Por que os asiáticos ”não são criativos” ou são menos criativos que os europeus??

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Linda cidade bávara, na China

 

 

”Roubei” este texto da Hbd Chick para pincelar sobre um achado muito interessante, encontrado pelos geneticistas. A quase inexistência dos genes que predispõe para TDAH na Ásia Oriental e especialmente na China. Eu conheço uma menina com esta condição e até mesmo poderia me classificar como borderline para déficit de atenção e hiperatividade. A garotinha, além de hiper ativa, como não haveria de ser e com ”déficit de atenção”, idem (dur!), também é muito divertida, altamente sociável e criativa. Um pouco diferente dela, eu sou um tipo instável, que vai desde o comportamento hiper normal ( o nerd chato e ou perfeccionista) até em direção às constantes ”crises” abençoadas de loucura, seja para a melancolia, seja para a euforia e especialmente neste segundo caso, o meu lado bem humorado aflora quase que imediatamente, ao ponto que, o geralmente tímido Santoculto aqui, poderia até mesmo fazer shows de stand-up, jogando a introversão totalmente para escanteio. 🙂

A TDAH é uma das personalidades extremas que são uns dos resultados do aumento drástico de nossa inteligência desde os últimos acontecimentos pré históricos mais importantes como a mistura com os neandertais. Alguns poderiam pensar nela como um defeito de fábrica ou de percurso. Em partes e especialmente em uma perspectiva contextual moderna, a TDAH pode não trazer muitos benefícios e de fato se constituir em um ”defeito”. Mas pelo que indica alguns estudos, os ”seus genes” foram essenciais para empurrar as ondas migratórias humanas que colonizaram quase todos os continentes. Uma das principais evidências sobre o papel dos genes TDAH para a colonização humana, pode ser pelo fato de que justamente nas regiões mais distantes da África, ou seja, as Américas, a presença destes genes foi encontrada em níveis bem mais elevados do que nas áreas próximas de nosso continente ancestral.. TDAH se relaciona com nomadismo e é esperado portanto que em populações nômades, a incidência dos genes ”hiperativos” seja maior do que em populações sedentárias.

Já é amplamente sabido que os polimorfismos das personalidades extremas, bem como de outras condições neurológicas de diferentes grandezas, podem vir com muitos benefícios, especialmente para os seus portadores heterozigotos. A criatividade se relaciona intimamente com todas essa condições. Os asiáticos, ao limparem da sua piscina genética digamos, esta bagunça, que se consistem os polimorfismos, jogaram fora também as preciosidades que carregam.

O pragmatismo, a alma oriental

Além de serem contempladores natos, hereditários e isso representa um pouco da sabedoria oriental, os asiáticos do leste em especial, também são pragmáticos e provavelmente esta característica é a mais contundente e predominante sobre eles. O pragmatismo é como se fosse uma impressão digital desta raça. Um traço que já estava presente desde que as primeiras populações de asiáticos modernos andaram sobre a Terra.

Ser pragmático significa ser aquele que toma atitudes ou medidas eficientes, rápidas, de baixo custo e portanto inteligentes. É mais inteligente preferir a segurança do que o risco. É mais inteligente cortar caminho do que improvisar a caminhada. Os asiáticos são assim…

Um amigo meu do estrangeiro, né Mister X ( 😉 ) me relatou um fato muito interessante sobre o comportamento asiático. Em uma piscina pública californiana, segundo este meu amigo, as crianças asiáticas refugaram mais pular de trampolins mais altos do que as crianças de outras etnias e especialmente as crianças brancas… Interessante não?? (ATUALIZAÇÃO OU CORREÇÃO: o meu colega Mister X me corrigiu na sessão de comentários quanto ao seu relato pessoal naquele fatídico dia de calor em uma piscina pública perto do México, sim, meus leitores, é ainda mais interessante, visto que não foram crianças que ele observou mas jovens e adolescentes. Isso casa perfeitamente com a profusão de marmanjões com boias como os desta foto abaixo que eu colei 🙂 )

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A China é um dos poucos lugares onde não é vergonhoso para um adulto usar boia para nadar

Desde a tenra idade, os cérebros maiores dos asiáticos os preconiza para arriscar pouco e aumentar as chances de levar uma vida sossegada, tranquila… Pragmatismo também se relaciona com a capacidade para identificar o problema e eliminá-lo em tempo recorde. Por um lado isso é bom, porque as sociedades pragmáticas conseguem resolver os seus problemas sociais e econômicos mais rapidamente do que aquelas que são mais criativas. No entanto, muita coisa pode ficar pelo caminho visto que não existe somente um caminho ou uma resposta para qualquer situação. Existem várias, inúmeras respostas prováveis e muitas delas podem até não ser as mais rápidas e eficientes, mas serão mais completas. Os asiáticos, sendo muito mais pragmáticos do que as outras populações humanas, cortaram pra fora a genética da criatividade, porque apesar dos muitos benefícios significativos que ela confere, também vem com muitos custos. Ashkenazim judeus e europeus que não nos deixem mentir. Como a criatividade é mais subjetiva e difícil de detectar e também se relaciona com a produção de projetos coletivos de transcendência divergentes, os asiáticos não perderam tempo para chutar pra fora de suas piscinas genéticas, os tipos criativos, loucos, que arrumam confusão, que desejam um mundo diferente… Nas culturas conformistas milenares dos asiáticos os pregos que mais se destacaram, foram pregados pra dentro enquanto que, como bem disse a HBD Chick, na China em especial, eles foram pregados pra fora…

 

Senso estético, culinária e seleção sexual

Aquele que consegue ver a beleza, em todas as suas dimensões, também tenderá a buscá-la ao longo de toda a sua vida. O senso estético pode ser encontrado por meio de predileções ou gostos como por exemplo, em relação à música, paisagens, estilo de arte e pessoas… A beleza não se encontrará somente em objetos reais, inanimados ou não, mas também por meio de conceitos, ideias, ideologias… Em todos os aspectos de nossas vidas, a busca pela beleza ou pela harmonia, de acordo com nossas próprias naturezas neurológicas, será a tônica fundamental de  nossas respectivas transcendências individuais.

O senso estético também irá se relacionar com as relações interpessoais e com as emoções. O pragmatismo se relaciona com um tipo de personalidade mais fria. Psicopatas são pragmáticos e não preciso dizer o quão frio eles podem ser. A maioria dos asiáticos não são psicopatas e na verdade, parece até que o contrário é bem mais o  provável de ser, mas a aparente apatia destas populações, muitas vezes pode indicar ”psicopatia” quando na verdade só quer mesmo indicar apatia.

Os asiáticos entendem que os indivíduos são fracos quando são indivíduos e que a força só é possível com a união do grupo. Isso é um pensamento pragmático, é melhor estar dentro de grupos, com mais pessoas, do que estar sozinho. Você vai estar mais protegido se fizer parte de um grupo. É sábio, pragmático mas é anti-criativo, visto que toda a organização tribal humana requer hierarquia e conformidade, especialmente por parte das camadas mais baixas.

As cenas lamentáveis de crianças asiáticas, meninas especialmente, jogadas na sarjeta, no meio da rua, enquanto que uma multidão silenciosa de chineses passeia por lá, nos mostram o quão alto o pragmatismo foi selecionado nestas cercanias.

Quase todos os pressupostos milenares da filosofia oriental, que foram adotadas pelas sociedades asiáticas desde tempos imemoriais, trabalharam favoravelmente para a construção de sociedades tecnicamente perfeitas, como um guia. No entanto, a perfeição, que é uma das respostas buscadas por pragmáticos, muitas vezes não se relacionará com criatividade. Esta, muitas vezes, trabalhará totalmente contra a perfeição almejada pelo pragmatismo e portanto pela inteligência.

Os asiáticos são mais saudáveis, vivem mais, são mais uniformes em todos os aspectos de personalidade, habilidades cognitivas e aspectos físicos. Eles tem médias de inteligência técnica maiores do que as encontradas entre os caucasianos europeus, são muito mais pacíficos. Eles são perfeitos demais e isso é ruim. Ser demais alguma coisa não é bom, mesmo se tiver muitos benefícios. Os ashkenazim judeus são particularmente muito criativos, especialmente em relação a alguns aspectos dimensionais da criatividade. Mas isso também não é bom, nem pra eles e para as populações que os acolhem.

O senso estético de uma população muito criativa pode caminhar para a novidade bizarra e perder a beleza. A beleza perde forma e ganha conceito abstrato. Se perde quanto à sua essência.

O senso estético de uma população muito pragmática é destituído de qualquer criatividade real, visto que somente as respostas mais corretas e eficientes é que serão buscadas. Os asiáticos podem ter excelente senso estético para apreciar a beleza de um quadro realista, mas isso todos nós temos. Os asiáticos estão equipados com todos os elementos cognitivos e de personalidade para trabalharem em qualquer área, em alto nível. Mas a extrema criatividade não é uma planície sem ondulações e portanto morfologicamente perfeita, ela é como a cadeia de montanhas do Himalaia, cheia de altos e baixos. A criatividade é uma resposta a um problema e quanto mais problemas, mais criatividade será acessada. Quanto mais complexo for o problema, mais complexas deverão ser as respostas.

Culinária

É moda entre os socialistas ateus dizer que a culinária é relativa e que cada cultura tem o seu próprio cardápio, por mais bizarro aos nossos olhos, que ele possa parecer. De fato, eles estão parcialmente corretos. Mas muitos socialistas ateus ocidentais se parecem muito em nível de pragmatismo com os asiáticos. É fato que cada cultura tem os seus hábitos, mas existem certas verdades que são universais. Já passou da hora da espécie humana e especialmente para os mais sapientes, em abandonar o hábito de comer carne para se tornarem vegetarianos. Por uma questão moral, ao estendermos nossa empatia aos nossos primos animais, devemos com isso, modificar nossas predileções culinarescas visto que não faz sentido amar o seu ”pet” e comer carne de porco ou de frango no almoço. O enorme sofrimento que causamos a todas as espécies não-humanas deve acabar e deve começar pela boca.

Dentre as verdades universais quanto ao não-relativismo de práticas locais de culinária, está a busca pela beleza. No passado, matávamos animais ferozes, visto que além de oferecerem boa carne, eles também se configuravam em ameaça real. Matar um predador é como roubar um ladrão, você terá 100 anos de perdão!

Claro que eu não estou querendo incentivar à caça de lobos, ursos ou tubarões, até porque isso poderia produzir graves desequilíbrios na cadeia alimentar afetada. Mas é uma lógica que independe de onde você está, de que cultura e família genética pertence. Matar animais domesticados é como dar um tiro na cabeça de uma pessoa na cadeira de rodas ou de humilhar uma criança autista no meio de uma multidão. É cruel, asqueroso, infame…

Por mais que nós ocidentais, tenhamos uma grande culpa neste tipo de atrocidade, ainda é possível encontrarmos grupos engajados contra este genocídio que segundo alguns, foi abençoado por Deus. Por mais que toda a família ocidental normal adore um churrasco, ainda saberemos que, a maioria de nós não irá no açougue ver a carnificina e tirar fotos com um selfie no facebook, a maioria de nós irá dar a carne do animal assassinado para os nossos mascotes, gatos ou cachorros. Não há no mundo dois animais que mais tenham caminhado com o ser humano, ajudando-lhe em todas as suas funções importantes do que estes. Além de serem nossos companheiros, inseparáveis, eles também foram altamente domesticados. Cortamos as suas asas da liberdade e os tornamos crianças para nos fazerem felizes. Além de todos esses fatos lógicos de companheirismo e de domesticação, nós também conseguimos ver beleza nestes animais E ESTA pode ser uma das explicações mais importantes para o fato de não termos acrescentado cachorros ou gatos aos nossos cardápios. A beleza.

O senso estético asiático neste sentido é bastante distinto do nosso, visto que as suas culinárias foram sendo adaptadas às circunstâncias históricas locais, como o superpovoamento. Além de não se importarem com os sentimentos de bichanos e caninos, eles também não parecem ligar para as suas aparências neotênicas.

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owwwwwwwwwnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn……………..

A culinária asiática é tão pragmática quanto o paladar e a cultura neurológica desta população, tudo aquilo que se mexe pode ser apreciado na mesa do restaurante. Não há beleza nisso, só há a vontade e os meios mais inteligentes e eficientes para matar a fome.

 

Seleção sexual

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Os asiáticos também são conhecidos por serem muito menos sexualmente dimórficos. As mulheres orientais não são conhecidas por serem as mas atraentes. Mas a verdade tem de ser dita. Elas são biologicamente mais atraentes que as mulheres caucasianas em média. Se todas as mulheres do mundo resolvessem parar de pintar e alisar os cabelos e principalmente, fazer depilação, veríamos UM MONTE de barbudas, com as axilas peludas, enfim, veríamos homens cabeludos com vaginas andando pelas ruas e isso não seria muito agradável. Se isso acontecesse, as mulheres asiáticas se sairiam melhor porque não precisariam depilar o corpo, visto que elas são assim ao natural. Um ponto importante a ser considerado.

No entanto, encontramos os mais belos espécimes da humanidade entre as mulheres de origem europeia, por causa da enorme paleta de cores dos seus olhos, cabelos, de suas peles, uma maior variação de tipos…. não há dúvidas quanto a isso. A aparência andrógina dos asiáticos bem como o dimorfismo bem mais latente entre os caucasianos, são dois resultados divergentes de seleção sexual, onde para o primeiro, este tipo de seleção foi muito menos importante do que por exemplo, a seleção para traços de maior inteligência técnica e personalidade conformista ou cooperativa. Sociedades cooperativas são menos competitivas e homens e mulheres são menos hierarquicamente separados.Eles também competem menos entre si. As sociedades europeias são conhecidas pela maior hierarquia, incluindo a síndrome do classicismo social. Em sociedades cooperativas, a subjetividade é um importante componente nas relações sociais visto que, ao conviver com muitas pessoas, será menos importante ver diferenças qualitativas entre elas. É claramente uma forma de domesticação. Beleza é qualidade. Homens europeus disputaram e disputam pelas mais belas mulheres. Na Ásia isso não aconteceu visto que a maioria dos casamentos sempre foram arranjados. Mesmo que a Europa também tenha desenvolvido estes métodos matrimoniais pragmáticos, algo me diz que os séculos posteriores de intensa seleção sexual, contribuiu largamente para definir a alma do homem branco.

A capacidade de ver beleza se relaciona com criatividade. Os caucasianos europeus são as populações criativas do mundo por causa dos efeitos consideráveis, como efeito fundador, que a intensa seleção sexual provocou. Ao se competir por qualidade, também se produziu uma população neurologicamente predisposta para buscar qualidade. Criatividade e qualidade são quase que sinônimos, eu poderia pensar… A qualidade encontra-se no indivíduo e não nas multidões. Ainda que se possa produzir multidões de qualidade, nada supera o indivíduo de qualidade, como nada no sistema solar supera o Sol.

Os asiáticos são menos criativos que os europeus pelo mesmo motivo que comem carne de cachorro e gato e pelo mesmo motivo de não terem as mulheres mais belas do mundo, ou ao menos com características raras e belas, como olhos verdes ou cabelos loiros.

Ainda que os criativos europeus não sejam os de melhor qualidade biológica (em média), eles são um dos resultados tanto da intensa seleção sexual que criou o homem branco quanto pela luta entre as forças de domesticação e as forças de competição que sempre se confrontaram no Ocidente. O criativo é uma mistura de domesticado com selvagem. O asiático só é domesticado.

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7 responses to “Por que os asiáticos ”não são criativos” ou são menos criativos que os europeus??”

  1. x says :

    Olá seu blog tá bacana, só precisa divulgar mais. Se bem que hbd e tal, vai ser algo que nunca vai ser super popular.
    Sobre as crianças asiáticas na piscina, bem, não eram crianças mas jovens universiotários. Não sei se tinha validade como experimento científico, já que não havia nenhum tipo de controle, mas é certo que embora naquele momento a divisião da população na piscina era mais ou menos meio a meio entre asiáticos e brancos, a maioria dos que tentaram pular eram brancos. Uns poucos asiáticos pularam, mas visivelmente com medo. Um negro também pulou, e acho que era o único negro na piscina naquela hora.
    Eu acho que em geral é isso mesmo, asiáticos tendem a ter mais medo de arriscar, porém, isso não quer dizer que não possam ser bons, na verdade os chineses são ótimos no pulo do trampolim, porém, depois de muito treinamento e tal.

    • santoculto says :

      Sim, bem, eu lembro de vc ter falado em crianças, mas enfim… então é ainda mais interessante.
      Sim, nem todos os asiáticos são ”medrosos” né
      É muita gente para nós generalizarmos, mas é evidente que as raças humanas apresentam particularidades que estão amplamente distribuídas como o pragmatismo asiático, como eu falei.

  2. x says :

    E digo mais, eu não acho que os asiáticos não sejam criativos, acho que podem ser sim, e muito, mas, se você cria você pode falhar, criar é arriscar, portanto copiar ou imitar é menos arriscado.
    Isso não quer dizer que eles não tenham indivíduos bem criativos, dê uma olhada no cinema coreano e japonês, especialmente no campo de horror/suspense e animação.

    • santoculto says :

      Eu sei disso, bem, como eu te disse, eles tem qualidade para desenvolver bons trabalhos, mas ainda assim, irá cheirar ”cópia” ou baseado no modelo anteriormente desenvolvido por outros, especialmente pelos europeus. Em termos de pioneirismo, o trabalho do gênio em si, parece quase inexistente entre eles. Além do mais, os japoneses parecem bem criativos, perceba que eles estão em um arquipélago, as mesmas forças evolutivas modernas e a genética não foram exatamente as mesmas pra eles. Os japoneses inclusive são mais claros que os chineses.

  3. santoculto says :

    Quanto à divulgação do blog, sinceramente eu não sei onde eu poderia fazê-lo, visto que não é um blog conservador, liberal ou socialista, racialista ou não-racialista ou culturalista, enfim…. a única certeza de linha ”ideológica” deste blog é o Hbd…
    Se convidar conservadores para visitarem o meu blog, eles não vão gostar do que eu possa escrever sobre eles, o mesmo e especialmente os socialistas, eles estão completamente fora de cogitação.

  4. Logos Fia says :

    Postagem boa, útil. Mas e os brasileiros que são muito misturados? Somos considerados muito criativos mesmo, a ponto de ir além do necessário. O brasileiro é considerado como aquele que extrapola na hora que vai criar.

    • santoculto says :

      Justamente, muitos extremos aqui, do luxo ao lixo em termos cognitivos e em todas as regiões, com uma maior presença no centro sul. A criatividade em si, o ato de pensar divergentemente e produzir ideias úteis, funcionais, é raríssima, mas pode-se dizer que por causa da mestiçagem, temos um jogo de cintura maior do que em nações muito racialmente decantadas.

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