Simplificação técnica e metódica dos testes de inteligência, limites e considerações conceituais e de classificação

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Eu já perdi a conta de quantos testes de inteligência online eu já realizei. É provável que já tenha chegado no trigésimo teste. Em quase todos eles eu encontrei um padrão para a minha inteligência, que já imaginava fazia muito tempo. Eu tenho o que se pode chamar de inteligência assimétrica. Isto quer dizer, eu sou realmente muito bom, a um nível muito alto (modesto e humilde) em alguns aspectos do intelecto, diga-se, muito específicos e no entanto, eu também sou muito estúpido para outros.

Aquela famosa observação anedótica dos gênios, que não sabem amarrar os cadarços dos sapatos mas podem fazer grandes insights, se encaixa perfeitamente na minha condição, isso se eu realmente poderia me identificar como tal, acreditando que o termo, apesar de ter um merecimento biológico óbvio e portanto baseado somente nas características hereditárias do indivíduo, também necessitasse de demonstração ou provação para que pudesse recebê-lo, mesmo com o desvirtuamento moderno do termo por causa da ralé cognitiva “democrática”.

Se os testes de inteligência realmente medem algo próximo da inteligência e não somente de características técnico-utilitárias eu não sei, não sou especialista no assunto, mas mediante todos os testes que já fiz, eu poderia deduzir que eles são falhos em diversos aspectos, de diferentes maneiras.

Sabe-se e sempre se soube, antes da era psicométrica, que ”a inteligência era aquela coisinha que nós não sabemos conceitar ou dizer o que é, mas é possível vê-la, percebê-la”. A inteligência sempre esteve pelo ar e a maioria das pessoas até então sempre souberam  identificá-la até certo ponto, mas até então não sabíamos como defini-la de maneira que o conceito pudesse caracterizar plenamente o que de fato a inteligência é.

Por meio da introdução e uso massificado dos testes psicométricos, foram encontrados uma série de provas parcialmente concretas de que os testes de inteligência ou qi realmente são capazes de medir muitos atributos da inteligência que são bastante úteis, ao menos em nossos modelos ocidentalizados de sociedade. Muitas das suspeitas que nossos antepassados foram confirmadas. Mas isso se deu especialmente em relação a “certos” grupos.

O primeiro problema dos testes psicométricos é que eles ”só” são particularmente bons para medir superficialmente o intelecto da maioria das pessoas, ou seja, aquelas que: não apresentam características neurológicas distintas como o autismo, não apresentam perfis cognitivos assimétricos (como o meu) e ou não estão em nenhuma categoria de outliers.

Eu disse só, porque uma boa parte dos grupos altamente inteligentes e portanto a cereja do bolo, pertencem à categoria de outliers. Se os testes psicométricos são bons em medir a maioria mas não os seres humanos mais inteligentes (ou os seus métodos são desatualizados) então pode-se dizer que a fiabilidade do qi não é tão verossímil partindo do pressuposto que a ideia mais pura de inteligência se encontraria entre os mais inteligentes e não na maioria. Portanto, os testes ditos, de inteligência, pseudo-paradoxalmente não são capazes de medir os mais altos níveis de intelecto da humanidade, justamente porque estes são em sua maioria de perfil altamente assimétrico de distribuição de habilidades. O fator g não é capaz de cobrir as ondulações de capacidade existente em mentes altamente inteligentes visto que este se baseia na ideia (retida do perfil de inteligência simétrica) de que existem componentes-chave existentes em todos os os sub-testes cognitivos de análise. Mas como estes componentes centrais podem existir, por exemplo, para uma pessoa como eu, que apresenta pontos fortes altamente desenvolvidos combinado com pontos fracos, fortemente ”deprimidos’, especialmente em um sentido comparativo?? O fator g é pouco concebível para mim que sou bom em produzir poesias mas não sou bom em calcular mentalmente contas matemáticas simples de dois dígitos. Ou o fator g deve perder a sua atual respeitabilidade científica ou poderá ser necessário identificar especialmente para os tipos outliers como eu,  dois  ou mais fatores g, para que possa explicar tanto os meus (e os teus) pontos fortes como os meus pontos fracos.

O qi não é somente ruim em medir de maneira quantitativa e qualitativa as habilidades destes grupos, mas também é muito provável que eles também não sejam bons para medir até mesmo as suas habilidades utilitárias, das quais eles foram projetados. Como um teste que foi projetado para medir a imagem maior, a superfície de um intelecto, poderia medir a fissura intelectual de alguém que é cognitivamente assimétrico?  Se já partirmos da ideia de que em termos qualitativos e portanto individualizados, o qi também é falho para medir os cognitivamente simétricos e neurologicamente comuns…

A segunda falha dos testes de inteligência oficiais se encontra na dificuldade de se calcular os resultados. São muitas variáveis externas, assim como também os próprios métodos matemáticos que são utilizados. Eu acredito que o primeiro problema é a maneira com que foram construídas as inúmeras médias estatísticas, nacionais, raciais, comportamentais… É evidente que o qi como um artefato estatístico, necessita da comparação de grupos para que possa ser concretizado. No entanto, o excesso de variáveis cria grande variação de pontuações e tende a tornar os testes de 100 anos atrás, inválidos em comparação aos de hoje.

 

Os principais fundamentos da inteligência

As nossas capacidades técnico-utilitárias dependem das demandas ambientais. Se você vive em uma sociedade onde a socialização e a arte são muito mais valorizados, então teremos diferentes processos seletivos para determinado perfil de inteligência. Em sociedades onde a veia social, cultural e econômica é o comércio, as habilidades matemáticas e verbais serão mais selecionadas. Em ambientes onde a habilidade espacial é mais importante, aqueles com estas características serão mais selecionados do que os outros. Por meio da dinâmica darwiniana, os mais contextualmente adaptados caminharão para aumentar os seus números em comparação aos demais subgrupos cognitivos. Portanto, os testes de qi estão fundamentados em atributos secundários da capacidade intelectual humana e não nos componentes essenciais que a determinam. Mas quais são eles?

Criatividade (capacidade de adaptação), auto consciência e capacidade para encontrar padrões, em outras palavras, isso é basicamente a sabedoria.

Todos nós somos criativos, a natureza é criativa, a vida é, no entanto  são poucos os seres humanos que são extremamente criativos. A criatividade depende das características morfológicas do cérebro, bem como do tempo de amadurecimento do mesmo.  Ela também depende do tipo de lateralização. Sabe-se que o lado direito do cérebro se relaciona com criatividade mais do que lado esquerdo. Cérebros simétricos apresentam melhor comunicação entre os lados por causa da similaridade de tamanho entre os lados e porque o lado direito do cérebro é quase tão desenvolvido quanto o lado esquerdo. As pessoas realmente inteligentes em sua grande maioria, serão altamente criativas. São os gênios criativos. Os testes de qi a princípio, medem somente as habilidades convergentes. Aqueles que tendem a pontuar muito alto nos testes de qi, são particularmente excepcionais em habilidades convergentes, mas partindo-se da síntese dualista que se sustenta a natureza onde os opostos não se atraem, eles só são opostos e são mutuamente excludentes então as habilidades divergentes não serão possíveis de serem medidas por estes testes. As pessoas que são fundamentalmente capazes de agregar e manipular pensamento convergente, devem ter mentes que foram esculpidas somente ou especialmente pra isso. Por isso tiram altas pontuações de qi.

Mas as pessoas criativas primeiramente, apresentam características cerebral-morfológicas distintas dos super alto qis. É esperado que os alto qis sejam um melhoramento cerebral significativo das mesmas características existentes na maior parte da população humana, ou seja, cérebros assimétricos hiper especializados, onde o processo de loteria que a simetrização cerebral produz não acontece, irá reproduzir condições super melhoradas dos mesmos cérebros que encontraremos na maioria. É possível que tenham existido e que existam gênios com super alto qis, mas o meu palpite é que o processo que produz a excepcionalidade cognitiva, de natureza aleatória, irá resultar em ampla diversificação de pontuações de qi por causa da aleatoriedade obviamente. A maioria dos super altos qis não são gênios criativos, porque a criatividade é resultado de aleatoriedade genética na formação do cérebro e isso produzirá todos os tipos de altamente especializados com diferentes pontuações de qi. Supostamente, os excepcionalmente talentosos com pontuações (quase sempre assimétricas) baixas de qi, serão identificados como ”menos inteligentes”, somente por causa de suas pontuações e não por causa de observações individualizadas das habilidades destes tipos. Os altos qis são outliers também, mas são outliers convergentes.

auto consciência é um dos principais fundamentos da inteligência, como um todo. A capacidade de se reconhecer e especificamente quanto aos níveis de auto consciência, define primordialmente a evolução mental de cada espécie. A espécie humana é a mais evoluída neste sentido e presume-se que quanto mais alto é o conhecimento de si mesmo, mais inteligente o indivíduo será. A maioria dos seres humanos são extremamente auto conscientes, especialmente em comparação às outras espécies. Mas, as diferenças entre os próprios seres humanos parece ser tão superlativa quanto as diferenças entre as espécies. É quase que preditivo que todo excepcionalmente inteligente será extremamente auto consciente. Se todos os seres humanos fossem tão auto conscientes quanto a imensa maioria (se não todos) dos gênios, o nível técnico-utilitário ou de qi, faria pouca diferença no sucesso pessoal. A definição de auto consciência parece se assimilar com o conceito aristoteliano de felicidade, ou seja, a capacidade individual de entender a  natureza pessoal e de vivê-la, sem se arriscar a superar os seus limites. Em nossa sociedade saturada de ”igualitarismo”, todos estão em um constante estresse de competição, partindo da falsa ideia de que todos apresentam as mesmas condições de brilho. Em outras palavras, as mentes maquiavélicas que produziram este mundo doente, estão a transformar a ideia de felicidade em algo complexo e inalcançável, quando na verdade ela é muito mais simples do que se imagina.

O que é interessante de se notar no entanto é que apesar da auto consciência super desenvolvida dos gênios, ela não parece funcionar como aliada para se alcançar a felicidade plena, visto que a super realidade nos mostra que a maioria de nós vive em um mundo de ilusões e isso provoca a depressão existencial, uma tendência muito comum em mentes super dotadas e especialmente em gênios criativos. A auto consciência ampliada se relaciona com uma constelação complexa de dois elementos, a incapacidade de filtrar estímulos ambientais, característica essencial da personalidade criativa e ao mesmo tempo, a presença de um componente que possa organizar a enorme quantidade de informações que a mente criativa capta. A dificuldade para filtrar os estímulos e informações do ambiente é um componente fundamental para o pensamento criativo enquanto que a capacidade de organizar este acúmulo, ou seja, a capacidade oposta daquela que produz a criatividade, é o componente chave que produz a excepcionalidade mental da espécie, ou seja, o gênio. Esta elasticidade mostra que a auto consciência bem desenvolvida e evoluída é um preditor para determinar a capacidade de auto domínio ou da natureza biológica pessoal. Esta habilidade raríssima, pode resultar em muitos custos neurológicos e emocionais futuros dependendo de como a auto consciência será desenvolvida.

O único componente dentre a tríade de componentes primários do conceito de inteligência, que os testes de qi são capazes de medir, mesmo que ainda muito superficialmente, é justamente a capacidade de buscar e encontrar padrões. Ainda que não se possa dizer que os testes aculturais reproduzam fidedignamente a mesma ideia que eu estou propondo neste texto quanto a este quesito, eles ainda emulam estaticamente a ideia maior e mais sucinta quanto à esta capacidade. Eu poderia ainda sugerir que os padrões seriam basicamente a harmonia. Em outras palavras, aquele que consegue em meio a uma paisagem buscar e encontrar a harmonia, está demonstrando ser hábil para entender a realidade. Os testes de qi espacial e os aculturais de outras naturezas medem superficialmente a nossa capacidade de encontrar padrões e portanto harmonia em abstrações, de natureza técnica. Isso mede a capacidade de um pintor convergente em retratar com perfeição a paisagem que está observando e também quanto à captura de dimensões geométricas para a construção de prédios e moradias. No entanto a busca por padrões (ou por beleza harmônica) não se restringe somente à espacialidade, mas também para todos os tipos de dimensões que o olho humano pode ser capaz de visualizar. Portanto, pode-se dizer que um psicopata é naturalmente talentoso em buscar e identificar os padrões de funcionamento dinâmico inter-pessoal em cada indivíduo, se adequar e se instalar na mente de sua presa. Alguns são bons em manipular mentalmente objetos e dimensões do espaço enquanto que outros serão bons em manipular a dimensão da personalidade humana, buscando sempre a beleza e portanto a harmonia. (mesmo os psicopatas)

Teste sintético

Eu sempre digo que o maior e melhor teste de qi é a vida. Não precisaríamos medir a inteligência das pessoas por meio de questões neutras, mas por meio de questões extremamente simples, amplas e cotidianas, que possam medir nossa capacidade em tempo real. Se em um sentido natural, a inteligência é a capacidade de adaptação então temos de buscar o conceito mais puro da inteligência. Eu acredito que a sabedoria é o nome mais apropriado para este conceito.

Por meio da pureza do conceito, passaremos a buscar os ”puramente inteligentes” e não somente aqueles que são contextualmente adaptados. Como resultado, ao invés de uma bateria de exames técnicos que buscam medir os componentes secundários da inteligência, os testes psicométricos deverão analisar os componentes primários da mesma, visto que toda e qualquer sociedade humana desenvolve as suas próprias divisões hierárquicas, que não são baseadas na seleção do mais inteligente para ocupar as melhores profissões, mas do mais contextualmente adaptado. Como resultado, os exames públicos para cargos do governo, desde os tempos de Confúcio, selecionam aqueles com atributos como memorização e capacidade superficial de adquirir conhecimento, mas não de manipulá-lo apaixonadamente ao ponto de convertê-lo em um novo nível. É necessário a seleção de mantenedores mas não de solucionadores de problemas, especialmente se existem interesses da elite para que uma hipotética sociedade seja mantida como está.

Os testes de inteligência medem os secundariamente inteligentes mas não os puramente inteligentes, não de uma maneira em que fique bem claro que os puramente inteligentes são mais espertos que os secundariamente inteligentes.

A sintetização metodológica do teste pode ser baseada em menos questões do que tradicionalmente encontramos nos testes. É como o exemplo de duas provas escolares. Uma prova tem uma grande quantidade de questões que visam a memorização superficial. Outra prova tem somente 3 questões, para o desenvolvimento. Esta última se relaciona ao aprendizado, de fato.

Os testes de inteligência tradicionais só conseguem medir com fiabilidade alguns subtipos cognitivos. Como eu disse antes, a maioria da população humana é composta pelos tipos que são medidos pelos testes de qi. No entanto, a quantidade nunca vai superar a qualidade e os testes parecem falhar consideravelmente em medir os extremamente inteligentes.

 

Conclusão

Este texto não visa criticar ideologicamente os testes de qi, mas sugerir mudanças ou em alguns atributos metodológicos-chave para que o grau de amplitude dos testes seja consideravelmente aumentado ou até mesmo em boa parte dos seus conceitos como a ideia de que os testes de inteligência não medem os puramente inteligentes de maneira adequada. A proposta fundamental deste texto é propôr que os atributos essenciais da inteligência humana sejam levados em consideração, ao invés de somente os atributos secundários e contextuais-adaptativos. Estes atributos são a criatividade, a auto consciência e a capacidade holística (e não específica, como a espacial) de buscar e compreender padrões das mais diversas naturezas.

Para finalizar, aqui embaixo eu deixo o exemplo de um jovem puramente inteligente que ilustra o grande número de enganos que os chamados profissionais da área da saúde mental estão sempre a cometer quanto às reais capacidades cognitivas dos outliers. Este garoto, somente pelo seu pequeno texto, demonstra ter a maioria se não todos os atributos que são esperados para encontrarmos na inteligência pura. Isto não significará que ele não poderá cometer erros em áreas que estão fora dos seus interesses de especialização. As pessoas inteligentes não são perfeitas. (NOVA OBSERVAÇÃO: as pessoas altamente inteligentes, especialmente mediante a medição psicométrica, podem não ser perfeitas, mas por meio desta mudança radical de captura e medição do intelecto, acredita-se que o título ”por que pessoas inteligentes fazem coisas estúpidas” em qualquer magazine popular de psicologia, poderá perder parte do seu valor). O resultado excepcional em seu teste de qi é um preditor não-conclusivo de intelecto para muitas pessoas mas não para ele, que exibe algumas características comumente encontradas em autistas como as habilidades de especialização de estilo convergente. Eu não estou estupidamente negando que não existe relação alguma entre qi e excepcionalidade mas que, ela não será perto de 100% de correlação como muitos psicometristas gostam de exagerar e especialmente com relação ao pensamento divergente, esta relação tenderá a ser nula ou muito fraca, partindo da ideia de que divergência e convergência são opostos.

Ainda assim, a inteligência em seu estado puro, deverá reunir os 3 traços fundamentais que a define e que nos definem como uma espécie mentalmente evoluída. Poderá ser possível que a sabedoria se relacione aos atributos cognitivos medidos por qi, mas tal como no caso da excepcionalidade, também apresentará uma relação fraca.

http://www.goldenhatfoundation.org/about-us/blog/125-golden-hat-foundation-blog-70211

A simplificação dos testes visará a redução do número de variáveis que possam provocar grandes variações de pontuação temporal. O número de questões poderá ser resumidos, dando ênfase na qualidade e não na quantidade. Assim como no  caso das provas ou exames. Aqueles de múltipla escolha não medem a qualidade dos candidatos mas somente alguns componentes cognitivos, como especialmente a memorização artificial.

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  1. Qi, não é tão simples assim como imagina | Santoculto - 2 de junho de 2014
  2. O que é a hiperrealidade?? | Santoculto - 10 de julho de 2014

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