A eugenia e os direitos do homem parte 2

Imagem
A neo-eugenia não visa a morte desta criança, mas na antecipação preventiva quanto a qualquer tipo de sofrimento que possa ter
Além destes tipos, os ”avançados-normais”, são uma evolução extremamente moderna, que tem aparecido na civilização ocidental de tempos em tempos. O período final da Grécia Clássica, do Império Romano e de provavelmente todas as realizações civilizacionais do tronco racial caucasóide, tem sido justamente o afloramento final da transcendência cultural por meio da constante seleção de tipos colaborativos e criativos. Este processo tem resultado no aumento da qualidade de pensadores, mas também na queda da qualidade geral, visto que, para que o melhor possa submergir, o pior também deve surgir. Esta cina que acompanha a civilização ocidental, faz parte de sua natureza transgressora e transcendente, que enfatiza sempre a evolução ao máximo da proposta de civilização que lhe será dada ao longo do tempo. Em outras palavras, a criatividade caucasiana, tende a caminhar para ‘ruas sem saída’ evolutivos, em que a funcionalidade harmônica do sistema é substituída por abstrações altamente complexas. Quando a realidade é substituída por abstrações é o mesmo que quando na natureza, a estratégia de sobrevivência de uma espécie é drasticamente prejudicada por modificações significativas do ambiente ou quando o predador evoluiu mais rápido e eficiente que a presa. Quando o jogo de sobrevivência de uma espécie se torna óbvio, chega-se ao ápice crono-subjetivo da evolução anterior e do teto se vai ao chão. A sabedoria popular nos diz que é muito mais fácil descer uma montanha do que subi-la. Os europeus modernos e seus parentes raciais do passado tendem a caminhar para a universalidade do indivíduo, o que não é em hipótese alguma uma coisa ruim, mas que transforma a coesão social anterior em egocompetição, porque os mesmos tenderão a substituir os clans por tribos culturais e por indivíduos. O fim da antiga divisão familiar e cultural humana e o começo de um experimento universalista, mais do que quadruplica as chances de erros e muito provavelmente eles se sucederão e darão fim à obra do homem branco. Isto se dá porque o universalismo não é uma finalidade mas o meio para uma finalidade que é recriar aquilo que se imagina que o universo seja, a eterna transcendência, o infinito é aquilo que o homem branco busca. Pressupõe que a finalidade da transcendência nunca se concretizará, não em tempo cronológico humano, mas em tempo geológico. Como um ser investigativo e curioso por natureza, o homem branco sempre tenderá a superar barreiras, sempre se expandirá de território em território e sempre tentará aculturar populações estrangeiras. Este fenômeno não acontece com a civilização oriental, esta que tem se mantido mais ou menos estável, desde a milênios, especialmente se comparada ao ocidente. A contemplação lhes abre os olhos para o equilíbrio e para a ponderação. As maiores conquistas da humanidade tem sido das civilizações caucasianas, mas o equilíbrio é o trunfo das civilizações asiáticas. Duas correntes filosóficas quase que totalmente díspares, a primeira refere-se ao atrito, ocasionado especialmente pela grande diferença entre a classe pensante, de fato, e o seu redor. (pensadores em sua maioria de introvertidos e a maioria composta por extrovertidos). A segunda, a corrente oriental, é especialmente a corrente da contemplação do homem, menos baseada em atrito e mais baseada em observação ”de si mesmo”, visto que os pensadores orientais são os tipos mais evoluídos de suas populações, de naturezas muito similares (ambos de introvertidos). A civilização oriental, ao não buscar a transcendência de tudo, caminha para definhar lentamente, degenerando a própria raça ao eliminar o instinto, pois ao eliminá-lo, também será de-selecionado a combatividade da população e a criatividade, mola propulsora da transcendência cultural humana. Oriente e ocidente se complementam e deveriam aprender ativamente aquilo que mais lhes falta se encontra em seus respectivos ”opostos” e buscar gerir estas diferenças.
A eugenia necessitará deste tipo de sociedade simbiótica, oriente e ocidente, onde instinto e contemplação deverão andar de mãos dadas, como um círculo perfeito, onde a energia de uma caminhará para alimentar a energia de outra. A perfeição da próxima civilização e o fim do conflito não-reflexivo. A chama tempestiva ocidental no entanto deverá ser resguardada para que esta possa continuar a buscar a origem de tudo, o universo, Deus, a si mesmo. Transcendência deverá continuar mas sem que isso tenha de caminhar para buracos negros evolutivos ou para o conflito e para isso, todas as subespécies humanas deverão ser iguais em características ou poderá ser necessário que pereçam demograficamente (e acaso esta tenha sido a escolha, que se faça de maneira humana). No mais, a nossa necessidade de ampliar a diversidade interna da humanidade, poderá ser feita por meio da própria diversidade já existente do ser humano e mesmo ampliando-a substancialmente por meio de bioengenharia.
A eugenia por agora, deve manter a filosofia da ponderação e transcendência (caminho do meio) como sempre deverá ser, ponderando contemplativamente sobre a complexidade sistêmica da sociobiologia humana e buscando a sua reestruturação de maneira perfeita e transcendendo o atual estado de coisas, onde a quantidade de tipos arcaicos e normais ameaça visceralmente o desenvolvimento da civilização.
A baixa inteligência técnica, um fator preditivo do sofrimento humano, deve ser eliminada por meio de medidas realmente humanistas, como a esterilização seguida de uma educação quanto aos direitos de decência humana primordial, em que esta população será financeiramente ”recompensada” e mantida sob zelo estatal exemplar, mantendo seus percursos de vida ocupados por distrações daquilo que mais gostam, mantidas à distância da população de seleção, em ambientes vigiados mas de extremo conforto. O contribuinte ao pagar-lhes suas vidas, estarão garantindo  a si próprios, vidas sem percalços. Estufas de criação do novo ser humano deverão ser construídas, requentadas de conforto, mas especialmente do essencial, o convívio com a natureza vegetal e animal, o ambiente de desenvolvimento cultural, enfim, serão regiões onde o aperfeiçoamento da relação humana se dará sob os mais diversos níveis, mas somente aqueles com consciência verdadeira e elevada desta realidade é que deverão iniciar esta transformação de tipo de convívio. A reprodução sexuada deverá manter-se mas como uma minoria, enquanto que a reprodução artificial deverá substituir a maior parte da maneira tradicional de procriação. A redução da população humana é um imperativo moral e ecologicamente correto. Quanto menos humanos, melhor para a natureza e para nós mesmos. Quanto menos humanos arcaicos melhor para o convívio terreno, mundano da espécie. E quanto menos humanos normais e normais avançados, melhor para o convívio espiritual abstrato.
Este é o próximo passo da humanidade e sem a sua realização, não só não haverá mais evolução, mas também, caminharemos para o auto extermínio, por meio da deflagração cada vez mais mortal e grandiosa de conflitos evitáveis.
A eugenia portanto, é o mais importante pressuposto filosófico, humanitário e social da história humana e somente para aqueles que realmente sentem alguma coisa pela humanidade é que entenderão a urgência de praticá-la.
Anúncios

About santoculto

Email ataudecinzento@gmail.com

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

renanbarreto88

Just another WordPress.com site

Castro456's Blog

O medo do nada

Delusions of Adequacy

And You Thought You Might Have Had Delusions of Grandeur

PARTO DE IDÉIAS

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância." Sócrates.

Pshelinha

Um pouco de mim..

Pensar Novo

"Saber que você precisa mudar não é suficiente. Você precisa ter a coragem de fazer esta mudança." Robert Kyosaki

Mind Hacks

Neuroscience and psychology news and views.

Inside Perspectives

of Asperger Syndrome and the Neurodiversity Spectrum

Agoraphobia Subliminal Hypnosis

Come out of the woods, the dark, come into the light. As a recovered agoraphobic, I've designed these audios over many years in order to help you. Charles K. Bunch, Ph.D.

Antimidia

Textos sem sentido, para leituras sem atenção, direcionados às pessoas sem nada para fazer.

%d blogueiros gostam disto: