Judeus Ashkenazim e ”perversão” parte 2

 

No entanto, a sobre representação judaica em posições de liderança também se dá por causa do trabalho da comunidade em elevar os seus próprios em detrimento de outros, também chamado de nepotismo étnico. Levando-se em conta que entre os judeus ashkenazim existe uma grande presença de pessoas canhotas e ambidestras, pode-se dizer que em um comportamento ‘normal’ ou não-nepotista, os judeus provavelmente exibiriam uma muito maior variação em rendimento do que atualmente exibe, majoritariamente dentro do perfil de elite e portanto, com um maior percentual de judeus também nas classes mais baixas. Os canhotos, ao menos nas sociedades ocidentais parecem estar sobre representados, nos dois extremos das classes sociais.

O trabalho co-étnico resulta em grande descontentamento para uma crescente parcela da população hospedeira. A agressividade judaica, provavelmente baseada desde já em uma cultura fortemente competitiva (retroalimentada pela sobre presença de tipos sociopáticos e psicopáticos), torna o uso de inúmeros métodos para se alcançar o sucesso profissional, desde os legais até os ilegais, uma realidade culturalmente aceita e incentivada dentro da comunidade. O sentimento judeu de estranheza em relação à cultura e à população de acolhimento, aumenta a possibilidade de comportamento predatório e parasita dos judeus, visto que eles passam a ver os ”outros” como radicalmente diferentes e portanto, que não merecem consideração especial porque ”não são como eles”.

Observa-se um crescente comportamento tribal entre os canhotos, ao menos dentro das comunidades online específicas que lidam com a condição. Também se percebe que os canhotos, especialmente depois de se tornarem conscientes quanto à sua diferença, se tornam especialistas ansiosos na identificação de outros canhotos. Uma anedota comum entre conspiracionistas anti-sionistas é a de que os judeus são muito bons em identificar uns aos outros, mesmo quando estão no meio de uma multidão gentia. Judeus ashkenazim tem sido percebidos como sendo mais femininos do que as suas contrapartes europeias, estas observações foram uma constante nos dois séculos passados. Também acredita-se que homens canhotos, ou alguns subtipos de canhotos, tendem a ser mais femininos do que os destros, provavelmente por causa da maior incidência de homossexualidade entre os canhotos do que entre os destros como também pelo fato de que canhotos e destros tendem a ser opostos entre si, especialmente os tipos puros, onde entre os destros o homem é masculino (alto testosterona, baixo estrogênio) e a mulher é feminina (baixo testosterona, alto estrogênio) e entre os canhotos o homem é feminino (baixo testosterona) e a mulher é masculina (alto testosterona). Judeus e canhotos tendem a ser mais baixos do que europeus e destros respectivamente.

A explicação para o alto qi dos judeus ashkenazim pode ser porque durante o seu processo co-evolutivo com os europeus, somente os mais inteligentes (e com estilos cognitivos específicos) tenham sobrevivido e passado os seus genes adiante. Se os testosterona muito elevado inibe o crescimento cerebral, então presume-se que os judeus com esta característica tenham tido menos sucesso em se casar dentro da comunidade e espalhado os seus genes. No entanto, os tipos psicopáticos, excepcionalmente bons como tipos adaptativos, e que geralmente tem alto testosterona, podem ter sobrevivido mais, especialmente porque antes da era da educação universal os atributos socialmente relacionados com ”inteligência” não se baseavam em formação acadêmica mas especialmente na capacidade de responder às circunstâncias imediatistas e as de longo prazo dentro do seu meio social e dois traços são importantes para este talento, a capacidade de manipulação e de dominação. Aqueles que não tinham nenhum atributo cognitivo para o sucesso financeiro ou para a segurança social, foram assimilados pela população gentia ou por inúmeras outras possibilidades, não foram capazes de procriar. As causas do comportamento judaico derivam consistentemente de sua constituição biológica distinta, marcada pela diversidade cognitiva interna, oriunda da ”genética do autismo” ou do ”canhotismo”, onde a presença de cérebros melhor conectados e ou maiores, evoluiu paralelamente à redução da eficácia do sistema imunológico. Os judeus ashkenazim representam a tendência que a humanidade parece inevitavelmente caminhar. O aumento generalizado da inteligência está negativamente relacionado com saúde física, diga-se, verdadeira alta inteligência, que não se baseia somente em pontuações de qi. Parece haver uma constante ”briga” entre o cérebro e o resto do corpo e os judeus parecem ter escolhido o primeiro, desde os tempos pré-bíblicos.

Rostos assimétricos são comuns entre os ashkenazim. Assimetria facial se relaciona com padrões incomuns de exposição a hormônios sexuais durante o período uterino.

 

 

Em diversas pesquisas em vários países ocidentais, descobriu-se que, os estudantes com as mais altas pontuações de rendimento acadêmico (no SAT americano, segundo uma pesquisa amplamente divulgada e de grande escala de Camila Benbow, de 1986 e em pesquisas, também com grande amostragem, de Carlsson, na Islândia sobre a consistente relação entre extremo rendimento escolar e tendências para psicoses) estavam mais predispostos a exibir, justamente, os traços que os judeus ashkenazim apresentam em maior proporção do que as demais populações. No caso do estudo americano, excesso de canhotos e ambidestros, miopia e alergias. No estudo islandês, especificamente, somente a predisposição ao desenvolvimento de comportamento psicótico foi avaliado, o que ainda condiz com a ”genética do canhotismo”. Pessoas com determinada quantidade de testosterona, tanto alto quanto baixo, parecem desenvolver diferenças capacidades cognitivas, como a criatividade e excepcionalidade cognitiva.

Homens com quantidade certa de testosterona, tendem a exibir o típico comportamento masculino ”esperado” enquanto que as mulheres com a quantidade certa ou equilibrada de estrogênio tenderá, por sua vez, a também exibir o típico comportamento feminino. Mulheres com alto testosterona, tenderão a ser menos femininas e poderão ter como vantagem, habilidades cognitivas ”tipicamente masculinas”. Homens com baixo testosterona, tenderão a ser mais femininos e poderão exibir habilidades cognitivas femininas.

Esta variação de subtipos de gêneros contribui imensamente para a diversidade de comportamentos, culturas e indivíduos entre os seres humanos. Excesso de testosterona inibe o desenvolvimento cerebral e pode reduzir qi. Excesso de testosterona e estrogênio pode provocar autismo, uma condição onde claramente se nota a presença de duas excepcionalidades, a contextual deficiência social, extremas habilidades cognitivas como excelente memória fotográfica e sistema imunológico fraco. Seres humanos ”normais” seriam aqueles com equilibrada proporção de ambos os hormônios sexuais. Seres humanos excepcionais seriam aqueles com ”desequilíbrio” dos mesmos, resultando em aleatoriedade genética.

Este trabalho visou demonstrar resumidamente a relação entre a sobre representação de pessoas canhotas dentro da população ashkenazim como um fator chave para explicar praticamente todas as suas características psicológicas, cultural comportamentais e cognitivas. Por meio da sobreposição da incidência de comportamentos culturais idênticos, estes ocasionados por uma diversidade de condições biológicas, pode-se demonstrar que a sobre representação de pessoas canhotas entre os ashkenazim, talvez o dobro do esperado para uma típica população caucasiana, é a responsável pelas características amplamente conhecidas que estão presentes neste grupo, inteligência com perfil assimétrico, grande tendência para o
de transtornos mentais, condições cognitivas excepcionais desordens auto imunes e comportamentos desviantes.

Judeus ashkenazim vêem o mundo de maneira diferente em relação aos outros, são marcados por ”fraqueza física” combinada com excepcionalidade cognitivas como qi verbal mais elevado e portfólios incomuns de estilo cognitivo. A presença da genética mutante que resulta na maior presença de canhotos e suas consequências tem um efeito potencializador da percepção coletiva dos judeus como sendo diferentes das demais populações. Em outras palavras, a genética do canhotismo aumenta consideravelmente a tendência tribalista da população ashkenazim, até mesmo porque as consequências sócio-culturais desta situação tendem a provocar grandes choques de mesma natureza. A sobre representação judaica em comportamentos socialmente
desviantes é um dos principais fatores de risco para a relação destes com as populações hospedeiras. Os demais fatores são provocados especialmente pelos próprios judeus e por suas naturezas biológicas radicalmente diferentes. Ao menos até o final do século XX, eles tendiam a se casar dentro da comunidade, onde a presença de genes mutantes e portanto diferenciadores, aumentavam o ”sentimento anti-topofílico” judeu em relação ao país em que estão.
A elevada inteligência assimétrica e específicos atributos psicológicos, todos eles oriundos da genética internamente variável dos judeus (”genética do canhotismo”) contribui para a aglomeração deles em profissões de elite. Qi verbal relaciona-se à cientistas, professores, pessoas da mídia e políticos. Qi matemático relaciona-se especialmente às áreas de finanças. Esta especialização combinada com traços psicológicos extremos, variação de subtipos, dinâmica ‘inconsciente” de divisão de
trabalho da comunidade em relação à sociedade gentia que visa distribuir o subtipo mais condizente com a função (subtipos sociopatas em profissões dentro da política, subtipos criativos na mídia).
Se acredita-se que haja uma grande presença de genes que predispõe à lateralização ao menos na população caucasiana, acontece exatamente como no caso da distribuição da genética dos ruivos na população britânica, onde uma pequena parcela da mesma (em torno de 6% dos brancos) exibe a expressão do fenótipo enquanto que até 50% da população exibe um par dos genes recessivos que predispõe ao fenótipo. Se 10% da população branca americana por ex, é canhota, pode-se estimar que ao menos 30% poderia ter um par de genes que predispõe à expressão do fenótipo. Se 16-20% dos judeus ashkenazim são canhotos, então poderíamos esperar que entre 50 e 60% dos mesmos teriam um par dos genes recessivos.
Em outras palavras, a distribuição dos traços do canhotismo, podem ser mais abrangentes entre judeus ashkenazim do que entre outras populações humanas. Sabe-se que em áreas de grande concentração de canhotos e ambidestros como profissões criativas, os componentes destros presentes nestes grupos tenderão a ser mais parecidos fenotipicamente com os canhotos e ambidestros do que com outros destros.

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  1. O ”matoide” e o judeu | Santoculto - 23 de julho de 2014

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