Canhotismo e inteligência e Canhotos ”puros” e canhotos ”mistos” parte 1

Como a lateralidade é um polimorfismo e isto quer indicar que estamos falando de um espectro, ou seja, uma variação dos mesmos traços em intensidade quantitativa e qualitativa, então é de se esperar que existam extremos em ”cada ponta da curva de sino”. Apesar da validade óbvia sobre o estudo de ”canhotos” e ”destros”, qualquer pesquisa sobre lateralidade e correlações causais ou não-causais, merecem uma análise variada onde todos os graus de canhotismo e destrismo também devem ser avaliados.

No entanto, me parece que existem muito mais trabalhos que analisam cruamente ”canhotos” e ”destros”, do que aqueles que comparam todo o espectro. Este atraso de décadas em que as variações espectrais de lateralidade humana e suas respectivas e potenciais correlações tem sido sistematicamente desprezadas, sem sombra de dúvidas que tem tornado o entendimento deste assunto não só cronologicamente retardado como também complicado que pode ser muito bem demonstrado por  exemplo,  com este estudo que vazou para a grande mídia. O perigo de se expor trabalhos científicos sem detalhar as suas descobertas pode ser notado primeiro, pela surpreendente incapacidade com que muitos atravessadores de notícias, aka, jornalistas, tem para compreender e interpretar o que está sendo passado (gritando analfabetismo funcional) e segundo, pela maneira com que a notícia mal detalhada e portanto incompleta, se espalha de boca em boca ou no mundo digital em que vivemos, de email em email.

 

Agora, se os repórteres (uma boa parte deles) são estúpidos ou recebem ordens superiores para espalhar notícias desta maneira eu não sei, mas isso está merecendo um outro post. No mais, uma série de estudos encontraram diferenças entre os chamados ”canhotos puros” e os ”canhotos mistos”. Se o pesquisador  de Yale que em seu estudo, encontrou em uma pequena amostra de pacientes que o canhotismo era muito mais comum em esquizofrênicos, tivesse primeiro, procurado por um número maior de amostra e segundo, tivesse dividido os pacientes em graus de lateralidade mais variados, eu tenho certeza que os resultados seriam diferentes e com mais qualidade.

 

Canhotismo não é genético, mito

 

As pessoas tem dificuldade para entender a genética e isso parece se aplicar fundamentalmente para a lateralidade. É aquele pensamento monocromático básico, ”se não existe uma herança hereditária clara e predominante, então não é geneticamente determinado”. Mas o mundo não é tão simples assim não acham?

A lateralidade encontra-se presente em todas as espécies animais. A partir deste fato, parte-se da lógica de que é praticamente impossível que a mesma não tenha uma origem genética. A manifestação ou expressão da variação de lateralidade que não se relaciona somente com ”escrever com mão direita ou esquerda” é a demonstração da dualidade na natureza, a divisão de trabalho, a diversidade interna de cada espécie, já que a lateralidade de fato se relaciona diretamente com a lateralização cerebral. No entanto, é importante entender bem o que isso significa. As pessoas gostam de denominar algumas condições como genéticas, quando ainda é um pouco nebuloso entender o que isso realmente significa. No caso da lateralidade, são muitos os genes ou poderia ser melhor, a falta deles, que produzem a sua variação, especialmente em relação ao ”não-destrismo”. A maior quantidade de genes ou a falta deles corresponde à uma variante de hereditariedade. Genes ”fixos” são muito mais prováveis de serem herdados em toda a sua expressão fenotípica do que os genes ”recessivos”. Nenhum gene é totalmente recessivo e ou dominante ou fixo. É só olhar para os olhos claros. A distribuição geográfica dos olhos claros nos mostra que os genes recessivos quando são intensamente selecionados, tenderão a se tornar fixos dentro de uma população. A relatividade também se aplica à genética.

É notável também que em algumas populações humanas, a incidência de canhotismo é maior do que a média mundial, que está estipulada entre 5 a 10% de ocorrência. Se algumas populações selecionam mais canhotos então me parece evidente que existam predisposições genéticas para a sua produção.

Por exemplo, vamos analisar um pouco mais profundamente o que realmente significa a variação da coloração dos olhos.

Os olhos azuis equivalem quase aquilo que o albinismo significa para a coloração da pele. Ou seja, o desligamento da produção de melanina, resultará na redução gradual da cor marrom ou castanha dos nossos olhos. É claro que existem genes que produzem a cor dos olhos, mas o que é importante aqui é saber que os olhos azuis antes de tudo derivam de uma mutação ”aleatória”, que tal como a lateralidade, são originários da ”gênese” das espécies de vida complexa. Talvez, nós poderíamos entender os olhos claros da mesma maneira que entendemos a ”falta de genes para a lateralização concreta que produz a variedade de canhotos e ambidestros”. Ou seja, quando os genes que produzem a melanina da cor dos olhos, são desligados e qual grau em que são desligados, os olhos se tornarão mais claros. Se grande parte da produção de genes for desligada, então os olhos se tornarão como os deste garoto da foto.

Existem ainda os estudos que concluíram que o canhotismo é produto de ”injúria cerebral” durante o período uterino, quando o stress provocado por fatores epigenéticos caminhará para suprimir o desenvolvimento do hemisfério esquerdo, tornando o cérebro mais simétrico em sua hemisfericidade. Pode ser possível que, para alguns ou até mesmo em muitos casos, esta complexidade fenomenológica de variáveis possam ter vários resultados danosos ao funcionamento adequado do cérebro, bem como de super vantagens. Mas a partir do momento em que os diferentes tipos de graus de lateralidade não são adequadamente observados, qualquer conclusão que se limite aos termos ”canhotos” e ”destros” será parcialmente incompleta.

 

Canhotos puros e canhotos mistos e o início da resolução sobre a disparidade de resultados dos estudos sobre lateralidade e inteligência

 

Segundo alguns estudos realizados dos anos 70 e 80, o percentual de ”canhotos puros”  foi encontrado para ser muito menor do que o percentual de ”canhotos mistos”. As diferenças do grupo parecem evidentes. Os canhotos puros são aqueles que usam principalmente o lado esquerdo do corpo, para escrever, chutar uma bola, mastigar, segurar um objeto etc… Os canhotos mistos, como o próprio nome diz, são aqueles que escrevem com a mão esquerda mas para várias outras funções,  usam o lado direito, como chutar, comer etc… É esperado que não haja uma lateralização forte neste grupo. Em compensação, em relação aos canhotos puros espera-se logicamente que eles sejam em sua maioria predominante de pessoas com maior ativação do lado direito do cérebro. Ainda segundo alguns resultados encontrados por Marian Annett, enquanto que os canhotos mistos e os ambidestros em geral, obtiveram pontuações particularmente mais baixas de qi do que os destros, os canhotos puros foram quase iguais em pontuação em relação ao grupo de controle, composto por destros. (ver neuropsychology of lefthandedness). As diferenças foram consideravelmente significativas dentro do grupo de canhotos. Outros estudos (Ledlow, Swanson and Carter, 1972) encontraram que enquanto  os canhotos mistos tiveram pontuações consistentemente mais baixas do que os destros, os canhotos puros obtiveram pontuações de qi maiores.

Não parece ser necessário pesquisar muito longe para se chegar à conclusão de que os canhotos puros são equivalentes neurológicos dos destros, ou seja, eles são uma variação dos neurologicamente ”comuns” (no entanto, com evidentes diferenças cognitivas qualitativas visto que os destros acessarão melhor as vantagens do lado esquerdo enquanto que os canhotos puros por sua vez, acessarão melhor as vantagens do lado direito. Já os ambidestros tenderão a acessar pouco os dois lados, de uma maneira especializada) e que portanto, é improvável que alguma organização anômala potencialmente desvantajosa possa ser a condição estatisticamente comum deste grau de lateralidade se os testes de inteligência não demonstraram nenhuma diferença significativa. É ainda interessante pensar que os testes de qi são testes convergentes de inteligência e que portanto estão melhor adaptados aos destros do que aos canhotos, que são muito mais suscetíveis de terem maior ativação cerebral do lado direito. Ainda assim, parece que os canhotos ”puros” não se diferem muito em relação aos destros em testes de qi.

As diferenças significativas de inteligência entre os canhotos, poderia ser interpretada por meio da existência de subgrupos em que os canhotos puros seriam os ”canhotos originais” ou ”predominantemente genéticos”, que exibem inúmeras vantagens cognitivas pelo fato de terem maior acesso ao lado direito do cérebro, enquanto que os canhotos com baixas pontuações de qi, dentre outras ”anomalias”, seriam os ”canhotos criados no útero”, onde ainda será possível encontrar subgrupos altamente criativos ou com outros talentos, ainda que também seja encontrado um grande número de tipos disfuncionais, como os esquizofrênicos, criminosos, alcoólatras etc.

No entanto, eu sou reticente quanto à ideia de que exista uma forma de canhotismo que não seja genética, se praticamente o mesmo padrão de distribuição espectral de lateralização é encontrado em todas as populações humanas. Pode não ser diretamente genético, mas ainda se baseará em predisposições indiretamente genéticas ou mais variáveis quanto aos resultados.

 

Canhotos e renda

Estudos longitudinais nos EUA, Reino Unido e França encontraram que, especialmente no caso dos homens canhotos, existe uma relação positiva entre canhotismo e  elevada renda. Alguns estereótipos modernos sobre os canhotos foram confirmados no estudo francês como por exemplo uma maior representação deles em certos nichos criativos e esportivo. A renda está positivamente relacionada com maiores níveis de inteligência-qi, por razões óbvias. Outros estudos encontraram resultados díspares de ganhos de renda e lateralidade, particularmente para o canhotismo. Todas estas disparidades encontradas nos estudos sobre lateralidade parecem se relacionar embrionariamente para com o desprezo habitual em relação às diferenças existentes entre os tipos de canhotos e especialmente os canhotos ”puros” e os ”mistos”.

Se os canhotos ”puros”, em sua maioria, não são o resultado de eventos epigenéticos durante a gestação, que se relaciona com aleatoriedade de resultados (roleta russa) e que portanto não apresentam diferenciação significativa de suas respectivas configurações mentais, apesar das diferenças qualitativas evidentes, então é de se esperar que, não existam diferenças significativas de ganhos monetários ou de renda em comparação aos destros ou até mesmo que exista uma superioridade, visto que os canhotos ”puros” não só não apresentam anomalias neurológicas significativas mas também teriam vantagens cognitivas pelo fato de terem maior ativação cerebral do lado direito do cérebro.

O estudo de Harvard que postei neste texto sobre os resultados díspares encontrados nos estudos sobre lateralidade e renda, parece ser mais conclusivo e fazer mais sentido partindo-se do pressuposto que os canhotos estão divididos em vários subgrupos cognitivos e que enquanto alguns estão super adaptados às demandas modernas, outros estarão em diferentes circunstâncias neurológicas e com diferentes respostas às interações sócio-educacionais. Apesar da relação direta entre qi e renda, as maiores pontuações de qi não se relacionarão significativamente com riqueza monetária, especialmente porque outros fatores biológicos como os traços de personalidade, também apresentam um papel fundamental para a busca por aquisição de dinheiro. Inclusive, parece existir claramente uma relação com os traços de personalidade psicopática que quando combinados com alto qi, podem produzir as condições biocontextuais ideais para o enriquecimento financeiro individual. Em resumo, a renda se relaciona com qi até um determinado limite, em que a relação tenderá a decair. Meu palpite é de que os canhotos puros geralmente terão maiores ganhos de renda do que os destros enquanto que os canhotos mistos serão mais comuns entre aqueles com baixos ganhos se a doença mental ou ”personalidades extremas” se relacionam em média com menor renda de qualquer maneira.

Ainda é interessante pensar sobre as descobertas que os cientistas do neuropolitics encontraram sobre ”liberais” e ”conservadores”, ao menos nos EUA. Pelo que tudo indica, apesar do maior nível de escolaridade e maiores ganhos de renda em média, os liberais brancos tenderiam a ser menos propensos a pertencer à super elite do que os conservadores. Eles também encontraram que entre os liberais, haveriam mais pessoas com maior ativação cerebral do lado direito e como consequência, um maior número de canhotos e ambidestros, visto que enquanto 27-35% dos canhotos apresentam esta lateralização distinta, somente 4% dos destros o fazem. O liberalismo parece se relacionar a menor competição que por sua vez se relaciona com a falta de traços de personalidade que produzem a vontade de competir.

Se os canhotos são em graus o oposto dos destros, então é de se esperar que, enquanto os homens canhotos tendem a ser mais afeminados, as mulheres canhotas tenderão a ser mais masculinizadas. A capacidade de dominação, um componente importante sobre status social e consequentemente financeiro, pode nos ajudar a explicar parte da discrepância de renda entre canhotos e destros, ao menos nos EUA.

Outras explicações podem ser levantadas, partindo-se da ideia de que o assunto em si abre brechas para várias interpretações. Por exemplo, a natureza aleatória do qual uma boa parte dos ”não-destros” foram submetidos para a sua produção, pode ser influenciada por várias intempéries ambientais que por sua vez, variarão consideravelmente de acordo com a contextualidade local bem como de acordo com fatores climáticos, de poluição etc…

Um mundo mais poluído pode ter sido um dos responsáveis pelo desencadeamento da ‘epidemia’ de autismo nas populações dos países industrializados e não é preciso estipular que as mães de crianças autistas tendem a ter alto testosterona. Parece que em alguns lugares distantes e relativamente menos poluídos como no Uzbequistão, os canhotos no geral e sem análises específicas, tem ganhos monetários maiores do que os destros, segundo um estudo.

A conclusão sobre os estudos de lateralidade e renda, e muito provável que também se aplicará para as outras variáveis como inteligência,  é a de que a renda enquanto um atributo relativamente relacionado com inteligência, especificamente a inteligência-qi, nos revelou superficialmente dois aspectos cientificamente conhecidos  sobre a etiologia biológica do canhotismo, a sua aleatoriedade e consequente subdivisão de tipos, esta que se encontrou estatisticamente representada e ou expressada.

Para qualquer aspecto sobre lateralidade, a análise de todas os graus de variações se encontrará substancialmente necessária, independente de quaisquer que sejam os fatores, visto que parece cada vez mais conclusivo a importância desta atenção aos detalhes sobre a biologia espectral da lateralização cerebral.

Uma hipótese quanto à variedade de resultados que tem sido encontrado na pesquisa sobre lateralidade, é a de que diferentes pressões seletivas podem estar sendo incididas em diferentes populações, de diferentes contextos sociais e em diferentes localidades geográficas. Sendo a lateralidade, uma manifestação do polimorfismo da diversidade interna da espécie humana, por lógica, acredita-se que haverá uma maior variação genética dentro das populações menos neurologicamente lateralizadas. Isso explicaria em parte ou consideravelmente, os resultados díspares até agora encontrados.

No próximo texto, eu irei discutir sobre os resultados encontrados sobre a relação entre lateralidade e ”inteligência”.

 

 

 

 

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4 responses to “Canhotismo e inteligência e Canhotos ”puros” e canhotos ”mistos” parte 1”

  1. Antonio Salvio Rezende says :

    Eu procurei entender, através de pesquisas cientificas, se a lateralidade tem a ver com inteligencia. Me despertou essa curiosidade o fato de ter observado entre pessoas bem sucedidas o fato de serem canhotos. Exemplos. Barack Obama, Bil Clinton, Bil Gates , Rafael Nadal e os brasileiros Jô Soares,,Fátima Bernardes e várias atrizes e atores, musicos ,artistas, enfim uma pleiade de pessoas bem sucedidas.
    Observei, também neste comentário ,que o autismo é mais incidente em filhos de mães com maior nível de testosterona e também serem menos incidentes em regiões com menor indice de poluição.

    • santoculto says :

      Sim, a lateralidade, leia-se, canhotismo, ambidestrismo e desterismo, se posso denominá-los assim, se relaciona sim à inteligência mas é um pouco mais complexo.

      Bem, no mais apenas entenda desta maneira, nós temos dois perfis de distribuição de inteligência em larga escala ou coletiva. Nós temos uma população em que teremos extremos de inteligência e de estupidez e outra população onde teremos uma equidade considerável e onde escassearão os outliers, os extremos. Os ateus por exemplo, a maioria deles ou tem qi acima de 120 ou abaixo de 90. O mesmo acontece com os canhotos, mas parece ser um pouco mais complexo.
      Neste texto eu demonstrei que parecem existir dois tipos de canhotos, os puros e os mistos. Os puros tenderiam a ser os mais inteligentes, mas como estamos falando de aleatoriedade, isso é apenas em parte verdade, até pq existem muitos critérios para inteligência. Por ex, nos habituamos a considerar que uma pessoa que passa em primeiro lugar em um concurso público, é mais inteligente. No entanto, a maioria das pessoas estudam para concurso público, é como se eu estudasse um teste de qi e o fizesse depois. Existem muitos tipos e atributos, tanto para a inteligência quanto para estupidez. Existem pessoas que tem qi performance médio, mas tem uma grande diferença de pontuação entre os subtestes de qi, por ex, um qi verbal em torno de 150 e um qi não-verbal abaixo de 90.

      O padrão do canhotismo parece se relacionar a um estudo, inclusive que postei em um dos textos relacionados, o texto sobre canhotismo e esporte, em que mostra que os canhotos não estão estatisticamente super representados entre os tenistas, mas quanto mais alto é teto, mais alto é o nível, mais canhotos teremos.

      No caso do autismo, o que vem primeiro, o ovo ou a galinha*
      É a poluição que causa autismo (improvável de ser apenas isso, na verdade, pode ser um fator a mais, mas é mais complexo) OU as pessoas mais inteligentes que migram mais para as cidades grandes e estas tem mais chances de ter uma criança autista, veja o vale do silício, há uma concentração de criativos e engenheiros, é um nicho específico de povoamento cognitivo em que os casos de autismo são muito comuns. O vale do Silício não é conhecido por ter altos índices de poluição, e aí*

  2. Mig says :

    cara, aonde você quer chegar? que obsessão é essa? tanta verborragia, e fala tanto de dualidade mas seu pensamento é unilateral, você quer provar que canhotos são inferiores, no outro post você falou que criatividade é amadurecimento lento, e como você pode ser tão cego em acreditar em tudo? crítica jornalistas (até ai eu concordo) mas abraça com tudo a ideia que teste de Qi com canhotos é inferior, eu sou canhoto e nunca tive uma pontuação baixa pelo contrário sempre muito acima da média, se sou misto ou não eu não sei, eu escrevo com a esquerda eu chuto com a esquerda, mas toco violão como destro, taco uma pedra como destro, você esquece de um detalhe, escreve no google “hemisfério esquecido” um destro tem o hemisfério direito atrofiado, seco, e isso vem desde a escola que prega apenas pra você decorar e se formar, mas nunca tenta desenvolver a criatividade a reflexão, porque isso não vai render dinheiro, não vai ter uma manada “madura” e alienada, já que é o sofisma aqui é liberado veja o número de destros na cadeia, de agressões, o mundo é feito pra destros todos os canhotos são obrigados a aprenderem a viver deste modo, isso já mostra que os canhotos são muito mais capazes, eu fico pasmo de ver esse excesso de “pesquisa” capciosa, pura bulimia intelectual, se é um destro aceite que você é um careta sem graça.

    • santoculto says :

      Onde vc viu que eu disse que os canhotos são menos inteligentes????

      Não adianta vc pontuar 170 em um teste de qi e não saber interpretar textos. “Canhotos” são muito variados e não dá pra dizer “canhotos são mais inteligentes” ou “canhotos são menos inteligentes” em comparação aos destros. O que é o mais certo de se dizer é que em certos grupos de superdotados, incluindo aí os gênios criativos, há uma maior proporção de canhotos do que em comparação à população em geral. Da mesma maneira que existe uma grande de canhotos entre os criminosos. São subgrupos. Estamos mais em extremos do que na média. Ser unilateral é compactuar com estes mantras modernos, mal interpretados por pessoas como você.
      Se se diz ser tão esperto então me diga o que você entendeu do texto…

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