Archive | maio 2014

Herança Neanderthal e pensamentos….

 

Personalidades extremas, diabetes, doença de crohn, depressão unipolar (derivada das personalidades extremas), vício de fumar, infertilidade… bem, parece que ter sangue neanderthal, mediante uma visão bastante superficial, não parece trazer muitos benefícios. Mas somente em uma visão superficial, visto que se a condição homozigota pode e geralmente não será muito simpática na maioria destas condições, parece evidente que existem muitas vantagens por exemplo, para parentes de portadores das personalidades extremas.

A hibridização, especialmente quando as duas espécies estão quase entrando em processo de especiação, pode ter efeitos mais extremos do que seria em casos de hibridização de grupos populacionais geneticamente mais próximos como as raças humanas. No entanto, são dos extremos de onde geralmente saem os mais altos níveis de capacidade, bem como os mais baixos e os mais complexos.

Existe uma teoria ”amadora” sobre a relação entre Autismo e Herança Neanderthal que tem sido reproduzida pela internet nestas últimas duas décadas, mais ou menos. A teoria vincula as características encontradas em autistas com as características neanderthais. Doenças auto imunes e tendências para comorbidades de personalidades extremas parecem mais um resultado deletério da hibridização de duas quase-espécies do que qualquer outra coisa. Sabe-se que as pessoas mestiças tem uma maior incidência destas condições.

Alguns traços autistas parecem se emparelhar perfeitamente aos traços neandertais. Segundo o autor desta teoria que compara a condição com os nossos primos extintos, algumas características físicas dos neanderthais são  mais encontradas entre os autistas como: maior incidência de cabelos vermelhos, o famoso ”dedo de morton”, rostos longos e assimétricos (como resultado da hibridização)…

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… canhotismo (como resultado da hibridização, nascem mais canhotos em sociedades mestiças, isso não é uma regra absoluta, mas é um dos efeitos da mistura racial e canhotismo se relaciona à maior incidência de personalidades extremas), cérebros maiores etc…

Parece evidente que se os neanderthais tinham cérebros maiores do que os nossos cérebros modernos, com certeza que eles podem e devem ter passado os fenótipos de alto perfil de inteligência para nós e isso parece explicar perfeitamente a maior média de qi entre não-africanos em comparação aos africanos. Em uma ambiente extremamente hostil, somente os mais adaptados são capazes de sobreviver. Esta seleção natural mais intensa é uma das explicações mais plausíveis para o cérebro 7-10% maior dos neanderthais bem como para a maior inteligência coletiva das populações modernas que se adaptaram em climas hostis, especialmente o clima frio.

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Além da mistura neanderthal, os povos de fora da África Subsaariana (e isso inclui os norte africanos caucasianos e mestiços) também sofreram com a infusão genética de outras populações como os denisovans.

A mistura neanderthal obviamente não foi homogênea e é completamente esperado que a presença de outras populações humanas possam ter contribuído para embaralhar ainda mais a herança de nossos primos extintos do frio para muitas das populações out africa. Também foi encontrado mistura neanderthal entre algumas populações subsaarianas, mas segundo a datação encontrada, ela não foi muito antiga, o que pode indicar que povos de outras regiões como os árabes possam ter introduzido esta herança. Parece que a cor da pele bem como os olhos claros, são também parte da herança neanderthal, afinal, esta população se especializou em regiões de clima frio e pode ter desenvolvido características para se adequar ao ambiente e sabe-se que a cor de pele mais clara é benéfica em regiões de clima frio visto que ela absorve mais rápido e eficazmente a luz solar (para capturar a vitamina D, essencial para o desenvolvimento sadio de nossos ossos) enquanto que a pele escura demora muito mais tempo para ter o mesmo efeito.

A teoria ”autismo como resultado da hibridização com os neanderthais” sugere que o comportamento típico da população autista, seria mais ou menos uma réplica de como os neanderthais devem ter se comportado. Nós podemos comparar dentro das próprias populações modernas que estão adaptadas ao frio como os esquimós e as populações mongolóides siberianas, para entender como os Neanderthais devem ter se comportado, afinal, eles vivenciaram condições  climáticas relativamente parecidas. A diferença principal é que os neanderthais viveram em períodos de extrema metamorfose, especialmente no continente europeu. As variações extremas de clima podem ter contribuído para aumentar as relações altruístas de grupo bem como a maior tolerância por subgrupos não-produtivos como os mais velhos e as crianças(retirado da ideia de Staffan, o blogueiro sueco que fala sobre personalidade). Elas também podem ter contribuído para acionar a criatividade na arte de sobrevivência entre os neanderthais visto que em ambientes em constante mudança, se torna necessário que todos do grupo estejam aptos para ajudar, aumentando as chances de que subgrupos neurologicamente distintos ou culturalmente diferentes possam ser absorvidos e que possam procriar, mantendo e passando a diversidade de comportamento de geração em geração. Portanto, o clima neanderthal foi variado e não pode ser totalmente comparado com as populações nômades da Sibéria ou do ártico norte-americano.

Algumas semelhanças entre as modernas populações adaptadas ao frio e os neanderthais, maior altruísmo e personalidade introvertida. Asiáticos do leste, que são tidos para ter a maior proporção quantitativa de herança neanderthal, são menos sociáveis do que os caucasianos que por sua vez são menos sociáveis que os negros subsaarianos. Parece óbvio que os leste asiáticos são ”uma raça de nerds”, onde a presença de subgrupos atletas por exemplo, são uma pequena minoria. Quanto mais alta é a socialização, mais complexa e mais inútil ela tenderá a ser. As sociedades asiáticas valorizam menos estes excessos que os ocidentais adoram pagar. Em qualquer sociedade com maioria negra nós vemos uma grande quantidade de socialização, onde a família é estendida não somente entre os parentes consanguíneos mas também para todos do grupo. É interessante notar que a poligamia é particularmente muito comum entre as tribos africanas enquanto que é bem mais rara entre as tribos ameríndias, de extrato asiático e portanto neanderthal. A individualidade pode ter sido passada pelos neanderthais, dando uma cara completamente moderna para uma boa parte da humanidade. Os europeus, me parece que tem mais herança neanderthal a um nível qualitativo. Os extremos derivados de nossos primos, serão mais encontrados em europeus e seus descendentes.

Além dos autistas e outras populações com perfil de personalidade extrema, duas outras populações, de classes biológicas e taxionômicas distintas, parecem ter mais herança neanderthal ou o resultado da hibridização. São os canhotos e os judeus europeus ou ashkenazim. Ambos tendem a se relacionar, visto que existe o dobro de canhotos entre os ashkenazim em comparação a outros grupos e me parece que a hibridização neanderthal pode explicar a biologia dos dois grupos. As características atávicas que foram determinadas como um sinal de degeneração por Cesare Lombroso estão presentes tanto em canhotos quanto em ashkenazim.

O artigo que relaciona diabetes e doença de crohn, dois transtornos auto imunes comuns tanto em canhotos e suas famílias quanto em judeus ashkenazim, acendeu o meu faro para buscar correlações e  possíveis causalidades dentro deste assunto. Tanto para os ashkenazim quanto para os canhotos, existe uma maior incidência de várias personalidades extremas como o autismo e a depressão.

Duas observações sobre os dois links acima, o primeiro mostra somente um de vários posts dentro da comunidade do Wrong Planet sobre esta relação. Tem um post fazendo a mesma pergunta onde bem mais do que 200 pessoas responderam. Mas tudo indica que a incidência de canhotos e ambidestros entre os autistas é significativamente mais alta do que em não-autistas.

No segundo link, encontrou-se uma relação significativa entre depressão unipolar e homens judeus, mas não entre mulheres. A literatura cronológica da formação do povo judeu ashkenazim bem como os estudos genéticos nos mostram que os homens judeus se casaram com mulheres europeias, em algum lugar da Itália especialmente, e que este foi um dos pontos primordiais de formação do judeu europeu moderno ou ao menos de alguns subgrupos importantes e neste caso eu poderia denominá-los como os judeus ashkenazim ocidentais.

Em um próximo texto, eu vou falar sobre o que tenho encontrado de correlação e possível causalidade entre os ashkenazim e os canhotos. No mais, parece que especialmente para as populações ashkenazim, existe uma elevada incidência de características faciais, corporais e cranianas que se assemelham aos neanderthais, além da maior inteligência em comparação a outros grupos bem como a uma maior presença de personalidades extremas como esquizofrenia. Todas estas características também são encontradas entre os canhotos e os ambidestros. Se os neanderthais desenvolveram pouca socialização então eles podem não ter desenvolvido também a linguagem de maneira complexa como nós fazemos atualmente. A gagueira (eu sou gago) pode ser um dos resultados da hibridização e sabe-se que existem mais canhotos e ashkenazim que sofrem desta condição. A gagueira me parece ser um daqueles traços atávicos, anteriores aos processos que produziram as culturas genotípicas, onde a linguagem é o principal bio-produto. Eu sendo um gago, apresento algumas vantagens específicas desta condição que podem estar relacionadas aos múltiplos efeitos da hibridização com os neanderthais como a capacidade de imitar sons de animais e de outras pessoas, falar em outras línguas sem sotaque de quem não as tem como língua nativa assim como uma maior capacidade para interpretar. Este assunto vale um outro post.

Os neanderthais podem ter nos legado habilidades espaciais, geralmente mais comuns em pessoas com maior ativação do lado direito do cérebro. Existe uma anedota sobre a maior incidência de canhotos em profissões que exigem maiores habilidades espaciais como engenharia e arquitetura. Mas como o canhotismo funciona como a roleta russa de mutações da espécie humana, é esperado que em alguns locais específicos, seja por razões objetivas de benefício ou não, se tenha tanto uma sobre representação de canhotos nestes nichos ocupacionais como também o contrário. As pessoas canhotas parecem depender mais das condições gerais do ambiente do que as destras para poder obter sucesso.

Ainda no caso ashkenazim, é interessante observar o nicho de ocupação geográfica ancestral dos caucasianos, bem como dos judeus e compará-lo ao antigo nicho de ocupação neanderthal.

 

O simples fato dos judeus terem sido por muito tempo uma população endogâmica, poderia explicar o porquê de eles terem conseguido preservar mais traços neanderthais do que as outras populações. Sabe-se que os judeus ashkenazim, mas também outras populações judias, apresentam uma enorme quantidade de doenças auto-imunes, muitas delas fatais quando em versão homozigota. A endogamia é um meio para se acumular mais doenças genéticas, mas não é a única explicação para a grande quantidade destes problemas que os judeus, especialmente os ashkenazim, carregam, visto que outras populações historicamente endogâmicas como os cristãos árabes e os parses, apresentam incidências significativamente menores de doenças auto imunes do que os ashkenazim.

Algumas destas correlações como a maior presença de características gerais que eram mais presentes em neanderthais, poderia explicar que o caso ashkenazim (especialmente) é principalmente o fruto da soma de dois fatores, a endogamia e uma genética onde mais características heterozigotas derivadas do polimorfismo neanderthal serão encontradas. Isso aumenta em dobro a incidência tanto de extremos positivos quanto de negativos.

Finalizando os meus pensamentos sobre a correlação autismo e neanderthal, parece que os nossos primos do frio não poderiam ter sobrevivido nas condições extremas em que se adaptaram. Portanto, os autistas não seriam exatamente uma réplica dos neanderthais, mas um dos resultados da hibridização entre eles e os seres humanos ”modernos”. Pode ser que a personalidade taciturna e ”anti-social” autista seja uma representação próxima de como os neanderthais se comportavam, incluindo a inteligência elevada, mas sem os efeitos típicos da hibridização como as doenças auto imunes e as comorbidades com outras personalidades extremas.

A hibridização é provável de ter produzido as personalidades extremas, que tem sido muito úteis na evolução de nossas sociedades, seja para a construção de nossas culturas, sistemas morais e religiosos, seja para o desenvolvimento tecnológico. A genialidade também parece estar relacionada com a hibridização, partindo da ideia de que as personalidades extremas e elevada inteligência sejam a combinação fundamental para a produção do gênio criativo.

A extinção dos neanderthais

Se os neanderthais foram mais individualistas e mais altruístas que as outras populações, então uma possível explicação para a sua extinção pode se relacionar, primeiro, ao seu grande período de isolamento e segundo, ao desenvolvimento subsequente de características que trabalharam negativamente para a competição. Hoje em dia, se percebe claramente que as populações europeias e especialmente as populações norte-europeias apresentam deficiências etnocêntricas, provocado por uma provável herança qualitativa do individualismo neanderthal bem como o fraco etnocentrismo, visto que em ambientes extremamente frios foi necessário ser tolerante com grupos distintos. Fatores culturais influenciaram os traços comportamentais que os neanderthais selecionaram. Se os neanderthais espalharam os seus genes para outras populações e partindo da ideia de que tenham se espalhado para algumas áreas fora da  África, isto sugere que eles foram nômades e o nomadismo se relaciona aos genes da TDAH, busca de sensações, curiosidade. Atualmente, os seres humanos mais curiosos (e criativos) do mundo tenderão a pertencer à raça branca caucasiana, especialmente a variante europeia. O comportamento proto-suicida dos europeus e seus descendentes e especialmente por parte dos socialistas ou comunistas, nos mostra maneiras completamente diferentes de se processar a realidade, onde o coletivo é substituído pelo individualismo e o já fraco etnocentrismo europeu, é simplesmente eclodido.

Autistas parecem ser predominantemente liberais ou socialistas, da mesma maneira que os judeus ashkenazim e os canhotos. O liberalismo deriva de uma série de certezas extremamente racionalistas. Cérebros maiores podem processar o mundo mediante este racionalismo. O altruísmo patológico europeu moderno pode derivar de ideias racional-altruístas como a culpa ”coletiva” pela escravidão e imperialismo. Somente algumas mentes muito evoluídas que poderiam pensar desta maneira. Se os neanderthais estavam alguns anos luz de outros grupos humanos arcaicos, então este típico pensamento moderno individualista pode ter trabalhado para a extinção neanderthal, da mesma maneira que o homem branco moderno está caminhando para a sua extinção.

Isso se aplica à minha ideia que os europeus são os herdeiros qualitativos das características neanderthais. Também demonstra que os neanderthais não desenvolveram características culturais linguísticas que são extremamente importantes para a coesão de grupo. Uma raça altamente inteligente, nômade de ”autistas” sem o quadro clínico deste grupo, não poderia ter sobrevivido a grupos culturalmente coesos, tal como hoje, os autistas são presas fáceis para predadores.

Um paradoxo surge no horizonte para explicar a relação entre os ashkenazim e os neanderthais, mas provavelmente, uma das mais fantásticas explicações sobre o comportamento coletivo judeu pode nos ajudar a completar este quebra-cabeças de pensamentos. Um povo de extremos como são os judeus ashkenazim tenderão obviamente a produzir extremos. É impossível que todos os judeus sejam de sociopatas ou psicopatas, mas mediante a maior incidência de canhotismo, é esperado que mais destes tipos serão encontrados entre os judeus do que em outras populações, especialmente se o canhotismo se relaciona com sociedades violentas.

Os extremos da variação comportamental humana se diferem quanto às suas respectivas expressões fenotípicas, mas tendem a ser derivadas da mesma fonte de aleatoriedade humana, onde o canhotismo é um bioproduto de identificação.

Como resultado, uma parte importante dos judeus ashkenazim, assim como uma parte importante da população europeia e especialmente a minoria de socialistas, acreditam realmente na ideologia de esquerda e isso pode ser observado por meio da maior incidência de homossexuais nas duas populações, maiores casos de adoções interraciais, baixa fecundidade, anti-racismo e promoção da imigração em massa, miscigenação, que para os judeus especialmente na Europa, parece ser extremamente estúpido, visto que os muçulmanos apresentam grande antipatia histórica em relação a este grupo.

As teorias conspiracionistas não se sustentam plenamente porque não faz sentido substituir uma população completamente domesticada, como estavam os europeus até o final do século XX, por hordas de anti-semitas. A única explicação para essa situação geopolítica atual do Ocidente, que até agora me convenceu, não pelo alarmismo mas pela ponderação, foi aquela do link acima sobre o comportamento coletivo judeu.

A evolução humana parece inexoravelmente caminhar para uma maior neotenia. A principal neotenia é a comportamental. Se os neanderthais foram mais evoluídos do que as outras populações, então eles podem ter ”pagado o pato”  por esta superioridade, resultando em uma situação parecida com a que estamos vendo acontecer hoje com um de seus híbridos remanescentes. Outro ponto a favor para explicar a excepcionalidade europeia, derivada de sua herança neanderthal qualitativa, pode ser a ideia de que, ao contrário dos asiáticos orientais, a genética neanderthal foi mais puramente absorvida e manipulada pelas posteriores seleções em europeus, já partindo da ideia de que a cor da pele e dos olhos claros são uma herança do grupo, enquanto a herança em asiáticos sofreu maior interferência de outras populações como os ”denisovanos”. O mais provável é que em termos coletivos, os europeus caucasianos (e os caucasianos no geral) serão a representação mais fidedigna da hibridização das duas principais subespécies de hominídeos, enquanto que os africanos subsaarianos serão a representação mais próxima de uma das variações do homo ”erectus” (será??) enquanto que os asiáticos apresentarão uma maior proporção dos traços neanderthais como a elevada inteligência espacial e a personalidade taciturna. Os europeus são os próprios híbridos e isso pode explicar a sua excepcionalidade.

 

NOVIDADES

 

Se os neanderthais viveram em uma grande área geográfica, demograficamente dispersos, então isso pode ter contribuído para o desenvolvimento, primeiro, de características distintas entre um grupo e outro e posteriormente os movimentos nômades de região para região podem ter provocado a procriação entre estes grupos e produzido o individualismo, que por sua vez se relaciona com a criatividade, muito maior em certos subgrupos de europeus.

Ainda existe especulações se o processo de hibridização entre os neanderthais e os cro magnon, dentre outros grupos,  tenha se dado lentamente, tal como acontece hoje em dia dentro da maioria das nações de maioria branca caucasiana.

Muitos crânios de neanderthais sugerem que muitos conflitos podem ter acontecido entre eles, resultando nestas evidências. Tal como acontece com os europeus modernos, eles podem ter sido individualistas e  intra- competidores, resultando em umas das desvantagens desta raça em comparação aos outros grupos humanos.

 

 

Canhotismo… não é tão simples assim.. e por que o óbvio precisa sempre ser dito

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Uma das maiores certezas de que temos sobre a natureza é a de que ela é dualista. Para tudo existem espectros e por sua vez, existem extremos, os dois elementos que compõe o dualismo. O dualismo está sempre presente em todos os nossos aspectos de vida, desde quando acordamos até quando vamos dormir. Sabe-se também que todo o extremo é diferente do seu antônimo,
distinto melhor dizendo. Como resultado, qualquer comparação que seja feita entre extremos precisa levar em conta suas particularidades bem como os seus pontos de semelhança. Partindo-se destes fatos acredita-se que esta lógica esteja sendo
constantemente empregada nas pesquisas científicas. Mas, a realidade nos mostra que exatamente o contrário parece estar sendo feito pelas mentes privilegiadas que ocupam as cadeiras de relevância sócio-cognitiva. E isso é fundamentalmente uma triste verdade para as pesquisas sobre lateralidade. A lateralidade pode ser medida pelos mais diversos quesitos de observação corporal como com que mão você escreve, que lado da boca que você que tritura o alimento, com qual ouvido você escuta. Direita e esquerda são mais um exemplo de dualidade ou dualismo na natureza. Todas as espécies estão divididas em diferentes categorias dualistas.   O espectro é a variação de traços dentro de uma dualidade específica. Quase todos (se não todos) os nossos traços variam de um extremo a outro.

Canhotos

A maior parte da população humana, os neurotípicos, é composta por destros. 10% da população tende a ser canhota e somente 1% é ambidestra. Em todas as sociedades humanas o canhotismo ou seria melhor o ”não-destrismo” varia de 2-4% para 20-25% da população. Ser canhoto está associado a uma série de suscetibilidades extremas, desde a genialidade até à predisposição ao retardamento mental, criminalidade, esquizofrenia…. Está relacionado tanto a viver mais quanto a viver menos, à habilidades atléticas quanto a ser desajeitado. O pior e o melhor poderão ser encontrados entre os canhotos. Uma anedota dentro da psicologia evolutiva diz que o homem é a cobaia da natureza. Talvez nós pudéssemos culpar esta situação ao fato de que a ”genética do canhotismo” é mais encontrada em homens do que nas mulheres. Se os homens são cobaias, então os homens canhotos são carne
para leão faminto.

Ser canhoto não é fácil e justamente por causa destas grandes variações, não se deveria entender o grupo como, bem… como um grupo, um grupo homogêneo ou com uma variação habitual de traços, semelhantes a uma curva de sino morfologicamente normativa. Existem vários subgrupos cognitivos e comportamentais entre os canhotos, só para começar. Mas parece que dizer o óbvio é a tônica da vez na ciência moderna.
Além de sermos, sim eu sou canhoto, muito mais variados do que os destros, da mesma maneira que os ateus são mais variáveis em qi-inteligência do que os religiosos, eu acho muito provável que os canhotos possam ter maiores discrepâncias individuais de qi do que os destros, ou seja, as diferenças não são somente em termos coletivos mas individuais também. Autistas e outras condições neurológicas derivadas de lateralização cerebral atípica se relacionam com grande variação individual de pontuações de qi e portanto, de habilidades convergentes. Mais canhotos do que destros são portadores homozigotos destas condições. Mais canhotos do que destros serão portadores heterozigotos (irmãos ou parentes de sangue dos homozigotos).

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Mas não para por aí. Como eu falei no início, os extremos tendem e quase sempre são, antônimos um do outro. Então como pode ser possível que canhotos (especialmente os puros) sejam iguais aos destros (especialmente os puros)??
Se o dia não é igual à noite e na verdade eles são opostos que se complementam, então os testes de qi, que são essencialmente,
os testes de habilidades convergentes, não podem analisar com a mesma perfeição técnica e superficial os tipos e níveis de inteligência(s) dos canhotos da mesma maneira que consegue fazer com os destros.
Agora, caro leitor, eu quero que você me pergunte e se pergunte, algum cientista já pensou neste ”pormenor”???????? 😦
É bem provável que não, porque continuamos a ser alvejados com pesquisas que fazem comparações unilaterais sobre as habilidades cognitivas dos dois grupos, que são extremos um em relação ao outro. É como comparar dia e noite por meio da perspectiva do dia. Ooh claro, a noite será ruim então!!!
Se os testes de qi realmente são capazes de medir habilidades convergentes mas não as divergentes, então eles foram projetados
especialmente para os destros, que são melhores nestas habilidades, que se relacionam com o lado esquerdo do cérebro, do qual 96% deles terão maior ativação cerebral. O qi reverbera a realidade interna e morfológica de cérebros normativamente lateralizados, ou seja, assimétricos e com maior ativação do lado cérebro que se relaciona ao sequenciamento linear e semântico de informações. Alguns subgrupos de canhotos são mais semelhantes aos destros mas a maioria não será porque por mais que somente 27-30% deles (de nós) tenham maior ativação do lado direito do cérebro, a maioria tenderá a ter cérebros mais simétricos do que os destros.
Se os testes de qi convergentes foram projetados para destros então uma boa parte dos canhotos estarão em desvantagem comparativa porque as habilidades das quais os seus cérebros estarão especializados, não serão suficientemente bem medidas. Só se pode comparar os extremos em áreas abstratas de confluência, onde a neutralidade será o componente essencial para a análise.

Lateralidade, ideologia cultural e vantagem do ”normal”

Por que boa parte da população humana é composta por destros?? Bem, uma provável explicação para esta realidade pode ser pela
vantagem neurológico-cultural dos destros. Não é a toa que nosso sistema político esteja dividido entre ”esquerda e direita”.

A maioria dos destros são do tipo comum de ser humano cultural. Ou seja, eles tendem a ser conservadores, coletivistas, religiosos. O canhotismo se relaciona à abertura de experiência, psicose, excentricidade, dificuldade de noção de tempo, assim como algo parecido acontece com os socialistas.

A maioria dos canhotos tenderão a ser liberais ou socialistas, assim como acontece com duas populações que se relacionam com esta condição, os autistas e os judeus ashkenazim. No entanto, a minoria de não-liberais tenderão a ser pensadores livres e pode-se dizer que muitos dos nomes mais conhecidos do movimento HBD, como o falecido Phillipe Rushton, foram socialistas em sua juventude. Sabe-se que o socialismo também é uma característica comum aos alto qis.
Portanto, a principal vantagem dos destros sobre os canhotos é que a sua ”cultura neurológica” é muito mais estável e tolerante à passagem linear e sequencial de tempo, essencial para a construção de sociedades complexas, enquanto que boa parte dos canhotos (ou bem mais do que quando comparado aos destros) são do tipo que vive o hoje como se não houvesse o amanhã.
Outras possibilidades para explicar a vantagem destra pode ser o mais lento amadurecimento dos canhotos,

se existem mais canhotos que são criativos do que destros ( criatividade se relaciona com lento amadurecimento do cérebro e mais tempo de plasticidade)

e se existe uma sobre representação de canhotos e ambidestros entre os portadores da TDAH, que pode ser entendida como uma condição neotênica, obviamente de lento amadurecimento cerebral.

Nosso pico de fertilidade começa no final da adolescência e se estende até os nossos 30 anos, quando começa a diminuir. Os canhotos podem ser mais neotênicos, em termos de comportamento, do que os destros e isso pode trabalhar negativamente para que eles tenham filhos dentro do período de maior e melhor fertilidade. Não é que o canhotismo é 100% desvantajoso mas é principalmente porque a sua ”cultura neurológica” é mais instável (como uma criança), mas também mais neotênica e isso funciona negativamente para a manutenção de sociedades complexas, não só não existe estabilidade como não existem muitas semelhanças entre os próprios canhotos, que tendem a estar em extremos, desconstruindo a ideia de conformidade cultural para a transcendência coletiva.

Portanto, você pode ter duas certezas quanto às conclusões deste texto

as massas tendem a ser destras (com exceção da marcha das vadias)

e
os cientistas modernos são tão lentos quanto o cérebro típico de uma criança de 8 anos com TDAH.

A eugenia e os direitos do homem parte 2

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A neo-eugenia não visa a morte desta criança, mas na antecipação preventiva quanto a qualquer tipo de sofrimento que possa ter
Além destes tipos, os ”avançados-normais”, são uma evolução extremamente moderna, que tem aparecido na civilização ocidental de tempos em tempos. O período final da Grécia Clássica, do Império Romano e de provavelmente todas as realizações civilizacionais do tronco racial caucasóide, tem sido justamente o afloramento final da transcendência cultural por meio da constante seleção de tipos colaborativos e criativos. Este processo tem resultado no aumento da qualidade de pensadores, mas também na queda da qualidade geral, visto que, para que o melhor possa submergir, o pior também deve surgir. Esta cina que acompanha a civilização ocidental, faz parte de sua natureza transgressora e transcendente, que enfatiza sempre a evolução ao máximo da proposta de civilização que lhe será dada ao longo do tempo. Em outras palavras, a criatividade caucasiana, tende a caminhar para ‘ruas sem saída’ evolutivos, em que a funcionalidade harmônica do sistema é substituída por abstrações altamente complexas. Quando a realidade é substituída por abstrações é o mesmo que quando na natureza, a estratégia de sobrevivência de uma espécie é drasticamente prejudicada por modificações significativas do ambiente ou quando o predador evoluiu mais rápido e eficiente que a presa. Quando o jogo de sobrevivência de uma espécie se torna óbvio, chega-se ao ápice crono-subjetivo da evolução anterior e do teto se vai ao chão. A sabedoria popular nos diz que é muito mais fácil descer uma montanha do que subi-la. Os europeus modernos e seus parentes raciais do passado tendem a caminhar para a universalidade do indivíduo, o que não é em hipótese alguma uma coisa ruim, mas que transforma a coesão social anterior em egocompetição, porque os mesmos tenderão a substituir os clans por tribos culturais e por indivíduos. O fim da antiga divisão familiar e cultural humana e o começo de um experimento universalista, mais do que quadruplica as chances de erros e muito provavelmente eles se sucederão e darão fim à obra do homem branco. Isto se dá porque o universalismo não é uma finalidade mas o meio para uma finalidade que é recriar aquilo que se imagina que o universo seja, a eterna transcendência, o infinito é aquilo que o homem branco busca. Pressupõe que a finalidade da transcendência nunca se concretizará, não em tempo cronológico humano, mas em tempo geológico. Como um ser investigativo e curioso por natureza, o homem branco sempre tenderá a superar barreiras, sempre se expandirá de território em território e sempre tentará aculturar populações estrangeiras. Este fenômeno não acontece com a civilização oriental, esta que tem se mantido mais ou menos estável, desde a milênios, especialmente se comparada ao ocidente. A contemplação lhes abre os olhos para o equilíbrio e para a ponderação. As maiores conquistas da humanidade tem sido das civilizações caucasianas, mas o equilíbrio é o trunfo das civilizações asiáticas. Duas correntes filosóficas quase que totalmente díspares, a primeira refere-se ao atrito, ocasionado especialmente pela grande diferença entre a classe pensante, de fato, e o seu redor. (pensadores em sua maioria de introvertidos e a maioria composta por extrovertidos). A segunda, a corrente oriental, é especialmente a corrente da contemplação do homem, menos baseada em atrito e mais baseada em observação ”de si mesmo”, visto que os pensadores orientais são os tipos mais evoluídos de suas populações, de naturezas muito similares (ambos de introvertidos). A civilização oriental, ao não buscar a transcendência de tudo, caminha para definhar lentamente, degenerando a própria raça ao eliminar o instinto, pois ao eliminá-lo, também será de-selecionado a combatividade da população e a criatividade, mola propulsora da transcendência cultural humana. Oriente e ocidente se complementam e deveriam aprender ativamente aquilo que mais lhes falta se encontra em seus respectivos ”opostos” e buscar gerir estas diferenças.
A eugenia necessitará deste tipo de sociedade simbiótica, oriente e ocidente, onde instinto e contemplação deverão andar de mãos dadas, como um círculo perfeito, onde a energia de uma caminhará para alimentar a energia de outra. A perfeição da próxima civilização e o fim do conflito não-reflexivo. A chama tempestiva ocidental no entanto deverá ser resguardada para que esta possa continuar a buscar a origem de tudo, o universo, Deus, a si mesmo. Transcendência deverá continuar mas sem que isso tenha de caminhar para buracos negros evolutivos ou para o conflito e para isso, todas as subespécies humanas deverão ser iguais em características ou poderá ser necessário que pereçam demograficamente (e acaso esta tenha sido a escolha, que se faça de maneira humana). No mais, a nossa necessidade de ampliar a diversidade interna da humanidade, poderá ser feita por meio da própria diversidade já existente do ser humano e mesmo ampliando-a substancialmente por meio de bioengenharia.
A eugenia por agora, deve manter a filosofia da ponderação e transcendência (caminho do meio) como sempre deverá ser, ponderando contemplativamente sobre a complexidade sistêmica da sociobiologia humana e buscando a sua reestruturação de maneira perfeita e transcendendo o atual estado de coisas, onde a quantidade de tipos arcaicos e normais ameaça visceralmente o desenvolvimento da civilização.
A baixa inteligência técnica, um fator preditivo do sofrimento humano, deve ser eliminada por meio de medidas realmente humanistas, como a esterilização seguida de uma educação quanto aos direitos de decência humana primordial, em que esta população será financeiramente ”recompensada” e mantida sob zelo estatal exemplar, mantendo seus percursos de vida ocupados por distrações daquilo que mais gostam, mantidas à distância da população de seleção, em ambientes vigiados mas de extremo conforto. O contribuinte ao pagar-lhes suas vidas, estarão garantindo  a si próprios, vidas sem percalços. Estufas de criação do novo ser humano deverão ser construídas, requentadas de conforto, mas especialmente do essencial, o convívio com a natureza vegetal e animal, o ambiente de desenvolvimento cultural, enfim, serão regiões onde o aperfeiçoamento da relação humana se dará sob os mais diversos níveis, mas somente aqueles com consciência verdadeira e elevada desta realidade é que deverão iniciar esta transformação de tipo de convívio. A reprodução sexuada deverá manter-se mas como uma minoria, enquanto que a reprodução artificial deverá substituir a maior parte da maneira tradicional de procriação. A redução da população humana é um imperativo moral e ecologicamente correto. Quanto menos humanos, melhor para a natureza e para nós mesmos. Quanto menos humanos arcaicos melhor para o convívio terreno, mundano da espécie. E quanto menos humanos normais e normais avançados, melhor para o convívio espiritual abstrato.
Este é o próximo passo da humanidade e sem a sua realização, não só não haverá mais evolução, mas também, caminharemos para o auto extermínio, por meio da deflagração cada vez mais mortal e grandiosa de conflitos evitáveis.
A eugenia portanto, é o mais importante pressuposto filosófico, humanitário e social da história humana e somente para aqueles que realmente sentem alguma coisa pela humanidade é que entenderão a urgência de praticá-la.

Eugenia e os direitos fundamentais do homem parte 1

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”Que se faça respeitar toda a diversidade neutra e enriquecedora do homem, mas que se elimine humanamente os meios biológicos que sejam as fontes naturais para todos os conflitos não-reflexivos do homem, visando assim, a mitigação primordial do sofrimento da espécie e sua posterior ascensão ao seu destino”

A redução elementar do sofrimento humano se baseia quando de maneira efetiva e objetiva, se faz a identificação, seleção e posterior eliminação das fontes naturais de onde todos os conflitos humanos não-reflexivos são originados e que massivamente tenderão a resultar na miséria, na desavença, na violência e em múltiplas sequelas de perda inestimável.
Nosso comportamento depende inicialmente de nossa genética para que possa ser alicerçado as bases para todos as nossas ações, reações e reflexões neutras (intelectuais por exemplo). O nosso pensamento ou nosso estilo de pensamento, determina todo o nosso comportamento durante nossas vidas e portanto, todas as ideias, ideações, pensamentos nascem de nosso atrito com a realidade e nossa posterior resposta. É evidente que apresentaremos diferentes respostas mediante diversos espectros pessoais ou individualizados de escolha, para nos adaptarmos às demandas ambientais bem como para forjarmos os nossos próprios nichos de conforto. No entanto, se temos como base primordial para tudo  o que somos e fazemos, a nossa biologia, então todos os conflitos das mais diversas magnitudes se originarão de nós, que somos, especialmente quando dominadores do ambiente terrestre, os principais fomentadores de nossos nichos e de nossas realidades. Portanto, para eliminar toda ordem de conflitos e problemas diplomaticamente resolvíveis por pessoas inteligentes, mas não por grande parte da população, deve-se priorizar inicialmente na identificação destes elementos desestabilizadores da ordem harmônica para que possam ser de-selecionados do meio cultural, ostracizados porém, tratados de maneira humana, visto que apesar de suas consciências reativamente desestabilizantes, estes também padecem de uma inconsciência de si mesmo visto que toda reflexão é um fenômeno cerebral emulador da empatia, que caminha para a externalização de si mesmo no corpo de outro, visando sentir a mesma dor dele, e portanto refugando a ideia de fazer-lhe mal, visto que não gostaria de sentir o mesmo. Este pensamento simples e já amplamente discutido, nasce de nossa mente como uma resposta ao ambiente, e se esperará que as pessoas com uma combinação harmoniosa de elementos avançados possam corresponder perfeitamente à demanda ambiental sem recorrer à medidas instintivas, diretamente presentes entre o meio animal, que é muito menos reflexivo que o meio humano. No entanto, para aqueles portadores de fenótipos arcaicos de comportamento, esperar-se-á justamente o uso de pensamentos instintivos, que visam suprir de imediato qualquer possibilidade de morte, mesmo que estes tenham a capacidade quase inativa de refletir, ainda assim, seus cérebros responderão de imediato com medidas instintivas ao invés de reflexivas. Toda a cadeia alimentar entre as espécies não-humanas, baseiam-se exatamente neste tipo de resposta primitiva. A evolução da inteligência humana também foi a evolução das respostas reflexivas, onde o pensamento, logo de início, se faz complexo, primordialmente porque parte de iniciais averiguações de consciência multidimensional simulada, onde não somente o seu eu é analisado, mas também o eu do indivíduo relacionado. Também são analisados vários cenários de como a resposta irá refletir no meio social, mostrando que os cérebros mais evoluídos estão equipados com sofisticados meios elétricos, bem mais ampliados e eficazes do que os cérebros primitivos de certos segmentos da população. A resposta instintiva no entanto é necessária porque ela visa anunciar de antemão  qualquer perigo iminente. Cérebros demasiadamente humanos, poderão se encontrar no labirinto subjetivo e complexo da teia social e se tornarão presa fácil em qualquer situação.
A eugenia como um movimento reformador e revolucionário da espécie humana, no entanto, não deve visar a transcendência visto que a mesma, como um conceito humanista de evolução, sempre terminará mais frágil do que forte. O fim da diversidade ou sua redução, resultará no fim de mais meios de escape acaso a espécie se encontrar em uma ”rua sem saída”, encurralada por um predador. O principal meio de sucesso e evolução da espécie é justamente aquele em que todos os prováveis predadores sejam sempre enganados e para isso, se torna necessário a diversificação de tipos, mas também a criação do próprio indivíduo como representativo desta realidade. O ser humano perfeito será justamente aquele dotado de todos os outros tipos de seres humanos em si, com defeitos e qualidades subjetivas. A complexidade mesmo a nível de indivíduo, poderá proporcionar uma perfeita rede imunológica de defesa, em que quando algum possível predador surgir e ameaçar a vida humana, esta mesma, já biologicamente equipada com todo o universo biológico humano, poderá conscientemente escolher qual estratégia melhor lhe caberá para evitar a contaminação ou o ataque frontal. Eu até poderia dizer que, não somente como canibais da perfeição, antropofagizaremos toda a nossa biologia mas também toda a biologia presente neste Planeta.
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Enquanto esta possibilidade não se torna uma realidade, e provavelmente demorará muitos séculos até que o ser humano possa escolher por adquirir essa sobriedade biológica simbiótica, deve-se analisar as causas para todo o conflito evitável entre nós.
Tudo aquilo que fazemos, portanto, depende de nossa biologia, que como arquiteta suprema de nossa condição e da própria vida, nós dá  nossas armas primordiais para responder a todos os microeventos que sucessivamente acontecem ao nosso redor, interagindo direta ou indiretamente. Partindo do fato de que os animais são territorialistas especializados, pode-se dizer que esta natural localização no meio por eles, se dá porque estão incapazes de explorar reflexivamente o mesmo, evitando o atrito instintivo e portanto de sobrevivência, necessitam de nichos específicos em que não se encontrarão ameaças imediatas. Os seres humanos mais primitivos guardam para si, uma realidade semelhante, onde por causa de suas incapacidades de responder à complexidade de maneira reflexiva, necessitam de refúgios pessoais onde os ”inimigos” em potencial não se encontrarão presentes. O instinto é a resposta mais importante, tanto para animais, quanto para psicopatas ou pessoas com tendências psicopáticas. Nos níveis mais baixos da inteligência, encontraremos uma grande tendência para este tipo de personalidade instintiva em justaposição à reflexiva, apesar do intelecto em si não poder explicar por conta própria, ele tem um grande poder de influenciar no estilo de pensamento e na tomada de decisões.
Portanto, a supressão no coletivo deste tipo de personalidade, deverá ser o principal imperativo de nossa era, visto que estas pessoas, primeiro, não estão adaptadas à sociedade moderna e suas demandas de reflexão e posterior colaboração e segundo que, os seus comportamentos mal adaptativos, são o resultado direto dos vários conflitos diplomaticamente resolvíveis, conflitos de baixa magnitude mas que são entendidos por mentes primitivas como epopeia do saber. Estas pessoas funcionam como fenomenologias desestabilizantes, mortíferas, potencialmente corrosivas para o pleno funcionamento da sociedade, mas elas não são as únicas. Vemos dentro de cada sociedade avançada do ser humano, que determinados tipos são responsáveis em diferentes graus de relevância e impacto pela supressão da harmonia complexa. Além dos óbvios tipos cognitivamente arcaicos, também temos um grande percentual de tipos avançados que caminham rapidamente para se tornarem arcaicos e contraproducentes para o equilíbrio perpétuo da espécie. São exatamente os tipos ”normais”. Os tipos normais são incapazes de desenvolver pensamento reflexivo de alto nível e portanto são incapazes igualmente em desenvolver elevada auto consciência. Este componente é fundamental em qualquer civilização de altíssimo nível e portanto, simplesmente não existe a possibilidade de termos esta enorme discrepância de tipos, visto que primeiramente, deve-se eliminar todo o conflito subjetivo e as pessoas normais, como uma melhoria conservadora porém importante em relação aos arcaicos, não foram capazes de entender e vivenciar a super realidade, criando uma mescla mal adaptativa de capacidade reflexiva com instintiva. Esta mal adaptação resulta imediatamente nos processos modernos de socialização.
O processo de evolução de uma civilização não pode se dar somente por meio da melhoria seletiva de traços cognitivos mecânicos, aptos para a funcionalidade de igual natureza da sociedade, mas também pelo aumento da qualidade que pode ser vista mediante a capacidade reflexiva dos mais altos níveis, estes que resultarão no gênio e em suas enormes habilidades criativas e evolutivas da espécie. Sem isso, nosso processo de equilíbrio perpétuo cairá em uma inércia falsamente considerada como ”a perfeição” e tal como a civilização milenar chinesa, cairemos na armadilha da harmonia e não mais transcenderemos. Em termos culturais, é de extrema importância que se transcenda a ordem, por mais perfeita que possa ser, porque o significado mais essencial da cultura de alto nível, é justamente a ”busca pelo universo”, expressando o nosso ser e nossa espécie, porque no fundo visamos entender o universo, que a nós mesmos estamos a emular biologicamente. O propósito humano da cultura é somente transcender o espírito, buscando-o e buscando o significado de tudo. Portanto, quanto mais alta for a civilização, mais altos serão nosso esforço imaginativo para entender a complexidade a que estamos submetidos.
Mas para que isso comece a se tornar uma realidade, não deveremos somente selecionar os tipos responsáveis por continuar a manter a chama da civilização acesa, mas também teremos de recondicionar, se por ventura, substituir grande parte da humanidade, composta em sua maioria de ”normais” e ”arcaicos”.

Homossexualidade como uma variação normal da natureza humana

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Enquanto eu lia mais um excelente texto no blog ”Evo and Proud” de Peter Frost, há algum tempo atrás, eu me deparei com uma ”nova” possibilidade para explicar a existência bem como a permanência milenar de comportamentais homossexuais epigenéticos e portanto, inférteis por natureza na população humana. Vários psicólogos evolucionistas tem buscado desvendar o segredo da permanência da homossexualidade nas espécies, especialmente na espécie humana e sabe-se obviamente que a seleção natural parece ser uma impossibilidade para esta função.

Faz um certo tempo também que eu me deparei com a ”teoria do germe gay”, que abriu a possibilidade para uma explicação patológica da homossexualidade. Segundo esta teoria a homossexualidade seria basicamente causada pela infecção de um patógeno que muda o comportamento sexual no hospedeiro e ainda que segundo a teoria, necessitaria deste tipo de contágio para se espalhar por outros corpos, ou seja, o comportamento homossexual. Apesar de existirem inúmeros casos de patógenos que invadem os corpos de suas presas e as transformam em zumbis, ainda parece ser muito cedo para chegar a qualquer conclusão sólida, especialmente aquela que estiver carregada de valores morais.

A teoria do germe gay me parece muito estranha, não em sua concepção, mas em algumas dicas que os perpetuadores de sua possibilidade tem jogado, algumas dicas que parecem caminhar contra a própria teoria.

A primeira delas é a ideia de que o suposto germe gay só causaria a mudança de comportamento sexual em homossexuais exclusivos ou seja, aqueles que só tem atração sexual por homens. É muito estranho pensar porque somente uma minoria dentro de outra minoria deveria ser a única que apresentaria um comportamento derivado de patogenia e não todos outros grupos envolvidos. Bem, parece interessante imaginar que se o patógeno poderia mudar o comportamento sexual de alguns grupos, então poderia ser possível que os germes também estivessem relacionados ao comportamento sexual. Por essa lógica eu só posso pensar que possa estar havendo alguma má fé por parte dos perpetuadores desta teoria, como se ela já pudesse ser considerada como a mais plausível para explicar a existência da homossexualidade. Afinal de contas, se a reprodução sexuada por si só já seria uma resposta  à ação dos patógenos então todo o comportamento sexual seria derivado desta luta homem x patógeno e a homossexualidade seria visto como mais uma estratégia de coibir a ação dos patógenos, assim como seria a heterossexualidade. O mais incrível de tudo é que os perpetuadores desta teoria não só estão plenamente convencidos de suas visões distorcidas da realidade como eles ainda acreditam plenamente que mediante a ”aceitação” desta versão da real teoria dos patógenos e a sexualidade por parte do público ”educado”, imediatamente que a homossexualidade seria oficialmente reconsiderada como um -ismo, uma patologia e medidas médicas como uma vacina deverão ser produzidas para serem oferecidas para a população. São tantos atropelos e eu suspeito que de má fé, que eu não consigo ver como pode ser possível que profissionais com diploma ”Ivy League” possam estar tentando empurrar esta versão dos fatos para a comunidade científica e até mesmo com implicações morais sérias.

A segunda ”dica” é que a teoria do germe gay apareceu como uma resposta final precoce à suposta impossibilidade de que o comportamento homossexual possa ser selecionado direta ou indiretamente. Parece que o % de homens bissexuais que se casam e até mesmo para alguns  mais exclusivos de homossexuais é muito maior do que imaginamos. As estimativas de auto declaração sexual-identitária não parece refletir a realidade quanto à real demografia de homossexuais, partindo da ideia que a sexualidade seja em parte genética e biológica e em outra parte cultural e baseada em escolhas pessoais mediante as circunstâncias. Além desta possibilidade, muito real eu diria, também parece muito provável que a homossexualidade se relaciona indiretamente com benefícios de natureza polimórfica, ou seja, os genes que a predispõe podem ser vantajosos para os irmãos e ou parentes muito próximos de portadores homo-zigotos ;).

A terceira dica que ”eles me passaram” é a de que boa parte dos estudos que encontraram alguma pseudo-correlação entre homossexualidade e patogenia no reino animal são apenas achismos, como muitos dos meus. O achismo número 1# de que a homossexualidade (masculina e exclusiva) é transmitida durante a infância. Como pode ser possível provar isso???

E o achismo 2# é o de que os elementos retirados de dentro do cérebro das ovelhas eram patógenos. Da mesma maneira que os elementos retirados dos cérebros de ratos que se comportam ”como pessoas autistas” também eram patógenos?? Devem existir outros furos dentro deste queijo suíço que para mim mais parece esta (versão da) teoria do germe gay. Eu não pretendo me estender nestas questões, mas pretendo trabalhar a teoria de que assim como para muitos traços físicos e comportamentais, a sexualidade humana também é amplamente variável e esta variação é natural. A patogenia se relaciona à infecção de elementos invasores de nosso corpo que necessita ser eliminado. Como para mim, tudo é um espectro então por que não pensar que possa existir um espectro onde os patógenos encontrar-se-ão em um extremo e os genes (patógenos domesticados***) se encontrarão em outro??

Não podemos dizer que a pneumonia é um modo de vida ou uma escolha, mas podemos dizer que qualquer comportamento humano pode ser parcialmente resultado tanto de genes quanto de escolhas pessoais.

 

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Voltando ao texto de Frost,  algo me chamou muito a atenção aí. Frost disse que os olhos claros foram inicialmente selecionados nas mulheres e depois esta característica foi sendo passada para os homens também. Também poderíamos nos questionar se a cor da pele clara também seguiu o mesmo percurso. Da mesma maneira que a cor dos olhos, um traço polimórfico, foi anteriormente um recurso feminino ou predominantemente feminino, o desejo sexual por homens também poderia ser entendido como um recurso inicialmente feminino mas que com o tempo foi transmitido para uma minoria de homens. Os mesmos caminhos que levaram os olhos azuis das mulheres para os homens também pode ter levado o desejo sexual por homens em homossexuais, das mulheres para os homens. Sabe-se que as mulheres são mais brancas que os homens, na Europa, mas também em praticamente todos as regiões do mundo. Homens com olhos claros tem o rosto mais feminino do que homens de olhos castanhos. Tudo se encaixa perfeitamente nesta teoria.

O mesmo pode ser concluído em relação ao lesbianismo. O desejo sexual por mulheres presente em homens, foi inicialmente um recurso masculino, mas que depois com o tempo foi passado para uma minoria de mulheres. O que no entanto é interessante pensar é que a bissexualidade parece ser muito mais comum em mulheres do que em homens (e os perpetuadores de má fé da versão incompleta da teoria do germe da sexualidade aceitaram isso de maneira tranquila, sem inferir nenhuma consideração quanto à provável patogenia da bissexualidade feminina).

Sabe-se que em populações mestiças a incidência de homossexualidade é consideravelmente maior. Provavelmente, assim como no caso do canhotismo, a mestiçagem pode ser um recurso para produzir uma maior quantidade de homossexuais, visto que a mesma provoca a volta de traços atávicos. A homossexualidade, assim como o próprio canhotismo e o autismo, poderia ser um traço atávico, anterior aos processos de seleção que tendem a reduzir a diversidade fenotípica em prol de uma maioria similar. E existe uma clara relação entre canhotismo, autismo e homossexualidade, ao menos uma correlação estatística mas muito provavelmente, também tem uma relação biológica, de uma mesma origem.

A conclusão deste texto é que assim como no caso da propagação dos olhos claros na população europeia, a homossexualidade, feminina e masculina, também pode ter sido transmitida por meio da variação natural da sexualidade, da mesma maneira que a paleta de cores dos olhos das populações brancas também se transformou em uma herança comum, que produz diferentes fenótipos.

 

Alto qi verbal e prisão abstrata

Os mais altos qis verbais, nós encontraremos na mídia (ou ‘con-delicatêsse, mérdia), na advocacia, na criação cultural, filosófica, científica (em partes, especialmente quando combinado com outros elementos), artística (eu já havia dito mérdia??) e política.

Diferentes subgrupos cognitivos e comportamentais de alta capacidade preencherão estes nichos. Sociopatas serão comuns especialmente na política infelizmente, apesar do fato de que, eles  serão também muito comuns nos outros nichos de alta capacidade que foram citados. Parece que o qi verbal alto, que pode ser perfeitamente notado por meio de excelente vocabulário, se encaixa bem com muitos sociopatas de alto funcionamento.

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Um doce de pessoa com certeza

No entanto,  o que parece comum entre todos estes grupos é a tendência para fabricar abstrações OU a de vivê-las. Funciona mais ou menos assim: os tipos maquiavélicos fabricam as abstrações filosóficas, políticas, religiosas ou culturais enquanto que os tipos criativos mais ingênuos acreditam verdadeiramente que elas possam ser possíveis de serem vividas… e na verdade, em partes, elas são possíveis de serem vividas. Bem, as culturas humanas são retidas da biologia comumente encontrada nas populações ou são impostas pela elite. A religião parece ter sido criada como meios de domesticação.

Então temos, a multidão de emocops multiculturalistas, politicamente corretos, onde o forte é o qi verbal, a ralé intelectual da elite cultural e de alto qi verbal. E temos a elite cultural ou qi verbal alto, maquiavélicos, bons comunicadores, manipuladores, tipos adocicados de Hannibal Lecter.

Em outro texto eu vou escrever sobre o possível papel fundamental do qi verbal como um dos principais componentes responsáveis pela construção das civilizações.

 

Prisão Abstrata

Certa vez eu pensei comigo mesmo ”Quando se avança em direção a um determinado caminho, não se pode mais voltar atrás”. Eu me referi à minha abertura de consciência quanto a todas as possibilidades e incertezas, que povoam a hiper realidade. Todos nós que a vivenciamos, também vivenciamos as abstrações, aliás, as abstrações seriam como ”delírios lógicos” manipulados em terceira dimensão por nossas mentes.

A maioria daqueles que adentram ao mundo fora da Matrix, não conseguem mais sair e tendem à psicose, porque basicamente estamos vivendo em extremos, onde a hiper realidade nos faz imaginar abstrações ao nosso próprio bel prazer. Esta estimulação pode nos levar à loucura.

As multidões de emocops de alto qi verbal que povoam as faculdades de mesma natureza, estão a meio caminho entre o homem preso à matrix criada por seus mestres psicóticos e a hiper realidade, onde todas as ilusões perecem. Eles ainda são consideravelmente manipulados por seus mestres e portanto não são capazes de pensar por contra própria. O que é pior é que ao contrário do homem-matrix (escola, religião, cultura dominante, procriação e morte), os emocops são atirados ao mundo da hiper realidade sem terem as ferramentas bio-cognitivas corretas para manipularem corretamente as abstrações e buscar pela harmonia.

Eles são duas vezes presos, primeiro porque continuam dentro da Matrix, ou seja, dentro de mentes poderosas que não são as suas e são retroalimentados quanto as suas ilusões e segundo porque vivem em um mundo em que eles mesmos não conseguem entender. Os emocops não são diferentes dos consumidores de bíblia ou biblíacos, visto que não são capazes de pensar por conta própria. Eles só se diferem em ideologia e portanto religião. Mas na essência, um comunista panguá é tão chucro quanto um conservador de igreja. Claro, especialmente se eles realmente acreditam em seus respectivos caminhos mentais de vida, visto que existem muitos entre eles que não são tão ingênuos.

A prisão abstrata é o resultado desta combinação de traços biológicos como alto qi verbal e personalidade psicótica com incapacidade de ser um legítimo mente aberta.

A prisão abstrata é exatamente aquilo que eu disse anteriormente, que quando escolhemos um determinado caminho, nós simplesmente não podemos voltar atrás. ( não conseguimos voltar atrás).

 

 

Excelente texto que sintetiza perfeitamente as características encontradas em gênios

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L. James Hammond 2008

1. O que é o  gênio?

Gênio é a sublimação da libido sexual para fins
culturais e políticos. Sublimação libidinal permite ao gênio para
trabalhar em direção a objetivos culturais ou políticas com paixão e
energia excepcionais . Gênios geralmente tem uma predisposição inata
para um dos quatro campos : filosofia , arte, ciência ou politica.

2. Tipos de Gênios

Uma pessoa pode ter mais de um tipo de gênio ?
Samuel Johnson pensou que um gênio poderia trabalhar em qualquer área
; “Se Sir Isaac Newton se dedicou à poesia “, disse Johnson, ” ele
teria feito um poema épico muito bem …. O homem que tem vigor, pode
caminhar para o leste, tão bem quanto para o oeste. ” 2 alguns
argumentaram que Bacon escreveu as peças que são atribuídas a
Shakespeare , e assim que Bacon tinha gênio tanto filosófica e
artística.

Houve alguns gênios versáteis , como Leonardo e Pascal , mas é muito
incomum para uma pessoa ter mais de um tipo de gênio. A maioria dos
gênios pode trabalhar em apenas um campo . É inconcebível que uma
pessoa poderia ter escrito as peças de Shakespeare e as obras
filosóficas de Bacon. Se Newton se tinha aplicado a poesia, ele não
teria escrito ” um poema épico muito bem. ” Desde que Newton conhecia
suas próprias limitações , ele nunca se dedicou à poesia . A maioria
dos gênios nunca tentar trabalhar fora do campo para que eles
nasceram.

3. Graus de Gênios

Assim como existem vários tipos de gênios , também
existem vários graus de gênio. As notas mais baixas do gênio se
assemelham os mais altos graus de talento. Assim, é difícil dizer
exatamente onde a linha divisória é entre a genialidade e talento ; é
difícil dizer com precisão quem tem um baixo grau de gênio, e que tem
um alto grau de talento.

4 . Origem dos gênios

Qual é a origem do gênio ? Schopenhauer , que
pensou que o personagem veio de um pai e do intelecto veio de sua mãe,
disse que o gênio era o produto de um pai com excepcional força de vontade
e uma mãe extremamente inteligente. Karl Abraham , um dos discípulos
de Freud , pensou que o gênio saiu de uma família que estava em
declínio em vigor e força , mas conseguiu produzir uma ou duas pessoas
que combinaram uma disposição neurótica com dons intelectuais . Como
exemplo, citou Abraão Ikhnaton , um faraó egípcio , cujos ancestrais
eram vigorosos , prático e guerreira , e que combinou traços
neuróticos com gênio.

Muitos gênios surgiu de famílias que tinham sido bem sucedido em
assuntos práticos , e , em seguida, tinha declinado em vigor e força.
Thomas Mann é um exemplo. A família de Mann tinham uma longa história
de sucesso empresarial e destaque social. Seus antepassados ​​deve ter
sido de temperamento forte , enérgico e inteligente. Geração de Mann,
no entanto, parece ter sido tocado por tanto gênio e neurose – ou se
não neurose atual , pelo menos instabilidade mental. Enquanto o irmão
de Mann, Heinrich , era um escritor bem conhecido – apenas um pouco
menos famoso do que o próprio Thomas – duas das irmãs de Mann haviam cometido
suicídio.

Na família de Wittgenstein , encontra-se a mesma combinação de sucesso
empresarial e instabilidade mental; O pai de Wittgenstein era um
magnata do aço , um dos homens mais ricos da Europa, mas três dos
irmãos de Wittgenstein cometeram suicídio. Instabilidade mental também é
encontrada na família de van Gogh; três dos irmãos de Van Gogh tinham ”

distúrbios psicológicos graves. ”

A melhor solução para o problema da origem do gênio é uma solução que
combina a teoria de Schopenhauer com a teoria de Abraham . Gênios é
encontrado em uma família que está a diminuir em vigor e força, e em
que o pai é força de vontade , a mãe inteligente.

Enquanto gênio herda certas virtudes e talentos , que normalmente lega
pouco. Gênios não geram gênios ; gênio é um fim, não um começo.

5 . Gênio político

Durante tempos turbulentos , as nações , muitas
vezes levantar homens de gênio para posições de liderança. Exemplos
são César, Napoleão , Lenin, Mussolini e Hitler.

6. Gênios e Profecia

Gênios podem ”prever” o futuro .

O escritor romano Sêneca previu a descoberta das Américas . No século XIII , Roger Bacon
previu o automóvel e o avião. Leonardo previu muitas invenções
mecânicas , incluindo a máquina a vapor , o avião , o pára-quedas , o
submarino , o tanque , e a metralhadora. Rousseau, em 1762, previu a
Revolução Francesa e o fim das monarquias europeias . Jefferson, em
1820, previu a guerra civil americana. Tocqueville , em 1835, previu
que os Estados Unidos e a Rússia um dia seriam nações mais poderosas
do mundo. Heine previu militarismo nazista e o genocídio ; Heine previu
que as forças encontradas na filosofia alemã um dia iria ” entrar em
erupção e encher o mundo de terror e espanto “, e que , ” uma peça de
teatro será realizado o que fará a Revolução Francesa parecer um
idílio inocente. “. Kafka previu que os homens ” vão tentar moer a
sinagoga à poeira , destruindo os próprios judeus . ” Burckhardt
previu os infortúnios da Alemanha ; quando o Kaiser foi coroado em
Versalhes em 1871, Burckhardt disse, “que é a desgraça da Alemanha . ”
Nietzsche previu a psicologia do inconsciente, as guerras mundiais e
da ascensão da Rússia.

7. Hitler e Destino Do indivíduos controlar a história , ou indivíduos
de história e de controle de destino? A presciência de gênio é um
argumento a favor do destino, e um argumento contra o livre-arbítrio ;
se os eventos podem ser previstas muito antes que eles ocorram , eles
devem ter sido causado nem por indivíduos nem pelas circunstâncias,
mas pela história e destino . Parece que Hitler foi a causa do
Holocausto, e que a Grande Depressão foi a causa da ascensão de Hitler
ao poder. Mas, se o Holocausto foi previsto um século antes que
ocorreu, então não pode ser atribuído a indivíduos particulares , ou a
circunstâncias particulares. Enquanto Hitler foi a causa próxima do
Holocausto, e enquanto a depressão foi a causa imediata da ascensão de
Hitler ao poder, as causas desses eventos se encontram muito mais
profunda do que quaisquer indivíduos particulares ou circunstâncias
particulares.

Ao longo de sua vida , Hitler agiu como aquele que foi o agente do
destino. Quando escreveu Mein Kampf em 1920 , Hitler esboçou a
história da década de 1930 e 1940 . Ele antecipou uma grande guerra ,
e ele previu que a Alemanha poderia ser destruído pela guerra. Hitler
sentiu que sua vida e suas ações eram o resultado não de acidente ou
de escolha, mas de destino . Com destino apoiá-lo , ele sentiu que ele
possuía um grande poder , que ele era invencível, por isso ele tinha
total confiança em si mesmo. Sua confiança permitiu-lhe para falar com
paixão , energia e convicção , e isso permitiu-lhe cativar uma nação.

Hitler confiou em seu inconsciente para revelar o que estava destinado
a ocorrer ; ele se baseou em palpites e intuições . ” Eu vou pelo
caminho da Providência dita “, disse Hitler, ” com a garantia de um
sonâmbulo . ” . Dependência de Hitler sobre o destino e sobre o seu
inconsciente foi tão completa que ele perdeu o contato com a
realidade, e não era completamente sã.

Napoleão, cuja carreira parecia com Hitler , em muitos aspectos ,
feltro, como Hitler, que ele era o agente do destino, que ele poderia
prever o futuro, e que ele não controlar os acontecimentos , mas sim
foi controlado por eles. “Eu sempre tive um sentido interno “, disse
Napoleão, ” o que me esperava …. Nada jamais aconteceu comigo que eu
não previa . ”  Napoleão pensou que qualquer tentativa de
assassiná-lo , antes de seu destino tinha o seu curso , estava certo
ao fracasso – e, de fato , muitas dessas tentativas falhou .

8. Gênio louco

Como é um gênio capaz de ver o futuro ? Em parte, porque
o gênio tem um alto nível de consciência, e em parte porque o gênio é
em estreito contato com o inconsciente . A presciência de gênio é o
resultado do sentimento inconsciente , bem como o pensamento
consciente . O gênio retira suas idéias inconscientes , imagens e
intuições .

Porque o gênio está em contacto estreito com o seu inconsciente , ele
corre o risco de tornar-se insano . Muitos gênios têm enlouquecido ;
exemplos são Tasso , Newton, Swift, Comte, Gogol , Ruskin, Hölderlin ,
Schumann, Nietzsche, Strindberg e van Gogh.

9 Gênios Semi- loucos

Muitos gênios foram parcialmente insano, se não
totalmente insano ; muitos gênios viviam na fronteira entre a sanidade
e a insanidade . Schopenhauer é um exemplo de um gênio que foi
parcialmente insano . Schopenhauer tinha muitos medos irracionais e
ansiedades ; temendo que as pessoas interpretassem mal um transe como a
morte e enterrá-lo vivo , Schopenhauer ” estipulou que os seus restos
mortais seria deixado insepulto para além da hora habitual. ” Cézanne é
outro exemplo de um gênio que foi parcialmente insano . Cézanne
experienciou ” paranoia crônica “; quando seus amigos fizeram uma festa
para comemorar seu aniversário , ele deixou abruptamente , pensando
que eles estavam tirando sarro dele. Gödel estava com tanto medo de
ser envenenado que ele parou de comer e morreu de fome .

É uma indicação de insanidade parcial do gênio ” que ele vai a
extremos e é unilateral. O gênio não tem moderação. Dostoievski , por
exemplo, disse: ” Eu vou para o limite final em todos os lugares e em
todas as coisas ; toda a minha vida eu sempre aproximou-se do limite!

A segunda indicação do gênio ” insanidade parcial é que ele é
mal-humorado , mais do que a maioria das pessoas . Genius muitas vezes
oscila entre euforia e depressão. Kierkegaard é um exemplo de um gênio
temperamental. O estado mental de Kierkegaard foi descrito como

”depressão , alternando com , mas mais comumente misturado com , uma
condição de exaltação. ” Strindberg também foi mal-humorado ; ” Ao
longo da vida [de Strindberg ] “, escreveu um dos seus biógrafos , ”
seu humor variava de euforia à depressão mais negro . ” O mau humor do
gênio tende a assumir a forma de depressão , em vez de euforia ; gênio
é melancólico. Kafka é um exemplo de um gênio melancólico : “todos os
dias “, disse Kafka, “Eu  desejo sair da terra. ”

Uma terceira indicação da insanidade parcial de gênio é que a
genialidade tem muitas vezes uma tendência para a doença . Exemplos de
gênios que estavam doentes crónicos são Epicuro , Pascal, Lichtenberg
, Schiller, Leopardi , Darwin, Nietzsche e Proust . Doença muitas
vezes tem uma causa psicológica , e doença crônica é muitas vezes o
resultado de problemas psicológicos. Certas doenças , como a epilepsia
e asma, quase sempre ter uma causa psicológica. Vários gênios eram
epilépticos , incluindo Muhammad , Dostoievski e Flaubert . Asma de
Proust era um sintoma de seu estado psíquico , um pedido de atenção
materna.

Enquanto o homem ideal , de acordo com o ditado , tem uma mente
saudável em um corpo saudável ( mens sana in corpore sano ) , o gênio
, muitas vezes tem uma mente ”doente” em um corpo ”doente” . É
surpreendente, então, que tantos gênios morrem jovens ?

. 10 Metamorfose

Gênio é multifacetada e proteica ; gênio tem uma
grande variedade de diferentes personalidades. Strindberg é um exemplo
de um gênio multifacetado ; um de seus amigos dirigida Strindberg
assim: ” O quente, forte, fraco , O confiável – suspeito, bravo-
tímido , amando – odiando , poético – prosaica , Strindberg solícito –
indiferente ! ” 11 Jung também tinha uma variedade de personalidades
diferentes ; ” Jung deixou as impressões mais contraditórias sobre
aqueles que o conheciam “, disse um estudioso escreveu que ” ele era
sociável , mas difícil , às vezes divertido e taciturno em outros,
aparentemente auto-confiante ainda vulneráveis ​​a críticas. ”

11. Mulher , Criança, Gênios

Embora o gênio pode ser um macho , ele
tem alguns traços femininos , e embora o gênio pode ser um adulto ,
ele tem alguns traços infantis. Virgílio, por causa de seus traços
femininos , foi apelidado Parthenias , ou A Virgem . Milton foi
apelidado de The Lady de Cristo (ele frequentou a Faculdade de Cristo).
Chekhov foi descrito como ” modesta e tranquila como uma menina .
E ele anda como uma menina. ” A criação artística exige um

especialmente alto grau de feminilidade. Gênios filosóficos ,
científicos e políticos são menos femininos do que gênios artísticos ,
e, portanto, eles estão menos inclinados em relação à homossexualidade
do que são gênios artísticos .

12. Imaturo Gênio é infantil .

Gênio se aproxima do mundo, com
ingenuidade , como se fosse novo e estranho. Leonardo é um exemplo de
um gênio infantil ; ” O grande Leonardo “, escreveu Freud, ”
permaneceu infantil em alguns aspectos, ao longo de toda a sua vida
…. Como um adulto , ele ainda continuou jogando . ” Foi dito de
Mozart que , ” em sua arte , ele logo se tornou um homem , mas em
todos os outros aspectos, ele invariavelmente mantido uma criança. ”

13. Gênio é alegre

Embora gênio é melancolia , é também ,
paradoxalmente , alegre. A alegria pode coexistir com melancolia ;
como dizem os franceses , ” . coração triste , espírito gay ( le coeur
triste , l’ esprit gai ) ” A alegria de gênio é uma indicação de sua
natureza infantil ; como a criança, o gênio pode desfrutar de coisas
que outras pessoas deixaram de desfrutar. Kant é um exemplo de um
gênio alegre ; Herder disse que Kant, ” tinha a vivacidade de uma
juventude feliz. ” Kafka é outro exemplo de um gênio alegre ; apesar
de sua melancolia, Kafka foi dito ser ” sempre alegre . ”

14. Gênio é lúdico

O gênio brincalhão , especialmente o gênio artístico ,
compartilha com a criança uma tendência a criar mundos imaginários. O
gênio e a criança tanto virar as costas para o mundo real , e inventar
mundos próprios. O artista tem sido muitas vezes comparado a uma
criança brincando.

15. Genius e Narcisismo

Por que os gênios têm alguns traços femininos
e alguns traços infantis ? O que os gênios têm em comum com as
mulheres e as crianças ? As mulheres e as crianças têm uma tendência
para o narcisismo – para internalizar sua energia libidinal – e gênio
também tem uma tendência a narcisismo. Por causa de seu narcisismo ,
os gênios são muitas vezes solitário e sem amigos . ” Eu não tenho
amigos “, disse Michelangelo , “necessidade nenhuma, e não terei nenhum”,
Michelangelo foi dito ser ” solitário como um carrasco. ” Uma
mulher que sabia Kierkegaard e Ibsen disse: “Eu nunca vi em quaisquer
outras duas pessoas, homens ou mulheres, marcadas de uma compulsão
para ficar sozinho. ”

Como resultado de seu narcisismo , os gênios têm dificuldade em amar
outra pessoa. Os amores de gênios têm sido , por vezes, suspeita de
ter uma natureza narcisista. Foi dito de Beethoven que ele ” amava só
o amor , e não as mulheres. ” Ortega disse que Stendhal e
Chateaubriand , apesar de serem freqüentemente envolvidos em casos de
amor , na verdade nunca amaram .

Porque é difícil para eles a amar outra pessoa, os gênios são
geralmente solteiros . Se eles são casados ​​e têm filhos, eles
geralmente não são bons pais. Rousseau , por exemplo, não era um bom
pai ; Rousseau colocar todos os seus filhos em um orfanato .
Hitschmann disse: “Se os filhos dos homens de gênio não ter sucesso ou
acabar mal … o narcisismo dos pais não deve ser esquecido como uma
explicação . ”  exemplos de gênios cujos filhos saiu mal são Goethe,
Melville, Joyce , Hemingway , O’Neill e Einstein.

16. Genius e Homossexualidade

Assim como todo mundo é , até certo
ponto insano, assim também todos são , até certo ponto um homossexual.
Enquanto a pessoa média tem algumas tendências homossexuais , o
gênio tem ainda mais ; a genialidade está mais perto de
homossexualidade do que a pessoa média é , assim como o gênio está
mais perto de insanidade do que a pessoa média é . Muitos gênios eram
homossexuais : Verlaine , Rimbaud , Whitman , Swinburne , Baudelaire ,
Wilde , Proust , Gide , Forster , Auden , etc

Por que a genialidade tem uma tendência para a homossexualidade ?
Gênios e homossexuais ambos tendem a ser efeminado e narcisista. O
narcisismo de homossexuais impede de amar um corpo diferente no sexo
do seu.

Se todos os gênios são efeminados e narcisista , porque não são todos
gênios homossexuais? A natureza das próprias relações com os pais é um
fator importante para determinar se uma pessoa se torna homossexual.
Freud pensava que a homossexualidade masculina teve origem na primeira
infância, e pode geralmente ser atribuída a uma das seguintes causas:

uma relação especialmente próxima da mãe
uma mãe com uma personalidade masculina dominante
um pai ausente
um mau relacionamento com o pai

Qualquer uma destas causas podem prejudicar o filho desde a
identificação com o pai, e de adquirir traços masculinos de seu pai.
Os gênios que , como resultado de uma dessas causas , não podia
identificar com seus pais tornaram-se homossexuais. Proust , por
exemplo, teve um relacionamento especialmente próximo à sua mãe, e seu
pai era muitas vezes ausente; O pai de Forster morreu quando ele era
um bebê, e Forster foi criado por sua mãe e suas tias ; Gide e Wilde
tinham mães dominantes, masculinizadas. Enquanto o narcisismo de gênio
faz a homossexualidade , mais provavelmente, os fatores ambientais
devem ser levadas em conta  também.

.17 Amor grego , Auto-amor

Homossexualidade estava aberta e
generalizada na Grécia antiga ; homossexualidade é muitas vezes
referida como “amor grego”. Sachs defendeu que os antigos gregos foram
narcisista, e que seu narcisismo causou sua tendência para a
homossexualidade , fez com que eles celebram o corpo na sua arte,
levou-os a ser indiferente a natureza, e causou los para evitar
tecnologia .

Pode-se acrescentar mais um item a essa lista : os gregos abominou a
morte, eles viram a morte de uma forma totalmente negativa. Para
perder seu amado auto ao todo, para se fundir com o universo , era
abominável para os gregos . A visão grega da vida foi trágica porque
viram o indivíduo como separado do mundo e em desacordo com o mundo.
Se formos ver o indivíduo como parte do Todo , em harmonia com o
universo, não temos uma visão trágica da vida. Aversão dos gregos da
morte, e sua visão trágica da vida , pode estar relacionado com o seu
narcisismo.

Por que os antigos gregos narcisista ? Narcisismo é característica de
uma sociedade primitiva , de uma sociedade que não tenha passado pelo
estágio narcisista de desenvolvimento libidinal e atingiu o estágio de
objeto de amor , assim como o narcisismo em um indivíduo é
característica de imaturidade, e de não ter alcançado o estágio de
objeto de amor . Assim , os povos primitivos têm inclinações para o
narcisismo e para a homossexualidade ; de acordo com Freud, ” [ a
homossexualidade ] é extremamente difundida entre muitas raças
selvagens e primitivos. ” Ainda que os antigos gregos não estavam em
todos os aspectos ” selvagem e primitiva “, que eram , em alguns
aspectos imaturos ; os gregos antigos têm sido muitas vezes descrito
como jovem, como adolescentes.

18 . Genius e Natureza

Assim como o narcisismo dos antigos gregos
fizeram indiferente a natureza , assim também o narcisismo de gênios
muitas vezes torna indiferente à natureza. Flaubert, por exemplo,
escreveu assim: “Eu não sou viciado na natureza : suas” maravilhas ” não
me mover tanto quanto os milagres de arte . ” Dostoyevsky foi descrito
como ” totalmente indiferente ao cenário natural. ” “Eu odeio pontos
de vista, ” disse Oscar Wilde; ” Um cavalheiro nunca olha para fora da
janela. ”

19. Genius e Adolescência

Como o gênio , o adolescente é narcisista .
O narcisismo do adolescente manifesta-se por uma certa aversão pelo
sexo oposto , especialmente para os órgãos genitais do sexo oposto .
Porque os gregos antigos eram narcisista, eles também tinham uma
aversão para os órgãos genitais do sexo oposto . Assim, na mitologia
grega, qualquer homem que olha para os órgãos genitais femininos ,
simbolizado pela cabeça de Medusa, é transformado em pedra .

Além de narcisismo , muitas outras características são comuns a
genialidade e adolescência: melancolia, excentricidade , mau humor,
uma tendência para a insanidade parcial , e uma tendência a ir aos
extremos. Gênios tem sido muitas vezes visto como uma espécie de
adolescência, como prolongado ou repetido adolescência.

20 Gênios e Infância

O adolescente e o rosto infantil desafios
semelhantes . O adolescente deve aprender a viver fora da família , a
criança deve aprender a viver fora do útero. A maneira em que uma lida
com a adolescência repete o modo pelo qual um lidado , em idade
precoce , com a infância . Gênios muitas vezes amadurecem lentamente e
persiste na adolescência e gênio muitas vezes perdura na infância ,
também; Macaulay , Nietzsche e Einstein , por exemplo, eram lentos
para aprender a falar .

A criança não distingue entre si mesmo e o mundo externo ; a criança
não estabeleceu os limites do seu próprio ego. A criança é um com o
universo. Gênio permanece na infância, e nunca perde completamente
sentimento da criança de unidade com o universo. Este sentimento de
unidade com o universo , este ego sem limites , ajuda o gênio
filosófico para compreender o homem e o mundo , ajuda o gênio
científico para compreender a natureza e o cosmos , ajuda o gênio
político para compreender a sua nação , e ajuda o gênio artístico de
simpatizar com o mundo externo. Se o gênio pode ser visto como a
adolescência prolongada , ele também pode ser visto como a infância
prolongada .

21. Gênios e Sexo

Alguns gênios , em vez de remanescentes na
adolescência , amadurecer rapidamente , tanto sexualmente e
intelectualmente . Exemplos são Byron e Rimbaud . De acordo com Freud,
” precocidade sexual , muitas vezes corre em paralelo com o
desenvolvimento intelectual precoce. ”

A combinação de precocidade sexual e intelectual , embora possa ser
encontrado em artistas como Byron e Rimbaud , nunca é encontrado em
filósofos. Os filósofos geralmente chegam em suas idéias centrais ,
enquanto eles são jovens , mas eles nunca desenvolver e expressar
essas idéias , até que tenha atingido , pelo menos, os seus vinte e
tantos anos . Filosofia exige um alto nível de consciência, que é
atingido pela repressão do inconsciente, e de repressão do
inconsciente se opõe precocidade sexual. A repressão do inconsciente ,
por vezes, impede toda a atividade sexual, portanto, muitos filósofos
têm sido sexualmente abstinente . Foi dito de Platão que ele ” nunca
tocou uma mulher”, e o mesmo é provavelmente verdade de Pascal , Kant ,
Kierkegaard , Mill, Carlyle, Thoreau e Nietzsche.

Os cientistas , como filósofos , muitas vezes, atingir um alto nível
de consciência pela repressão de seu inconsciente. Esta repressão ,
por vezes, impede toda a atividade sexual; de acordo com Eissler ,
Newton ” nunca teve relações sexuais “, e o mesmo é provavelmente
verdadeiro de Mendel .

Arte , ao contrário da filosofia e da ciência , não exige a repressão
do inconsciente, mas sim a participação do inconsciente. Assim , os
artistas são muitas vezes sexualmente desinibidos.

 

http://ljhammond.com/cwgt/05.htm

Simplificação técnica e metódica dos testes de inteligência, limites e considerações conceituais e de classificação

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Eu já perdi a conta de quantos testes de inteligência online eu já realizei. É provável que já tenha chegado no trigésimo teste. Em quase todos eles eu encontrei um padrão para a minha inteligência, que já imaginava fazia muito tempo. Eu tenho o que se pode chamar de inteligência assimétrica. Isto quer dizer, eu sou realmente muito bom, a um nível muito alto (modesto e humilde) em alguns aspectos do intelecto, diga-se, muito específicos e no entanto, eu também sou muito estúpido para outros.

Aquela famosa observação anedótica dos gênios, que não sabem amarrar os cadarços dos sapatos mas podem fazer grandes insights, se encaixa perfeitamente na minha condição, isso se eu realmente poderia me identificar como tal, acreditando que o termo, apesar de ter um merecimento biológico óbvio e portanto baseado somente nas características hereditárias do indivíduo, também necessitasse de demonstração ou provação para que pudesse recebê-lo, mesmo com o desvirtuamento moderno do termo por causa da ralé cognitiva “democrática”.

Se os testes de inteligência realmente medem algo próximo da inteligência e não somente de características técnico-utilitárias eu não sei, não sou especialista no assunto, mas mediante todos os testes que já fiz, eu poderia deduzir que eles são falhos em diversos aspectos, de diferentes maneiras.

Sabe-se e sempre se soube, antes da era psicométrica, que ”a inteligência era aquela coisinha que nós não sabemos conceitar ou dizer o que é, mas é possível vê-la, percebê-la”. A inteligência sempre esteve pelo ar e a maioria das pessoas até então sempre souberam  identificá-la até certo ponto, mas até então não sabíamos como defini-la de maneira que o conceito pudesse caracterizar plenamente o que de fato a inteligência é.

Por meio da introdução e uso massificado dos testes psicométricos, foram encontrados uma série de provas parcialmente concretas de que os testes de inteligência ou qi realmente são capazes de medir muitos atributos da inteligência que são bastante úteis, ao menos em nossos modelos ocidentalizados de sociedade. Muitas das suspeitas que nossos antepassados foram confirmadas. Mas isso se deu especialmente em relação a “certos” grupos.

O primeiro problema dos testes psicométricos é que eles ”só” são particularmente bons para medir superficialmente o intelecto da maioria das pessoas, ou seja, aquelas que: não apresentam características neurológicas distintas como o autismo, não apresentam perfis cognitivos assimétricos (como o meu) e ou não estão em nenhuma categoria de outliers.

Eu disse só, porque uma boa parte dos grupos altamente inteligentes e portanto a cereja do bolo, pertencem à categoria de outliers. Se os testes psicométricos são bons em medir a maioria mas não os seres humanos mais inteligentes (ou os seus métodos são desatualizados) então pode-se dizer que a fiabilidade do qi não é tão verossímil partindo do pressuposto que a ideia mais pura de inteligência se encontraria entre os mais inteligentes e não na maioria. Portanto, os testes ditos, de inteligência, pseudo-paradoxalmente não são capazes de medir os mais altos níveis de intelecto da humanidade, justamente porque estes são em sua maioria de perfil altamente assimétrico de distribuição de habilidades. O fator g não é capaz de cobrir as ondulações de capacidade existente em mentes altamente inteligentes visto que este se baseia na ideia (retida do perfil de inteligência simétrica) de que existem componentes-chave existentes em todos os os sub-testes cognitivos de análise. Mas como estes componentes centrais podem existir, por exemplo, para uma pessoa como eu, que apresenta pontos fortes altamente desenvolvidos combinado com pontos fracos, fortemente ”deprimidos’, especialmente em um sentido comparativo?? O fator g é pouco concebível para mim que sou bom em produzir poesias mas não sou bom em calcular mentalmente contas matemáticas simples de dois dígitos. Ou o fator g deve perder a sua atual respeitabilidade científica ou poderá ser necessário identificar especialmente para os tipos outliers como eu,  dois  ou mais fatores g, para que possa explicar tanto os meus (e os teus) pontos fortes como os meus pontos fracos.

O qi não é somente ruim em medir de maneira quantitativa e qualitativa as habilidades destes grupos, mas também é muito provável que eles também não sejam bons para medir até mesmo as suas habilidades utilitárias, das quais eles foram projetados. Como um teste que foi projetado para medir a imagem maior, a superfície de um intelecto, poderia medir a fissura intelectual de alguém que é cognitivamente assimétrico?  Se já partirmos da ideia de que em termos qualitativos e portanto individualizados, o qi também é falho para medir os cognitivamente simétricos e neurologicamente comuns…

A segunda falha dos testes de inteligência oficiais se encontra na dificuldade de se calcular os resultados. São muitas variáveis externas, assim como também os próprios métodos matemáticos que são utilizados. Eu acredito que o primeiro problema é a maneira com que foram construídas as inúmeras médias estatísticas, nacionais, raciais, comportamentais… É evidente que o qi como um artefato estatístico, necessita da comparação de grupos para que possa ser concretizado. No entanto, o excesso de variáveis cria grande variação de pontuações e tende a tornar os testes de 100 anos atrás, inválidos em comparação aos de hoje.

 

Os principais fundamentos da inteligência

As nossas capacidades técnico-utilitárias dependem das demandas ambientais. Se você vive em uma sociedade onde a socialização e a arte são muito mais valorizados, então teremos diferentes processos seletivos para determinado perfil de inteligência. Em sociedades onde a veia social, cultural e econômica é o comércio, as habilidades matemáticas e verbais serão mais selecionadas. Em ambientes onde a habilidade espacial é mais importante, aqueles com estas características serão mais selecionados do que os outros. Por meio da dinâmica darwiniana, os mais contextualmente adaptados caminharão para aumentar os seus números em comparação aos demais subgrupos cognitivos. Portanto, os testes de qi estão fundamentados em atributos secundários da capacidade intelectual humana e não nos componentes essenciais que a determinam. Mas quais são eles?

Criatividade (capacidade de adaptação), auto consciência e capacidade para encontrar padrões, em outras palavras, isso é basicamente a sabedoria.

Todos nós somos criativos, a natureza é criativa, a vida é, no entanto  são poucos os seres humanos que são extremamente criativos. A criatividade depende das características morfológicas do cérebro, bem como do tempo de amadurecimento do mesmo.  Ela também depende do tipo de lateralização. Sabe-se que o lado direito do cérebro se relaciona com criatividade mais do que lado esquerdo. Cérebros simétricos apresentam melhor comunicação entre os lados por causa da similaridade de tamanho entre os lados e porque o lado direito do cérebro é quase tão desenvolvido quanto o lado esquerdo. As pessoas realmente inteligentes em sua grande maioria, serão altamente criativas. São os gênios criativos. Os testes de qi a princípio, medem somente as habilidades convergentes. Aqueles que tendem a pontuar muito alto nos testes de qi, são particularmente excepcionais em habilidades convergentes, mas partindo-se da síntese dualista que se sustenta a natureza onde os opostos não se atraem, eles só são opostos e são mutuamente excludentes então as habilidades divergentes não serão possíveis de serem medidas por estes testes. As pessoas que são fundamentalmente capazes de agregar e manipular pensamento convergente, devem ter mentes que foram esculpidas somente ou especialmente pra isso. Por isso tiram altas pontuações de qi.

Mas as pessoas criativas primeiramente, apresentam características cerebral-morfológicas distintas dos super alto qis. É esperado que os alto qis sejam um melhoramento cerebral significativo das mesmas características existentes na maior parte da população humana, ou seja, cérebros assimétricos hiper especializados, onde o processo de loteria que a simetrização cerebral produz não acontece, irá reproduzir condições super melhoradas dos mesmos cérebros que encontraremos na maioria. É possível que tenham existido e que existam gênios com super alto qis, mas o meu palpite é que o processo que produz a excepcionalidade cognitiva, de natureza aleatória, irá resultar em ampla diversificação de pontuações de qi por causa da aleatoriedade obviamente. A maioria dos super altos qis não são gênios criativos, porque a criatividade é resultado de aleatoriedade genética na formação do cérebro e isso produzirá todos os tipos de altamente especializados com diferentes pontuações de qi. Supostamente, os excepcionalmente talentosos com pontuações (quase sempre assimétricas) baixas de qi, serão identificados como ”menos inteligentes”, somente por causa de suas pontuações e não por causa de observações individualizadas das habilidades destes tipos. Os altos qis são outliers também, mas são outliers convergentes.

auto consciência é um dos principais fundamentos da inteligência, como um todo. A capacidade de se reconhecer e especificamente quanto aos níveis de auto consciência, define primordialmente a evolução mental de cada espécie. A espécie humana é a mais evoluída neste sentido e presume-se que quanto mais alto é o conhecimento de si mesmo, mais inteligente o indivíduo será. A maioria dos seres humanos são extremamente auto conscientes, especialmente em comparação às outras espécies. Mas, as diferenças entre os próprios seres humanos parece ser tão superlativa quanto as diferenças entre as espécies. É quase que preditivo que todo excepcionalmente inteligente será extremamente auto consciente. Se todos os seres humanos fossem tão auto conscientes quanto a imensa maioria (se não todos) dos gênios, o nível técnico-utilitário ou de qi, faria pouca diferença no sucesso pessoal. A definição de auto consciência parece se assimilar com o conceito aristoteliano de felicidade, ou seja, a capacidade individual de entender a  natureza pessoal e de vivê-la, sem se arriscar a superar os seus limites. Em nossa sociedade saturada de ”igualitarismo”, todos estão em um constante estresse de competição, partindo da falsa ideia de que todos apresentam as mesmas condições de brilho. Em outras palavras, as mentes maquiavélicas que produziram este mundo doente, estão a transformar a ideia de felicidade em algo complexo e inalcançável, quando na verdade ela é muito mais simples do que se imagina.

O que é interessante de se notar no entanto é que apesar da auto consciência super desenvolvida dos gênios, ela não parece funcionar como aliada para se alcançar a felicidade plena, visto que a super realidade nos mostra que a maioria de nós vive em um mundo de ilusões e isso provoca a depressão existencial, uma tendência muito comum em mentes super dotadas e especialmente em gênios criativos. A auto consciência ampliada se relaciona com uma constelação complexa de dois elementos, a incapacidade de filtrar estímulos ambientais, característica essencial da personalidade criativa e ao mesmo tempo, a presença de um componente que possa organizar a enorme quantidade de informações que a mente criativa capta. A dificuldade para filtrar os estímulos e informações do ambiente é um componente fundamental para o pensamento criativo enquanto que a capacidade de organizar este acúmulo, ou seja, a capacidade oposta daquela que produz a criatividade, é o componente chave que produz a excepcionalidade mental da espécie, ou seja, o gênio. Esta elasticidade mostra que a auto consciência bem desenvolvida e evoluída é um preditor para determinar a capacidade de auto domínio ou da natureza biológica pessoal. Esta habilidade raríssima, pode resultar em muitos custos neurológicos e emocionais futuros dependendo de como a auto consciência será desenvolvida.

O único componente dentre a tríade de componentes primários do conceito de inteligência, que os testes de qi são capazes de medir, mesmo que ainda muito superficialmente, é justamente a capacidade de buscar e encontrar padrões. Ainda que não se possa dizer que os testes aculturais reproduzam fidedignamente a mesma ideia que eu estou propondo neste texto quanto a este quesito, eles ainda emulam estaticamente a ideia maior e mais sucinta quanto à esta capacidade. Eu poderia ainda sugerir que os padrões seriam basicamente a harmonia. Em outras palavras, aquele que consegue em meio a uma paisagem buscar e encontrar a harmonia, está demonstrando ser hábil para entender a realidade. Os testes de qi espacial e os aculturais de outras naturezas medem superficialmente a nossa capacidade de encontrar padrões e portanto harmonia em abstrações, de natureza técnica. Isso mede a capacidade de um pintor convergente em retratar com perfeição a paisagem que está observando e também quanto à captura de dimensões geométricas para a construção de prédios e moradias. No entanto a busca por padrões (ou por beleza harmônica) não se restringe somente à espacialidade, mas também para todos os tipos de dimensões que o olho humano pode ser capaz de visualizar. Portanto, pode-se dizer que um psicopata é naturalmente talentoso em buscar e identificar os padrões de funcionamento dinâmico inter-pessoal em cada indivíduo, se adequar e se instalar na mente de sua presa. Alguns são bons em manipular mentalmente objetos e dimensões do espaço enquanto que outros serão bons em manipular a dimensão da personalidade humana, buscando sempre a beleza e portanto a harmonia. (mesmo os psicopatas)

Teste sintético

Eu sempre digo que o maior e melhor teste de qi é a vida. Não precisaríamos medir a inteligência das pessoas por meio de questões neutras, mas por meio de questões extremamente simples, amplas e cotidianas, que possam medir nossa capacidade em tempo real. Se em um sentido natural, a inteligência é a capacidade de adaptação então temos de buscar o conceito mais puro da inteligência. Eu acredito que a sabedoria é o nome mais apropriado para este conceito.

Por meio da pureza do conceito, passaremos a buscar os ”puramente inteligentes” e não somente aqueles que são contextualmente adaptados. Como resultado, ao invés de uma bateria de exames técnicos que buscam medir os componentes secundários da inteligência, os testes psicométricos deverão analisar os componentes primários da mesma, visto que toda e qualquer sociedade humana desenvolve as suas próprias divisões hierárquicas, que não são baseadas na seleção do mais inteligente para ocupar as melhores profissões, mas do mais contextualmente adaptado. Como resultado, os exames públicos para cargos do governo, desde os tempos de Confúcio, selecionam aqueles com atributos como memorização e capacidade superficial de adquirir conhecimento, mas não de manipulá-lo apaixonadamente ao ponto de convertê-lo em um novo nível. É necessário a seleção de mantenedores mas não de solucionadores de problemas, especialmente se existem interesses da elite para que uma hipotética sociedade seja mantida como está.

Os testes de inteligência medem os secundariamente inteligentes mas não os puramente inteligentes, não de uma maneira em que fique bem claro que os puramente inteligentes são mais espertos que os secundariamente inteligentes.

A sintetização metodológica do teste pode ser baseada em menos questões do que tradicionalmente encontramos nos testes. É como o exemplo de duas provas escolares. Uma prova tem uma grande quantidade de questões que visam a memorização superficial. Outra prova tem somente 3 questões, para o desenvolvimento. Esta última se relaciona ao aprendizado, de fato.

Os testes de inteligência tradicionais só conseguem medir com fiabilidade alguns subtipos cognitivos. Como eu disse antes, a maioria da população humana é composta pelos tipos que são medidos pelos testes de qi. No entanto, a quantidade nunca vai superar a qualidade e os testes parecem falhar consideravelmente em medir os extremamente inteligentes.

 

Conclusão

Este texto não visa criticar ideologicamente os testes de qi, mas sugerir mudanças ou em alguns atributos metodológicos-chave para que o grau de amplitude dos testes seja consideravelmente aumentado ou até mesmo em boa parte dos seus conceitos como a ideia de que os testes de inteligência não medem os puramente inteligentes de maneira adequada. A proposta fundamental deste texto é propôr que os atributos essenciais da inteligência humana sejam levados em consideração, ao invés de somente os atributos secundários e contextuais-adaptativos. Estes atributos são a criatividade, a auto consciência e a capacidade holística (e não específica, como a espacial) de buscar e compreender padrões das mais diversas naturezas.

Para finalizar, aqui embaixo eu deixo o exemplo de um jovem puramente inteligente que ilustra o grande número de enganos que os chamados profissionais da área da saúde mental estão sempre a cometer quanto às reais capacidades cognitivas dos outliers. Este garoto, somente pelo seu pequeno texto, demonstra ter a maioria se não todos os atributos que são esperados para encontrarmos na inteligência pura. Isto não significará que ele não poderá cometer erros em áreas que estão fora dos seus interesses de especialização. As pessoas inteligentes não são perfeitas. (NOVA OBSERVAÇÃO: as pessoas altamente inteligentes, especialmente mediante a medição psicométrica, podem não ser perfeitas, mas por meio desta mudança radical de captura e medição do intelecto, acredita-se que o título ”por que pessoas inteligentes fazem coisas estúpidas” em qualquer magazine popular de psicologia, poderá perder parte do seu valor). O resultado excepcional em seu teste de qi é um preditor não-conclusivo de intelecto para muitas pessoas mas não para ele, que exibe algumas características comumente encontradas em autistas como as habilidades de especialização de estilo convergente. Eu não estou estupidamente negando que não existe relação alguma entre qi e excepcionalidade mas que, ela não será perto de 100% de correlação como muitos psicometristas gostam de exagerar e especialmente com relação ao pensamento divergente, esta relação tenderá a ser nula ou muito fraca, partindo da ideia de que divergência e convergência são opostos.

Ainda assim, a inteligência em seu estado puro, deverá reunir os 3 traços fundamentais que a define e que nos definem como uma espécie mentalmente evoluída. Poderá ser possível que a sabedoria se relacione aos atributos cognitivos medidos por qi, mas tal como no caso da excepcionalidade, também apresentará uma relação fraca.

http://www.goldenhatfoundation.org/about-us/blog/125-golden-hat-foundation-blog-70211

A simplificação dos testes visará a redução do número de variáveis que possam provocar grandes variações de pontuação temporal. O número de questões poderá ser resumidos, dando ênfase na qualidade e não na quantidade. Assim como no  caso das provas ou exames. Aqueles de múltipla escolha não medem a qualidade dos candidatos mas somente alguns componentes cognitivos, como especialmente a memorização artificial.

Neotenia e TDAH???

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Estudos recentes descobriram que as crianças e adolescentes com TDAH (ou ADHD em inglês) amadurecem mais tarde do que os seus pares sem a condição. Um estudo recente encontrou uma relação genética entre TDAH e longevidade. Mas o que isso quer indicar??

Primeiro, as pessoas, incluindo os adultos, com TDAH, tendem a amadurecer mais lentamente do que os seus pares sem a condição.

http://www.additudemag.com/adhd/article/564.html

Amadurecimento lento é um traço neotênico, mais tempo com comportamental infantil, mais tempo de plasticidade cerebral, basicamente a manifestação orgânica do amadurecimento lento. Os lobos frontais dos TDAH continuam a amadurecer até os 35 anos. Jovens com qi mais alto tendem a amadurecer mais lentamente. Asiáticos tendem a amadurecer mais lentamente do que brancos que por sua vez amadurecem mais lentamente que os negros, em média, é claro. Asiáticos são a raça mais neotênica dentre as variedades humanas especialmente as suas cepas mais depuradas.

Segundo, os genes que predispõe à TDAH estão relacionados aos traços positivos de personalidade que predispõe algumas pessoas a viver mais. Os mesmos genes estão relacionados aos traços ”negativos” da TDAH como impulsividade. Algo realmente parece estar acontecendo aqui. http://news.uci.edu/press-releases/dopamine-receptor-gene-variant-linked-to-human-longevity/

Eu não sou o primeiro a suspeitar que as personalidades extremas estejam relacionadas com processos neotênicos. Gould e Lehrman. http://www.neoteny.org/

Eu não concordo que os asiáticos do leste sejam a raça mais neotênica, mas eu acredito que a maior variação de tipos entre os caucasianos pode resultar desde os tipos mais arcaicos até aos mais neotênicos. Portanto, alguns subgrupos de brancos europeus podem ser tão ou mais neotenizados quanto os asiáticos do leste.

Parece que algumas combinações fenotípicas tanto de personalidade TDAH-style quanto de capacidade cognitiva, pode não ter uma contribuição ambiental para fazer com que a maioria dos TDAH cheguem até aos 90,100 anos. No entanto, a pequena minoria de centenários (minoria em expansão) parecem reunir uma combinação harmoniosa dos traços comportamentais que podem de fato produzir a chave para levar  a uma vida saudável, por meio da prática de exercícios, atividades intelectuais, mantendo sempre uma perspectiva de vida positiva e se engajando nas relações sociais, de amizade, de amores.

Se com a replicação do segundo estudo, for encontrado uma relação robusta independente da região geográfica e variáveis genéticas específicas (de raça e etnicidade) então, é muito provável que estejamos conhecendo algumas possíveis evoluções do ser humano, por meio da continuação da neotenia. E a TDAH (assim como o autismo dentre outras variações) poderá se relacionar significativamente com isso.

Teoria do quebra cabeças ou seleção indireta, uma explicação sucinta e fácil de entender

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Neste texto eu pretendo explicar de maneira sucinta e simples como a teoria do quebra cabeças ou seleção indireta pode nos ajudar a compreender o funcionamento dos processos seletivos que produzem as variações extremas de personalidade, que a maior parte da psicologia continua a denominar como um ”transtorno” ou uma ”desordem” mental.

Partindo do fato de que todas as populações humanas apresentam a manifestação em maior ou menor grau destas condições sindrômicas, acredita-se que estas façam parte da gênese da espécie humana para que possamos compreender o porquê de, apesar da seleção negativa para a maioria delas, estas ainda continuarem a se manifestar dentro das populações humanas.

Portanto, temos de imaginar  um número muito pequeno de indivíduos que já carregavam os genes destas condições e que com o aumento da população, ocorreu uma maior variação de tipos tornando a reprodução humana para com estes tipos, menos provável de acontecer, porque quando há maior variabilidade, haverá maior chance de escolha e preferência pelo ”melhor” produto.

A incidência dos genes que predispõe para a manifestação das personalidades extremas foi e ”ainda” é prolífico, porque eles podem ser extremamente vantajosos, se herdados em doses homeopáticas. Exemplo, os genes que predispõe à depressão unipolar são ruins quando são aglutinados em um indivíduo, mas conferem muitas vantagens quando não são herdados por inteiro. Está é a lógica para qualquer polimorfismo.

Em resumo, todos os seres humanos carregam ao menos ”alguns genes” das personalidades extremas e dependendo do seu cônjuge isto poderá resultar na manifestação de alguma destas personalidades extremas em um de seus filhos. Todos os seres humanos estão em maior ou menor grau, suscetíveis de terem filhos esquizofrênicos, autistas, psicopatas, bipolares, homossexuais, altos, baixos etc…  porque todos carregam os genes em maior ou menor quantidade para a manifestação destas condições.

Todos os outliers nascem de pessoas comuns. Então temos, bilhões de seres humanos que procriam e produzem proles sem a manifestação das personalidades extremas. Destes bilhões, alguns milhões são mais suscetíveis a produzir proles com a manifestação das personalidades extremas. A maioria das combinações genéticas pai e mãe de acasalamento resultará no ser humano comum, como uma espécie de retalho de arremedos das personalidades extremas.

Pessoas comuns fazem pessoas comuns na maior parte das vezes,

Em uma minoria heterozigota, 30%?? … nascerão as pessoas que carregam mais do que simples arremedos dos genes que predispõe para a manifestação fenotípica completa das personalidades extremas. Deste grupo, nascerão a maioria dos portadores destas condições sindrômicas.

Vale ressaltar que a natureza ”recessiva” das personalidades extremas só é possível por causa da seleção negativa das mesmas pelas populações humanas. Mas como muitos estudos tem demonstrado, vários genes de todas as personalidades extremas são selecionados sem ser necessário que o portador de todo fenótipo tenha que acasalar igual um coelho, é por seleção indireta.

É importante frisar que a teoria do polimorfismo não é ”minha teoria” mas foi desenvolvida por Marian Annett (Right Shift Theory).

http://serpentfd.org/a/annett1985.html

As minhas observações e inovações partem da minha vontade de explicar quais são os mecanismos gerais que sustentam o polimorfismo. Este texto está sugerindo que todos os seres humanos carregam alguma variante genética consideravelmente reduzida de ao menos uma das personalidades extremas e que como Annett sugeriu há 3 décadas atrás, uma parte da população humana seria heterozigota e portanto portadora ponderada das variantes que produzem todas as minorias cognitivas, comportamentais e psicológicas da espécie humana. Isto funcionaria basicamente como um retro alimentador, onde todos (ou quase todos) os portadores das condições sindrômicas nascem dos heterozigotos enquanto que todos ou quase todos os heterozigotos nascem de pessoas ”comuns” que carregam variantes em quantidade significativamente menor.

Para bom entendedor, todo louco nasce de um meio-louco e todo meio-louco nasce de um ”normal”. Capisce!

 

 

 

De:RefémdoDrDeus Para:Deprimente mundo Assunto:Denúncia de maus-tratos a pensadores

...e Deus criou a Ângela,desapontado com a nossa Eva.Apresento-vos o meu "disco rígido" ...

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