Por que os judeus sempre vencem??

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O judeu Stephen Gould foi um dos percursores da teoria ‘neotenia e evolução humana’. A neotenia se baseia na retenção de características infantis nas espécies, processo que reverbera na domesticação. Nós sabemos como são os animais domesticados. Eu tenho um animal em casa, calma, dócil, que costumo chamar de filha. Ela vive mais tempo, ela é mais saudável do que as suas amigas mais selvagens, mas por outro lado, ela está totalmente dependente da minha boa vontade. Se eu fosse um psicopata clássico, já poderia ter ”brincado” com ela, que provavelmente resultaria em sua morte dolorosa. Mas este tipo de traquinagem eu deixo para praticar, quem sabe, em seres humanos mesmo, é covardia zombar fisicamente de um animal tão indefeso.

Mas eu poderia treiná-la para ser arisca com os outros se eu pudesse. Enfim, o mais importante aqui é, este animal doméstico está sob o meu poder, assim como a maioria dos asiáticos parecem estar sob o poder dos seus governantes. A servidão sem revoltas, sem luta por direitos… parece ser a paisagem comum no mundo asiático. As crianças, em sua maioria, estão sob o poder dos adultos. Ser totalmente dependente de outra pessoa não é uma coisa boa. Você se torna completamente vulnerável aos futuros caprichos que esta pessoa poderá acionar contra você. Portanto, primeiro, a neotenia extrema não é uma coisa boa, segundo, a neotenia não é o único ou principal meio de evolução da espécie humana, nem de nenhuma outra espécie e terceiro, somente o equilíbrio entre a domesticação e a não-domesticação poderá resultar em uma evolução saudável. Mas é um pouco de estupidez minha, de boa fé, acreditar que a evolução ou os saltos evolutivos se deem desta maneira, quando na grande ou imensa maioria das vezes, a evolução tem se dado de maneira aleatória, caótica, de momento. Sabe quando você resolve fazer uma loucurinha na sua vida, algo que nunca fez, que tem riscos maiores do que os calculados, mas tem um germezinho te empurrando para fazer… você vai lá e faz e depois não tem como voltar atrás??
Pois é, a evolução é assim. Seleção é rotina, evolução é quebrar essa rotina e subir em níveis nunca dantes navegados.

Se o equilíbrio é mais importante do que a neotenia então isso parece explicar porque os judeus ashkenazim parecem estar quase que desprovidos de um predomínio de características neotênicas. Em cada seleção de foto deste povo que eu me deparo, eu vejo narizes grandes (o famoso estereótipo é quase-real), bocas grandes, dentes grandes. Vejo algumas anomalias como faces assimétricas, olhos assimétricos…

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Se você pensou a mesma coisa que eu, siiiiim, Ultimate Mortal Kombat, onde está o Sektor…. 😉
Parece até a estorinha da Chapeuzinho Vermelho ,
– Mas pra quê estas orelhas tão grandes??

– Pra quê esta boca tão grande??

 – Pra quê este nariz tão grande??

As crianças podem ser boas para aprender, mas também podem ser chatinhas, especialmente algumas, enquanto que muitas vezes, elas irão aprender porque foram obrigadas. As poucas crianças sábias são precoces.

Se neotenia fosse evolução então porque o homem branco e uma alusão específica e especial ao homem judeu, desenvolveram civilizações muito mais criativas do que aquelas forjadas pelos asiáticos??? O equilíbrio, parece que pra tudo, é a chave do negócio.

Respondendo a pergunta, por que os judeus sempre vencem??

Os judeus sempre vencem e as civilizações sempre morrem, porque os judeus compreenderam inconsciente (o que duvido muito) ou conscientemente a chave para o sucesso coletivo, o equilíbrio entre os extremos, ao ter todos eles em um só povo, sempre haverão planos b,c,d,e de escape. Se todos são neotênicos, ”acionamos nossos neotênicos, mas mantendo os nossos selvagens bem alimentados”, de fato, a diversidade faz a força deles.

Os judeus são um dos poucos povos ou etnicidades no mundo providos de alguns importantes componentes relacionados à inteligência pura e portanto não-contextual, apesar de suas popularmente conhecidas habilidades verbais e matemáticas, que denota especificação. Ao evoluírem como um povo nômade de comerciantes e atravessadores, eles necessitaram desenvolver uma série de características psicológicas (estas por processos distintos de seleção) aptas para atender a diferentes nichos de classe, cultura e necessidades materiais e portanto, desenvolveram características que se relacionam quase que completamente com a capacidade de adaptação e sobrevivência. A diversidade heterozigota interna bem como  o excesso de traços gerais não-neotênicos parece demonstrar que os judeus preferem continuar como estão e melhorar somente os atributos quanto a níveis e não quanto a embalagem. Esse auto conhecimento histórico, cultural, religioso, intelectual e científico, é um sinal de extrema eficiência organizacional em termos coletivos bem como é um sinal de sabedoria evolutiva, como nenhum outro povo parece ter desenvolvido.  Auto conhecimento e manutenção da diversidade interna, funcionando em diferentes nichos de competição e convívio, são umas das chaves mais fundamentais do fenômeno judeu, enquanto uma coletividade etno-relacionada altamente inteligente, competitiva e de sucesso em termos mundanos.

Em resumo, os judeus conhecem mais a si mesmos e buscam conhecer mais as suas populações de acolhimento mais do que a elas mesmas. Competição é predação, e os judeus são bons nisso.

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4 responses to “Por que os judeus sempre vencem??”

  1. Fada do bosque says :

    Olá Santoculto,

    Fiz por saltar sobre algumas coisas do que disse e coloco esta questão: Será que os judeus vencem sempre porque foram eles quem estabeleceu a nível global um império cultural que se limita a medir por baixo?
    Se não é assim e só para citar uns pouquíssimos casos de pessoas inteligentes, ou melhor, consideradas génios criativos, e que não são judeus:

    Beethoven
    Wolfgang von Goethe
    Mozart
    Luís de Camões
    Fernando Pessoa
    Leonardo da Vinci
    Wagner

    Quanto a “génios” científicos:

    A Ciência Académica destes últimos tempos, nada de novo ou verdadeiro possui. Se percebe nas letras de forma dos notáveis compêndios e relatórios, até agora aparecidos, que não tenha sido objecto de cogitação nas Eras mais recuadas da longa História da Humanidade.
    Assim é com a Física e a Química. Estas já eram estudadas e aplicadas há mais de 5.000 anos nos Colégios da primitiva Ariavartha, na Índia.

    O próprio Fernando Pessoa (não sendo génio científico) abordou o assunto num texto seu sem data:

    «A química oculta, ou alquimia, difere da química vulgar ou normal, apenas quanto à teoria da constituição da matéria; os processos da operação não diferem exteriormente, nem os aparelhos que se empregam. É o sentido, com que os aparelhos se empregam, e com que as operações são feitas, que estabelece a diferença entre a química e a alquimia.

    «A matéria do mundo físico é constituída de três modos, todos eles simultaneamente reais: só dois desses modos interessam a um nível conceitual diferente, e não é atingível por operações, aparelhos ou processos que sequer se parecem com os que se empregam em qualquer coisa que se chame «química» ou «física», «ocultas» ou não.

    «A matéria é na verdade, e como crêem o físico e o químico normais, constituída por um sistema de forças em equilíbrio instável, formando corpos dinâmicos a que se pode chamar «átomos». Porque isto é real, e a matéria, considerada fisicamente, é na verdade assim constituída, são possíveis as experiências e os resultados dos homens de ciência, pelo que a matéria é manipulável por meios materiais, por processos apenas físicos ou químicos, e para fins tangíveis e imediatamente reais.

    «Mas, ao mesmo tempo, os elementos que compõem a matéria têm um outro sentido: existem não só como matéria, mas também como símbolo. Cada elemento simboliza determinada linha de força super-material e pode, portanto, ser realizada sobre ele uma operação, ou acção, que o atinja e o altere. E feita essa operação, o efeito produzido excede transcendentalmente o efeito material que fica visível, sensível, mensurável no vaso ou aparelho em que a experiência se realizou. É esta a operação alquímica. E isto no seu aspecto externo, porque, na sua realidade íntima, é mais alguma coisa do que isto.»

    Isto foi apenas para dar uma outra perspectiva. Medindo por baixo, realmente pode-se ser um vencedor e são realmente eles quem estabelece as medidas e quem condiciona os outros. Como os judeus são donos de todas as Fundações, Institutos e Universidades e “estupidificaram” quase todo o mundo e assim, é claro, não custa vencer.
    Também são bons predadores porque usam e abusam da perfídia e do engano… não sei se serão predadores mas da classe dos parasitas…

    Um beijo

    • santoculto says :

      Olá Fada do Bosque,

      muito bom receber a sua visita, esteja sempre à vontade aqui no blog, o entenda como uma extensão de sua casa ou como parte de sua vizinhança.

      Pois bem, vou pontuar as suas considerações…

      A quantidade de gênios historicamente reconhecidos e é sempre muito importante frisar esta parte, sempre, além das raças caucasianas europeias, foi considerável, especialmente nos primeiros anos da história oficial da civilização e ou das sociedades complexas.

      O que se conhece muito bem dentro da comunidade HBD e é praticamente um totem muito bem estabelecido é sobre o predomínio significativo de gênios europeus ou de cepa europeia. A subraça judia mais inteligente é justamente a ashkenazim que é basicamente uma população híbrida de europeus e médio orientais.

      Portanto, mesmo os judeus mais inteligentes e a maioria dos gênios deles, eram ou são ao menos 20-30% europeu, sem levar em conta que os médio orientais são uma variação antiga e poluída de caucasóides.

      Os judeus tem trabalhado por milênios como intermediadores entre as elites europeias e as classes trabalhadoras. Em outras palavras, eles tem trabalhado intimamente com as classes altas da civilização europeia.
      Em partes importantes, os judeus deram grandes contribuições para o andar da carruagem, para os eventos históricos, como a criação das religiões monoteístas como o cristianismo.

      Os judeus tomaram as rédeas da civilização ocidental, provavelmente isso pode ter acontecido outras vezes como no fim do império romano. Existem muitas semelhanças como o império global, a imigração e a substituição demográfica da população nativa.

      Atualmente os judeus estão sim, tomando passo a passo cada ponto de poder e influência, substituindo a ”velha” elite orgânica. É simples assim, pense naquelas construções fantásticas de dominó que de vez em quando uma universidade ao redor do mundo faz. Um único dominó derruba todos os outros. O mesmo princípio se aplica para a sociedade humana, você tem os centros de poder e deles emana todas as ordens para os subcentros, de maneira hierárquica. Pense em emissoras de tv, rádio… da maior, da mais influente, para a menor.

      As civilizações europeias são obras em conjunto de todas as suas partes, a classe criativa, a classe intermediária e classe trabalhadora, assim como todo o sistema orgânico complexo.
      Os judeus tem feito algumas contribuições, algumas foram muito importantes, até um determinado ponto, como o cristianismo. No entanto, no geral, a civilização europeia é obra do homem europeu e ponto.

      Sim, a ciência moderna em partes, sofre de muitas causas… fatores biológicos como a baixa fecundidade da classe criativa, diminuindo as chances do nascimento de gênios e da fecundidade europeia e eurodescendente (fora do velho continente) em geral, fatores burocráticos, com a popularização do sistema educacional, que desde os seus primórdios trabalha contra a criatividade e posterior processo de mecanização do sistema meritocrático, filtrando o talento técnico, visando a sustentação da civilização, mas não para o seu desenvolvimento e também o fato de que, muitas das descobertas mais importantes do homem, já foram feitas, apesar de achar que acreditar que tudo o que é de mais relevante já foi descoberto é de uma precipitação sem igual.

  2. santoculto says :

    continuando…

    Como eu mostrei no texto do Revilo Oliver, fantástico texto, hoje em dia tem se dado enorme importância para os testes de qi, justamente porque está se buscando a criação de uma classe cognitiva de pessoas que tiram boas pontuações de qi mas ou apresentam falhas graves de caráter, os mattoides, ou são estúpidos em termos de autoconsciência. São bons pra manter a civilização mas são inofensivos porque são estúpidos na promoção da real melhoria da sociedade ou até mesmo, da rebelião contra o sistema. Eu conheço MUITOS que são tecnicamente inteligentes mas são estúpidos em sabedoria.

    Os judeus se uniram aos interesses das elites ocidentais, por uma série de razões, mas tudo leva a crer que eles também são peões e muitos colaboram por causa de chantagem.

    Eu tenho pescado algumas coisas, vou te mandar um texto, quando o encontrá-lo, em pego tanto coisa, rsrs… enfim, os judeus apresentam as mesmas capacidades que os europeus, mas eles são mais psicopáticos do que os europeus além de serem bem mais unidos.

    Não faz sentido que os milhões de americanos brancos inteligentes que existem não possam dominar estatisticamente as universidades americanas, se vc já leu o trabalho de um judeu diga-se, Unz, que mostra que os judeus estão superrepresentados nas universidades americanas, especialmente nas ”Ivy League”. Mesmo que os judeus fossem muito inteligentes, é fato que existe grande nepotismo por parte deles para promover os seus em detrimento dos outros, especialmente os caucasianos.

    Sobre Fernando Pessoa e suas observações, são muito interessantes e se relacionam com aquilo que eu tenho sugerido para explicar o evento que provocou o aparecimento de toda matéria ”instável” e que explica a dualidade, a presença de forças opostas. O que é interessante pensar agora é, o que poderia ter existido antes do aparecimento dos universos*** Será que interagimos também com o mundo da inércia, anterior à dualidade*** isto seria uma espécie de dimensão* enfim…

    Eu pensei agora pouco e vou produzir um texto sobre isso, lembra do exemplo de Darwin sobre as ”espécies” de pássaros nas ilhas Galápagos***
    Bem, se apenas algumas diferenças podem provocar mudanças significativas de morfologia e adaptação o que poderíamos pensar sobre os humanos***
    E sobre os judeus, como um povo nômade e intermediadores de diferentes castas cognitivas e de personalidade*** Enfim, mais achismos, rsrs.

  3. santoculto says :

    Por último, eu acredito que, ao contrário das ideias sobre os supostos processos eugênicos que elevaram a inteligência judia, na verdade, eles tem feito muito pouco, somente preservando as suas características, ao contrário do europeu e do asiático, que tem passado por processos de domesticação.

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