Archive | julho 2014

O homem de gênio de Cesare Lombroso, último texto e a comprovação moderna da relação entre loucura e extrema capacidade

O livro ”O homem de gênio” de Cesare Lombroso, não foi o primeiro trabalho a postular a relação entre a extrema capacidade intelectual ou cognitiva da espécie humana e as psicopatologias, que eu prefiro denominar como personalidades extremas.

Como no próprio livro de Lombroso, existem relatos e evidências milenares não apenas de uma correlação entre a genialidade e a ‘loucura’ mas também de uma causalidade simbiótica entre ambas como por exemplo, quando ele fala de casos de pacientes com inteligência medíocre que durante rampantes de aflição mental, terminam por desenvolver temporariamente, grande capacidade intelectual, que não tinham antes dos episódios. Hoje em dia, já se tem uma clara noção do papel que as variações mais extremas de humor podem ter como um promotor da criatividade. É muito interessante que a palavra profeta tenha tido, especialmente em tempos mais antigos, um significado quase idêntico ao da palavra louco. A tradição dos shamãs se estendeu para as sociedades complexas. O igualitarismo, a nova religião das massas, parece somente um desdobramento do papel da psicose na promoção da cultura e das crenças populares, tal como nos tempos dos primeiros monoteístas semitas.

Francis Galton, contemporâneo de Lombroso, também já havia notado que a extrema capacidade tende a caminhar lado-a-lado com a loucura. Ele, inclusive, foi o responsável pelo primeiro estudo científico de renome que buscou identificar a hereditariedade do gênio com base na genealogia de famílias de pessoas eminentes.

Até o início do século XX, nenhum cientista duvidou dos monstruosos trabalhos de Galton e de Lombroso e todos aqueles que detinham uma curiosidade sobre o intelecto humano, já sabiam por osmose que para ser extremamente habilidoso, era necessário ter um parafuso a menos na cabeça.

A quantidade de gênios que apareceram no mundo das artes, do entretenimento, isso sem falar dos inventores dos meios de comunicação de massa, da política e de tantos outros nichos que exigem grande capacidade e que não eram cidadãos, digamos assim, ”plenos de suas faculdades mentais”, somente comprovou a paisagem comum que já se notava desde a muito tempo.

Mas o primeiro estudo longitudinal, realizado por Lewis Terman, transformou radicalmente a psicologia e a psicometria, ao ponto de destruir quase que totalmente a clara relação entre a loucura e a genialidade. A partir disso, passou-se a usar com grande frequência, termos depreciativos para se referir à ”suposta” relação entre disfuncionalidades mentais, amplamente desprezadas por boa parte da população humana, e a extrema inteligência. Dois extremos de funcionalidade, diziam os modernos seguidores dos pseudo-gênios termites (em sua maioria), não podem conviver dentro do mesmo ser humano ou ”não faz sentido que alguém tão inteligente possa ter problemas mentais”. Os casos de genialidade combinada com loucura (como Lombroso ressaltou, praticamente todo o gênio é ”louco”) foram retratados como ”evidências anedóticas” ou uma compilação de dados de pequenos grupos que não poderiam sustentar a priore qualquer conclusão sobre o assunto. No entanto, eu sou da opinião de que existem certos assuntos que não necessitam deste extremo preciosismo científico. Parece ser tão óbvio que beira ao ridículo negá-lo. Mas nós vivemos no mundo do ridículo e é claro que os ”termites” jamais deixariam que de imediato, a possibilidade de serem retratados como gênios, fosse descartada. Vale ressaltar que eu não posso desprezar nenhum subtipo de pessoas inteligentes, mas eu posso tratar com desprezo e você também, aqueles que tem sustentado esta visão extremamente unilateral da realidade da capacidade humana.

A derrubada do mito dos gênios ou da maior parte deles como pessoas socialmente ajustadas e com boa saúde, deve acontecer o quanto antes. Não é que eu não gostaria que isto fosse verdade, mas o fato é que não é e portanto não é possível continuar a sustentar mentiras que desde a sua matriz, ocasionam uma cadeia de eventos, tal como a queda de uma construção de dominós, onde os verdadeiros subtipos de gênios serão em sua maioria não-selecionados em prol de termites, como muito provavelmente tem acontecido desde que os achados de Terman foram oficializados.

GÊNIO E QI

Um estudo recente sobre as crianças intelectualmente precoces, encontrou uma grande variação de pontuações de qi, de 108 a 147. Como eu já suspeitava, para a genialidade, não há a necessidade de um super alto qi. No entanto, o mito dos termites permanece quase que intocado, onde as ideias extremamente simplistas sobre a variação de capacidade humana, tal como ”mim ter qi alto, mim ser mais inteligente”, continuam a se espalhar pela mídia popular assim como também, o endeusamento do qi e o seu próprio sub-aproveitamento continuam a acontecer e especialmente nos ambientes onde não deveria.

Camilla Benbow encontrou em seu lendário trabalho realizado nos anos 80 e com grande amostra representativa, uma relação similar entre extrema capacidade e lateralização anômala do cérebro, com a de Lombroso, quase 100 anos atrás em seu ”O homem de gênio”.

No mundo moderno, as características encontradas nos grandes gênios do passado por Lombroso e por outros contemporâneos, são praticamente as mesmas que são encontradas entre os espectros de personalidades extremas como o autismo, a esquizofrenia e o transtorno bipolar.

Na verdade, Lombroso deixou claro quanto a existência bem como a diferença entre tipos de ”idiotas” semi-gênios como savants e autistas e os gênios eminentes. Esta observação pode comprovar a teoria do gênio como uma espécie de ”autista psicótico”, validando em partes a teoria do autismo como o ”cérebro masculino extremo”, apesar da grande similaridade entre o espectro e a genialidade. A maioria dos gênios segundo os achados biográficos de Lombroso, de fato, pareciam ser mais ou menos uma mistura de autista com psicótico.

Estudos longitudinais recentes e com grande amostra representativa, encontraram uma clara relação entre pontuações de qi como também desempenho acadêmico extremo com maiores tendências psicopatológicas.

A genialidade pode aparecer de muitas formas, mas pelo que parece e faz muito sentido também, o gênio tende a resultar de grande inteligência especializada ao invés de uma grande capacidade geral.

Os estudos modernos encontraram uma clara relação entre a criatividade e a predisposição para transtornos mentais, especialmente em parentes próximos de portadores homozogitos.

Apesar de eu ter notado uma fraqueza neste estudo, realizada na Suécia, que pretendo mostrar no próximo texto, não há mais dúvidas quanto à natureza etiológica entre genialidade, criatividade e a predisposição para psicopatologias.

A reanálise sucinta e definitiva do estudo de Terman, que foi responsável pela confusão entre termites e gênios é a ação mais importante na ciência cognitiva, visando a partir disso, definir com melhor exatidão quem é quem e desconstruir o mito moderno sobre o qi, como o único fator preditivo de extrema capacidade, quando a relação é bem mais complexa.

Desta maneira, será possível de fato encontrar os gênios antes e portanto aproveitando o máximo possível de talentos extremos ao invés do subaproveitamento que acontece hoje em dia.

Sugestão para nova abordagem psicométrica, idade mental, características harmoniosas de personalidade e qi

Visando a reorganização da maneira como entendemos o intelecto, devemos acoplar nossas personalidades com nossas capacidades mentais se o ser humano não pode ser visto apenas como uma máquina animal, mas o mais importante, se a partir do momento em que recusamos centralizar esta perspectiva mecanicista de nós mesmos, então poderemos selecionar os melhores da espécie para as funções administrativas assim como também para todos os nichos de poder. Eu me recuso a compactuar com a ideia de que TODOS a partir do momento em que são alçados a um posto de poder e influência, serão passíveis de corrupção. Isto é negar a realidade quanto à variação fenotípica de comportamento que existe em nossas espécie. Portanto, as pessoas certas em posições certas, mediante a seleção pelos principais atributos do intelecto e da própria existência humanas, não só trabalharão em prol do avanço das sociedades como também nos darão uma visão real da verdadeira inteligência, que não pode ser apenas por qualidade técnica.

Se fôssemos como uma raça de chacais, eu poderia aceitar, enquanto hipotéticos predadores, que não haveria a necessidade de aparelhar inteligência cognitiva ou intelectual com inteligência de caráter ou baseado na mescla entre empatia e traços derivados da personalidade ”holística”, contrária à personalidade anti-social.

Sugestão QI – caráter (atributos positivos de personalidade)

No mundo de hoje, aprendemos que alguém com qi 150 é irremediavelmente mais inteligente que alguém com qi 110. No entanto, existem muitos fatores que não estão sendo levados, para que possamos fazer estas conclusões. Alguém com qi 110 mas provido de caráter, será muito mais útil para a sociedade do que alguém com qi 150 e com grave deficiência neste quesito. A falta de caráter, quase sempre se relaciona com egoísmo, com se preocupar apenas consigo mesmo. O epítome do egoísmo é o psicopata. Além deles, existem muitos gênios degenerados, que são os mattoides, providos de grande perspicácia e até mesmo, muitas vezes de grande capacidade técnica, mas que são desprovidos de caráter. A utilidade de uma elite cognitiva que só pensa em si mesma é a mesma de um pára-quedas furado, ou seja, nenhuma. Além de não serem úteis em melhorar as sociedades humanas, elas também irão trabalhar para piorá-las (se é possível piorar…) como nós estamos vendo hoje em dia e como sempre foi.

A ideia de que alguém destituído de caráter possa ser mais inteligente que alguém com grande caráter, é inconcebível pra mim. Como resultado eu estou agora propondo uma nova maneira de observar, analisar e quantificar o intelecto humano, menos como a velha e popularizada visão mecanicista de ”máquinas”, como os testes psicométricos tradicionais fazem e mais como a entidade completa que somos.

Portanto, a partir do momento em que alguém com grande inteligência e fraco caráter, passar a ser entedido como um ser deficiente, mediante a urgência do bem viver, da boa capacidade de socialização (de fato!), os qis superinflados dos mattoides que nos governam, serão cortados pela metade.

Mantendo as pontuações de qi como relevantes para a medição relativamente superficial das habilidades técnicas da humanidade, eu proponho que seja adicionado o fator caráter, como um peso a ser levado em consideração. Aquele que é mais capaz de melhorar a sociedade, de maneira objetiva, será o mais inteligente, por razões óbvias de utilidade.

A fórmula que proponho é muito simples

QI performance + ”caráter” (características positivas ou objetivamente harmoniosas de personalidade)

Para aqueles que pontuarem acima da média neste quesito

e

QI performance – ”falta de cárater” (características negativas ou objetivamente desarmoniosas de personalidade). Para os tipos que pontuarem alto em traços psicopáticos objetivamente desarmoniosos.

O caráter ou seria melhor, a falta de caráter, valerá até 50 pontos. Em média, a maioria das pessoas pontuarão pela metade, enquanto que os tipos psicopáticos pontuarão muito alto neste quesito.

Como resultado, um mattoide com qi performance 150, terá o seu intelecto subtraído pelo seu quociente de falta de caráter. Vamos imaginar que o hipotético mattoide pontue muito alto neste quesito, 50 em traços psicopáticos. Então, a sua média total de intelecto será subtraída em 50 pontos, resultando em uma média 100. A relevância de um mattoide na sua sociedade, visando a sua melhoria, será tão grande quanto a de um típico average joey americano, como comparação. A grande diferença entre os dois, é que o mattoide terá grandes chances de estar ocupando uma posição de relevância e influência na sociedade e portanto a sua capacidade para dar prejuízos é muito maior.

Vamos imaginar que o cidadão que pontuou 110 em qi performance, pontuou muito alto em caráter, como 50 pontos, como no outro exemplo, no entanto, baseando em traços não-psicopáticos. Então este cidadão veria o seu intelecto holístico ser aumentado em 50 pontos, atingindo 160 pontos. Alguém com grande caráter geralmente é uma espécie de gênio a semi-gênio.

Segundo os testes de qi oficiais, alguém com grande pontuação de qi seria também alguém com grande idade mental. Supostamente, atribui-se ao qi a sabedoria, visto que quanto mais alto o é, maior será a idade mental. Mas sabemos que não é bem assim.

Os mattoides são a prova viva daquilo que estou querendo dizer. Os testes de qi são menos aquilo que muitos psicólogos atribuem.

Muitos estudos tem encontrado que as pontuações mais altas de qi se relacionam com alguns traços como abertura para experiência e menos como conscienciosidade. O segundo traço é muito importante porque se relaciona com honestidade, empatia objetiva.

Se as elites cognitivas fossem realmente mais inteligentes, então não estaríamos no mundo em que estamos, com uma multiplicação de problemas básicos isso sem contar com a crescente desigualdade entre elite e as demais classes sociais.

Faz sentido que um mattoide de qi 150 e que pontue o máximo em traços psicopáticos, tenha uma idade mental reduzida para a de uma pessoa mediana. Este contraste entre falta de caráter e excesso de capacidade é o ditado ”DEUS NÃO DÁ ASAS À COBRA” se tornando realidade. Se a um típico medíocre, o homem do povo, lhe fosse dado uma grande inteligência técnica, é muito provável que ele a usaria de maneira pouco sábia.

O caráter está para a inteligência como o maquinista está para o trem. Não há dúvidas quanto a isso.

Portanto, apesar da inteligência técnica substancialmente mais baixa do segundo exemplo que demonstrei, ao estar constituído de grande caráter, este terá uma maior probabilidade de tomar decisões corretas e portanto sábias, a um nível muito maior do que um mattoide.

A sua idade será muito maior, porque a sua sabedoria, demonstrada pelo seu grande caráter, será muito maior do que a sua inteligência técnica. Um maquinista sábio saberá manusear qualquer trem.

O próximo passo será de identificar as características positivas de personalidade como também as negativas, derivadas do espectro de personalidade anti-social assim como também pensar em uma maneira de converter os resultados dos testes de personalidade nas pontuações que eu propus.

E ainda será um pouco mais complexo, visto que eu vejo uma relação não-causal mas correlativa entre sabedoria e psicopatia ou ”síndrome do predador”, como eu propus neste texto.

Idade mental, caráter e inteligência

Uma raça ”superior”… que falta faz uns pontinhos de QI a mais. 🙂

Existe um fetiche considerável por parte da comunidade HBD bem como também em outros círculos psicométricos, em relação aos ”relatados” povos mais inteligentes do mundo. Leste asiáticos e ashkenazim são retratados como a luz da sabedoria no mundo, enquanto que estranhamente, a raça europeia é desprezada. Claro, as médias de QI mais altas nos dois povos, pressupõe-se, são motivos para admiração por parte destes círculos.

No entanto, o mundo não é tão simples assim não acham??

Primeiro, não está claro o quão superiores são as pontuações de QI entre OS povos europeus e os outros dois grupos, ou seja, os judeus ashkenazim e os leste-asiáticos. Por exemplo, um estudo com mais de dois milhões de estudantes no Japão por exemplo, encontrou uma média de qi em torno de 104. Alguns estudos encontraram uma média de qi em torno de 102 para os brancos americanos. Ao invés da mensagem fixa de ”QI asiático de 105 e qi europeu em torno de 99,100”, nós temos na verdade, uma grande variedade de tipos, especialmente dentro das populações europeias. A maior parte dos estudos sobre os judeus ashkenazim que encontraram médias de qi muito altas, foram realizados com grupos de amostra muito pequenos e muito bem selecionados. O melhor e mais completo estudo sobre o intelecto cognitivo dos judeus europeus encontraram uma média de 107 de qi, a estimativa mais baixa das que já haviam sido postuladas.

Segundo, não basta ter uma inteligência elevada. Também é de vital importância ter uma combinação harmoniosa de traços de personalidade, ou basicamente, um bom caráter. A imagem acima mostra um pouco do extremo pragmatismo que se caracteriza a mentalidade asiática, especialmente a dos asiáticos continentais. Não há nenhum problema em matar e comer o animal mais domesticado e companheiro do homem não acham??

Eu não preciso me estender quanto ao nível de caráter dos judeus ashkenazim, é claro, salvando muitas boas exceções, um número desproporcional de judeus definitivamente não tem caráter e muitos deles tem QIs superlativos. São os mattoides e eu já mostrei isso em um post anterior.

Terceiro, existem muitos erros metodológicos quanto aos denominados testes de inteligência, como o desprezo quanto às possíveis influências de diferenças mentais entre os grupos raciais, comparações entre estudos antigos, com o dobro de possíveis erros de metodologia assim como também as deficiências esperadas de testes de múltipla escolha ou baterias de subtestes que analisam somente a superfície das capacidades humanas.

O ser humano NÃO É APENAS a sua inteligência técnica, mas sim uma máquina orgânica, complexa que além de sua capacidade cognitiva, também está constituído por sua capacidade de juízo, de discernimento e de empatia, genuína.

Portanto não basta ter grande inteligência ou grande criatividade e ter um caráter minguante. O ser humano completo não é apenas o se talento intelectual.

IDADE MENTAL

Eu sugeri em um texto anterior, que os testes de qi sejam ou substituídos pela idade mental, ou a idade mental substitua o qi especificamente como abordagem psicométrica central, ou seja, que os testes de qi passem a ser considerados de maneira secundária como medida de avaliação completa de um indivíduo.

A inteligência humana necessita estar conectada com o caráter, para que possa estar completa. Se não somos robôs, então alguém com grave deficiência de caráter e com grande inteligência, é uma espécie de savant, com assimetria de elementos desfavoráveis ao convívio e à evolução da espécie humana.

A idade mental tem uma abordagem mais holística do que os testes de qi e leva em consideração uma série de aspectos muito importantes, tanto para a identidade humana quanto para a identidade da inteligência humana, como a autoconsciência. Alguém de grande caráter e grande inteligência ou criatividade, será o gênio completo, capaz de elevar ao nível mais alto as sociedades humanas e o seu próprio entendimento.

A idade mental também medirá o caráter e por exemplo, alguém de grande caráter, pontuará alto nesta categoria. Se a inteligência humana depende de vários fatores para estar completa, então alguém com deficiência em algum dos quesitos mais importantes, não será mais inteligente que alguém com maior harmonia entre eles. No entanto, o caráter deve prevalecer sobre a inteligência técnica, o fenômeno mattoide que não nos deixem mentir.

Como resultado, eu estou propondo neste breve texto, que os testes psicométricos atuais, sejam substituído por uma abordagem holística quanto ao intelecto humano, onde a avaliação técnica apenas, será substituída por uma avaliação completa do perfil de inteligência, personalidade e caráter de indivíduos e de coletividades.

A partir disso, eu espero que o fetiche pelas ”raças mais inteligentes” termine por ser extinguido em prol de uma abordagem mais racional e mais sábia.

A favor da educação holística (autoconhecimento) em casa

Retalhe a personalidade do seu filho, jogue-o na ”escola” e veja sair de lá um zumbi ou um traumatizado.

NÃO CAIA NO CONTO DO PROFESSOR. Ninguém é obrigado a frequentar a escola. Todos nós nascemos com predisposições genéticas. Somos feitos de ”genes”. NÓS SOMOS NOSSOS ”GENES”. Seu filho não vai se tornar mais inteligente se frequentar a escola. Socialização e diversidade de tipos de personalidade e inteligência não funcionam.

Seu filho pode ser uma joia rara, um diamante bruto, e não é obrigado a se submeter ao sistema de mentiras e crenças que se baseiam as escolas e a pedagogia ”modernas”.
Algumas pessoas nasceram para não socializar ou socializar pouco E NÃO HÁ NADA DE ERRADO COM ISSO.

Se seu filho nasceu com fome de conhecimento, não se preocupe, porque ele irá buscá-lo. Se não nasceu com esta tendência, então, mais vale um estúpido ignorante do que um estúpido com conhecimento.

Pense numa pessoa com uma granada de mão que não sabe manuseá-la.

Escola e reino animal

A socialização é uma necessidade da PERSONA COLETIVA ANIMÁLIA, os vestígios do comportamento animal na espécie humana.

Se a escola não é capaz de aumentar a inteligência real de ninguém então pra quê continuar a sujeitar o seu filho a esta tortura?? Por que a escola continua a ser praticamente imposta pelo governo??

A escola é um simulacro da vida adulta em uma típica sociedade humana, dita civilizada, onde a maioria segue mais ou menos as regras sociais enquanto que uma minoria se aproveita disso e burla as regras. As elites são forjadas com base nesta ignorância ou psicologia de gado. Nem os seguidores de regras estão totalmente corretos, nem os burladores das regras.

Na escola, a socialização se baseia na lei do mais forte. Esqueça bondade, gentileza, originalidade ou inteligência real. O que importa é o poder, o status, a aparência ou a força física. É o mundo animal, é a cadeia alimentar, é a subjetividade, é a inconsciência animal coletiva da mente humana.

Se o seu filho for uma jóia rara, ele não deve ser exposto sem segurança ou conhecimento a este tipo de ambiente. O mais correto é evitar colocar seu filho na escola, mas parece que mais do que um ”direito”, a escola é uma OBRIGAÇÃO imposta pelo poder estatal.

Como resultado, a maioria dos pais são obrigados a matricular seus filhos nas escolas. Você deve educar seu filho a suportar os anos de escola, se for possível fazê-lo. As demandas e a capacidade de ”sobrevivência” no mundo simulacro animália que se consiste a adolescência, devem ser analisadas desde o início. Alguns serão sensíveis demais e é totalmente aconselhável retirá-los deste pseudo-convívio.

As pessoas estúpidas acreditam que só se pode saber algo, se for vivenciado. Aquele que não consegue encontrar e construir padrões lógicos, de se antecipar aos eventos, irá experimentar sem deduzir logicamente, por pura ignorância. E o pior, ele não conseguirá entender a sua experiência. Isto é muito comum de acontecer.

A adolescência é uma fase muito sensível e é onde todos os vícios e virtudes serão finalmente fixados. Para aqueles que viveram uma adolescência ruim e que são mais sensíveis do que o resto, existe uma grande chance dos vícios predominarem e se sobreporem às virtudes. Pense em transtorno pós-traumático de longo prazo provocado por 10-15 anos de predação e sadismo por parte dos sub-humanos destituídos de caráter que ”conviveram” com estas jóias preciosas.

A escola só serve para espalhar propaganda estatal, para causar transtorno pós-traumático nas pessoas de caráter e altamente sensíveis, para elevar os sociopatas ao posto de ”reis” da cadeia alimentar humana e para enganar o gado sobre os supostos efeitos mágicos da educação na ”promoção da inteligência”. Se a escola não é capaz de aumentar e nem de promover a inteligência de maneira concreta e objetiva, especialmente com pessoas estúpidas, ela será muito menos capaz de identificar e promover criatividade. Inovadores e educadores são inimigos de primeira ordem.

Os solucionadores de problemas ou inovadores raramente levam vida fácil na escola. Os professores tendem a ter uma enorme dificuldade para reconhecer, identificar, desenvolver e promover os talentos dos alunos realmente criativos e portanto inovadores.

Portanto, a escola não funciona, não serve para selecionar os melhores alunos, de diferentes capacidades, isso sem levar em conta que é um antro de propaganda de gado, que se baseia na ”igualdade”. Ela suprime o gênio, o homem de caráter e todos os tipos virtuosos da espécie humana. A escola é um depósito de seres humanos e é um experimento onde nota-se que a mente coletiva da espécie humana é idêntica ao dos outros animais.

Se o seu filho é especial, não o deposite nestes locais. A melhor educação é a educação de si mesmo, conhecer os pontos fortes e fracos. A socialização acontece naturalmente, por meio de parentes mais próximos como primos. A socialização na escola é forçada e baseia-se em falsas premissas, resultando em muitos problemas emocionais para os seres humanos mais importantes e especiais. Estes problemas, podem se estender por toda uma vida. Portanto, não há a necessidade de se acreditar que a escola promove a socialização.

Aprendemos ao longo da vida adulta, que somos nós quem escolhemos nossas amizades. Evitaremos o convívio com tipos discrepantes aos nossos, o máximo que pudermos. Os primeiros 20 anos de vida de um ser humano são muito importantes e muitos precisarão de ajuda especial.

Ao retirar seu filho do colégio por exemplo, você não estará super protegendo-o, como deve estar imaginando. Sim, ele terá de conviver com as outras pessoas na vida adulta e você deve promover isso, mas sem entregá-lo a terceiros que estão saturados demais, de responsabilidade e de promessas inúteis, que raramente se concretizarão.

Ao ensinar o seu filho sobre si mesmo, e se ele for capaz de entender isso, portanto, a capacidade mental é importante, ele com certeza que aprenderá a funcionar melhor na sociedade muito mais do que, se for doutrinado a acreditar que lousa e giz irão fazê-lo uma pessoa melhor.

A melhor educação é o autoconhecimento. O faça se conhecer e ele saberá mensurar suas próprias dimensões e aprenderá a lidar com os outros, usando os seus melhores atributos. Para conhecer o ambiente, deve-se se conhecer primeiramente.

Cultura da genialidade, como podemos adestrar nossa mente

Inteligência técnica não é uma particularidade da biologia humana, autoconsciência plenamente passível de ser desenvolvida é.

Eu não concordo e tenho grandes razões e evidências para provar o meu ponto, de que a genialidade possa ser aprendida ou construída por esforço repetitivo. Todas as nossas características tem uma natureza biológica primordial.

A principal identidade humana, que nos separa dos outros animais em qualidade, é a nossa AUTOCONSCIÊNCIA ou ao menos o nosso potencial para o seu desenvolvimento.

Quanto mais autoconsciente, mais verdadeiramente inteligente será o ser humano.

Portanto, esqueça a ideia de tomar mais café para ficar mais ativo, esqueça os remédios que melhoram a memória, esqueça o reforço nos estudos acadêmicos acreditando que vai aumentar a sua inteligência, como a de um gênio… visto que o atributo mais fundamental da espécie humana, que a destoa significativamente e que quer indicar inteligência bruta, pura, é justamente a autoconsciência e você pode ter meios para aumentá-la, não ao nível de gênio, mesmo que, não é desejável chegar a este nível, se você quer continuar sendo uma pessoa plenamente funcionável na sociedade.

Voz interior e ”converse consigo mesmo”

Como eu sugeri em um post anterior, a voz interior é um dos meios mais simples para o desenvolvimento de sua autoconsciência. A voz interior é pura e simplesmente a manifestação de sua verdadeira identidade, o seu universo neutro porém particular que de fato você é. Aquele que reflete, tal como o reflexo no espelho, compreende mais a si mesmo do que aquele que não o faz.

O primeiro passo é ”agir como um louco”, desde que não o faça na frente dos outros é claro,rsrsrs… Conversar consigo mesmo, debater sobre o que fez hoje, acaso já for de noite, conversar sobre a vida, dizer tudo aquilo que gostaria de dizer, sem preconceitos, sem autocensura, nada de politicamente correto, é só você com você mesmo.

O segundo passo é, acaso estiver sozinho, fazer aquilo que gostaria de fazer, só com você mesmo, mas que não o fez em público ou por qualquer outra motivação. Claro, eu falo de fazer aquilo que não seja prejudicial à sua saúde.

Dançar aquela música, despedaçar um travesseiro, se lambuzar de geleia, enfim… abra asas à sua imaginação e volte a ser criança por alguns instantes, irresponsável porém em busca de divertimento.

O terceiro passo se baseia justamente em manter viva a sua memória infantil. Brincar de bonecas, ver o desenho preferido. É um exercício que vai acionar mais a sua memória de longo prazo, afinal de contas, a infância é o período mais distante de nossas respectivas idades adultas e quanto mais distante dela melhor. A infância também é a época da inocência e da experimentação para o aprendizado.

Lembre-se, a felicidade é como os universos, ela não existe enquanto uma entidade compacta mas fragmentada, ao menos mediante as nossa perspectivas, mas se localiza em cada momento de alegria, de reflexão ou de aprendizado. É impossível encontrar a felicidade, da mesma maneira que é impossível encontrar o universo. A felicidade está envolta dentro de sua entidade existencial e de sua identidade pessoal. Quando você se torna mais autoconsciente, reconhece com mais facilidade a cadeia de sistemas dinâmicos que poderão te levar aos momentos de alegria e enriquecimento.

Quando inconsciente, a alegria lhe aparecerá como de sopetão. Quando consciente, você saberá encontrá-la quase que de maneira intuitiva.

Mas a vida não é feita apenas de alegria, mas também de aprendizado e muitas vezes o melhor de todos os aprendizados, acontecerá depois de um período de tormenta.

Se o ser humano pode ser adestrado para aceitar uma série de situações e isso geralmente virá acompanhado com predisposições genéticas, então é importante moldar o sistema educacional, que existe apenas para sustentar sociedades que negam a espiritualidade e portanto a autoconsciência, visando desenvolver ”vícios de mente” para que a maior parte da população possa ao menos exercitar parte do gênio adormecido que existe dentro de si.

Ao forjarmos práticas culturais relacionados a estes tipos de exercícios mentais constantes e popularizá-los em todos os meios de socialização, é muito provável que possamos forçar a população a se auto-aperfeiçoar ao invés de esperar ”especialistas fajutos” para ditar as regras de sua vida.

Cultura da genialidade, como podemos adestrar nossa mente

Inteligência técnica não é uma particularidade da biologia humana, autoconsciência plenamente passível de ser desenvolvida é.

Eu não concordo e tenho grandes razões e evidências para provar o meu ponto, de que a genialidade possa ser aprendida ou construída por esforço repetitivo. Todas as nossas características tem uma natureza biológica primordial.

A principal identidade humana, que nos separa dos outros animais em qualidade, é a nossa AUTOCONSCIÊNCIA ou ao menos o nosso potencial para o seu desenvolvimento.

Quanto mais autoconsciente, mais verdadeiramente inteligente será o ser humano.

Portanto, esqueça a ideia de tomar mais café para ficar mais ativo, esqueça os remédios que melhoram a memória, esqueça o reforço nos estudos acadêmicos acreditando que vai aumentar a sua inteligência, como a de um gênio… visto que o atributo mais fundamental da espécie humana, que a destoa significativamente e que quer indicar inteligência bruta, pura, é justamente a autoconsciência e você pode ter meios para aumentá-la, não ao nível de gênio, mesmo que, não é desejável chegar a este nível, se você quer continuar sendo uma pessoa plenamente funcionável na sociedade.

Voz interior e ”converse consigo mesmo”

Como eu sugeri em um post anterior, a voz interior é um dos meios mais simples para o desenvolvimento de sua autoconsciência. A voz interior é pura e simplesmente a manifestação de sua verdadeira identidade, o seu universo neutro porém particular que de fato você é. Aquele que reflete, tal como o reflexo no espelho, compreende mais a si mesmo do que aquele que não o faz.

O primeiro passo é ”agir como um louco”, desde que não o faça na frente dos outros é claro,rsrsrs… Conversar consigo mesmo, debater sobre o que fez hoje, acaso já for de noite, conversar sobre a vida, dizer tudo aquilo que gostaria de dizer, sem preconceitos, sem autocensura, nada de politicamente correto, é só você com você mesmo.

O segundo passo é, acaso estiver sozinho, fazer aquilo que gostaria de fazer, só com você mesmo, mas que não o fez em público ou por qualquer outra motivação. Claro, eu falo de fazer aquilo que não seja prejudicial à sua saúde.

Dançar aquela música, despedaçar um travesseiro, se lambuzar de geleia, enfim… abra asas à sua imaginação e volte a ser criança por alguns instantes, irresponsável porém em busca de divertimento.

O terceiro passo se baseia justamente em manter viva a sua memória infantil. Brincar de bonecas, ver o desenho preferido. É um exercício que vai acionar mais a sua memória de longo prazo, afinal de contas, a infância é o período mais distante de nossas respectivas idades adultas e quanto mais distante dela melhor. A infância também é a época da inocência e da experimentação para o aprendizado.

Lembre-se, a felicidade é como os universos, ela não existe enquanto uma entidade compacta mas fragmentada, ao menos mediante as nossa perspectivas, mas se localiza em cada momento de alegria, de reflexão ou de aprendizado. É impossível encontrar a felicidade, da mesma maneira que é impossível encontrar o universo. A felicidade está envolta dentro de sua entidade existencial e de sua identidade pessoal. Quando você se torna mais autoconsciente, reconhece com mais facilidade a cadeia de sistemas dinâmicos que poderão te levar aos momentos de alegria e enriquecimento.

Quando inconsciente, a alegria lhe aparecerá como de sopetão. Quando consciente, você saberá encontrá-la quase que de maneira intuitiva.

Mas a vida não é feita apenas de alegria, mas também de aprendizado e muitas vezes o melhor de todos os aprendizados, acontecerá depois de um período de tormenta.

Se o ser humano pode ser adestrado para aceitar uma série de situações e isso geralmente virá acompanhado com predisposições genéticas, então é importante moldar o sistema educacional, que existe apenas para sustentar sociedades que negam a espiritualidade e portanto a autoconsciência, visando desenvolver ”vícios de mente” para que a maior parte da população possa ao menos exercitar parte do gênio adormecido que existe dentro de si.

Ao forjarmos práticas culturais relacionados a estes tipos de exercícios mentais constantes e popularizá-los em todos os meios de socialização, é muito provável que possamos forçar a população a se auto-aperfeiçoar ao invés de esperar ”especialistas fajutos” para ditar as regras de sua vida.

Harmonia da sociedade e sistema meritocrático individualizado

A grande maioria das pessoas gostariam de trabalhar naquilo que se consideram melhores. No entanto, vivemos em sociedades mecanizadas onde para a maioria, só resta aceitar os padrões filtradores que irão direcioná-los para atividades maçantes e pouco criativas. Mediante o perfil assimétrico de habilidades cognitivas das populações humanas, é esperado que uma pequena minoria da população esteja muito mais apta para desenvolver trabalhos criativos enquanto que a maioria será direcionada para a execução de tarefas que visam sustentar o equilíbrio harmônico da divisão laboral, mediante suas habilidades técnicas como também por serem mais numerosos. Quantidade não exige qualidade, ao menos no mundo em que vivemos atualmente.

De fato, para a maioria da população, não há uma real necessidade de se buscar melhorar ou adequar as suas necessidades cognitivas, no entanto para uma parcela não insignificante, é imperativo repensar no atual sistema laboral.

Como se nota, os ambientes criativos de trabalho, são concorridos e infelizmente para poucos, cortando pela metade ou mais, o reservatório de criativos em uma sociedade e portanto, reduzindo a probabilidade de enriquecimento nos mais diversos campos. Além disso, os ambientes criativos, geralmente da ou para a elite, selecionam tipos criativos, dos mais narcisistas e portanto pouco preocupados com o bem estar geral da nação, ingênuos e super idealistas ou pior, do tipo oportunista e sabemos que tipos maquiavélicos são muito bons em emular criatividade, além do charme (muitos atores meia-boca são assim, usam de suas armas de charme para desviar a atenção em relação à falta de talento natural para a atuação).

O narcisismo toma conta dos ambientes criativos mais economicamente favorecidos deixando pouco espaço para o talento genuíno.

Neurodiversidade

Muitos tipos neurodiversos altamente inteligentes necessitam de um ambiente específico e de tipos de seleção específica para que possam trabalhar de maneira correta e produtiva e para que os seus melhores possam ser selecionados para o cargo. Por exemplo, um jovem aspie com obsessão especializada na memorização de tipos de plantas ou insetos deve ter um emprego bastante específico para que possa atender as suas demandas incomuns.

Tdah dificilmente se saem bem em concursos públicos mas isso não é sinal de que eles são menos inteligentes, talvez para a função ”memorização generalizada e superficial de fatos” com aprendizado de igual natureza, visando objetivamente este fim, passar no concurso, mas para inúmeras outras funções cognitivamente incomuns, eu não tenho dúvidas de que eles podem ser muito talentosos, especialmente na parte criativa.
Também são conhecidos os muitos talentos que as pessoas com as mais diversas neurocondições minoritárias são capazes de fazer como os bipolares, os esquizotipos dentre outros.

Estes tipos estão quase que totalmente direcionados para perfis de trabalho muito específicos e cognitivamente exigentes, que no entanto, muitas vezes, são trabalhados por terceiros para selecionar exatamente os tipos de memorizadores pragmáticos que abundam nos serviços públicos. Se neste caso, os super especialistas neurodiversos se deparam com esta estupidez de atitude, o mesmo acontece para os nichos de trabalho criativo altamente rentáveis, onde nesta situação, além dos atributos, o caráter também é testado. Não preciso dizer que muitos deste grupo, os melhores no geral, diga-se, irão falhar em aceitar e participar do jogo sujo da subjetividade social.

Nossas sociedades não priorizam pelo talento genuíno e portanto não podem ser consideradas como plenamente meritocráticas, especialmente nas altas rodas.
Elas priorizam pelo atendimento das massas independente da qualidade do indivíduo para as demandas superficiais da socialização e no caso da cultura, onde a maioria dos criativos clássicos mais se engajam, selecionam-se os tipos mais aptos para participar do teatro dos vampiros e portanto figurar ou aparentar. O verdadeiro talentoso e portanto criativo transcende a si mesmo, tal como uma nação em seu epítome histórico de harmonia e grandeza ou o universo em seu momento mais sublime de explosão singular, é um ser que não somente faz coisas criativas mas ele é a própria criatividade encarnada, o verdadeiro gênio e não é isso que vemos nas tolas cantoras de música pop atualmente nem nas multidões de atores que interpretam a si mesmos em papéis ”perfeitamente” direcionados para as suas personalidades descomunais. Estas pessoas são narcisistas e comungam com muitos traços semelhantes aos criativos genuínos. No entanto, algo de ”errado” aconteceu para que ao invés de talento objetivo, ou seja, fazer muito bem aquilo que se propõe, eles passassem a mesclar suas vidas pessoais e personalidades com seus talentos, não em atuar, o talento objetivo, mas em conquistar mentes mundanas com charme e pedantismo e inculcar por conseguinte de que são talentosos.

Neurotípicos talentosos e mal aproveitados

Não somente nos tipos neurodiversos que encontraremos potencialidades cognitivas mal aproveitadas mas também dentro da maioria neurotípica e talvez entre uma parte até importante dela. Quem nunca conheceu alguém que não daria nada pelo fulano mas que descobriu algum talento escondido**

Reforma escolar

O problema fundamental destas injustiças que detalhei resumidamente se dá especialmente logo no início da vida social dos seres humanos, pela escola. O sistema escolar é de fato, bastante ultrapassado e baseia-se em uma série de pressupostos extremamente errados como igualdade de potencialidades. Partindo-se da ideia de que todos são capazes de atingir, ao menos, resultados semelhantes a partir do momento em que determinados pontos são corrigidos ou enfatizados, quando claramente não é possível, criam-se expectativas tolas e ainda pior, configuram-se meios para que esta finalidade alucinógena possa ser conquistada. No entanto, não basta adequar o ambiente para operar ou tentar operar milagres, visto que, não é o ambiente que determina nossas potencialidades, mas nós mesmos, nosso patrimônio genético e parcamente, nossas interações com o meio, especialmente durante a infância. Como resultado, um sistema errado desde as suas estruturas mais básicas, não somente enfatiza de maneira equivocada nos processos seletivos para o encaminhamento para as especializações de grupos e indivíduos (pode-se dizer que é virtualmente inexistente, ao menos no Brasil), criando metas únicas para os alunos de todos os tipos cognitivos e níveis, desprezando completamente a diversidade de tipos e portanto colhendo resultados satisfatórios de somente alguns poucos grupos cognitivos que se encaixam perfeitamente no modelo ”decoreba e conhecimento superficial sequencial não-criativo”, unânime no atual sistema.

Os mesmos alunos que vão muito bem na escola, também serão aqueles que passarão no vestibular sem muitas dificuldades e conseguirão excelentes resultados em concursos públicos. Somente eles serão atendidos quanto as suas exigências cognitivas, ao passo que para a população sem especificidades cognitivas ou talentos incomuns e difíceis de serem mensurados de maneira generalista, muitos deles, dos mais inteligentes, ficarão a ver navios e terão ou de tentar se adequarem ao sistema unicognitivo (que está adequado somente para um tipo de inteligência, fator g ou qi) ou trabalharão muito abaixo de suas potencialidades e isso é claramente um desperdício imensurável de talentos. Não é somente ruim para as vidas destas pessoas mas também para todos nós.

A ênfase na mediocridade ou nas habilidades técnico-utilitárias talvez se dê porque os tipos super especialistas não toleram erros e buscarão sanar qualquer problema, básico ou complexo, que encontrarem. O sistema, especialmente o atual, não deseja os solucionadores de problemas, mas os mantenedores da máquina do big sistema onde nos localizamos.

Justamente por isso que a percepção geral é a de que existem poucos gênios criativos quando na verdade, boa parte deles estão sendo de-selecionados pelo atual sistema que não quer super especialistas super críticos, mas bons e facilmente manobráveis trabalhadores e se estes forem mais espertos, melhor.

Uma sociedade perfeita será aquela onde todos poderão se encontrar na máxima capacidade de suas potencialidades e onde boa parte da população de super especialistas se encontrarão exatamente onde mais lhes é útil, suas capacidades muito elevadas contribuirão significativamente para o sucesso das nações. A aceitação das diferenças cognitivas, desde a escola e a reforma desta, visando analisar, medir, testar e direcionar desde cedo as crianças para as suas respectivas potencialidades transcendentalistas, com certeza que, eliminará boa parte dos graves problemas cognitivo-laborais que atualmente nos fazem ter a impressão de que não há meritocracia o que ela a mesma é de fato, muito pequena e grandes injustiças, com o grande e o pequeno, estão a ser cometidas.

O limite do humor

No mundo politicamente correto de hoje, nada mais urgente do que debater sobre qual é o limite do humor. Sim, muitas pessoas, altamente ”sensíveis” (fakes e verdadeiras) acreditam que o humor moderno brasileiro, basicamente uma cópia do humor americano, se tornou abusivo e altamente ofensivo. Os humoristas defendem o seu lado partindo da lógica de que ”o humor sempre foi ofensivo, faz parte de sua natureza” e de que ”em uma sociedade democrática, a liberdade de expressão deve ser respeitada”. No entanto, depois de passar alguns anos acreditando em todos estes pressupostos resolvi mudar quase-radicalmente a minha posição em relação a este tema. Me lembrei do quão inocente e puro o humor era na era dourada do rádio, da era pré-televisão domiciliar. Me lembro que ainda mais antigo que o rádio, durante os espetáculos nos circos, o humor do palhaço e suas estripulias levantavam um mar de risadas sinceras, de adultos a crianças. O humor do palhaço e muito menos o humor do show de ”bizarrices” presente no circo, como a ”mulher barbada”, me chamou a atenção por uma série de motivos. O primeiro deles é a neutralidade que a maquiagem e o nariz vermelho conferem ao palhaço, um ser despersonalizado e desestereotipado. O palhaço não é representante de nenhum grupo, não está lá para humilhar ou ofender ninguém. O palhaço poderia ser entendido até como um representante materializado do humor, genuíno, sincero e que não é especificamente ofensivo. Mesmo os shows de ”bizarrices”, uma das muitas atrações dos circos de antigamente e dos circos desgastados de hoje, não representavam necessariamente um escárnio aberto a pessoas ou grupos, inclusive, estas pessoas diferentes eram consideradas como especiais justamente por causa de suas idiossincrasias, fosse uma barba em um rosto de mulher ou uma altura muito abaixo da média. As ofensas não partiam diretamente de uma pessoa, despossuída de uma neutralidade analítica, mas poderia vir de pequenos populares, ainda que estes o fizessem mediante as suas ignorâncias em tolerar o diferente. Ainda assim, nada se compara aos abusos de hoje em dia.
O que são fatos a serem considerados, a democracia necessita de tolerância para pontos divergentes para ser considerada como tal e o humor de hoje em dia tornou-se muito mais sofisticado. Provavelmente, os humoristas de hoje em dia são bem mais inteligentes do que os palhaços dos circos de outrora. No entanto, para tudo na vida, há que haver um limite.

Neutralidade

A neutralidade é algo que em talk shows americanizados, não se vê mais. O que se vê são indivíduos falando de suas próprias impressões sobre os acontecimentos cotidianos, salpicados de pré julgamentos tendenciosos, porém válidos, afinal de contas, não somos perfeitos e não gostamos de tudo, aliás, tendemos a desgostar de quase tudo hoje em dia, especialmente quando se tem um cérebro potente em uma paisagem cultural desoladora como é o Brasil.
Apesar disso, fica claro que, o humorista de talk show está expondo os seus pontos de vistas caricaturais, especialmente das pessoas nas quais ele encontra eventualmente. Isso é válido em uma sociedade democrática, em uma sociedade perfeita onde todos se respeitam e entendem que as impressões, as muitas milhões de impressões que desenvolvemos em um só dia se dissiparão até o crepúsculo, enquanto que muitas outras serão reforçadas. Mas não vivemos nesta sociedade perfeita vivemos* não.
O primeiro problema do humor é que ele não é neutro, é uma pessoa que fala mal daquilo que não gosta ou que rejeita, sim, porque fazer humor é caricaturizar os próprios demônios. O humor neutro não é falar de nada ou de coisas, ideias e não de pessoas, o humor neutro na minha opinião é falar mal, se é que se está a fazer isso, de tudo e de todos, dos seus demônios e dos seus anjos. O humor é rir da vida e não entendo porque somente alguns grupos são prediletos para esta função enquanto que todo o ser humano é um mapa mundi de defeitos estúpidos.
O que vemos hoje em dia é o humor extremamente abusivo, por exemplo, contra os homossexuais, onde todo e qualquer programa de humor, deve-se como honraria da casa, espezinhar cada detalhe de comportamento deste grupo. Existe uma tendência crescente por parte dos humoristas em burlar as vacas sagradas do politicamente correto e cair em cima, no bom sentido,kkk, por exemplo, dos negros ou afrodescendentes ou seja lá o que forem. É fácil rir dos outros, mas rir de si mesmo não é e mais, quando a piada é indireta e visa atingir grupos, supostamente abstrações, o efeito parece ser ainda maior e portanto pior. Rir de si mesmo quando não há outra alternativa é menos pior quando o seu grupo de maior afeição existencial está sendo usado como judas.
Portanto, se for falar mal mal que se fale de tudo e de todos e que todos saiam daquele salão de eventos satisfeito em saber que ninguém é perfeito e que todos estamos predispostos ao escárnio. Do contrário, choramingar ”democracia” parecerá tão hipócrita quanto aqueles que a negam ainda que se definam como protetores da mesma.
Ainda vejo futuro para a despersonalidade do palhaço e do humor humilde, neutrocêntrico e simples.

Redenção dos ”termites”

Toda sociedade que reconhece, valoriza e utiliza dos produtos dos gênios criativos, precisam ser compostas por um número razoavelmente alto de pessoas altamente inteligentes, mas que não são de gênios.

É aí que os termites aparecem. O termo ”termites” se refere às crianças de Terman, o famoso e revolucionário (infelizmente) experimento psicológico e longitudinal realizado na Califórnia, a partir dos anos 20. Estas crianças foram identificadas mediante suas pontuações altas de qi, acima de 130.

Os termites, eu poderia denominar também como os ”mantenedores” ou ”estabilizadores” de alta capacidade.

A maioria dos termites não são de gênios

A maioria dos termites não são de gênios, apesar de existir uma relação entre os dois, inclusive dentro das famílias. Onde existem pessoas inteligentes, é esperado também que existirão todos os outros tipos ou a maioria dos outros tipos de alta capacidade.

Depois do experimento de Lewis Terman, espalhou-se a ideia de que alguém com qi alto, geralmente acima de 130, era um gênio e que todo o gênio por primazia, deveria pontuar alto em testes de qi.

A partir disso, todos os programas de superdotados passaram a selecionar somente ou especialmente, aqueles que conseguissem pontuar alto a muito alto nos testes de qi.

A genialidade no entanto não é somente isso e na verdade, pode-se dizer que, este atributo é marginal e não central. O mais importante é a combinação de grande capacidade criativa com grande intelecto, este que geralmente se caracterizará por sua assimetria de habilidades, uma super concentração de talento em alguns quesitos, muitas vezes combinado com grandes a moderadas deficiências, que dependendo das diferenças entre forças e fraquezas, a impressão de déficit poderá ser alargada por razões de perspectiva contextual. Por exemplo, um estudante com média de qi verbal em torno de 180 e qi espacial de 115, apresentará uma tendência para ser mais desequilibrado entre suas forças, do que um outro estudante ou indivíduo com qi verbal 130 e qi espacial de 87. Percebam que apesar da pontuação de qi espacial ser menor no segundo exemplo, a diferença entre as forças e as fraquezas não é tão grande quanto ao do primeiro exemplo.

Confusão entre termites e gênios

Graças ao trabalho de Terman e a estupidez subsequente dos centros acadêmicos na parte da psicologia, passou-se a confundir o ”termite” com o gênio, mesmo que milênios de evidências tivessem provado o contrário quanto às características gerais da genialidade.

Os superdotados de Terman eram mais altos, mais saudáveis, mais bem sucedidos social e economicamente do que os seus pares de qi mais baixo.

Mas a genialidade nunca significou excelente ajustamento sócio-econômico.

A maioria dos gênios criativos historicamente reconhecidos, segundo o livro O homem de gênio de Cesare Lombroso, se caracterizaram pelo quase-exato oposto. Enquanto que os termites se destacam pelo equilíbrio, os gênios sempre foram reconhecidos pelo desequilíbrio. Os extremos de funcionalidade de diversos aspectos biológicos estão presentes em gênios, mas não nos termites.

A confusão entre os dois permanece até hoje vívida e ativa e muitos termites desde então, tem se considerado como gênios, demonstrando uma ignorância sobre o que isso realmente significa.

Eu já postei aqui as características especiais dos gênios criativos, de acordo com Paul Cooijmans. Não basta ter uma grande inteligência.

Os termites geralmente tem uma grande inteligência técnica, que eu também defini em um post anterior.

O mais importante agora é realmente entender qual subgrupo de altamente capaz que Terman analisou, e não foi o subgrupo de gênios, isto é certo.

Minha opinião sobre o trabalho de Terman. Ele selecionou um subgrupo de altamente capazes, providos de grande inteligência técnica, que são os mantenedores de alto nível ou os estabilizadores de alta qualidade.

Estabilizadores e inovadores

Todo o gênio é um inovador e todo o termite é principalmente um estabilizador. Muitos termites são inovadores. É como eu defini na triarquia da genialidade, muitos termites são gênios científicos mas a maioria não será.

O gênio completo é provido de intensa energia criativa e geralmente tem múltiplas ideias, especialmente durante a juventude e a fase adulta. Em compensação, os termites tendem a ter um volume muito menor de ideias e se isso não bastasse, eles também tendem a rejeitar uma boa parte de suas ideias por causa de traços de personalidade desfavoráveis que se relacionam com a socialização.

Quase todo gênio é anti-social e geralmente é um fracasso na capacidade de socializar e conviver com as pessoas. Por razões muito óbvias, por terem mentes tão discrepantes da média medíocre, eles tendem mesmo que não queiram, a serem rejeitados e a rejeitar todos os rituais de socialização. A recíproca geralmente é verdadeira.

A mente de um gênio completo, geralmente não se assemelhará à mente das elites cognitivas. Como eu sugeri na minha teoria sobre criatividade, as pessoas excepcionalmente criativas, tem cérebros que inibem a manifestação de grande inteligência, ainda que essas pessoas sejam extremamente inteligentes, isto se daria especialmente por causa da criatividade, que é uma forma de inteligência. Em compensação, o contrário aconteceria com as pessoas excepcionalmente inteligentes, onde a criatividade seria inibida em prol de grande capacidade técnica e convergente.

Aquele que cria não é geralmente aquele que memoriza. Isso poderia explicar o porquê de muitos gênios terem memórias instáveis.

As pessoas criativas geralmente identificam os tópicos principais das ideias visando produzir novas, por meio de recombinação. É uma mistura de capacidade holística, de entendimento dos padrões de um conceito, ideia ou ideologia. O processo criativo é o oposto do inteligente, onde encontra-se primeiro a imagem maior, para depois se buscar os detalhes. Nas escolas e nas universidade, o aprendizado e crescente.

Muitos poderiam pensar no gênio como um termite que nasceu com defeito e portanto tornou-se um ”termite incompleto”. Mas a relativa proporção de gênios criativos nas sociedades humanas, parece nos mostrar que menos por obra do acaso ou de infelicidade genética, o gênio é uma variação extrema da funcionalidade humana. É verdade que injúria cerebral pode reprogramar o cérebro de uma pessoa normal para agir e pensar como um gênio, mas isso não quer indicar que este fenômeno cognitivo da natureza humana seja exclusivamente o resultado de avaria cerebral. Em alguns casos isso pode ser verdade, mas em muitos outros não será.

Portanto o primeiro passo para que possamos identificar com precisão os gênios criativos genuínos, será por meio do entendimento completo quanto as diferenças entre eles e os demais tipos de alta capacidade como os termites.

Lactobacilos para combater a genialidade

Imagine que você está sob um experimento sociológico promovido por sua universidade. Todos os estudantes serão treinados para olhar pra você de uma maneira diferente, eles  serão treinados para agir de uma forma negativa, fria, distante para você, obviamente demonstrando-lhe isso. Também colocariam vários cartazes pelo campus do seu curso, de psicologia ou sociologia, com dizeres do tipo ” -VOCÊ- é anormal”, ”Sintomas da -síndrome de Você-”. Tudo isso seria feito de uma maneira para que você internalizasse essas informações e passasse a se aceitar como um ”sub-humano”, um ser inferior, com um defeito indesejável.Eles fariam coisas que te irritam, por exemplo, se você odeia que assobiem então eles o fariam perto de você. O mais importante, eles evitariam fazer amizade com você. Você foi selecionado porque é uma pessoa com baixo neuroticismo. Você leva a vida de maneira mansa, relaxada, nada te afeta, supostamente.

Por quanto tempo você sobreviveria a este massacre mental??? Será que depois deste experimento nós o veríamos mais ansioso, mais nervoso, paranoico, se sentindo inferior, que não se encaixa na sociedade, suas tendências depressivas, que antes eram praticamente inexistentes, aflorariam???

Pois então, esta realidade pode não ser a sua, mas é a realidade para TODAS as minorias, os outliers, que não se encaixam nos moldes das sociedades em que vivem. O ser humano evoluiu para conviver uns com os outros, mas quando a maioria te acha indesejável, então haverá uma tendência pare que passe a buscar a aceitação, mais do que qualquer outro.

Pense no efeito das drogas. Na primeira vez, você se contenta com as doses mais baixas. Mas depois, você se vicia ao ponto de querer mais e mais, as doses mais altas.

Aquele que é rejeitado socialmente, vai passar pelo mesmo processo, visto que vai buscar doses cada vez mais altas de aceitação, que como no caso das drogas, não acontecerão ou terão um efeito muito fraco, rápido e isso vai aumentar a ansiedade e tendências depressivas.

O movimento HBD quer normalizar a ideia do DETERMINISMO BIOLÓGICO, sem antes testar se, as circunstâncias dinâmicas de socialização tem um efeito considerável na vida das pessoas, para o bem ou para o mal.

Eles são os eugenistas entusiastas que só conseguem ver problemas nas personalidades extremas. São as pessoas que choram a falta de gênios na modernidade sem levar em conta UMA SÉRIE DE FATORES AMBIENTAIS, SIM, EU DISSE AMBIENTAIS, PROVOCADOS PELO HOMEM E QUE AFETA OUTROS HOMENS, que possam contribuir para explicar o porquê da escassez de gênios modernos. São aqueles de ego descomunal que precisam validar o determinismo do qi, para validar a si mesmos como ”protótipos de gênios”, que não são. São os termites que acham que são gênios e existem muitos que gostam de esfregar os seus resultados de qi na cara das pessoas, como se isso fosse alguma prova conclusiva sobre qualquer coisa relacionada ao intelecto pessoal.

Psiquiatria

Nos tempos dos gênios do passado, não existia a psiquiatria. É interessante observar que o aparecimento do movimento psiquiátrico se deu justamente na época em que a genialidade humana começou a escassear no mundo ocidental.

O movimento psiquiátrico tem um intenção muito clara, PATOLOGIZAR A DIFERENÇA e excluí-la da sociedade. Ele tem outras intenções, como por exemplo, de ostracizar aqueles que poderiam revolucionar a sociedade e lutar contra o mundo que estão a planejar.

Agora está claro pra mim. O suposto ”socialismo”, nada mais é do que um projeto para extinguir a humanidade como a conhecemos. Como resultado, estamos assistindo à ostracização dos futuros inovadores sociais, políticos e culturais da sociedade, porque não tenha dúvidas, eles irão lutar com unhas e dentes contra este projeto diabólico. Não me surpreende que o movimento psiquiátrico tenha sido inventado por indivíduos de um certo povo…

Doença como um portal para autoconsciência

As pessoas que apresentam personalidades extremas tem um potencial valioso que está quase virtualmente ausente no resto da população humana, o potencial para a autoconsciência. Quando você se conhece, conhece o ambiente do qual seus pés estão fincados e se transforma em uma espécie de identificador preciso de todas as cadeias de conflitos evitáveis bem como as suas respectivas raízes.

A doença mental bem como qualquer outra doença, perturba o andamento natural do indivíduo, fazendo-o refletir muito mais profundamente do que não se tivesse nenhum desvio. Quando esta condição é combinada com grande inteligência e caráter, então nós vemos o gênio em ação. A doença desliga as nossas transcendências de natureza animal, fins justificam os meios, meios para a reprodução e a conquista de status dentro de nossas sociedades sofisticadas de fachada, que no fundo, mantém o estilo de vida que vemos em primatas.

Isso é péssimo para os mattoides, os gênios e derivados com grande deficiência de caráter. Eles não querem que as pessoas se conheçam, porque isso seria uma espécie de suicídio de suas estratégias, saber mais das pessoas do que elas mesmas poderiam saber.

A psiquiatria corresponde a uma dessas estratégias. Quando vemos ”experts” da mente diagnosticando o paciente, ele está claramente dizendo

Eu sei mais de você, do que você sabe de si mesmo.

Está correto???

Não, ninguém sabe mais de si mesmo do que a própria pessoa. Ninguém sabe mais profundamente e intimamente a si mesmo, muito menos um psiquiatra…

Mal adaptação

Se os autistas, por exemplo, vivessem em ambientes com menor estímulo sensorial, menos inundação de informações não-verbais, eles teriam uma melhor qualidade de vida. Mas, não há algo mais frustrante para alguém que é realmente inteligente, do que o seu sub-aproveitamento na sociedade. Quem nasceu para escalar montanhas não vai se contentar com pequenas ondulações do solo e se não puder fazê-lo, vai sofrer.

Se você não pode fazer aquilo que nasceu pra fazer, então se considerará como um ser inútil… depressão e ansiedade serão as suas novas amigas.

Ninguém nasce depressivo, ninguém nasce ansioso. É a maneira como o sistema nervoso é viciado. Nossa vida, nosso respirar, está salpicado de vícios. Somos todos metódicos e viciados com a rotina. Mesmo aqueles que quebram a rotina, na verdade, continuam mantendo os seus estilos de vida anormativos, isso não é quebrar rotina, é ter um rotina diferente, ainda assim, será uma rotina apenas…

Iorgute para te fazer normal e socialmente aceito

Eu me recuso a aceitar que as pessoas normais são melhores que as pessoas anormais ou incomuns. As pessoas normais são mais saudáveis que as anormais, geralmente, mas isso não é uma maneira HUMANA de ver o mundo. Esta é a visão inconsciente, como um animal sempre faz.

A doença e sua manutenção na humanidade foi a responsável por nos fazer humanos. Devemos às pessoas que carregam estas condições sindrômicas, algumas delas, de grande sofrer, tudo o que somos hoje. Nosso orgulho de ser humano deriva das doenças.

A normalidade é saúde e quando se é perfeito, se abandona o pensamento crítico e se abandona a criatividade.

A normalidade é uma questão de relatividade. Vamos imaginar duas situações completamente opostas. Na primeira, um grupo de pessoas estão sentadas, inertes, enquanto uma minoria delas estão se mexendo e pulando. Imediatamente que consideraríamos a minoria saltitante como doente e a maioria como saudável.

Agora vamos supor que a maioria está pulando e se mexendo, tal como se tivesse tendo um ataque epilético e uma minoria estivesse sentada, inerte… Neste caso, mudaríamos de opinião (mudaríamos não, eu não mudaria, mas enfim, é ”só um exemplo”) e reconheceríamos a maioria que está pulando e se mexendo como normal e a minoria que está quieta como anormal, como doente.

Neurociência é a metástase da psiquiatria

A neurociência descobriu que alguns ratos de laboratório mediante algumas intervenções ambientais e orgânicas podem ser suscetíveis de desenvolverem características comportamentais relacionadas ao autismo.

A partir disso infere-se unilateralmente que o autismo é um transtorno mental, que precisa ser curado. Claro, por que não…

…vamos curar crianças e adultos com extremo talento, que gostam de estudar por conta própria, que são apaixonados por seus ”interesses restritos” (OBS.: como se as pessoas ”normais” tivessem um leque de interesses extremamente diversificados E interessantes, mas não, os interesses pessoais dos normais, você encontra em um formigueiro) e que podem revolucionar o mundo se estiverem no lugar certo.

O evangelho da ”normalidade” precisa ditar as regras do que é normal. Quase todas as características dos autistas trabalha de uma maneira para que a paixão (e não obsessão) intelectual floresçam e suas mentes do que em grande parte do gado.

Antes de ACEITARMOS que as pessoas ”normais” não são melhores que as outras, antes de botarmos o dedo em nossas feridas e aceitarmos que boa parte da humanidade é frívola, inconsciente e predisposta a atos corruptos e egoístas, antes de entendermos o que realmente É a empatia, antes de ponderarmos se a eliminação dos genes autistas, esquizofrenicos… poderão acabar com a criatividade e a genialidade humana…

Vamos criar um iogurte para fazer as pessoas anormais, normais. Vamos curar suas doenças e fazê-los humanos normais, leia-se, bons. O bárbaro de ontem é o outlier de hoje.

Eles não falam nossas línguas neurológicas.

Voltando ao hipotético experimento sociológico que sugeri acima. Será que você continuaria a se sentir inabalavelmente seguro de si, acaso todas as pessoas ao seu redor te fizessem se sentir anormal e patológico???

Será que a impressão de inutilidade doença que as pessoas tem sobre você aumentariam acaso fosse ostracizado porque o seu cérebro é radicalmente diferente dos cérebros dos neurologicamente comuns. Você não é educado, você não é estimulado a aprender, você não estuda visando status e procriação, você faz tudo o que faz, porque é tudo o que você é…

Não é a toa que os mutantes, com personalidades extremas, tenham elevadas incidências de depressão, ansiedade e suicídio. Somente porque são biologicamente determinados a se tornarem assim?? É tão simples assim???

Claro que não.

 

Finalizando, vamos ver um pouco o que estaremos perdendo se atropelarmos a ordem natural de investigações científicas SÉRIAS e decidirmos ”normalizar” os autistas (da mesma maneira que cortamos o talento criativo dos bipolares quando os forçamos a se automedicar)

 

Aspies têm geralmente normal a alto QI e muitos são dotados de uma ou mais áreas.

interesses especiais

Interesses especiais é uma das características mais comuns de uma Aspie. Alguns alternam entre interesses favoritos, outros manter o mesmo até que sintam que aprenderam ou feito tudo o que queria nessa área. Nem todo Aspie tem interesses especiais, dons ou talentos, mas um grande muitos fazem. Muitos com TDAH fazer também.

“Mitologias e Mesopotâmia são os meus interesses especiais. Línguas também são interessantes, tem além do Inglês e Alemão também estudou espanhol, francês e turco. Turco é uma língua maravilhosa para aqueles que estão interessados ​​em lingüística! ”

– ‘Pazuzu93’, Aspie feminino da Suécia

“Meus interesses variar. New geralmente substituir os antigos. Agora é o autismo, física (física atômica, óptica e física geral) e costurar / tricotar. Antigamente eu gostava de biologia, matemática, óptica, eletrônica, programação, vários jogos de computador. Eu também desenhar um monte. ”

– Matilda, Aspie da Suécia

“7-13 anos de idade:
* Classificação, sistematização e organização: mãe nunca tinha me dizer para limpar o meu quarto; Fiquei próprio pequeno überführer do viveiro.
* Livros, livros, livros … ler ler ler ler ler ler ler …
* Math …..
* Colecionador de selos de proporções fantásticas.
* Geometria e padrões; encontrar, memorizar e visualizar internamente e brincar com padrões que descobertas em torno de mim mesmo …. ainda o fazem; embora não tão intensamente como quando eu era criança.

“13-34 anos de idade:
* Programação Web; matemática e um pouco disto e que tem furtivamente dentro
* Xadrez: descobri que quando eu tinha 13 anos; fui fascinado por ela desde então; definitivamente meu maior interesse hoje. ”

– ‘Doom’, do sexo masculino Aspie da Suécia

perseverança

Muitos Aspies ter perseverança extraordinária e são capazes de hiper-foco atentamente sobre a mesma coisa por horas, dias, às vezes semanas a fio, e manter-se um interesse especial por anos.

“Eu sou bom em virar para dentro e se concentrar 100% em uma tarefa. Eu sou tenaz e perseverante. ”

– Christoffer C, Aspie da Suécia

“Eu gostava de grandes projetos e divertido quando eu era criança, ele me levou 12 anos para fazer a 2,5 metros por 36 metros mural usando lápis colorido. Eu fiz um segmento de um ano por 12 anos. Era de um túnel da mina. Você podia ver carros de carvão nele, túneis transversais, fósseis nas paredes. Eu comecei quando tinha 12 anos “.

– Tom, Aspie dos EUA

LOGIC

Nem todo Aspie se encaixa no estereótipo über-lógico, mas aqueles que têm um sentido muito astuto, original e, por vezes, bem-humorado da lógica.

“O copo está meio cheio?

“Esta filosofia tem me incomodado por um longo tempo, alguns dos meus amigos tomar esta questão tão a sério que se torna incômodo, é uma pergunta estúpida, se um copo está meio cheio ou meio vazio e eles dizem que se você acha que é meio-completo, então você é uma pessoa positiva e meio vazio, então você está negativo.

“A minha opinião:

“Se você está preenchendo upp o vidro, então é meio cheio, se você está esvaziando-a, então é meio vazio, se ele só fica lá, então é meio cheio, porque alguém encheu metade de se dar às pessoas algo sem sentido para pensar. ”

– Neko-chan, fêmea Aspie da Suécia

IDIOMAS

Além de uma minoria disléxico, Aspies muitas vezes têm um fascínio com a linguagem e um vocabulário muito mais avançados do que seus pares. Importante para um Aspie é ser capaz de se expressar com o máximo de exatidão e precisão.

“Eu sou muito bom em escrever. Eu sempre gostei. As pessoas costumam cumprimentar-me na minha língua. ”

– ‘Lilla Gumman’, Aspie feminino da Suécia

“Eu tenho um grande vocabulário. Eu sou bom em línguas. Eu sou bom em ortografia, acho que daria um bom revisor. ”

– ‘Alien’, Aspie feminino da Suécia

“Eu li rapidamente e têm um grande vocabulário. Tanto em sueco e Inglês.

– Christoffer C, masculino Aspie da Suécia

“Eu sou muito bom em ortografia. Sempre foram. Eu ouço, quando alguém diz uma palavra, como deve ser escrito. Isso vale para ambos os sueca e outros. É muito fácil para mim aprender línguas. Eu tenho um grande vocabulário e um bom conhecimento a toda a volta das coisas. (Sempre ganhar jogos de quiz, que alguns acham chato.;) As pessoas me chamam de “dicionário vivo. Hmmm … Eu tenho um talento para a escrita e facilmente pensar em histórias inteiras rapidamente na minha cabeça. Facilmente encontrar rimas e sinônimos de palavras. ”

– “Verbena”, Aspie feminino da Suécia

“Eu posso soletrar qualquer palavra no idioma Inglês e depois de ver as palavras, uma vez que eu conheço. Desde criança eu aprendi a fazer de cada carro na estrada e poderia nomeá-lo a partir de 200 metros de distância. ”

– Nick, Aspie dos EUA

“Eu sempre fui melhor em ortografia do que outros. Independentemente se é sueco, Inglês ou Alemão. Às vezes, me divertir tentando descobrir como palavras em francês e frases estão escritas e pronunciadas. Nunca estudou francês, o que torna um desafio. ”

– ‘KrigarSjäl’, do sexo masculino Aspie da Suécia

“Eu acho que falar é, por vezes, um obstáculo, porque as pessoas dizem que eu falo que eu sou um doutorado pernas dissertação. As pessoas me acham difícil de entender por esse motivo. Mas quando eu falo que eu quero a palavra precisa, não é uma palavra que vem perto do significado que eu estou procurando. Assim, meu vocabulário é bastante extenso. Do meu ponto de vista, é irritante para falar com algumas pessoas que não usam dicção precisa, porque seu vocabulário impreciso tende a obscurecer o seu significado e intenção. ”

– Tom, Aspie dos EUA

Para nossa surpresa e consternação, muitos de nós descobrir que entusiasticamente assumindo o papel de auto-nomeado linguagem de polícia em várias situações sociais, raramente se reuniu com a valorização do esperado …

habilidades matemáticas

Enquanto alguns têm dificuldade com a matemática, outros são extra qualificado. Alguns têm muito boa memória para números.

“Meus talentos são números soletrada. Eu posso fazer os cálculos de cabeça com muita facilidade, já desde a mais tenra idade foi capaz de multiplicar números de dois dígitos, algo que a maioria das pessoas não pode fazer, infelizmente, existem computadores e calculadoras que podem fazê-lo ainda melhor para que um não tem muito uso para isso: (também pode expressar-se em lembrar facilmente aniversários, não importa o quão bem eu sei que a pessoa, muitas vezes é o suficiente para ter visto a data de nascimento de uma vez eu vou lembrar-lo sem esforço, ainda me lembro a maioria dos aniversários dos colegas de classe de juniores alta e alta escola, embora eu não tenho nenhum contato com qualquer uma destas pessoas agora (25 anos hoje). ”

– D.A., Aspie da Suécia

“Eu sou um daqueles geeks que quer cálculos matemáticos longo intrincados com apenas um punhado de letras gregas. Leia matemática na universidade e que me convém. Equações diferenciais são divertidas de se cavar uma de dentes.

– ‘Kaks’, Aspie feminino da Suécia

“Houve um caso de me tentando calcular algo na mesa da sala de jantar durante uma discussão (e eu multiplicado três dígitos por três dígitos) e, em seguida, a máquina de somar provou meus números correto depois do jantar. Mamãe estava atordoado, porque esta foi a primeira vez (nos 37 anos da minha existência) que ela já tinha me visto fazer algo assim, mesmo que eu sabia que tinha a habilidade de idades. ”

– Tom, Aspie dos EUA

“Eu sempre tive a matemática como um interesse especial por tanto tempo quanto me lembro, e eu fiz 5 na final de uma competição de matemática sueco para alunos do último ano do ensino médio em 1979.”

– Esteiras, Aspie da Suécia

Reconhecimento de Padrões

“Quando eu era mais jovem eu gostava de olhar para as existências em jornal – eu seria capaz de prever quais ações faria bem – olhando para trás, foi tudo sobre detectar padrões, mas mais uma vez eu também gosto de ler os obituários – sim, eu era considerado um criança estranho. ”

– Julie, Aspie da Inglaterra

“Eu aprendi a ler as páginas de ações, quando eu estava no terceiro ano ou assim. Isso aconteceu num sábado, quando eu estava cansado de ver desenhos animados e encontrei um programa mercado de ações. Eles explicaram que é muito clara e os gráficos são muito lógico de qualquer maneira. De vez em quando eu assisti o show novamente e aprendi muito. Engraçado, porém, os adultos foram mais rápidos a tirar sarro de mim do que para ouvir os conselhos de ações. Muito ruim sobre isso, porque alguns deles realmente acabou bem, a Microsoft é um deles. Imagine comprar de volta no início dos anos 1980. ”

– William, adulto Aspie dos EUA

“Claro, nós somos bons enervante em detalhes. Por exemplo a perceber que algo está errado. Meu irmão está reformando uma casa e eu o ajudou quando eu descobrir falhas do meu ponto de vista. Eu acho que é a nossa necessidade de estrutura / simetria que nos ajuda a identificar desvios e indiretamente afetam nossas mentes.

“Eu estou preso em um interesse cavalo / corrida. Gosto de analisar uma corrida com antecedência. Para ser capaz de prever os eventos. Se você tiver calculado corretamente, você fica em êxtase. Pode ser que seja mais rápida no início, por exemplo. Este é um dos meus interesses especiais. Lê-se vencedora estatísticas, criação e pedigrees. Que cavalos funcionam melhor em quais posições etc tem armazenado na memória que este cavalo estava em melhores condições no ano passado, ao mesmo tempo. Eu não acho que é uma coincidência que eu ganhei cinco dígitos somas 4 vezes durante um período de 3 semanas. Eu estava perfeitamente claro que os cavalos tinham a maior chance de vencer. Eu já fui chamado de ‘O Professor Racing’ no trabalho por causa do meu conhecimento. Às vezes vale a pena. ”

– ‘Dumle’, do sexo masculino Aspie da Suécia

“Eu pareço ter na capacidade inata de combinar estatística e probabilidade com a intuição. E se parece que alguém está tomando uma ação que vai levá-los em uma determinada direção, então eu posso identificá-lo imediatamente com base nos dados que eu já testemunhei, acumulada e armazenada em minha mente. Há muitos exemplos da minha ‘prever’ (extrapolando) que as coisas vão acontecer e, em seguida, vê-los em realidade. ”

– Tom, Aspie dos EUA

“Eu sou bom em detectar padrões em imagens e padrões de texto, etc que existem, pode-se acrescentar.”

– ‘Peter’, adulto com AS-e ADHD-traços da Suécia

Inventividade e Criatividade

Algumas pessoas AS / HSP / TDAH é criativo, visionário e criativo.

“Eu sou muito bom em resolver problemas práticos e muitas vezes a minha solução é um pouco diferente. Eu também facilmente pensar em outras funções para as coisas do que o que eles foram inicialmente criadas para “.

– “Verbena”, Aspie feminino da Suécia

“Quando eu tinha uns 5, eu pensei que se um dispositivo que teria sido quase idêntico ao TiVo – a coisa que grava programas de tv e tira as comercials. No entanto, sendo 5, eu nunca mencionei a ninguém, e se esqueceram dele por um tempo, até que alguém mais teve a mesma idéia. ”

– Laura, Aspie

Eu tenho sido sempre cheio de idéias sobre soluções práticas de como melhorar e simplificar as coisas, desenhos ou invenções que eu gostaria de ver, etc Muitos deles tornaram-se realizado por outros alguns anos ou décadas mais tarde.

Desde criança eu sonhava em ser um inventor e imaginou um chapéu de helicóptero para fazer você voar, e um barco que poderia cortar canas debaixo d’água. Aos 25 anos eu pensei em um caso de make-up em que você poderia ficar qualquer combinação de cores que você quer e reabastecer quando a sua cor favorita se esgote. Apenas um ano mais tarde, Kanebo e ArtDeco fez quase exatamente como eu tinha imaginado. Uma escova de dentes com cabeça da escova substituível foi outra idéia que eu tinha na década de 80, que agora existe. Computadores agora funcionar como eu sonhava naquela época, e os carros finalmente olhar como eles “deveriam” (embora eles ainda correm na terra, e com gasolina .. * suspiro *).

Infelizmente, eu raramente encontrá-lo vale a pena para tentar fazer qualquer coisa das idéias que recebo. Tudo o que tenho a fazer é esperar e outra pessoa, mais cedo ou mais tarde, fazê-lo em vez …

– Ing, site de autor

OUTROS TALENTOS

“Eu sou bom em programação. Eu sou geralmente boa na maioria das coisas para fazer com os computadores. Eu tenho boa memória processual (coisas que você pode fazer, mas pode ter dificuldade em explicar), a memória semântica (memória para fatos) e “memória de som.” Eu sou bom raciocínio lógico att. Eu sou bom em vários jogos de computador (nada para se gabar talvez).

– Christoffer C, masculino Aspie da Suécia

“Eu sou bom em analisar sistematicamente vários assuntos interessantes que acontecem para tornar-se espontaneamente interessado em Ai eu sou ruim em manter o interesse e de facto a fazer algo daqueles análise. Os assuntos que eu sou melhor no aprendizado e análise estão em filosofia e psicologia. Talvez seja principalmente porque eu estou interessado neles, mas faz parte do interesse é que eu sou realmente bom para eles. ”

– ‘Peter’, adulto com AS-e ADHD-traços da Suécia

“Eu sou bom em otimizar e tornar as coisas mais eficiente. Quase sempre encontrar a maneira mais fácil de fazer as coisas, sim … quando é algo que me interessa.

“Eu sou um gênio em tricô e crochê. I pode tricotar um boné em uma noite. A camisola pode demorar um dia. Então eu posso ter que apressar um pouco. 😀

“Eu escrevi a metade de um exame casa de cinco pontos para o meu ex – e saiu para passar! Eu nunca estudei economia. . Ever “<snip longa lista de outros talentos; linguística, matemática, etc técnico>

– ‘Weasley’, Aspie feminino da Suécia

“Eu tenho boa memória de imagem, sou bom em revisão de informações, bom para a construção de computadores, bom em Inglês, fotografia, culinária, a programação CNC, desenho em AutoCad, o custo-cálculo para móveis, o que representa, a formação de meu cão, muito bom em escrever tudo os tipos de literatura, a pintura da água-cor, composição, muito bom em fazer discursos, alteração do relógio-pilhas e mais simples relógio-reparos, eu canto bem, tem imaginação muito rico e amplo conhecimento de todos os tipos de religiões “.

– Tonzon, masculino Aspie carpinteiro, escritor, artista, compositor e programador da Suécia

 

Fonte http://insideperspectives.wordpress.com/as-traits/talents/

 

 

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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