas em tudo, visto que serão mais tecnicamente inteligentes, porém, desprovidos de sabedoria. Seleção ”não-balanceada” A estratégia de reprodução dos socialistas, se ela existe mesmo, visto que geralmente eles tende a apresentar muito baixa taxa de fecundidade, se baseia no aumento da fecundidade de sua elite como também, menos por ”razões” culturais ou ”estratégicas” e mais por razões biológicas, os extremos da fertilidade poderão ser achados entre os socialistas, mais do que entre os conservadores. Um percentual significativamente maior de homens e mulheres liberais não procriarão, ao passo que como eu disse acima, a maioria dos conservadores terão filhos. Alguns poderiam sugerir que os liberais que não procriam o fazem como maneira de aumentar o fitness reprodutivo de sua elite, mas esta explicação é tipicamente correlativa mas não causativa. A maior incidência de homossexualidade entre os socialistas do que entre os conservadores ou capitalistas, assim como também os estilos de comportamento, em busca de sensações e o individualismo social, explicam muito melhor a baixa fecundidade dos socialistas do que correlações interessantes sem causalidade.

Seleção balanceada, coletivismo social, individualismo político

A maioria dos capitalistas ou conservadores tendem a produzir famílias numerosas, de ao menos 2 filhos. Uma das explicações para a fertilidade conservadora se dá por razões biológicas, onde a incidência de homossexualidade é substancialmente mais baixa, além dos estilos de comportamento. Conservadores se masturbam menos, especialmente as mulheres e tendem a ter filhos mais cedo. O exato oposto acontece com os liberais que tendem a ter filhos mais tarde e se engajam muito mais em sexo recreativo ou práticas masturbatórias, que reduzem a quantidade e qualidade dos espermatozóides. A idade avançada da gravidez das mulheres liberais nos ajuda a explicar a maior incidência tanto da homossexualidade, quanto de boa parte da diversidade genética do grupo. Eu ainda advogo a ideia de que o socialismo é uma forma de neotenia, onde o amadurecimento psicológico e físico, é mais lento do que entre os conservadores. Animais que produzem muitos filhos, tendem a cuidar pouco deles, por causa do amadurecimento rápido a muito rápido de sua progenia. Animais que produzem poucos filhos, tendem a cuidar por mais tempo e melhor deles, por causa do amadurecimento mais lento de sua progenia. Ao contrário da teoria levantada pelo ”anonymous conservative” , os liberais estariam predispostos a uma espécie de estratégia reprodutiva para a extrema seleção K, com muito baixa fecundidade e muito cuidado parental.

Estilo de inteligência, harmonia e desarmonia cognitiva

Graças a uma espécie de ”longo espectro do savantismo”, todo aquele com lateralização anômala, caminhará para apresentar características díspares. Da famosa ilha de genialidade em um oceano de deficiência que se caracteriza o savantismo para outras grandezas, nós iremos notar muito mais entre os esquerdistas do que entre os conservadores. Portanto, aqueles com características de lateralização anômala tenderão a ter uma super-especialização cognitiva, um cérebro morfologicamente mais simétrico porém mais assimétrico em suas funções. A fonte dos extremos comportamentais e portanto da diversidade genética da esquerda será justamente a lateralização cerebral anômala, derivada da aleatoriedade provocada por eventos epigenéticos, como predisposição genética e gravidez tardia. Os conservadores apresentarão cérebros equilibrados, com a fiação neurológica típica, com morfologia assimétrica e com simetria em suas funções. Os testes de qi são ótimos para medir a capacidade dos conservadores mas instável para medir a capacidade intelectual dos liberais ou socialistas. Partindo mais uma vez do espectro do savantismo e do autismo, onde existem discrepâncias psicométricas significativas, a maioria dos liberais tenderão a apresentar o mesmo perfil de inteligência, enquanto que os conservadores não só tenderão a ter um perfil balanceado de inteligência mas também este será do tipo clássico, em termos sexuais, onde os homens serão melhores nas funções mecânicas e espaciais e as mulheres serão melhores nas habilidades verbais e de socialização. Homens provedores constroem casas, cidades, carros enquanto que as mulheres organizam a sociedade e cuidam dos filhos. Entre os liberais, as funções estarão não só mais embaralhadas, mas também serão mais diversificadas e com maior presença de tipos raros de nichos laboriais como poetas dentre vários outros tipos artísticos. As mulheres liberais tenderão a ter cérebros mais masculinos e especialmente as lésbicas, obviamente, enquanto que o contrário acontecerá para os homens. A esquerda é a inversão de todos os valores da direita. Reparem que os homens liberais, muitos deles de homossexuais, se tornaram os responsáveis pela organização da sociedade e a promoção de valores culturais, como por exemplo, no mundo da moda, onde as mulheres curvilíneas dos anos 30,40 e 50, foram substituídas por modelos esqueléticas e que tendem a ter uma aparência ”boyi-sh”, como a de um garoto que entrou na adolescência. Os liberais costumam ter uma maior variedade de fenótipos do que os conservadores, por causa do estilo de vida deles, que promove a gravidez tardia, isso sem falar na promiscuidade, diminuindo a quantidade e a ”qualidade” dos espermatozóides. Ao invés de seleção, podemos entender o liberalismo como uma produção heterogênea de subtipos. O mundo liberal é relativo, o mundo conservador é construtivo e totalmente baseado em valores binários.

Conclusão

A conclusão deste texto, serve como um aviso para as pessoas que continuam a acreditar em ”livre arbítrio”, da maneira como nos acostumamos a acreditar, ou seja, de que todos nós somos imbuídos pela vontade e portanto pela escolha. Não é bem assim. Como sempre, a melhor resposta, a mais sábia, será aquela que negará a dualidade que se consiste no reducionismo científico e na visualização holística e completa de todo o quebra-cabeças. Esquerda e direita políticas, reverberam nos tipos de lateralização e ou morfologia de nosso cérebros. Não escolhemos nascer, mas ainda temos alguma ínfima chance de escolha, que pode ser alargada por meio do desenvolvimento da autoconsciência. A esquerda tem sido perseguida (pela mesma razão que judeus e pessoas ruivas também tem sido perseguidas) pela direita, por causa de sua RARIDADE, DIVERSIDADE, que caminhará para produzir a INDIVIDUALIDADE que é contrária ao CONFORMISMO. A esquerda é o oposto da direita sob todos os aspectos e o mais importante, nenhuma delas estão 100% certas ou erradas. Não tente mudar a cabeça de um ateu, terá poucas chances de sucesso. Se conseguir, não será por mérito próprio, capacidade de persuasão, porque para que ocorra mudança, é necessário que exista uma predisposição anterior. Esquerdistas e conservadores fariam muito melhor se pudessem entender a si próprios, não como construções autoconscientes ou de livre arbítrio ou de circunstâncias de longo prazo, que não são, mas como entidades individuais coletivas, resultantes de padrões epigenéticos opostos. Individuais, mas que mediante as semelhanças, tenderão a produzir a coletividade, especialmente o conservadorismo.

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