Herança Neanderthal e pensamentos….

 

Personalidades extremas, diabetes, doença de crohn, depressão unipolar (derivada das personalidades extremas), vício de fumar, infertilidade… bem, parece que ter sangue neanderthal, mediante uma visão bastante superficial, não parece trazer muitos benefícios. Mas somente em uma visão superficial, visto que se a condição homozigota pode e geralmente não será muito simpática na maioria destas condições, parece evidente que existem muitas vantagens por exemplo, para parentes de portadores das personalidades extremas.

A hibridização, especialmente quando as duas espécies estão quase entrando em processo de especiação, pode ter efeitos mais extremos do que seria em casos de hibridização de grupos populacionais geneticamente mais próximos como as raças humanas. No entanto, são dos extremos de onde geralmente saem os mais altos níveis de capacidade, bem como os mais baixos e os mais complexos.

Existe uma teoria ”amadora” sobre a relação entre Autismo e Herança Neanderthal que tem sido reproduzida pela internet nestas últimas duas décadas, mais ou menos. A teoria vincula as características encontradas em autistas com as características neanderthais. Doenças auto imunes e tendências para comorbidades de personalidades extremas parecem mais um resultado deletério da hibridização de duas quase-espécies do que qualquer outra coisa. Sabe-se que as pessoas mestiças tem uma maior incidência destas condições.

Alguns traços autistas parecem se emparelhar perfeitamente aos traços neandertais. Segundo o autor desta teoria que compara a condição com os nossos primos extintos, algumas características físicas dos neanderthais são  mais encontradas entre os autistas como: maior incidência de cabelos vermelhos, o famoso ”dedo de morton”, rostos longos e assimétricos (como resultado da hibridização)…

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… canhotismo (como resultado da hibridização, nascem mais canhotos em sociedades mestiças, isso não é uma regra absoluta, mas é um dos efeitos da mistura racial e canhotismo se relaciona à maior incidência de personalidades extremas), cérebros maiores etc…

Parece evidente que se os neanderthais tinham cérebros maiores do que os nossos cérebros modernos, com certeza que eles podem e devem ter passado os fenótipos de alto perfil de inteligência para nós e isso parece explicar perfeitamente a maior média de qi entre não-africanos em comparação aos africanos. Em uma ambiente extremamente hostil, somente os mais adaptados são capazes de sobreviver. Esta seleção natural mais intensa é uma das explicações mais plausíveis para o cérebro 7-10% maior dos neanderthais bem como para a maior inteligência coletiva das populações modernas que se adaptaram em climas hostis, especialmente o clima frio.

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Além da mistura neanderthal, os povos de fora da África Subsaariana (e isso inclui os norte africanos caucasianos e mestiços) também sofreram com a infusão genética de outras populações como os denisovans.

A mistura neanderthal obviamente não foi homogênea e é completamente esperado que a presença de outras populações humanas possam ter contribuído para embaralhar ainda mais a herança de nossos primos extintos do frio para muitas das populações out africa. Também foi encontrado mistura neanderthal entre algumas populações subsaarianas, mas segundo a datação encontrada, ela não foi muito antiga, o que pode indicar que povos de outras regiões como os árabes possam ter introduzido esta herança. Parece que a cor da pele bem como os olhos claros, são também parte da herança neanderthal, afinal, esta população se especializou em regiões de clima frio e pode ter desenvolvido características para se adequar ao ambiente e sabe-se que a cor de pele mais clara é benéfica em regiões de clima frio visto que ela absorve mais rápido e eficazmente a luz solar (para capturar a vitamina D, essencial para o desenvolvimento sadio de nossos ossos) enquanto que a pele escura demora muito mais tempo para ter o mesmo efeito.

A teoria ”autismo como resultado da hibridização com os neanderthais” sugere que o comportamento típico da população autista, seria mais ou menos uma réplica de como os neanderthais devem ter se comportado. Nós podemos comparar dentro das próprias populações modernas que estão adaptadas ao frio como os esquimós e as populações mongolóides siberianas, para entender como os Neanderthais devem ter se comportado, afinal, eles vivenciaram condições  climáticas relativamente parecidas. A diferença principal é que os neanderthais viveram em períodos de extrema metamorfose, especialmente no continente europeu. As variações extremas de clima podem ter contribuído para aumentar as relações altruístas de grupo bem como a maior tolerância por subgrupos não-produtivos como os mais velhos e as crianças(retirado da ideia de Staffan, o blogueiro sueco que fala sobre personalidade). Elas também podem ter contribuído para acionar a criatividade na arte de sobrevivência entre os neanderthais visto que em ambientes em constante mudança, se torna necessário que todos do grupo estejam aptos para ajudar, aumentando as chances de que subgrupos neurologicamente distintos ou culturalmente diferentes possam ser absorvidos e que possam procriar, mantendo e passando a diversidade de comportamento de geração em geração. Portanto, o clima neanderthal foi variado e não pode ser totalmente comparado com as populações nômades da Sibéria ou do ártico norte-americano.

Algumas semelhanças entre as modernas populações adaptadas ao frio e os neanderthais, maior altruísmo e personalidade introvertida. Asiáticos do leste, que são tidos para ter a maior proporção quantitativa de herança neanderthal, são menos sociáveis do que os caucasianos que por sua vez são menos sociáveis que os negros subsaarianos. Parece óbvio que os leste asiáticos são ”uma raça de nerds”, onde a presença de subgrupos atletas por exemplo, são uma pequena minoria. Quanto mais alta é a socialização, mais complexa e mais inútil ela tenderá a ser. As sociedades asiáticas valorizam menos estes excessos que os ocidentais adoram pagar. Em qualquer sociedade com maioria negra nós vemos uma grande quantidade de socialização, onde a família é estendida não somente entre os parentes consanguíneos mas também para todos do grupo. É interessante notar que a poligamia é particularmente muito comum entre as tribos africanas enquanto que é bem mais rara entre as tribos ameríndias, de extrato asiático e portanto neanderthal. A individualidade pode ter sido passada pelos neanderthais, dando uma cara completamente moderna para uma boa parte da humanidade. Os europeus, me parece que tem mais herança neanderthal a um nível qualitativo. Os extremos derivados de nossos primos, serão mais encontrados em europeus e seus descendentes.

Além dos autistas e outras populações com perfil de personalidade extrema, duas outras populações, de classes biológicas e taxionômicas distintas, parecem ter mais herança neanderthal ou o resultado da hibridização. São os canhotos e os judeus europeus ou ashkenazim. Ambos tendem a se relacionar, visto que existe o dobro de canhotos entre os ashkenazim em comparação a outros grupos e me parece que a hibridização neanderthal pode explicar a biologia dos dois grupos. As características atávicas que foram determinadas como um sinal de degeneração por Cesare Lombroso estão presentes tanto em canhotos quanto em ashkenazim.

O artigo que relaciona diabetes e doença de crohn, dois transtornos auto imunes comuns tanto em canhotos e suas famílias quanto em judeus ashkenazim, acendeu o meu faro para buscar correlações e  possíveis causalidades dentro deste assunto. Tanto para os ashkenazim quanto para os canhotos, existe uma maior incidência de várias personalidades extremas como o autismo e a depressão.

Duas observações sobre os dois links acima, o primeiro mostra somente um de vários posts dentro da comunidade do Wrong Planet sobre esta relação. Tem um post fazendo a mesma pergunta onde bem mais do que 200 pessoas responderam. Mas tudo indica que a incidência de canhotos e ambidestros entre os autistas é significativamente mais alta do que em não-autistas.

No segundo link, encontrou-se uma relação significativa entre depressão unipolar e homens judeus, mas não entre mulheres. A literatura cronológica da formação do povo judeu ashkenazim bem como os estudos genéticos nos mostram que os homens judeus se casaram com mulheres europeias, em algum lugar da Itália especialmente, e que este foi um dos pontos primordiais de formação do judeu europeu moderno ou ao menos de alguns subgrupos importantes e neste caso eu poderia denominá-los como os judeus ashkenazim ocidentais.

Em um próximo texto, eu vou falar sobre o que tenho encontrado de correlação e possível causalidade entre os ashkenazim e os canhotos. No mais, parece que especialmente para as populações ashkenazim, existe uma elevada incidência de características faciais, corporais e cranianas que se assemelham aos neanderthais, além da maior inteligência em comparação a outros grupos bem como a uma maior presença de personalidades extremas como esquizofrenia. Todas estas características também são encontradas entre os canhotos e os ambidestros. Se os neanderthais desenvolveram pouca socialização então eles podem não ter desenvolvido também a linguagem de maneira complexa como nós fazemos atualmente. A gagueira (eu sou gago) pode ser um dos resultados da hibridização e sabe-se que existem mais canhotos e ashkenazim que sofrem desta condição. A gagueira me parece ser um daqueles traços atávicos, anteriores aos processos que produziram as culturas genotípicas, onde a linguagem é o principal bio-produto. Eu sendo um gago, apresento algumas vantagens específicas desta condição que podem estar relacionadas aos múltiplos efeitos da hibridização com os neanderthais como a capacidade de imitar sons de animais e de outras pessoas, falar em outras línguas sem sotaque de quem não as tem como língua nativa assim como uma maior capacidade para interpretar. Este assunto vale um outro post.

Os neanderthais podem ter nos legado habilidades espaciais, geralmente mais comuns em pessoas com maior ativação do lado direito do cérebro. Existe uma anedota sobre a maior incidência de canhotos em profissões que exigem maiores habilidades espaciais como engenharia e arquitetura. Mas como o canhotismo funciona como a roleta russa de mutações da espécie humana, é esperado que em alguns locais específicos, seja por razões objetivas de benefício ou não, se tenha tanto uma sobre representação de canhotos nestes nichos ocupacionais como também o contrário. As pessoas canhotas parecem depender mais das condições gerais do ambiente do que as destras para poder obter sucesso.

Ainda no caso ashkenazim, é interessante observar o nicho de ocupação geográfica ancestral dos caucasianos, bem como dos judeus e compará-lo ao antigo nicho de ocupação neanderthal.

 

O simples fato dos judeus terem sido por muito tempo uma população endogâmica, poderia explicar o porquê de eles terem conseguido preservar mais traços neanderthais do que as outras populações. Sabe-se que os judeus ashkenazim, mas também outras populações judias, apresentam uma enorme quantidade de doenças auto-imunes, muitas delas fatais quando em versão homozigota. A endogamia é um meio para se acumular mais doenças genéticas, mas não é a única explicação para a grande quantidade destes problemas que os judeus, especialmente os ashkenazim, carregam, visto que outras populações historicamente endogâmicas como os cristãos árabes e os parses, apresentam incidências significativamente menores de doenças auto imunes do que os ashkenazim.

Algumas destas correlações como a maior presença de características gerais que eram mais presentes em neanderthais, poderia explicar que o caso ashkenazim (especialmente) é principalmente o fruto da soma de dois fatores, a endogamia e uma genética onde mais características heterozigotas derivadas do polimorfismo neanderthal serão encontradas. Isso aumenta em dobro a incidência tanto de extremos positivos quanto de negativos.

Finalizando os meus pensamentos sobre a correlação autismo e neanderthal, parece que os nossos primos do frio não poderiam ter sobrevivido nas condições extremas em que se adaptaram. Portanto, os autistas não seriam exatamente uma réplica dos neanderthais, mas um dos resultados da hibridização entre eles e os seres humanos ”modernos”. Pode ser que a personalidade taciturna e ”anti-social” autista seja uma representação próxima de como os neanderthais se comportavam, incluindo a inteligência elevada, mas sem os efeitos típicos da hibridização como as doenças auto imunes e as comorbidades com outras personalidades extremas.

A hibridização é provável de ter produzido as personalidades extremas, que tem sido muito úteis na evolução de nossas sociedades, seja para a construção de nossas culturas, sistemas morais e religiosos, seja para o desenvolvimento tecnológico. A genialidade também parece estar relacionada com a hibridização, partindo da ideia de que as personalidades extremas e elevada inteligência sejam a combinação fundamental para a produção do gênio criativo.

A extinção dos neanderthais

Se os neanderthais foram mais individualistas e mais altruístas que as outras populações, então uma possível explicação para a sua extinção pode se relacionar, primeiro, ao seu grande período de isolamento e segundo, ao desenvolvimento subsequente de características que trabalharam negativamente para a competição. Hoje em dia, se percebe claramente que as populações europeias e especialmente as populações norte-europeias apresentam deficiências etnocêntricas, provocado por uma provável herança qualitativa do individualismo neanderthal bem como o fraco etnocentrismo, visto que em ambientes extremamente frios foi necessário ser tolerante com grupos distintos. Fatores culturais influenciaram os traços comportamentais que os neanderthais selecionaram. Se os neanderthais espalharam os seus genes para outras populações e partindo da ideia de que tenham se espalhado para algumas áreas fora da  África, isto sugere que eles foram nômades e o nomadismo se relaciona aos genes da TDAH, busca de sensações, curiosidade. Atualmente, os seres humanos mais curiosos (e criativos) do mundo tenderão a pertencer à raça branca caucasiana, especialmente a variante europeia. O comportamento proto-suicida dos europeus e seus descendentes e especialmente por parte dos socialistas ou comunistas, nos mostra maneiras completamente diferentes de se processar a realidade, onde o coletivo é substituído pelo individualismo e o já fraco etnocentrismo europeu, é simplesmente eclodido.

Autistas parecem ser predominantemente liberais ou socialistas, da mesma maneira que os judeus ashkenazim e os canhotos. O liberalismo deriva de uma série de certezas extremamente racionalistas. Cérebros maiores podem processar o mundo mediante este racionalismo. O altruísmo patológico europeu moderno pode derivar de ideias racional-altruístas como a culpa ”coletiva” pela escravidão e imperialismo. Somente algumas mentes muito evoluídas que poderiam pensar desta maneira. Se os neanderthais estavam alguns anos luz de outros grupos humanos arcaicos, então este típico pensamento moderno individualista pode ter trabalhado para a extinção neanderthal, da mesma maneira que o homem branco moderno está caminhando para a sua extinção.

Isso se aplica à minha ideia que os europeus são os herdeiros qualitativos das características neanderthais. Também demonstra que os neanderthais não desenvolveram características culturais linguísticas que são extremamente importantes para a coesão de grupo. Uma raça altamente inteligente, nômade de ”autistas” sem o quadro clínico deste grupo, não poderia ter sobrevivido a grupos culturalmente coesos, tal como hoje, os autistas são presas fáceis para predadores.

Um paradoxo surge no horizonte para explicar a relação entre os ashkenazim e os neanderthais, mas provavelmente, uma das mais fantásticas explicações sobre o comportamento coletivo judeu pode nos ajudar a completar este quebra-cabeças de pensamentos. Um povo de extremos como são os judeus ashkenazim tenderão obviamente a produzir extremos. É impossível que todos os judeus sejam de sociopatas ou psicopatas, mas mediante a maior incidência de canhotismo, é esperado que mais destes tipos serão encontrados entre os judeus do que em outras populações, especialmente se o canhotismo se relaciona com sociedades violentas.

Os extremos da variação comportamental humana se diferem quanto às suas respectivas expressões fenotípicas, mas tendem a ser derivadas da mesma fonte de aleatoriedade humana, onde o canhotismo é um bioproduto de identificação.

Como resultado, uma parte importante dos judeus ashkenazim, assim como uma parte importante da população europeia e especialmente a minoria de socialistas, acreditam realmente na ideologia de esquerda e isso pode ser observado por meio da maior incidência de homossexuais nas duas populações, maiores casos de adoções interraciais, baixa fecundidade, anti-racismo e promoção da imigração em massa, miscigenação, que para os judeus especialmente na Europa, parece ser extremamente estúpido, visto que os muçulmanos apresentam grande antipatia histórica em relação a este grupo.

As teorias conspiracionistas não se sustentam plenamente porque não faz sentido substituir uma população completamente domesticada, como estavam os europeus até o final do século XX, por hordas de anti-semitas. A única explicação para essa situação geopolítica atual do Ocidente, que até agora me convenceu, não pelo alarmismo mas pela ponderação, foi aquela do link acima sobre o comportamento coletivo judeu.

A evolução humana parece inexoravelmente caminhar para uma maior neotenia. A principal neotenia é a comportamental. Se os neanderthais foram mais evoluídos do que as outras populações, então eles podem ter ”pagado o pato”  por esta superioridade, resultando em uma situação parecida com a que estamos vendo acontecer hoje com um de seus híbridos remanescentes. Outro ponto a favor para explicar a excepcionalidade europeia, derivada de sua herança neanderthal qualitativa, pode ser a ideia de que, ao contrário dos asiáticos orientais, a genética neanderthal foi mais puramente absorvida e manipulada pelas posteriores seleções em europeus, já partindo da ideia de que a cor da pele e dos olhos claros são uma herança do grupo, enquanto a herança em asiáticos sofreu maior interferência de outras populações como os ”denisovanos”. O mais provável é que em termos coletivos, os europeus caucasianos (e os caucasianos no geral) serão a representação mais fidedigna da hibridização das duas principais subespécies de hominídeos, enquanto que os africanos subsaarianos serão a representação mais próxima de uma das variações do homo ”erectus” (será??) enquanto que os asiáticos apresentarão uma maior proporção dos traços neanderthais como a elevada inteligência espacial e a personalidade taciturna. Os europeus são os próprios híbridos e isso pode explicar a sua excepcionalidade.

 

NOVIDADES

 

Se os neanderthais viveram em uma grande área geográfica, demograficamente dispersos, então isso pode ter contribuído para o desenvolvimento, primeiro, de características distintas entre um grupo e outro e posteriormente os movimentos nômades de região para região podem ter provocado a procriação entre estes grupos e produzido o individualismo, que por sua vez se relaciona com a criatividade, muito maior em certos subgrupos de europeus.

Ainda existe especulações se o processo de hibridização entre os neanderthais e os cro magnon, dentre outros grupos,  tenha se dado lentamente, tal como acontece hoje em dia dentro da maioria das nações de maioria branca caucasiana.

Muitos crânios de neanderthais sugerem que muitos conflitos podem ter acontecido entre eles, resultando nestas evidências. Tal como acontece com os europeus modernos, eles podem ter sido individualistas e  intra- competidores, resultando em umas das desvantagens desta raça em comparação aos outros grupos humanos.

 

 

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8 responses to “Herança Neanderthal e pensamentos….”

  1. Klaus says :

    gostei, pensei que já tinha encontrado todas as respostas,

    • santoculto says :

      O que fiz foi uma compilação do conhecimento acumulado sobre o assunto, dando a complexidade que merece, especialmente quando não temos respostas certas sobre o que aconteceu a 30 mil anos atrás.

  2. Klaus says :

    eu achava q o Neanderthal fosse inferior em inteligência, e q a evolução do europeu fosse devido apenas às condições q enfrentou, mas suas informações esclarecem as coisas.

  3. Leandro says :

    Oi Santoculto dorei vc embora muito tendencioso se mantem firme na proposta! apenas mais um fã

  4. Leandro says :

    rididculo isso de nenderthais q pena negarmos a pesquisa e nos apoiarmos sabe deus em que para tentarmos seR!!!

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