Arquivo | junho 2014

Judeus Ashkenazim e ”perversão” parte 2

 

No entanto, a sobre representação judaica em posições de liderança também se dá por causa do trabalho da comunidade em elevar os seus próprios em detrimento de outros, também chamado de nepotismo étnico. Levando-se em conta que entre os judeus ashkenazim existe uma grande presença de pessoas canhotas e ambidestras, pode-se dizer que em um comportamento ‘normal’ ou não-nepotista, os judeus provavelmente exibiriam uma muito maior variação em rendimento do que atualmente exibe, majoritariamente dentro do perfil de elite e portanto, com um maior percentual de judeus também nas classes mais baixas. Os canhotos, ao menos nas sociedades ocidentais parecem estar sobre representados, nos dois extremos das classes sociais.

O trabalho co-étnico resulta em grande descontentamento para uma crescente parcela da população hospedeira. A agressividade judaica, provavelmente baseada desde já em uma cultura fortemente competitiva (retroalimentada pela sobre presença de tipos sociopáticos e psicopáticos), torna o uso de inúmeros métodos para se alcançar o sucesso profissional, desde os legais até os ilegais, uma realidade culturalmente aceita e incentivada dentro da comunidade. O sentimento judeu de estranheza em relação à cultura e à população de acolhimento, aumenta a possibilidade de comportamento predatório e parasita dos judeus, visto que eles passam a ver os ”outros” como radicalmente diferentes e portanto, que não merecem consideração especial porque ”não são como eles”.

Observa-se um crescente comportamento tribal entre os canhotos, ao menos dentro das comunidades online específicas que lidam com a condição. Também se percebe que os canhotos, especialmente depois de se tornarem conscientes quanto à sua diferença, se tornam especialistas ansiosos na identificação de outros canhotos. Uma anedota comum entre conspiracionistas anti-sionistas é a de que os judeus são muito bons em identificar uns aos outros, mesmo quando estão no meio de uma multidão gentia. Judeus ashkenazim tem sido percebidos como sendo mais femininos do que as suas contrapartes europeias, estas observações foram uma constante nos dois séculos passados. Também acredita-se que homens canhotos, ou alguns subtipos de canhotos, tendem a ser mais femininos do que os destros, provavelmente por causa da maior incidência de homossexualidade entre os canhotos do que entre os destros como também pelo fato de que canhotos e destros tendem a ser opostos entre si, especialmente os tipos puros, onde entre os destros o homem é masculino (alto testosterona, baixo estrogênio) e a mulher é feminina (baixo testosterona, alto estrogênio) e entre os canhotos o homem é feminino (baixo testosterona) e a mulher é masculina (alto testosterona). Judeus e canhotos tendem a ser mais baixos do que europeus e destros respectivamente.

A explicação para o alto qi dos judeus ashkenazim pode ser porque durante o seu processo co-evolutivo com os europeus, somente os mais inteligentes (e com estilos cognitivos específicos) tenham sobrevivido e passado os seus genes adiante. Se os testosterona muito elevado inibe o crescimento cerebral, então presume-se que os judeus com esta característica tenham tido menos sucesso em se casar dentro da comunidade e espalhado os seus genes. No entanto, os tipos psicopáticos, excepcionalmente bons como tipos adaptativos, e que geralmente tem alto testosterona, podem ter sobrevivido mais, especialmente porque antes da era da educação universal os atributos socialmente relacionados com ”inteligência” não se baseavam em formação acadêmica mas especialmente na capacidade de responder às circunstâncias imediatistas e as de longo prazo dentro do seu meio social e dois traços são importantes para este talento, a capacidade de manipulação e de dominação. Aqueles que não tinham nenhum atributo cognitivo para o sucesso financeiro ou para a segurança social, foram assimilados pela população gentia ou por inúmeras outras possibilidades, não foram capazes de procriar. As causas do comportamento judaico derivam consistentemente de sua constituição biológica distinta, marcada pela diversidade cognitiva interna, oriunda da ”genética do autismo” ou do ”canhotismo”, onde a presença de cérebros melhor conectados e ou maiores, evoluiu paralelamente à redução da eficácia do sistema imunológico. Os judeus ashkenazim representam a tendência que a humanidade parece inevitavelmente caminhar. O aumento generalizado da inteligência está negativamente relacionado com saúde física, diga-se, verdadeira alta inteligência, que não se baseia somente em pontuações de qi. Parece haver uma constante ”briga” entre o cérebro e o resto do corpo e os judeus parecem ter escolhido o primeiro, desde os tempos pré-bíblicos.

Rostos assimétricos são comuns entre os ashkenazim. Assimetria facial se relaciona com padrões incomuns de exposição a hormônios sexuais durante o período uterino.

 

 

Em diversas pesquisas em vários países ocidentais, descobriu-se que, os estudantes com as mais altas pontuações de rendimento acadêmico (no SAT americano, segundo uma pesquisa amplamente divulgada e de grande escala de Camila Benbow, de 1986 e em pesquisas, também com grande amostragem, de Carlsson, na Islândia sobre a consistente relação entre extremo rendimento escolar e tendências para psicoses) estavam mais predispostos a exibir, justamente, os traços que os judeus ashkenazim apresentam em maior proporção do que as demais populações. No caso do estudo americano, excesso de canhotos e ambidestros, miopia e alergias. No estudo islandês, especificamente, somente a predisposição ao desenvolvimento de comportamento psicótico foi avaliado, o que ainda condiz com a ”genética do canhotismo”. Pessoas com determinada quantidade de testosterona, tanto alto quanto baixo, parecem desenvolver diferenças capacidades cognitivas, como a criatividade e excepcionalidade cognitiva.

Homens com quantidade certa de testosterona, tendem a exibir o típico comportamento masculino ”esperado” enquanto que as mulheres com a quantidade certa ou equilibrada de estrogênio tenderá, por sua vez, a também exibir o típico comportamento feminino. Mulheres com alto testosterona, tenderão a ser menos femininas e poderão ter como vantagem, habilidades cognitivas ”tipicamente masculinas”. Homens com baixo testosterona, tenderão a ser mais femininos e poderão exibir habilidades cognitivas femininas.

Esta variação de subtipos de gêneros contribui imensamente para a diversidade de comportamentos, culturas e indivíduos entre os seres humanos. Excesso de testosterona inibe o desenvolvimento cerebral e pode reduzir qi. Excesso de testosterona e estrogênio pode provocar autismo, uma condição onde claramente se nota a presença de duas excepcionalidades, a contextual deficiência social, extremas habilidades cognitivas como excelente memória fotográfica e sistema imunológico fraco. Seres humanos ”normais” seriam aqueles com equilibrada proporção de ambos os hormônios sexuais. Seres humanos excepcionais seriam aqueles com ”desequilíbrio” dos mesmos, resultando em aleatoriedade genética.

Este trabalho visou demonstrar resumidamente a relação entre a sobre representação de pessoas canhotas dentro da população ashkenazim como um fator chave para explicar praticamente todas as suas características psicológicas, cultural comportamentais e cognitivas. Por meio da sobreposição da incidência de comportamentos culturais idênticos, estes ocasionados por uma diversidade de condições biológicas, pode-se demonstrar que a sobre representação de pessoas canhotas entre os ashkenazim, talvez o dobro do esperado para uma típica população caucasiana, é a responsável pelas características amplamente conhecidas que estão presentes neste grupo, inteligência com perfil assimétrico, grande tendência para o
de transtornos mentais, condições cognitivas excepcionais desordens auto imunes e comportamentos desviantes.

Judeus ashkenazim vêem o mundo de maneira diferente em relação aos outros, são marcados por ”fraqueza física” combinada com excepcionalidade cognitivas como qi verbal mais elevado e portfólios incomuns de estilo cognitivo. A presença da genética mutante que resulta na maior presença de canhotos e suas consequências tem um efeito potencializador da percepção coletiva dos judeus como sendo diferentes das demais populações. Em outras palavras, a genética do canhotismo aumenta consideravelmente a tendência tribalista da população ashkenazim, até mesmo porque as consequências sócio-culturais desta situação tendem a provocar grandes choques de mesma natureza. A sobre representação judaica em comportamentos socialmente
desviantes é um dos principais fatores de risco para a relação destes com as populações hospedeiras. Os demais fatores são provocados especialmente pelos próprios judeus e por suas naturezas biológicas radicalmente diferentes. Ao menos até o final do século XX, eles tendiam a se casar dentro da comunidade, onde a presença de genes mutantes e portanto diferenciadores, aumentavam o ”sentimento anti-topofílico” judeu em relação ao país em que estão.
A elevada inteligência assimétrica e específicos atributos psicológicos, todos eles oriundos da genética internamente variável dos judeus (”genética do canhotismo”) contribui para a aglomeração deles em profissões de elite. Qi verbal relaciona-se à cientistas, professores, pessoas da mídia e políticos. Qi matemático relaciona-se especialmente às áreas de finanças. Esta especialização combinada com traços psicológicos extremos, variação de subtipos, dinâmica ‘inconsciente” de divisão de
trabalho da comunidade em relação à sociedade gentia que visa distribuir o subtipo mais condizente com a função (subtipos sociopatas em profissões dentro da política, subtipos criativos na mídia).
Se acredita-se que haja uma grande presença de genes que predispõe à lateralização ao menos na população caucasiana, acontece exatamente como no caso da distribuição da genética dos ruivos na população britânica, onde uma pequena parcela da mesma (em torno de 6% dos brancos) exibe a expressão do fenótipo enquanto que até 50% da população exibe um par dos genes recessivos que predispõe ao fenótipo. Se 10% da população branca americana por ex, é canhota, pode-se estimar que ao menos 30% poderia ter um par de genes que predispõe à expressão do fenótipo. Se 16-20% dos judeus ashkenazim são canhotos, então poderíamos esperar que entre 50 e 60% dos mesmos teriam um par dos genes recessivos.
Em outras palavras, a distribuição dos traços do canhotismo, podem ser mais abrangentes entre judeus ashkenazim do que entre outras populações humanas. Sabe-se que em áreas de grande concentração de canhotos e ambidestros como profissões criativas, os componentes destros presentes nestes grupos tenderão a ser mais parecidos fenotipicamente com os canhotos e ambidestros do que com outros destros.

Judeus ashkenazim e perversão, a biologia explica parte 1

lefties - Daniel Bar-On - December 14 2010

10% de cadeiras para canhotos na universidade não será suficiente em Israel

 

A história judaica é marcada por ”perseguições”, de injustas à justificáveis, conflitos, massacres e competição feroz com as populações hospedeiras. Provavelmente não existe um povo ou uma comunidade étnico-relacionada que tenha tido um passado similar. Talvez os ciganos e atualmente a população negra, possam se candidatar a este cargo. No entanto, as diferenças entre os judeus e as duas populações são tão grandes quanto as diferenças entre os primeiros e as populações brancas gentias.

Os judeus definitivamente não podem ser entendidos como uma população normal segundo as normas universalmente concebidas, se partindo da ideia de que a cultura e o comportamento coletivo das populações humanas derivam tanto de suas condições genética predominantes e subtipos quanto de suas eventuais respostas adaptativas ao ambiente em que se inserem e mediante o enorme e milenar corpo de evidências que corroboram para as diferentes intervenções contextuais dos judeus em todos os ambientes em que se fixaram.
Para um crescente número de brancos nacionalistas, conspiracionistas natos e esquizotípicos, pró-Palestina, dentre todos os grupos divergentes da ordem judaica contemporânea, o comportamento coletivo poderoso que os judeus tem infringido às sociedades ocidentais é baseado na estratégia evolutiva de grupo, onde a confusão, divisão e ‘lavagem’ cerebral’ direcionados às populações hospedeiras são as características mais fundamentais desta estratégia de longo prazo. Supostamente, eles partem da ideia de que os judeus impõe comportamentos corrosivos ou mal adaptados às outras populações mas não a eles mesmos.
No entanto, uma série de evidências advindas da genética, da biologia e da psicologia, começam a nos mostrar um cenário um pouco mais complexo e pouco mais favorável aos próprios judeus. A ideia de que os comportamentos mal adaptativos que os judeus impõe aos gentios quando conquistam o poder, não é baseada somente na estratégia de competição do grupo, mas também na tentativa de transformar e adequar o mundo gentio aos traços, comuns aos próprios judeus.
Como exemplo, os judeus impõe a ideia de inexistência da normalidade, não somente baseando-se na confusão das populações gentias e seu posterior enfraquecimento, mas também visando tornar o mundo gentio um lugar mais agradável a uma estatisticamente importante parte da própria população judaica.
Os judeus utilizam da estratégia de dois coelhos em uma só cajadada. Além de enfraquecerem os gentios expondo-os à comportamentos culturalmente não-adaptativos eles também, paralelamente, remodelam as sociedades ocidentais às suas próprias necessidades epigenéticas.
Como resultado temos por exemplo, quando os judeus reforçam a propaganda positiva e convidativa ao homossexualismo, porque o mesmo induz a comportamentos que reduzem consideravelmente as chances individuais de reprodução. Uma população com grande proporção de homossexuais tenderá a diminuir consideravelmente a sua fecundidade. Isto não acontece com os judeus, apesar da sobre-presença de homossexuais entre eles, eles desenvolveram  uma cultura secretamente tolerante a comportamentos desviantes além da pressão seletiva ao longo de gerações, que produziu uma população mais esperta em manter distintas personalidades e gostos em diferentes contextos sociais. Temos os inúmeros casos de rabinos que demonstram predileções sexuais por efebos mas que enquanto como pessoas públicas mantém suas individualmente respectivas ”máscaras de sanidade” intactas. Por razões de pressão social, os rabinos são forçados  se casarem e a produzir proles numerosas. Levando-se em conta que eles  e suas famílias funcionam mais como repositório demográfico da raça, visto que os judeus seculares costumam ter baixas taxas de fecundidade, pode-se dizer que o percentual consideravelmente mais alto de homossexuais entre eles se dá justamente por causa deste mecanismo de reposição. Os próprios judeus seculares, intimamente derivados do núcleo religioso judaico, por sua vez, exibem exatamente os mesmos comportamentos desviantes de rabinos que muitas vezes escapam para vida pública. Ou seja, os seculares que são filhos do núcleo eclesiástico judeu, nada mais são do que a representação do comportamento e perfil cognitivo encontrado no núcleo de reposição demográfica.
A sobreposição dos genes dos rabinos e suas famílias em relação às populações judaicas, e especialmente ao ashkenazim, pode contribuir para explicar as altas pontuações de qi verbal entre eles, visto que os clericais e os homossexuais costumam exibir grandes e sofisticados vocabulários.
O comportamento homossexual , assim como todo comportamento humano, exibe um espectro onde ocorre a distribuição e frequência de traços relacionados. Por exemplo, o traço abertura para experiência, relaciona-se com o homossexualismo. As pessoas que são mais predispostas a serem curiosas, por lógica, estão mais próximas de se engajarem em comportamentos novos ou minoritários como o homossexual ou similar. Portanto, se temos o dobro de homossexuais entre os judeus, em comparação às populações ocidentais, então teremos uma maior presença de genes heterozigotos que predispõe à tendência no engajamento sexual anormativo ou recreativo.
Entre a população liberal americana, ao menos entre os brancos americanos, certos genes que parecem estar relacionados ao traço ”abertura para experiência” e concomitantemente à comportamentos sexuais não-heterossexuais clássicos, estão presentes em metade da população liberal masculina que se declarou como heterossexual mas que já teve ao menos um parceiro do mesmo sexo de acordo com uma pesquisa. Parece haver uma relação simbiótica entre homossexualismo e liberalismo.
As populações bio-neurologicamente predispostas ao comportamento liberal e às crenças dogmáticas de mesma natureza, seriam como primos fenótipo-culturais dos judeus, mediante os diversos traços semelhantes em suas genéticas e em suas culturas. Os judeus por sua vez seriam a população geneticamente ”liberal” mais adaptada, onde vê-se claramente a presença de uma dinâmica interna de grupo que mantém o equilíbrio reprodutivo e cultural deles.
Biologia
Judeus, especialmente os ashkenazim, apresentam diversos traços biológicos discrepantes, especialmente em relação à norma europeia, mas também em relação à maioria das demais populações. Provavelmente a fonte fundamental que gera essa discrepância pode ser encontrada na sobrepresença de judeus canhotos. A norma humana na distribuição da lateralidade é a do predomínio da população destra sobre a canhota, numa escala de 9 para 1.  Entre os judeus europeus, estima-se que o percentual de canhotos seja o dobro em relação às populações gentias especialmente as europeias e as asiáticas.
Ser canhoto e mão-mista está relacionado à vários traços que são encontrados em judeus
– maior incidência de doenças auto imunes
– maior incidência de comportamentos culturalmente desviantes
– canhotos tendem, especialmente a partir do momento em que estão conscientes de sua condição rara, de buscar e identificar outros canhotos
– por razões ainda pouco conhecidas, canhotos tendem a fazer amizades com outros canhotos
– canhotos se sentem fundamentalmente diferentes da população destra majoritária
– por causa da maior incidência de transtornos mentais, os canhotos não afetados, por lógica, podem ser mais afetados por traços destas condições extremas, portanto, estarem mais predispostos a terem uma constelação de traços derivados destas condições
– canhotos parecem estar sobre representados em profissões que exigem tanto elevada criatividade como elevada inteligência
– canhotos estão sobre representados no esporte, pela óbvio efeito surpresa de ser uma minoria, mas também por causa de determinados traços especiais e incomuns que os tornam mais aptos para o sucesso
– os principais líderes modernos das principais potências ocidentais, são compostas por canhotos (e de judeus e muitos destes judeus são canhotos)
– a diferença de condição e determinados traços derivados de certos transtornos mentais como personalidade narcisista, torna os canhotos mais predispostos ao duplo sentimento de alta consciência, tanto de se sentirem diferente dos outros por causa de sua condição, quanto por terem sentimentos exacerbados com relação a si mesmo
– uma pesquisa na Islândia, um país reconhecido como um santuário biológico humano, por causa de sua dupla condição excepcional para a pesquisa genética, como uma ilha geograficamente afastada de qualquer área densamente povoada e por ter uma população pequena e geneticamente homogênea, encontrou relação entre extrema habilidade matemática e tendência para a psicose
Judeus ashkenazim tendem a sofrer com transtorno pós traumático, condição também mais comum entre canhotos do que entre destros
– Canhotos veem o mundo de uma maneira diferente dos destros (a maioria) onde por ex, o lado esquerdo é sempre relacionado com algo bom, o inverso da percepção destra, judeus também parecem ver o mundo tal como do lado inverso do espelho se comparado à maior parte das populações humanas
– Canhotos tendem a ficar mais irritadiços do que os destros e consequentemente mais verbalmente críticos, judeus ashkenazim tendem a exibir o mesmo comportamento, especialmente quando estão visando o desmoronamento cultural de alguma sociedade ocidental conservadora, o que parece sugerir que a irritação judia, relaciona-se mais à condição cultural contextual específica do que somente à tendência para a mesma

Canhotos, segundo vários estudos na França exibem maiores variações nas taxas de testosterona tanto para homens quanto para mulheres (desde os atletas até outliers, nerds e gays), de brigas e conflitos de natureza física, estão bem mais engajados em ”comportamento liberal” e estão sobre presentados em nichos artísticos, esportivos além de ganharem mais do que os destros. Resultado de diferença positiva de renda parecido foi encontrado no distante Uzbequistão, demonstrando que a biologia canhota e mão mista e suas correlações parecem ser de uma natureza universal. Nos EUA, resultados turvos sobre canhotos foram encontrados com relação à renda. Neste país, ao menos em relação à população nascida em um ano específico  da década de 60, somente os homens canhotos com educação superior tiveram ganhos consideravelmente maiores do que seus pares destros enquanto no geral os canhotos ganharam menos que os destros.

População ashkenazim tem elevada presença do espectro do autismo, se comparada à outras populações. Um dos traços encontrados em mães progenitoras de filhos autistas foi a elevada presença de testosterona. Se os judeus tem elevada proporção de autistas em sua população, assim como canhotos e ambidestros, isto parece sugerir que os judeus e especialmente as mulheres judias também teriam mais  testosterona, justificando justamente a sobre-presença de autistas
– Maior incidência do hormônio testosterona pode indicar menor ”empatia”, não existem estudos claros sobre estas relações com canhotismo, mas parece que por várias razões tanto para predisposição genética quanto pelo ambiente, muitos canhotos tendem ”a se tornar” introvertidos, o que necessariamente não implica em falta de empatia. Foi descoberto por Faurie e tal que os canhotos tendem a prosperar em sociedades violentas, ao menos entre caçadores coletores.  Não é só entre humanos que o canhotismo parece relacionar-se à agressividade, mas também no reino animal, onde por ex, os cachorros canhotos foram relatados para serem mais agressivos com estranhos. Macacos canhotos também demonstraram menor submissão provavelmente consequente de sua maior agressividade. A xenofobia intra grupal dos judeus poderia correlacionar-se com a agressividade de cachorros canhotos com estranhos e a tendência para a dominação dos mesmos poderia relacionar-se com os macacos canhotos. No mais, o testosterona relacionado ao sexo masculino, tende a reduzir a empatia, fato facilmente notado nas diferenças de comportamento entre homens e mulheres.
Homens são muito mais representados na criminalidade do que as mulheres, no entanto, também estão sobre representados entre os gênios, que demonstra tanto as vantagens quanto as desvantagens do hormônio masculino. Tanto o gênio quanto o criminoso, são relatados pra serem pouco empáticos e a terem elevado psicoticismo. Ashkenazim segundo a visão redneck, seriam menos empáticos, especialmente quando estes se engajam em programas amplos de ‘desestabilização social’ e posterior redução demográfica das populações brancas dos países ocidentais. (É, parece que eles tem razão,;) ).  No entanto, a realidade pode ser mais complexa. Enquanto muitos judeus com traços psicopáticos, podem empurrar conscientemente agendas nocivas às populações hóspedes, muitos outros podem simplesmente participar destas mudanças porque estas se encaixam perfeitamente às suas biologias comportamentais, assim como para uma boa parte da população branca também o faz. Brancos são projetados para aderir à comportamentos antropomórficos e anti-naturais, a evolução humana parece caminhar inexoravelmente contra a evolução natural, universalmente presente entre as espécies não-humanas
– Surpreendentemente ou não, os canhotos e especialmente os ambidestros parecem se sair pior do que os destros durante os anos de escola. Uma série de possíveis explicações podem ser pensadas como amadurecimento maturacional mais lento e prolongado entre eles, ou diferenças de estilo cognitivo, levando-se em conta que mais de 20% dos canhotos são ”cérebro-direito” (contra 5% dos destros) e a maioria deles exibem cérebros mais simétricos que a população destra. As diferenças de estilo de aprendizagem podem resultar em resultados mais pobres na escola. Outra possibilidade pode ser a maior presença de canhotos com inteligência assimétrica, resultando em estilos de aprendizagem únicos e portanto com demandas individualizadas. Não é de se estranhar que judeus ashkenazim também partilhem de tipos de inteligência assimétrica, com elevada pontuação nos componentes verbais e matemáticos e baixos no componente espacial. Os indivíduos que são canhotos e ou ambidestros parecem estar mais inclinados a exibirem portfólios cognitivos assimétricos e portanto com a presença tanto de talentos natos como de deficiências resultando em demandas mais específicas de atuação profissional. Isto pode resultar tanto em performances fracas na escola como em dificuldades para encontrar empregos.
 O sucesso ashkenazim no meio acadêmico pode ser resultado de uma cultura de extrema dedicação à educação ou de habilidades inatas entre eles, selecionadas ao longo de gerações ou a combinação destes dois fatores com o nepotismo étnico, que pode super inflar as estatísticas. Talvez, sem a ajuda extra que parte de dentro da comunidade, muitos judeus não estariam nas posições em que estão ou conquistaram, como o flagrante exemplo da ”arte abstrata”, um termo grande que engloba desde alguns artistas originais até bizarrices sem fundamento algum e muitos nomes judeus se destacaram neste último ”segmento”. Ainda assim continuariam sobrepresentados em profissões que exigem elevada inteligência e criatividade. Ashkenazim é muito provável de terem selecionado algum subtipo específico resultando em seu portfólio cognitivo assimétrico derivado da ”genética do canhotismo”. Eles também são mais internamente variáveis, o excesso de genes heterozigotos podem ser explicados, tanto pelo resultado de séculos de assimilações de populações de diferentes localidades geográficas, quanto da natural diversidade gerada pela sobre presença da ‘genética do canhotismo” .
– Judeus ashkenazim tendem a apresentar abordagens abstratas de pensamento diferentes das populações gentias conservadoras, enfatizando traços como cultura, ”nurture” (não há tradução literal para o português, algo como ”cuidar”) e de natureza auto- centrada (baseando-se nas próprias experiências pessoais, percepções e construções de pensamentos e ideias ou seja, partindo da própria experiência em relação ao ambiente e não no julgamento neutro de confluências sistêmicas de comportamento por meio de estatísticas duras). Muitos outros judeus no entanto, podem também usar de suas capacidades alargadas para a manipulação , seja para o sucesso evolutivo de sua comunidade, seja pelo seu próprio sucesso individual, e trabalharem desonestamente sobre as suas percepções aparentes e super estimadas mediante as suas posições de poder e importância, visando confundir o público gentio. Muitos canhotos, devido às suas duas vezes excepcional percepção de individualidade e diferença para com a paisagem, também tendem a interpretar os eventos mediante às suas próprias percepções, tendendo (podendo) a desprezar o empirismo científico e partindo de considerações pessoais-intuitivas.
– A maioria das mutações ashkenazim parecem ser o resultado da ênfase seletiva desta população sobre portfólios cognitivos e psicológicos relacionados à capacidade de sobrevivência em um ambiente hostil e altamente competitivo (os judeus como uma população estrangeira altamente inteligente e portanto, sempre à procura pelos melhores empregos e ou por ganhos monetários altos), como resultado, pode-se dizer que os judeus tem selecionado traços visando  a excepcionalidade cognitiva, capacidade de manipulação e multitarefa (capacidade de responder rápido e eficazmente a diferentes contextos reativos, oriundos do seu crescente sucesso nas sociedades) e ‘agressividade’ ou que pode ser também entendido como ”constante de estado de vigília ou paranoia”. Todos eles relacionam-se à presença de genes complexos (de natureza epigenética, que visam a interação com o ambiente para o seu desenvolvimento específico, uma habilidade inata porém hiper sensível, reativa e potencial ao ambiente), estes genes que estão presentes no ”reservatório” da diversidade humana, ou seja, a ”genética do canhotismo”.
Canhotos parecem ter maiores habilidades para o pensamento divergente, um componente importante para a criatividade e consequentemente estariam mais aptos para forjar pensamentos complexos. Judeus ashkenazim também parecem muito bons para as mesmas funções. No entanto, o que é entendido como pensar diferente ou fora da caixa pode na verdade significar para uma importante parte das duas populações, somente a manifestação cultural de suas predisposições genéticas. Mesmo que o liberalismo seja predominante entre judeus e canhotos, eu tenho o palpite forte de que haverão minorias de ”mentes livres” significativas nos dois grupos, proporcionalmente falando, do que em comparação a outros grupos. Pensar criativo ou incomum não necessariamente significaria pensar radicalmente contra, mas somente dentro de um limite espectral recorrente de ideias e pensamentos encabeçadas por um núcleo de semelhança e concordância, portanto, algumas pessoas pensam fora da caixa, mas somente até um determinado limite de tolerância cultural-pessoal.
Judeus e canhotos parecem ter memórias  fotográficas muito acima da funcionalidade, que pode ser explicado tanto pela sobre-presença de autistas, particularmente bons no mesmo componente, como pela distribuição aleatória vantajosa deste traço, oriundo da ”genética do autismo”, sobre os parentes mais próximos.
Os judeus não são realmente uma raça, mas a manifestação de uma identidade cultural epigeneticamente divergente.
Em resumo, eles estão a modificar consideravelmente a percepção ocidental em relação ao ”espectro do homossexualismo”, visando ”matar dois coelhos em uma só cajadada”, confundir, dividir e enfraquecer as populações gentias, sob os mais diversos aspectos, cultural, genético, demográfico e tornar suas ”estadias” nessas sociedades, suas verdadeiras casas, tornando o seu próprio estilo bio-cultural de vida, o estilo fixo, reinante e aceitável nas mesmas sociedades. (PS.: o blogueiro aqui não tem peninha dos conservadores… quero mais que ”liberais” e conservadores se lixem e tenho dito)

Judeus e canhotos estão sobre-representados em comportamento sexuais desviantes como homossexualismo, bissexualismo, pedofilia, incesto. Uma série de múltiplas explicações são necessárias para o entendimento da presença destes comportamentos mal adaptativos, mas pode-se dizer que todos eles tem uma natureza genética e portanto são parcial a predominantemente hereditários.

Se o comportamento ”é” predominantemente hereditário então sabemos que condições genéticas anteriores são necessárias para a sua manifestação. Genes complexos necessitam da combinação perfeita de genética e ambiente para a sua manifestação. O ”ambiente” muitas vezes será de caráter orgânico, como comportamento pouco saudáveis de mães grávidas, poluição ou vacinas. A ausência desta complexidade genética, também pode resultar na manifestação da combinação destes genes complexos, visto que parece que algumas condições pré mórbidas como vício do cigarro durante a gravidez podem desencadear a emulação epigenética de uma predisposição genética ou piorá-la. Acredita-se por exemplo que as vacinas possam provocar esta emulação epigenética (autismo genético- excesso de testosterona materno, autismo por razões ambientais= reação auto imune. ambos relacionam-se mediante as suas naturezas ‘excessivas’) resultando, quase sempre em autismo clássico ao invés de ”síndrome” de asperger ou somente introversão.
Se os judeus ashkenazim são sobre-representados entre os ”desvios” normativos sexuais, então, isto quer indicar primeiro, que eles apresentam predisposições genéticas e orgânicas (maior fraqueza do sistema auto imune por ex) para as suas manifestações, bem como que, a partir do momento em que ganharão poder nas sociedades em que estão, tenderão a desenvolver projetos culturais divergentes e agressivos visando a mudança de paradigma das mesmas, antes, predominantemente negativas.
A hiper sensibilidade judaica ao ambiente, condiz perfeitamente à ideia de evolução antropomórfica, onde a resistência física e orgânica às intempéries ambientais, resultado direto da seleção natural, é substituída justamente justamente pela complexidade mental.

 
 
Por que os judeus querem mudar o mundo??
 
Sendo os judeus, uma das únicas populações humanas que tem bebido diretamente da ”fonte da excepcionalidade humana”, justamente àquela que tende a resultar na criatividade, genialidade, bem como também em diversos problemas de saúde, acredito que eles também tenham em todos estes séculos de história, demonstrado claramente sucessivas manifestações por meio de seu comportamento coletivo, resultado direto deste tipo radical de eugenia.  Todos os traços judaicos parecem correlacionar-se com os traços, encontrados em maior número entre populações canhotas e ambidestras. Personalidades extremas como a esquizofrenia, por ex, estão sobre representadas em ambas as populações. Presume-se por lógica que os parentes de esquizofrênicos também compartilhem com metade destes genes, resultando em condições, muitas vezes especiais como a esquizotípia, que parece estar intimamente ligada à criatividade. A condição esquizo-espectral combinada com elevada inteligência, tem grandes chances de resultar em genialidade, como já parece ter sido notado na Islândia, que relatei no início do texto. Em uma pesquisa sueca, com alto grau de amostragem, notou-se uma sobre representação de pessoas com transtorno bipolar entre as maiores pontuações de qi verbal. Também existe uma maior presença deste transtorno nas duas populações, partindo do pressuposto que, todos os transtornos mentais derivam de uma única fonte.
Sabemos que as pessoas extremamente inteligentes e  criativas, ou seja, os gênios, tendem a exibir elevado psicoticismo, juntamente com uma ânsia incômoda que visa mudar integralmente o mundo ao seu redor. Quando em posição de destaque ou poder, os gênios em sua grande maioria, fazem isso.
Não que todos os judeus sejam geniais, mas que, os mesmos tendem a ter uma grande presença de tipos pré-geniais e geniais dentro de sua população (pré-geniais como ”aspergers de alto funcionamento e geniais como schizo-condicionados de alto a extremamente alto qi). Se a genialidade deriva diretamente dos ”transtornos mentais”, então poderíamos interpretar a personalidade de um típico judeu ashkenazim mediano, como bem mais próxima da genialidade do que por ex, de um polonês médio, descendente principalmente de populações agrícolas. O judeu, como um ser essencialmente urbano e discrepante sob todos os aspectos, em relação as demais populações, desenvolve uma série de ansiedades relacionados à essa inadequação natural, alargadas por suas naturezas hiper sensíveis (epigenéticas).
Se podemos esperar que 1% da população branca pertença à categoria de gênio alto qi, entre os judeus poderíamos pensar no dobro deste percentual. Se 1-3% dos brancos são autistas e predominantemente, autistas de alto funcionamento e aspies, entre os judeus ashkenazim poderíamos chutar um valor também, multiplicado por 2. Se muitas pessoas beneficiam-se diretamente por terem irmãos esquizofrênicos ou com asperger, então poderíamos pensar em uma proporção também elevada deles entre os judeus. Se podemos imaginar que 20% da população caucasiana seja de introvertidos, e ”altamente sensíveis”, então poderíamos pensar entre 30-40% de judeus altamente sensíveis. Mas talvez, a ênfase judaica de gerações no lido com interações sociais, fator que explica suas inteligências verbais elevadas, pode ter resultado em um tipo diferente de ”altamente sensível”, mais extrovertido e mais embebido por traços sociopáticos como capacidade de manipulação, substituindo a ingenuidade presente em muitas pessoas, da raça branca, que são criativas e introvertidas. Isto não quer dizer que não existam judeus ”inocentes”, mas mediante os contextos sócio-evolutivos em que estão emergidos, este  tipo com certeza que não teve condições para prosperar demograficamente.
O que tudo isto indica em letras garrafais é que os judeus não só se sentem inadequados em sociedades cristãs ocidentais, eles são geneticamente divergentes e combinado com traços como neuroticismo (também presente em muitos judeus, a quintessência do estereótipo judeu no Ocidente) e agressividade (de natureza sofisticada), muito provavelmente resultaram em todos os conflitos históricos que os judeus tem provocado e sofrido. A natureza excepcionalmente radical dos judeus funciona como um coquetel molotov.
Psicopatia e transtornos anti sociais
A visão geral que uma parte crescente da população gentia ocidental tem sobre os judeus é que ”todos” eles ou a maioria são de natureza psicopática. Muitos poderão denominá-los como sociopatas de alto funcionamento. Até onde isto é uma verdade é difícil dizer, porque existem muitos poucos estudos sobre isso, além da péssima atmosfera política presente nas universidades, criada pelos próprios. Mas pode ser improvável que seja a realidade, porque vê-se uma enorme colaboração intra-grupal dentro das comunidades judaicas, que sugere que estes traços não poderiam ter sido super selecionados, visto que resultariam em diversos problemas dentro da própria comunidade. A personalidade psicopática, artificialmente complicada pela baixa inteligência média, nas populações negras, mostra claramente que esta trabalha contra a coesão de grupo, visto que pessoas diretamente relacionadas a ela, tendem a desenvolver comportamentos nocivos e contrários à colaboração, o que tornaria impossível a ”colmeia intelectual’ judaica.
De fato existem muitos judeus que podem se encaixar dentro da categoria dos ”dark traits”, mas não se engajam em comportamentos destrutivos. Eles são simplesmente ”weird” em comparação à norma e tendem a desenvolver um tipo de cultura lunar, baseada na escuridão, uso de roupas pretas e ideações sobre morte e ódio. Mas muitos brancos também são assim e nem por isso são psicopatas. No entanto, se os judeus ashkenazim tem selecionado traços diretamente relacionados à ”diversidade genética (ou epigenética) humana” ou à ”genética do canhotismo”, é de se imaginar que elementos psicopatas e sociopatas estejam  sobre-representados na comunidade. Parece que um número elevado de serial killers americanos são ou eram de origem judaica. Muitos deles também são ou eram canhotos. O caso do massacre de Columbine parece demonstrar essa íntima e bizarra relação entre judeus, canhotos e psicopatas ou sociopatas, onde os perpetradores da tragédia eram os três, além de serem homossexuais. Também parece haver uma correlação forte com este componente. Algumas pessoas podem funcionar como armas biológicas fortemente sensíveis à gatilhos ambientais, aka, sociopatia.
A agressividade relaciona-se com estes ”dark traits”, mostrando que a subida judaica nas sociedades hóspedes muitas vezes dependerá da atuação de tipos sociopáticos, o que explica o aumento da dissonância crescente da judiaria organizada com a lógica e o ódio, também crescente dos gentios.
Outras correlações, genéticas, entre judeus europeus ou ashkenazim e canhotos são
maior incidência dos genes (BRCA 1 e 2) que predispõe ao câncer de mama
 de diabetes

Livre arbítrio e a patologização necessária da violência

Ser ou não ser, eis a questão!    Não é tão simples assim Shake

 

Acabei de ler uma reportagem em uma revista, que não vou falar o nome, onde os argumentos sobre o tratamento mais humano para criminosos, me pareceu, pela primeira vez, menos absurdo e grotesco do que em leituras anteriores sobre o assunto. Basicamente, a reportagem diz aquilo que tem sido discutido já há um tempo entre os círculos da filosofia e também dentro da comunidade Hbd, a inexistência do livre arbítrio. Ainda é cedo e extremista dizer categoricamente que não existe livre arbítrio. Inclusive eu escrevi um texto falando um pouco sobre isso.

O principal problema desta afirmativa se baseia em, onde os seus apoiadores centralizaram as suas convicções para chegar a esta conclusão. E eu sei onde foi, no conceito ou etiologia da expressão LIVRE ARBÍTRIO. O termo livre aqui, parece ter  um impacto significativo nas mentes analítico-dualistas. De fato, nós ”não somos livres”, mas o mundo não é este preto e branco, este monocromático que estes pensadores estão a imaginar. Como eu disse algumas vezes e vou sempre repetir, TUDO é um espectro. E não poderia deixar de ser diferente no caso da liberdade. Portanto, existem aqueles que não são livres e existem aqueles que são ”completamente” livres e  também existem vários graus de liberdade e de escravidão.

A maioria dos seres humanos não são totalmente livres, mas também não são totalmente cativos. No entanto, o livre arbítrio para boa parte deles é consideravelmente menor e menos influente do que aquilo que imaginávamos. Até mesmo as mentes mais potentes da espécie não são totalmente livres. A ideia de ser totalmente livre existe enquanto abstração espectral, como simbologia dos extremos da liberdade e da escravidão, mas na realidade ela não existe para nós.

Ainda não é possível apesar de tudo, dizer que somos completamente escravos de nossa biologia, se ela é basicamente aquilo que nós somos. Nós não podemos ser escravos de nós mesmos. No entanto, é fácil para um Santoculto, acima do bem e do mal, ficar filosofando enquanto para uma parte importante das pessoas, o mundo não é esta maravilha ou este céu.

Se eu fui biologicamente ”predestinado” para gostar de debater, gostar de ideias novas e inovadoras, de ser mais pacífico, mas também de ser mais ansioso, hiperativo e consciente, então ”eu não tive domínio” para desejar aquilo que eu gostaria de ser,  e seria ainda pior se  tivesse muitas reivindicações. Eu não posso voar e seria ótimo se pudesse. Este é só um exemplo de nossas limitações. Para mim o mundo não é tão ruim. Com as minhas capacidades eu posso ir longe, como também posso ficar onde estou. Eu tenho desafios a cumprir que se relacionam com as minhas fraquezas, mas no final das contas, o mundo não é tão ruim pra mim, apesar de ”odiá-lo” (que Deus não meu ouça).

Isso não é verdade para alguém que foi biologicamente ”predestinado” para ser violento. Assim como eu não participei da reunião divina que decidiu como eu seria, o sujeito violento e potencialmente perigoso para a sociedade, também não decidiu ser aquilo que é.

Nós nascemos de uma maneira da qual  não tivemos escolha de como poderíamos ter nascido e mediante os limões que nos foram presenteados, fazemos as nossas limonadas.

A ideia da moralidade se relaciona intrinsecamente com a ideia de escolha E de livre arbítrio. O sujeito que mata ou rouba, mediante uma análise moralista, decidiu assim fazer mediante as circunstâncias que lhes foram colocadas. No entanto, nós não somos uma folha de papel em branco, em que alguns escreverão poesias com caligrafia de professora de português e outros farão rabiscos que lembram letras.

A nossa história já está pronta antes de nascermos e quando saímos do útero de nossas mães nós somente a praticamos. A teoria do que somos vem do útero e da combinação genética dos nossos pais. A prática é a vida.  O (nosso) universo quando era menor que uma cabeça de alfinete, já tinha toda a sua história pronta e extremamente concentrada. A partir do momento em que ”ele” passou a se expandir, essa história passou a ser  desenrolada como se fosse um pergaminho.

Nossas vidas são como se fossem pergaminhos, para alguns eles serão menores e com buracos ou rasgos. Para outros eles serão maiores e perfeitos. Nós não somos determinados pelo tempo, que se expande de maneira relativamente aleatória. O que somos não é modificado, mas as nossas interações podem ter um impacto sobre nós, não no sentido de mudança de nossas essências, mas no sentido de mudança de nossas respostas, a fonte de energia, de propagação de nossas vidas, continuará na maioria das vezes a serem as mesmas. Uma pessoa boa e consciente que ao matar alguém em uma situação de altíssimo risco, não se tornará má por isso, sua essência continuará a ser a mesma, mas a sua resposta terá sido radicalmente modificada  para fora do seu padrão habitual.

Portanto, os criminosos não tem culpa daquilo que fazem da mesma maneira que eu não tenho culpa de ser mal humorado. O rio não tem culpa de ser caudaloso e a árvore não tem culpa de ser grande.

No entanto, apesar de aceitar que a moralidade em um mundo hiper realista não existe, é impossível pra mim passar mais a mão na cabeça do criminoso do que na vítima. A vítima com certeza que será a pessoa mais prejudicada de toda essa história, porque ela será prejudicada duas vezes visto que não terá culpa da natureza do criminoso  (que por sua vez não tem culpa) e de como ele responde às circunstâncias e também não terá culpa de não ter tido a capacidade para se defender.

Como resultado, é tecnicamente impossível, não somente pra mim, mas em e para um mundo hiper realista, que a interpretação de uma situação como esta tenha somente uma vítima e que esta tenha de merecer as maiores considerações do que a outra. Os socialistas veem o criminoso como a vítima enquanto que o conservador vê aquele sofreu a ação criminosa como a vítima.

O criminoso é vítima das circunstâncias segundo um socialista xiita mais próximo de você enquanto que para um conservador, o sujeito que sofreu a ação criminosa é vítima das atitudes erradas do criminoso.

Mas na realidade, ambos são vítimas tanto das circunstâncias quanto de suas predisposições. É a cadeia alimentar que também funciona na natureza.

 

Patologização oficial da violência

 

Os critérios para o diagnóstico de ”doença mental” segundo as associações psiquiátricas ao redor do mundo, tendem a enfatizar a forma secundária de supostas desordens, que em condições contextuais subjetivas de nossa modernidade, apresentam-se como mal adaptativas. No entanto, é indiscutível que a pior e mais objetiva de todas as desordens humanas é a violência. A violência assim como a criatividade, até poderia ser entendida como o resultado de uma ação ou de muitas ações, porém, na verdade,  ela se consiste em uma predisposição genética, tal como a criatividade.

O processo de patologização oficial da violência, ou seja o processo de identificação clínica da mesma como uma doença mental ou um transtorno, é o primeiro e mais significativo passo  da humanidade , visando a melhoria objetiva das relações sociais.

A partir do momento em que a violência for identificada como um transtorno hereditário, medidas humanitárias deverão ser tomadas para que todas as cadeias de conflitos evitáveis possam ser em sua origem destruídas. O fim de todos os conflitos humanos se dará a partir do momento em que passarmos a negar aquilo que é mais animalesco em nós e a tratá-lo como uma doença, ou seja, a agressividade e por conseguinte a violência.

 

Castração química

 

Um adolescente com testosterona para dar e vender, tem uma grande chance de se tornar violento. O testosterona é o hormônio masculino e está inteiramente relacionado com o comportamento competitivo. O homem foi criado pela natureza para ser competitivo e lutar uns contra os outros pelo domínio do território e pelas fêmeas. Quanto mais testosterona, mais masculino e portanto mais propenso a competir e a ser agressivo o homem tenderá a ser. É claro que o testosterona pode ter muitas vantagens, mas tudo que é excessivo é ruim.

Em qualquer lugar do mundo, a grande maioria dos crimes são cometidos por homens. É muito claro e evidente a relação direta entre a criminalidade e portanto a violência e os níveis de testosterona.

A castração química será a primeira medida a ser tomada a partir do momento em que a violência for identificada como um transtorno mental grave. Os indivíduos com altíssimo risco de cometer crimes serão os principais candidatos para a castração química.  A castração química é uma medida humanitária visto que não resultará em nenhum dano significativo para a saúde. Os eunucos que não me deixam mentir.

 

Posterior esterilização

A partir do momento em que se entende que  a violência é uma predisposição genética e que a violência também ”é” uma doença mental que resulta em grande prejuízo, tanto para as vítimas quanto para o portador, a opinião pública tomará nota de que a única maneira para salvar vidas potencialmente ameaçadas e tornar as vidas das pessoas violentas menos duras, será por meio de medidas intervencionistas que busquem conter o comportamento agressivo.

No entanto, também será importante reduzir consideravelmente as chances  dos indivíduos violentos para procriar, partindo-se da premissa de que eles carregam genes da violência e que poderão passá-los adiante. Mesmo com a castração química,  os genes para a criminalidade ainda poderão ser passados para a descendência destes indivíduos. A redução da libido sexual pode reduzir consideravelmente a vontade de fazer sexo, mas os efeitos desta medida poderão variar muito de indivíduo para indivíduo.

 

Cristianismo e domesticação

 

Com o excepcional trabalho da blogueira HBD Chick, passamos a ter conhecimento detalhado sobre o papel da religião cristã como um meio histórico para a domesticação da população europeia. Sabe-se que graças às medidas legais no passado que puniram severamente a  criminalidade, mas também outros desvios subjetivos, contribuíram para que as taxas de criminalidade no velho continente despencarem. Claro que a razão fundamental para a redução do crime na Europa foram as medidas da igreja contra os casamentos consanguíneos, mas é fato que o vigor jurídico contra qualquer contravenção, também contribuiu para reduzir a criminalidade e na verdade pode até ter funcionado como um desincentivo tanto para o crime quanto para o casamento com criminosos ou contraventores do sistema. A proibição do casamento consanguíneo mais o rigor na punição de criminosos funcionaram de maneira simbiótica tanto para reduzir a criminalidade no seu ato quanto para a sua origem.

 

A psicopatia como a fonte fundamental da natureza animal do ser humano

 

Negros subsaarianos apresentam maiores taxas de ”personalidade psicopática” do que qualquer outra população. Os asiáticos do leste tem os valores mais baixos e provavelmente o mesmo pode ser verdade para os escandinavos. No entanto, a psicopatia não é monopólio biológico da raça negra enquanto que o pacifismo não é um substrato biocultural dos asiáticos e dos nórdicos. De fato, os seres humanos são mutáveis a longo prazo assim com as raposas.

A identificação da violência e por conseguinte da psicopatia, como um transtorno severo que provoca inúmeros problemas em nossa sociedade e especialmente a tomada de medidas objetivas e portanto de natureza bio-intervencionistas será fundamental para eliminá-la posteriormente em nossa sociedade.

É fato que mais indivíduos da raça negra serão afetados por essas medidas, mas isto não deve ser interpretado como uma medida tendenciosa ou racista, visto que o cerne etiológico da violência não é a origem racial mas a sua própria biologia, que encontra-se presente em todas as raças humanas e também em todo o reino animal.

 

Os mansos herdarão o mundo

 

Se é possível selecionar e transformar as raposas em animais domesticados em somente quatro gerações com foi mostrado no experimento russo, então é totalmente possível fazer o mesmo com a espécie humana. No entanto, é de suma importância encontrar uma maneira humanista para conter a criminalidade dos biologicamente predispostos para cometê-la e não será passando a mão em suas cabeças. A castração química e posteriormente a esterilização, serão medidas altamente humanistas, que tratarão os portadores destas condições, como seres humanos, vítimas de suas naturezas e que como resultado esperado irá eliminar a cadeia de sofrimentos de onde todos os conflitos evitáveis nascem e sua fonte se localiza na mente do predador.

 

 

Neotenia, ateísmo, autismo, religião e a atemporalidade dos traços evolutivos

 

No primeiro texto que escrevi sobre neotenia e religião, eu disse que o ateísmo é uma manifestação da neotenia, o que provavelmente não se consiste na verdade. O ateísmo está intimamente relacionado com autismo, porque ambos derivam das mesmas naturezas biológicas. O autismo segundo alguns é uma forma de atavismo, mas eu sou reticente quanto a estas classificações temporais, atavismo ou neoevolutismo.

De fato, os seres humanos, segundo a minha humilde e presunçosa opinião, apresentam traços evolutivamente novos, ou que são uma novidade evolutiva humana e que portanto devem estar presentes somente entre os humanos ou que são o aumento da complexidade de traços que também estão presentes na natureza. Não crer em uma força superior parece ser uma realidade para a imensa maioria dos animais. A religião foi uma maneira de adaptar a consciência ampliada do ser humano, evitando que abrissem desde os seus primórdios a caixa de pandora. A religião é uma maneira de adaptar o ”eu”, que é conclusivamente maior entre nós do que no restante das outras espécies. A cultura pode e geralmente provoca mudanças no tipo de seleção. Se crer em uma força superior é importante para cooperar com aqueles com as mesmas crenças, é uma forma de dar respostas fáceis e forçar os indivíduos a se concentrarem em suas tarefas, na socialização e na procriação, então esta adaptação foi primordial para a evolução das sociedades humanas. Portanto, a minha primeira conclusão, em relação aos textos da refutação à teoria da savana e aos textos sobre neotenia, é a de que a crença em forças abstratas é um traço ”evolutivamente novo” enquanto que não crer, é um traço anterior aos processos seletivos que produziram as sociedades humanas e em todas elas a religião foi importante.

 

Atemporalidade dos traços evolutivos

A ideia de que um traço é velho, arcaico ou atávico e que outro traço é novo não parece se sustentar, visto que a evolução humana e a evolução no geral, por seleção, se caracteriza tanto pela atemporalidade quanto pela contextualidade. Portanto é subjetivo dizer que um traço é novo ou antigo e na verdade, termina por ser desinteressante pensar ou centralizar o pensamento neste lado do assunto.

O que é novo hoje, com certeza deixará de ser amanhã. O autismo e por conseguinte o ateísmo, podem ser interpretados tanto como traços atávicos quanto como traços novos, depende de qual perspectiva que você for dar prioridade.

A religião é uma invenção cultural humana e os traços que foram selecionados por ela foram benéficos durante uma importante parte da história humana, mas hoje em dia, estão se tornando mal adaptativos, até porque a crença religiosa está intimamente relacionada com baixa inteligência. Como a inteligência não é somente qi, até mesmo entre as populações religiosas mais inteligentes, parece que a religião seleciona traços contrários para a construção total da personalidade das pessoas inteligentes, principalmente em relação à curiosidade. Pessoas que acreditam em Deus, não são curiosas. O que também costuma acontecer é que a cultura religiosa seleciona contra a criatividade.

O que é fato, é que a religião e os fenótipos psicológicos que seleciona, são uma novidade humana e portanto, estão segregadas somente aos seres humanos. Mas, isso não é um indicativo de que a religião é totalmente benéfica, mediante os muitos problemas que ela tem provocado na espécie humana. Apesar disso, o ateísmo também não parece ser melhor do que a crença, visto que ao estarmos destituídos de certezas, mesmo que fabricadas, caminhamos para levar vidas imediatistas, hedonistas e niilistas.

Como TUDO na vida, o melhor caminho será o do meio e neste caso, o agnosticismo e até mesmo algumas ”crenças individualizadas ou espirituais” parecem funcionar melhor do que as crenças oficiais e o ateísmo. No entanto, tudo indica que o ateísmo é um claro sinal de inteligência entre os humanos e portanto, é muito interessante manter os ateus dentro de uma população. O que não faz sentido, é manter os ultra religiosos e infelizmente, eles estão muito bem adaptados e eu diria, milenarmente bem adaptados.

 

Neotenia e ateísmo

 

Um paradoxo, a religião tem um papel fundamental para a domesticação, mas isso é especialmente verdadeiro para o cristianismo, o budismo e o xintoísmo. No entanto, as únicas religiões que pregam mais a competição e portanto coesão de grupo do que domesticação, é o islam e o judaísmo.

Não é de se espantar o porquê da agressividade constante destes dois últimos.

Como demonstrei em outros posts, o ateísmo é um traço presente na neotenia, porque é muito mais comum nas populações socialistas do que nas populações conservadoras e ou religiosas. Eu demonstrei que o socialismo promove uma espécie de psicologia neotênica e que os socialistas tendem a ser mais andróginos e que isto se relaciona com a mistura dos gêneros e especialmente com a estrogenização dos machos, com o intuito de eliminar as estruturas biológicas hierárquicas e de competição.

Portanto, a maioria dos conservadores estão biologicamente construídos para aderir à crença religiosa, que é um traço evolutivamente novo na espécie humana, mas que não se relaciona com maior inteligência. A religião é uma espécie de adaptação de última hora para conter a mente auto-consciente do ser humano.

Os liberais ou socialistas estão neurologicamente construídos para não aderir à crença religiosa, que é um traço atávico da espécie humana. A religião foi uma adaptação cultural, portanto, para justificar a coesão de grupo E a competição e isso não se consiste em neotenia, que é a domesticação. A religião domesticou o ser humano até o ponto em que ele continuasse competitivo e combativo.

 

Refutação da teoria neuropolítica seleção K= conservadores, seleção R= liberais do ”anonymous conservative’

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O blogger conservador do site ”anonymus conservative”, reuniu uma série de evidências anedóticas para criar e sustentar a sua teoria sobre neuropolítica e estratégias de reprodução. Segundo a sua teoria, os conservadores, ou seja, aqueles que aderem à sistemas sociais, políticos e culturais de natureza conservadora, apresentariam uma estratégia K de reprodução, que consiste em maior cuidado parental e monogamia, mas também no menor número de filhos.

Os liberais, que no Brasil denominamos de esquerdistas ou socialistas (esquerdopatas para os mais íntimos), seriam biologicamente predispostos para se envolverem em uma estratégia R de reprodução, que por sua vez se consiste em baixo cuidado parental, tendências poligâmicas e maior número de filhos.

Ele exemplificou o liberal como um coelho e o conservador como um lobo. Um pouco tendencioso, imagina-se, vindo de um conservador. Ainda segundo a sua teoria, os liberais seriam uma espécie de ”evolução de fim de festa” em que depois de anos de trabalho conservador, as melhorias da sociedade aumentariam as chances para todos procriarem. Os liberais seriam parte desta evolução, em que a abundância de uma sociedade em seu auge, serviria como meio para exploração e desgaste por parte dos mesmos, tal como acontece com os coelhos quando há abundância de alimentos. Ainda segundo ele, os coelhos não são territorialistas e tendem a deixar o seu nicho de ocupação aberto para a exploração de outras espécies.

Eu, coelho?? Baixas taxas de fecundidade como uma evidência contra a teoria ”liberais como coelhos”

Um dos pontos cegos da teoria do ”anonymous conservative”, se consiste no seu completo desprezo pelos indicadores constantes de baixa à muito baixa fecundidade entre os liberais americanos e em qualquer lugar em que ocorre a concentração de socialistas.
A ideia de que os liberais se engajam em uma estratégia R de reprodução não se sustenta a partir do momento em que parece claro que os liberais não tem nenhuma real estratégia de reprodução, o que indicaria um projeto de competição de grupo. Se os liberais não são competitivos ou são bem menos competitivos do que os conservadores (ver primeiro texto da esquerda pra direita), estes que se encontram super representados em nichos de competição tipicamente masculina como exército e esportes, isso pode ser refletido em suas magras taxas de fecundidade e refuta consideravelmente a teoria de que os liberais são mais férteis e irresponsáveis do que os conservadores. A ideia de ”irresponsabilidade” ao estilo Perna Longa, ter muitos filhos com pessoas diferentes e não dar o devido cuidado parental, também não se sustenta para os liberais, onde ao contrário do que esta teoria prega, eles parecem ser toxicamente conscientes, a um nível tão alto que faz mal para si próprios.

O estereótipo da santa liberal americana (Sandra Bullock, no filme ”Two Weeks Notice”, com Hugh Grant), alto qi, extremamente consciente e ”paranoica” com micro (sic) atitudes e preocupada demais com os outros para procriar.

 

Aliás, não é incomum encontrarmos casais liberais que voluntariamente se esterilizam pensando em um mundo melhor, com menos humanos e mais favorável à preservação do meio ambiente. De fato, existem muitos ”liberais” nominais nos EUA, por exemplo, que votam nos democratas, por motivos menos nobres, diga-se, como um tal povo que votou em 94% para o Obama, na última eleição. Conscientes ou oportunistas?? O coelho pode não ser muito nerdish style da Catedral, como anonymous tentou pintar em sua teoria.

Cor púrpura, 😉

 

A ideia de que os liberais cuidam menos dos seus filhos quando os tem, se baseia em um perspectiva conservadora e portanto parcial e tendenciosa. Por exemplo, é esperado que os pais liberais sejam menos preocupados com quem os seus filhos poderão se relacionar, quanto à raça, religião, altura, profissão… (provavelmente um pouco mais em relação à ideologia). Mais isto não é ter baixo cuidado parental, visto que isto se consistirá de fato somente se os pais deixarem os seus filhos de maneira proposital ou irresponsável em uma situação de risco social, financeiro ou psicológico. Os pais liberais também não ligam tanto para a opção sexual dos seus filhos quanto um casal conservador poderia ligar. Os conservadores não se preocupam somente ou especialmente com a felicidade dos seus filhos mas principalmente com a manutenção do status e da honra da família. Um filho ”faggot”, com certeza que mancharia estes dois componentes e tornaria a família ”inferior” aos olhos das outras famílias conservadoras que estão dentro da competição pela hierarquia local. Sabe-se que os homossexuais tendem a ser menos competitivos do que os heterossexuais. Os liberais parecem se preocupar mais com a felicidade dos seus filhos e muito menos com o  que a vizinha do lado irá pensar.

Portanto, como conclusão, a ideia  de que os liberais são como coelhos, procriam como tal e não tem cuidado parental, características típicas da estratégia R de seleção, não se sustenta.

Um dos únicos pontos em que esta teoria parece ter acertado é a de que assim como os coelhos, os liberais tendem a não ser territorialistas e isso se consiste, como nós sabemos bem, em um risco muito grave, visto que abre as portas para oportunistas (a grande maioria deles de conservadores). Se os liberais são um grupo de competição, eles estão perdendo feio esta luta, ao menos em um confronto tradicional e direto. Não existe uma estratégia de reprodução liberal, se eles tem taxas de fecundidade tão baixas e não se substituem.

Os liberais são cronicamente mal adaptados porque são a evolução do homem branco caucasiano, especialmente e como eu demonstrei em outro post, porque são uma manifestação da neotenia em seus níveis mais altos

pacifismo,

anti-racismo

recreação sexual

curiosidade

experimentação

baixo dimorfismo sexual

criatividade
(Menos liberdade de expressão , isso não tem meu querido)

 

 

Conservadores como lobos

Se anonymous conservative quis comparar os conservadores com lobos então talvez ele tenha deixado a entender que os mesmos seriam como predadores, que na versão humana, significa psicopatas. Será que os conservadores são psicopatas de altíssimo funcionamento??

Conservadores são muito mais competitivos

A maioria dos bulinadores (”atletas”??) da escola são de famílias conservadoras e são conservadores

Conservadores veem o mundo em uma perspectiva binária, dualista, apta para a competição, domínio, intimidação e porque não genocídio

Se a psicopatia é uma realidade na natureza, por causa da competição, pode ser que o tribalismo seja uma espécie de cultura sociopática onde a agressividade é direcionada para os  grupos de fora. Será que eu estou revisando o clássico da neuropsicologia do século passado chamado ”personalidade autoritária”??
No mundo de hoje no entanto nota-se uma espécie de autoritarismo também por parte de liberais ou socialistas. Nota-se que eles usam de estratégias femininas, indiretas, para calar a boca dos dissidentes, por meio da manipulação, guerra psicológica… São meios mais sutis, criativos e sofisticados para assegurar o discurso público do dia. Os liberais parecem estar desconstruindo a sociedade de cima pra baixo para criar o futuro de uma organização social igualitária e não-binária onde o tribalismo será substituído pelo individualismo, em outras palavras, eles tem pretensões de destruir o mundo conservador. O mundo nunca viveu dias tão interessantes… e perigosos.
Conclusão
A conclusão desta refutação quanto à teoria desenvolvida pelo ”anonymous conservative” é a de que a mesma não se sustenta especialmente por causa dos indicadores demográficos muito deprimidos dos liberais ou socialistas, que vai completamente contra a ideia metafórica de que são como coelhos. A ideia de que eles não cuidam dos seus filhos também não se sustenta visto que se baseia em uma perspectiva tendenciosa. Os liberais poderiam ser entendidos como uma espécie de grupo de seleção K extrema. A ideia de que os liberais sejam mais promíscuos e isto se consista em ser mais sexualmente ativo também não faz sentido e se baseia em uma interpretação equivocada do que realmente acontece. Na verdade, a maioria dos liberais fazem menos sexo do que os conservadores, que geralmente até os 30 anos já estão casados e onde a oferta de sexo será constante e segura.  (entenda religioso e não-religioso como conservador e liberal, afinal de contas, a maioria dos ateus e agnósticos são liberais enquanto que a maioria dos religiosos são conservadores) No entanto, é verdade que eles podem ser mais promíscuos, mas não tem de existir uma relação direta e única entre ser promíscuo e ser mais sexualmente ativo. Esta relação pode ser verdadeira somente para alguns grupos de homossexuais masculinos, estes que são uma minoria dentro da população socialista. Mas a maioria dos homossexuais não procriam, portanto não há necessidade de terem cuidado parental com os filhos que não vão ter.
Os conservadores são de fato, o exemplo clássico da seleção K, mais um ponto a favor da teoria do anonymous. Eles são monogâmicos, tem alto cuidado parental com os seus filhos (estendendo fatores subjetivos como honra da família como projeção à sua prole) e geralmente tem a quantidade de filhos que conseguem prover. Mas isso não é uma regra e não será raro encontrar populações conservadoras que extrapolam os seus respectivos limites de filhos que conseguem sustentar e terminam na pobreza. O exemplo dos católicos irlandeses está aí para mostrar que nem sempre o lobo conseguirá prover a sua cria.
Outro ponto a favor desta teoria é a metáfora entre a falta de noção de território do coelho e do liberal ou socialista. Por razões particularmente distintas o coelho e o humano liberal se comportam desta maneira mas pode-se dizer que existe de fato um paralelo entre os dois, observação interessante do anonymous, mas que não se baseiam nem nos mesmos motivos e não tem os mesmos resultados. O coelho é ”irresponsável” e não cuida dos seus filhos, que geralmente são muitos, enquanto que o liberal raramente tem  filhos, ainda mais nestas últimas 3 décadas mas quando tem, geralmente se fazem pais até melhores do que os pais conservadores, especialmente porque eles se preocupam mais com a felicidade genuína dos seus filhos e não com a fofoca da vizinhança.

Ainda bem que os imigrantes do terceiro mundo não são racistas, ufa

Os liberais assim como os coelhos, desprezam os nichos de ocupação de cada espécie, visto que isto se consiste em fronteiras artificiais, que não condizem com a realidade. É a mente hiper racional deles funcionando a todo vapor. Os liberais ao contrário do que reza a lenda, parece que rejeitam as abstrações dos sistemas binários culturais criados pelos homens como o gênero, a religião e as raças. O liberalismo mais parece uma forma de autismo do que qualquer outra coisa.

Improvável ”culpa branca”, a esquizofrenia de se acreditar na atemporalidade de abstrações numéricas como a raça

 

 

Quando eu nasci, no final dos anos 80, a escravidão praticada oficialmente por ”brancos” já havia terminado faz tempo. Nesta minha jovem vida, nunca escravizei ninguém (despreze infância e pais, 😉 ) , nunca fui a favor da volta da escravidão, ESPECIALMENTE para pessoas decentes, boas, de qualquer raça. Eu nunca fiz mal à uma mosca, individualmente falando eu sou uma pessoa com a consciência tranquila. No meu país e na maioria dos lugares onde por ventura eu possa ir no futuro, as pessoas me identificarão como uma pessoa branca, afinal de contas, eu tenho praticamente todas as características típicas que definem um dos muitos fenótipos subraciais caucasianos. Apesar de ser na realidade um mestiço ou um mestiço decantado, a minha identificação racial se baseia principalmente por meio da comparação local e histórica. Mas no final das contas, mesmo eu, ”internamente” um mestiço, vou sempre desenvolver uma tendência para conviver com pessoas que se parecem comigo do que com pessoas que não se parecem. Para todo mundo é assim…

Por que eu estou fazendo este breve relato pessoal???

Simples, eu estou fazendo este relato, para ”provar” para os meus leitores e também para quem quiser ver que eu sou um indivíduo e como tal eu não pertenço, em realidade, a nenhum grupo em específico. Grupos de pessoas, animais, objetos, paisagens, países, são abstrações numéricas onde ocorre a extensão de uma determinada característica ou de um determinado fenótipo para uma quantidade específica de indivíduos. Nacionalidades, raças, tribos urbanas ou culturais, localização geográfica, localização no espaço econômico, grupos comportamentais, condições biológicas minoritárias etc… Todas essas construções são acima de qualquer outra coisa, abstratas e como especificação, elas são abstrações numéricas.

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O 1 é o único número que existe de fato

As pessoas podem fazer diferentes interpretações para diferentes quantidades de objetos, por exemplo… No entanto, a reunião de um grupo de objetos individuais não se consiste, na realidade, em algo concreto, mas em uma construção humana. Na natureza, somente por uma razão de quase-clonagem natural que, faz com que nos dividamos em espécies, raças, subraças, populações. Você já deve ter notado que as espécies não-humanas geralmente, são internamente iguais em aparência e comportamento. Se alguém aí pensou em clonagem, pode ter certeza de que estará próximo de estar certo. A replicação dos indivíduos bem sucedidos é uma estratégia inteligente e com baixos custos de manutenção. A natureza é econômica e ser econômico é ser seguro. Quando temos mais de um indivíduo para representar uma aglomeração de indivíduos, isso se consistirá em uma invenção, uma reunião parcialmente arbitrária de características em comum.

Pertencer a um povo não é ser o povo

Também, desde muito antes de eu nascer, a mídia ocidental tem propagado uma enorme quantidade de propaganda de ”culpa branca”. O termo aliás, se refere à expiação coletiva das pessoas de descendência europeia em relação, vejam só, aos crimes que cometeram no passado, como o genocídio ameríndio, a escravidão dos negros africanos e a colonização do terceiro mundo. Eu pedi para vocês prestarem bastante atenção em relação a esta frase, vocês perceberam que eu usei ”cometeram”. A ideia de que ”as pessoas brancas (todas elas e de todas as eras) cometeram crimes no passado” até pouco tempo atrás, me parecia plausível, o que mostra que nunca é tarde para deixar de ser burro.

Não meus amigos, eu não sou Matusalém e nem vocês que são brancos (e que se entendam) também são. Ninguém aqui é um vampiro de Anne Rice que é imortal e adora matar transeuntes nas ruelas úmidas de Nova Orleans. A grande, imensa maioria das pessoas brancas hoje em dia não cometem ou cometeram crime algum contra nenhum povo. É até estúpido pensar assim. Na verdade, é exatamente o contrário. Os brancos, graças à culpa branca, abriram as portas da imigração para milhões de pessoas, justamente porque eles encarnaram o papel de culpados por todas as mazelas da humanidade. O homem branco não é um santo, aliás, o próprio termo homem branco é muito complicado de ser mantido, mas ”ele” também não é um psicopata. As pessoas não são iguais, as variações acontecem tanto entre as raças quanto dentro das raças e no caso europeu, as diferenças são significativas. O mundo, mediante uma análise hiper realista e eu diria, pertencente à super realidade, não sustenta a culpa coletiva se não aconteceu de fato, exatamente, como o termo prediz. Se não temos multidões de pessoas matando e escravizando as outras então não há culpa coletiva, isso é uma abstração. E mesmo se tivéssemos multidões enfurecidas (sic) de brancos matando e escravizando, isso não significaria que a culpa que eles por questão de justiça, mereceriam levar, deveria ser estendida aos seus descendentes, se estes não se engajarem nas mesmas atividades de ”lazer”. Acreditar que todos os brancos, especialmente os de hoje em dia, são culpados pela escravidão, pela miséria no mundo e enfim, por todas as mazelas do planeta Terra, mais a Lua, é estar duas vezes equivocado, gravemente equivocado. É como culpar um inocente. Os brancos modernos e eu iria mais longe, a maioria dos brancos em todas as eras, não foram responsáveis por mazelas dos outros, se na maior parte das guerras modernas, são os exércitos que se encarregaram e se encarregam de fazê-lo.

Botar toda a culpa dos erros dos outros nas costas de uma abstração numérica é um erro extremamente grave, é como culpar um inocente por um crime e fazê-lo pagar por isso. Nós sabemos que existem diferenças de capacidade e de estratégias de vida entre as populações humanas e que muitas destas estratégias não são compatíveis com a modernidade, não por uma questão de inferioridade, porque isso é relativo, mas por uma questão de incapacidade de encaixe entre o modelo ocidental e o modelo local, ambos, biologicamente construídos.

A temporalidade do indivíduo e a esquizofrenia da coletividade atemporal

Se o número 1 é o único número real, com forma e lógica, tal como uma pedra ou uma televisão, então o indivíduo, no mundo da super realidade, também será o único que de fato existirá e toda e qualquer aglomeração proposital ou mesmo lógica de indivíduos, se consistirá em uma construção abstrata. Ela faz sentido, está parcialmente correta, porque nada está 100% errado ou certo, mas ainda assim, estará errada, a partir do momento em que a analisarmos de maneira neutra, quando todas as perspectivas forem acionadas.

O indivíduo na grande maioria das vezes é temporal, porque em realidade tudo é temporal, tudo passa, tudo vive e tudo morre. (desprezando alguns animais que vivem ”pra sempre”). Eternidade e efemeridade são dois opostos que se complementam, como acontece com todo o espectro. Quando eu morrer, não haverão outras pessoas que irão me tratar como um Deus, eu não serei eterno enquanto uma abstração, um pensamento. Eu já não existo para bilhões e bilhões de pessoas, eu sou como a folha que cai no outono de Tóquio, a imensa maioria das pessoas não tem noção de sua existência e nem da ação que está involuntariamente a praticar. O indivíduo vive a sua individualidade, mas vivemos em um mundo onde os meios de comunicação inventados pelos ocidentais, recriaram as abstrações e as tornaram ”reais”. Nós adoramos abstrações, porque adoramos sermos enganados por nossas distrações e odiamos a realidade que em si, é a própria verdade.  A ideia de preservar uma cultura e portanto uma aglomeração de abstrações numéricas, é uma característica inerentemente humana. A cultura do animal é sua sobrevivência, é a sua arte para procriar e espalhar a sua mente e o seu modo de vida pelo seu nicho de ocupação. A cultura humana ainda que derive desta cultura animal, já começa a desenvolver os seus aspectos mais particulares e únicos, dentre eles a coletividade e portanto, as crenças em abstrações onde a crença, biologicamente predisposta, de pertença a um grupo, é a primeira de todas as abstrações. Não existem explicações racionais ou lógicas que possam nos mostrar porque uma determinada espécie age assim ou assado. A única explicação, que não é lógica, é a circunstância. O animal pode prever o futuro, porque tudo aquilo que temos, os animais também tem. Mas o ser humano é uma aberração destas características mentais, tudo aquilo que os animais tem, nós geralmente temos em níveis muito mais altos e complexos e eu diria, desviantes. Nós podemos prever o futuro com um requinte de complexidade muito maior do que um animal e podemos também viver no passado, porque enquanto versões neotênicas e infantis de macacos, nós temos a necessidade biológica para acessarmos as nossas memórias para replicar o conhecimento anteriormente adquirido, esta é nossa estratégia de sobrevivência, a inteligência de longo prazo e acumulativa. Nós aprendemos, a maioria das espécies não-humanas aprendem no contato direto, no choque com a realidade, as circunstâncias aparecem e eles reagem como resposta. Nós podemos prever as circunstâncias e portanto podemos evitar o choque ou o fazê-lo de uma maneira que não será doloroso.

O fenômeno cultural da ”culpa branca” se baseia na ”atemporalização” da coletividade, em outras palavras, é uma maneira de destruir o tempo e o espaço e tornar a ”raça branca” em um tóten cultural que significa o mal, uma abstração emotiva como a raiva, o ódio, que são atemporais. Mesmo durante as grandes navegações, a maior parte das pessoas brancas não se envolveram diretamente com a escravidão e na verdade, a maioria das pessoas não teriam como, se envolver e nem como lutar contra a escravidão. Mesmo os descendentes modernos daqueles que escravizaram os negros subsaarianos não tem culpa, visto que eles são indivíduos que nasceram em momentos distintos da história e portanto do tempo e ainda, mesmo que tivessem nascido naquela época, que fossem filhos de escravizadores, isso não significaria que, imediatamente se tornariam como os seus pais ou que as atitudes deveriam ser passadas de maneira hereditária. Os filhos humanos não são clones dos seus pais, como o filho de um lobo é um quase-clone do seu pai. O filho do lobo, na maioria das vezes, nasce para ser um predador, assim como o seu pai. Ser um predador, é parte da estratégia de sobrevivência do lobo, é a sua essência enquanto um ser vivo. Ele só ”aprendeu” a ser assim. Em compensação, a essência de ser humano é cooperar com o grupo a que pertence, visto que evoluímos para sermos e agirmos desta maneira. É nossa estratégia ancestral de sucesso. A diversidade de minorias também é importante, mas a manutenção de um modelo preponderante entre as espécies, é mais seguro do que a criação de indivíduos distintos, com vidas e transcendências distintas.

Portanto, a individualização das abstrações numéricas, que se baseiam em lógica de similaridades, é o meio para retirar o fardo da culpa branca de toda uma população, diversificada, variável e que em boa parte, jamais cometeu crimes de genocídio contra qualquer outro grupo e estamos falando ESPECIALMENTE dos brancos vivos. Se podemos culpar alguém ou o quê nesta história toda, não são as aglomerações de indivíduos da raça branca que estão geneticamente relacionados, mas que enquanto em uma análise hiper realista, da realidade, eles se constituem somente em um grupo de indivíduos, com sua própria história e portanto com sua própria culpa local e temporalmente específica ( ou não), e não são uma organização sistêmica e única, um organismo atemporal ou de grande idade.

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A ”raça branca” seria como Zeus, aquela entidade complexa, o sistema, que come as outras entidades de menor porte, uma abstração com certeza

 

 

A individualização hiper realista da culpa branca para indivíduos brancos específicos no espaço e tempo

 

Culpar as massas pelo ”trabalho” de grupelhos ou indivíduos é uma tarefa de mestre, para mentes psicopáticas. Mas em realidade, a culpa por qualquer atrocidade cometida, aqui neste caso, neste texto, por brancos, só pode ser imposta para os indivíduos ou grupos específicos que cometeram diretamente esses crimes. A ideia de que ”os brancos” são culpados por razões indiretas, também não se sustenta, primeiro, porque um ”passarinho não faz verão”, ou seja, um indivíduo não é capaz de lutar contra um sistema inteiro, se ele não estiver acompanhado por várias pessoas, segundo, não faz sentido culpar somente ”os brancos”, se a humanidade não é composta somente por eles. Por exemplo, a continuação da escravidão em algumas regiões da África, não é somente ou especialmente uma culpa indireta de indivíduos brancos, mas de toda a humanidade E especialmente dos locais que nada fazem para contê-la. Ainda assim, o indivíduo civilizado e sozinho não é capaz de lutar contra grupos de selvagens.

O espanhol que deu um tiro na barriga de uma ameríndia durante o início da dominação ibérica na América do Sul, já morreu, era um psicopata e mais do que qualquer outra coisa, a sua maldade não é resultado de sua brancura, não existe uma relação genética entre uma coisa e outra, na verdade parece até ser o oposto (mas isso não é papo pra este texto). O indivíduo espanhol que cometeu esta atrocidade (como as muitas que acontecem diariamente e que são cometidas por um arco íris de psicopatas, de todas as raças) o fez em um micro-momento e em um micro-local escuso e triste da história humana. O seu crime pode ter passado incólume, sem uma correção exemplar (cadeira elétrica, guilhotina, a escolher…). Mas isto são especulações do que poderia ter acontecido e de fato, nós não sabemos o que aconteceu com ele. No mais, a principal identidade biológica, que é pseudo-coletiva (similaridade confundida com coletividade, como um organismo vivo único porém fragmentado), deste sujeito só poderia ser a de um psicopata e não a de um espanhol, um ibérico, um católico, um europeu ou um branco. Ibérico e espanhol são artificialidades biológicas de semelhança de um localidade geográfica. Católico é ainda mais abstrato e incoerente com a super realidade. Branco é mais uma similaridade biológica, porém sem o imperativo da maldade ou da psicopatia, este traço se encontra bem distribuído pela humanidade.

Ao se botar a culpa na coletividade branca, se despreza a real natureza biológica da ”maldade” humana que é a psicopatia.

 

Conclusão

A conclusão deste texto é a de que a expiação da culpa coletiva não se baseia em uma análise hiper realista, mas abstrata do passado relativamente recente que é ligado ao de pessoas brancas de diferentes localidades, tempos, atitudes, predisposições biológicas… em suma, de indivíduos, em que a ”raça branca” é transformada em uma espécie de abstração concreta da maldade, do ódio, tal como uma emoção e tal como as emoções negativas, deve ser evitada, diabolizada e exterminada. Se isso fosse somente no sentido figurado, eu não ficaria preocupado, mas esta lavagem cerebral se faz com intenções realistas e isso é gravíssimo e deve ser contido, pois não se consiste na realidade.

As populações humanas enquanto entidades biológicas que exibem similaridades internas, em um mundo baseado na análise hiper realista, se consistem em abstrações numéricas, que nada mais é do que a replicação de um indivíduo sobre os outros, é uma generalização, visto que toda aglomeração numérica superior a um baseia-se em uma abstração. No mundo real, somente o indivíduo existe enquanto nós humanos caminhamos para a evolução do indivíduo e portanto negando a ”quase-clonagem”, o fenômeno de seleção e evolução mais comuns nas outras espécies. A individualização é resultado de nossa essência neotênica visto que as crianças tendem a ser mais individuais do que os adultos, porque a fase infantil é onde a personalidade ainda está sendo construída, apesar das predisposições biológicas quase sempre determinarem o caminho, ainda antes do nascimento. Mesmo que o resultado seja o esperado, o processo de  construção é o tópico mais importante para explicar o porquê da maior individualização do ser humano em comparação aos outros animais.

As pessoas brancas existem, enquanto indivíduos distintos uns dos outros, não podem ser identificadas como uma entidade única e atemporal visto que todo o indivíduo é temporal e portanto tem uma vida finita e também é auto-específico, vive a sua vida e é responsável pelos seus atos . Se o indivíduo não é culpado pelas ações de outros indivíduos, diga-se, com predisposições psicológicas divergentes, então não faz sentido culpar toda a uma população pelos erros de grupos, populações ou indivíduos de épocas diferentes em contextos e biologias pessoais diferentes.

A ”culpa branca” é um erro atroz que busca deslocar a verdadeira culpa, que é local e temporal, para a culpa universal-específica (todos de um grupo) e atemporal (os crimes do passado também são meus, apesar de eu ser um indivíduo único que não os cometi por razões óbvias lógicas de improbabilidade de  espaço e tempo).

 

DUUUUUURRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR

Por que os asiáticos ”não são criativos” ou são menos criativos que os europeus??

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Linda cidade bávara, na China

 

 

”Roubei” este texto da Hbd Chick para pincelar sobre um achado muito interessante, encontrado pelos geneticistas. A quase inexistência dos genes que predispõe para TDAH na Ásia Oriental e especialmente na China. Eu conheço uma menina com esta condição e até mesmo poderia me classificar como borderline para déficit de atenção e hiperatividade. A garotinha, além de hiper ativa, como não haveria de ser e com ”déficit de atenção”, idem (dur!), também é muito divertida, altamente sociável e criativa. Um pouco diferente dela, eu sou um tipo instável, que vai desde o comportamento hiper normal ( o nerd chato e ou perfeccionista) até em direção às constantes ”crises” abençoadas de loucura, seja para a melancolia, seja para a euforia e especialmente neste segundo caso, o meu lado bem humorado aflora quase que imediatamente, ao ponto que, o geralmente tímido Santoculto aqui, poderia até mesmo fazer shows de stand-up, jogando a introversão totalmente para escanteio. 🙂

A TDAH é uma das personalidades extremas que são uns dos resultados do aumento drástico de nossa inteligência desde os últimos acontecimentos pré históricos mais importantes como a mistura com os neandertais. Alguns poderiam pensar nela como um defeito de fábrica ou de percurso. Em partes e especialmente em uma perspectiva contextual moderna, a TDAH pode não trazer muitos benefícios e de fato se constituir em um ”defeito”. Mas pelo que indica alguns estudos, os ”seus genes” foram essenciais para empurrar as ondas migratórias humanas que colonizaram quase todos os continentes. Uma das principais evidências sobre o papel dos genes TDAH para a colonização humana, pode ser pelo fato de que justamente nas regiões mais distantes da África, ou seja, as Américas, a presença destes genes foi encontrada em níveis bem mais elevados do que nas áreas próximas de nosso continente ancestral.. TDAH se relaciona com nomadismo e é esperado portanto que em populações nômades, a incidência dos genes ”hiperativos” seja maior do que em populações sedentárias.

Já é amplamente sabido que os polimorfismos das personalidades extremas, bem como de outras condições neurológicas de diferentes grandezas, podem vir com muitos benefícios, especialmente para os seus portadores heterozigotos. A criatividade se relaciona intimamente com todas essa condições. Os asiáticos, ao limparem da sua piscina genética digamos, esta bagunça, que se consistem os polimorfismos, jogaram fora também as preciosidades que carregam.

O pragmatismo, a alma oriental

Além de serem contempladores natos, hereditários e isso representa um pouco da sabedoria oriental, os asiáticos do leste em especial, também são pragmáticos e provavelmente esta característica é a mais contundente e predominante sobre eles. O pragmatismo é como se fosse uma impressão digital desta raça. Um traço que já estava presente desde que as primeiras populações de asiáticos modernos andaram sobre a Terra.

Ser pragmático significa ser aquele que toma atitudes ou medidas eficientes, rápidas, de baixo custo e portanto inteligentes. É mais inteligente preferir a segurança do que o risco. É mais inteligente cortar caminho do que improvisar a caminhada. Os asiáticos são assim…

Um amigo meu do estrangeiro, né Mister X ( 😉 ) me relatou um fato muito interessante sobre o comportamento asiático. Em uma piscina pública californiana, segundo este meu amigo, as crianças asiáticas refugaram mais pular de trampolins mais altos do que as crianças de outras etnias e especialmente as crianças brancas… Interessante não?? (ATUALIZAÇÃO OU CORREÇÃO: o meu colega Mister X me corrigiu na sessão de comentários quanto ao seu relato pessoal naquele fatídico dia de calor em uma piscina pública perto do México, sim, meus leitores, é ainda mais interessante, visto que não foram crianças que ele observou mas jovens e adolescentes. Isso casa perfeitamente com a profusão de marmanjões com boias como os desta foto abaixo que eu colei 🙂 )

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A China é um dos poucos lugares onde não é vergonhoso para um adulto usar boia para nadar

Desde a tenra idade, os cérebros maiores dos asiáticos os preconiza para arriscar pouco e aumentar as chances de levar uma vida sossegada, tranquila… Pragmatismo também se relaciona com a capacidade para identificar o problema e eliminá-lo em tempo recorde. Por um lado isso é bom, porque as sociedades pragmáticas conseguem resolver os seus problemas sociais e econômicos mais rapidamente do que aquelas que são mais criativas. No entanto, muita coisa pode ficar pelo caminho visto que não existe somente um caminho ou uma resposta para qualquer situação. Existem várias, inúmeras respostas prováveis e muitas delas podem até não ser as mais rápidas e eficientes, mas serão mais completas. Os asiáticos, sendo muito mais pragmáticos do que as outras populações humanas, cortaram pra fora a genética da criatividade, porque apesar dos muitos benefícios significativos que ela confere, também vem com muitos custos. Ashkenazim judeus e europeus que não nos deixem mentir. Como a criatividade é mais subjetiva e difícil de detectar e também se relaciona com a produção de projetos coletivos de transcendência divergentes, os asiáticos não perderam tempo para chutar pra fora de suas piscinas genéticas, os tipos criativos, loucos, que arrumam confusão, que desejam um mundo diferente… Nas culturas conformistas milenares dos asiáticos os pregos que mais se destacaram, foram pregados pra dentro enquanto que, como bem disse a HBD Chick, na China em especial, eles foram pregados pra fora…

 

Senso estético, culinária e seleção sexual

Aquele que consegue ver a beleza, em todas as suas dimensões, também tenderá a buscá-la ao longo de toda a sua vida. O senso estético pode ser encontrado por meio de predileções ou gostos como por exemplo, em relação à música, paisagens, estilo de arte e pessoas… A beleza não se encontrará somente em objetos reais, inanimados ou não, mas também por meio de conceitos, ideias, ideologias… Em todos os aspectos de nossas vidas, a busca pela beleza ou pela harmonia, de acordo com nossas próprias naturezas neurológicas, será a tônica fundamental de  nossas respectivas transcendências individuais.

O senso estético também irá se relacionar com as relações interpessoais e com as emoções. O pragmatismo se relaciona com um tipo de personalidade mais fria. Psicopatas são pragmáticos e não preciso dizer o quão frio eles podem ser. A maioria dos asiáticos não são psicopatas e na verdade, parece até que o contrário é bem mais o  provável de ser, mas a aparente apatia destas populações, muitas vezes pode indicar ”psicopatia” quando na verdade só quer mesmo indicar apatia.

Os asiáticos entendem que os indivíduos são fracos quando são indivíduos e que a força só é possível com a união do grupo. Isso é um pensamento pragmático, é melhor estar dentro de grupos, com mais pessoas, do que estar sozinho. Você vai estar mais protegido se fizer parte de um grupo. É sábio, pragmático mas é anti-criativo, visto que toda a organização tribal humana requer hierarquia e conformidade, especialmente por parte das camadas mais baixas.

As cenas lamentáveis de crianças asiáticas, meninas especialmente, jogadas na sarjeta, no meio da rua, enquanto que uma multidão silenciosa de chineses passeia por lá, nos mostram o quão alto o pragmatismo foi selecionado nestas cercanias.

Quase todos os pressupostos milenares da filosofia oriental, que foram adotadas pelas sociedades asiáticas desde tempos imemoriais, trabalharam favoravelmente para a construção de sociedades tecnicamente perfeitas, como um guia. No entanto, a perfeição, que é uma das respostas buscadas por pragmáticos, muitas vezes não se relacionará com criatividade. Esta, muitas vezes, trabalhará totalmente contra a perfeição almejada pelo pragmatismo e portanto pela inteligência.

Os asiáticos são mais saudáveis, vivem mais, são mais uniformes em todos os aspectos de personalidade, habilidades cognitivas e aspectos físicos. Eles tem médias de inteligência técnica maiores do que as encontradas entre os caucasianos europeus, são muito mais pacíficos. Eles são perfeitos demais e isso é ruim. Ser demais alguma coisa não é bom, mesmo se tiver muitos benefícios. Os ashkenazim judeus são particularmente muito criativos, especialmente em relação a alguns aspectos dimensionais da criatividade. Mas isso também não é bom, nem pra eles e para as populações que os acolhem.

O senso estético de uma população muito criativa pode caminhar para a novidade bizarra e perder a beleza. A beleza perde forma e ganha conceito abstrato. Se perde quanto à sua essência.

O senso estético de uma população muito pragmática é destituído de qualquer criatividade real, visto que somente as respostas mais corretas e eficientes é que serão buscadas. Os asiáticos podem ter excelente senso estético para apreciar a beleza de um quadro realista, mas isso todos nós temos. Os asiáticos estão equipados com todos os elementos cognitivos e de personalidade para trabalharem em qualquer área, em alto nível. Mas a extrema criatividade não é uma planície sem ondulações e portanto morfologicamente perfeita, ela é como a cadeia de montanhas do Himalaia, cheia de altos e baixos. A criatividade é uma resposta a um problema e quanto mais problemas, mais criatividade será acessada. Quanto mais complexo for o problema, mais complexas deverão ser as respostas.

Culinária

É moda entre os socialistas ateus dizer que a culinária é relativa e que cada cultura tem o seu próprio cardápio, por mais bizarro aos nossos olhos, que ele possa parecer. De fato, eles estão parcialmente corretos. Mas muitos socialistas ateus ocidentais se parecem muito em nível de pragmatismo com os asiáticos. É fato que cada cultura tem os seus hábitos, mas existem certas verdades que são universais. Já passou da hora da espécie humana e especialmente para os mais sapientes, em abandonar o hábito de comer carne para se tornarem vegetarianos. Por uma questão moral, ao estendermos nossa empatia aos nossos primos animais, devemos com isso, modificar nossas predileções culinarescas visto que não faz sentido amar o seu ”pet” e comer carne de porco ou de frango no almoço. O enorme sofrimento que causamos a todas as espécies não-humanas deve acabar e deve começar pela boca.

Dentre as verdades universais quanto ao não-relativismo de práticas locais de culinária, está a busca pela beleza. No passado, matávamos animais ferozes, visto que além de oferecerem boa carne, eles também se configuravam em ameaça real. Matar um predador é como roubar um ladrão, você terá 100 anos de perdão!

Claro que eu não estou querendo incentivar à caça de lobos, ursos ou tubarões, até porque isso poderia produzir graves desequilíbrios na cadeia alimentar afetada. Mas é uma lógica que independe de onde você está, de que cultura e família genética pertence. Matar animais domesticados é como dar um tiro na cabeça de uma pessoa na cadeira de rodas ou de humilhar uma criança autista no meio de uma multidão. É cruel, asqueroso, infame…

Por mais que nós ocidentais, tenhamos uma grande culpa neste tipo de atrocidade, ainda é possível encontrarmos grupos engajados contra este genocídio que segundo alguns, foi abençoado por Deus. Por mais que toda a família ocidental normal adore um churrasco, ainda saberemos que, a maioria de nós não irá no açougue ver a carnificina e tirar fotos com um selfie no facebook, a maioria de nós irá dar a carne do animal assassinado para os nossos mascotes, gatos ou cachorros. Não há no mundo dois animais que mais tenham caminhado com o ser humano, ajudando-lhe em todas as suas funções importantes do que estes. Além de serem nossos companheiros, inseparáveis, eles também foram altamente domesticados. Cortamos as suas asas da liberdade e os tornamos crianças para nos fazerem felizes. Além de todos esses fatos lógicos de companheirismo e de domesticação, nós também conseguimos ver beleza nestes animais E ESTA pode ser uma das explicações mais importantes para o fato de não termos acrescentado cachorros ou gatos aos nossos cardápios. A beleza.

O senso estético asiático neste sentido é bastante distinto do nosso, visto que as suas culinárias foram sendo adaptadas às circunstâncias históricas locais, como o superpovoamento. Além de não se importarem com os sentimentos de bichanos e caninos, eles também não parecem ligar para as suas aparências neotênicas.

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A culinária asiática é tão pragmática quanto o paladar e a cultura neurológica desta população, tudo aquilo que se mexe pode ser apreciado na mesa do restaurante. Não há beleza nisso, só há a vontade e os meios mais inteligentes e eficientes para matar a fome.

 

Seleção sexual

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Os asiáticos também são conhecidos por serem muito menos sexualmente dimórficos. As mulheres orientais não são conhecidas por serem as mas atraentes. Mas a verdade tem de ser dita. Elas são biologicamente mais atraentes que as mulheres caucasianas em média. Se todas as mulheres do mundo resolvessem parar de pintar e alisar os cabelos e principalmente, fazer depilação, veríamos UM MONTE de barbudas, com as axilas peludas, enfim, veríamos homens cabeludos com vaginas andando pelas ruas e isso não seria muito agradável. Se isso acontecesse, as mulheres asiáticas se sairiam melhor porque não precisariam depilar o corpo, visto que elas são assim ao natural. Um ponto importante a ser considerado.

No entanto, encontramos os mais belos espécimes da humanidade entre as mulheres de origem europeia, por causa da enorme paleta de cores dos seus olhos, cabelos, de suas peles, uma maior variação de tipos…. não há dúvidas quanto a isso. A aparência andrógina dos asiáticos bem como o dimorfismo bem mais latente entre os caucasianos, são dois resultados divergentes de seleção sexual, onde para o primeiro, este tipo de seleção foi muito menos importante do que por exemplo, a seleção para traços de maior inteligência técnica e personalidade conformista ou cooperativa. Sociedades cooperativas são menos competitivas e homens e mulheres são menos hierarquicamente separados.Eles também competem menos entre si. As sociedades europeias são conhecidas pela maior hierarquia, incluindo a síndrome do classicismo social. Em sociedades cooperativas, a subjetividade é um importante componente nas relações sociais visto que, ao conviver com muitas pessoas, será menos importante ver diferenças qualitativas entre elas. É claramente uma forma de domesticação. Beleza é qualidade. Homens europeus disputaram e disputam pelas mais belas mulheres. Na Ásia isso não aconteceu visto que a maioria dos casamentos sempre foram arranjados. Mesmo que a Europa também tenha desenvolvido estes métodos matrimoniais pragmáticos, algo me diz que os séculos posteriores de intensa seleção sexual, contribuiu largamente para definir a alma do homem branco.

A capacidade de ver beleza se relaciona com criatividade. Os caucasianos europeus são as populações criativas do mundo por causa dos efeitos consideráveis, como efeito fundador, que a intensa seleção sexual provocou. Ao se competir por qualidade, também se produziu uma população neurologicamente predisposta para buscar qualidade. Criatividade e qualidade são quase que sinônimos, eu poderia pensar… A qualidade encontra-se no indivíduo e não nas multidões. Ainda que se possa produzir multidões de qualidade, nada supera o indivíduo de qualidade, como nada no sistema solar supera o Sol.

Os asiáticos são menos criativos que os europeus pelo mesmo motivo que comem carne de cachorro e gato e pelo mesmo motivo de não terem as mulheres mais belas do mundo, ou ao menos com características raras e belas, como olhos verdes ou cabelos loiros.

Ainda que os criativos europeus não sejam os de melhor qualidade biológica (em média), eles são um dos resultados tanto da intensa seleção sexual que criou o homem branco quanto pela luta entre as forças de domesticação e as forças de competição que sempre se confrontaram no Ocidente. O criativo é uma mistura de domesticado com selvagem. O asiático só é domesticado.

Excepcional texto de Paul Cooijmans sobre as características do gênio

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Gênio
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Paul Cooijmans
Introdução
Abaixo estão algumas observações especulativas para ilustrar o desenvolvimento do meu pensamento sobre o gênio em termos de personalidade, isto é, em termos intrínsecos, preditiva. É fácil definir gênio “após o fato”, para dizer que é um gênio que fez uma contribuição duradoura, tem sido de grande e duradoura influência. Isso é verdade, mas também grátis e livre de obrigações. O verdadeiro trabalho é prever gênio, para descrevê-lo em termos de características de personalidade observáveis. Isso é o lugar onde se corre o risco, onde se pode ir certo ou errado, onde insight é para ser adquirida, e onde se encontram as aplicações práticas na identificação de gênio antes de o fato.
Genius não depende de inteligência sozinho e, portanto, não pode ser definido por um QI número. Em outras palavras, não é possível citar um único IQ além de que é um gênio. Embora este número é supérfluo, alguns exigem.
Algumas observações
Genius é o extremo alto final da dimensão da criatividade.
Criatividade, por sua vez é a expressão (efeito, resultado, projeção) de consciência. A consciência é o que as experiências individuais dentro de sua mente (a experiência da própria experiência, a estar ciente do fato de que um ou existe alguma coisa), enquanto que a criatividade é o que os outros percebem quando se observa que o individual. Conscientização e criatividade são os aspectos internos e externos da mesma coisa. A criatividade é uma medida de sua consciência. Uma pessoa não-criativa não tem conhecimento, um gênio é o mais consciente de todos.
Consciência está relacionado com a criatividade não apenas como na tomada de uma pintura ou escrever um romance, mas também como em minha hipótese filosófica “Só o que pode ser verificado por seres conscientes existe”. Consciência, assim, cria a própria existência. Sem seres conscientes, nada existiria.
Os componentes da criatividade (e, portanto, de consciência e de gênio), são a inteligência, consciência e horizonte associativo.
Consciência é o único aspecto de criatividade que pode ser significativamente melhorado, de forma permanente, com segurança e propositadamente em um adulto. Isto é assim provavelmente porque consciência não é uma característica unitária, mas compreende várias características, algumas das quais são independentes, e por si só não correlacionada com cada um dos outros caracteres que compõem a consciência. Consciência é um caleidoscópio de boas características, e é possível ter diferentes combinações, e ganhar ou perder alguns deles sem afetar o resto.
Horizonte associativo não pode, provavelmente, ser melhorada com segurança muito; drogas alucinógenas alargá-la, mas ao grande risco de psicose, que causa danos permanentes para a mente e o cérebro. Talvez estudar o trabalho de gênios ou fazer exercícios em “pensamento lateral” pode melhorar a sua horizonte associativo um pouco, mas deve-se perguntar se o resultado vale a pena o esforço, e perceber que muito mais criatividade pode ser adquirida através da melhoria consciência. Horizonte associativo é o “ignição”, é de Edison “2% de inspiração”, em oposição a “98% de transpiração”. Há uma tendência entre as pessoas fascinadas pelo gênio para se concentrar na 2% e negligenciar a 98%, o trabalho duro que vem após o “faísca”. A tendência para confundir criatividade com horizonte associativo. Este é o fenômeno de “querer um sabor champanhe em um orçamento de cerveja”, a atração de ser criativo em um flash de insight, sem a necessidade de fazer o trabalho duro.
Há uma tensão fundamental entre os três componentes da criatividade, cada um, quando superior a um determinado limite, pode derrubar todo, destruindo a criatividade.
Horizonte associativa, quando superior a um limite, leva à psicose e, portanto, destrói a criatividade. Isso tem sido apontado por Hans Eysenck e outros. Para gênio, é preciso estar perto desse limite.
Consciência ( observação do blogger: em inglês, neste caso significará Conscientiousness), quando se excede o limite, leva a obsessões e compulsões (que por sua vez causa a ansiedade e a depressão) e assim destrói criatividade (neurose, em vez de através de psicose), seja menos drasticamente. Isso faz parte do saber psiquiátrico regular. Para gênio, é preciso estar perto desse limite.
Inteligência, ao atingir os mais altos altitudes, de alguma forma reduz a frequência de gênio, que tem sido apontado que os gênios tendem a ter alta, mas não a maior inteligência, que aqueles com os mais altos QI geralmente não são gênios. Eu não sei o mecanismo exato ainda, mas relevante é a minha descoberta de que, na gama alta, há uma correlação negativa significativa entre QI e 1) transtornos psiquiátricos em si mesmo; 2) transtornos psiquiátricos em seus pais e irmãos (que refletem predisposição genética), 3) disposição para transtornos psiquiátricos como medido por testes de personalidade.
Talvez os mais altos QIs tendem a ir com um pouco menos do que a consciência extrema necessidade e horizonte associativo (ambas são formas de disposição para transtornos psiquiátricos)? Talvez aqueles com os mais altos QIs são muito neurologicamente “normal”?
Este possível efeito limitante do mais alto QI níveis, é algo que eu estou menos certo ainda de que um dos outros dois limites.
Minha opinião atual sobre a criatividade (e, portanto, gênio) pode ser resumido como:
Consciência contribui para a criatividade, mas dispõe para a neurose;
Horizonte associativo contribui para a criatividade, mas dispõe de psicose;
Inteligência contribui para a criatividade, mas dispõe de normalidade.
Eu tentei expressar em um modelo matemático como os três aspectos trabalham juntos para produzir criatividade, mas até agora não tenho nenhuma versão satisfatória de tal. O que eu faço suspeita agora é que a quantidade de consciência e horizonte associativo necessário variar de acordo com a inteligência; que os níveis mais elevados de inteligência precisa, e pode tolerar, os valores mais elevados dos outros dois aspectos a resultar em criatividade.
Eu imaginei que, para cada nível de inteligência existe um certo mínimo e e uma certa quantidade máxima de consciência e de um certo mínimo e e uma certa quantidade máxima de horizonte associativo, acima e abaixo do qual não há criatividade. Ambos os aspectos têm de estar dentro destes limites, e pode haver uma única óptima entre esses limites exigidos para gênio. Os limites e ideais, uma vez que foram deslocar para cima, com inteligência, são relativos à inteligência. Matematicamente pode melhor ser algo como:
G = g – √ ((c – cg) 2 + (ah – AHG) 2)
onde G é a criatividade, g é a inteligência (no sentido do fator geral na capacidade mental), e cg e AHG são os melhores níveis de consciência e horizonte associativa em um determinado nível g (isto é, os níveis para além do qual os níveis debilitantes da neurose e psicose ocorrer). L é expresso na mesma escala em g, e c ah e utilizar as unidades dessa escala.
Se c e ah poderia ser expressa na mesma escala, também, de tal forma que seus valores sempre correspondem aos níveis ideais dessas características para uma pessoa do mesmo nível g-numerado, cg e AHG tanto poderia ser substituído por g, ea equação seria:
L = L – √ ((c – g) 2 + (ai – g) 2)
Recentemente, tornaram-se um tanto pessimista sobre a possibilidade de expressar horizonte associativo e consciência cada um em uma escala similar à inteligência e combiná-los matematicamente para obter uma medida de criatividade. Em vez disso eu estive pensando de combinar os três aspectos em ou abaixo do nível de itens de teste, de modo que a pontuação bruta do teste irá refletir diretamente criatividade. Este foi realmente o que eu tentei com alguns dos meus primeiros testes, mas depois cheguei à conclusão de que esses testes mediam principalmente inteligência e, provavelmente, não em grande medida criatividade. Pode ser um desafio futuro para problemas de projeto ou tarefas que realmente exigem criatividade como eu defini-lo.
Dois em cada três
Embora todos os três aspectos são necessários para a criatividade, é tentador considerar que resulta quando se possui apenas dois deles a um grau elevado, e o terceiro é pressionado em comparação com aqueles:
Consciência e horizonte associativo
Se a inteligência está deprimido, um ainda pode ser um artista razoável em um campo sem exigências cognitivas elevadas, desde que se tenha o talento específico, por exemplo, um escultor, dançarino, pintor ou músico. Em casos como estes, o talento específico toma o lugar da inteligência. No entanto, muitos talentos específicos estão correlacionados com inteligência, seja humilde só a moderado, de modo que é mais comum para esses artistas têm inteligência relativamente maior do que ter baixa inteligência.
Se a inteligência é marcadamente deprimido, pode aparecer como “estúpido” para um observador casual. No entanto, este é apenas um dos três tipos de estupidez.
Inteligência e horizonte associativo
Se a consciência está deprimido, ainda pode ser um humorista de curta duração irregular, ator, ou estrela do rock, mas seria no geral ser de consumo ao invés de criativa.
Se a consciência é marcadamente deprimido, pode parecer “estúpido”. Por exemplo, perdendo oportunidades importantes através de frouxidão ou falta de pontualidade é considerado “estúpido”, como está sendo executado em acidentes como resultado de descuido. Este é o segundo tipo de estupidez.
Inteligência e consciência
Se o horizonte associativo está deprimido, ainda pode ser um bom contador, escriturário, banqueiro, tradutor, revisor, editor, advogado, diplomata, político, funcionário público ou estudioso no “humanidades”. Na verdade, pode-se ser bom em qualquer um dos um monte de coisas mais, mas mostram uma falta de originalidade e humor, tendem ao conformismo e à socialização e de empatia e humanidade colocar agradar as pessoas antes de procura de verdade e falar a verdade . Essas pessoas são perigosas na ciência para eles, se necessário corromper seus dados para evitar qualquer resultado que quer violar o paradigma dominante, ou aparecer “desumano”. Por exemplo, se uma pessoa como esta estudos lateralidade e descobre que os canhotos são dez vezes mais violento do que os destros, a pessoa vai corromper ou descartar os resultados para esconder esse fato, pensando “Seria desumano para estigmatizar o grupo de canhotos, tornando este conhecido “. Essas pessoas têm tanto medo de ser “contra a corrente” ou “machucar” os outros que eles, em vez mentir. Pronunciamentos típicos para eles são “Algumas verdades não podem mais ser contada”, “O efeito do que se diz é mais importante do que se deve ou não é verdade”, e “A Verdade não existe”. Eles se sentem menos atraídas para as ciências naturais (embora possam ser inteligente o suficiente para aqueles) por causa da natureza estritamente empírico dessas disciplinas, o que requer uma de mudar de ponto de vista ou paradigma, sempre que os dados empíricos contradizem a própria expectativa. E pessoas com horizontes estreitos associativos não são capazes de mudar de paradigma como eles são rígidos. Eles preferem as ciências “Alpha”, que tradicionalmente empregam um paradigma a priori ou modelo que se impõe sobre a realidade e não adaptado empiricamente. Sua alta inteligência que lhes permite discutir ou debater interminavelmente em construções aparentemente lógicas de complexidade infinita, enquanto seu horizonte associativo estreita os impede de ver a imagem maior, a estrada à frente, e por isso os impede de serem alvo-dirigida, de modo que a sua lógica aparente não trazê-los mais perto da verdade ou a justiça no final. Este número é tão longo, porque este grupo é importante e tende a ocupar posições elevadas na sociedade e ser de influência, também, a este grupo, ao contrário dos outros dois mencionados, é susceptível de ler este artigo.
Se o horizonte associativo está deprimido, isso também pode fazer uma impressão “estúpido”. Por exemplo, não agarrar humor sutil ou ironia, não reconhecendo brilhantes novas ideias, não recebendo o “quadro maior”, esses são todos os comportamentos que tornam alguém aparecer “estúpido”, apesar de ser de inteligência superior. Este é o terceiro tipo de estupidez.

A bobeira do ”patógeno gay” e uma refutação simples…

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Ser diferente é anormal 😉

O que você pensaria se você se deparasse com pessoas que se dizem ”estudadas”, inteligentes e ”liberais” (;) ) e que acreditam primeiro que,

somente a homossexualidade, grifa-se, EXCLUSIVA E MASCULINA, seja provocada por patógenos  mas todo o resto da panaceia que se consistem as relações sexuais humanas não são

e segundo que,

mediante esta conclusão, deve-se

– ”informar” ao público quanto à descoberta,

– desenvolver vacinas que possam conter esta patologia e

– se não bastasse isso tudo, ainda, bem, porque eles tem bom coração sabe, ”dariam” o ”direito” de escolha do papai e da mamãe quanto à biologia do filho (direitos do indivíduo nada né??)

Se, somente a homossexualidade (exclusiva e masculina) fosse provocada por patógenos, ainda se poderia discutir quanto a essas medidas, poderia se discutir, mas não se poderia chegar à conclusões tão precipitadamente como a turma ”liberal” que está se engajando em empurrar essas desinformações parece ter conseguido em tempo recorde.

 

Como eu sugeri em um post sobre homossexualidade, a mesma é uma variação natural, normal e LÓGICA do comportamento humano, onde temos homens afeminados, homens ”normais”, homens masculinos, etc…. da mesma maneira que temos pessoas de pele clara, de pele morena e de pele preta. Da mesma maneira que temos morenos de pele clara com olhos castanhos, morenos de pele clara com olhos claros, loiros com olhos castanhos…

Da mesma maneira que temos autistas, nerds, engenheiros, comuns ou normais, sociáveis etc….

Enfim, TUDO é um espectro e não seria diferente com o comportamento sexual.

A ideia de que somente o comportamento homossexual (blablabla) seja provocado por patógenos, já foi provada falsa, visto que todo o comportamento sexuado deriva das estratégias de sobrevivência e reprodução de patógenos, dentro dos nossos corpos, seja para a monogamia, seja para a promiscuidade.

Todos nós, independente de nossos estilos de comportamento, temos patógenos (que muito provavelmente não são iguais) que co-evoluíram com a nossa espécie e que nos apresentam algumas vantagens, por exemplo o interesse sexual. A maioria dos seres humanos gostam de dar uma bela trepada e isso não seria possível sem a ação dos patógenos para nos fazer gostar desta prática e criar toda uma série de padrões de odor para sinalizar ao sexo a que se deseja transar.

Os patógenos também se beneficiam de sua estadia em nossos corpos varonis.

Bote na sua cabeça, se a carapuça te serviu,

a patogenia sexual é uma realidade para todas as espécies sexuadas, não é exclusividade de um tipo de comportamento sexual,

portanto, nenhuma medida draconiana deverá ser tomada, especial e especificamente as medidas que esses seres especiais estão tentando inculcar na cabeça dos seus seguidores,

e mesmo que somente a homossexualidade fosse causada por patogenia, mesmo assim, ainda não poderíamos tentar  tomar nenhuma medida em respeito à alma de grandes gênios da humanidade que tinham esta predileção sexual, Da Vinci? Alan Turing??? … bem como também a séculos de perseguição e enorme discriminação  a que essas pessoas tem sido submetidas.

 

Bonobos e por que a realidade é completamente plástica???

Quando sugeri a uma dessas pessoas, ”liberais” e ”esclarecidas”, de que existia a possibilidade de que o percentual de homossexuais poderia ser mais alto que a de homossexuais assumidos ou nominais, eu recebi a seguinte resposta

impossível

Sabe, eu gosto de debater com pessoas assim, que adoram explicar os seus argumentos, nos seus mínimos detalhes….

No mais, eu encontrei que uma das principais motivações para esta cadeia de erros (de má fé) é justamente pelo fato de que a homossexualidade não confere nenhuma vantagem reprodutiva para o indivíduo que a pratica. Mas claro que pensar em inúmeras possibilidades, usar a criatividade, parece não ser o forte daqueles com diploma Ivy League, especialmente os ”liberais” e ”esclarecidos”.

Como eu mostrei no texto sobre homossexualidade, o primeiro que fiz, existem várias vantagens indiretas que afetam os parentes dos homossexuais como maior fertilidade e portanto maior número de filhos, bem como maior atratividade para o sexo oposto.

Eu não sei se poderia dizer ”vantagens indiretas da homossexualidade” porque parece que a mesma vem em um pacote com múltiplas vantagens e possíveis desvantagens também, como tudo na vida. A homossexualidade é somente uma manifestação, um bioproduto deste pacote.

No mais ou meio mais, estas teorias sobre seleção indireta, que tentam explicar a presença universal da homossexualidade em todas as populações humanas, são somente alternativas, que de fato podem nos ajudar a explicar em parte a manutenção deste comportamento, se acaso outras teorias, especialmente a de seleção direta, onde uma parte da população homossexual permanece no armário, se casa e tem filhos, não for levada em conta também.

No entanto, elas deveriam ser. Nos EUA, as estimativas oficiais colocam que 4% dos americanos são homossexuais. No entanto, é muito, muito provável que muitos outros americanos também tenham ao menos alguma predisposição para a maior variabilidade no ato sexual, além da heterossexualidade. Eu poderia suspeitar que, de 8% a até mesmo 15% dos americanos poderiam pertencer a este grupo, desde os homossexuais biologicamente exclusivos que permaneceram ”no armário” e se casaram  até aqueles que são bissexuais. (Inclusive no texto sobre a homossexualidade como variação natural da espécie, eu deixei um link que mostra que ao menos metade dos homens brancos americanos liberais apresentam genes que se relacionam com o comportamento homossexual e deixo outro link novamente aqui. Também é interessante notar os relatos pessoais de homens mas também de mulheres quanto à práticas não-heterossexuais, parece ser muito mais comum do que você pode imaginar).

Estas pessoas poderiam facilmente sustentar o polimorfismo da homossexualidade na espécie humana e ”não precisaríamos” das teorias alternativas de seleção indireta para mostrar aos ”liberais esclarecidos” que a homossexualidade é natural.

No mais, uma das principais razões para a eterna tentativa de alguns grupelhos em patologizar qualquer minoria comportamental, é a de que ser diferente parece ser um sinal de ”patologia” para estes e para muitos outros.

Ser doente e ser rebelde são quase sinônimos para a maior parte da população. Aquele que pensa diferente de você é louco, doente mental, psicopata….

Nada de novo no reino encantado da humanidade.

Se existisse (e ”existiu”) uma cultura ocidental onde a homossexualidade fosse tolerada e no entanto, os seus praticantes também fossem obrigados a procriar, então os seus ”genes patógenos” ou genes metamórficos, poderiam passar incólume pela análise de qualquer cientista porque eles seriam majoritários. Sabe quando você vê as listras pretas e despreza as listras brancas??

Se bonobos e algumas tribos da Papua Nova Guiné compreendem a homossexualidade como uma prática comum, como qualquer outra e se cultura e genes (patógenos) co-evoluem, então parece evidente que a única razão para o fato da cabeça ocidental ”analista” patologizar a homossexualidade é porque ela se consiste em uma minoria aparente e também não é uma prática cultural popularmente aceita ou mesmo, nem é uma prática cultural diga-se de passagem como na Índia.

Se todos tivessem os patógenos sexuais para prevaricar com o seu semelhante, literalmente, então não haveria este destaque tendencioso para o ”patógeno gay”, como está acontecendo na ciência Hbd recentemente.

As coisas não são tão simples assim Zequiiiinhaaaa….

Uma refutação à ”teoria da savana” de Satoshi Kanazawa parte 2

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HOO HOO LA LA

Continuação…

Socialismo

A ideia de que ”ser socialista” seja um comportamento evolutivamente novo e  que seja mais engajado por pessoas inteligentes como resultado de ”escolhas pouco usuais ou novas” também não se sustenta, primeiro, porque o termo socialismo ou socialista é amplamente variável, podendo ter diferentes significados em diferentes contextos, segundo que vários estudos indicam que existem predisposições genéticas para se ”tornar socialista”, seja por causa de genes específicos como o DRD4 seja por causa da configuração cerebral que está sob influências genéticas e biológicas. Portanto, é muito menos provável que a preferência política se consista somente em uma escolha. Pessoas racionais fazem escolhas racionais e podem por ventura preferir por um estilo político ao outro, mas é muito provável que a preferência biológica fale mais alto e sejamos confundidos por causa da complexidade de nossos sistemas políticos, sociais e culturais. As pessoas não mudam as suas preferências biológicas, a não ser que algum acidente grave possa reverter essa situação. Um homossexual biológico não deixa de ser ou de ter as suas preferências ao se casar com uma mulher, da mesma maneira que o cérebro de um canhoto não muda se ele for forçado durante a infância a escrever somente com a mão direita. A biologia vem antes que as escolhas. Podemos escolher, mas isto será baseado naquilo que a natureza nos deu. Algumas pessoas podem ser mais variáveis em relação a um comportamento, enquanto que outras pessoas podem ser xiitas ou extremistas para o mesmo comportamento. O ser humano é como uma aglomeração de elásticos, alguns elásticos são maiores enquanto que outros são menores.

Alguns estudos, diga-se um pouco exagerados e duvidosos, encontraram uma grande diferença de inteligência entre ”liberais” e ”conservadores” nos EUA, onde os primeiros foram considerados como ”muito mais inteligentes”. Mas outros estudos em outros países como na Suécia, no Brasil e na Grã Bretanha por exemplo, mostra que a relação preferência política e inteligência é bem mais complexa e portanto, não se pode dizer que os socialistas serão sempre os mais inteligentes. Algumas pesquisas nos EUA, tem encontrado pouca variação de pontuação de qi entre ”democratas” e ”republicanos”.

A ideia de que por exemplo, a xenofilia, seja um traço evolutivamente novo não parece se sustentar porque desde os seus primórdios que as diferentes cepas da humanidade tem se misturado racialmente. A miscigenação ancestral é uma prova de que a xenofilia sempre existiu na espécie humana, se versões parecidas já existiam em outras espécies, mais antigas. É claro que muitos dos encontros interraciais do nosso passado foram violentos, mas isso não significa que não tenham ocorrido encontros amorosos e que algumas tribos já não tenham cuidado do filho de outros. A maioria dos povos da humanidade tem admitido minorias étnicas de outras regiões em seus tecidos sociais. Espera-se que o principal critério para ser aceito em uma ”tribo” estrangeira seja principalmente a cultura. A grande maioria dos seres humanos, mesmo os arcaicos, podem, sem dificuldades, acomodar pessoas de outras raças, etnias ou nacionalidades. Basta que as minorias se convertam ao seu código cultural, social ou religioso. O socialismo não é muito diferente da maior parte das culturas humanas. Eu posso estar exagerando e de fato, outros critérios como a raça, também sejam (e são) muito importantes para a aceitação por parte de uma população humana de grupos estrangeiros, mas a cultura parece ser quase tão importante quanto a raça. Ainda que existam diferenças palatáveis neste aspecto, pode-se dizer que, os mais inteligentes são mais  xenofílicos, visto que tendem a ser mais tolerantes e também mais curiosos em relação a outras culturas. Eles também podem ter os seus respectivos sistemas neurológicos, menos desligados para atributos mais arcaicos como o tribalismo. A relação xenofilia e inteligência, bem como alguns outros aspectos do socialismo, faz sentido de fato, mas isso não significa que é um traço novo porque parece ser mais logicamente comum entre os mais inteligentes.

O principal erro de Satoshi Kanazawa nesta teoria é a confusão entre o  ”ser novo” e o ”ter sido historicamente minoritário”. Talvez, desde os tempos das cavernas, os membros mais inteligentes das tribos tenham de fato, se engajado mais, em ao menos um destes comportamentos, mas a ideia de novidade evolutiva realmente se relaciona para a espécie humana, como novas mutações que irão predispor a diferentes e novos estilos de comportamento e a maioria destes traços não são novos e praticamente todas as nossas tendências já  existiam entre os primeiros primatas bípedes. Se Kanazawa entende o ”comportamento evolutivamente novo” como ”comportamentos do homem anatomicamente moderno” então ele poderia ter deixado bem claro quanto a isso, ainda que quando diz ”ambiente ancestral”, também não está nos ajudando a identificar de qual ambiente e em qual período pré histórico ele está se referindo.

Os seres humanos não são completamente diferente dos outros animais, eles ”só” estão em níveis muito mais elevados de inteligência e criatividade do que as demais espécies. O termo ”evolutivamente novo” definitivamente, encontra-se muito mal empregado nesta teoria.

Ateísmo

Vou concluir esta refutação da teoria de Kanazawa pelo ”ateísmo”. Os outros estilos de comportamento que foram elencados pelo psicólogo, se assemelharão aos outros ”comportamentos evolutivamente novos” que eu sublinhei no post anterior. Portanto, confunde-se basicamente dois aspectos, a datação da origem do comportamento e a novidade como minoria, seja para concluir que o comportamento x não existia há 10 mil anos atrás, seja para conceber o comportamento x como novo nos dias atuais. O ponto mais correto desta teoria é que de fato, os mais inteligentes tendem a apresentar a maioria destas predisposições em maior proporção do que os demais e em um sentido lógico e não-estatístico, faz sentido, para a maioria delas, que se relacionem com maior inteligência.

A ideia de que o ateísmo é uma escolha, geralmente dos inteligentes, não faz mais sentido , especialmente a partir do momento em que descobriu-se que existem relações genéticas entre ser ateu e ter características autistas. Pode-se dizer que ser ateu é menos uma escolha e mais uma condição neurológica. Portanto, mais uma vez, cai por terra a teoria de Kanazawa de que as pessoas inteligentes fazem escolhas evolutivamente novas ou pouco usuais. Elas não fazem, necessariamente.

A outra ideia central desta teoria, de que o ateísmo assim como outros exemplos de ”comportamentos evolutivamente novos” são recentes, se eles não são escolhas dos mais inteligentes, também não faz sentido visto que, o ateísmo é a manifestação cultural específica de uma combinação neurológica derivada do autismo, onde os portadores do mesmo serão predominantemente ateus e agnósticos. A biologia virá antes que as escolhas e as reduzirá para uma quantidade limitada e individualizada. Algumas de nossas possibilidades de escolhas serão mais elásticas do que outras. Por exemplo, você pode ser um homossexual ”reto” mas ser mais flexível para a preferência religiosa.

A única maneira de provar que o ateísmo é uma mutação recente da espécie humana, poderia ser por meio de uma comprovação hipotética de que o autismo é uma condição neurológica recente, que apareceu há pouco tempo, durante a revolução industrial ou é o resultado de vacinas. No entanto, esta pintura rupestre abaixo, que demonstra precisão e realismo, só poderia ter sido produzida por alguém com estes traços e sabe-se que eles derivam do autismo.

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O artista pré histórico que produziu essas figuras acima pode até não ter sido portador de autismo, mas todos os traços cognitivos e comportamentais que se relacionam com este estilo e tipo de atividade derivam da ”genética do autismo”.

Portanto, é muito improvável que o autismo seja uma mutação recente e por conseguinte será muito improvável que o ateísmo também seja.

Religião como um traço evolutivamente novo

A capacidade para acreditar em ”abstrações” parece ser uma característica inerentemente humana. É verdade que a capacidade para produzir cultura esteja presente em muitas espécies animais. Eu ainda poderia dizer que, todo o tribalismo é uma espécie de cultura biológica natural, criada para a cooperação interna bem como para competição com outras espécies. Mas a religião parece ser uma novidade psicológica humana. A religião é um desdobramento, uma evolução da cultura. É o aumento da complexidade do pensamento. O ateísmo é provável de ser anterior à religião. A capacidade para imaginar como seria o todo, ”Deus”, não (parece ser) é possível de ser compreendido e acatado por outras espécies a não ser a humana. Primatas podem produzir culturas de cooperação e competição, mas não podem imaginar além das estrelas. O ser humano pode e faz.

Miscigenação racial voluntária como traço evolutivamente novo

Casamentos interraciais sempre aconteceram dentro da espécie humana. Misturas também acontecem em outras espécies, mas na maioria das vezes, isso se dará somente em circunstâncias extremas. A grande maioria das espécies não-humanas de vida complexa não se misturam voluntariamente. Os seres humanos são, pelo que tudo indica, os únicos que podem voluntariamente procriar com pessoas diferentes do seu grupo geneticamente direto. Portanto, a miscigenação racial voluntária é um traço evolutivamente novo, que só se encontra presente nos seres humanos, provavelmente um dos resultados das muitas misturas raciais ancestrais bem como da neotenia.

Capacidade para conter o impulso sexual

A neotenia é um dos processo mais significativos que corroboraram para produzir a espécie humana. As crianças tendem a ser muito menos sexualizadas do que os adultos. Sendo o ser humano uma versão neotênica dos primatas, pode-se constatar que os seres humanos tenderão a ser menos sexualmente impulsivos do que os seus primos macacos. A capacidade de contenção do impulso sexual (especialmente) bem como a adesão por comportamentos sexuais recreativos são dois traços evolutivamente novos que evoluíram em seres humanos. Vale ressaltar que o desejo sexual homossexual se difere entre humanos e outras espécies. Enquanto que os homossexuais humanos podem conter os seus impulsos sexuais (apesar de que, este se encontra abaixo da média em comparação aos não-homossexuais), eles tem consciência de que suas práticas sexuais não vão resultar em procriação. Em algumas espécies, isso pode não ser verdade. Justamente por serem uma das espécies mais próximas do homem, que os bonobos parecem ter encontrado meios para construir sociedades pacíficas, por meio do sexo recreativo. Mas até onde as suas consciências entendem que a prática homossexual não resulta em procriação ainda é um mistério.

Este blog mostra que o impulso bio-cronológico sexual da espécie humana foi extinto para que ocorresse o aumento da capacidade craniana e portanto de nossa inteligência. Esta teoria e este blog são muito interessantes, tirando os excessos propagandísticos sobre a homossexualidade como natural e a heterossexualidade como não-natural (o que obviamente não é verdade para a segunda) eu recomend aos meus leitores a darem uma passada por lá. Eu não acredito que o impulso sexual bio-cronológico dos seres humanos foi extinto, mas é fato que ele diminuiu consideravelmente, como um dos traços presentes na gênesis da espécie humana, o efeito fundador da humanidade. Ainda fazemos sexo, gostamos de fazer (a maioria dos seres humanos) e apresentamos um relógio biológico sexual onde nossa libido será maior durante o melhor período para a procriação. Mas podemos controlar este impulso, ou, pelo menos a maioria dos seres humanos podem. A grande maioria, se não todos os animais não-humanos, simplesmente não tem esta capacidade de controle. Quando o relógio biológico toca eles não podem se conter.

 

Um dos principais erros cometidos por Kanazawa é ligar a inteligência com ”comportamentos evolutivamente novos”. Essa relação não parece ser causal e as mutações (patógenos??) que propiciam a um determinado comportamento necessariamente não precisam surgir somente entre os mais inteligentes.

Enfim, como conclusão, os dois textos que produzi visam refutar a teoria da savana ou dos princípios da savana, desenvolvida por Satoshi Kanazawa, partindo-se dos seguintes pressupostos

Os exemplos de comportamentos evolutivamente novos que ele elencou não são em verdade, evolutivamente novos, mas são minoritários na maior parte da história humana, especialmente na história das civilizações. Ele confundiu novidade como minoria.

Os exemplos de comportamentos evolutivamente novos desta teoria parecem estar presentes em outras espécies além da humana, o que indica que estes comportamentos podem ser ainda mais antigos do que a própria humanidade

A maioria de nossas escolhas derivam de nossa biologia, que é limitada e individualizada. Como resultado, nem as pessoas mais inteligentes e nem as pessoas de qualquer outro subgrupo cognitivo tem o poder de escolher entre opções díspares, na grande maioria das vezes, faremos escolhas que se assemelharão entre si.

Portanto, os mais inteligentes mediante baterias de testes de qi, não fazem mais escolhas evolutivamente novas, dependerá muito do contexto, se o contexto for social, histórico e cultural recentes, então pode ser que seja verdade, mas existem muitas variáveis que influenciarão em um veredito objetivo quanto a isso. As características de alguns dos comportamentos elencados por Kanazawa e que parecem ser mais praticados por pessoas inteligentes, são de natureza atávica, não acreditar em Deus é anterior à religião, que eu determinei como um elemento exclusivamente humano, se engajar em sexo procriativo não-reprodutivo é anterior ao sexo monogâmico, este que se relaciona com alguns subgrupos de altamente inteligentes (provavelmente a maioria deles) bem como com a sua existência em outras espécies, é basicamente a estratégia K de reprodução. Impulsividade no consumo de álcool e substâncias químicas é anterior ao auto controle. Tanto o sexo procriativo quanto o abuso de substâncias são de natureza impulsiva e se relacionam negativamente com níveis mais altos de auto controle que por sua vez se relaciona intimamente com auto controle sexual, um traço que eu determinei como evolutivamente novo, por causa da diminuição drástica do impulso bio-cronológico sexual que resultou na fundação genética da humanidade. O socialismo e vários de seus traços sociais e políticos se assemelham à organização social dos bonobos e se engajar neste tipo de ideologia não é uma atitude evolutivamente nova, basta ver como funcionam as sociedades de caçadores coletores remanescentes nos rincões de povoamento humano para perceber que o socialismo não é um modelo novo de sociedade. A miscigenação racial voluntária também me parece que é uma tendência evolutivamente nova, justamente por se segregar somente entre os humanos ou porque é  rara a praticamente inexistente para fora de nossa espécie.

A conclusão final é a de que a teoria da savana não se sustenta à uma análise mais detalhista e os principais erros cometido por Satoshi Kanazawa foram a ênfase entre inteligência e evolução e a confusão entre novidade e minoria.

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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