A psicopatia de ser uma ”celebridade”

 

O que você faria se tivesse na sua conta bancária alguns milhões pra gastar, você seria justo e caridoso e faria doações significativas para instituições**

Você visitaria estas ONGs*

Você tentaria fazer algo de bom para a sociedade em que está**

Bem, se você respondeu sim para todas essas perguntas, parabéns, você é uma pessoa boa que se preocupa com os outros, mas… sempre tem um más… você terá poucas chances de se tornar uma celebridade.
No mundo-espetáculo em que vivemos atualmente, existe um frenesi muito esquisito em relação ao mundo das celebridades. Se nas sociedades atuais, chamar a atenção por alguma coisa te torna imediatamente uma pessoa querida ou ao menos conhecida pelo público, então há algo de muito errado acontecendo, porém de grande valor observacional. De fato, nós temos alguns poucos indivíduos que alcançam a notoriedade nacional e atualmente, uma boa parte deles, não estão tentando fazer contribuições para a sociedade em que vivem. Especialmente os atores, que costumam ganhar muitos milhões (especialmente os de hollywood) para trabalharem em uma profissão sem uma impactante relevância na vida pública, chamaram a minha atenção para tentar entender, primeiro, por que a maioria dos seres humanos costumam se tornar indiferentes ao sofrimento de outras pessoas quando atingem um alto patamar de padrão de vida, dinheiro ou de poder e segundo, por que a maioria dos seres humanos que não conseguem o mesmo, continuam a adorar estas pessoas**
Para entender o mundo das celebridades e as formigas que trabalham para mantê-lo vivo, devemos adentrar aos pressupostos mais essenciais da dinâmica social bem como da mente humana, ou ao menos da mente humana não-reflexiva.
Espectro da psicopatia
Sabe-se que no mundo das artes bem como no mundo da política e da ciência, a presença de traços relacionados ao espectro da psicose, são muito mais comuns do que na população em geral. Psicose é o nome de um contínuo de traços complexos e variados de comportamento que tendem a resultar em criatividade, narcisismo, paranoia, elevada auto consciência, transtornos de personalidade anti-social, transtorno bipolar e esquizofrenia. Todos nós somos um pouco psicóticos, mas uma minoria da população tenderá a ser consideravelmente mais psicótica do que o restante.
O mundo das celebridades é o mundo onde o ego humano atinge os seus limites mais extremados, é o ambiente onde a personalidade narcisista sem sombra de dúvidas se torna necessária para o sucesso e é muito comum. O narcisismo localiza-se no grupo de traços ”dark” da personalidade humana, onde a empatia começa a ser substituída pelo egocentrismo. Parece muito óbvio que as celebridades tendem a ter pontuações elevadas de narcisismo. Sabemos que todos os nossos traços de comportamento tem uma base genética fundamental e portanto,  aqueles que buscam a fama, já apresentam uma vontade quase que incontrolável para a mesma desde a tenra idade. São comuns os relatos de atores e atrizes comentando sobre suas precocidades em aparecer para plateias ou para atuar. No entanto, o que vemos no mundo moderno da celebridade não é necessariamente a celebração do talento genuíno, mas especialmente, a celebração da habilidade em se auto promover. Pessoas narcisistas podem ou não ser criativas, muitos relatos parecem mostrar que alguns dos maiores gênios conhecidos da humanidade eram consideravelmente mais narcisistas do que o restante da população, mas também sabe-se que a condição de gênio caracteriza-se fundamentalmente pela combinação incomum de traços discrepantes como empatia e egocentrismo. É claro que a maioria das celebridades ocidentais não são gênios mas é preciso, de fato, algum talento para se auto promover.
A maioria dos narcisistas não são psicopatas, mas sabe-se que este traço deriva ou se encontra dentro das características da personalidade psicopática. Portanto, não é um erro dizer que, as celebridades são mais psicopáticas do que o trabalhador comum de classe média. Mas até onde as características dark podem ser quantificadas dentro deste grupo**
Uma das maneiras para se avaliar o comportamento humano, se dá justamente pela observação das atitudes do dia a dia. Como eu disse no início do texto, ser uma celebridade e ser consciencioso não parecem estar positivamente relacionados. Pessoas que pontuam alto em conscienciosidade (diferente de consciência no sentido de autoconsciência) em sua grande maioria, não poderão pontuar igualmente alto ou mesmo acima da média em egocentrismo. É uma lei muito geral na natureza, quando dois opostos geralmente, não irão se atrair.
Esta condição rara de empatia e narcisismo estão fundamentalmente presentes em pessoas criativas e especialmente em gênios criativos. Mas como eu disse, uma parte elevada das celebridades não são nem uma coisa, nem outra. É evidente que para a própria criatividade, uma dose importante de narcisismo é necessária para a autoexpressão. No entanto, o equilíbrio entre promover a sua habilidade incomum ou elevada e se auto promover, parece totalmente quebrado quando falamos de celebridades, especialmente no mundo das artes cênicas. Todos nós temos potencial criativo, ou ao menos grande parte da população até um determinado nível de inteligência, mas poucos são aqueles que são capazes de transcender toda a ordem estabelecida, estes tipos raros geralmente terão médias de inteligência mais elevadas e tenderão a ser mais psicóticos e autistas do que a média.
O que vemos no mundo das celebridades não é o domínio estatístico e quantitativo do gênio genuíno, mas de derivações narcisistas do mesmo, onde como eu disse antes, o talento para promover a habilidade é substituído pelo talento em se auto promover. A maioria dos atores comerciais (hollywoodianos e de novelas latinas) não são realmente talentosos, especialmente nos níveis mais elevados da capacidade de camuflagem ou mimetismo de outras personalidades (encarnar os personagens) bem como de passar emoção real. O que vemos são rostinhos bonitos deslumbrados com suas próprias aparências, frios e tempestivos (como uma tempestade no oceano ártico), incapazes de passar emoção verdadeira ou de se passarem por outras pessoas, como é esperado que os atores façam. Gênios da arte dramática fariam muito diferente do que as celebridades atuais. A mistura da obsessão perfeccionista autista com a entrega dissociativa da psicose, com certeza que nos levariam para interpretações sublimes da fauna humana, mas o que vemos, são as celebridades, em sua maioria, fazendo papéis de si mesmos, uma repetição conservadora daquilo que são na realidade, a externalização de suas variações internas de personalidade. Isso não é ser criativo e nem talentoso.
A personalidade narcisista não é somente um traço bastante comum entre as celebridades, mas também pode ser caracterizada como a própria razão para atuar, apresentar programas ou quaisquer outras atividades similares.
Para os atores, mesmo que embebecidos de suas próprias personalidades, poderiam sofisticar ou transcender os papéis em que atuam, tirando a nossa percepção como espectadores de que estão sempre interpretando a si mesmos.
Mas uma boa atuação, parece concorrer em grau de importância com auto promoção.
Além da vontade de aparecer, as celebridades costumam ter períodos dissociativos de auto percepção, considerando-se melhores do que os demais, por causa da fama ou por qualquer outra motivação exagerada dos fatos. O que no entanto, chamou mais a minha atenção em relação ao comportamento das celebridades, foi a incapacidade destes em demonstrar generosidade genuína bem como preocupação pelo bem comum e pela própria população. Pessoas que levam um padrão de vida muito mais alto do que 99% da população, se acaso fossem conscienciosas,  realizariam uma série de atividades filantrópicas, visando melhorar a qualidade de vida da população, mas não é isso que vemos. Tirando algumas exceções, diga-se, muitas vezes baseadas em auto promoção (narcisismo), grande parte daqueles que passam pelo tapete vermelho não vão tirar nem 10% de suas fortunas para ajudar a sociedade ou grupos necessitados.
Outro fator interessante que mostra os níveis consideravelmente elevados de traços dark entre as celebridades, é não somente o silêncio da maioria delas quanto aos desmandos da elite, grupo a que elas mesmas pertencem, mas as suas próprias subserviências humilhantes à mesma. O que vemos, por exemplo, em um país como os EUA moderno, cada vez mais convulsionado por conflitos raciais, não são as pessoas com microfones na mão e relevância nacional tentando realizar análise corretas e ponderadas sobre os eventos mais chamativos da semana, pelo contrário, vemos estas pessoas jogarem mais lenha na fogueira. O extremo narcisismo relaciona-se à pouca empatia. As celebridades estão muito mais preocupadas com suas imagens do que em expôr a realidade para as pessoas. No geral, vemos este tipo de comportamento desonesto na maior parte da população, mas muitas vezes, nós temos estas atitudes baseadas não na nossa incapacidade de sentir empatia verdadeira pelas pessoas mas por causa de nossa endêmica incapacidade de perceber que viver em um mundo de ilusão e mentiras é totalmente contraproducente.
Claro que nem todas as celebridades serão maquiavélicas a este ponto, visto que como são um grupo bastante heterogêneo, espera-se que todos os tipos estejam ali presentes. No entanto, o que é bem significativamente presente entre eles é a personalidade narcisista, que deriva diretamente do espectro da psicose e dos traços dark da personalidade humana. Isso significa que mesmo as celebridades mais ingênuas ainda serão fortemente conduzidas pelos seus egos para permanecerem nas posições de relevância subjetiva, para que continuem a alimentar seus egos inflados.
Conceito popular de empatia
A empatia tem sido considerada como a capacidade das pessoas em se relacionarem com as outras. Na verdade, a empatia, na minha opinião, é muito menos social e geral e muito mais sutil e objetiva. A capacidade de alguém em se projetar na pele do outro de maneira sincera e não-mecânica não pode ser analisada mediante uma capacidade quantitativa de manter e aprimorar relacionamentos mas na qualidade. As pessoas mais tímidas, podem fazer amizades duradouras com as poucas pessoas com as quais se relacionam. Amizades duradouras, sem nenhum interesse que não seja a própria amizade, é a comprovação visceral do que a empatia verdadeiramente é.
As pessoas que são boas em manter grandes canais de conexão de amizades, em sua grande maioria, não o farão de maneira genuinamente empática, mas visando interesses em comum e em busca de vantagens. Em nossa sociedade, os mais populares costumam ser as celebridades, apresentadores, políticos. Quanto maior a quantidade de amigos, pior será a qualidade das amizades.
A empatia genuína não é subjetiva, é objetiva e portanto racionalizada. Se alguém gosta de você sem nenhum interesse além da simpatia, com certeza que esta pessoa será empática e o fará por motivações racionais. Querer o que nos faz bem é ser racional e quanto menos mecânico forem as ações, mais empáticas elas tenderão a ser.
A busca por amizades por interesse é irracional e portanto subjetiva, onde os fins justificam os meios, quando por meio da racionalidade, os meios se justificam por si mesmos.
As celebridades justificam os fins para alcançarem a fama.  Narcisistas estão ansiosos para serem reconhecidos, amados e exaltados enquanto que as pessoas racionalmente empáticas, apesar de também terem ego, racionalizam, auto refletem as suas ações e buscam com isso priorizar o trabalho ao invés de suas próprias personas.
O trabalho cultural, na maioria das vezes, é recreativo, assim como a própria cultura. Uma peça de teatro visa atingir emocionalmente as pessoas na plateia, fazendo-as se questionarem internamente sobre os assuntos trabalhados. A arte cênica é um braço de divulgação da cultura dominante. A recreação é baseada em articulações sociais sem impacto direto na melhoria ou na piora da sociedade, de caráter subjetivo e complexo que pode ser entendido por diferentes maneiras pela mesma.
As pessoas mais racionais, são naturalmente mais objetivas, mais mecanicistas, provavelmente por causa de seus traços autistas, bem mais aflorados. A racionalidade visa a objetividade, portanto, toda a ação deve ser premeditada por outra cadeia de ações subsequentes e mediante a conscienciosidade, aflorada de maneira neurologicamente diferente em autistas e tipos similares, as mesmas combinam-se visando uma cadeia perfeccionista de respostas, tal como as próprias articulações de peças mecânicas que visam a harmonia de trabalho . Portanto, as pessoas autistas e similares tenderão, quando em posições de poder, a usá-lo racionalmente visando o bem comum. O exemplo de Temple Grandin ou de Daniel Tammet, mesmo que não o tenham feito de maneira substancialmente empática, ainda assim, eles usaram e usam a sua notoriedade visando ajudar as outras pessoas. No entanto, mesmo entre os autistas, veremos uma não-predominância destes tipos, ainda que a maioria deste segmento se veja bem próximo deste tipo de empatia, de caráter objetivo.
A empatia subjetiva, basicamente a simpatia, na maioria das vezes, não será genuína, mas adaptativa visto que se baseia na capacidade de buscar por potenciais cooperadores visando atingir interesses, fins justificam os meios, afinal, toda a estratégia evolutiva relaciona-se com este princípio fundamental da idade moderna do homem.
Celebridades portanto, tenderão a apresentar elevados traços de narcisismo em que suas ações artificiais na filantropia (em sua maioria) bem como em suas buscas cotidianas para auto promoção  representarão as suas principais motivações e ações, que são filtradas essencialmente para atender as demandas de seus egos inflados. Mas todo o ego inflado é também virá com uma potencial baixa autoestima, sendo que  o egocentrismo seria a reação, a resposta para a primeira. Esta relação será heterogênea, onde as combinações mais extremas tenderão a resultar em comportamentos autodestrutivos e onde a fama tenderá a ser um meio perigoso para autoaceitação.
Vale ressaltar que muitas celebridades terão talento genuíno ou nato em relação às habilidades que desenvolvem, mas no mundo do narcisismo que é o mundo ”das estrelas”, a habilidade de autopromoção também será de grande importância para o sucesso, ainda que se baseie em atribuições irrealistas ou ego-exageradas. Um dos traços mais fundamentalmente não-empáticos das celebridades, aqui externalizado por meio das ações cotidianas, seria justamente a indiferença das mesmas em relação à situação social, econômica e cultural de suas respectivas nações, e mesmo, a atividade ideológica negativa que muitos tenderão a desenvolver, camuflando este tipo de comportamento como filantropia ou ”fazer o bem”, como também, a indiferença monetária ou de poder destas pessoas, em que ganham salários muito mais altos do que a maior parte da população, mas mesmo assim, se consideram como dignos deste arrombo de renda além de não contribuírem para a melhoria da qualidade de vida da população. Muitas vezes, este tipo de comportamento, socialmente aceito pela maioria das sociedades, será feito com base na ilusão ou autoengano das massas como também das próprias celebridades em relação à super realidade dos fatos.
E a super realidade factual é a de que, seus trabalhos não são diretamente relevantes e se baseiam em mais da metade do tempo em promover a si próprios e isto não é empático ou visando o bem comum.
No Brasil é extremamente comum dizer que o povo é igual à sua classe política, substancialmente corrupta. Isto com certeza que é uma triste realidade, mas não se limita somente a nações disfuncionais como o gigante sul-americano, mas pode ser considerado como um dos princípios mais básicos da competição intra-espécie entre seres humanos. Partindo da ideia de que temos uma elevada autoconsciência, que nos levará ao desenvolvimento do nosso ego, de nosso eu, em detrimento da harmonia natural dos elementos, caminharemos sempre para viver o atrito entre o nosso eu e o nosso ambiente, esta relação simbiótica da própria vida, parece nos fazer crer que a mesma seria uma como fricção, uma arranho dentro da própria realidade multidimensional.
Uma das maneiras de encontrarmos como esta relação complicada se dá poderá ser por meio da hierarquia social existente entre todas as coletividades que emanam energia dinâmica-harmônica e portanto vida. Ao colocarmos a grande maioria dos seres humanos em posições de poder, seu instinto falará tão alto como se estivesse em posição de penúria, afinal tanto a abundância como a escassez  são extremos da externalização dos ambientes em que os humanos poderão se encontrar.
Quando o instinto humano fala alto, também fala alto a vontade intrínseca de sobreviver bem como o ego. Nossa autoestima nos levará para perseguirmos nossos sonhos em detrimento dos sonhos dos outros e quanto mais não-empático-objetivo o indivíduo for, mais radical ele agirá.
Se temos a chance de fazermos tudo aquilo que quisermos por causa do poder ou dinheiro que temos em mãos então por que não fazer** Nossa vontade emula a própria vida, que é uma anormalidade do nada.
Daí, reside novamente uma das principais ”falhas” de nossa mente na modernidade e no futuro, nossa grande tendência de dualizar a moralidade em pólos irreconciliáveis de razão, onde somente um dos lados deve ser escolhido, partindo da suposta ”lógica” dualista, ser ou não ser.
As celebridades equivalem aos políticos brasileiros ou corruptos, onde o poder, seja ele na política ou nas artes ou na arte de entreter geralmente cega às visões racionais da grande maioria. O que piora ainda mais este estado de coisas é que a maioria não está biologicamente equipada para sequer entender esta realidade e mesmo que a faça, será inconscientemente afetada por sua própria mente, induzindo-a a aceitar a ”realidade” social e subjetiva, mesmo que ela seja reconhecida como errada. Estamos presos em nossas vontades primitivas de controlar e de sermos reconhecidos, não como potenciais colaboradores mas como ameaças, visto que a grandiosidade que a fama confere, nada mais é do que a representação naturalista do predador em relação às presas.
Portanto, há algo de radicalmente primitivo na biologia humana, isto deve ser identificado, culturalmente suprimido e eugenicamente superado, garantido no entanto a diversidade genética da espécie.
Conclusão
A conclusão deste texto quanto aos traços psicopáticos muito mais comuns nas celebridades é a de que esta realidade tem como origem a própria natureza primitiva, símia do ser humano, onde a vontade de alguns subgrupos de serem reconhecidos, remeterá tanto ao sistema hierárquico, a paisagem comum das sociedades humanas, quanto pela predisposição biológica para o domínio bem como pelo egocentrismo e que com a personalidade narcisista, estes poderão se tornar muito mais aflorados do que em indivíduos sem esta condição.
Os ganhos monetários superlativos das celebridades e seus comportamentos extremamente narcisistas da grande maioria delas, nos mostra claramente que o ”mundo dos espetáculos” é um ninho de ”psicopatas de jardim”, ou seja, de pessoas carismáticas e não-empáticas que não estão preocupadas com a situação social, cultural, civilizacional e ou econômica de sua nação, visto que raramente doam boa parte dos seus montantes de dinheiro para qualquer ação que realmente irá promover a melhoria da qualidade de vida da população. Quando o fazem, na maioria dos casos, a ação é derivada da mais primordial das motivações de uma celebridade, a a fama ou eminência, visando a autopromoção.
Enquanto alguns subgrupos de seres humanos apresentam personalidades derivadas do espectro da psicose, onde buscarão o domínio e o reconhecimento público, muitos outros agirão mais ou menos como as formigas operárias e isso também está biologicamente programado. Infelizmente, no mundo animália dos seres humanos, é necessário que existam dominadores para que existam dominados, mas os dominadores não costumam ser de boa estirpe e o mundo em que vivemos é uma prova cabal desta triste realidade.
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4 responses to “A psicopatia de ser uma ”celebridade””

  1. direita says :

    Off topic:Na frança ,judeus proibem critica a israel e apoio a palestina com pena de prisão de 7 anos e multa de 150 mil para auqueles que insistirem em exercer a sua liberdade de expressão!

    http://www.nationell.nu/2014/07/19/sju-ars-fangelse-om-du-demonstrar-mot-israel/

    assim como na revolução bolshevick- judeus do estrangeiro pegam em armas pra apoiar o regime judaico instalado na ucrania!
    http://maidantranslations.com/2014/07/13/jewish-ukrainian-volunteer-battalion-matilan/

    obs; tu deveria criar posts especificos para postagem de noticias.

  2. Fada do bosque says :

    Excelente artigo Santoculto!… como sempre.
    A sensação que tive quando encontrei este seu modo de pensar e reflectir, foi a de ter encontrado um diamante a reluzir no meio de um horizonte de cinzas.

    Haja novas formas de pensar! 🙂

    Surripiei para divulgar no Marecinza.
    Obrigadíssima

    Um abração 😉

    • santoculto says :

      Muito obrigado novamente pelas tenras palavras, obrigado por prestigiar o blog. 🙂

      Eu que fico lisonjeado por tua visita e por teu apoio!! Caminhemos juntos para espalhar a filosofia da sabedoria. O maior problema do ser humano é que ele está embebecido de si mesmo, como os velhos sábios sempre diziam, é o ego que nos faz fracos.

      Ao renegá-lo, mas mantendo-nos firmes em nossas existências, nossos universos, poderemos a partir disso entender e de fato, buscar meios para acabar com todos os conflitos evitáveis que assolam não só a humanidade, mas também às demais criaturas deste planeta azul.

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