Judeus ashkenazim e perversão, a biologia explica parte 1

lefties - Daniel Bar-On - December 14 2010

10% de cadeiras para canhotos na universidade não será suficiente em Israel

 

A história judaica é marcada por ”perseguições”, de injustas à justificáveis, conflitos, massacres e competição feroz com as populações hospedeiras. Provavelmente não existe um povo ou uma comunidade étnico-relacionada que tenha tido um passado similar. Talvez os ciganos e atualmente a população negra, possam se candidatar a este cargo. No entanto, as diferenças entre os judeus e as duas populações são tão grandes quanto as diferenças entre os primeiros e as populações brancas gentias.

Os judeus definitivamente não podem ser entendidos como uma população normal segundo as normas universalmente concebidas, se partindo da ideia de que a cultura e o comportamento coletivo das populações humanas derivam tanto de suas condições genética predominantes e subtipos quanto de suas eventuais respostas adaptativas ao ambiente em que se inserem e mediante o enorme e milenar corpo de evidências que corroboram para as diferentes intervenções contextuais dos judeus em todos os ambientes em que se fixaram.
Para um crescente número de brancos nacionalistas, conspiracionistas natos e esquizotípicos, pró-Palestina, dentre todos os grupos divergentes da ordem judaica contemporânea, o comportamento coletivo poderoso que os judeus tem infringido às sociedades ocidentais é baseado na estratégia evolutiva de grupo, onde a confusão, divisão e ‘lavagem’ cerebral’ direcionados às populações hospedeiras são as características mais fundamentais desta estratégia de longo prazo. Supostamente, eles partem da ideia de que os judeus impõe comportamentos corrosivos ou mal adaptados às outras populações mas não a eles mesmos.
No entanto, uma série de evidências advindas da genética, da biologia e da psicologia, começam a nos mostrar um cenário um pouco mais complexo e pouco mais favorável aos próprios judeus. A ideia de que os comportamentos mal adaptativos que os judeus impõe aos gentios quando conquistam o poder, não é baseada somente na estratégia de competição do grupo, mas também na tentativa de transformar e adequar o mundo gentio aos traços, comuns aos próprios judeus.
Como exemplo, os judeus impõe a ideia de inexistência da normalidade, não somente baseando-se na confusão das populações gentias e seu posterior enfraquecimento, mas também visando tornar o mundo gentio um lugar mais agradável a uma estatisticamente importante parte da própria população judaica.
Os judeus utilizam da estratégia de dois coelhos em uma só cajadada. Além de enfraquecerem os gentios expondo-os à comportamentos culturalmente não-adaptativos eles também, paralelamente, remodelam as sociedades ocidentais às suas próprias necessidades epigenéticas.
Como resultado temos por exemplo, quando os judeus reforçam a propaganda positiva e convidativa ao homossexualismo, porque o mesmo induz a comportamentos que reduzem consideravelmente as chances individuais de reprodução. Uma população com grande proporção de homossexuais tenderá a diminuir consideravelmente a sua fecundidade. Isto não acontece com os judeus, apesar da sobre-presença de homossexuais entre eles, eles desenvolveram  uma cultura secretamente tolerante a comportamentos desviantes além da pressão seletiva ao longo de gerações, que produziu uma população mais esperta em manter distintas personalidades e gostos em diferentes contextos sociais. Temos os inúmeros casos de rabinos que demonstram predileções sexuais por efebos mas que enquanto como pessoas públicas mantém suas individualmente respectivas ”máscaras de sanidade” intactas. Por razões de pressão social, os rabinos são forçados  se casarem e a produzir proles numerosas. Levando-se em conta que eles  e suas famílias funcionam mais como repositório demográfico da raça, visto que os judeus seculares costumam ter baixas taxas de fecundidade, pode-se dizer que o percentual consideravelmente mais alto de homossexuais entre eles se dá justamente por causa deste mecanismo de reposição. Os próprios judeus seculares, intimamente derivados do núcleo religioso judaico, por sua vez, exibem exatamente os mesmos comportamentos desviantes de rabinos que muitas vezes escapam para vida pública. Ou seja, os seculares que são filhos do núcleo eclesiástico judeu, nada mais são do que a representação do comportamento e perfil cognitivo encontrado no núcleo de reposição demográfica.
A sobreposição dos genes dos rabinos e suas famílias em relação às populações judaicas, e especialmente ao ashkenazim, pode contribuir para explicar as altas pontuações de qi verbal entre eles, visto que os clericais e os homossexuais costumam exibir grandes e sofisticados vocabulários.
O comportamento homossexual , assim como todo comportamento humano, exibe um espectro onde ocorre a distribuição e frequência de traços relacionados. Por exemplo, o traço abertura para experiência, relaciona-se com o homossexualismo. As pessoas que são mais predispostas a serem curiosas, por lógica, estão mais próximas de se engajarem em comportamentos novos ou minoritários como o homossexual ou similar. Portanto, se temos o dobro de homossexuais entre os judeus, em comparação às populações ocidentais, então teremos uma maior presença de genes heterozigotos que predispõe à tendência no engajamento sexual anormativo ou recreativo.
Entre a população liberal americana, ao menos entre os brancos americanos, certos genes que parecem estar relacionados ao traço ”abertura para experiência” e concomitantemente à comportamentos sexuais não-heterossexuais clássicos, estão presentes em metade da população liberal masculina que se declarou como heterossexual mas que já teve ao menos um parceiro do mesmo sexo de acordo com uma pesquisa. Parece haver uma relação simbiótica entre homossexualismo e liberalismo.
As populações bio-neurologicamente predispostas ao comportamento liberal e às crenças dogmáticas de mesma natureza, seriam como primos fenótipo-culturais dos judeus, mediante os diversos traços semelhantes em suas genéticas e em suas culturas. Os judeus por sua vez seriam a população geneticamente ”liberal” mais adaptada, onde vê-se claramente a presença de uma dinâmica interna de grupo que mantém o equilíbrio reprodutivo e cultural deles.
Biologia
Judeus, especialmente os ashkenazim, apresentam diversos traços biológicos discrepantes, especialmente em relação à norma europeia, mas também em relação à maioria das demais populações. Provavelmente a fonte fundamental que gera essa discrepância pode ser encontrada na sobrepresença de judeus canhotos. A norma humana na distribuição da lateralidade é a do predomínio da população destra sobre a canhota, numa escala de 9 para 1.  Entre os judeus europeus, estima-se que o percentual de canhotos seja o dobro em relação às populações gentias especialmente as europeias e as asiáticas.
Ser canhoto e mão-mista está relacionado à vários traços que são encontrados em judeus
– maior incidência de doenças auto imunes
– maior incidência de comportamentos culturalmente desviantes
– canhotos tendem, especialmente a partir do momento em que estão conscientes de sua condição rara, de buscar e identificar outros canhotos
– por razões ainda pouco conhecidas, canhotos tendem a fazer amizades com outros canhotos
– canhotos se sentem fundamentalmente diferentes da população destra majoritária
– por causa da maior incidência de transtornos mentais, os canhotos não afetados, por lógica, podem ser mais afetados por traços destas condições extremas, portanto, estarem mais predispostos a terem uma constelação de traços derivados destas condições
– canhotos parecem estar sobre representados em profissões que exigem tanto elevada criatividade como elevada inteligência
– canhotos estão sobre representados no esporte, pela óbvio efeito surpresa de ser uma minoria, mas também por causa de determinados traços especiais e incomuns que os tornam mais aptos para o sucesso
– os principais líderes modernos das principais potências ocidentais, são compostas por canhotos (e de judeus e muitos destes judeus são canhotos)
– a diferença de condição e determinados traços derivados de certos transtornos mentais como personalidade narcisista, torna os canhotos mais predispostos ao duplo sentimento de alta consciência, tanto de se sentirem diferente dos outros por causa de sua condição, quanto por terem sentimentos exacerbados com relação a si mesmo
– uma pesquisa na Islândia, um país reconhecido como um santuário biológico humano, por causa de sua dupla condição excepcional para a pesquisa genética, como uma ilha geograficamente afastada de qualquer área densamente povoada e por ter uma população pequena e geneticamente homogênea, encontrou relação entre extrema habilidade matemática e tendência para a psicose
Judeus ashkenazim tendem a sofrer com transtorno pós traumático, condição também mais comum entre canhotos do que entre destros
– Canhotos veem o mundo de uma maneira diferente dos destros (a maioria) onde por ex, o lado esquerdo é sempre relacionado com algo bom, o inverso da percepção destra, judeus também parecem ver o mundo tal como do lado inverso do espelho se comparado à maior parte das populações humanas
– Canhotos tendem a ficar mais irritadiços do que os destros e consequentemente mais verbalmente críticos, judeus ashkenazim tendem a exibir o mesmo comportamento, especialmente quando estão visando o desmoronamento cultural de alguma sociedade ocidental conservadora, o que parece sugerir que a irritação judia, relaciona-se mais à condição cultural contextual específica do que somente à tendência para a mesma

Canhotos, segundo vários estudos na França exibem maiores variações nas taxas de testosterona tanto para homens quanto para mulheres (desde os atletas até outliers, nerds e gays), de brigas e conflitos de natureza física, estão bem mais engajados em ”comportamento liberal” e estão sobre presentados em nichos artísticos, esportivos além de ganharem mais do que os destros. Resultado de diferença positiva de renda parecido foi encontrado no distante Uzbequistão, demonstrando que a biologia canhota e mão mista e suas correlações parecem ser de uma natureza universal. Nos EUA, resultados turvos sobre canhotos foram encontrados com relação à renda. Neste país, ao menos em relação à população nascida em um ano específico  da década de 60, somente os homens canhotos com educação superior tiveram ganhos consideravelmente maiores do que seus pares destros enquanto no geral os canhotos ganharam menos que os destros.

População ashkenazim tem elevada presença do espectro do autismo, se comparada à outras populações. Um dos traços encontrados em mães progenitoras de filhos autistas foi a elevada presença de testosterona. Se os judeus tem elevada proporção de autistas em sua população, assim como canhotos e ambidestros, isto parece sugerir que os judeus e especialmente as mulheres judias também teriam mais  testosterona, justificando justamente a sobre-presença de autistas
– Maior incidência do hormônio testosterona pode indicar menor ”empatia”, não existem estudos claros sobre estas relações com canhotismo, mas parece que por várias razões tanto para predisposição genética quanto pelo ambiente, muitos canhotos tendem ”a se tornar” introvertidos, o que necessariamente não implica em falta de empatia. Foi descoberto por Faurie e tal que os canhotos tendem a prosperar em sociedades violentas, ao menos entre caçadores coletores.  Não é só entre humanos que o canhotismo parece relacionar-se à agressividade, mas também no reino animal, onde por ex, os cachorros canhotos foram relatados para serem mais agressivos com estranhos. Macacos canhotos também demonstraram menor submissão provavelmente consequente de sua maior agressividade. A xenofobia intra grupal dos judeus poderia correlacionar-se com a agressividade de cachorros canhotos com estranhos e a tendência para a dominação dos mesmos poderia relacionar-se com os macacos canhotos. No mais, o testosterona relacionado ao sexo masculino, tende a reduzir a empatia, fato facilmente notado nas diferenças de comportamento entre homens e mulheres.
Homens são muito mais representados na criminalidade do que as mulheres, no entanto, também estão sobre representados entre os gênios, que demonstra tanto as vantagens quanto as desvantagens do hormônio masculino. Tanto o gênio quanto o criminoso, são relatados pra serem pouco empáticos e a terem elevado psicoticismo. Ashkenazim segundo a visão redneck, seriam menos empáticos, especialmente quando estes se engajam em programas amplos de ‘desestabilização social’ e posterior redução demográfica das populações brancas dos países ocidentais. (É, parece que eles tem razão,;) ).  No entanto, a realidade pode ser mais complexa. Enquanto muitos judeus com traços psicopáticos, podem empurrar conscientemente agendas nocivas às populações hóspedes, muitos outros podem simplesmente participar destas mudanças porque estas se encaixam perfeitamente às suas biologias comportamentais, assim como para uma boa parte da população branca também o faz. Brancos são projetados para aderir à comportamentos antropomórficos e anti-naturais, a evolução humana parece caminhar inexoravelmente contra a evolução natural, universalmente presente entre as espécies não-humanas
– Surpreendentemente ou não, os canhotos e especialmente os ambidestros parecem se sair pior do que os destros durante os anos de escola. Uma série de possíveis explicações podem ser pensadas como amadurecimento maturacional mais lento e prolongado entre eles, ou diferenças de estilo cognitivo, levando-se em conta que mais de 20% dos canhotos são ”cérebro-direito” (contra 5% dos destros) e a maioria deles exibem cérebros mais simétricos que a população destra. As diferenças de estilo de aprendizagem podem resultar em resultados mais pobres na escola. Outra possibilidade pode ser a maior presença de canhotos com inteligência assimétrica, resultando em estilos de aprendizagem únicos e portanto com demandas individualizadas. Não é de se estranhar que judeus ashkenazim também partilhem de tipos de inteligência assimétrica, com elevada pontuação nos componentes verbais e matemáticos e baixos no componente espacial. Os indivíduos que são canhotos e ou ambidestros parecem estar mais inclinados a exibirem portfólios cognitivos assimétricos e portanto com a presença tanto de talentos natos como de deficiências resultando em demandas mais específicas de atuação profissional. Isto pode resultar tanto em performances fracas na escola como em dificuldades para encontrar empregos.
 O sucesso ashkenazim no meio acadêmico pode ser resultado de uma cultura de extrema dedicação à educação ou de habilidades inatas entre eles, selecionadas ao longo de gerações ou a combinação destes dois fatores com o nepotismo étnico, que pode super inflar as estatísticas. Talvez, sem a ajuda extra que parte de dentro da comunidade, muitos judeus não estariam nas posições em que estão ou conquistaram, como o flagrante exemplo da ”arte abstrata”, um termo grande que engloba desde alguns artistas originais até bizarrices sem fundamento algum e muitos nomes judeus se destacaram neste último ”segmento”. Ainda assim continuariam sobrepresentados em profissões que exigem elevada inteligência e criatividade. Ashkenazim é muito provável de terem selecionado algum subtipo específico resultando em seu portfólio cognitivo assimétrico derivado da ”genética do canhotismo”. Eles também são mais internamente variáveis, o excesso de genes heterozigotos podem ser explicados, tanto pelo resultado de séculos de assimilações de populações de diferentes localidades geográficas, quanto da natural diversidade gerada pela sobre presença da ‘genética do canhotismo” .
– Judeus ashkenazim tendem a apresentar abordagens abstratas de pensamento diferentes das populações gentias conservadoras, enfatizando traços como cultura, ”nurture” (não há tradução literal para o português, algo como ”cuidar”) e de natureza auto- centrada (baseando-se nas próprias experiências pessoais, percepções e construções de pensamentos e ideias ou seja, partindo da própria experiência em relação ao ambiente e não no julgamento neutro de confluências sistêmicas de comportamento por meio de estatísticas duras). Muitos outros judeus no entanto, podem também usar de suas capacidades alargadas para a manipulação , seja para o sucesso evolutivo de sua comunidade, seja pelo seu próprio sucesso individual, e trabalharem desonestamente sobre as suas percepções aparentes e super estimadas mediante as suas posições de poder e importância, visando confundir o público gentio. Muitos canhotos, devido às suas duas vezes excepcional percepção de individualidade e diferença para com a paisagem, também tendem a interpretar os eventos mediante às suas próprias percepções, tendendo (podendo) a desprezar o empirismo científico e partindo de considerações pessoais-intuitivas.
– A maioria das mutações ashkenazim parecem ser o resultado da ênfase seletiva desta população sobre portfólios cognitivos e psicológicos relacionados à capacidade de sobrevivência em um ambiente hostil e altamente competitivo (os judeus como uma população estrangeira altamente inteligente e portanto, sempre à procura pelos melhores empregos e ou por ganhos monetários altos), como resultado, pode-se dizer que os judeus tem selecionado traços visando  a excepcionalidade cognitiva, capacidade de manipulação e multitarefa (capacidade de responder rápido e eficazmente a diferentes contextos reativos, oriundos do seu crescente sucesso nas sociedades) e ‘agressividade’ ou que pode ser também entendido como ”constante de estado de vigília ou paranoia”. Todos eles relacionam-se à presença de genes complexos (de natureza epigenética, que visam a interação com o ambiente para o seu desenvolvimento específico, uma habilidade inata porém hiper sensível, reativa e potencial ao ambiente), estes genes que estão presentes no ”reservatório” da diversidade humana, ou seja, a ”genética do canhotismo”.
Canhotos parecem ter maiores habilidades para o pensamento divergente, um componente importante para a criatividade e consequentemente estariam mais aptos para forjar pensamentos complexos. Judeus ashkenazim também parecem muito bons para as mesmas funções. No entanto, o que é entendido como pensar diferente ou fora da caixa pode na verdade significar para uma importante parte das duas populações, somente a manifestação cultural de suas predisposições genéticas. Mesmo que o liberalismo seja predominante entre judeus e canhotos, eu tenho o palpite forte de que haverão minorias de ”mentes livres” significativas nos dois grupos, proporcionalmente falando, do que em comparação a outros grupos. Pensar criativo ou incomum não necessariamente significaria pensar radicalmente contra, mas somente dentro de um limite espectral recorrente de ideias e pensamentos encabeçadas por um núcleo de semelhança e concordância, portanto, algumas pessoas pensam fora da caixa, mas somente até um determinado limite de tolerância cultural-pessoal.
Judeus e canhotos parecem ter memórias  fotográficas muito acima da funcionalidade, que pode ser explicado tanto pela sobre-presença de autistas, particularmente bons no mesmo componente, como pela distribuição aleatória vantajosa deste traço, oriundo da ”genética do autismo”, sobre os parentes mais próximos.
Os judeus não são realmente uma raça, mas a manifestação de uma identidade cultural epigeneticamente divergente.
Em resumo, eles estão a modificar consideravelmente a percepção ocidental em relação ao ”espectro do homossexualismo”, visando ”matar dois coelhos em uma só cajadada”, confundir, dividir e enfraquecer as populações gentias, sob os mais diversos aspectos, cultural, genético, demográfico e tornar suas ”estadias” nessas sociedades, suas verdadeiras casas, tornando o seu próprio estilo bio-cultural de vida, o estilo fixo, reinante e aceitável nas mesmas sociedades. (PS.: o blogueiro aqui não tem peninha dos conservadores… quero mais que ”liberais” e conservadores se lixem e tenho dito)

Judeus e canhotos estão sobre-representados em comportamento sexuais desviantes como homossexualismo, bissexualismo, pedofilia, incesto. Uma série de múltiplas explicações são necessárias para o entendimento da presença destes comportamentos mal adaptativos, mas pode-se dizer que todos eles tem uma natureza genética e portanto são parcial a predominantemente hereditários.

Se o comportamento ”é” predominantemente hereditário então sabemos que condições genéticas anteriores são necessárias para a sua manifestação. Genes complexos necessitam da combinação perfeita de genética e ambiente para a sua manifestação. O ”ambiente” muitas vezes será de caráter orgânico, como comportamento pouco saudáveis de mães grávidas, poluição ou vacinas. A ausência desta complexidade genética, também pode resultar na manifestação da combinação destes genes complexos, visto que parece que algumas condições pré mórbidas como vício do cigarro durante a gravidez podem desencadear a emulação epigenética de uma predisposição genética ou piorá-la. Acredita-se por exemplo que as vacinas possam provocar esta emulação epigenética (autismo genético- excesso de testosterona materno, autismo por razões ambientais= reação auto imune. ambos relacionam-se mediante as suas naturezas ‘excessivas’) resultando, quase sempre em autismo clássico ao invés de ”síndrome” de asperger ou somente introversão.
Se os judeus ashkenazim são sobre-representados entre os ”desvios” normativos sexuais, então, isto quer indicar primeiro, que eles apresentam predisposições genéticas e orgânicas (maior fraqueza do sistema auto imune por ex) para as suas manifestações, bem como que, a partir do momento em que ganharão poder nas sociedades em que estão, tenderão a desenvolver projetos culturais divergentes e agressivos visando a mudança de paradigma das mesmas, antes, predominantemente negativas.
A hiper sensibilidade judaica ao ambiente, condiz perfeitamente à ideia de evolução antropomórfica, onde a resistência física e orgânica às intempéries ambientais, resultado direto da seleção natural, é substituída justamente justamente pela complexidade mental.

 
 
Por que os judeus querem mudar o mundo??
 
Sendo os judeus, uma das únicas populações humanas que tem bebido diretamente da ”fonte da excepcionalidade humana”, justamente àquela que tende a resultar na criatividade, genialidade, bem como também em diversos problemas de saúde, acredito que eles também tenham em todos estes séculos de história, demonstrado claramente sucessivas manifestações por meio de seu comportamento coletivo, resultado direto deste tipo radical de eugenia.  Todos os traços judaicos parecem correlacionar-se com os traços, encontrados em maior número entre populações canhotas e ambidestras. Personalidades extremas como a esquizofrenia, por ex, estão sobre representadas em ambas as populações. Presume-se por lógica que os parentes de esquizofrênicos também compartilhem com metade destes genes, resultando em condições, muitas vezes especiais como a esquizotípia, que parece estar intimamente ligada à criatividade. A condição esquizo-espectral combinada com elevada inteligência, tem grandes chances de resultar em genialidade, como já parece ter sido notado na Islândia, que relatei no início do texto. Em uma pesquisa sueca, com alto grau de amostragem, notou-se uma sobre representação de pessoas com transtorno bipolar entre as maiores pontuações de qi verbal. Também existe uma maior presença deste transtorno nas duas populações, partindo do pressuposto que, todos os transtornos mentais derivam de uma única fonte.
Sabemos que as pessoas extremamente inteligentes e  criativas, ou seja, os gênios, tendem a exibir elevado psicoticismo, juntamente com uma ânsia incômoda que visa mudar integralmente o mundo ao seu redor. Quando em posição de destaque ou poder, os gênios em sua grande maioria, fazem isso.
Não que todos os judeus sejam geniais, mas que, os mesmos tendem a ter uma grande presença de tipos pré-geniais e geniais dentro de sua população (pré-geniais como ”aspergers de alto funcionamento e geniais como schizo-condicionados de alto a extremamente alto qi). Se a genialidade deriva diretamente dos ”transtornos mentais”, então poderíamos interpretar a personalidade de um típico judeu ashkenazim mediano, como bem mais próxima da genialidade do que por ex, de um polonês médio, descendente principalmente de populações agrícolas. O judeu, como um ser essencialmente urbano e discrepante sob todos os aspectos, em relação as demais populações, desenvolve uma série de ansiedades relacionados à essa inadequação natural, alargadas por suas naturezas hiper sensíveis (epigenéticas).
Se podemos esperar que 1% da população branca pertença à categoria de gênio alto qi, entre os judeus poderíamos pensar no dobro deste percentual. Se 1-3% dos brancos são autistas e predominantemente, autistas de alto funcionamento e aspies, entre os judeus ashkenazim poderíamos chutar um valor também, multiplicado por 2. Se muitas pessoas beneficiam-se diretamente por terem irmãos esquizofrênicos ou com asperger, então poderíamos pensar em uma proporção também elevada deles entre os judeus. Se podemos imaginar que 20% da população caucasiana seja de introvertidos, e ”altamente sensíveis”, então poderíamos pensar entre 30-40% de judeus altamente sensíveis. Mas talvez, a ênfase judaica de gerações no lido com interações sociais, fator que explica suas inteligências verbais elevadas, pode ter resultado em um tipo diferente de ”altamente sensível”, mais extrovertido e mais embebido por traços sociopáticos como capacidade de manipulação, substituindo a ingenuidade presente em muitas pessoas, da raça branca, que são criativas e introvertidas. Isto não quer dizer que não existam judeus ”inocentes”, mas mediante os contextos sócio-evolutivos em que estão emergidos, este  tipo com certeza que não teve condições para prosperar demograficamente.
O que tudo isto indica em letras garrafais é que os judeus não só se sentem inadequados em sociedades cristãs ocidentais, eles são geneticamente divergentes e combinado com traços como neuroticismo (também presente em muitos judeus, a quintessência do estereótipo judeu no Ocidente) e agressividade (de natureza sofisticada), muito provavelmente resultaram em todos os conflitos históricos que os judeus tem provocado e sofrido. A natureza excepcionalmente radical dos judeus funciona como um coquetel molotov.
Psicopatia e transtornos anti sociais
A visão geral que uma parte crescente da população gentia ocidental tem sobre os judeus é que ”todos” eles ou a maioria são de natureza psicopática. Muitos poderão denominá-los como sociopatas de alto funcionamento. Até onde isto é uma verdade é difícil dizer, porque existem muitos poucos estudos sobre isso, além da péssima atmosfera política presente nas universidades, criada pelos próprios. Mas pode ser improvável que seja a realidade, porque vê-se uma enorme colaboração intra-grupal dentro das comunidades judaicas, que sugere que estes traços não poderiam ter sido super selecionados, visto que resultariam em diversos problemas dentro da própria comunidade. A personalidade psicopática, artificialmente complicada pela baixa inteligência média, nas populações negras, mostra claramente que esta trabalha contra a coesão de grupo, visto que pessoas diretamente relacionadas a ela, tendem a desenvolver comportamentos nocivos e contrários à colaboração, o que tornaria impossível a ”colmeia intelectual’ judaica.
De fato existem muitos judeus que podem se encaixar dentro da categoria dos ”dark traits”, mas não se engajam em comportamentos destrutivos. Eles são simplesmente ”weird” em comparação à norma e tendem a desenvolver um tipo de cultura lunar, baseada na escuridão, uso de roupas pretas e ideações sobre morte e ódio. Mas muitos brancos também são assim e nem por isso são psicopatas. No entanto, se os judeus ashkenazim tem selecionado traços diretamente relacionados à ”diversidade genética (ou epigenética) humana” ou à ”genética do canhotismo”, é de se imaginar que elementos psicopatas e sociopatas estejam  sobre-representados na comunidade. Parece que um número elevado de serial killers americanos são ou eram de origem judaica. Muitos deles também são ou eram canhotos. O caso do massacre de Columbine parece demonstrar essa íntima e bizarra relação entre judeus, canhotos e psicopatas ou sociopatas, onde os perpetradores da tragédia eram os três, além de serem homossexuais. Também parece haver uma correlação forte com este componente. Algumas pessoas podem funcionar como armas biológicas fortemente sensíveis à gatilhos ambientais, aka, sociopatia.
A agressividade relaciona-se com estes ”dark traits”, mostrando que a subida judaica nas sociedades hóspedes muitas vezes dependerá da atuação de tipos sociopáticos, o que explica o aumento da dissonância crescente da judiaria organizada com a lógica e o ódio, também crescente dos gentios.
Outras correlações, genéticas, entre judeus europeus ou ashkenazim e canhotos são
maior incidência dos genes (BRCA 1 e 2) que predispõe ao câncer de mama
 de diabetes

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  1. O ”matoide” e o judeu | Santoculto - 23 de julho de 2014

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