Se um nome tem um efeito muito prejudicial para uma pessoa, povo, nação, povo ou raça… então livre-se dele e renasça.

 

A Inglaterra tem um passado nojento, de pilhagem, expansão colonialista com base na escravidão, guerras e muito sangue ”em suas mãos”, mesmo em relação aos seus vizinhos como os irlandeses e os escoceses. Negar que a terra da rainha mantenha a Escócia como um estado vassalo ou os inúmeros atos de terrorismo genuíno perpetrados contra os irlandeses, é uma grosseria ao intelecto e ao caráter de qualquer um que os tenha.

Mas a ”Inglaterra” é uma abstração geográfica, histórica e social, visto que, se os seres humanos que a ocupam, desaparecessem como que por encanto (ou zumbi), qualquer coisa que nos remetesse a ela desapareceria também. Uma nação é como uma vida, complexa ou simples. É preciso ter energia e ter vida dentro delas para que possam viver e existir.

 

A consciência é quando o seu eu interior, a tua galerinha que mora dentro de você, reconhecem a sua localização ”ambiental” ou ”geográfica”. Eles estão ”te reconhecendo” e na verdade, reconhecem a si mesmos, visto que quando você consegue enxergar onde seus pés estão fincados, então conseguirá reconhecer a si mesmo.

Em um mundo hiperracionalista e próximo da hiperrealidade, faz sentido que os ingleses sintam vergonha do que ”sua nação” já fez, mas deve-se atentar ao fato da atemporalidade coletiva inexistente, da existência magnânima do indivíduo enquanto um ser separado de sua coletividade e também da universalidade da maldade, representada pela dualidade que se consiste a seleção natural, sexual ou cultural. A etiologia biológica da maldade humana é a psicopatia e esta encontra-se presente em todas as nacionalidades, raças, etnias ou povos.

O caso inglês em relação à culpa branca, nos faz remeter à incapacidade de boa parte da população humana em entender a natureza multidiversificada das abstrações. Não existe culpa coletiva porque não existe coletividade em um mundo hiperracional da mesma maneira que não existe atemporalidade, onde todos de um determinado povo são culpados por crimes que se sucederam em diferentes épocas, quando os atuais representantes da identidade nem eram projetos de vida e portanto, sequer existiam.

Os culpados diretos foram quase sempre uma minoria apesar de existir de fato uma culpa indireta em relação à maioria silenciosa. Mas o silêncio destes não se deu por causa de conivência, mas por estupidez genuína, que remete à fraqueza de caráter.

A Inglaterra moderna está morrendo porque levas e mais levas de pessoas completamente estranhas à sua identidade, se moveram e continuam a se mover impiedosamente para as suas terras úmidas de terreno pouco acidentado e a principal razão para a aceitação dos ingleses para a sua remoção identitária alimentada pelo mais simples e primordial dos laços humanos, a genética, se dá justamente pela estupidez epidêmica que assola a grande maioria da população humana, a incapacidade de ver o mundo sob várias outras perspectivas e portanto dimensões. Mesmo os mais academicamente inteligentes dos ingleses, tendem em média, a este tipo de cegueira mental.

Os seres humanos neurologicamente comuns (mas também a maioria dos neurologicamente incomuns, isso é parte de nossa essencialidade, acoplada com a irreflexão) se atém profundamente a nomes e a conceitos, porque acreditar em suas reais existências, é como continuar a crer na matrix humana. A maior de todas as crenças do ser humano é a de crer em si mesmos, como nenhum outro animal foi ou é capaz de fazer. Portanto, nomes como Inglaterra ou raça branca, adquirem corpo, mente, história atemporal, uma espécie de esquizofrenia coletiva. A ”raça branca”, a ”Inglaterra” foi responsável por isso ou por aquilo. O resultado disto é, milhões e milhões de indivíduos se sentindo pessoalmente afetados por estes tipos de frases- panfletos de indivíduos cancerosos que propagam esta visão altamente prejudicial. Milhões de indivíduos se sentindo atacados e envergonhados por crimes que não cometeram. Esta loucura nos rodeia.

Se não podemos fazer com que grande parte das pessoas passem a pensar igual a nós, então temos de encontrar um meio para desligar estas bombas relógios antes que elas corroam todas as estruturas do prédio da mentalidade abstrata coletiva europeia redirecionada.

Como eu sugeri no texto sobre o Brasil, se um nome se torna o representante da maldade ou da incompetência. então o primeiro passo para a mudança, em busca de um direcionamento melhor, será por meio da eliminação do nome, legando-o ao seu passado de carnificina.

O problema da nação como a conhecemos, é que ela se baseia na inércia geográfica. Uma nação nunca deixa o seu espaço geográfico. No entanto, quem faz uma nação é a população que se identifica com ela. O mesmo serve para todas as abstrações humanas. O ser humano cria a abstração que precisa ser mantida por outros seres humanos.

A minha sugestão como um meio de advocacia para a ”causa branca” é quanto às improváveis atemporalidades das coletividades abstratas como também por uma possível eliminação de nomes e conceitos que representem, para os ”não-tão-bon-pensant” , qualquer forma de externalização da maldade, da identificação etiológica da maldade como a psicopatia, recuando a ideia de que somente alguns grupos sejam representativos da mesma ou a desconstrução dos atuais tótens modernos, altamente prejudiciais às populações de origem europeia, por meio da destruição da atemporalidade histórica das abstrações numéricas do ser humano como a ”raça branca” ou a ”Inglaterra” deixando de dar nomes às boiadas e a dar nomes aos bois, de fato.

 

 

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